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¿De dónde procede el móvil que el juez ha pedido a EE UU en la causa sobre Zapatero? ¿Por qué se entregó a España cinco años después? Preguntas y respuestas

10 June 2026 at 13:02

El juez de la Audiencia Nacional José Luis Calama ha enviado a Estados Unidos una petición de colaboración para que las autoridades judiciales de Washington accedan a incorporar en la causa, en la que está imputado José Luis Rodríguez Zapatero, el contenido del teléfono móvil del que fuera presidente de Plus Ultra Rodolfo Reyes. La Policía española ya tenía el contenido de este dispositivo, que fue clonado en Miami en 2021 sin autorización judicial expresa, y los agentes han utilizado los mensajes de Reyes (“Lo tiene grupo Zapatero desde esta mañana”, “Camilo estuvo hoy con ZP. Le dijo que todo va viento en popa”, “nuestro pana Zapatero detrás”) en varios informes para sustentar las acusaciones contra el expresidente del Gobierno. El magistrado Calama busca dar garantías a la incorporación de estos indicios en el procedimiento para poder utilizarlos en un hipotético juicio.

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Fachada de la Audiencia Nacional, donde se investiga el 'caso Plus Ultra'.

© Claudio Álvarez

El expresidente del Gobierno José Luis Rodríguez Zapatero en la comisión de investigación del Senado sobre todas las ramificaciones del 'caso Koldo'.

Bubba Brothers fala ao TánaHora das próximas atuações em Faro e Albufeira e do novo tema

Novo tema ‘Alegria’ chega dentro de seis semanas

O projeto Bubba Brothers, liderado por Eliseu Correia, iniciou a época 2026 no passado mês de abril e no próximo domingo, 14 de junho, atua no Terrazzo em Faro, de cuja atuação falou ao Podcast TánaHora.

No dia 14, depois do sucesso que foi a última festa que fizemos, vamos lá voltar, é domingo, já com horário de Verão, começa às 19 horas, acaba às 23 e vou ter como convidado um talentoso DJ que se chama Andersson…” começa por explicar Eliseu Correia.

Distinguido com o Prémio Vicious Music Awards 2025 – Categoria Melhor Artista – Top Vendas Portugal, Eliseu Correia assume que a responsabilidade do projeto Bubba Brothers aumentou e fala sobre isso.

Em crescente para a época alta, no dia 20 de junho o evento é em Albufeira, no Libertos, sobre o qual Eliseu Correia revela que “vou cá ter um dos maiores Djs da música house do planeta, que é o Roland Clark…”, sobre o qual adianta alguns detalhes, ouça-os.

Roland Clark em São Paulo

Quanto a música nova dos Bubba Brothers, será lançada dentro das próximas seis semanas e chama-se ‘Alegria’ que segundo Eliseu Correia “todo o Mundo bem precisa” e será um tema “altamente dançável para termos um Verão cheio de Alegria”.

Trump considera novos ataques à infraestrutura do Irã, diz emissora

10 June 2026 at 12:41

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que pode ordenar novos ataques a usinas de energia e pontes do Irã porque Teerã está demorando muito para chegar a um acordo, informou a emissora americana Fox News nesta quarta-feira (10), citando uma entrevista por telefone.

Ainda nesta quarta-feira, Trump disse em uma publicação na Truth Social

que o Irã demorou demais para negociar um acordo e agora “terá que pagar o preço”, sem dar mais detalhes.

“As Forças Armadas do Irã estão um completo caos. Grande parte delas, como a Marinha e a Força Aérea, sequer existe mais – foram completamente derrotadas. O Irã só fala e não age. O valentão do Oriente Médio MORREU!!! Demoraram demais para negociar um acordo que teria sido ótimo para eles, agora vão pagar o preço!!!”, escreveu o presidente americano.

O presidente não especificou o que esse “preço” implicaria, mas a declaração vem após os EUA anunciarem uma nova onda de ataques contra o Irã na terça-feira (9), depois que um helicóptero Apache do Exército caiu perto do Estreito de Ormuz.

Um oficial americano disse ontem à CNN que os novos ataques foram planejados como um aviso ao Irã e que os EUA acreditam que eles não atrapalharão as negociações para o fim da guerra.

Retomada de ataques

A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter realizado ataques com mísseis e drones contra bases militares americanas na Jordânia, no Kuwait e no Bahrein nesta quarta-feira (10), em retaliação aos ataques dos EUA contra alvos iranianos ao redor do Estreito de Ormuz.

A troca de acusações, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que o Irã havia abatido um helicóptero Apache americano perto do estreito, representa uma das escaladas mais significativas desde que Washington e Teerã concordaram com um cessar-fogo em abril.

Os militares americanos disseram ter atacado defesas aéreas iranianas, estações de controle terrestre e radares de vigilância, em uma “resposta proporcional” ao abate do helicóptero, cujos dois tripulantes foram resgatados.

Os ataques de retaliação, poucos dias depois do Irã ter trocado bombardeios com Israel pela primeira vez desde o cessar-fogo, lançaram novas dúvidas sobre as perspectivas de um acordo para pôr fim à guerra, que começou em 28 de fevereiro com ataques conjuntos dos EUA e de Israel contra Teerã.

