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Ébola: União Africana insta Estados-membros a reforçarem controlos fronteiriços
Trump: "Irán tardó demasiado en negociar un acuerdo y ahora pagará las consecuencias"
El presidente estadounidense, Donald Trump, aseguró este miércoles que Irán ha tardado demasiado en negociar un acuerdo y que ahora "tendrán que pagar las consecuencias". "Irán solo habla y no actúa. ¡El matón de Oriente Medio está MUERTO! Han tardado demasiado en negociar un acuerdo que les habría beneficiado enormemente, ¡ahora tendrán que pagar las consecuencias!", dijo Trump en su red social, Truth Social, después de que Irán afirmara que va a revisar la continuación de las negociaciones tras las últimas hostilidades.
Esta pasada noche ha sido la peor, en términos de ataques, desde el alto el fuego establecido el 8 de abril, después de que las fuerzas estadounidenses atacasen varios puntos del sur del país como represalia por el supuesto derribo de un helicóptero en el estrecho de Ormuz. Irán respondió con bombardeos contra 21 objetivos militares estadounidenses en todo Oriente Medio, incluido Jordania, Kuwait y Baréin, un extremo negado por Washington.
El portavoz del Ministerio de Exteriores iraní, Ismail Bagaei, aseguró este miércoles que, tras estos ataques, van a "revisar la situación actual" de las negociaciones con EE.UU., ya que "el proceso diplomático no se desarrolla en el vacío, y para avanzar en cualquier proceso diplomático se necesita un clima mínimo en el que trabajar".
Trump apuntó en su mensaje en Truth que "el ejército iraní es un completo desastre" e insistió en que "gran parte de él, como su Armada y Fuerza Aérea, ya ni siquiera existe; han sido totalmente derrotados". Y aseguró en otra publicación que el bloqueo naval impuesto por Estados Unidos en Ormuz es el "más exitoso en la historia de la guerra naval".
"NADA PASA a menos que nosotros queramos. ¡ES UN MURO DE ACERO! Irán no está haciendo NINGÚN negocio, no está pagando a su ejército ni ninguna de sus facturas, ¡y se está convirtiendo rápidamente en una NACIÓN FALLIDA! Se está escapando mucho petróleo. ¡Alabado sea Alá!", añadió el mandatario.
Autoridades iraníes afirmaron que en los ataques estadounidenses fueron destruidas varias torres de comunicaciones y dos desalinizadoras en la zona de Sirik, lo que ha dejado sin agua potable a unas 20.000 personas.


© AP
Moçambique quer ensino técnico com competências voltadas ao setor privado
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Marrocos e Seleção Brasileira em Copas; veja cinco curiosidades
Adversário do Brasil na estreia da Copa do Mundo, o Marrocos é protagonista de algumas curiosidades da Seleção Brasileira. De um um rival histórico de Pelé até o primeiro jogo do atual ciclo de Mundial, os marroquinos sempre estiveram no caminho da camisa verde amarela no maior palco do futebol.
Os dois países se enfrentam neste sábado (13), às 19h (de Brasília), no Metlife Stadium, em Nova Jersey, na primeira rodada do Grupo C da Copa do Mundo.
As curiosidades que ligam o Marrocos à Seleção Brasileira
1. O rival de Pelé
O grande rival internacional de Pelé na sua primeira Copa do Mundo, em 1958, na Suécia, foi um marroquino. Just Fontaine, que nasceu em Marrakech, em 13 de agosto de 1933. Como o Marrocos era uma colônia francesa, ele defendeu os Le Blues e estabeleceu o recorde de maior número de gols em uma edição do torneio, balançando as redes 13 vezes nos gramados suecos.
2. Primeira vítima de Ronaldo
Em 16 de junho de 1998, Ronaldo marcou o seu primeiro gol em Copas do Mundo justamente sobre o Marrocos, numa vitória por 3 a 0, em Nantes, pela segunda rodada do Grupo A.
3. Brasil ‘atrapalha’ Marrocos com revés
O Brasil chegou à última rodada do Grupo A da Copa da França, em 1998, já classificado às oitavas. De toda forma, defendia diante da Noruega, em Marselha, uma invencibilidade de 23 jogos em fases de grupos do Mundial, com 20 vitórias e três empates, numa sequência iniciada em 1970, no México.
A Seleção larga na frente, com gol de Bebeto aos 33 minutos do segundo tempo, resultado que combinado com os 3 a 0 que Marrocos aplicava sobre a Escócia, classificava os marroquinos às oitavas.
