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Lula encontra premiê do Japão no G7 e fala sobre acordo com o Mercosul

16 June 2026 at 12:19

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontrou com a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, em uma reunião bilateral na Cúpula do G7 na França, nesta terça-feira (16).

Lula falou que espera anunciar a abertura de negociações entre Japão e Mercosul na próxima reunião do bloco, em 30 de junho.

“Eu fico muito feliz com essa perspectiva virtuosa de um acordo Japão-Mercosul. Nós estamos aguardando isso, com muita intensidade. Eu espero que na próxima reunião do Mercosul, dia 30 de junho, a gente possa ter boas notícias”, disse o presidente. 

 

BC do Japão eleva taxa de juros ao maior nível em 31 anos

16 June 2026 at 11:30

O Banco do Japão elevou a taxa de juros para o ​maior patamar em 31 anos nesta terça-feira (16), marcando mais ​um passo decisivo na normalização da política monetária, com foco em conter as pressões inflacionárias decorrentes do choque energético causado pela guerra no Oriente Médio.

O aumento foi o primeiro desde dezembro e alinha o Banco do Japão com outros bancos centrais que estão adotando uma política monetária mais restritiva para combater a inflação, incluindo o Banco Central Europeu.

O vice-presidente Shinichi Uchida reconheceu o recente acordo de paz entre os ⁠EUA e o Irã, que descreveu ​como uma “medida bem-vinda”, mas observou riscos inflacionários persistentes.

“Em comparação com a reunião anterior, o ​risco de uma deterioração acentuada da economia diminuiu. Por outro lado, os aumentos de preços estão ⁠se generalizando e há o risco de que ⁠a inflação subjacente se desvie de nossa meta”, disse Uchida em uma coletiva ​de ‌imprensa realizada em nome do presidente Kazuo Ueda, que não compareceu à reunião por motivos de saúde.

Em ⁠um movimento amplamente esperado, o banco central decidiu elevar sua taxa de juros de curto prazo de 0,75% para 1%, levando os custos dos empréstimos a níveis vistos pela última vez em 1995.

Em comunicado anunciando ‌a ⁠decisão, o Banco do ‌Japão afirmou que o risco de uma deterioração acentuada da economia japonesa devido ao conflito no Oriente Médio diminuiu graças aos avanços na obtenção de fontes alternativas de energia.

Por outro lado, as perspectivas de ⁠preços merecem atenção, já que as empresas estavam repassando ⁠os custos crescentes do petróleo umas às outras em um “ritmo relativamente rápido”, o que pode elevar os preços ao consumidor ‌em uma ampla gama de itens, afirmou.

“Levando em conta que as expectativas de inflação de médio e longo prazo também continuaram a aumentar, há o risco de a inflação subjacente se desviar para acima de nossa meta de preços”, afirmou o banco central.

A decisão foi tomada por 7 ‌votos a 1. Toichiro Asada, que ingressou na diretoria em abril como o primeiro membro escolhido a dedo pela primeira-ministra Sanae Takaichi, discordou da visão de que os riscos de queda para ⁠o crescimento decorrentes do conflito no Oriente Médio eram maiores do que os riscos de inflação.

O Banco do Japão também decidiu suspender seu programa de redução gradual de compras de títulos a partir de ​abril do próximo ano e continuar a comprar cerca de 2 trilhões de ienes (US$ 12,5 bilhões) em ​títulos do governo japonês por mês.

Ele descontinuará a prática de realizar uma revisão anual de seu plano de redução de compras de títulos, mas permanecerá pronto para ajustar o ritmo das compras, se necessário, em futuras reuniões de política monetária.

Disparada do petróleo: Veja medidas que países estão adotando contra preços

Bolsas da Ásia fecham mistas; Nikkei atinge recorde após BoJ elevar juro

16 June 2026 at 11:23

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta terça-feira (16), com o índice japonês Nikkei chegando a superar brevemente a marca de 70 mil pontos pela primeira vez, antes de o BoJ (Banco do Japão) elevar sua taxa de juros em 25 pontos-base, para 1%, o maior patamar em três décadas.

O Nikkei subiu 0,13% em Tóquio, a 69.404,50 pontos, novo recorde de fechamento, enquanto o sul-coreano Kospi avançou 2,11% em Seul, a 8.726,60 pontos. Em outras partes da Ásia, o Taiex registrou ganho de 0,91% em Taiwan, a 45.809,19 pontos, e o Hang Seng caiu 1,40% em Hong Kong, a 24.493,95 pontos.

