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Champions League Feminina atinge novo recorde de audiência, afirma a Uefa

10 June 2026 at 13:07

A audiência da Champions League Feminina registrou um forte crescimento na temporada 2025-26. Segundo relatório divulgado pela Uefa, entidade que comanda o futebol europeu, o número de espectadores mais que dobrou e deve atingir pelo menos 44,5 milhões ao final do ciclo.

Antes mesmo da decisão, mais de 39,7 milhões de telespectadores acompanharam partidas da competição. Os jogos foram transmitidos para 207 territórios, enquanto a final contou com exibição em TV aberta por meio de 30 parceiros de transmissão, tornando-se a decisão mais amplamente disponível da história do torneio.

O engajamento nas redes sociais também apresentou avanço expressivo. Os vídeos relacionados à competição somaram 947 milhões de visualizações, um aumento de 50% em relação à temporada anterior. As impressões chegaram a 1,49 bilhão (+44%), enquanto as interações alcançaram 52 milhões (+16%).

A Uefa destacou ainda o equilíbrio esportivo da competição em seu novo formato. Quase metade das partidas (49%) terminou com vitória por apenas um gol de diferença ou empate, enquanto 33% dos jogos tiveram viradas no placar.

“Do ponto de vista esportivo, o nível foi extraordinário e, sob a perspectiva da audiência, a competição estabeleceu um novo padrão para o futebol feminino de clubes”, afirmou Nadine Kessler, diretora de Futebol Feminino da Uefa.

“E, claro, a final, mais uma vez com ingressos esgotados em uma nação histórica para o futebol feminino, como a Noruega, entregou tudo o que esperávamos e muito mais”, acrescentou.

A temporada foi encerrada em 23 de maio, quando um público com lotação máxima no Ullevaal Stadion, em Oslo, viu o Barcelona derrotar o Lyonnes e conquistar o título.

85% dos brasileiros não estão animados para a Copa do Mundo, diz pesquisa

El Real Madrid vuelve a empezar: Mourinho, fichajes y una gran oferta, el plan para recuperar el terreno perdido

9 June 2026 at 04:30

No fue hasta pasadas las dos y diez de la madrugada del domingo al lunes cuando el Real Madrid anunció los resultados de los comicios presidenciales con un escueto comunicado en su página web, sin mención a las cifras oficiales de abstenciones, votos en blanco ni votos nulos: “Con el 100% de los votos presenciales y por correo escrutados, la candidatura encabezada por Florentino Pérez ha ganado las elecciones”. Solo entonces, tras más de seis horas de larga espera desde el cierre de las mesas electorales, se supo que la candidatura de Pérez había obtenido 21.741 apoyos, el 65% del total, mientras que la de su rival en las urnas, Enrique Riquelme, se había quedado en 11.814, el 35% restante.

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© EPV

José Mourinho saluda a Florentino Pérez en el 69 Congreso de la FIFA, en París en 2019.

Y ese día arderá París

9 June 2026 at 04:30

El 12 de julio de 1998, la Francia de Zinedine Zidane y Thierry Henry le metió tres goles como tres soles a la todopoderosa Brasil de Ronaldo Nazario para levantar el primer Mundial de su historia. No era solo eso. Ganó un país que intentaba integrar a los hijos de su inmigración, convertidos en campeones. Aquella selección reunía jugadores con raíces en África, el Caribe, Armenia o el País Vasco, un reflejo del país. Luego, más de un millón y medio de personas invadieron los Campos Elíseos tras la victoria de una Francia, al fin, abiertamente multicultural. No fue una noche sin incidentes, como se dijo años después. Pero tampoco la tormenta que llegó luego a la calle. La semana pasada, veintiocho años después, el PSG logró su segunda Champions League y la policía detuvo a 890 personas personas, se registraron 219 heridos, disparos de mortero, pillajes en supermercados, atropellos, agresiones sexuales. Todo, mientras los ultras estaban en Budapest viendo la final. No es el fútbol.

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Pirés, Lizarazu y Zidane, con la Copa del Mundo en sus manos tras derrotar a Brasil en 1998.
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