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Análise: Líderes do Irã apostam em riscos evitados por seus antecessores

13 June 2026 at 11:00

Os ataques do Irã contra Israel nesta semana foram algumas de suas iniciativas mais ousadas até agora para redefinir os limites de um confronto que, durante décadas, foi travado principalmente por meio de grupos aliados, operações encobertas e retaliações cuidadosamente calculadas.

Ao atingir Israel em resposta a ataques no Líbano, Teerã pareceu sinalizar que suas linhas vermelhas já não se limitam às próprias fronteiras — e que seus líderes estão dispostos a assumir riscos maiores.

Desde o cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, firmado em 8 de abril, Teerã tem acusado repetidamente Israel e os EUA de enfraquecerem a trégua por meio de ações militares.

Os Estados Unidos realizaram ataques contra alvos iranianos mesmo enquanto negociações indiretas continuavam. Israel, por sua vez, lançou quase 3.500 ataques no Líbano, segundo o primeiro-ministro do país, incluindo ações na capital, Beirute, apesar das restrições impostas pelo acordo de cessar-fogo.

O Irã respondeu com uma série de ataques retaliatórios cuidadosamente calculados contra alvos dos Estados Unidos e de países do Golfo, ao mesmo tempo em que alertou que, caso a diplomacia fracassasse, estaria preparado para retomar a guerra e ampliá-la para além do Golfo Pérsico, potencialmente ameaçando rotas marítimas que se estendem do Oceano Índico ao Mar Vermelho e ao Mediterrâneo.

Entre a noite de terça-feira (9) e a madrugada de quarta-feira (10), ocorreram novos confrontos entre os Estados Unidos e o Irã após a derrubada de um helicóptero do Exército americano no início da semana, evidenciando a persistente instabilidade na região.

Ataques iranianos a Israel sinalizam mudança mais ampla

Os ataques desta semana contra Israel, no entanto, pareceram representar um passo além.

Teerã sinalizou que ações militares israelenses contra seus aliados regionais também podem provocar uma resposta direta do Irã.

O objetivo seria romper o impasse diplomático nas negociações para alcançar um acordo de paz provisório e apoiar o grupo Hezbollah.

“Revertemos a lógica do cessar-fogo que existia no papel, mas que vinha sendo repetidamente violada na prática, em campo”, afirmou na segunda-feira (8) Mohammad Bagher Ghalibaf, principal negociador iraniano nas conversações. “Enquanto não houver uma disposição genuína para construir confiança, a resposta do Irã continuará a mesma.”

O Irã tem insistido que não permitirá que Israel e os Estados Unidos continuem realizando ataques enquanto afirmam permanecer comprometidos com um cessar-fogo que, segundo Teerã, vem sendo repetidamente desrespeitado. “Sob nenhuma circunstância” o país aceitaria tal situação, declarou na segunda-feira o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baghaei.

O movimento sugere uma mudança mais ampla em Teerã, onde uma nova geração de líderes está abandonando cada vez mais a postura cautelosa e reativa que por muito tempo definiu a estratégia da República Islâmica diante de seus adversários.

Em vez de depender principalmente da dissuasão e da paciência estratégica, esses dirigentes parecem mais dispostos a assumir riscos e a utilizar o poder militar, econômico e a influência regional do Irã para moldar os acontecimentos no Oriente Médio.

É também essa mesma liderança iraniana que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descreveu como “mais racional” e “bastante razoável”.

“Os iranianos colocaram tanto os israelenses quanto os Estados Unidos contra a parede agora”, afirmou Aaron David Miller à jornalista Jessica Dean, da CNN. “Eles estão dispostos a correr riscos. Acreditam que estão vencendo. Não acham que o cessar-fogo esteja servindo aos seus interesses.”

Em 2020, o primeiro governo de Donald Trump rompeu um tabu de longa data ao ordenar o assassinato de Qasem Soleimani, a mais alta autoridade iraniana morta pelos Estados Unidos até então.

A resposta de Teerã, sob a liderança do então líder supremo Ali Khamenei, refletiu sua preferência por uma retaliação calculada em vez de uma escalada descontrolada: o Irã lançou um ataque com mísseis contra uma base aérea americana no Iraque após transmitir avisos prévios que deram às forças dos EUA tempo para buscar abrigo.

Em junho de 2025, quando os Estados Unidos se juntaram a Israel em ataques contra o Irã, Teerã voltou a optar por uma resposta proporcional, sinalizando que, apesar da retórica agressiva, ainda considerava necessário administrar cuidadosamente o risco de uma escalada do conflito.

