Cómo salvar un Mundial contra natura


A Seleção Portuguesa terá força máxima para enfrentar a Nigéria nesta quarta-feira (10), às 16h45 (de Brasília), no último amistoso antes da Copa do Mundo de 2026.
O técnico Roberto Martínez deve escalar o time “ideal” no Estádio Dr. Magalhães Pessoa, na cidade de Leiria, antes da viagem aos Estados Unidos.
Cristiano Ronaldo foi titular na vitória por 2 a 1 sobre o Chile no último sábado (6). A partida não contou com a presença de Gonçalo Ramos, que recebeu oportunidades no lugar do ídolo nos últimos compromissos.
O atacante do PSG estava de folga após o título da Champions League. O lateral-esquerdo Nuno Mendes e os meio-campistas João Neves e Vitinha também reforçam a equipe.
Diogo Costa; João Cancelo, Rúben Dias, Gonçalo Inácio e Nuno Mendes; Vitinha, João Neves, Bernardo Silva, Bruno Fernandes e Francisco Conceição (Trincão/Pedro Neto); Cristiano Ronaldo (Gonçalo Ramos).
A tendência é que o goleiro titular seja Diogo Costa. No último jogo, José Sá atuou no primeiro tempo e Rui Silva entrou para a segunda etapa.
Cancelo deve ser deslocado da lateral esquerda para direita a partir da chegada de Nuno Mendes. Semedo possivelmente começará no banco, assim como Matheus Nunes, recuperado de um problema estomacal.
Vitinha e João Neves assumem naturalmente as posições de titulares na abertura do meio-campo. Bernardo Silva tende a continuar nos 11 iniciais, assim como Bruno Fernandes.
Francisco Conceição, Trincão e Pedro Neto são alternativas para Rafael Leão, expulso contra o Chile.
Existe a expectativa pela titularidade de Cristiano Ronaldo na referência ofensiva da Seleção Portuguesa, afinal, trata-se de um grande símbolo da história da equipe nacional.
O atacante de 41 anos viu Gonçalo Ramos assumir o posto de ‘camisa 9’ recentemente, mas desponta para ser o escolhido tanto diante da Nigéria, como durante a Copa do Mundo nos Estados Unidos, no Canadá e no México.
Portugal está no Grupo K com Colômbia, Uzbequistão e RD Congo. A estreia do time europeu será diante dos congoleses, às 14 (de Brasília) de quarta-feira (17), no NRG Stadium, em Houston (EUA).
A delegação viaja para a disputa do maior torneio de futebol do planeta apenas na sexta-feira (12), quando a Copa já tiver iniciado.
Brasil na lista? Veja as seleções cabeça de chave na Copa do Mundo
Por declarações e ações de marketing aqui e ali, tudo aponta que a Copa, sediada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, será a derradeira na carreira dos dois, que ainda perseguem alguns objetivos, um deles em comum.
Os dois empilharam títulos do principal torneio de clubes do mundo: CR7 soma cinco (quatro pelo Real e um pelo United) e Messi tem quatro (todos pelo Barcelona). Também monopolizaram as premiações individuais: são oito troféus de melhor do mundo para o argentino e cinco para o português.
Em sua próprias seleções nacionais, o sucesso demorou a vir. Cristiano Ronaldo conseguiu o primeiro título europeu de Portugal em 2016, enquanto Messi teve que esperar outros cinco anos para vencer o primeiro, a Copa América de 2021.
Como não poderia deixar de ser, a Copa do Mundo também é um capítulo à parte na rivalidade dos dois, porém com clara superioridade de Messi. O argentino bateu na trave em 2014, mas quatro anos depois tirou a Argentina da fila com um título mundial , que encerrou um jejum de 36 anos. Além disso, soma 13 gols e está a apenas três de igualar o alemão Miroslav Klose, o maior artilheiro das Copas.
Cristiano Ronaldo pode ostentar o recorde de ter marcado gols em cinco copas, todas que atuou (2006, 2010, 2014, 2018 e 2022). No entanto, o mais longe que chegou foi justamente na primeira participação, em 2006, quando os portugueses pararam na semifinal. O atacante soma "apenas" oito gols, com algumas participações discretas no currículo. Um título na última participação seria histórico.
