Before the conflict began, inflation was at 2.4%, but the closure of the strait of Hormuz has affected energy prices
US inflation jumped to an annual rate of 4.2% in May, the third consecutive monthly increase since the start of the Iran war and a three-year high, as Americans continue to face steep oil prices.
Prices have increased sharply over the past several months, rising at an annual rate of 3.3% in March before going up to 3.8% in April. In February, before the conflict began, inflation was at 2.4%.
La fonction publique américaine vacille après un décret présidentiel signé par Donald Trump, mercredi 3 juin. Environ 8 000 agents fédéraux perdent leurs protections statutaires, les incitant à travailler directement...
US launches strikes in retaliation for downing of US army helicopter, while White House source says deal could still be close
The future of peace talks in the Middle East have been thrown into question after Iran’s foreign ministry said it needed to “reassess” its participation, while Donald Trump said Iran would have to “pay the price” after the two countries traded fire overnight, drawing neighbouring states back into an on-and-off war that has consumed the region since late February.
The US launched strikes against Iran in the early hours of Wednesday morning in retaliation for what it said was Iran’s downing of a US army helicopter near the strait of Hormuz. Iran then launched a wave of retaliatory airstrikes claiming hits on US bases in Kuwait, Bahrain and Jordan.
Democrats have rolled the dice in Maine as they pursue a post-Trump future. Will it work?
It was over the moment he received the endorsement of Maine’s most famous resident: Stephen King, the master of horror, who announced on Tuesday that he voted for Graham Platner.
More than 100,000 Democrats in Maine agreed, making Platner, a marine veteran and oyster farmer, their nominee for the US Senate against Republican incumbent Susan Collins in November.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que pode ordenar novos ataques a usinas de energia e pontes do Irã porque Teerã está demorando muito para chegar a um acordo, informou a emissora americana Fox News nesta quarta-feira (10), citando uma entrevista por telefone.
Ainda nesta quarta-feira, Trump disse em uma publicação na Truth Social
que o Irã demorou demais para negociar um acordo e agora “terá que pagar o preço”, sem dar mais detalhes.
“As Forças Armadas do Irã estão um completo caos. Grande parte delas, como a Marinha e a Força Aérea, sequer existe mais – foram completamente derrotadas. O Irã só fala e não age. O valentão do Oriente Médio MORREU!!! Demoraram demais para negociar um acordo que teria sido ótimo para eles, agora vão pagar o preço!!!”, escreveu o presidente americano.
O presidente não especificou o que esse “preço” implicaria, mas a declaração vem após os EUA anunciarem uma nova onda de ataques contra o Irã na terça-feira (9), depois que um helicóptero Apache do Exército caiu perto do Estreito de Ormuz.
Um oficial americano disse ontem à CNN que os novos ataques foram planejados como um aviso ao Irã e que os EUA acreditam que eles não atrapalharão as negociações para o fim da guerra.
Retomada de ataques
A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter realizado ataques com mísseis e drones contra bases militares americanas na Jordânia, no Kuwait e no Bahrein nesta quarta-feira (10), em retaliação aos ataques dos EUA contra alvos iranianos ao redor do Estreito de Ormuz.
A troca de acusações, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que o Irã havia abatido um helicóptero Apache americano perto do estreito, representa uma das escaladas mais significativas desde que Washington e Teerã concordaram com um cessar-fogo em abril.
Os militares americanos disseram ter atacado defesas aéreas iranianas, estações de controle terrestre e radares de vigilância, em uma “resposta proporcional” ao abate do helicóptero, cujos dois tripulantes foram resgatados.
Os ataques de retaliação, poucos dias depois do Irã ter trocado bombardeios com Israel pela primeira vez desde o cessar-fogo, lançaram novas dúvidas sobre as perspectivas de um acordo para pôr fim à guerra, que começou em 28 de fevereiro com ataques conjuntos dos EUA e de Israel contra Teerã.
Os ataques dos EUA duraram cerca de quatro horas, com o Comando Central dos EUA informando pouco antes das 22h (horário de Brasília) que as operações haviam sido encerradas. Um oficial americano afirmou que quase 20 alvos iranianos foram atingidos.
A IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica do Irã) informou que a ilha de Qeshm e a cidade portuária de Sirik foram atacadas. A mídia iraniana também noticiou explosões em Bandar Abbas, outra cidade portuária, e posteriormente perto de Jask, na entrada do Estreito de Ormuz.
Acordo de paz parece distante
O cessar-fogo no início de abril foi anunciado com planos para negociações de paz. Desde então, diplomatas têm buscado reabrir o Estreito de Ormuz, encerrar o bloqueio americano aos portos iranianos e criar um caminho para negociações sobre o programa nuclear do Irã.
Trump afirmou repetidamente que um acordo está próximo, mas, apesar de várias rodadas de negociações indiretas mediadas pelo Paquistão e pelo Catar, os dois lados ainda parecem muito distantes.
Os combates em uma guerra paralela entre Israel e militantes do Hezbollah, apoiados pelo Irã, no Líbano, continuaram, e Teerã manteve restrições à maior parte da navegação pelo estreito, que antes da guerra transportava um quinto do petróleo bruto e do gás natural liquefeito do mundo.
Washington manteve seu próprio bloqueio aos portos iranianos.
As exigências de Teerã incluem o levantamento das sanções internacionais, a liberação de bilhões de dólares em ativos congelados, o reconhecimento de seu controle sobre o estreito e o fim dos combates no Líbano.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse em uma publicação nas redes sociais nesta quarta-feira (10) que o Irã demorou demais para negociar um acordo e agora “terá que pagar o preço”, sem dar mais detalhes.
“As Forças Armadas do Irã estão um completo caos. Grande parte delas, como a Marinha e a Força Aérea, sequer existe mais – foram completamente derrotadas. O Irã só fala e não age. O valentão do Oriente Médio MORREU!!! Demoraram demais para negociar um acordo que teria sido ótimo para eles, agora vão pagar o preço!!!”, escreveu o presidente americano.
O presidente não especificou o que esse “preço” implicaria, mas a declaração vem após os EUA anunciarem uma nova onda de ataques contra o Irã na terça-feira (9), depois que um helicóptero Apache do Exército caiu perto do Estreito de Ormuz.
Um oficial americano disse ontem à CNN que os novos ataques foram planejados como um aviso ao Irã e que os EUA acreditam que eles não atrapalharão as negociações para o fim da guerra.
Retomada de ataques
A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter realizado ataques com mísseis e drones contra bases militares americanas na Jordânia, no Kuwait e no Bahrein nesta quarta-feira (10), em retaliação aos ataques dos EUA contra alvos iranianos ao redor do Estreito de Ormuz.
A troca de acusações, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que o Irã havia abatido um helicóptero Apache americano perto do estreito, representa uma das escaladas mais significativas desde que Washington e Teerã concordaram com um cessar-fogo em abril.
Os militares americanos disseram ter atacado defesas aéreas iranianas, estações de controle terrestre e radares de vigilância, em uma “resposta proporcional” ao abate do helicóptero, cujos dois tripulantes foram resgatados.
Os ataques de retaliação, poucos dias depois do Irã ter trocado bombardeios com Israel pela primeira vez desde o cessar-fogo, lançaram novas dúvidas sobre as perspectivas de um acordo para pôr fim à guerra, que começou em 28 de fevereiro com ataques conjuntos dos EUA e de Israel contra Teerã.
Os ataques dos EUA duraram cerca de quatro horas, com o Comando Central dos EUA informando pouco antes das 22h (horário de Brasília) que as operações haviam sido encerradas. Um oficial americano afirmou que quase 20 alvos iranianos foram atingidos.
A IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica do Irã) informou que a ilha de Qeshm e a cidade portuária de Sirik foram atacadas. A mídia iraniana também noticiou explosões em Bandar Abbas, outra cidade portuária, e posteriormente perto de Jask, na entrada do Estreito de Ormuz.
Acordo de paz parece distante
O cessar-fogo no início de abril foi anunciado com planos para negociações de paz. Desde então, diplomatas têm buscado reabrir o Estreito de Ormuz, encerrar o bloqueio americano aos portos iranianos e criar um caminho para negociações sobre o programa nuclear do Irã.
Trump afirmou repetidamente que um acordo está próximo, mas, apesar de várias rodadas de negociações indiretas mediadas pelo Paquistão e pelo Catar, os dois lados ainda parecem muito distantes.