Os ataques desta semana contra Israel sugerem que esse cálculo pode estar mudando. “Esta é a primeira vez em décadas que uma potência regional possui os meios, a capacidade e a disposição para empregar poder militar direto contra manobras militares israelenses ou atos de agressão contra um terceiro ator”, afirmou Trita Parsi, do Quincy Institute.

Após o ataque, o Irã alertou que estava preparado para “elevar o nível de tensão” a fim de desafiar o que descreveu como pressupostos israelenses e americanos sobre os limites de sua resposta.

“Se os israelenses e os americanos imaginam que, por meio de uma ‘tensão controlada’, podem tornar o Irã e o chamado Eixo da Resistência (rede de aliados e grupos apoiados por Teerã) previsíveis diante de seus crimes, ou limitar o tipo de resposta iraniana, estão cometendo um erro tolo”, afirmou uma fonte militar não identificada, citada pela agência de notícias Tasnim News Agency, considerada próxima à IRGC (Guarda Revolucionária do Irã).

Teerã busca criar uma “nova equação” com o objetivo de impedir que Israel atue não apenas contra o próprio Irã, mas também contra sua rede de aliados e grupos parceiros na região, afirmou Danny Citrinowicz à jornalista Becky Anderson.

“Os acontecimentos das últimas 24 horas demonstraram mais uma vez que a atual liderança iraniana acredita cada vez mais que aquilo que não pode ser alcançado por meio da diplomacia pode, em última instância, ser obtido pelo uso da força”, escreveu ele na rede social X.

Explorando fissuras na relação entre EUA e Israel

O Irã também parece estar testando a aliança entre Estados Unidos e Israel e explorando as crescentes divergências entre os dois países sobre o desfecho do conflito.

Nas últimas semanas, o presidente americano Donald Trump se distanciou publicamente em diversas ocasiões do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, insistindo que um acordo diplomático com Teerã está ao alcance e afirmando que Israel “não terá outra escolha” a não ser aceitá-lo.

Essa estratégia pode estar produzindo resultados.

Depois que o Irã atacou Israel na segunda-feira, o presidente americano Donald Trump agiu rapidamente para evitar uma nova escalada, conversando duas vezes com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu em poucas horas, numa tentativa de convencê-lo a não retaliar.

Esmaeil Baghaei, porta-voz da diplomacia iraniana, afirmou que Washington “tem responsabilidade” pelas ações de Israel e advertiu que elas “inevitavelmente” afetariam o processo diplomático.

Enquanto isso, uma autoridade militar israelense ressaltou que as forças dos Estados Unidos não participaram dos ataques contra o Irã, embora tenham ajudado a interceptar os mísseis iranianos lançados em direção a Israel.

O Irã pode ter conseguido forçar Washington a escolher entre apoiar a liberdade de ação militar de Israel ou preservar o caminho diplomático com Teerã.

A pressão exercida por Trump sobre Netanyahu “acrescentou mais uma ficha à mesa” para o Irã, afirmou Aaron David Miller, referindo-se ao novo poder de barganha conquistado por Teerã. “Isso levará à criação de uma nova norma.”

Entenda como tensão em Ormuz afeta cessar-fogo entre EUA e Irã

Palestinian American woman held without charge by Israeli military

13 June 2026 at 11:00

Soldiers arrested university student Sama Safi, 20, along with members of Palestinian women’s national soccer team

A 20-year-old Palestinian American woman has been held in Israeli military detention for nearly two weeks after Israeli soldiers stormed her family home in a pre-dawn raid on 2 June.

Sama Safi, a psychology student at Birzeit University in the occupied West Bank, has not been charged with any crimes. A spokesperson for the Israeli military said she and three other women detained around the same time were arrested “after promoting hostile terrorist activity and additional terrorist-related activities”.

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© Photograph: Courtesy of family of Sama Safi

© Photograph: Courtesy of family of Sama Safi

© Photograph: Courtesy of family of Sama Safi

The madness of Trump’s Iran idea and who’s behind it

By: A A
13 June 2026 at 10:05

Trump’s Iran strikes: staged weakness or real madness? Behind him, Graham and Keene push oil theft and fantasy invasions.

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Many may be confused about America’s recent attacks on Iran, given that they come each day while Trump keeps telling us that a deal is about to be made. Just days ago, analysts believed that Trump was genuinely angry about Netanyahu going ahead with his IDF attacks in Lebanon against Hezbollah. But was that real, or staged? Given that Trump ordered strikes against Iran after that, a cynical view might be that there are only two scenarios why he would do something so incongruent. One: he believes that Iran is very close to signing a deal but needs the extra ’encouragement’ to finally get over the line. Or two: he felt embarrassed by what a whole phalanx of Western commentators were recently saying — that it was in fact Bibi who was running the whole show, using America’s resources to create chaos and havoc. The refusal by the Israeli PM to stop his troops fighting was a clear signal that Trump really doesn’t control the war and is very much a servile player to Israeli thinking.

