A NBA decidiu não aplicar uma falta flagrante retroativa ao pivô do San Antonio Spurs, Victor Wembanyama, por uma jogada ocorrida no Jogo 3 das finais da liga. A informação foi divulgada por diversos veículos de imprensa norte-americanos na noite de terça-feira (9).
O lance aconteceu no primeiro quarto da vitória dos Spurs por 115 a 111 sobre o New York Knicks, na segunda-feira (8). Wembanyama empurrou o armador Jalen Brunson durante uma disputa de posição.
Posteriormente, a própria NBA reconheceu que a arbitragem deixou de marcar uma falta na jogada, mas optou por não revisar o lance para aplicar uma falta flagrante de nível 1 ao francês.
Como nenhuma infração foi assinalada no momento do incidente, a partida seguiu normalmente com posse de bola para San Antonio.
A revisão em vídeo mostrou que Brunson, que estava na defesa e tentava passar por um bloqueio, fez o primeiro contato ao segurar a camisa de Wembanyama com a mão esquerda. Em resposta, o pivô dos Spurs empurrou Brunson com força na região superior das costas e do pescoço, fazendo o jogador dos Knicks perder o equilíbrio e ir em direção ao chão.
De acordo com o regulamento da NBA, um contato considerado “desnecessário” pode ser enquadrado como falta flagrante de nível 1, por exceder o padrão de uma falta comum.
Mesmo que Wembanyama tivesse recebido uma falta flagrante de nível 1 pela jogada, ele não seria suspenso. No entanto, entraria no Jogo 4 em situação delicada em relação ao sistema disciplinar da liga.
O francês já acumula dois pontos de penalidade após receber uma falta flagrante de nível 2 no Jogo 4 da semifinal da Conferência Oeste contra Naz Reid, do Minnesota Timberwolves.
Nos playoffs da NBA, cada jogador pode acumular até três pontos de penalidade antes de sofrer sanção automática. Uma falta flagrante de nível 1 rende um ponto, enquanto uma flagrante de nível 2 resulta em dois.
Ao atingir quatro pontos durante a pós-temporada, o atleta é automaticamente suspenso por uma partida.
A falta flagrante de nível 2 é definida no livro de regras como um contato “desnecessário e excessivo ou imprudente” cometido contra um adversário e resulta em expulsão automática.
Ainda na partida de segunda-feira, Brunson recebeu uma falta flagrante de nível 1 no terceiro quarto ao contestar um arremesso de três pontos de Julian Champagnie. Segundo os árbitros, o armador não ofereceu espaço suficiente para a aterrissagem do jogador dos Spurs após a tentativa de longa distância.
A última dança de um dos grandes nomes do futebol atual, é isto que o Grupo K da Copa do Mundo oferece ao público. Isto porque o atacante português Cristiano Ronaldo disputará, aos 41 anos de idade, o último mundial de seleções de sua carreira. Na primeira fase da competição, a equipe de Portugal comandada por CR7 terá pela frente a Colômbia, a República Democrática do Congo e o Uzbequistão.
A seleção de Portugal começa o Mundial disputado nos Estados Unidos, no México e no Canadá, entre os dias 11 de junho e 19 de julho, como a grande favorita a ficar com a primeira colocada de sua chave. Isto porque conta com uma geração muito talentosa que permite a Cristiano Ronaldo brilhar para levantar o seu primeiro troféu da Copa do Mundo.
Comandados pelo técnico espanhol Roberto Martínez, os Lusos contam em seu plantel com alguns destaques do futebol europeu. Dois deles são titulares incontestáveis do PSG (França), o meio-campista Vitinha e o lateral Nuno Mendes. Mais experiente, mas não menos importante, é Bruno Fernandes, o grande nome do Manchester United (Inglaterra) e que pode ser considerado o maestro da seleção portuguesa.
Para Cristiano Ronaldo, a conquista de uma Copa do Mundo, justamente em sua última participação na competição, seria um belo capítulo final de carreira. Em sua melhor campanha em um Mundial, Portugal terminou no terceiro lugar no ano de 1966. No Catar, em 2022, os Lusos pararam nas quartas de final.
Porém, o time de CR7 tem um forte adversário no Grupo K, a seleção colombiana. O técnico argentino Néstor Lorenzo tem em mãos uma boa geração de jogadores. O mais destacado é o atacante Luis Díaz, que, após brilhar no Liverpool (Inglaterra), foi defender as cores do Bayern de Munique (Alemanha).