Os combates em uma guerra paralela entre Israel e militantes do Hezbollah, apoiados pelo Irã, no Líbano, continuaram, e Teerã manteve restrições à maior parte da navegação pelo estreito, que antes da guerra transportava um quinto do petróleo bruto e do gás natural liquefeito do mundo.
Washington manteve seu próprio bloqueio aos portos iranianos.
As exigências de Teerã incluem o levantamento das sanções internacionais, a liberação de bilhões de dólares em ativos congelados, o reconhecimento de seu controle sobre o estreito e o fim dos combates no Líbano.
Carlos Frederico Coelho, professor de Relações Internacionais da PUC-Rio e da Eceme (Escola de Comando e Estado-Maior do Exército), avaliou ao WW os possíveis desdobramentos dos ataques entre EUA e Irã ocorridos na terça-feira (9). Segundo ele, o custo político de uma nova escalada entre os dois países é alto demais para que qualquer um dos lados declare abertamente o fim do cessar-fogo.
“O cálculo iraniano é esse: na teoria dos jogos, a gente tem um jogo para isso, que é o ‘jogo de chicken’, ou ‘jogo de covarde’, que pressupõe a existência de dois carros, cada um em direção contrária, esperando que o outro desvie no último momento”, explicou.
Ele ressaltou que, diante das armas disponíveis atualmente, esse tipo de confronto é “muito preocupante”.
Cessar-fogo como “ficção funcional”
O especialista descreveu o cessar-fogo vigente como uma “ficção funcional“. “Ambos os lados violam, mas nenhum quer declarar o fim porque o custo político de uma nova escalada é alto demais“, afirmou.
Para Coelho, o episódio recente confirma que o conflito entrou em um estágio de baixa intensidade crônica — uma situação que, segundo ele, “é mais perigosa do que parece, porque de certa forma normaliza a violação do cessar-fogo“.
Cada ciclo de ação e reação proporcional, alertou, “corrói um pouquinho mais a margem para um acordo real”.
Impactos econômicos e a questão do Líbano
O professor também destacou os efeitos econômicos do conflito, especialmente em relação ao Estreito de Ormuz. “Enquanto Ormuz não abre, o mundo paga a conta dentro de um choque econômico que também vai se tornando sistêmico”, disse. Coelho lembrou que não é apenas petróleo que passa pelo estreito, ampliando o alcance das consequências globais.
O especialista avaliou ainda que, apesar de todos os ataques sofridos e de múltiplas lideranças terem sido assassinadas, o Irã sai estrategicamente fortalecido desse momento.
“Apesar de todos os ataques que sofreu, estrategicamente, o Irã, saindo desse conflito nesse momento, é melhor do que entrou”, concluiu.
Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
Adesso che i problemi sono esplosi, la FIFA alza le mani. Dopo il caso dell’arbitro somalo Omar Abdulkadir Artan, respinto all’ingresso negli Stati Uniti nonostante fosse stato designato per il Mondiale, e dopo le difficoltà denunciate da giornalisti e tifosi provenienti da diversi Paesi, la linea ufficiale è diventata improvvisamente prudente: “La FIFA non è coinvolta nelle procedure di immigrazione del Paese ospitante”, ha dichiarato un portavoce della federazione internazionale. Una posizione che però smentisce seccamente anni di promesse e rassicurazioni firmate GianniInfantino.
La figuraccia di Infantino è stata smascherata da un durissimo articolo firmato da Adam Crafton su The Athletic. Il presidente della FIFA ha trascorso gli ultimi anni garantendo pubblicamente che i Mondiali del 2026 sarebbero stati aperti a tutti, minimizzando le preoccupazioni sui visti e sui possibili effetti delle politichemigratorie dell’amministrazione Trump. Già il 10 marzo 2025, in un’intervista al quotidiano spagnolo As, Infantino definiva il torneo una “festa” e lasciava intendere che le questioni legate ai visti sarebbero state risolte. Pochi mesi dopo, il 24 giugno 2025, di fronte alle crescenti preoccupazioni per il caso Iran, inserito tra i Paesi colpiti dalle restrizioni statunitensi, Infantino minimizzava il tutto, silenziando anche i timori emersi all’interno della FIFA.