No Japão, a ação do aplicativo de transporte Go saltou 10% na estreia em Tóquio, após a maior IPO (oferta pública inicial) do país neste ano.

Na China continental, o Shanghai Composto teve leve baixa de 0,11%, a 4.091,89 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 1,02%, a 2.817,80 pontos.

Investidores na Ásia também seguem na expectativa de que Estados Unidos e Irã assinem até o fim da semana um acordo de paz provisório, anunciado no domingo (14), para encerrar a guerra no Oriente Médio, iniciada há três meses e meio.

A perspectiva de que o acordo leve à reabertura do Estreito de Ormuz – por onde transita cerca de 20% do petróleo mundial – mantém a commodity em baixa. No fim da madrugada, o Brent caía mais de 2%, para cerca de US$ 81 por barril.

Além do BoJ, que também decidiu reduzir as compras de títulos da dívida pública do Japão, o Fed (Federal Reserve) e o BoE (Banco da Inglaterra) anunciam decisões de juros nesta semana, amanhã e na quinta-feira (18), respectivamente.

Na Oceania, a bolsa da Austrália ficou praticamente estável, com alta marginal de 0,04% do índice S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.917,70 pontos.

Disparada do petróleo: Veja medidas que países estão adotando contra preços

Banco do Japão sobe taxas de juro para nível mais elevado em 31 anos

16 June 2026 at 08:57

O Banco Central do Japão (BoJ) decidiu subir as taxas de juro em 25 pontos base, esta terça-feira, para 1%, o nível mais elevado em 31 anos. A decisão teve sete votos favoráveis e um voto a defender a manutenção das taxas de juro. Esta é a primeira subida desde dezembro e a primeira vez desde 1995 que a taxa chega a 1%. O banco central asiático confirmou também que iria abrandar o ritmo de compra de obrigações em cerca de 200 biliões de yen (mil milhões de euros) por trimestre, assinalou a CNBC.

O estrategista da região Ásia-Pacífico da J.P. Morgan Asset Management, Tai Hui, citado pela CNBC, apesar de sublinhar que esta subida dos juros já ser esperada, destacou que o grande apoio do banco central a este aumento indica que o conselho está mais atento às “preocupações com a inflação do que com o crescimento”.

Tai Hui referiu também que a reabertura do Estreito de Ormuz, deve diminuir a incerteza sobre os choques de oferta para o Japão, sublinhando que a reabertura deste canal também deu ao banco central asiático “mais confiança” para retomar a normalização da política monetária.

No domingo as forças norte-americanas e iranianas confirmaram a existência de um entendimento para colocar fim ao conflito. Isto fez as bolsas subirem, os preços do petróleo caírem, e o ouro e a prata subirem, no decorrer da sessão de segunda-feira. No âmbito desse acordo seria reaberto o Estreito de Ormuz num prazo de 30 dias e colocado um fim ao bloqueio dos Estados Unidos ao Irão. Além disso foi estabelecido um prazo de 60 dias de negociações entre os dois países, prolongando-se o cessar-fogo.

O banco central asiático destacou também a influência que a subida do petróleo, por via do conflito no Médio Oriente, tem tido na economia japonesa.

“No entanto, a transmissão dos preços decorrentes da subida do crude tem ocorrido a um ritmo relativamente acelerado nas transações entre empresas, o que pode estender-se a um aumento dos preços no consumidor numa vasta gama de artigos”, referiu o BoJ, em declarações transcritas pela CNBC.

E já há quem acredita que a subida das taxas de juro devem continuar até 2027.

“Com o Banco a alertar para os riscos ascendentes para a inflação, esperamos que volte a aumentar as taxas na sua reunião de outubro e as eleve para 2,0% até ao final do próximo ano”, avançaram os analistas da Capital Economics, em nota transcrita pela publicação financeira Investing. A previsão destes analistas é que o BoJ continue a subida das taxas de juro deixando-as nos 1,75% até final de 2027.

Com etapa final animada, Japão e Holanda empatam pelo Grupo F da Copa

Logo Agência Brasil

O Grupo F da Copa do Mundo iniciou com um jogo movimentado em Dallas, nos Estados Unidos. Neste domingo (14), Japão e Holanda empataram por 2 a 2, com os quatro gols saindo na etapa final da partida.