Mas os noruegueses viram na reta final do confronto, com gols de Tore Andre Flo, aos 38, e Rekdal, aos 43 minutos da etapa final cobrando pênalti cometido por Junior Baiano. Este resultado eliminou Marrocos.
4. Início do atual ciclo
O primeiro jogo da Seleção Brasileira no ciclo 2022-2026 foi justamente contra o Marrocos, em 25 de março de 2023, em Tânger. Ainda sem treinador, pois Tite deixou o cargo após a eliminação nas quartas de final na Copa do Catar, o Brasil foi comandado interinamente por Ramón Menezes e perdeu por 2 a 1.
5. Primeiro jogo pós-Pelé
O amistoso de 25 de março de 2023, quando o Brasil perdeu para o Marrocos por 2 a 1, em Tânger, foi o primeiro da Seleção após a morte de Pelé, em 29 de dezembro de 2022. Por isso, todos os jogadores entraram em campo com camisas que tinham o nome do Rei do Futebol nas costas.
Marquinhos cita dor das eliminações como combustível para 2026
Violência na Irlanda do Norte: entenda a onda de protestos anti-imigração
Centenas de manifestantes, muitos com os rostos cobertos, atacaram a polícia e incendiaram veículos em diferentes locais da Irlanda do Norte em uma onda de violência anti-imigração na noite de terça-feira (9), que acontece após um ataque com faca pelo qual um homem sudanês foi acusado de tentativa de homicídio.
Homens mascarados incendiaram casas de famílias em Belfast, capital do país, e atearam fogo em carros e ônibus depois que um vídeo do ataque, no qual a vítima perdeu um olho, ter viralizado.
Líderes políticos afirmaram que a violência tem como alvo minorias étnicas. “É evidente que as pessoas foram alvejadas na noite passada por causa da sua origem e não vou tolerar isso”, declarou o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, em comunicado. “Os responsáveis sentirão todo o rigor da lei.”
O suspeito do ataque no norte de Belfast, um homem sudanês de 30 anos, identificado como Hadi Alodid, compareceu em um tribunal nesta quarta-feira (10), onde teve a prisão preventiva decretada. A vítima, na casa dos 40 anos, sofreu ferimentos graves no rosto e nas costas, segundo o tribunal.
Primeira-ministra condena a “covardia” de homens mascarados
Vídeos do ataque circularam online durante toda a terça-feira, provocando apelos a protestos violentos nas redes sociais.
A polícia teve que ajudar uma família a escapar de uma casa em chamas. Diversos carros e um ônibus foram incendiados e reduzidos a cinzas. Políticos locais e um pastor disseram que muitas das vítimas eram negras.
“Não há desculpa nem justificativa para esses ataques”, disse a primeira-ministra da Irlanda do Norte, Michelle O’Neill. “Grupos de homens mascarados incendiando casas e expulsando famílias de seus lares é nada menos que um ato de covardia repugnante.”
Elon Musk convoca protestos
O ataque, que atualmente não está sendo tratado como terrorismo, ocorre em um momento de tensões elevadas no Reino Unido após o assassinato de um estudante que foi algemado pela polícia enquanto agonizava devido a ferimentos de faca, depois que seu assassino, um homem sikh, alegou falsamente um ataque racista.
O ataque também ocorre após repetidos protestos sobre imigração, com partidos populistas afirmando que a política de asilo do Reino Unido permitiu a entrada de homens perigosos no país.
O bilionário da tecnologia Elon Musk republicou diversas mensagens denunciando a situação do Reino Unido. Em resposta a uma publicação do ativista anti-imigração Tommy Robinson sobre o caso no norte de Belfast, na qual ele convocava protestos após “mais um ataque de invasores contra o nosso povo”, Musk disse: “Somente protestando REPETIDAMENTE e EM ALTO E BOM SOM haverá alguma mudança!!”
A ministra da Justiça da Irlanda do Norte, Naomi Long, disse à agência de notícias Reuters que “pessoas de má-fé”, que antes teriam dificuldade em encontrar a província num mapa, tentaram instrumentalizar o medo e a raiva compreensíveis provocados pelo ataque com faca para atacar pessoas da mesma cor de pele.
“Não permitam que as vossas preocupações genuínas sejam manipuladas por pessoas de má-fé”, afirmou ela. “Sabemos na Irlanda do Norte o dano que se pode causar quando se demoniza um grupo inteiro de pessoas por causa do comportamento de alguns, e não queremos voltar a essa situação.”