Outros nomes que chamam a atenção no time da Colômbia são os meio-campistas Richard Ríos, do Benfica (Portugal), e Jhon Arias (Palmeiras). Na defesa a principal peça é o zagueiro Davinson Sánchez, que defende o Galatasaray (Turquia).
A chave conta com um estreante em mundiais de seleções masculinas, o Uzbequistão. Comandado por um dos grandes zagueiros da história do futebol, o italiano Fábio Cannavaro, a equipe da Ásia Central tem a solidez defensiva como maior virtude.
Além de contar com a força de seus defensores, o Uzbequistão apostas nas transições rápidas para o ataque, onde o experiente centroavante Eldor Shomurodov, do Istanbul Başakşehir (Turquia) e com passagem pela tradicional Roma (Itália), aparece como a grande referência.
O quarto integrante da chave é uma seleção que retorna a uma Copa do Mundo após um hiato de 52 anos, a República Democrática do Congo. A equipe africana, que conquistou sua classificação apenas na Repescagem Mundial, é apontada como a mais frágil do Grupo K.
Porém, para os congoleses a participação na Copa já é uma grande vitória, pois a última vez em que o país esteve na competição foi no ano de 1974, ainda como Zaire. Naquela oportunidade os africanos enfrentaram a seleção brasileira, perdendo por 3 a 0 em jogo com gols de Jairzinho, Rivelino e Valdomiro.
Na equipe comandada pelo técnico francês Sébastien Desabre o nome que mais chama a atenção é o do atacante Cédric Bakambu, que defende o Betis (Espanha).
A última dança de um dos grandes nomes do futebol atual, é isto que o Grupo K da Copa do Mundo oferece ao público. Isto porque o atacante português Cristiano Ronaldo disputará, aos 41 anos de idade, o último mundial de seleções de sua carreira. Na primeira fase da competição, a equipe de Portugal comandada por CR7 terá pela frente a Colômbia, a República Democrática do Congo e o Uzbequistão.
A seleção de Portugal começa o Mundial disputado nos Estados Unidos, no México e no Canadá, entre os dias 11 de junho e 19 de julho, como a grande favorita a ficar com a primeira colocada de sua chave. Isto porque conta com uma geração muito talentosa que permite a Cristiano Ronaldo brilhar para levantar o seu primeiro troféu da Copa do Mundo.
Comandados pelo técnico espanhol Roberto Martínez, os Lusos contam em seu plantel com alguns destaques do futebol europeu. Dois deles são titulares incontestáveis do PSG (França), o meio-campista Vitinha e o lateral Nuno Mendes. Mais experiente, mas não menos importante, é Bruno Fernandes, o grande nome do Manchester United (Inglaterra) e que pode ser considerado o maestro da seleção portuguesa.
Para Cristiano Ronaldo, a conquista de uma Copa do Mundo, justamente em sua última participação na competição, seria um belo capítulo final de carreira. Em sua melhor campanha em um Mundial, Portugal terminou no terceiro lugar no ano de 1966. No Catar, em 2022, os Lusos pararam nas quartas de final.
Porém, o time de CR7 tem um forte adversário no Grupo K, a seleção colombiana. O técnico argentino Néstor Lorenzo tem em mãos uma boa geração de jogadores. O mais destacado é o atacante Luis Díaz, que, após brilhar no Liverpool (Inglaterra), foi defender as cores do Bayern de Munique (Alemanha).
Outros nomes que chamam a atenção no time da Colômbia são os meio-campistas Richard Ríos, do Benfica (Portugal), e Jhon Arias (Palmeiras). Na defesa a principal peça é o zagueiro Davinson Sánchez, que defende o Galatasaray (Turquia).
A chave conta com um estreante em mundiais de seleções masculinas, o Uzbequistão. Comandado por um dos grandes zagueiros da história do futebol, o italiano Fábio Cannavaro, a equipe da Ásia Central tem a solidez defensiva como maior virtude.
Além de contar com a força de seus defensores, o Uzbequistão apostas nas transições rápidas para o ataque, onde o experiente centroavante Eldor Shomurodov, do Istanbul Başakşehir (Turquia) e com passagem pela tradicional Roma (Itália), aparece como a grande referência.
O quarto integrante da chave é uma seleção que retorna a uma Copa do Mundo após um hiato de 52 anos, a República Democrática do Congo. A equipe africana, que conquistou sua classificação apenas na Repescagem Mundial, é apontada como a mais frágil do Grupo K.