Os ataques dos EUA duraram cerca de quatro horas, com o Comando Central dos EUA informando pouco antes das 22h (horário de Brasília) que as operações haviam sido encerradas. Um oficial americano afirmou que quase 20 alvos iranianos foram atingidos.

A IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica do Irã) informou que a ilha de Qeshm e a cidade portuária de Sirik foram atacadas. A mídia iraniana também noticiou explosões em Bandar Abbas, outra cidade portuária, e posteriormente perto de Jask, na entrada do Estreito de Ormuz.

Acordo de paz parece distante

cessar-fogo no início de abril foi anunciado com planos para negociações de paz. Desde então, diplomatas têm buscado reabrir o Estreito de Ormuz, encerrar o bloqueio americano aos portos iranianos e criar um caminho para negociações sobre o programa nuclear do Irã.

Trump afirmou repetidamente que um acordo está próximo, mas, apesar de várias rodadas de negociações indiretas mediadas pelo Paquistão e pelo Catar, os dois lados ainda parecem muito distantes.

Os combates em uma guerra paralela entre Israel e militantes do Hezbollah, apoiados pelo Irã, no Líbano, continuaram, e Teerã manteve restrições à maior parte da navegação pelo estreito, que antes da guerra transportava um quinto do petróleo bruto e do gás natural liquefeito do mundo.

Washington manteve seu próprio bloqueio aos portos iranianos.

Trump afirmou que qualquer acordo de paz deve garantir que o Irã não possa desenvolver uma arma nuclear. O Irã nega qualquer ambição nesse sentido.

As exigências de Teerã incluem o levantamento das sanções internacionais, a liberação de bilhões de dólares em ativos congelados, o reconhecimento de seu controle sobre o estreito e o fim dos combates no Líbano.

Incêndio na área de Odemira consome zona de mato

10 June 2026 at 12:38

Um incêndio em São Luís, concelho de Odemira, distrito de Beja, está neste momento a consumir uma área de mato.

O incêndio teve início às 11h49, altura em que foi dado o alerta à Proteção civil.

No combate às chamas estão envolvidos 44 operacionais dos bombeiros apoiados por 12 viaturas.

No local, numa intervenção inicial, estão empenhados três meios aéreos.

CM Albufeira | Apoios ao Imortal BC

10 June 2026 at 12:13

Esclarecimento da CM Albufeira, sobre o apoio ao Imortal Basket Clube. A Câmara Municipal de Albufeira decidiu reduzir o apoio financeiro para garantir justiça e equidade na atribuição dos apoios desportivos, o que é uma prioridade para o atual executivo. A Câmara Municipal de Albufeira não tem nem nunca teve regulamento de apoio aos clubes, […]

Trump diz que Irã demorou para negociar e irá “pagar o preço”

10 June 2026 at 12:13

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse em uma publicação nas redes sociais nesta quarta-feira (10) que o Irã demorou demais para negociar um acordo e agora “terá que pagar o preço”, sem dar mais detalhes.

“As Forças Armadas do Irã estão um completo caos. Grande parte delas, como a Marinha e a Força Aérea, sequer existe mais – foram completamente derrotadas. O Irã só fala e não age. O valentão do Oriente Médio MORREU!!! Demoraram demais para negociar um acordo que teria sido ótimo para eles, agora vão pagar o preço!!!”, escreveu o presidente americano.

O presidente não especificou o que esse “preço” implicaria, mas a declaração vem após os EUA anunciarem uma nova onda de ataques contra o Irã na terça-feira (9), depois que um helicóptero Apache do Exército caiu perto do Estreito de Ormuz.

Um oficial americano disse ontem à CNN que os novos ataques foram planejados como um aviso ao Irã e que os EUA acreditam que eles não atrapalharão as negociações para o fim da guerra.

Retomada de ataques

A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter realizado ataques com mísseis e drones contra bases militares americanas na Jordânia, no Kuwait e no Bahrein nesta quarta-feira (10), em retaliação aos ataques dos EUA contra alvos iranianos ao redor do Estreito de Ormuz.

A troca de acusações, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que o Irã havia abatido um helicóptero Apache americano perto do estreito, representa uma das escaladas mais significativas desde que Washington e Teerã concordaram com um cessar-fogo em abril.

Os militares americanos disseram ter atacado defesas aéreas iranianas, estações de controle terrestre e radares de vigilância, em uma “resposta proporcional” ao abate do helicóptero, cujos dois tripulantes foram resgatados.

Os ataques de retaliação, poucos dias depois do Irã ter trocado bombardeios com Israel pela primeira vez desde o cessar-fogo, lançaram novas dúvidas sobre as perspectivas de um acordo para pôr fim à guerra, que começou em 28 de fevereiro com ataques conjuntos dos EUA e de Israel contra Teerã.

Os ataques dos EUA duraram cerca de quatro horas, com o Comando Central dos EUA informando pouco antes das 22h (horário de Brasília) que as operações haviam sido encerradas. Um oficial americano afirmou que quase 20 alvos iranianos foram atingidos.

A IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica do Irã) informou que a ilha de Qeshm e a cidade portuária de Sirik foram atacadas. A mídia iraniana também noticiou explosões em Bandar Abbas, outra cidade portuária, e posteriormente perto de Jask, na entrada do Estreito de Ormuz.