Protestos em Londres e na Escócia
Claire Hanna, líder do SDLP (Partido Social Democrata e Trabalhista, da oposição na Irlanda do Norte), descreveu a violência como um “pogrom racial”. “O ecossistema online que fomentou isso agora vai seguir em frente e o povo de Belfast terá que lidar com as consequências”, disse ela à Reuters.
Protestos menores foram relatados em outras partes da Grã-Bretanha na noite de terça-feira, incluindo em Londres, onde manifestantes bloquearam brevemente a Praça do Parlamento, e nas duas maiores cidades da Escócia, Glasgow e Edimburgo.
A desordem na Irlanda do Norte é o mais recente episódio de violência no Reino Unido em resposta a um crime, frequentemente associado a imigrantes, o que levou alguns proeminentes ativistas anti-islâmicos e anti-imigração a convocarem as pessoas a “irem às ruas”.
O pastor Jack McKee, de Belfast, disse à emissora britânica BBC que alguns membros de sua igreja, que moravam lá há 20 anos, estavam sendo expulsos simplesmente por serem negros.
A imigração tem sido historicamente baixa na Irlanda do Norte devido ao conflito de três décadas entre nacionalistas irlandeses, em sua maioria católicos, que buscavam a unificação da Irlanda, e unionistas pró-britânicos, predominantemente protestantes, que queriam permanecer no Reino Unido, e as forças armadas britânicas.
A migração tem aumentado nos últimos anos, e o sentimento anti-imigração tem se intensificado tanto na Irlanda do Norte quanto em partes da República da Irlanda.
Segundo o censo de 2021, 96,6% dos habitantes da Irlanda do Norte eram brancos.
A Irlanda do Norte também foi palco de tumultos anti-imigração no ano passado, em meio à indignação causada por uma suposta agressão sexual. As acusações contra dois jovens foram posteriormente retiradas pela promotoria.
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Champions League Feminina atinge novo recorde de audiência, afirma a Uefa
A audiência da Champions League Feminina registrou um forte crescimento na temporada 2025-26. Segundo relatório divulgado pela Uefa, entidade que comanda o futebol europeu, o número de espectadores mais que dobrou e deve atingir pelo menos 44,5 milhões ao final do ciclo.
Antes mesmo da decisão, mais de 39,7 milhões de telespectadores acompanharam partidas da competição. Os jogos foram transmitidos para 207 territórios, enquanto a final contou com exibição em TV aberta por meio de 30 parceiros de transmissão, tornando-se a decisão mais amplamente disponível da história do torneio.
O engajamento nas redes sociais também apresentou avanço expressivo. Os vídeos relacionados à competição somaram 947 milhões de visualizações, um aumento de 50% em relação à temporada anterior. As impressões chegaram a 1,49 bilhão (+44%), enquanto as interações alcançaram 52 milhões (+16%).
A Uefa destacou ainda o equilíbrio esportivo da competição em seu novo formato. Quase metade das partidas (49%) terminou com vitória por apenas um gol de diferença ou empate, enquanto 33% dos jogos tiveram viradas no placar.
“Do ponto de vista esportivo, o nível foi extraordinário e, sob a perspectiva da audiência, a competição estabeleceu um novo padrão para o futebol feminino de clubes”, afirmou Nadine Kessler, diretora de Futebol Feminino da Uefa.
“E, claro, a final, mais uma vez com ingressos esgotados em uma nação histórica para o futebol feminino, como a Noruega, entregou tudo o que esperávamos e muito mais”, acrescentou.
A temporada foi encerrada em 23 de maio, quando um público com lotação máxima no Ullevaal Stadion, em Oslo, viu o Barcelona derrotar o Lyonnes e conquistar o título.
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Como os subúrbios de Paris se tornaram a fábrica de futebol da França
Um dos refletores do Estádio Gabriel Peri está quebrado há semanas, deixando um canto do campo no escuro, mas os jogadores sub-17 do ES Nanterre continuam treinando em uma noite fria de junho.
Na linha lateral, o treinador Gael Diarra observa atentamente enquanto jovens jogadores em teste, vindos dos subúrbios próximos de Paris, jogam com os jogadores já consagrados do time sub-17 do Nanterre, na esperança de serem novamente observados.