Tanto a Laranja Mecânica, apelido da equipe holandesa, como os Samurais Azuis, como são conhecidos os japoneses, somam um ponto cada. As seleções de Suécia e Tunísia, que se enfrentam ainda neste domingo, às 23h (horário de Brasília), no El Gigante de Acero, em Monterrey (México), completam a chave.

Notícias relacionadas:

As seleções que se classificarem em primeiro ou segundo lugares no Grupo F podem entrar no caminho do Brasil. Para isso, a equipe verde e amarela também deve avançar como líder ou vice de sua chave.

O jogo

Apesar do placar em branco, o primeiro tempo em Dallas foi movimentado. A Holanda teve mais posse da bola (59%) e obrigou Zion Suzuki trabalhar três vezes. A melhor chance da Laranja Mecânica foi logo aos dois minutos, com o atacante Donyell Malen, que girou em cima da marcação dentro da área e chutou para grande defesa do goleiro japonês.

Com a estratégia clara de explorar os contra-ataques, a seleção asiática tentava acelerar a troca de passes quando tinha a posse da bola. Não à toa, cometeu mais erros forçados (dez a seis). Nas vezes em que conseguiu chegar à área holandesa, os chutes do lateral-esquerdo Keito Nakamura e do atacante Ayase Ueda foram na rede pelo lado de fora.

Os europeus retornaram melhores do intervalo, enfim tirando o zero do placar. Aos cinco minutos do segundo tempo, na sequência de uma cobrança de escanteio que a zaga afastou parcialmente, o volante Ryan Gravenberch dominou na intermediária e levantou na área para o zagueiro Virgil Van Dijk, de cabeça, acertar o canto esquerdo de Suzuki.

Em meio a pressão da Holanda em busca de ampliar a vantagem, o Japão conseguiu uma escapada pela esquerda e deixou tudo igual. Seis minutos após o gol de Van Dijk, Nakamura tabelou com o meia Takefusa Kubo, entrou na área e bateu no canto. O chute ainda desviou no zagueiro Jan Paul Van Hecke e saiu do alcance do goleiro Bart Verbruggen.

A Laranja Mecânica, porém, não demorou a retomar a dianteira no marcador. Aos 18, em jogada trabalhada pelo meio, Gravenberch encontrou Crysencio Summerville pela direita. O atacante, que nunca havia sido convocado para a seleção do país antes da Copa, entrou na área e arrematou cruzado, acertando o cantinho do goleiro japonês.

À medida que as substituições foram sendo feitas, o Japão ganhou terreno e passou a ocupar o campo holandês, ainda que com dificuldades para concluir. O atacante Memphis Depay, do Corinthians, foi um dos que entraram em campo, aos 24 minutos, mas o camisa 10 pouco ajudou e ainda recebeu cartão amarelo.

A insistência dos Samurais Azuis acabou dando resultado. Aos 43, após escanteio cobrado pelo meia Junya Itu, o atacante Koki Ogawa ganhou pelo alto. A cabeçada desviou em Daichi Kamada e foi para as redes, definindo o placar em Dallas. O gol foi dado ao volante japonês.

Os holandeses, que pareciam confortáveis com a vantagem mínima, se abateram com o empate. Tentaram uma reação, mas nada puderam fazer. Após o apito final, a festa japonesa em campo contrastava com a frustração laranja.

Pela segunda rodada, a Holanda segue nos Estados Unidos para encarar a Suécia no sábado que vem (20), às 14h, em Houston. Já o Japão vai para o México enfrentar a Tunísia em Monterrey. A bola rola a partir de 1h do próximo domingo (21).

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O Grupo F da Copa do Mundo iniciou com um jogo movimentado em Dallas, nos Estados Unidos. Neste domingo (14), Japão e Holanda empataram por 2 a 2, com os quatro gols saindo na etapa final da partida.

Tanto a Laranja Mecânica, apelido da equipe holandesa, como os Samurais Azuis, como são conhecidos os japoneses, somam um ponto cada. As seleções de Suécia e Tunísia, que se enfrentam ainda neste domingo, às 23h (horário de Brasília), no El Gigante de Acero, em Monterrey (México), completam a chave.