Il messaggio pubblico di Infantino non è mai cambiato. Il 31 agosto 2025, durante un incontro con i media africani a Nairobi, dichiarava: “Tutti saranno i benvenuti in Canada, Messico e Stati Uniti per la Coppa del Mondo FIFA del prossimo anno”. Nello stesso intervento assicurava che “questo processo sarà agevole e garantirà che coloro che si qualificheranno potranno venire con i loro tifosi”. Parole ribadite più volte. Sempre il 31 agosto, il numero uno della FIFA sosteneva che esistesse “l’impegno del governo degli Stati Uniti a garantire che il processo sia agevole, in modo che i tifosi di tutto il mondo siano i benvenuti”.
Anche il 17 novembre 2025, alla Casa Bianca, durante la presentazione del sistema FIFA PASS insieme a Donald Trump e al segretario di Stato MarcoRubio, Infantino parlava degli Stati Uniti come di un Paese pronto ad accogliere il mondo: “L’America dà il benvenuto al mondo. Abbiamo sempre detto che questa sarà la Coppa del Mondo più grande e inclusiva della storia”.
Eppure oggi la FIFA sostiene di non avere alcun ruolo nelle decisioni prese dalle autorità americane. La contraddizione appare ancora più evidente se si osserva il rapporto costruito da Infantino con Trump negli ultimi anni. The Athletic ricorda come il presidente della FIFA sia stato uno degli ospiti più assidui della CasaBianca, abbia partecipato a eventi politici vicini al movimento MAGA, abbia aperto un ufficio FIFA nella Trump Tower di New York e abbia spesso esibito pubblicamente la propria vicinanza al presidente americano.
Una strategia che sembrava garantire alla FIFA un canale privilegiato con Washington. Oggi, però, quel rapporto speciale non sembra aver prodotto i risultatipromessi. I problemi sui visti restano, le restrizioni colpiscono cittadini di Paesi qualificati ai Mondiali e perfino un arbitro FIFA è stato respinto alla frontiera.
Per anni Infantino ha chiesto al mondo di fidarsi delle sue rassicurazioni. Ora che emergono le conseguenze delle politiche migratorie statunitensi, la FIFA sostiene di non poter fare nulla. Ma sono proprio le dichiarazioni del suo presidente, pronunciate negli ultimi due anni, a dimostrare il suo fallimento.
Me gusta pensar que ni rebuscando a conciencia en los sótanos de la tabla periódica encontraríamos un elemento tan sólido como el fútbol, que lo aguanta todo. Nada ni nadie puede con él. No existe criptonita que lo debilite ni vergüenza que lo atraviese. Y debe ser por eso que, a pocas horas del arranque para este Mundial estrafalario de las tres sedes, los cuarenta y ocho combinados nacionales y el premio FIFA de la Paz, a todos los que amamos este juego loco y desesperado se nos forma un nudo en el estómago imaginando la felicidad que se nos viene encima: si nada les parece comparable a la emoción de ver ganar a los suyos, imaginen el desenfreno cuando son los otros quienes terminan levantando la copa.
Francisco Proença Garcia, militar, professor universitário e investigador, diz que a retaliação dos EUA ao Irão é normal e vê na China e Rússia os "adultos" que ajudam Trump a sair da crise que criou.
O Irã está tentando transformar as frentes libanesa e a questão nuclear iraniana em um único conflito, contrariando os objetivos de Israel de separar as duas questões. A análise é de Paulo Filho, mestre em Ciências Militares, em entrevista ao WW sobre os ataques trocados entre EUA e Irã na terça-feira (9).
Segundo o especialista, o episódio mais recente tem origem nos ataques iranianos a Israel ocorridos no fim de semana — uma ação considerada inédita. “Foi a primeira vez que o Irã atacou Israel sem ter sido atacado no seu próprio território”, destacou o especialista. A ofensiva iraniana teria sido motivada pelos ataques israelenses a Beirute, capital do Líbano.
Israel tenta separar as frentes, Irã resiste
De acordo com Paulo Filho, Israel vinha fazendo um esforço deliberado para dissociar o conflito com o Hezbollah da questão nuclear iraniana e do Estreito de Ormuz. O objetivo seria garantir liberdade de ação para atuar no Líbano sem provocar uma resposta americana relacionada ao programa nuclear do Irã.