“Se vocês acham que deram o seu melhor hoje, não precisam voltar na sexta-feira. Se acham que não estiveram no seu melhor, aí sim, voltem”, diz Diarra no final, sob o olhar atento de Fahd Rakhaoui, um dos intermediários que trazem os jogadores.
Apesar de não possuir uma academia profissional, o Nanterre compete no mais alto nível juvenil da França, o Campeonato Nacional Sub-17, tendo chegado às quartas de final este ano, onde perdeu por 2 a 1 para o poderoso Paris Saint-Germain.
A ascensão do Nanterre é uma espécie de curiosidade nos círculos do futebol, especialmente em Paris, onde academias gigantes como PSG, Paris FC e Estrela Vermelha dominam a pirâmide de desenvolvimento de jogadores.
Nanterre também oferece uma visão da evolução mais ampla do próprio futebol em uma nação que, mais uma vez, está entre as favoritas para vencer a próxima Copa do Mundo, que começa nesta quinta-feira (11).
A chamada seleção francesa “Black-Blanc-Beur”, que venceu a Copa do Mundo de 1998, tornou-se um símbolo de uma república multicultural, misturando jogadores brancos, negros e norte-africanos em uma equipe que parecia personificar uma nação unificada.
No entanto, o slogan também mascarava realidades mais duras de desigualdades e discriminação que continuaram a moldar a vida de muitos na França muito depois do fim das comemorações.
Paris Paramount
Três décadas depois, a geografia do futebol francês mudou. O fluxo de talentos é menos nacional e mais concentrado nos subúrbios parisienses — áreas residenciais operárias e com grande população imigrante — onde o futebol profissional é o sonho dominante.
Aproximadamente 23% dos jogadores da Seleção Francesa de 2026 nasceram na região de Paris, quase três vezes o número registrado em 1998.
“Sinceramente, não adianta procurar em outro lugar — a maioria dos melhores jogadores da França vem daqui”, disse Damien Durand, atacante do clube parisiense Estrela Vermelha, que, como muitos de seus amigos, passou pela fase inicial nos subúrbios.
“Dá para montar praticamente uma seleção nacional composta 100% por jogadores da região da Île-de-France”, acrescentou, referindo-se à área metropolitana de Paris.
O caso mais notório é o do capitão da França, Kylian Mbappé, que cresceu no subúrbio de Bondy, no nordeste da França, assim como seus companheiros de equipe William Saliba e Randal Kolo Muani.
Outros bairros, incluindo Sevran, Aulnay-sous-Bois, Montfermeil, Trappes e Argenteuil, são importantes fontes de jovens talentos para academias de elite e seleções nacionais de base.
A crescente predominância de jogadores de origem imigrante e suburbana significa que muitos têm opções além da França.
De fato, dos 1.248 jogadores que participaram da Copa do Mundo deste ano, 4,3% nasceram em Paris – muito mais do que em qualquer outra cidade –, segundo a empresa de dados esportivos Opta.
Essa tendência ocasionalmente causou problemas, expondo o desconforto em alguns setores sobre a mudança no perfil do futebol francês.
Em 2011, o futebol francês foi abalado pelo chamado “caso das cotas”, após altos dirigentes da federação serem acusados de discutir limites para jogadores com dupla nacionalidade nas categorias de base, em meio a preocupações de que a França estivesse investindo pesadamente no desenvolvimento de jogadores que posteriormente optariam por representar seleções africanas.
A diversidade de origens reflete a história da França, especialmente a de seus antigos territórios na África. “Em certa medida, sim, a França também se beneficia de seu passado colonial”, disse o técnico do Nanterre, Diarra.
Yves Gergaud, ex-chefe de recrutamento da academia do Paris FC, observou que a influência da imigração remonta a tempos ainda mais antigos.
“Já havia italianos, poloneses e muitas outras comunidades imigrantes contribuindo para o futebol francês”, disse ele, referindo-se aos fluxos migratórios do início do século XX.
“E hoje, as seleções africanas também se beneficiam das estruturas de desenvolvimento francesas, porque muitos jogadores nasceram na França ou se desenvolveram nos subúrbios e academias francesas.”
“O futebol começa na rua”
O próprio Gergaud, de 52 anos, cresceu no subúrbio de Bobigny, improvisando jogos entre bancos e em quadrados de concreto que aprimoravam as habilidades técnicas e mentais sem que as crianças soubessem.