Acordo de paz parece distante

cessar-fogo no início de abril foi anunciado com planos para negociações de paz. Desde então, diplomatas têm buscado reabrir o Estreito de Ormuz, encerrar o bloqueio americano aos portos iranianos e criar um caminho para negociações sobre o programa nuclear do Irã.

Trump afirmou repetidamente que um acordo está próximo, mas, apesar de várias rodadas de negociações indiretas mediadas pelo Paquistão e pelo Catar, os dois lados ainda parecem muito distantes.

Os combates em uma guerra paralela entre Israel e militantes do Hezbollah, apoiados pelo Irã, no Líbano, continuaram, e Teerã manteve restrições à maior parte da navegação pelo estreito, que antes da guerra transportava um quinto do petróleo bruto e do gás natural liquefeito do mundo.

Washington manteve seu próprio bloqueio aos portos iranianos.

Trump afirmou que qualquer acordo de paz deve garantir que o Irã não possa desenvolver uma arma nuclear. O Irã nega qualquer ambição nesse sentido.

As exigências de Teerã incluem o levantamento das sanções internacionais, a liberação de bilhões de dólares em ativos congelados, o reconhecimento de seu controle sobre o estreito e o fim dos combates no Líbano.

Custo político de nova escalada EUA-Irã é alto demais, diz especialista

10 June 2026 at 12:12

Carlos Frederico Coelho, professor de Relações Internacionais da PUC-Rio e da Eceme (Escola de Comando e Estado-Maior do Exército), avaliou ao WW os possíveis desdobramentos dos ataques entre EUA e Irã ocorridos na terça-feira (9). Segundo ele, o custo político de uma nova escalada entre os dois países é alto demais para que qualquer um dos lados declare abertamente o fim do cessar-fogo.

“O cálculo iraniano é esse: na teoria dos jogos, a gente tem um jogo para isso, que é o ‘jogo de chicken’, ou ‘jogo de covarde’, que pressupõe a existência de dois carros, cada um em direção contrária, esperando que o outro desvie no último momento”, explicou.

Ele ressaltou que, diante das armas disponíveis atualmente, esse tipo de confronto é “muito preocupante”.

Cessar-fogo como “ficção funcional”

O especialista descreveu o cessar-fogo vigente como uma “ficção funcional“. “Ambos os lados violam, mas nenhum quer declarar o fim porque o custo político de uma nova escalada é alto demais“, afirmou.

Para Coelho, o episódio recente confirma que o conflito entrou em um estágio de baixa intensidade crônica — uma situação que, segundo ele, “é mais perigosa do que parece, porque de certa forma normaliza a violação do cessar-fogo“.

Cada ciclo de ação e reação proporcional, alertou, “corrói um pouquinho mais a margem para um acordo real”.

Impactos econômicos e a questão do Líbano

O professor também destacou os efeitos econômicos do conflito, especialmente em relação ao Estreito de Ormuz. “Enquanto Ormuz não abre, o mundo paga a conta dentro de um choque econômico que também vai se tornando sistêmico”, disse. Coelho lembrou que não é apenas petróleo que passa pelo estreito, ampliando o alcance das consequências globais.

Outro ponto abordado foi a questão do Líbano e sua relação com o conflito envolvendo Israel. Segundo Coelho, “quem traz a questão do Líbano de volta para a mesa é o Irã”, em uma tentativa de dissociar a resolução desse conflito da questão israelense.

O especialista avaliou ainda que, apesar de todos os ataques sofridos e de múltiplas lideranças terem sido assassinadas, o Irã sai estrategicamente fortalecido desse momento.

“Apesar de todos os ataques que sofreu, estrategicamente, o Irã, saindo desse conflito nesse momento, é melhor do que entrou”, concluiu.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

Irã quer frentes libanesas e iranianas em conflito único, diz especialista

10 June 2026 at 11:42

O Irã está tentando transformar as frentes libanesa e a questão nuclear iraniana em um único conflito, contrariando os objetivos de Israel de separar as duas questões. A análise é de Paulo Filho, mestre em Ciências Militares, em entrevista ao WW sobre os ataques trocados entre EUA e Irã na terça-feira (9).

Segundo o especialista, o episódio mais recente tem origem nos ataques iranianos a Israel ocorridos no fim de semana — uma ação considerada inédita. “Foi a primeira vez que o Irã atacou Israel sem ter sido atacado no seu próprio território”, destacou o especialista. A ofensiva iraniana teria sido motivada pelos ataques israelenses a Beirute, capital do Líbano.

Israel tenta separar as frentes, Irã resiste

De acordo com Paulo Filho, Israel vinha fazendo um esforço deliberado para dissociar o conflito com o Hezbollah da questão nuclear iraniana e do Estreito de Ormuz. O objetivo seria garantir liberdade de ação para atuar no Líbano sem provocar uma resposta americana relacionada ao programa nuclear do Irã.

“Só que isso não é possível”, afirmou o especialista, explicando que o Irã tem interesse justamente em manter as duas frentes entrelaçadas.