But what is interesting is how Trump is not at all convinced that he has no military options, even given that they would certainly mean the total eradication of anything left of relations with GCC countries. Trump still believes even today that the US military — who have only a track record in the last 80 years of losing all wars and interventions they instigate — can actually take on Iran and win. As ludicrous as this sounds, it is what is at the heart of what is stalling any deal being struck, coupled with Trump’s sensational failure to negotiate — something he is simply incapable of doing despite his own hype and hubris. The US struck a number of water plants in Iran, which was an incredibly stupid initiative given that this is the region’s Achilles heel. If Iran wants to completely eliminate water desalination plants in, say, Qatar — a country which has no natural water at all — then it could easily do this in a matter of hours.

When a US Apache helicopter crashes, Trump’s reaction is a theatre of the absurd, similar to watching a child burst into tears on his first sports day where his new soccer shirt gets dirty on the pitch. The US is the aggressor, but when a helicopter is downed, this is met with misplaced outrage that borders on comedy. The reality is that no US military analysts believe the chopper was taken down by Iranian fire; it is more likely that it suffered a malfunction and crashed, with both pilots surviving. But it is interesting how Trump considers the war as more of a theatre of PR stunts rather than an important battle he can win.

One reason which explains this is the need for US troops to keep busy in the region, in a pathetic bid to remain relevant to GCC allies — a point made by the commentator Patrick Henningsen recently on RT television. Another reason, though, is the people that Trump keeps around him who he listens to, like Lindsey Graham — who one can only assume is being blackmailed by Israel over his sexual inclination, given his almost cultish beliefs in Zionism. But Graham knows nothing about war and seems to glean some sexual satisfaction from sending young American men in uniform to their deaths. On the other hand, General Jack Keene, a man who isn’t overburdened with intelligence, is probably responsible for a lot of the erroneous decisions Trump is making militarily, and certainly for stoking the “invasion option” while reminding the whole world what an irony-free zone America actually is.

Keene recently rambled on Fox News that he had no confidence in Iran ever keeping its word if Tehran were to ever sign a deal — a hilarious and preposterous claim given America’s reputation for never keeping its word on ceasefires and peace deals. The very fact that Trump is in talks with the Iranians every day demonstrates that they can be trusted, as it is the Trump camp which has no credibility whatsoever when it comes to integrity — the main reason why the Iranians are dragging their feet and are more comfortable with a drawn-out war that will recalibrate their position in the region and put down Israel and the US once and for all. For Keene to say such a thing is quite remarkable. But then he continues with his ideas about US troops “taking” Kharg Island, and a picture emerges of how and why Trump is so deluded about what the real capability of US troops is, and how his decisions and ideas are so detached from reality. Landing airborne troops on the island would only be possible if Iran allowed it to happen — so that it could disarm the occupiers and then hold them hostage as a key part of a new deal. That’s on a good day. On a bad day, if the more hardcore element of the IRGC has its way, they might simply decide to slaughter all of them. What Keene doesn’t seem to understand is the logistical nightmare of having 10,000 US soldiers on a single location within reach of just about everything Iran has to throw at it. And the talk of troops “landing” there with helicopters is a fantasy. How did General Keene become a general, given that he is stupid and seems to know little about warfare or Iran’s capability? The Iranians will shoot down US helicopters like they are having a fun day at clay pigeon shooting. But even if troops were allowed to land on Kharg and other islands, they have to be supplied practically every day. Presumably, the Iranians would prevent the supplies getting in and then starve the marines on the ground. If General Keene really has the ear of the president and Iran holds out for a better deal, the case for Trump to go to war becomes even stronger and grows each day.

But Keene let the cat out of the bag when he talked about oil. It’s really only about oil, or energy, as it was in Iraq, Afghanistan, Syria, and more recently Venezuela. For Trump to capture some oil production and then simply steal from it would be all in a day’s work for the president who has never had any problem with the stigmatisation of being called a thief. Trump believes oil theft is a real possibility and makes sense on any given day. But then there are days when he is desperate to get out of Iran altogether, which we can see with his panicky gestures — like the last strike, which actually achieved nothing but prepared Iran more for war, as the talks combined with bombardment don’t produce the results which Trump needs but make him look even weaker and more desperate. Has General Keene prepared Trump for a scenario where the ceasefire is over and he needs to move onto a new phase? Oil would only sweeten such a plan, and Keene makes no effort to hide this during his interview.