“Tudo o que você precisava era de uma bola… O futebol começa primeiro na rua e no parquinho”, disse Gergaud, que recrutou o jogador francês Kingsley Coman para o PSG quando ele tinha apenas nove anos.
“Quando as crianças brincam de dois contra dois ou três contra três em espaços apertados, elas aprendem a resolver problemas sob pressão… Mentalmente, em bairros operários, você precisa vencer para manter a cabeça erguida.”
No entanto, ele acredita que o sistema atual produz jogadores demais para um número muito pequeno de oportunidades profissionais.
“Matematicamente, é impossível que todos tenham sucesso.” Não é de surpreender que olheiros se multipliquem por Paris, aumentando tanto as oportunidades quanto a pressão.
Os treinadores precisam equilibrar ambição com bem-estar. Diarra, do Nanterre, preocupa-se com a obsessão do futebol moderno por estereótipos de perfil atlético, resultados instantâneos e dinheiro.
“O dinheiro se tornou a principal motivação para os jogadores. E às vezes até para os pais”, disse ele. “Antes, era realmente uma questão de paixão.”
No campo atrás dele, o zagueiro Jehovani Lukeba, um congolês de 17 anos nascido na Inglaterra, sonha em se tornar um dos melhores do mundo e jogar pelo PSG.
“O que me faz sonhar é jogar diante de multidões enormes, em grandes estádios, viajando pelo mundo todo”, disse ele.
Laila Lakhmyess, cujo filho de 13 anos, Reda, joga no Nanterre, trabalha com jovens infratores em centros de detenção juvenil e vê o futebol tanto como uma forma de proteção quanto como uma ambição.
“É disciplina. Impede que as crianças fiquem perambulando na rua, fumem, bebam ou se envolvam com delinquência”, disse ela.
Ela também sabe o quão brutal o sistema pode ser, com a maioria das crianças eventualmente sendo expulsas e algumas sentindo vergonha pelo fracasso.
“A coisa mais difícil para um pai é equilibrar o sonho com a realidade, porque se tornar um jogador de futebol profissional é algo reservado a muito poucos”, disse ela. “Quando você vê seu filho no banco de reservas, ou rebaixado para o time B na semana seguinte, dói.”
Ainda assim, sob as luzes parcialmente quebradas do Gabriel Peri, os réus continuam correndo, Diarra continua observando – e o sonho permanece vivo.
Após falha, dados de passaportes de jogadores da Argentina vazam
Uma falha de segurança expôs os dados dos passaportes de todos os jogadores da seleção argentina antes do amistoso preparatório para a Copa do Mundo contra a Islândia, incluindo informações do astro Lionel Messi, segundo relatos da imprensa.
Os números dos passaportes estavam presentes na súmula oficial da equipe, documento divulgado para jornalistas e público. As informações deveriam ter sido ocultadas antes da publicação, mas acabaram circulando sem qualquer proteção no Jordan-Hare Stadium, nos Estados Unidos.
A AFA e a Fifa foram procuradas para comentar o caso.
Dentro de campo, a Argentina venceu a Islândia por 3 a 0 diante de mais de 88 mil torcedores. O jogo marcou o retorno de Messi após uma lesão muscular e teve um momento especial: o atacante entrou no segundo tempo e marcou apenas dois minutos depois.
O gol veio após Lautaro Martínez sofrer pênalti depois de receber passe em profundidade de Messi. O camisa 10 cobrou com tranquilidade e ampliou a vantagem argentina.
Com o gol, Messi se tornou o jogador mais velho a marcar pela seleção argentina, aos 38 anos e 11 meses, superando a marca de Ángel Labruna, que permanecia desde 1957.
A Argentina inicia a defesa do título mundial na Copa com estreia pelo Grupo J contra a Argélia, na próxima terça-feira (16).
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Estádio Azteca: 3 curiosidades sobre o palco de abertura da Copa do Mundo
Assim que a bola rolar nesta quinta-feira (11) para o duelo entre México e África do Sul, partida de abertura da Copa do Mundo de 2026, o Estádio Azteca se tornará recordista.
Depois de sediar as edições de 1970 e 1986, o icônico palco do futebol mexicano será o primeiro estádio da história a receber jogos de três Mundiais.
A CNN Brasil separou três curiosidades sobre o Azteca, uma para cada Copa.
Primeiro gol foi brasileiro
O primeiro gol da história do Estádio Azteca foi marcado por um jogador brasileiro.