Trump age para conter escalada

Diante dos ataques mútuos entre Israel e Irã, o presidente americano, Donald Trump, teria agido com firmeza sobre ambos os lados para interromper os confrontos e preservar um ambiente favorável às negociações.

No entanto, logo em seguida, um drone abateu um helicóptero Apache americano — episódio descrito por Paulo Filho como incomum e ainda pouco esclarecido. “Do ponto de vista militar, é bem inédita, é bem incomum um drone abater um helicóptero Apache, isso vai ter que ser esclarecido”, disse.

Reação limitada para preservar negociações

Diante do abate do helicóptero, Trump se viu obrigado a responder, mas optou por uma reação contida. Segundo Paulo Filho, a intenção foi dar uma satisfação à opinião pública norte-americana sem escalar as tensões com Teerã.

“Ele faz o ataque de forma limitada, esperando que o Irã contra-ataque também de forma limitada, de modo a manter as negociações“, explicou o especialista.

Paulo Filho alertou, no entanto, que o equilíbrio é extremamente delicado. Incidentes como o do helicóptero Apache podem facilmente levar a uma escalada indesejada.

Ele ressaltou ainda que o Irã mantém uma grande liberdade de ação na região, em parte por sua capacidade de fechar o Estreito de Ormuz — o que representa, segundo ele, “um enorme trunfo para o governo iraniano”.

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Albufeira recebeu congresso da confederação de treinadores no âmbito da cidade europeia do desporto

10 June 2026 at 11:30

Albufeira recebeu, no sábado passado, o Congresso da Confederação de Treinadores de Portugal que reuniu profissionais de diversas modalidades desportivas

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Santos Populares de Quarteira estão a chegar a vão ter dia extra

10 June 2026 at 11:26

Os Santos Populares de Quarteira estão a chegar e o momento alto, o desfile das Marchas, traz este ano uma novidade, com um dia extra a marcar «o evento mais icónico» da cidade, revelou a Câmara de Loulé.

Em vez dos habituais três dias, 12, 23 e 28 de Junho, esta iniciativa, que tem lugar no Passeio das Dunas, acontece em mais uma data, 19 de Junho.

Em representação das principais ruas da cidade, desfilam nestes dias sete marchas: Onda Jovem, Florinhas de Quarteira, Gago Coutinho, Rua do Outeiro, Poeta Pardal, Rua da Cabine e Rua Vasco da Gama.

O desfile destaca-se pelo «forte bairrismo, pela criatividade ao nível da elaboração dos trajes e das coreografias, e pela profunda ligação à tradição piscatória local», refere o município, em comunicado.

Nas noites de Santo António, São João e São Pedro, e também na noite de dia 19, a partir das 21h00, o Passeio das Dunas irá engalanar-se com os tradicionais arcos e balões para receber centenas de marchantes que dão vida a meses de ensaios e dedicação.

A entrada no recinto do Passeio das Dunas é livre, sendo recomendada a chegada antecipada devido à habitual forte afluência de público.

Mas por estes dias há muitos outros motivos de animação por toda a cidade.

Os arraiais levam a música, o baile e a gastronomia típica da quadra, como a sardinha assada e o caldo verde, a vários locais. 

Estas festas já aconteceram no Largo dos Rosas, Rua Vasco da Gama e Rua da Gaivota, e prosseguem com a seguinte cronologia: Rua da Fonte (dias 12 e 13), Rua da Cabine (dias 19 e 20) e Rua da Madrugada (dias 26 e 27), sempre das 19h30 às 00h00.

Por outro lado, no Largo Autárquico acontece o habitual evento solidário de venda de manjericos.

Nos dias 12, 23 e 26 de Junho, das 9h30 às 13h00, quem por ali passar poderá adquirir este símbolo dos Santos Populares, também conhecida como a “erva dos namorados”.

O valor angariado reverte a favor de instituições de solidariedade social da freguesia.

Para além do forte cariz identitário, os Santos Populares de Quarteira assumem-se como o principal cartaz turístico da região nos dias que antecedem o início da época alta no Algarve.

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Nova Alfândega de Sines entra em funcionamento em Janeiro de 2027

10 June 2026 at 10:17

A Alfândega de Sines entra em funcionamento em janeiro de 2027, anunciou na sexta-feira, dia 9 de Junho, o ministro das Finanças, que salientou a mudança importante para o principal porto do país.

«De facto foram muitos anos, um certo imobilismo não efetuou esta alteração [que] pode parecer, sobretudo aos olhos de quem está de fora, cirúrgica e se calhar com menos impacto, mas para quem está aqui era de facto uma alteração muito relevante», referiu Joaquim Miranda Sarmento.  

O governante falava na cerimónia de lançamento da Alfândega de Sines, que se realizou ontem no auditório da Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS).

«Esta decisão que tomámos é de facto muito importante para ajudar no dinamismo desta região e com isso no dinamismo do país», realçou.

Em comunicado, o Governo revelou que a nova Alfândega, que funciona atualmente como uma delegação aduaneira de Setúbal, irá funcionar nas instalações do Porto de Sines, na Zona de Atividades Logísticas, a partir de 1 de Janeiro de 2027.

A decisão de transformar a atual delegação aduaneira numa Alfândega deve-se à «evolução da atividade aduaneira» devido «à crescente relevância estratégica do Porto de Sines no contexto do comércio internacional e das cadeias logísticas globais», sublinhou.

