Argentina’s World Cup Sticker Albums Are a Low-Tech Craze Immune to the Digital Revolution

© Anita Pouchard Serra for The New York Times


© Anita Pouchard Serra for The New York Times
Rosmalen, Países Bajos, 10 jun (Prensa Latina) La tenista argentina Solana Sierra, última representante latinoamericana en la justa, tendrá hoy su primera presentación en el torneo de Hertogenbosch ante la francesa Lois Boisson.
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Kansas City, EEUU, 10 jun (Prensa Latina) Argelia disputará hoy aquí su último partido amistoso de fútbol antes de la Copa Mundial de Estados Unidos, Canadá y México frente a Bolivia.
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La primera vez que Irán estuvo en el centro de una crisis energética global fue en 1979, y no terminó bien para las economías emergentes. Con la caída del sha y el triunfo de la revolución islámica, el precio internacional del petróleo se multiplicó por dos en un año, obligando a las autoridades monetarias de EE UU y otros países centrales a subir los tipos para combatir la inflación. A los emergentes les afectó por partida triple: además de lidiar con su propia inflación, la subida de intereses les dificultaba el pago de la deuda en moneda extranjera justo cuando el encarecimiento de la energía les hacía un agujero en la balanza comercial, reduciendo su capacidad de generar divisas. Fue el inicio de lo que en regiones como América Latina se llamó la década perdida.

© Lucas Mukasa (Anadolu / Getty Images) (EL PAÍS)
Por declarações e ações de marketing aqui e ali, tudo aponta que a Copa, sediada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, será a derradeira na carreira dos dois, que ainda perseguem alguns objetivos, um deles em comum.
Os dois empilharam títulos do principal torneio de clubes do mundo: CR7 soma cinco (quatro pelo Real e um pelo United) e Messi tem quatro (todos pelo Barcelona). Também monopolizaram as premiações individuais: são oito troféus de melhor do mundo para o argentino e cinco para o português.
Em sua próprias seleções nacionais, o sucesso demorou a vir. Cristiano Ronaldo conseguiu o primeiro título europeu de Portugal em 2016, enquanto Messi teve que esperar outros cinco anos para vencer o primeiro, a Copa América de 2021.
Como não poderia deixar de ser, a Copa do Mundo também é um capítulo à parte na rivalidade dos dois, porém com clara superioridade de Messi. O argentino bateu na trave em 2014, mas quatro anos depois tirou a Argentina da fila com um título mundial , que encerrou um jejum de 36 anos. Além disso, soma 13 gols e está a apenas três de igualar o alemão Miroslav Klose, o maior artilheiro das Copas.
Cristiano Ronaldo pode ostentar o recorde de ter marcado gols em cinco copas, todas que atuou (2006, 2010, 2014, 2018 e 2022). No entanto, o mais longe que chegou foi justamente na primeira participação, em 2006, quando os portugueses pararam na semifinal. O atacante soma "apenas" oito gols, com algumas participações discretas no currículo. Um título na última participação seria histórico.
Já no crepúsculo de suas carreiras, CR7 (atualmente, no Al-Nassr, da Arábia Saudita), de 41 anos, e Messi (Inter Miami, dos EUA), de 38 - completa 39 no meio da Copa - ainda buscam um objetivo raro. Ambos estão na corrida pelo gol de número 1.000 nas carreiras. Faltam 27 para o português e 90 para o argentino. A histórica marca certamente não virá na Copa, mas o torneio pode acrescentar mais uma memória a duas carreiras marcantes.
A Argentina é cabeça de chave do grupo J, que tem ainda Argélia, Jordânia e Áustria. Já Portugal, encabeça o grupo K, tem como adversários na fase de grupos as seleções de Colômbia, República Democrática do Congo e Uzbequistão. Caso confirmem o favoritismo alcançando o primeiro lugar de seus grupos e avancem à fase mata-mata, Portugal e Argentina se encontrarão nas quartas de final. Se um deles não liderar seu respectivo grupo e passar de fase em outra posição, o "tira-teima" final pode ocorrer inclusive na final valendo o título. O que, considerando a trajetória das carreiras, seria um desfecho bem característico.