Arlindo, atacante capixaba revelado pelo Botafogo, estreou as redes do “Colosso de Santa Úrsula” no amistoso inaugural do estádio entre América, do México, e Torino, da Itália.
Atleta da equipe mexicana, Arlindo abriu o placar do empate por 2 a 2, no confronto disputado em 29 de maio de 1966, que celebrou a abertura do Azteca.
Primeiro grande evento não foi a Copa de 1970
Construído em 1966, o Estádio Azteca recebeu eventos da Olimpíada de 1968, disputada na Cidade do México.
O local foi palco, por exemplo, do futebol masculino, modalidade em que a Hungria ficou com a medalha de ouro ao vencer a Bulgária na decisão por 4 a 1.
Único estádio de Copas a receber gols de Pelé e Maradona
Campeões mundiais no México, Pelé e Maradona se consagraram no Azteca: o Rei do Futebol em 1970, com o tricampeonato da Seleção Brasileira, e Diego em 1986, no bi da Argentina.
E o Azteca pode se gabar do fato de ser o único estádio da história das Copas do Mundo que recebeu gols tanto de Pelé quanto de Maradona.
Em 1970, o Brasil disputou todas as suas partidas em Guadalajara, com exceção da final, contra a Itália, realizada no Azteca. Diante dos italianos, Pelé abriu o placar de cabeça na goleada por 4 a 1.
Já em 1986, a Argentina alternou jogos entre a cidade de Puebla e a Cidade do México. Na capital mexicana, mais precisamente no “Colosso de Santa Úrsula”, Maradona marcou os dois gols mais célebres de sua carreira, ambos na vitória sobre a Inglaterra, nas quartas de final: o da Mano de Dios e o Gol do Século.
- La Vanguardia

- Amnistía Internacional acusa a Israel de limpieza étnica en Cisjordania e insta a la UE a ejercer presión sobre el Gobierno Israelí
Amnistía Internacional acusa a Israel de limpieza étnica en Cisjordania e insta a la UE a ejercer presión sobre el Gobierno Israelí
Amnistía Internacional acusa a Israel de practicar limpieza étnica sobre las comunidades beduinas y ganaderas de Cisjordania. Amnistía presentó el miércoles en Berlín su nuevo informe Erasing anything Palestinian: Israel's ethnic cleansing of West Bank Bedouin and herding communities. El documento pone de manifiesto la magnitud y la gravedad de la campaña de limpieza étnica dirigida contra estas comunidades, llevada a cabo en un contexto de apartheid y ocupación ilegal, y con el telón de fondo de un genocidio en curso en la Franja de Gaza ocupada.

A caminho do Real Madrid, Mourinho se despede do Benfica: “Foi uma honra”
José Mourinho se despediu do Benfica nas redes sociais. Depois de o clube ter confirmado a saída do treinador para o Real Madrid — e a consequente contratação de Marco Silva —, o “Special One” deixou uma mensagem ao clube.
“Agradeço ao presidente Rui Costa pela oportunidade que me foi concedida de trabalhar a serviço do Sport Lisboa e Benfica. Representar este clube foi uma honra e um privilégio”, começou por afirmar.
“Dirijo também uma palavra de reconhecimento a todos os profissionais do Benfica Campus, cujo profissionalismo, dedicação e competência foram exemplares”, acrescentou.
Mourinho retornou ao Benfica 25 anos depois. Encerra a temporada sem títulos e na terceira colocação da liga, posição que obriga a equipe a disputar a fase de classificação para a Liga Europa.
Ele deixa o clube invicto no campeonato, com 20 vitórias e 10 empates. Na Champions League , somou três vitórias e seis derrotas, sendo eliminado no playoff diante do Real Madrid.
Ao final, deixou uma mensagem aos jogadores:
“Aos jogadores com quem tive o prazer de trabalhar, deixo um sincero agradecimento e os votos de muito sucesso pessoal e profissional. Levo comigo a convicção de que, mais do que um momento, criamos uma ligação duradoura: meu jogador um dia, meu jogador para sempre”, concluiu Mourinho, sem dirigir qualquer palavra aos torcedores.
Pela primeira vez, Espanha vai à Copa sem jogadores do Real Madrid
Trump considera novos ataques à infraestrutura do Irã, diz emissora
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que pode ordenar novos ataques a usinas de energia e pontes do Irã porque Teerã está demorando muito para chegar a um acordo, informou a emissora americana Fox News nesta quarta-feira (10), citando uma entrevista por telefone.