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Apesar do placar em branco, o primeiro tempo em Dallas foi movimentado. A Holanda teve mais posse da bola (59%) e obrigou Zion Suzuki trabalhar três vezes. A melhor chance da Laranja Mecânica foi logo aos dois minutos, com o atacante Donyell Malen, que girou em cima da marcação dentro da área e chutou para grande defesa do goleiro japonês.

Com a estratégia clara de explorar os contra-ataques, a seleção asiática tentava acelerar a troca de passes quando tinha a posse da bola. Não à toa, cometeu mais erros forçados (dez a seis). Nas vezes em que conseguiu chegar à área holandesa, os chutes do lateral-esquerdo Keito Nakamura e do atacante Ayase Ueda foram na rede pelo lado de fora.

Os europeus retornaram melhores do intervalo, enfim tirando o zero do placar. Aos cinco minutos do segundo tempo, na sequência de uma cobrança de escanteio que a zaga afastou parcialmente, o volante Ryan Gravenberch dominou na intermediária e levantou na área para o zagueiro Virgil Van Dijk, de cabeça, acertar o canto esquerdo de Suzuki.

Em meio a pressão da Holanda em busca de ampliar a vantagem, o Japão conseguiu uma escapada pela esquerda e deixou tudo igual. Seis minutos após o gol de Van Dijk, Nakamura tabelou com o meia Takefusa Kubo, entrou na área e bateu no canto. O chute ainda desviou no zagueiro Jan Paul Van Hecke e saiu do alcance do goleiro Bart Verbruggen.

A Laranja Mecânica, porém, não demorou a retomar a dianteira no marcador. Aos 18, em jogada trabalhada pelo meio, Gravenberch encontrou Crysencio Summerville pela direita. O atacante, que nunca havia sido convocado para a seleção do país antes da Copa, entrou na área e arrematou cruzado, acertando o cantinho do goleiro japonês.

À medida que as substituições foram sendo feitas, o Japão ganhou terreno e passou a ocupar o campo holandês, ainda que com dificuldades para concluir. O atacante Memphis Depay, do Corinthians, foi um dos que entraram em campo, aos 24 minutos, mas o camisa 10 pouco ajudou e ainda recebeu cartão amarelo.

A insistência dos Samurais Azuis acabou dando resultado. Aos 43, após escanteio cobrado pelo meia Junya Itu, o atacante Koki Ogawa ganhou pelo alto. A cabeçada desviou em Daichi Kamada e foi para as redes, definindo o placar em Dallas. O gol foi dado ao volante japonês.

Os holandeses, que pareciam confortáveis com a vantagem mínima, se abateram com o empate. Tentaram uma reação, mas nada puderam fazer. Após o apito final, a festa japonesa em campo contrastava com a frustração laranja.

Pela segunda rodada, a Holanda segue nos Estados Unidos para encarar a Suécia no sábado que vem (20), às 14h, em Houston. Já o Japão vai para o México enfrentar a Tunísia em Monterrey. A bola rola a partir de 1h do próximo domingo (21).

As 10 atrações turísticas mais dececionantes do mundo

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13 June 2026 at 20:30
Reino Unido e Canadá surgem como os países com maior percentagem de atrações dececionantes, seguidos dos EUA. Mas um dececionante parque espanhol também entra no Top 10. Toda a gente que já viajou sabe que nem todas as atrações turísticas que entram nas típicas listas de visitas “a não falhar” correspondem às expectativas. Um novo estudo da Radical Storage, rede internacional de armazenamento de bagagem, analisou quase 100 mil avaliações de visitantes a locais icónicos em todo o mundo e concluiu que multidões, preços elevados, acessos difíceis e experiências abaixo da fama continuam a estragar a visita a alguns dos

Japão aposta na IA para combater máximos históricos de suicídio infantil

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11 June 2026 at 13:40
No ano passado, registaram-se 538 suicídios entre estudantes do ensino primário, secundário e universitário, o número mais elevado desde que os dados começaram a ser recolhidos em 1980. O Governo japonês aprovou esta terça-feira um plano de ação para tentar reduzir os números recorde de suicídio infantil registados no país, incluindo medidas de conciliação familiar e uso de inteligência artificial (IA) para identificar riscos. “O suicídio infantil e juvenil é um problema grave que deve ser levado muito a sério”, declarou a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, citada pela agência local Kyodo. A dirigente presidiu a reunião do Conselho para a

Parcerias e Negócios anuncia parceria com a Diáspora Lusa para aproximar empresários portugueses no mundo

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