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Três carros para comprar com valor do novo BYD Sealion 7

10 June 2026 at 08:30

A BYD lançou um novo modelo elétrico para o mercado brasileiro chamado de Sealion 7. O SUV 100% elétrico tem mais de 4,80 metros de comprimento e desempenho de esportivo. Com preço de R$ 339.990, a reportagem da CNN Brasil separou algumas opções de carros para comprar com esse valor.

O BYD Sealion 7 tem 531 cv de potência, 70,3 kgfm de torque e pode rodar 360 km com uma carga completa. Com essa mecânica, o SUV atinge os 100 km/h em 4,5 segundos e a velocidade máxima é de 215 km/h. 

Com esse valor do SUV, uma opção semelhante é o Volvo EC40. O modelo da marca sueca parte de R$ 334.950. A configuração perde na potência, que conta com 238 cv e acelera de 0 a 100 km/h em 7,3 segundos. 

A vantagem fica por conta da autonomia. Segundo o Inmetro, o Volvo EC40 pode rodar 385 km com uma carga completa, superando o número do BYD Sealion 7. Em termos de tamanho, contudo, a vantagem fica para o modelo chinês. 

EC40
Volvo EC40 • Divulgação/Volvo

Um outro SUV chinês que é posicionado no mesmo patamar do Sealion 7 é o GAC Hyptec HT. Com preço de R$ 314.990, o modelo entrega mais autonomia elétrica. 

Na versão Elite, de entrada, são 431 km de autonomia elétrica com uma única carga. O SUV da GAC também é superior em algumas dimensões. Tem 4,93 metros de comprimento (+10 cm), 1,92 de largura e 2,93 metros na distância entre os eixos. O porta-malas tem 670 litros — O BYD tem 500 L.

GAC Hyptec HT 2027
GAC Hyptec HT 2027 • Divulgação

Com R$ 10 mil a mais no bolso, uma outra alternativa é o Chevrolet Equinox EV. O SUV elétrico tem 304 cv de potência (menos que o Sealion 7), mas ganha com grande vantagem no alcance elétrico. 

Segundo dados do Inmetro, o Equinox EV consegue rodar 443 km com uma única carga de bateria completa. 

Com os 443 quilômetros de autonomia, a velocidade de recarga é de até 22 kW (AC) e 150 kW (DC). Em apenas 10 minutos nesta última, o motorista pode somar 130 km de autonomia. 

No porte, o Equinox é bem semelhante ao Sealion 7. São 4.840 mm de comprimento, 1.954 mm de largura, 1,64 metro de altura e 2.336 kg. O entre-eixos tem 2,95 metros.

Equinox EV tem faróis Full LED
Equinox EV tem faróis Full LED • Divulgação

Saúde da bateria é o novo “km” do carro elétrico usado; entenda

BYD Atto 2 é híbrido PHEV que roda mais de 1.000 km e custa R$ 150 mil

10 June 2026 at 02:29

A BYD lançou mais um modelo para o mercado brasileiro. O BYD Atto 2 DM-i chega com sistema híbrido flex e pode rodar mais de 1.000 km com um tanque cheio.

Com visual baseado no elétrico Yuan Pro, o novo Atto 2 chega em duas versões: GS e GL. A primeira tem 18,03 kWh, enquanto que a segunda tem 7,85 kWh de capacidade.

Desta forma, é possível rodar 110 km e 45 km no modo 100% elétrico, respectivamente.

O motor a combustão é de 1,5 litro e conta com motor elétrico. Com os dois juntos, a potência varia entre 177 cv (GL) e 197 cv (GS). O torque é de 30,5 kgfm e a aceleração de 0-100 km/h pode ser feita em 8,4 segundos.

Com etanol, a autonomia combinada é de 770 km, enquanto que na gasolina chega a até 1.045 quilômetros para a configuração topo.

Novo BYD Atto 2 DM-i
Novo BYD Atto 2 DM-i • Divulgação

A autonomia é baseada no ciclo NEDC, pois a medição do Inmetro ainda não foi revelada.

  • Comprimento (m): 4,33;
  • Largura (m): 1,83;
  • Altura (m): 1,67;
  • Distância entre eixos (m): 2,62;
  • Porta-malas: 455 L.

O BYD Atto 2 DM-i, conta com quatro modos de condução para se adaptar aos diferentes tipos de terreno: Eco, Normal, Sport e Neve.

Por dentro, a cabine traz painel de instrumentos digital de 8,8 polegadas e o sistema multimídia DiLink em tela de 12,8” (GS) e de 10,1” (GL), com espelhamento para Apple CarPlay e Android Auto, comando de voz e câmera 360º.

O SUV híbrido flex conta com seis airbags de série e, na variante mais cara, adiciona pacote ADAS 2, com controle de cruzeiro adaptativo, assistente de permanência em faixa e alertas de colisão.