Porém, para os congoleses a participação na Copa já é uma grande vitória, pois a última vez em que o país esteve na competição foi no ano de 1974, ainda como Zaire. Naquela oportunidade os africanos enfrentaram a seleção brasileira, perdendo por 3 a 0 em jogo com gols de Jairzinho, Rivelino e Valdomiro.
Na equipe comandada pelo técnico francês Sébastien Desabre o nome que mais chama a atenção é o do atacante Cédric Bakambu, que defende o Betis (Espanha).
Após encerrar um longo jejum diante dos Estados Unidos ao vencer por 2 a 1 no último sábado, em São Paulo, a Seleção Brasileira Feminina não conseguiu repetir o feito no segundo amistoso da Data Fifa. Na noite desta terça-feira, 9, diante de mais de 55 mil torcedores no Castelão, em Fortaleza, a equipe comandada por Arthur Elias foi derrotada por 1 a 0 pelas norte-americanas.O único gol da partida saiu no segundo tempo. Em uma finalização de fora da área de Wilson, a bola desviou na zagueira Isabela e acabou enganando a goleira Lorena. Na súmula oficial, o lance foi registrado como gol contra da defensora brasileira.O confronto estabeleceu um novo recorde de público em amistosos da Seleção Brasileira Feminina realizados em território nacional. Ao todo, 55.744 torcedores compareceram ao Castelão para acompanhar o duelo. O presidente da CBF, Samir Xaud, esteve presente no estádio.Mesmo diante de uma das principais potências do futebol feminino mundial, o Brasil entrou em campo embalado por duas vitórias consecutivas sobre as norte-americanas e buscava ampliar a sequência positiva. Empurrada pela torcida durante os 90 minutos, a equipe criou oportunidades importantes, especialmente na primeira etapa.A melhor delas veio em uma cobrança aérea. Isa Haas chegou a balançar as redes após completar de cabeça, mas o lance acabou anulado por impedimento.O duelo foi marcado pelo equilíbrio e pela intensidade ofensiva dos dois lados. No entanto, as principais chances ficaram com as visitantes, que encontraram pela frente uma inspirada Lorena. A goleira brasileira teve atuação decisiva e relembrou as grandes exibições que a colocaram em evidência durante a campanha da medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024.
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Ainda no primeiro tempo, Lorena realizou importantes intervenções aos 24 e 27 minutos. Já nos acréscimos, arrancou aplausos da torcida ao protagonizar duas grandes defesas em sequência, evitando gols de Sears e Wilson.A nota preocupante da etapa inicial foi a saída da atacante Dudinha. Aos 31 minutos, a jogadora sentiu fortes dores no joelho, deixou o gramado chorando e recebeu o apoio das companheiras antes de seguir para o vestiário.Na volta do intervalo, a Seleção Brasileira tentou pressionar em busca do empate, mas voltou a esbarrar na forte marcação adversária e na necessidade de se defender das investidas americanas. Mais uma vez, Lorena apareceu em momentos decisivos, realizando outras cinco intervenções importantes ao longo da segunda etapa.Apesar da grande atuação da arqueira, o Brasil não conseguiu evitar o gol que definiu o resultado. Wilson, autora do gol da vitória dos Estados Unidos na derrota norte-americana para o Brasil na Neo Química Arena, voltou a ser protagonista ao arriscar de fora da área. O desvio em Isabela tirou qualquer possibilidade de defesa de Lorena, que foi surpreendida pela mudança de trajetória da bola.Nos minutos finais, Marta voltou a atuar pela Seleção Brasileira após ficar afastada desde a Copa América do ano passado. A camisa 10 entrou em um cenário adverso para a equipe, que terminou a partida com apenas nove jogadoras em campo.Isso porque Bia Zaneratto e Tarciane receberam cartão vermelho durante o segundo tempo. O técnico Arthur Elias também foi expulso. Após o apito final, a árbitra espanhola Paola Lopez ainda mostrou o cartão vermelho para Kerolin e Ludmila por reclamações, encerrando uma noite de forte tensão para a equipe brasileira.
A Seleção Brasileira de vôlei masculino estreia na Liga das Nações nesta quarta-feira (10), contra o Irã, às 20h.
A partida será disputada no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, com transmissão ao vivo pelo SporTV 2, GE TV e VBTV, serviço oficial da Volleyball World.