Arzobispo palestino denuncia campaña israelí en Cisjordania

Ramala, 13 jun (Prensa Latina) El arzobispo ortodoxo griego de Sebastia, Theodosios Hanna, denunció hoy las “políticas sistemáticas de desplazamiento” impulsadas por Israel contra los palestinos en la ocupada Cisjordania.

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Delphine Horvilleur, rabina: “Los judíos han aprendido de la historia que nunca encontrarán la paz”

13 June 2026 at 04:40

Cuando Delphine Horvilleur (Nancy, 51 años) fue ordenada rabina, solo había tres en Francia. Tras vivir en Jerusalén y en Nueva York, cría a sus hijos en París. Allí es la entrevista. Cerca de su casa, en un café del Marais. La mujer con prisas y aparentemente desconfiada que inicia la conversación cambia de actitud a lo largo de la charla.

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© Ed Alcock (EL PAÍS)

Delphine Horvilleur.

El drama de un niño palestino con discapacidad visual que simboliza la tragedia en Gaza: “Quiero ver cómo los otros niños”

13 June 2026 at 04:30

El vídeo del pequeño Ayoub Junaid llorando porque sus gafas se han roto acumula más de 50 millones de visualizaciones. Este niño palestino de apenas siete años, desplazado en la franja de Gaza, tiene una grave discapacidad visual y necesita de gafas especiales. En uno de los vídeos que compartió su madre, Eman Junaid, ella escribe: “Mi hijo se cayó mientras caminaba y sus gafas se han roto. Él no puede ver sin ellas. Por favor, ayúdenme”. En las imágenes se ve al pequeño Ayoub con un parche negro sobre el ojo izquierdo. “Ayúdenme a ver, quiero ver cómo los otros niños”, pide.

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© Abdalhkem Abu Riash (Anadolu via Getty Images)

Ayoub Junaid, de siete años, sostiene sus gafas rotas frente al espejo en la tienda de campaña en la que vive con su familia en Gaza, el pasado día 2.

Al final solo encontrarán arena: la reconstrucción de Gaza prolonga la devastación

13 June 2026 at 04:30

La Convención de las Naciones Unidas sobre el Genocidio aprobada en 1948 especifica cinco actos que constituyen este crimen cuando se cometen con la intención de destruir, totalmente o en parte, a un grupo. Los dos primeros abarcan los asesinatos en masa y los daños físicos o mentales de gravedad. El cuarto y el quinto tienen que ver con la interrupción de la continuidad biológica de un grupo. La tercera consideración (…) prohíbe “imponer deliberadamente al grupo unas condiciones de vida calculadas para provocar su destrucción física”. Es decir, las formas indirectas de matar, que no golpean frontalmente a los seres humanos, sino el entorno en el que viven. Para que las “condiciones de vida” sean adecuadas hacen falta edificios, hospitales, infraestructuras sociales, redes de alcantarillado y de suministro de agua, la red eléctrica y la agricultura. La destrucción o degradación intencionada de esas estructuras disminuye la capacidad de sobrevivir de una población y, por consiguiente, es una forma de aniquilación lenta y tortuosa.

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© Majdi Fathi (NurPhoto / Getty Images) (EL PAÍS)

Una mujer palestina en un edificio atacado por Israel en la ciudad de Gaza, el pasado mayo.

Pressão criou condição para EUA e Irã quererem fim da guerra, diz professor

13 June 2026 at 03:58

Um possível acordo provisório de paz entre Estados Unidos e Irã pode ser assinado nos próximos dias, segundo análise do professor de Relações Internacionais Danny Zahreddine, ao WW.

Para ele, a pressão econômica mútua entre os dois países criou uma condição favorável para que ambos os lados busquem uma saída do conflito.

Zahreddine destacou que, desta vez, há um elemento novo que diferencia o atual momento das declarações anteriores sobre um possível entendimento.

“O posicionamento público do ministro das Relações Exteriores, o Abbas Araghchi, dizendo que eles não chegaram tão perto quanto chegaram agora”, foi apontado pelo professor como um sinal relevante de avanço nas negociações.

Pressões econômicas de ambos os lados

O professor explicou que a pressão imposta pelos americanos aos portos iranianos, impedindo o Irã de exportar petróleo pelo Golfo Pérsico, combinada com as pressões que os próprios Estados Unidos enfrentam em razão dos preços do petróleo e dos fertilizantes, criou um cenário em que os dois lados têm interesse em resolver o impasse.

Segundo Zahreddine, os termos do acordo já estariam prontos há mais de duas semanas, e a questão era apenas o timing escolhido pelos americanos para anunciá-lo como uma vitória política.

Divisões internas no governo iraniano

Zahreddine também chamou atenção para as tensões internas no governo iraniano.