Segundo o ministério das Finanças, o reforço desta estrutura da Autoridade Tributária permitirá igualmente «assegurar uma gestão mais eficiente e especializada das operações aduaneiras» neste complexo portuário.

Por seu lado, a secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Reis Duarte, também presente na cerimónia, referiu que a futura alfândega permitirá prestar um melhor serviço à comunidade, às empresas e ao país. 

«A facilitação do comércio internacional legítimo passa pela simplificação e digitalização de processos. Cada minuto poupado num terminal, cada documento eliminado, representa ganhos de competitividade reais para as empresas e para a economia nacional», salientou.

Já para o presidente do conselho de administração da APS, Pedro do Ó Ramos, tratou-se de um «dia histórico» e de um «ato de justiça» para o maior porto nacional.

«Não se percebia como o maior porto nacional, o Porto de Sines, que movimenta mais de 50% da carga marítima de todo o país, não tinha uma alfândega. E é, neste momento ainda, uma delegação de Setúbal», sublinhou. 

No seu entender, a nova estrutura vai permitir maior celeridade, proximidade e capacidade de decisão no apoio aos operadores económicos, reforçando a competitividade do porto. 

Segundo um comunicado da administração portuária, a criação da nova Alfândega de Sines vai implicar o reforço de sete trabalhadores, assim como a expansão das instalações.

A nova estrutura passará a «contar com 33 efetivos e uma estrutura orgânica reforçada, contando com um diretor e um diretor adjunto, Núcleo de Procedimentos Fiscais e Núcleo de Impostos sobre Veículos», indicou. 

Segundo o Governo, no âmbito da reorganização territorial dos serviços aduaneiros desconcentrados, proceder-se-á à eliminação da Alfândega do Jardim do Tabaco, prevendo-se a sua reconfiguração como delegação aduaneira.

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Parque da Cal pretende preservar e valorizar território

VTM

O espaço, inicialmente ligado à antiga fábrica de cal localizada na Campeã, aproveita as ruínas e toda a área envolvente, preservadas e transformadas num espaço de lazer integrado na natureza.

Fernando Pereira, engenheiro florestal, é o “cérebro” por detrás do parque natural de vários hectares e que junta arte, poesia e natureza. O proprietário do Parque Empresa da Cal afirma que o espaço nasceu com um propósito que vai muito além da componente turística ou recreativa. “O principal objetivo é que as pessoas se encontrem consigo próprias”, explica à VTM, defendendo que o contacto com a natureza, aliado aos pilares do amor, da poesia, da arte e da contemplação, pode proporcionar momentos de reflexão e autoconhecimento. “Acredito que o verdadeiro bem-estar está na relação profunda entre o homem e a natureza”, sustenta.

Situado na serra do Marão, o projeto procura também sensibilizar para a preservação ambiental e para a valorização dos territórios rurais. O responsável considera que a região possui um enorme potencial, beneficiando da proximidade aos centros urbanos, tanto do interior como do litoral, mas alerta para as pressões exercidas por grandes projetos energéticos sobre o território.

“Gostava de criar um alerta de sensibilização para a proteção da natureza”, diz Fernando Pereira. “Hoje em dia, existe nas zonas rurais uma tentativa de as grandes empresas de energia apoderarem-se do território de Trás-os-Montes, que é um território barato para desenvolverem as energias ditas verdes, que, no meu ponto de vista, de verdes não têm nada. Vêm para cá, porque o solo é barato”.

Por isso, o empresário assume que o seu “principal objetivo” é proteger a floresta. “O dinheiro que eu conseguir ganhar como empresário é para comprar área florestal para poder protegê-la, porque muito francamente, a sensibilização das pessoas fica muito aquém daquilo que deveria ser”, considera.

Sobre a questão económica de manter o território, Fernando Pereira quer distanciar-se de alguns proprietários florestais. “Há os produtores florestais do eucalipto, que são as grandes celuloses, essas não precisam de apoio absolutamente nenhum, porque são responsáveis pelo problema da floresta em Portugal”, explica, acrescentando que “fizeram uma monocultura de uma espécie que, para mim, deveria ser combatida”.

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Irã afirma estar “revisando” negociações com os EUA após novos ataques

10 June 2026 at 10:38

O Irã está “reavaliando” as negociações com os Estados Unidos em função dos ataques americanos contra Teerã na terça-feira (9) e na madrugada desta quarta-feira (10), afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmaeil Baghaei, citado pela SNN (Rede de Notícias Estudantil Iraniana na sigla em inglês).

Baghai acusou os EUA e Israel de “repetidas violações do cessar-fogo” e disse que a diplomacia não pode “ocorrer no vácuo”, acrescentando que “um ambiente mínimo propício ao seu funcionamento” é necessário para que as negociações avancem.

“Infelizmente, os Estados Unidos estão minando esse processo por meio de mensagens contraditórias, mudanças frequentes em suas posições e exigências, bem como por repetidas violações do cessar-fogo”, disse ele, acrescentando que Israel também demonstrou má-fé por meio de ataques recorrentes ao Líbano.