Novo BYD Atto 2 DM-i
Novo BYD Atto 2 DM-i • Divulgação

Preços e entrega

O BYD Atto 2 GL estará disponível a partir de R$ 149.990 na opção de venda direta. Já a opção GS chegará aos concessionários a partir de R$ 169.990.

Os interessados podem fazer os pedidos de reserva em toda a rede BYD espalhada pelo Brasil já nesta quarta-feira. A entrega das primeiras unidades vai acontecer ainda no terceiro trimestre deste ano.

Seis dos dez veículos elétricos mais vendidos no país são da BYD

Пентагон внёс Alibaba, Baidu и BYD в список компаний с военными связями в Китае

8 June 2026 at 23:21

Пентагон включил китайские компании Alibaba, Baidu и BYD в перечень организаций, связанных с китайскими военными. По данным американского военного ведомства, эти корпорации сотрудничают с Народно-освободительной армией Китая, сообщает life.ru.

В список также вошёл производитель автомобилей NIO. Основанием для включения компаний стало их взаимодействие с Министерством промышленности и информатизации КНР.

Пентагон формирует данный реестр с 2021 года. Попадание в него не влечёт за собой прямых санкций, однако исключает организации из участия в государственных подрядных конкурсах Министерства обороны США. Кроме того, нахождение в списке может сигнализировать инвесторам о возможных ограничениях в будущем.

Переход на сайт «Новости Москвы»В контексте военных связей Китая, стоит обратить внимание на то, что Пентагон выяснит принадлежность оружия, фото которого опубликовала ИГ.

В настоящее время в перечне значится более ста китайских компаний. Среди них — авиаперевозчики, производители электроники, а также поставщики услуг в строительстве, логистике и связи.

Пентагон внёс Alibaba, Baidu и BYD в список компаний с военными связями в Китае • Опубликовано на FiNE NEWS

¿Qué es Tesla? Lo que más le convenga a Elon Musk en cada momento

6 June 2026 at 04:30

Michael Burry, el gestor de fondos en el que se basó la película La gran apuesta y que se hizo famoso (y millonario) por anticipar la crisis de las hipotecas subprime, publicó en su blog en diciembre de 2025 su convencimiento de que Tesla, la empresa de automóviles eléctricos y energía de Elon Musk, estaba “ridículamente sobrevalorada desde hace mucho”. En su opinión, el valor de esta empresa para sus inversores no hacía sino diluirse a lo largo del tiempo, entre otras cosas por las exorbitantes retribuciones a Musk, que no se corresponden con los beneficios reales de Tesla, cuya acción se revaloriza un 115% en los últimos cinco años, a pesar de no haber pagado nunca dividendos desde que se estrenó en el parqué hace una década. Han pasado casi seis meses, pero la tesis de Burry se mantiene intacta. En declaraciones recientes se hace eco de un rumor que corre por el mercado según el cual Musk usaría la salida a Bolsa de SpaceX para fusionarla con Tesla, lo que diluiría aún más el valor de una compañía que actualmente es la novena del mundo por capitalización bursátil (1,64 billones de dólares).

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© Jiang Qiming (China News Service / VCG / Getty Images) (EL PAÍS)

Presentación del modelo Cybercap de Tesla en una feria de Shanghái, en noviembre de 2025.

BYD guarda oltre le auto: sfida nei robot umanoidi

4 June 2026 at 12:26

BYD lavora ai robot umanoidi: la sfida si sposta da auto elettrica e batterie alla robotica industriale e all’AI fisica.

BYD entra nella corsa ai robot umanoidi e apre un nuovo fronte industriale che va oltre l’auto elettrica. La notizia conta per il settore automotive perché mostra come i grandi costruttori cinesi non stiano più ragionando solo in termini di veicoli, batterie e volumi di vendita, ma di piattaforme tecnologiche più ampie, dove softwareintelligenza artificiale, sensori, attuatori e capacità manifatturiera possono essere trasferiti dall’auto alla robotica.

Il gruppo cinese, diventato uno dei protagonisti globali della mobilità elettrica, ha confermato di essere al lavoro sui robot umanoidi, inserendosi in un comparto che sta attirando case automobilistiche, aziende tech e produttori di componentistica avanzata. La logica industriale è chiara: chi sa progettare e produrre su larga scala un veicolo elettrico dispone già di molte competenze utili per costruire macchine autonome capaci di muoversi nel mondo fisico. Batterie, motori elettrici, controllo elettronico, sistemi di percezione, algoritmi e gestione dei costi sono elementi comuni a entrambe le filiere.