Ainda nesta quarta-feira, Trump disse em uma publicação na Truth Social
que o Irã demorou demais para negociar um acordo e agora “terá que pagar o preço”, sem dar mais detalhes.
“As Forças Armadas do Irã estão um completo caos. Grande parte delas, como a Marinha e a Força Aérea, sequer existe mais – foram completamente derrotadas. O Irã só fala e não age. O valentão do Oriente Médio MORREU!!! Demoraram demais para negociar um acordo que teria sido ótimo para eles, agora vão pagar o preço!!!”, escreveu o presidente americano.
O presidente não especificou o que esse “preço” implicaria, mas a declaração vem após os EUA anunciarem uma nova onda de ataques contra o Irã na terça-feira (9), depois que um helicóptero Apache do Exército caiu perto do Estreito de Ormuz.
Um oficial americano disse ontem à CNN que os novos ataques foram planejados como um aviso ao Irã e que os EUA acreditam que eles não atrapalharão as negociações para o fim da guerra.
Retomada de ataques
A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter realizado ataques com mísseis e drones contra bases militares americanas na Jordânia, no Kuwait e no Bahrein nesta quarta-feira (10), em retaliação aos ataques dos EUA contra alvos iranianos ao redor do Estreito de Ormuz.
A troca de acusações, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que o Irã havia abatido um helicóptero Apache americano perto do estreito, representa uma das escaladas mais significativas desde que Washington e Teerã concordaram com um cessar-fogo em abril.
Os militares americanos disseram ter atacado defesas aéreas iranianas, estações de controle terrestre e radares de vigilância, em uma “resposta proporcional” ao abate do helicóptero, cujos dois tripulantes foram resgatados.
Os ataques de retaliação, poucos dias depois do Irã ter trocado bombardeios com Israel pela primeira vez desde o cessar-fogo, lançaram novas dúvidas sobre as perspectivas de um acordo para pôr fim à guerra, que começou em 28 de fevereiro com ataques conjuntos dos EUA e de Israel contra Teerã.
Os ataques dos EUA duraram cerca de quatro horas, com o Comando Central dos EUA informando pouco antes das 22h (horário de Brasília) que as operações haviam sido encerradas. Um oficial americano afirmou que quase 20 alvos iranianos foram atingidos.
A IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica do Irã) informou que a ilha de Qeshm e a cidade portuária de Sirik foram atacadas. A mídia iraniana também noticiou explosões em Bandar Abbas, outra cidade portuária, e posteriormente perto de Jask, na entrada do Estreito de Ormuz.
Acordo de paz parece distante
O cessar-fogo no início de abril foi anunciado com planos para negociações de paz. Desde então, diplomatas têm buscado reabrir o Estreito de Ormuz, encerrar o bloqueio americano aos portos iranianos e criar um caminho para negociações sobre o programa nuclear do Irã.
Trump afirmou repetidamente que um acordo está próximo, mas, apesar de várias rodadas de negociações indiretas mediadas pelo Paquistão e pelo Catar, os dois lados ainda parecem muito distantes.
Os combates em uma guerra paralela entre Israel e militantes do Hezbollah, apoiados pelo Irã, no Líbano, continuaram, e Teerã manteve restrições à maior parte da navegação pelo estreito, que antes da guerra transportava um quinto do petróleo bruto e do gás natural liquefeito do mundo.
Washington manteve seu próprio bloqueio aos portos iranianos.
Trump afirmou que qualquer acordo de paz deve garantir que o Irã não possa desenvolver uma arma nuclear. O Irã nega qualquer ambição nesse sentido.
As exigências de Teerã incluem o levantamento das sanções internacionais, a liberação de bilhões de dólares em ativos congelados, o reconhecimento de seu controle sobre o estreito e o fim dos combates no Líbano.
Panda-gigante dá à luz quarto filhote em zoológico na Coreia do Sul
Uma panda-gigante chinesa na Coreia do Sul deu à luz o quarto filhote do país em um zoológico em Yongin, informou o zoológico Everland na quarta-feira (10).
A panda mãe Ai Bao deu à luz por volta das 10h53 do dia 3 de junho, no horário local, aproximadamente duas horas após entrar em trabalho de parto, informou o zoológico em um comunicado, acrescentando que o filhote pesava 171 gramas ao nascer.
O Everland afirmou que o nascimento marca o terceiro caso de reprodução natural bem-sucedida de pandas-gigantes na Coreia do Sul, seguindo Fu Bao, o primeiro filhote de panda nascido na Coreia em 2020, e os gêmeos Rui Bao e Hui Bao em 2023.