Já no crepúsculo de suas carreiras, CR7 (atualmente, no Al-Nassr, da Arábia Saudita), de 41 anos, e Messi (Inter Miami, dos EUA), de 38 - completa 39 no meio da Copa - ainda buscam um objetivo raro. Ambos estão na corrida pelo gol de número 1.000 nas carreiras. Faltam 27 para o português e 90 para o argentino. A histórica marca certamente não virá na Copa, mas o torneio pode acrescentar mais uma memória a duas carreiras marcantes.
A Argentina é cabeça de chave do grupo J, que tem ainda Argélia, Jordânia e Áustria. Já Portugal, encabeça o grupo K, tem como adversários na fase de grupos as seleções de Colômbia, República Democrática do Congo e Uzbequistão. Caso confirmem o favoritismo alcançando o primeiro lugar de seus grupos e avancem à fase mata-mata, Portugal e Argentina se encontrarão nas quartas de final. Se um deles não liderar seu respectivo grupo e passar de fase em outra posição, o "tira-teima" final pode ocorrer inclusive na final valendo o título. O que, considerando a trajetória das carreiras, seria um desfecho bem característico.
Por declarações e ações de marketing aqui e ali, tudo aponta que a Copa, sediada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, será a derradeira na carreira dos dois, que ainda perseguem alguns objetivos, um deles em comum.
Os dois empilharam títulos do principal torneio de clubes do mundo: CR7 soma cinco (quatro pelo Real e um pelo United) e Messi tem quatro (todos pelo Barcelona). Também monopolizaram as premiações individuais: são oito troféus de melhor do mundo para o argentino e cinco para o português.
Em sua próprias seleções nacionais, o sucesso demorou a vir. Cristiano Ronaldo conseguiu o primeiro título europeu de Portugal em 2016, enquanto Messi teve que esperar outros cinco anos para vencer o primeiro, a Copa América de 2021.
Como não poderia deixar de ser, a Copa do Mundo também é um capítulo à parte na rivalidade dos dois, porém com clara superioridade de Messi. O argentino bateu na trave em 2014, mas quatro anos depois tirou a Argentina da fila com um título mundial , que encerrou um jejum de 36 anos. Além disso, soma 13 gols e está a apenas três de igualar o alemão Miroslav Klose, o maior artilheiro das Copas.
Cristiano Ronaldo pode ostentar o recorde de ter marcado gols em cinco copas, todas que atuou (2006, 2010, 2014, 2018 e 2022). No entanto, o mais longe que chegou foi justamente na primeira participação, em 2006, quando os portugueses pararam na semifinal. O atacante soma "apenas" oito gols, com algumas participações discretas no currículo. Um título na última participação seria histórico.
Já no crepúsculo de suas carreiras, CR7 (atualmente, no Al-Nassr, da Arábia Saudita), de 41 anos, e Messi (Inter Miami, dos EUA), de 38 - completa 39 no meio da Copa - ainda buscam um objetivo raro. Ambos estão na corrida pelo gol de número 1.000 nas carreiras. Faltam 27 para o português e 90 para o argentino. A histórica marca certamente não virá na Copa, mas o torneio pode acrescentar mais uma memória a duas carreiras marcantes.
A Argentina é cabeça de chave do grupo J, que tem ainda Argélia, Jordânia e Áustria. Já Portugal, encabeça o grupo K, tem como adversários na fase de grupos as seleções de Colômbia, República Democrática do Congo e Uzbequistão. Caso confirmem o favoritismo alcançando o primeiro lugar de seus grupos e avancem à fase mata-mata, Portugal e Argentina se encontrarão nas quartas de final. Se um deles não liderar seu respectivo grupo e passar de fase em outra posição, o "tira-teima" final pode ocorrer inclusive na final valendo o título. O que, considerando a trajetória das carreiras, seria um desfecho bem característico.
Um estudo do IPAM estima que a participação portuguesa no Mundial2026 possa gerar até 945 milhões de euros para a economia nacional.
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