Por declarações e ações de marketing aqui e ali, tudo aponta que a Copa, sediada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, será a derradeira na carreira dos dois, que ainda perseguem alguns objetivos, um deles em comum.
Os dois empilharam títulos do principal torneio de clubes do mundo: CR7 soma cinco (quatro pelo Real e um pelo United) e Messi tem quatro (todos pelo Barcelona). Também monopolizaram as premiações individuais: são oito troféus de melhor do mundo para o argentino e cinco para o português.
Em sua próprias seleções nacionais, o sucesso demorou a vir. Cristiano Ronaldo conseguiu o primeiro título europeu de Portugal em 2016, enquanto Messi teve que esperar outros cinco anos para vencer o primeiro, a Copa América de 2021.
Como não poderia deixar de ser, a Copa do Mundo também é um capítulo à parte na rivalidade dos dois, porém com clara superioridade de Messi. O argentino bateu na trave em 2014, mas quatro anos depois tirou a Argentina da fila com um título mundial , que encerrou um jejum de 36 anos. Além disso, soma 13 gols e está a apenas três de igualar o alemão Miroslav Klose, o maior artilheiro das Copas.
Cristiano Ronaldo pode ostentar o recorde de ter marcado gols em cinco copas, todas que atuou (2006, 2010, 2014, 2018 e 2022). No entanto, o mais longe que chegou foi justamente na primeira participação, em 2006, quando os portugueses pararam na semifinal. O atacante soma "apenas" oito gols, com algumas participações discretas no currículo. Um título na última participação seria histórico.
Já no crepúsculo de suas carreiras, CR7 (atualmente, no Al-Nassr, da Arábia Saudita), de 41 anos, e Messi (Inter Miami, dos EUA), de 38 - completa 39 no meio da Copa - ainda buscam um objetivo raro. Ambos estão na corrida pelo gol de número 1.000 nas carreiras. Faltam 27 para o português e 90 para o argentino. A histórica marca certamente não virá na Copa, mas o torneio pode acrescentar mais uma memória a duas carreiras marcantes.
A Argentina é cabeça de chave do grupo J, que tem ainda Argélia, Jordânia e Áustria. Já Portugal, encabeça o grupo K, tem como adversários na fase de grupos as seleções de Colômbia, República Democrática do Congo e Uzbequistão. Caso confirmem o favoritismo alcançando o primeiro lugar de seus grupos e avancem à fase mata-mata, Portugal e Argentina se encontrarão nas quartas de final. Se um deles não liderar seu respectivo grupo e passar de fase em outra posição, o "tira-teima" final pode ocorrer inclusive na final valendo o título. O que, considerando a trajetória das carreiras, seria um desfecho bem característico.

Avanzada la tarde, saltó la sorpresa. Cuando en el Real Madrid todas las miradas apuntaban a centrocampistas como Vitinha o Joao Neves, e incluso a virtuosos atacantes como Michael Olise, el “gran jugador” al que había hecho referencia Florentino Pérez al prometer el “mayor traspaso” de la historia del club blanco —una oferta agendada por él mismo para este martes durante los últimos días de la campaña electoral a la presidencia del club blanco— era Julián Alvarez, delantero centro del Atlético de Madrid.

© Borja Sánchez-Trillo (EFE)
Após uma trajetória emocionante que culminou com o título no Mundial do Catar, em 2022, a equipe comandada pelo técnico Lionel Scaloni fez um bom ciclo (com a conquista dos títulos das Eliminatórias Sul-Americanas e da Copa América de 2024) e é apontada como uma das grandes candidatas a ficar com o título (ao lado de França e Espanha) na competição que terá como sedes os EUA, o Canadá e o México.
Notícias relacionadas:
🎯 Another piece of Lionel Messi magic!#WeAre26 | #FIFAWorldCup pic.twitter.com/2NrcHljpf3 — FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) September 8, 2023
- Argentina conquista o tricampeonato mundial e consagra Lionel Messi.
- Messi se isola como jogador com mais partidas em Copas do Mundo.