“Só que isso não é possível”, afirmou o especialista, explicando que o Irã tem interesse justamente em manter as duas frentes entrelaçadas.
Trump age para conter escalada
Diante dos ataques mútuos entre Israel e Irã, o presidente americano, Donald Trump, teria agido com firmeza sobre ambos os lados para interromper os confrontos e preservar um ambiente favorável às negociações.
No entanto, logo em seguida, um drone abateu um helicóptero Apache americano — episódio descrito por Paulo Filho como incomum e ainda pouco esclarecido. “Do ponto de vista militar, é bem inédita, é bem incomum um drone abater um helicóptero Apache, isso vai ter que ser esclarecido”, disse.
Reação limitada para preservar negociações
Diante do abate do helicóptero, Trump se viu obrigado a responder, mas optou por uma reação contida. Segundo Paulo Filho, a intenção foi dar uma satisfação à opinião pública norte-americana sem escalar as tensões com Teerã.
“Ele faz o ataque de forma limitada, esperando que o Irã contra-ataque também de forma limitada, de modo a manter as negociações“, explicou o especialista.
Paulo Filho alertou, no entanto, que o equilíbrio é extremamente delicado. Incidentes como o do helicóptero Apache podem facilmente levar a uma escalada indesejada.
Ele ressaltou ainda que o Irã mantém uma grande liberdade de ação na região, em parte por sua capacidade de fechar o Estreito de Ormuz — o que representa, segundo ele, “um enorme trunfo para o governo iraniano”.
Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
Francisco Proença Garcia, militar, professor universitário e investigador, diz que a retaliação dos EUA ao Irão é normal e vê na China e Rússia os "adultos" que ajudam Trump a sair da crise que criou.
Donald Trump said Iran has taken “too long” to agree to a deal “that would have been great for them” and will now “have to pay the price”.
In a post on Truth Social early this morning, which came after the US and Iran exchanged fire on Tuesday, Trump wrote:
Iran’s Military is a complete and total mess. Much of it, like their Navy and Air Force, doesn’t even exist anymore - They have been completely defeated. Iran is all talk and no action. The Bully of the Middle East is DEAD!!! They’ve taken too long to negotiate a deal that would have been great for them, now they will have to pay the price!!!
Lawmakers warn appointment of presidential loyalist will scuttle bipartisan agreement to renew Fisa surveillance law
Donald Trump is pushing ahead with his controversial plan to install political loyalist Bill Pulte as acting director of national intelligence, a move that has sparked bipartisan congressional backlash and imperiled the reauthorization of a powerful surveillance law set to expire at the end of this week.
Trump’s Tuesday evening announcement came after he met earlier in the day with the House speaker, Mike Johnson, to discuss Pulte’s elevation to the role, which has prompted widespread concern over his complete lack of national security experience and the prospect that he could use the office’s spying powers to continue his campaign of targeting Trump’s perceived political enemies.
Serbian President Aleksandar Vučić says relations between Serbia and the United States have undergone a dramatic transformation under President Donald Trump, a shift he says has changed public perceptions in a country where memories of the 1999 NATO bombing campaign remain deeply rooted.
In an exclusive interview with Fox News Digital, Vučić praised Trump's approach to the Balkans, arguing that the administration's focus on economic cooperation rather than political pressure resonated with many Serbs. "President Trump and his team so far were working very diligently and dedicatedly on the Western Balkans," Vučić said, adding that many Serbs view his administration very differently from previous U.S. governments.
"If you ask people in Serbia just to make a comparison between Clinton and Trump's administration, or Democrats to Republicans, you wouldn't believe it," Vučić said. "It would be 90 to 10 or 95 to 5."
The comparison is particularly striking in Serbia, where many still associate the United States with NATO's 1999 bombing campaign during the Kosovo conflict, launched to stop Serbian forces' crackdown on ethnic Albanians in Kosovo and which remains one of the most consequential events in modern Serbian history.
Vučić said he recently extended an invitation to Trump to visit Serbia and predicted the American president would receive an enthusiastic welcome.
"I hope that we'll be able to host him," Vučić said. "More people will be ready to greet him and wait for him than he might even expect…I dare to say even more than hundreds of thousands of people."
The Serbian president said the improving relationship between Washington and Belgrade is increasingly centered on economics, investment and technological cooperation, and mutual conservative values.