Ai Bao e seu pai, o panda Le Bao, chegaram à Coreia do Sul vindos da província chinesa de Sichuan em 2016, em um empréstimo de 15 anos, conforme acordado entre os dois países durante uma cúpula em 2014.
Saiba como vão funcionar as paradas obrigatórias para hidratação na Copa
A Copa do Mundo de 2026 contará com uma novidade em todas as 104 partidas do Mundial. A Fifa determinou a realização de duas paradas obrigatórias para hidratação durante os jogos, aos 22 minutos do primeiro e do segundo tempo. Cada interrupção terá duração de três minutos.
Diferentemente das edições anteriores, a pausa não dependerá da temperatura ou das condições climáticas do jogo, e acontecerá em qualquer ambiente.
Segundo a Fifa, o objetivo é preservar a saúde dos atletas durante o verão da América do Norte, período em que a competição será disputada.
Como será na prática
Os três minutos de cada pausa serão acrescentados ao fim de cada etapa, ou seja, o cronômetro não será pausado, aumentando automaticamente os acréscimos finais da partida.
Em situações excepcionais, como atendimentos médicos ou revisões do VAR próximas ao momento da interrupção, o árbitro poderá ajustar o horário da parada para evitar paralisações consecutivas.
Mesmo se tratando de uma pausa pensada na saúde dos jogadores, a nova regra também pode ser utilizada na parte tática dos jogos.
Em amistosos recentes, algumas seleções já testaram o novo formato. Com um período garantido para conversar com os atletas, os técnicos ganham uma oportunidade extra para orientar as equipes e fazer ajustes durante a partida.
Além do aspecto esportivo, a mudança cria novas oportunidades comerciais para as transmissões. As emissoras poderão utilizar as pausas para exibir propagandas publicitárias curtas, aproximando o formato da Copa do modelo adotado em ligas norte-americanas como NFL e NBA.
O que os torcedores precisam saber
Em casos em que uma equipe esteja em um lance de ataque no momento previsto para a interrupção, o árbitro deverá aguardar a conclusão da jogada antes de autorizar a pausa.
Durante as pausas para hidratação, os jogadores deverão permanecer no gramado ou próximos à área técnica para receber orientações das comissões técnicas.
A Fifa também ainda não definiu se a medida será mantida após a Copa do Mundo de 2026, já que a decisão foi tomada principalmente por causa das condições climáticas do verão na América do Norte e será avaliada após o torneio.
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Árbitro impedido de participar da Copa é recebido com festa na Somália
O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan retornou a Mogadíscio nesta quarta-feira (10) após ser impedido de entrar nos Estados Unidos para atuar na Copa do Mundo.
Na chegada à capital da Somália, ele foi recebido por torcedores e autoridades locais em clima de festa.
Durante o desembarque, Artan agradeceu o apoio recebido da Fifa, da Confederação Africana de Futebol (CAF) e da população somali.
O árbitro, porém, evitou dar detalhes sobre os motivos que levaram à negativa de sua entrada em território norte-americano.
Omar, eleito árbitro africano do ano em 2025, estava prestes a fazer história como o primeiro somali a participar da arbitragem de uma Copa do Mundo. No entanto, ele foi impedido de entrar no país pela Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos no último fim de semana.
O governo Trump afirmou na terça-feira (9) que o árbitro teve sua entrada negada devido a ligações com “suspeitos de pertencerem a organizações terroristas”, parte de uma postura rigorosa em relação à imigração que gerou preocupações antes do torneio coorganizado pelos Estados Unidos, México e Canadá.
“O que aconteceu, aconteceu, e foi destino. Sou grato pelo apoio que a Fifa me deu”, disse Artan a jornalistas após retornar à capital da Somália.
O árbitro também fez um apelo aos jovens do país.
“A Somália é nossa, seja nos momentos bons ou ruins. Quero dizer aos nossos jovens para não perderem a esperança em nosso país. Agora estou no meu país, e não há outro lugar onde eu queira estar”, afirmou.
Upon arrival at #Mogadishu’s Adan Abdulle International Airport international Somali referee Omar Abdulkadir Artan received a heroic welcome on Wednesday morning. pic.twitter.com/12B8NSgPW8
— Nasra Bashir Ali (@NasraBashiir) June 10, 2026