- Ancelotti diz que Brasil pode competir com melhores equipes do mundo.
Já aos 38 anos de idade, Messi continua sendo o grande nome da seleção de seu país, mas agora depende ainda mais de uma equipe que possa colocá-lo em boas condições de desiquilibrar os jogos. Para isto nomes como os dos meio-campistas Enzo Fernández, do Chelsea (Inglaterra), e Alexis Mac Allister, do Liverpool (Inglaterra), têm papel fundamental.
Outras peças importantes da equipe são o experiente goleiro Emiliano Martínez, do Aston Villa (Inglaterra), e o talentoso atacante Julián Alvarez, formado no River Plate (Argentino) e que, após passagem pelo Manchester City (Inglaterra), agora defende o Atlético de Madrid (Espanha).
Argentina's moment. 🏆#FIFAWorldCup pic.twitter.com/rAWuwPC88W
— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) December 18, 2025
A segunda força do Grupo J é a Argélia. A equipe africana disputa um Mundial pela quinta vez em sua história (após as presenças em 1982, 1986, 2010 e 2014). E a Copa disputada no Brasil foi o palco da melhor campanha das Raposas do Deserto, as oitavas de final.
O técnico bósnio Vladimir Petkovic tem em seu plantel peças interessantes. O primeiro é o goleiro Luca Zidane, filho do craque francês Zinédine Zidane. O experiente Riyad Mahrez, ponta do Al-Ahli (Arábia Saudita) com passagem marcante pelo Manchester City (Inglaterra), e o lateral-esquerdo Rayan Aït-Nouri, do Manchester City, também podem desequilibrar.
🇩🇿 Algeria.
— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) April 15, 2024
3️⃣5️⃣ games.
📆 November 18 2018 - January 16 2022. pic.twitter.com/kmOrhRVIwS
Quem também aparece como candidato a garantir uma vaga na segunda fase é a Áustria. A confiança em uma boa campanha vem na proposta de jogo adotada pelo técnico alemão Ralf Rangnick, baseada na pressão na defesa e nas transições em velocidade no ataque.
Austria have qualified for their first #FIFAWorldCup since 1998! 🇦🇹#WeAre26 pic.twitter.com/vExxJni3GG
— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) November 18, 2025
Em seu retorno à uma Copa após um intervalo de 28 anos, a Áustria aposta no volante Konrad Laimer, do Bayern de Munique (Alemanha), no meia Marcel Sabitzer, do Borussia Dortmund (Alemanha), e no experiente lateral David Alaba, do Real Madrid (Espanha).
Já o patinho feio da chave é a Jordânia, que defende um Mundial de seleções masculinas pela primeira vez na história. Sem nomes de grande destaque no panorama internacional, a equipe comandada pelo técnico marroquino Jamal Sellami tem a disciplina tática e a organização coletiva como suas maiores virtudes.
🇯🇴 Jordan have qualified for their first-ever #FIFAWorldCup!@aramco | #WeAre26 pic.twitter.com/uJZkrOPnZI
— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) June 5, 2025
Após uma trajetória emocionante que culminou com o título no Mundial do Catar, em 2022, a equipe comandada pelo técnico Lionel Scaloni fez um bom ciclo (com a conquista dos títulos das Eliminatórias Sul-Americanas e da Copa América de 2024) e é apontada como uma das grandes candidatas a ficar com o título (ao lado de França e Espanha) na competição que terá como sedes os EUA, o Canadá e o México.
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- Messi se isola como jogador com mais partidas em Copas do Mundo.
- Ancelotti diz que Brasil pode competir com melhores equipes do mundo.
Já aos 38 anos de idade, Messi continua sendo o grande nome da seleção de seu país, mas agora depende ainda mais de uma equipe que possa colocá-lo em boas condições de desiquilibrar os jogos. Para isto nomes como os dos meio-campistas Enzo Fernández, do Chelsea (Inglaterra), e Alexis Mac Allister, do Liverpool (Inglaterra), têm papel fundamental.