De um lado, a linha mais dura, ligada à Guarda Revolucionária, se opõe a qualquer acordo que considere desfavorável, preferindo uma postura de confronto total.

Do outro, uma ala mais moderada e reformista, representada pelo próprio Araghchi, enxerga o protocolo de entendimento como uma vitória razoável.

Essa divisão interna representa um dos principais desafios para a conclusão do acordo.

Apesar do otimismo cauteloso, o professor ressaltou que o presidente americano, Donald Trump, já afirmou, por quase 40 vezes desde abril, que um acordo estava prestes a ser assinado.

Por isso, Zahreddine concluiu que é necessário aguardar a semana seguinte para uma avaliação mais precisa sobre a real possibilidade de um entendimento definitivo entre os dois países.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

Israel diz que não vai recuar no Líbano em meio a possível acordo EUA-Irã

13 June 2026 at 01:35

O ministro da Defesa, Israel Katz, afirmou nesta sexta-feira (12) que Israel não vai se retirar dos territórios que ocupa no Líbano. A declaração surge em meio ao possível acordo entre Estados Unidos e Irã.

“Israel não se retirará das zonas de segurança no Líbano, na Síria e em Gaza”, declarou Katz. “Nossa doutrina de segurança é firme e clara: agimos contra ameaças próximas e distantes e buscamos resultados decisivos, não compromissos ou concessões”, acrescentou.

Katz afirmou ainda que os Estados Unidos e Israel têm um “interesse comum” em impedir que o Irã obtenha armas nucleares.

Ele disse esperar que esse princípio seja mantido, “juntamente com outros relacionados aos mísseis e às organizações terroristas por procuração” — uma referência aos grupos armados que o Irã apoia no Oriente Médio.

Possível acordo entre EUA e Irã

O Irã sugeriu nesta sexta-feira que um acordo com os Estados Unidos estava próximo e poderia ser assinado nos próximos dias. A Casa Branca também sinalizou otimismo, embora uma autoridade do governo Donald Trump tenha dito que alguns detalhes ainda precisam ser acertados.

De acordo com o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, o memorando de entendimento deve incluir o programa nuclear iraniano, o alívio de sanções e o bloqueio ao Estreito de Ormuz, além de uma solução para o conflito no Líbano “e em todas as outras frentes”.

Também nesta sexta-feira, uma autoridade americana afirmou que o possível acordo inclui a reabertura do Estreito de Ormuz; o fim do bloqueio dos EUA aos portos iranianos; o desmantelamento do programa nuclear iraniano; a transferência de estoques de urânio enriquecido. A fonte do dos Estados Unidos, no entanto, não mencionou o Líbano.

Sobre o alívio das sanções, a autoridade americana disse que “esses benefícios só serão concedidos se o Irã realmente cumprirem o que foi acordado”.

What the U.S. and Iran are demanding in the latest peace proposal

12 June 2026 at 23:55
The U.S. and Iran both say they are inching closer to a deal to end the war that started nearly four months ago. But as with previous announcements, there are few details on the timing and execution of any agreement. White House correspondent Liz Landers reports.

'Close doesn't count': Mideast experts assess potential U.S.-Iran agreement

12 June 2026 at 23:50
To discuss the motivations and potential outcomes of this latest attempt to end the war in Iran, Amna Nawaz spoke with Alan Eyre and Miad Maleki. Eyre was part of the Obama administration's negotiating team for the Iran nuclear deal and is now at the Middle East Institute. Maleki was born and raised in Iran and is now at the Foundation for the Defense of Democracies.

How Gaza's students are still learning despite shattered schools and displacement

For nearly three years, children in Gaza have grown up surrounded by war, displacement and loss. Thousands of children have been killed in Israeli strikes that followed the Hamas assault on Oct. 7. Still, the children of Gaza yearn for the chance to keep learning in classes held in tents, damaged buildings and overcrowded shelters. Ali Rogin reports.

EUA saem da guerra mais fracos do que antes do conflito, diz professor

12 June 2026 at 22:13

A expectativa de um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irã cresceu. Em entrevista ao CNN 360°, o professor de Relações Internacionais da ESPM Gunther Rudzit avaliou o cenário geopolítico atual e afirmou que os Estados Unidos saem do conflito muito mais fracos do que estavam antes de sua eclosão.

Donald Trump teria repostado uma publicação do chanceler iraniano indicando que um memorando de entendimento entre os dois países nunca esteve tão próximo. Para Rudzit, no entanto, a incerteza ainda é grande.

“Com Donald Trump tudo é possível“, disse o professor, ressaltando que as postagens de Trump em sua rede social Truth Social têm como objetivo manter sua base engajada, especialmente porque a guerra é vista negativamente pela própria base Maga.