According to Vučić, Serbia and the United States are preparing to launch a strategic dialogue that will focus on energy, infrastructure, artificial intelligence, defense cooperation and investment opportunities. Among the projects under discussion are energy infrastructure, liquefied natural gas cooperation, data centers and advanced computing technologies.
The growing relationship comes as Serbia seeks to position itself as a regional economic hub while continuing its long-standing ambition of joining the European Union.
Vučić pointed to preparations for Expo 2027 in Belgrade with nearly 150 participating countries, as evidence of Serbia's growing international profile and economic ambitions.
Vučić, who has served as Serbia's dominant political figure since becoming prime minister in 2014 and president in 2017, pointed to the country's economic growth as evidence of its transformation. "Our GDP was 32 billion (euros) when I became the prime minister," Vučić said. "This year it's going to be over 100 billion euros., which is $120 billion."
Vučić's relationship with Trump dates back to the president's first term, when the White House brokered a series of economic normalization agreements between Serbia and Kosovo. Rather than focusing first on the politically explosive question of Kosovo's status, the Trump administration emphasized infrastructure projects, transportation links and investment aimed at improving ties between the two sides.
In September 2020, Vučić and then-Kosovo Prime Minister Avdullah Hoti signed U.S.-brokered economic agreements at the White House that included commitments to expand rail and highway connections and promote investment. Trump described the deal as a breakthrough achieved by focusing on "job creation and economic growth" rather than longstanding political disputes.
Asked whether he would consider recognizing Kosovo, which declared independence from Serbia in 2008 and has been recognized by the United States under President George W. Bush and most European countries, if doing so unlocked Serbia's economic future and accelerated its path toward membership in the European Union, Vučić pushed back on the premise, arguing that economic cooperation and improved relations should come before discussions about political status.
"I'm not saying that I'm ready to violate my constitution… I have always been open to talks or compromising solutions, I have always been open to developing great economic ties and no doubt much better political ties. But I was not speaking about recognition of someone's independence," he said.
While Serbia continues to pursue membership in the European Union, the country has also maintained ties with Russia and China, a balancing act that has drawn scrutiny amid Russia's war in Ukraine and growing geopolitical tensions worldwide.
Asked whether Serbia could continue navigating between East and West in an increasingly divided world or would eventually need to choose a side, Vučić rejected the notion that countries must choose between competing geopolitical camps. Instead, he pointed to both his own visit to China and Trump's engagement with Beijing as examples of what he described as pragmatic diplomacy focused on national interests.
"President Trump didn't go there because of his vanity," Vučić said of Trump's visit to China. "He brought with him all the leading people of the United States of America for making better businesses, for earning more money for their companies."
Vučić said he adopted a similar approach during his own visit, arguing that leaders should prioritize economic opportunities for their citizens rather than ideological alignments. "I'm coming from a small country. I was asking for more investments and was fighting for the interests of my people," he said.
The Serbian president said the same pragmatic approach should guide efforts to resolve ongoing conflicts in both Ukraine and the Middle East.
"It's always better to have thousands of days of negotiations than one day of war," he said.
Asked about tensions involving Iran and the wider conflict in the Middle East, Vučić reiterated Serbia's support for Israel, a position that increasingly distinguishes Belgrade from some European governments.
"I am the president of the country that is one of the very rare countries in Europe that is not hesitating to cooperate and collaborate with Israel," he said. "And it is proud to say this publicly and openly."
Vučić warned about what he described as rising antisemitism around the world.
"From time to time, I'm very much afraid to see a lot of antisemitic slogans and antisemitic banners," he said.
Pensar sobre el futuro de Oriente Próximo, y buscar alternativas para salir del cieno político al que ha sido arrastrada la región por la guerra de Estados Unidos e Israel contra Irán, se ha convertido para expertos y académicos en un trabajo propio del mito griego de Sísifo, aquel rey condenado a empujar una gran piedra cuesta arriba por una montaña para, poco antes de tocar la cumbre, ver cómo volvía a precipitarse montaña abajo. Y así eternamente.
El presidente de Siria, Ahmed al Shara, se reúne con Donald Trump en la Casa Blanca el pasado noviembre, en una imagen compartida en la cuenta de X de las autoridades sirias.