Outras peças importantes da equipe são o experiente goleiro Emiliano Martínez, do Aston Villa (Inglaterra), e o talentoso atacante Julián Alvarez, formado no River Plate (Argentino) e que, após passagem pelo Manchester City (Inglaterra), agora defende o Atlético de Madrid (Espanha).
Argentina's moment. 🏆#FIFAWorldCup pic.twitter.com/rAWuwPC88W
— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) December 18, 2025
A segunda força do Grupo J é a Argélia. A equipe africana disputa um Mundial pela quinta vez em sua história (após as presenças em 1982, 1986, 2010 e 2014). E a Copa disputada no Brasil foi o palco da melhor campanha das Raposas do Deserto, as oitavas de final.
O técnico bósnio Vladimir Petkovic tem em seu plantel peças interessantes. O primeiro é o goleiro Luca Zidane, filho do craque francês Zinédine Zidane. O experiente Riyad Mahrez, ponta do Al-Ahli (Arábia Saudita) com passagem marcante pelo Manchester City (Inglaterra), e o lateral-esquerdo Rayan Aït-Nouri, do Manchester City, também podem desequilibrar.
🇩🇿 Algeria.
— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) April 15, 2024
3️⃣5️⃣ games.
📆 November 18 2018 - January 16 2022. pic.twitter.com/kmOrhRVIwS
Quem também aparece como candidato a garantir uma vaga na segunda fase é a Áustria. A confiança em uma boa campanha vem na proposta de jogo adotada pelo técnico alemão Ralf Rangnick, baseada na pressão na defesa e nas transições em velocidade no ataque.
Austria have qualified for their first #FIFAWorldCup since 1998! 🇦🇹#WeAre26 pic.twitter.com/vExxJni3GG
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Em seu retorno à uma Copa após um intervalo de 28 anos, a Áustria aposta no volante Konrad Laimer, do Bayern de Munique (Alemanha), no meia Marcel Sabitzer, do Borussia Dortmund (Alemanha), e no experiente lateral David Alaba, do Real Madrid (Espanha).
Já o patinho feio da chave é a Jordânia, que defende um Mundial de seleções masculinas pela primeira vez na história. Sem nomes de grande destaque no panorama internacional, a equipe comandada pelo técnico marroquino Jamal Sellami tem a disciplina tática e a organização coletiva como suas maiores virtudes.
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— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) June 5, 2025
España se encuentra hoy ante una responsabilidad histórica. Durante años fue un país de referencia en la aplicación de la justicia universal, pura y absoluta, con causas que permitieron investigar crímenes cometidos, por ejemplo, en Chile y en Argentina. Esos procesos marcaron a toda una generación de abogados y enviaron un mensaje claro: ciertos crímenes, por su gravedad, no pueden quedar a resguardo detrás de una bandera o de una frontera. La jurisdicción universal, cuya justicia llegó a ejercer, fue una de las expresiones más audaces y valiosas de su compromiso con los derechos humanos, incluso si con el tiempo ese espacio se ha visto limitado.

© Miguel Gutiérrez (efe)
A Câmara de São Brás de Alportel vai fazer uma viagem institucional à Argentina, a partir desta quarta-feira, 10 de Junho, país que foi, no século XX, destino de emigração de milhares de algarvios.
A deslocação, que terá lugar em Comodoro Rivadavia e Buenos Aires, realiza-se em resposta aos convites endereçados pela Associação Portuguesa de Comodoro Rivadavia, pelo Consulado Honorário de Portugal em Comodoro Rivadavia e pela Embaixada de Portugal na Argentina.
«A missão assume particular significado pela forte ligação histórica e humana existente entre São Brás de Alportel e a Argentina. Ao longo das primeiras décadas do século XX, milhares de emigrantes algarvios, muitos deles naturais de São Brás de Alportel, partiram para aquele país em busca de novas oportunidades, contribuindo de forma determinante para o desenvolvimento económico e social das comunidades que os acolheram», conta a Câmara de São Brás de Alportel.
Entre os destinos que mais marcaram esta história destaca-se Comodoro Rivadavia, cidade localizada na província de Chubut, na Patagónia argentina, considerada um dos mais importantes polos históricos da emigração portuguesa no país.