Na mais recente troca de tiros, o Irã afirmou ontem à noite ter lançado ataques retaliatórios contra alvos americanos na região após ter sido alvo de disparos dos EUA.

Os militares americanos disseram ter concluído ataques contra o Irã, que, segundo eles, foram uma resposta à queda de um helicóptero do Exército.

Retomada de ataques

A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter realizado ataques com mísseis e drones contra bases militares americanas na Jordânia, no Kuwait e no Bahrein nesta quarta-feira (10), em retaliação aos ataques dos EUA contra alvos iranianos ao redor do Estreito de Ormuz.

A troca de acusações, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que o Irã havia abatido um helicóptero Apache americano perto do estreito, representa uma das escaladas mais significativas desde que Washington e Teerã concordaram com um cessar-fogo em abril.

Os militares americanos disseram ter atacado defesas aéreas iranianas, estações de controle terrestre e radares de vigilância, em uma “resposta proporcional” ao abate do helicóptero, cujos dois tripulantes foram resgatados.

Os ataques de retaliação, poucos dias depois do Irã ter trocado bombardeios com Israel pela primeira vez desde o cessar-fogo, lançaram novas dúvidas sobre as perspectivas de um acordo para pôr fim à guerra, que começou em 28 de fevereiro com ataques conjuntos dos EUA e de Israel contra Teerã.

Os ataques dos EUA duraram cerca de quatro horas, com o Comando Central dos EUA informando pouco antes das 22h (horário de Brasília) que as operações haviam sido encerradas. Um oficial americano afirmou que quase 20 alvos iranianos foram atingidos.

A IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica do Irã) informou que a ilha de Qeshm e a cidade portuária de Sirik foram atacadas. A mídia iraniana também noticiou explosões em Bandar Abbas, outra cidade portuária, e posteriormente perto de Jask, na entrada do Estreito de Ormuz.

Acordo de paz parece distante

O cessar-fogo no início de abril foi anunciado com planos para negociações de paz. Desde então, diplomatas têm buscado reabrir o Estreito de Ormuz, encerrar o bloqueio americano aos portos iranianos e criar um caminho para negociações sobre o programa nuclear do Irã.

Trump afirmou repetidamente que um acordo está próximo, mas, apesar de várias rodadas de negociações indiretas mediadas pelo Paquistão e pelo Catar, os dois lados ainda parecem muito distantes.

Os combates em uma guerra paralela entre Israel e militantes do Hezbollah, apoiados pelo Irã, no Líbano, continuaram, e Teerã manteve restrições à maior parte da navegação pelo estreito, que antes da guerra transportava um quinto do petróleo bruto e do gás natural liquefeito do mundo.

Washington manteve seu próprio bloqueio aos portos iranianos.

Trump afirmou que qualquer acordo de paz deve garantir que o Irã não possa desenvolver uma arma nuclear. O Irã nega qualquer ambição nesse sentido.

As exigências de Teerã incluem o levantamento das sanções internacionais, a liberação de bilhões de dólares em ativos congelados, o reconhecimento de seu controle sobre o estreito e o fim dos combates no Líbano.

10 Junho: Presidente da República atribui três condecorações nas comemorações na Madeira

O Presidente da República, António José Seguro, vai condecorar, na quinta-feira, uma personalidade e duas entidades no âmbito das comemorações do Dia de Portugal e das Comunidades, na sua primeira visita oficial.

Segundo a informação disponibilizada na página oficial da Presidência da República, o Chefe de Estado que tem chegada prevista à Madeira às 12:40, tendo como foco a celebração dos 40 anos da autonomia e da adesão de Portugal na União Europeia.

Uma das condecorações será atribuída a Eduardo Luis Mendes Rodrigues, o presidente da Associação Teatro Experimental do Funchal (ATEF), fundada em 1975.

Também serão agraciadas a Banda Municipal de Santana e o Centro da Mãe- Associação de Solidariedade Social que tem como missão “o apoio à família, a defesa da vida humana e a promoção da dignidade da mulher”, fundada em 1999, que se dedica “ao apoio especializado a jovens grávidas, mães e respetivos filhos em situação de vulnerabilidade”.

A cerimónia de imposição das insígnias está marcada para as 16:30 no Palácio de São Lourenço no Funchal.

No primeiro dia da visita, António José Seguro ainda vai à Universidade da Madeira, à Startup Madeira – Incubadora de Empresas e à ARDITI – Agência Regional para o Desenvolvimento da Investigação, Tecnologia e Inovação, no Campus da Penteada às 14:45.

Às 17:00 vai decorrer a cerimónia de apresentação do livro “50 anos de Autonomia Regional 1976-2026”, do Professor Rui Carita, e a inauguração da exposição fotográfica “50 anos de Autonomia”, na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira.

O dia termina com um jantar oferecido pelo presidente do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque, na Quinta Vigia, a residência oficial do líder madeirense.

No dia seguinte (12 de junho), do programa consta a cerimónia comemorativa dos 50 anos da Autonomia da Região Autónoma da Madeira e dos 40 anos da Adesão de Portugal à União Europeia – Assinatura da Declaração do Funchal, que tem como palco a Fortaleza de São João Baptista do Pico, Funchal, pelas 10:00.