Depois da estreia em casa, a seleção ainda encara as seleções de Bélgica, Sérvia e Argentina na primeira semana da disputa.
Na fase preliminar da VNL, 18 seleções disputarão 12 partidas ao longo de três semanas. Os oito melhores times avançam às quartas de final.
Pode preparar a agenda!
Está chegando a hora da seleção masculina iniciar sua trajetória na Liga das Nações 2026, e os primeiros desafios serão diante da torcida brasileira, em Brasília.
A cidade de Feira de Santana voltou a ser palco de uma importante competição do calendário nacional do tênis de mesa. Entre os dias 4 e 7 de junho, o Ginásio Oyama Pinto sediou a Copa Brasil Prata de Tênis de Mesa 2026, reunindo mais de 200 atletas de diferentes regiões do país.Válido para o ranking da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM), o torneio contou com representantes de 12 estados brasileiros, além de técnicos, árbitros e dirigentes. Ao longo de quatro dias de disputas, os competidores participaram de confrontos em 30 categorias, divididas por faixa etária, nível técnico e provas de simples e duplas.Entre os destaques da competição estiveram os atletas baianos Gabriela Santiago e Iuki Alves, beneficiados pelo programa FazAtleta. Ambos alcançaram as finais das principais categorias do evento e terminaram com a medalha de prata.Além dos resultados nas categorias principais, os mesa-tenistas baianos tiveram desempenho expressivo ao longo de toda a competição. No total, foram 61 medalhas conquistadas pelos representantes do estado: 11 de ouro, 14 de prata e 36 de bronze.Na disputa do Absoluto A masculino, Iuki chegou à decisão, mas acabou superado por Dennis Carvalho, que ficou com o título da categoria mais importante do torneio. Já no feminino, Gabriela Santiago teve uma campanha de destaque até a final do Absoluto B, onde foi derrotada por Victoria Passarela, vice-campeã da edição.
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Outro ponto de destaque foi a premiação por equipes. O tradicional Troféu Eficiência, que reconhece os clubes com melhor desempenho geral na competição, teve domínio absoluto dos representantes baianos. Entre os 23 clubes participantes, o Clube dos Tenistas da Bahia (CTB) ficou com o primeiro lugar da classificação geral. A Academia Baiana de Tênis de Mesa (ABTM) terminou na segunda posição, enquanto o CT Carneiro completou o pódio em terceiro.A competição contou com a presença de equipes de estados como São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Tocantins, Piauí, Paraíba, Alagoas, Distrito Federal e Bahia, reforçando o alcance nacional do evento.
Atletas baianos conquistaram 61 medalhas
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Foto: Divulgação
Para o presidente da Federação de Tênis de Mesa da Bahia (FTMBA), Caio Gadelha, a realização da etapa em Feira de Santana demonstra a evolução da modalidade no estado.“A realização da Copa Brasil em Feira de Santana reforça o crescimento do tênis de mesa na Bahia e demonstra a capacidade do estado em receber grandes eventos nacionais, proporcionando estrutura de qualidade, integração entre atletas de todo o país e a promoção do esporte em diferentes regiões. A competição foi marcada pelo alto nível técnico, espírito esportivo e pela forte participação dos clubes baianos, que mais uma vez mostraram sua força no cenário nacional do tênis de mesa”.A etapa disputada em Feira de Santana marcou o terceiro evento nacional consecutivo da modalidade realizado em território baiano. Antes dela, Salvador recebeu competições da CBTM em novembro de 2024 e março de 2025, ambas na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB). O cenário representa uma mudança significativa para o estado, que havia passado quase uma década sem sediar torneios nacionais de tênis de mesa.
Baggio, Roberto Baggio, perdeu. Mandou por cima da baliza. Mas o italiano não erra, poucas vezes falhou, por que desperdiçaria uma penalidade máxima agora? A bola deveria beijar o ângulo de Claudio Taffarel. E não beijou. O Brasil virou o primeiro tetracampeão, em 1994.
A câmera enquadra o camisa 10 da Azzurra. Está com a mão na cintura, olha para a marca da cal, expressão incrédula. Começa o doc “Tetra: Acreditar de Novo” (Netflix), dirigido por Luis Ara: a desacreditada seleção de Carlos Alberto Parreira conquistou a Copa após 24 anos.