A comunidade portuguesa local, estimada em cerca de cinco mil portugueses e luso-descendentes, mantém uma ligação particularmente expressiva às suas origens algarvias e, em especial, a São Brás de Alportel.
A agenda contempla reuniões de trabalho e encontros institucionais com a Câmara Municipal de Comodoro Rivadavia, a Associação Portuguesa de Socorros Mútuos, representantes da Província de Chubut, empresários luso-descendentes e dirigentes associativos da comunidade portuguesa, bem como contactos institucionais em Buenos Aires com o Embaixador de Portugal na Argentina, responsáveis da Cidade Autónoma de Buenos Aires e representantes do Consulado Honorário de Portugal.
Além da participação nas celebrações da comunidade portuguesa, a missão pretende reforçar as relações institucionais entre os dois territórios e lançar bases para futuras iniciativas de cooperação nas áreas da educação, juventude, cultura, património, turismo e desenvolvimento económico.
Marlene Guerreiro, presidente da Câmara, far-se-á acompanhar pelo vice-presidente, Pedro Ornelas, pelo presidente da Junta de Freguesia de São Brás de Alportel, João Rosa, e pelo provedor da Santa Casa da Misericórdia de São Brás de Alportel, Júlio Pereira, enquanto representante da entidade responsável pelo Museu do Traje.
O conteúdo São Brás de Alportel vai à Argentina lembrar emigração do século XX aparece primeiro em Sul Informação.

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Décadas depois da grande vaga de emigração são-brasense para a Argentina, o Município de São Brás de Alportel realiza uma missão institucional a Comodoro Rivadavia e Buenos Aires, entre 10 e 18 de junho, para reforçar os laços com a comunidade emigrante e aprofundar relações de cooperação entre os dois territórios.
A deslocação, que terá lugar em Comodoro Rivadavia e Buenos Aires, enquadra-se na estratégia municipal de valorização das comunidades emigrantes, de reforço das relações institucionais internacionais e de promoção da identidade são-brasense além-fronteiras.
A missão realiza-se em resposta aos convites endereçados pela Associação Portuguesa de Comodoro Rivadavia, pelo Consulado Honorário de Portugal em Comodoro Rivadavia e pela Embaixada de Portugal na Argentina.
A missão assume particular significado pela forte ligação histórica e humana existente entre São Brás de Alportel e a Argentina. Ao longo das primeiras décadas do século XX, milhares de emigrantes algarvios, muitos deles naturais de São Brás de Alportel, partiram para aquele país em busca de novas oportunidades, contribuindo de forma determinante para o desenvolvimento económico e social das comunidades que os acolheram.
Entre os destinos que mais marcaram esta história destaca-se Comodoro Rivadavia, cidade localizada na província de Chubut, na Patagónia argentina, considerada um dos mais importantes polos históricos da emigração portuguesa no país. A comunidade portuguesa local, estimada em cerca de cinco mil portugueses e luso-descendentes, mantém uma ligação particularmente expressiva às suas origens algarvias e, em especial, a São Brás de Alportel.
A missão surge igualmente na sequência do reconhecimento atribuído pelo Município à Associação Portuguesa de Socorros Mútuos de Comodoro Rivadavia, distinguida com a Insígnia Municipal de Honra pelo relevante trabalho desenvolvido junto da comunidade portuguesa e pelo contributo para a preservação dos laços históricos e culturais entre as duas localidades.
A agenda contempla reuniões de trabalho e encontros institucionais com a Câmara Municipal de Comodoro Rivadavia, a Associação Portuguesa de Socorros Mútuos, representantes da Província de Chubut, empresários luso-descendentes e dirigentes associativos da comunidade portuguesa, bem como contactos institucionais em Buenos Aires com o Embaixador de Portugal na Argentina, responsáveis da Cidade Autónoma de Buenos Aires e representantes do Consulado Honorário de Portugal.
Para além da participação nas celebrações da comunidade portuguesa, a missão pretende reforçar as relações institucionais entre os dois territórios e lançar bases para futuras iniciativas de cooperação nas áreas da educação, juventude, cultura, património, turismo e desenvolvimento económico.