Países do Oriente Médio condenam novos ataques do Irã na região

10 June 2026 at 10:15

Países do Oriente Médio têm criticado a mais recente série de ataques retaliatórios do Irã contra estados da região, que Teerã afirmou terem sido disparados contra alvos militares dos Estados Unidos.

A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã afirmou ter lançado ataques contra bases americanas na região na madrugada desta quarta-feira (10). Isso ocorreu após ataques anteriores dos EUA contra Teerã.

O Ministério das Relações Exteriores do Egito declarou que “condena nos termos mais veementes” os ataques iranianos contra a Jordânia, o Bahrein e o Kuwait nesta quarta-feira.

Os ataques, segundo o comunicado, “representam uma violação flagrante da soberania e da integridade territorial desses países irmãos, e uma escalada muito perigosa que ameaça a segurança e a estabilidade de toda a região”.

O Ministério das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos condenou o que descreveu como “ataques terroristas iranianos contra o Bahrein, o Kuwait e a Jordânia” e ofereceu total solidariedade dos Emirados Árabes Unidos aos três países.

Retomada de ataques

A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter realizado ataques com mísseis e drones contra bases militares americanas na Jordânia, no Kuwait e no Bahrein nesta quarta-feira (10), em retaliação aos ataques dos EUA contra alvos iranianos ao redor do Estreito de Ormuz.

A troca de acusações, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que o Irã havia abatido um helicóptero Apache americano perto do estreito, representa uma das escaladas mais significativas desde que Washington e Teerã concordaram com um cessar-fogo em abril.

Os militares americanos disseram ter atacado defesas aéreas iranianas, estações de controle terrestre e radares de vigilância, em uma “resposta proporcional” ao abate do helicóptero, cujos dois tripulantes foram resgatados.

Os ataques de retaliação, poucos dias depois do Irã ter trocado bombardeios com Israel pela primeira vez desde o cessar-fogo, lançaram novas dúvidas sobre as perspectivas de um acordo para pôr fim à guerra, que começou em 28 de fevereiro com ataques conjuntos dos EUA e de Israel contra Teerã.

Os ataques dos EUA duraram cerca de quatro horas, com o Comando Central dos EUA informando pouco antes das 22h (horário de Brasília) que as operações haviam sido encerradas. Um oficial americano afirmou que quase 20 alvos iranianos foram atingidos.

A IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica do Irã) informou que a ilha de Qeshm e a cidade portuária de Sirik foram atacadas. A mídia iraniana também noticiou explosões em Bandar Abbas, outra cidade portuária, e posteriormente perto de Jask, na entrada do Estreito de Ormuz.

Acordo de paz parece distante

O cessar-fogo no início de abril foi anunciado com planos para negociações de paz. Desde então, diplomatas têm buscado reabrir o Estreito de Ormuz, encerrar o bloqueio americano aos portos iranianos e criar um caminho para negociações sobre o programa nuclear do Irã.

Trump afirmou repetidamente que um acordo está próximo, mas, apesar de várias rodadas de negociações indiretas mediadas pelo Paquistão e pelo Catar, os dois lados ainda parecem muito distantes.

Os combates em uma guerra paralela entre Israel e militantes do Hezbollah, apoiados pelo Irã, no Líbano, continuaram, e Teerã manteve restrições à maior parte da navegação pelo estreito, que antes da guerra transportava um quinto do petróleo bruto e do gás natural liquefeito do mundo.

Washington manteve seu próprio bloqueio aos portos iranianos.

Trump afirmou que qualquer acordo de paz deve garantir que o Irã não possa desenvolver uma arma nuclear. O Irã nega qualquer ambição nesse sentido.

As exigências de Teerã incluem o levantamento das sanções internacionais, a liberação de bilhões de dólares em ativos congelados, o reconhecimento de seu controle sobre o estreito e o fim dos combates no Líbano.

Carlo Ancelotti completa 67 anos às vésperas da 1ª Copa como treinador

10 June 2026 at 10:00

O Brasil está em fase final de preparação para sua estreia na Copa do Mundo, que acontece neste sábado (13), às 19h (de Brasília), diante de Marrocos, em Nova Jersey. Jogar o torneio é uma novidade para 11 dos 26 convocados e para o técnico Carlo Ancelotti, que completa 67 anos de idade nesta quarta (10).

Ancelotti atuava como meio-campista e se aposentou dos gramados em 1992. Depois, ele iniciou como auxiliar técnico da Seleção Italiana e esteve ao lado de Arrigo Sacchi na campanha que terminou com o vice-campeonato mundial em 1994.

Após destaque no Parma, Carlo assumiu a Juventus, onde permaneceu por duas temporadas. No Milan, o treinador fez seu primeiro grande trabalho e conquistou duas Ligas dos Campeões, um Mundial de Clubes, um Campeonato Italiano, entre outros títulos.

Depois de conquistar as respectivas ligas nacionais no comando de Chelsea e Paris Saint-Germain, Ancelotti passou pelo Real Madrid, onde venceu mais uma Liga dos Campeões e tirou os espanhóis de uma fila de 12 anos sem taças continentais.

Após passagens por Bayern de Munique, Napoli e Everton, o italiano retornou para a equipe madrilenha em 2021. O técnico voltou a se sagrar campeão europeu duas vezes e venceu outros nove campeonatos, até se juntar ao Brasil, em maio do ano passado.