Per BYD, la robotica umanoide non rappresenta una diversificazione casuale. Il gruppo ha costruito il proprio vantaggio competitivo sull’integrazione verticale, controllando segmenti cruciali della catena del valore, dalle batterie all’elettronica, fino alla produzione dei veicoli. È proprio questa struttura industriale a rendere credibile l’ingresso nei robot: un umanoide non è soltanto un prodotto di laboratorio, ma una macchina complessa che deve essere prodotta, testata, resa affidabile e, in prospettiva, distribuita a costi sostenibili.

La partita si giocherà quindi sull’integrazione tra hardware e software. Nel settore automotive, questa combinazione è già diventata decisiva con l’avanzata dell’auto elettrica, dei sistemi di assistenza alla guida e delle piattaforme connesse. Nella robotica umanoide il salto è ancora più complesso, perché il robot deve interpretare l’ambiente, muoversi in sicurezza, manipolare oggetti e interagire con persone e spazi non sempre prevedibili. È qui che entra in gioco la cosiddetta embodied intelligence, l’intelligenza artificiale applicata a macchine fisiche capaci di agire nel mondo reale.

Il percorso di BYD sembra partire anche dalla fabbrica. Prima di immaginare robot domestici o applicazioni rivolte al consumatore finale, l’industria cinese sta usando gli stabilimenti come banco di prova. La produzione automotive è un ambiente ideale per testare automazione, logistica, controllo qualità e collaborazione tra uomo e macchina. Un robot umanoide può essere valutato in attività ripetitive, movimentazione, supporto agli operatori e operazioni dove la flessibilità conta più della semplice automazione tradizionale.

Questo spiega perché l’ingresso di BYD abbia un peso diverso rispetto a quello di una startup. Il gruppo dispone di impianti, volumi produttivi, competenze ingegneristiche e una rete commerciale già sviluppata. In prospettiva, potrebbe persino utilizzare la propria rete di vendita per distribuire robot destinati ad applicazioni domestiche o professionali. È uno scenario ancora non definito, perché non sono stati comunicati tempi, specifiche tecniche, prezzi o piani di lancio. Ma il segnale strategico è forte: dopo l’elettrico, la nuova competizione cinese potrebbe spostarsi sul terreno della AI fisica.

Il contesto è quello di una Cina che vuole trasformare la robotica umanoide in una nuova industria strategica. Il Paese può contare su una filiera ampia di elettronica, batterie, sensori, componenti meccanici e produzione a basso costo relativo. Sono gli stessi ingredienti che hanno permesso ai costruttori cinesi di scalare rapidamente nell’auto elettrica. Il rischio, però, è che la corsa produca sovrapposizioni, prodotti simili e investimenti eccessivi prima che esista una domanda reale di massa.

Per il mercato globale, il tema è ancora aperto. I robot umanoidi promettono applicazioni in fabbrica, logistica, assistenza, servizi e, in futuro, ambiente domestico. Ma oggi restano limiti importanti: autonomia operativa, destrezza, sicurezza, affidabilità, costo industriale e capacità di lavorare in contesti complessi. La distanza tra prototipo dimostrativo e prodotto commerciale resta ampia, soprattutto se si guarda a un impiego quotidiano fuori dagli spazi controllati.

L’automotive, però, ha già dimostrato di poter accelerare tecnologie nate in altri ambiti. L’elettrico ha spinto sulle batterie, l’auto connessa ha cambiato il ruolo del software, i sistemi ADAS hanno portato sensori e algoritmi sempre più sofisticati nei veicoli di serie. Ora la robotica potrebbe diventare un’estensione naturale di questa trasformazione, soprattutto per gruppi capaci di unire scala produttiva e ricerca tecnologica.

Per BYD, la sfida sarà evitare che l’annuncio resti una dichiarazione di ambizione. Il gruppo dovrà dimostrare se i robot umanoidi potranno avere un ruolo concreto nella produzione, nei servizi o nel mercato consumer. Ma la direzione è già indicativa: il confine tra costruttore auto, azienda energetica, produttore di software e gruppo di robotica si sta assottigliando. E nella nuova industria della mobilità, chi controlla energia, intelligenza e movimento può puntare a competere ben oltre l’automobile.

Scheda 

Azienda: BYD
Settore coinvolto: robotica umanoide e intelligenza artificiale fisica
Rilevanza automotive: trasferimento di competenze da auto elettrica, batterie, sensori e software
Tecnologie chiave: AIembodied intelligence, attuatori, batterie, controllo elettronico
Possibili applicazioni: fabbriche, logistica, servizi, ambiente domestico
Punto di forza BYD: integrazione verticale e capacità produttiva su larga scala
Stato del progetto: sviluppo confermato, senza dettagli su tempi, prezzo o lancio commerciale
Scenario competitivo: Cina in forte accelerazione sulla robotica umanoide

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