Condições para um acordo

Rudzit apontou dois pontos que considera fundamentais para que qualquer acordo seja considerado legítimo. O primeiro é que a Agência Internacional de Energia Atômica tenha acesso irrestrito ao programa nuclear iraniano — o chamado protocolo adicional, que permitiria a inspetores o acesso a qualquer instalação, a qualquer tempo.

“Se ele não conseguir no mínimo que a agência volte a ter esse acesso irrestrito… as críticas vão ser muito grandes”, afirmou o professor, lembrando que um acordo menos rigoroso seria considerado inferior ao que havia sido firmado anteriormente e do qual os Estados Unidos se retiraram.

O segundo ponto destacado por Rudzit é a liberação da passagem pelo Estreito de Ormuz a qualquer navio. Segundo o professor, o Irã tentará ao máximo preservar o controle sobre esse estreito, que representa um instrumento econômico estratégico.

“É um instrumento econômico que todo presidente americano evitou dar para o Irã e que o Trump entregou”, declarou. Negociadores do Catar estiveram em Teerã justamente durante uma nova escalada de ataques, o que, segundo Rudzit, indica que o diálogo continua, ainda que seja difícil saber o quanto a porta permanece aberta.

Enfraquecimento político dos EUA

Ao analisar a projeção de poder dos Estados Unidos após o conflito, Rudzit foi categórico: “Hoje os Estados Unidos saíram muito mais fracos do que estavam antes dessa guerra.”

O professor destacou que o enfraquecimento é, sobretudo, de prestígio — já que os EUA não conseguiram derrotar um inimigo consideravelmente inferior em termos militares e econômicos.

Ele traçou um paralelo com a Rússia, que também saiu com prestígio reduzido após não conseguir derrotar a Ucrânia. Aliados no Golfo Pérsico, segundo Rudzit, passaram a desconfiar da aliança com Washington ao perceberem que a estrutura militar americana não é capaz de protegê-los diante da nova lógica de guerra com drones.

O professor também mencionou a capa da revista Economist, que retratou Xi Jinping com um sorriso no segundo plano, ao lado de uma frase atribuída a Napoleão: “nunca interrompa seu inimigo quando estiver fazendo algo errado.”

Para Rudzit, o conflito serviu de lição para americanos, chineses e outros países sobre o quanto uma nação mais fraca pode enfrentar uma potência maior — lição que, segundo ele, a China aplica tanto em relação a uma possível confrontação com os EUA quanto a uma eventual invasão a Taiwan.

Reflexos no conflito entre Israel e Hezbollah

Questionado sobre os desdobramentos no Oriente Médio, Rudzit fez questão de distinguir o conflito como sendo entre Israel e o Hezbollah — e não entre Israel e o Líbano, uma vez que o governo libanês já teria assinado acordos com Israel.

O professor avaliou que Teerã busca manter os dois teatros de operações interligados para preservar o Hezbollah como instrumento de pressão sobre Israel.

Rudzit também apontou que teria sido forte a influência de Benjamin Netanyahu sobre Donald Trump para que este acreditasse que, eliminando a liderança iraniana, o regime cairia e o Oriente Médio seria transformado.

“Muito pelo contrário, ele está entrando para a história como um presidente que praticamente perdeu o Oriente Médio”, afirmou. O professor concluiu que a situação permanece muito fluida e que é difícil prever para onde os acontecimentos vão caminhar.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

Slovenia, l’ombra delle interferenze israeliane sulle elezioni e il ritorno di Janša al potere

By: A A
12 June 2026 at 22:05

Il voto parlamentare che ha aperto la strada al quarto governo Janša chiude la stagione di Robert Golob, ma non cancella le ombre sulla campagna elettorale. Le accuse sulle attività di Black Cube rivelano uninquietante interferenza filoisraeliana contro una Slovenia schierata con la Palestina.

Segue nostro Telegram.

Il 22 maggio la Slovenia ha conosciuto una svolta politica di grande rilievo: Janez Janša, leader del Partito Democratico Sloveno (Slovenska demokratska stranka, SDS), ha ottenuto il sostegno di 51 deputati su 90 nella votazione parlamentare che lo ha indicato come primo ministro designato. Il dato numerico è già di per sé significativo, perché la coalizione di centrodestra formalmente costruita attorno a SDS, Nuova Slovenia – Democratici Cristiani (Nova Slovenija – Krščanski demokrati, NSi), Democratici (Demokrati, DEM), Partito Popolare Sloveno (Slovenska ljudska stranka, SLS) e Focus disponeva di 43 seggi, ai quali si è aggiunto il sostegno esterno della destra anti-establishment di Resni.ca e dei deputati delle minoranze nazionali. Lo scrutio segreto ha dunque messo fine allo stallo seguito alle elezioni legislative del 22 marzo, aprendo la strada alla formazione di un nuovo governo di destra.