Na TV Globo, Galvão Bueno se esganiça. “Acabou, acabou! É tetra, é tetra, é tetra”, grita o narrador, abraçado ao Rei Pelé. Mas essa cena, que pena!, não está no filme. De toda forma, inicia-se a festa no Rose Bowl, em Pasadena, Los Angeles, nos EUA, com 94.194 pessoas.
Não importa se foi a primeira final de Copa do Mundo a ficar no 0 a 0. Nem se foi a primeira decidida nos pênaltis. Mário Lobo Zagallo, coordenador técnico, sagrou-se em 17 de julho de 94 o único a participar de quatro títulos mundiais — era jogador em 58 e 62, técnico em 70.
Corta. É 24 de junho de 1990, Brasil e Argentina, oitavas de final da Copa. O Delle Alpi, em Turim, na Itália, viu o lesionado Diego Armando Maradona ajeitar a bola no centro e, como numa tacada de sinuca, enfiar um passe mágico para Caniggia, que saiu na cara de Taffarel.
El Pájaro eliminou a Seleção. E Maradona quase fez o segundo gol argentino em cobrança de falta espalmada por Taffarel. O técnico Sebastião Lazaroni, no entanto, achou que sua equipe jogara melhor. “Criamos mais”, lamentou ao “O Globo”, em 2023, ainda triste pelo placar.
E os culpados?
“Ao final, com a eliminação da Copa, vem a necessidade de apontar o culpado, o responsável ou os responsáveis. Acredito que um dos fatores do insucesso tenha recaído sobre mim”, desabafa, lembrando ter feito parte da transição do futebol arte para o pragmatismo de 94.
Do fracasso à glória — conforme mostra “Acreditar de Novo” —, a jornada foi incerta. A Seleção ia mal nas Eliminatórias. De cara, empatou sem gols com o Equador, sofrendo em seguida uma derrota inédita para a Bolívia, em La Paz, na qual Taffarel cometeu uma falha.
Parreira, agora o técnico, estava ameaçado. Cobravam-lhe Romário, mas o Baixinho não era fácil. Nem seus antecedentes o ajudavam, já que, em 1985, de acordo com Zagallo, o atacante urinou em direção a turistas barulhentos e fez gestos obscenos a prostitutas de Copacabana.
“Em relação a essa colocação, eu espero que não tenha saído dele, pois seria mentiroso. Nunca fiz isso”, rebateu o artilheiro, que brilhara no PSV e era a estrela no Barcelona. “Uma coisa que o meu pai sempre me ensinou foi ter respeito com as pessoas, independente da idade.”
Aquele 19 de setembro de 93 foi decisivo. A Bolívia havia se classificado para o Mundial, obrigando Brasil e Uruguai a disputarem a última vaga. Parreira chegou pressionado ao confronto. Cedeu à pressão popular: Romário convocado. Formaria o ataque com Bebeto.
“Acreditar de Novo” revive jogo decisivo no Maraca
Romário dribla goleiro uruguaio nas Eliminatórias, em 1993 – Foto: Youtube/ Reprodução
No filme “Tetra: Acreditar de Novo”, o Baixinho conta que tinha dois (ou três) objetivos naquele jogo. Um deles, claro, era dar uma caneta num zagueiro celeste, enquanto as outras promessas envolviam sua habilidade maior, o gol. Os tentos saíram no segundo tempo.
Adeus maracanazo, adeus trauma de 50: Romário abriu o placar. Subiu lá em cima e, então, botou a testa na bola. Doze minutos depois, o atacante recebeu em profundidade, com um latifúndio a ser explorado à sua frente. Corria. A torcida observava o ídolo da forma como mais gostava: livre, sem ninguém para marcá-lo, tendo a bola nos pés e o gol diante de si.
Ciente de seu papel, o goleiro Siboldi tentou esticar o cotovelo. Não parou o camisa 11, que aplicou-lhe um debochado drible de corpo e, como um felino, pôs a caça adiante. Aí ficou fácil: Romário levou a redonda aonde gostava. Cem mil pessoas explodiram no Maraca.
Até o dia 20 de junho de 94, quando o Brasil enfrentou a Rússia, Parreira pensou no time ideal para a estreia nos Estados Unidos. Mas, claro, ele não podia barrar o craque de seus titulares. Ao escalá-lo, o placar acabou 2 a 0 para a Canarinha — com um gol de Romário.