Particular destaque será dado à valorização da memória da emigração, através da promoção de contactos entre entidades portuguesas e argentinas com vista à recolha, preservação, digitalização e divulgação de documentação histórica, fotografias, testemunhos orais e outros registos relacionados com a presença são-brasense e algarvia na Argentina. Neste âmbito, a participação da Biblioteca Municipal Dr. Estanco Louro, do Arquivo Municipal e do Museu do Traje de São Brás de Alportel assume especial relevância.
A presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, Marlene Guerreiro, far-se-á acompanhar pelo Vice-Presidente, Pedro Ornelas, pelo presidente da Junta de Freguesia de São Brás de Alportel, João Rosa, e pelo Provedor da Santa Casa da Misericórdia de São Brás de Alportel, Júlio Pereira, enquanto representante da entidade responsável pelo Museu do Traje.
Esta missão constitui uma oportunidade para homenagear o legado das gerações de emigrantes que contribuíram para o crescimento e desenvolvimento da Argentina e, simultaneamente, reforçar os laços entre comunidades que continuam unidas por uma história comum, por laços familiares e por uma identidade partilhada.
Buenos Aires, 8 jun (Prensa Latina) Una familia tipo (cuatro miembros) en Ciudad de Buenos Aires necesitó en mayo casi dos millones 500 mil pesos (mil 786 dólares) para ser considerada de clase media, lo cual muestra el encarecimiento de la vida en Argentina, indican datos oficiales.
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Décadas depois da grande vaga de emigração são-brasense para a Argentina, o Município de São Brás de Alportel realiza uma missão institucional a Comodoro Rivadavia e Buenos Aires, entre 10 e 18 de junho, para reforçar os laços com a comunidade emigrante e aprofundar relações de cooperação entre os dois territórios. A deslocação, que terá […]
São Brás de Alportel realiza uma missão institucional à Argentina para reforçar os laços com a comunidade emigrante.
O conteúdo São Brás visita comunidade emigrante na Argentina para reforçar laços aparece primeiro em Barlavento.
En junio del año pasado, conocí en estas páginas, la decisión de un juzgado de Elda de citarme como investigado en relación con la muerte de un manifestante por disparos de un policía en febrero de 1976, con ocasión de las huelgas que tuvieron lugar tras la muerte de Franco. Entonces yo era ministro de Relaciones Sindicales en el primer Gobierno de la Monarquía. La noticia informaba de que declararía también el policía y destacaba que, por primera vez, se hacía comparecer a un responsable político por delitos de lesa humanidad en la Transición. Recurrí la admisión de la querella y, al rechazar el juzgado mi petición, apelé ante la Audiencia de Alicante, que el pasado 5 de mayo revocó la decisión de investigarme.
Hermenegildo Sábat nació en Uruguay en 1933 y murió a los 85 años en Buenos Aires, desde donde deslumbró por su manera de explicar, sin palabras, el universo tantas veces roto de Argentina y del mundo. Perseguido por la dictadura, convirtió su vida como periodista en un modo de desafiar los peores tiempos del país que adoptó. Ahora aparece en España un libro, Diez veces Sábat. Vida y obra del artista que retrató al país, que recoge su impresionante trayectoria. Su autora es la periodista Diana Baccaro, que lo presentará este lunes en la librería Olavide de Madrid (de los periodistas argentinos Raquel Garzón y Daniel Ulanovsky) junto con el director de Clarín, Ricardo Kirschbaum, y los dibujantes Agustín Sciammarella y Manuel Junco.

© efe

En una época en la que las novedades literarias apenas duran unas semanas en las estanterías, que un libro que se publicó hace ocho años en una editorial independiente haya vuelto a reeditarse y continúe vendiendo ejemplares gracias al boca-oreja, genera una cierta sensación de esperanza. Que ese libro trate de una familia que se atribuye la creación de un tipo de pasta rellena muy popular en Argentina, puede resultar sorprendente, pero lo cierto es que si Los sorrentinos (Editorial Sigilo) se ha convertido en un pequeño gran fenómeno editorial sostenido en el tiempo es por la capacidad de su autora para atrapar al lector igual que lo haría una buena sobremesa: ofreciéndole un puñado de buenas historias, personajes carismáticos y disputas gastronómicas que jamás se resolverán, pero que seguirán generando acalorados debates por los siglos de los siglos.