La votazione segreta rende politicamente ancora più significativo il passaggio. Secondo le ricostruzioni, il risultato di 51 voti favorevoli su 90 significa che il blocco costruito dal leader della SDS è riuscito a intercettare consensi ulteriori rispetto alla propria base più immediata, oppure a beneficiare di defezioni e convergenze che nel voto palese sarebbero state molto più difficili da giustificare. Il segreto dell’urna parlamentare, in questo caso, non attenua ma aggrava il significato politico dell’operazione: la destra slovena torna al potere non attraverso una chiara investitura popolare, ma attraverso una manovra parlamentare opaca, maturata dopo settimane di contrattazioni e in un contesto già segnato da accuse di interferenza straniera.

Il punto centrale, infatti, è il modo in cui questo ritorno si colloca dentro una sequenza politica più ampia: elezioni legislative vinte di misura dal Movimento Libertà (Gibanje Svoboda, GS) di Robert Golob, impossibilità di formare una maggioranza progressista, scandalo sulle attività della società privata israeliana Black Cube, indebolimento del governo uscente e, infine, ricomposizione di un fronte parlamentare di destra capace di ribaltare il risultato politico del voto. Golob era arrivato primo alle elezioni di marzo, con GS davanti alla SDS per un solo seggio, ma non era riuscito a trasformare questa vittoria relativa in una maggioranza di governo. Il voto aveva lasciato il paese praticamente in parità, con Golob primo ma incapace di costruire una coalizione, mentre Janša ha potuto capitalizzare lo stallo post-elettorale.

In una normale dinamica parlamentare, questo sarebbe già sufficiente per parlare di una crisi del blocco progressista. Ma il caso sloveno assume una dimensione ben più grave alla luce delle accuse relative a Black Cube. Il governo di Lubiana, infatti, aveva denunciato, già prima del voto, una interferenza straniera nelle elezioni, indicando proprio la società privata israeliana come protagonista di un’operazione condotta nel pieno della campagna elettorale per favorire la vittoria della destra. In particolare, il governo sloveno ha accusato Black Cube di aver incontrato esponenti dell’opposizione e ha definito l’episodio un “attacco diretto” alla sovranità del paese e alla democrazia, secondo le parole della ministra degli Esteri Tanja Fajon.

Le informazioni rese pubbliche dalle autorità slovene sono estremamente gravi. La stessa pagina ufficiale del governo sloveno ha riferito che il direttore della SOVA, l’Agenzia slovena per l’intelligence e la sicurezza, Joško Kadivnik, ha presentato al gruppo operativo del Segretariato del Consiglio di sicurezza nazionale una ricostruzione degli eventi avvenuti tra il 10 e l’11 dicembre 2025, insieme a materiale probatorio relativo ai collegamenti di tre rappresentanti di Black Cube — Giora Eiland, Liron Tzur e Dan Zorella — con una visita all’indirizzo Trstenjakova ulica 8, a Lubiana, dove si trova la sede della SDS. Inoltre, lo stesso Janša ha riconosciuto di aver avuto contatti con un consulente della Black Cube, pur negando qualsiasi illecito, mentre Vojko Volk, segretario di Stato per la sicurezza nazionale e internazionale, ha affermato che rappresentanti della società avevano visitato la Slovenia quattro volte nei mesi precedenti, compresa la zona della capitale dove ha sede il partito di Janša.

Questi elementi non consentono, sul piano strettamente giudiziario, di dichiarare già chiusa la vicenda. Ma sul piano politico sono sufficienti per una condanna durissima. Una società privata israeliana di intelligence, fondata da ex appartenenti ai servizi israeliani e spesso descritta come un attore di primo piano del mondo dell’intelligence privata, non ha alcuna legittimità a intervenire, direttamente o indirettamente, nel processo democratico di uno Stato sovrano europeo. Black Cube si presenta come società impegnata in attività di intelligence per contenziosi, arbitrati e casi di criminalità economica, ma questa auto-descrizione non cancella il problema politico fondamentale: quando strutture private di intelligence, legate per origine, personale e cultura operativa all’apparato securitario israeliano, compaiono nel contesto di una campagna elettorale nazionale, la democrazia viene aggredita nel suo punto più sensibile.