Agora, Carlo Ancelotti estreia como treinador em Copas do Mundo nos Estados Unidos, o mesmo país em que iniciou sua carreira à beira do gramado em 1994. Depois do confronto contra o Marrocos, a Seleção Brasileira enfrenta Haiti e Escócia pelo Grupo C, de olho em um lugar no mata-mata.

Seleção: Ancelotti descarta cortar Neymar para Copa do Mundo

Ataques dos EUA ao Irã são uma “violação” da soberania nacional, diz Teerã

10 June 2026 at 07:06

O ministério das Relações Exteriores iraniano classificou os ataques mais recentes dos Estados Unidos contra o Irã como uma “clara violação” da soberania nacional do país e alertou os países do Oriente Médio que abrigam tropas americanas de que podem ser alvos caso o Irã seja atacado novamente.

“As forças armadas iranianas infligiram pesados ​​danos às bases e instalações americanas na região que serviram de origem para esses ataques”, afirmou um comunicado do ministério, acrescentando que o Irã “não hesitará em atacar a fonte dos ataques”.

O Irã lançou ataques contra alvos no Bahrein, Kuwait e Jordânia nesta quarta-feira (10), depois que os EUA atacaram instalações iranianas próximas ao Estreito de Ormuz, em uma ação que, segundo o Irã, foi uma retaliação pela derrubada de um helicóptero Apache do Exército .

Não está claro se alguma instalação americana na região sofreu danos nos últimos ataques, mas as defesas aéreas foram acionadas nos três países.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, conversou por telefone com seus homólogos da Arábia Saudita e da Turquia após os ataques dos EUA, informou o ministério em um comunicado

Como mostrado pela CNN, o CENTCOM (Comando Central dos EUA) informou na noite de terça-feira (9) que o exército concluiu ataques de autodefesa contra o Irã em resposta à queda do helicóptero.

Os militares americanos afirmaram que os ataques representaram uma “resposta proporcional” aos recentes ataques contra forças americanas e navios internacionais em águas regionais.

Em resposta a ofensiva americana, o Irã lançou mísseis e drones contra alvos dos EUA na região, informou a IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica).

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

Quarteira prepara-se para receber os Santos Populares, este ano com um dia extra

10 June 2026 at 07:00

Em Quarteira, ultimam-se os preparativos para o evento mais icónico da cidade.

Os Santos Populares de Quarteira estão a chegar e o momento alto, o desfile das Marchas, traz este ano uma novidade. Em vez dos habituais três dias, 12, 23 e 28 de junho, esta iniciativa, que tem lugar no Passeio das Dunas, acontece em mais uma data, o dia 19 de junho.

Em representação das principais ruas da cidade, desfilam nestes dias sete marchas: Onda Jovem, Florinhas de Quarteira, Gago Coutinho, Rua do Outeiro, Poeta Pardal, Rua da Cabine e Rua Vasco da Gama. O desfile destaca-se pelo forte bairrismo, pela criatividade ao nível da elaboração dos trajes e das coreografias, e pela profunda ligação à tradição piscatória local.

Nas noites de Stº António, S. João e S. Pedro, e também na noite de dia 19, a partir das 21h00, o Passeio das Dunas irá engalanar-se com os tradicionais arcos e balões para receber centenas de marchantes que dão vida a meses de ensaios e dedicação.

A entrada no recinto do Passeio das Dunas é livre, sendo recomendada a chegada antecipada devido à habitual forte afluência de público.

Mas por estes dias há muitos outros motivos de animação por toda a cidade. Os arraiais levam a música, o baile e a gastronomia típica da quadra, como a sardinha assada e o caldo verde, a vários locais.  Estas festas arrancaram no Largo dos Rosas e Rua Vasco da Gama. Prosseguem com a seguinte cronologia: Rua da Gaivota (dia 9), Rua da Fonte (dias 12 e 13), Rua da Cabine (dias 19 e 20) e Rua da Madrugada (dias 26 e 27). Os arraiais decorrem das 19h30 às 00h00.

Por outro lado, no Largo Autárquico acontece o habitual evento solidário de venda de manjericos. Nos dias 12, 23 e 26 de junho, das 9h30 às 13h00, quem por aqui passar poderá adquirir este símbolo dos Santos Populares, também conhecida como a “erva dos namorados”. O valor angariado reverte a favor de instituições de solidariedade social da freguesia.

Para além do forte cariz identitário, os Santos Populares de Quarteira assumem-se como o principal cartaz turístico da região nos dias que antecedem o início da época alta no Algarve

O conteúdo Quarteira prepara-se para receber os Santos Populares, este ano com um dia extra aparece primeiro em Sempre à Mão.

“Será que se chamasse ‘sal do Leste do Paquistão’ teria o mesmo sucesso?”: Miguel Góis questiona a origem do sal rosa dos Himalaias

Neste Assim Vamos Ter de Falar de Outra Maneira sobre xiitas, drusos e maronitas, Miguel Góis, José Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira reflectem sobre o sal dos Himalaias e examinam o fenómeno do looksmaxxing. No fim, recordam uma rábula que ninguém se lembra de ter feito

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