Um complexo estatal de hotéis à beira-mar onde trabalhadores argentinos hospedavam-se por cerca de 10 dólares (nove euros) a diária está prestes a ser transferido para o setor privado pelo governo libertário de Javier Milei, sinalizando o fim de uma era de “turismo social” peronista.
Construído no final dos anos 1940 sob o governo de Juan Domingo Perón e da sua carismática esposa Eva Perón (conhecida como Evita), os nove hotéis de Chapadmalal incorporavam o princípio central do movimento de garantir os direitos dos trabalhadores, incluindo o direito a férias.
Até recentemente, argentinos podiam passar uma semana ali, com todas as refeições inclusas, por preços subsidiados que às vezes chegavam a US$ 3 ou US$ 4 por noite.
Até cinco mil hóspedes passavam dias na praia, nadavam no Atlântico, jantavam servidos por garçons elegantemente vestidos e dançavam em festas nos terraços dos hotéis, onde funcionários arrastavam colunas de som para tocar música folclórica argentina e a animada cumbia.
“Pessoas que passavam os dias trabalhando no campo vinham para cá e sentiam: ‘Sim, eu mereço isso’. As crianças saíam com esperança de que a vida podia ser boa”, afirmou Cintia Suárez, 43 anos, que trabalha em Chapadmalal há 20 anos e administra o museu Eva Perón do local.
“Não se pode subestimar o valor cultural… o que significa para as pessoas ter direito ao tempo de lazer”, comentou. “Não há justificativa para tirar isso.”
Mas a visão peronista por trás de Chapadmalal está fora de moda na Argentina moderna, onde o presidente de direita Javier Milei diz que enxugar o estado inchado é crucial para acabar com as crises económicas crónicas. O seu governo manteve o complexo fechado durante a temporada mais recente, que acabou em abril.
Milei eliminou em 2025 a exigência legal de que o governo fornecesse o chamado “turismo social”, e em março deste ano autoridades anunciaram uma licitação para uma concessão privada de 30 anos de Chapadmalal, que não pode ser vendido devido aos termos pelos quais o terreno foi adquirido nos anos 1940. O outro complexo estatal argentino, com sete hotéis à beira de um lago em Córdoba, será vendido.
O presidente afirma que o turismo social estatal, que tinha um orçamento de aproximadamente US$ 7 milhões enquanto seu governo reduzia as operações em 2024, é incompatível com sua visão de livre mercado para a Argentina. O economista libertário vem desmontando outros aspectos do modelo peronista de Estado grande, como proteções industriais rígidas e regulamentações trabalhistas.
“Não faz sentido o Estado administrar uma atividade complexa na qual não tem vantagem competitiva nem experiência”, declarou o ministro da Desregulamentação, Federico Sturzenegger, sobre os hotéis no ano passado, prevendo que um operador privado “aumentaria seu valor turístico”.
Os peronistas argumentam que Milei está a destruir um modelo que fez da Argentina um dos países mais igualitários da América Latina —ao mesmo tempo em que é também um dos mais economicamente instáveis.
“Agora temos um país onde apenas algumas pessoas conseguem viver bem e muitas pessoas estão a viver muito mal”, afirmou Manuel Diez, 73 anos, líder sindical regional aposentado e ex-funcionário de manutenção do complexo hoteleiro. “O que está a acontecer com Chapadmalal representa o povo nesse sentido”.
Os argentinos estão divididos sobre a direção política de seu país. Cerca de um terço das pessoas se identifica como peronista ou kirchnerista —apoiantes da ex-presidente Cristina Kirchner e do seu falecido marido Néstor Kirchner. Mas o movimento está a lutar para se recuperar da sua derrota esmagadora para Milei em 2023 e ainda não identificou um candidato capaz de desafiá-lo em 2027.