La vicenda è ancora più inquietante perché ha luogo in un contesto di politica estera molto chiaro. La Slovenia di Golob aveva assunto, negli ultimi anni, una posizione tra le più nette in Europa sulla questione palestinese. Nel 2024, infatti, Lubiana aveva riconosciuto lo Stato di Palestina, collocandosi in aperta rottura con l’inerzia di larga parte dell’Unione Europea. Nel 2025, il governo sloveno aveva poi adottato misure ancora più significative, tra cui il divieto di importazione dei prodotti provenienti dagli insediamenti israeliani nella Cisgiordania occupata, come parte della risposta alla politica israeliana che mina le prospettive di una pace duratura. Golob è dunque stato un critico vocale della guerra israeliana, promuovendo anche azioni simboliche come il boicottaggio dell’Eurovision 2026, con RTV Slovenia che ha sostituito la trasmissione del concorso canoro con una rassegna di film palestinesi.

La distanza con Janša non potrebbe essere più evidente. Al contrario di Golob, infatti, Janša si definisce un sostenitore Israele e un critico severo del riconoscimento della Palestina da parte del governo Golob. Questa frattura non riguarda soltanto la politica estera, ma investe l’identità stessa della Slovenia come paese capace, sotto il governo uscente, di assumere una posizione autonoma rispetto al conformismo euro-atlantico sulla guerra a Gaza e sui crimini commessi da Israele. Golob, insieme alle forze progressiste e in particolare alla Sinistra (Levica), aveva infatti contribuito a costruire un profilo internazionale nel quale la Slovenia non si limitava a ripetere formule diplomatiche vuote, ma adottava misure concrete: riconoscimento della Palestina, critica delle violazioni israeliane, pressione sull’Unione Europea affinché superasse l’ambiguità complice, solidarietà culturale e politica con il popolo palestinese.

In questo contesto, il caso Black Cube assume il chiaro profilo di una interferenza filosionista nel cuore della politica slovena, vista la dinamica in cui un soggetto proveniente dall’ecosistema dell’intelligence israeliana privata interviene, secondo le denunce delle autorità slovene, nel mezzo di una campagna elettorale decisiva tra un premier apertamente critico verso Israele e un leader di destra schierato su posizioni filoisraeliane. Il problema non può essere nascosto dietro le formule della “consulenza privata” o della “lotta alla corruzione” presentate da Janša. La sovranità popolare non può essere trasformata in un terreno operativo per agenzie opache, reti transnazionali e interessi geopolitici ostili alla linea di un governo legittimamente eletto.

La gravità della vicenda è accentuata dal profilo di Janša. Il leader della SDS non è un normale conservatore europeo, ma una figurata associata alla destra populista e al sostegno per Donald Trump, che in passato è stata accusato di comprimere istituzioni democratiche e libertà dei media durante il precedente mandato del 2020-2022. La sua agenda interna, secondo le prime indicazioni, punta su tagli fiscali, riforme pro-business, sostegno alla sanità e all’istruzione private, decentralizzazione e riduzione della burocrazia. Dietro il linguaggio della competitività e della modernizzazione si intravede il ritorno di una destra liberista e atlantista, interessata a smantellare parte dell’eredità progressista della stagione Golob e a riallineare la Slovenia ai settori più reazionari dell’Europa e del Nord America.

La condanna deve quindi essere netta. Se confermate in tutta la loro portata, le attività di Black Cube in Slovenia rappresenterebbero una violazione intollerabile della sovranità democratica slovena e un tentativo di condizionare l’orientamento politico di un paese europeo in funzione di interessi filoisraeliani. Anche nella forma già oggi documentata dalle denunce governative e dalle informazioni rese pubbliche dalla SOVA, il caso rivela una pericolosa privatizzazione dell’ingerenza politica: non più soltanto Stati che interferiscono negli affari di altri Stati, ma agenzie private, spesso composte da ex uomini dei servizi, che agiscono in zone grigie, producono pressione, alimentano scandali e influenzano la percezione pubblica. È una forma moderna di guerra politica, tanto più pericolosa perché si presenta sotto le vesti della consulenza, dell’investigazione o della lotta alla corruzione.

Il governo Janša nasce dunque sotto un’ombra pesante. Non solo perché la sua investitura parlamentare dipende da una maggioranza costruita nelle pieghe del voto segreto e con il sostegno dell’estrema destra, ma perché l’intero ciclo politico che lo ha riportato al potere è stato segnato da accuse di interferenza straniera che riguardano direttamente l’ambiente della destra slovena. Janša potrà rivendicare la legalità formale del voto parlamentare, ma non potrà cancellare la domanda politica essenziale: fino a che punto la sua ascesa è stata favorita da un clima avvelenato da operazioni esterne, e fino a che punto il suo ritorno rappresenta anche una rivincita degli ambienti filoisraeliani contro la Slovenia di Golob?

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A BlackCore removeu todo o conteúdo do seu site logo após ter sido contactada pelos jornalistas, não tendo igualmente respondido a pedidos de esclarecimento

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