O libertário Milei viu o seu apoio diminuir nos últimos meses, à medida que grandes empregadores na indústria, retalho e construção cortaram empregos e os salários reais caíram ligeiramente. Analistas dizem que as dificuldades estão a testar a paciência dos argentinos com a austeridade do presidente.
“A pergunta que as pessoas estão a fazer agora não é ‘devemos ter turismo social no estilo peronista?’, mas ‘o modelo de Milei me permite uma qualidade de vida boa o suficiente para que eu possa tirar férias de vez em quando?'”, questionou Marcelo García, diretor para as Américas da consultoria Horizon Engage. “Isso deveria preocupar o governo”.
Chapadmalal fica a 30 km da cidade de Mar del Plata, polo litoral de turismo da Argentina. O vasto complexo tem restaurantes, um centro médico, uma capela, um cinema e cinco teatros. Funcionários relembram que argentinos de regiões mais pobres do interior frequentemente viam o oceano pela primeira vez durante as suas visitas.
“As pessoas desciam para a praia logo depois de fazer o check-in”, recordou Hugo Barbero, salva-vidas do hotel desde 2007, lembrando de uma mulher na casa dos 50 anos que se aproximou da água num dia particularmente frio. “Ela abriu os braços para abraçá-lo, os olhos cheios de lágrimas.”
Evita, a amada primeira-dama que morreu em 1952 antes da inauguração dos últimos hotéis, é homenageada em todos os lugares, inclusive em relógios que adornam os autocarros do hotel e marcam a hora de sua morte.
Além do complexo estatal Chapadmalal e o seu irmão Embalse, em Córdoba, os poderosos sindicatos trabalhistas da Argentina também administram várias centenas de complexos turísticos para seus integrantes.
Embora outros países, incluindo Espanha, França e Brasil, ofereçam programas de turismo subsidiado para funcionários públicos e grupos de baixa renda, poucos têm instalações estatais comparáveis em escala a Chapadmalal, exceto alguns ex-estados soviéticos que mantêm hotéis-spa públicos do século XX.
No entanto, o número de visitantes de Chapadmalal tem vindo a cair nas últimas décadas em relação ao pico do século XX, à medida que governos deixaram de investir em manutenção e líderes de direita subsidiaram menos viagens. Vários hotéis passaram a ficar deteriorados.
O governo peronista mais recente, de 2019 a 2023, investiu vários milhões de dólares em reformas e o número de visitantes voltou a subir nos anos anteriores à eleição de Milei.
Mas, em maio, o governo demitiu os cerca de 50 funcionários restantes de Chapadmalal. Ex-funcionários e grupos comunitários protestaram, enquanto sindicatos entraram com ações judiciais para tentar bloquear as demissões.
“Não vamos desistir deste lugar que significa tanto para nós”, declarou María Eva Belza, diretora de um centro comunitário local e ex-professora que certa vez levou crianças de Buenos Aires em excursões escolares a Chapadmalal.
O governo peronista da província de Buenos Aires solicitou que Milei permita que eles administrem os hotéis, mas não recebeu “nenhuma resposta”, informou a secretária provincial de Turismo, Sole Martínez. O governador Axel Kicillof é o funcionário eleito mais graduado do peronismo e rival político ferrenho de Milei.
Martínez argumentou que “interesses empresariais massivos” contribuíram para o plano de privatizar as propriedades à beira-mar depois que a cidade de Chapadmalal passou por um boom de turismo do setor privado nos últimos anos.
Um funcionário da agência estatal de propriedades que agora controla Chapadmalal disse que não estava ciente do pedido da província. Uma data não havia sido definida para o processo de licitação e “ainda não está definido” se os operadores privados administrarão os hotéis como instalações econômicas ou premium, acrescentou.
A secretaria de Turismo da Argentina recusou-se a comentar.
Hóspede frequente de Chapadmalal, o artista de rua Gustavo Casais, de 31 anos, teme que a concessão torne os hotéis inacessíveis com seus parcos rendimentos.
“Se a privatização é para apenas melhorar o hotel, então tudo bem, mas se significa que os preços serão impossíveis para pessoas comuns, isso é terrível”, lamentou. “Chapadmalal tem que ser para o povo.”