Dunga converte cobrança de pênalti na decisão da Copa de 94 – Foto: Netflix/ Divulgação
Campanha
Passada a ansiedade da estreia, a Seleção garantiu a vaga para a próxima fase ao vencer Camarões. Romário marcou no primeiro tempo. Já o terceiro tento nasceu de uma jogada na qual ele driblou o goleiro, mas errou o chute. Bem-posicionado, Bebeto empurrou a pelota.
Em Detroit, pela terceira rodada da fase de grupos, a Seleção Brasileira fez uma partida fraca. Ficou no empate com a Suécia por 1 a 1, mesma equipe que iria enfrentar na semifinal. Inclusive, os brasileiros saíram atrás, mas Romário igualou o marcador no segundo tempo.
Nas oitavas de final, não foi simples superar os donos da casa. O gol só saiu aos 28 minutos da etapa final, quando Bebeto assegurou a classificação às quartas. Depois dessa partida, o Brasil ainda suou para vencer a Holanda — Branco acertou um forte chute de fora da área.
Em meio à muralha sueca, o pequeno Romário (1,68 m) cabeceou após cruzamento de Jorginho. O atacante perderia outra chance, chutando à direita do arqueiro escandinavo. A Seleção, enfim, chegou à final. E você já sabe: Baggio, Roberto Baggio, perdeu aquele pênalti.
Jogadores fazem festa no Rose Bowl, em Pasadena, nos EUA, com 94.194 pessoas – Foto: Netflix/ Divulgação
O Brasil estreia na Copa do Mundo neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília/18h local), no Metlife Stadium, em Nova Jersey, contra Marrocos. Mais cedo, no mesmo dia, outra equipe verde e amarela e pentacampeã mundial estará em evidência, a cerca de 15 quilômetros dali. Às 16h (15h em Nova Jersey), o Museu de Arte de Newark exibe "O Jogo Mais Difícil", um documentário sobre a preparação da seleção brasileira de futebol de cegos para a Paralimpíada de Paris (França), em 2024.
A sessão é aberta ao público e tem entrada gratuita. Após o filme, o museu transmitirá, ao vivo, a estreia brasileira na Copa, com sede nos Estados Unidos, México e Canadá.
Além de mostrar a rotina a jornada rumo à última Paralimpíada, dos treinos em João Pessoa (PB) a competições em França e Inglaterra, o documentário traz peculiaridades do esporte, como a importância da orientação espacial, da comunicação frequente, do tempo de reação e do domínio técnico. A obra foi lançada em novembro do ano passado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) em parceria com a Bushatsky Filmes.
Documentário acompanha a jornada da seleção de futebol de cegos na Paralimpíada de Paris, onde foi medalha de bronze. Os brasileiros também colecionam cinco títulos mundiais - Divulgação/O Jogo Mais Difícil
No futebol de cegos, são cinco jogadores de cada lado e a bola tem um guizo, que permite a orientação de quem está em campo por meio da audição. Os atletas de linha utilizam uma venda escura para aqueles com baixa visão não se sobressaírem contra os que não podem ver. Os goleiros são os únicos que enxergam.
O Brasil é a maior potência do futebol de cegos. São cinco medalhas de ouro paralímpicas nas seis edições em que a modalidade foi disputada. A única vez que o país não esteve no topo do pódio foi exatamente a de Paris, com a eliminação para a Argentina na semifinal. A seleção verde e amarela ficou com o bronze. A anfitriã França foi a campeã.
Os brasileiros têm, ainda, cinco títulos mundiais. No ano que vem, a busca pelo hexa será em casa, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, em outubro.
O Brasil estreia na Copa do Mundo neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília/18h local), no Metlife Stadium, em Nova Jersey, contra Marrocos. Mais cedo, no mesmo dia, outra equipe verde e amarela e pentacampeã mundial estará em evidência, a cerca de 15 quilômetros dali. Às 16h (15h em Nova Jersey), o Museu de Arte de Newark exibe "O Jogo Mais Difícil", um documentário sobre a preparação da seleção brasileira de futebol de cegos para a Paralimpíada de Paris (França), em 2024.
A sessão é aberta ao público e tem entrada gratuita. Após o filme, o museu transmitirá, ao vivo, a estreia brasileira na Copa, com sede nos Estados Unidos, México e Canadá.
Além de mostrar a rotina a jornada rumo à última Paralimpíada, dos treinos em João Pessoa (PB) a competições em França e Inglaterra, o documentário traz peculiaridades do esporte, como a importância da orientação espacial, da comunicação frequente, do tempo de reação e do domínio técnico. A obra foi lançada em novembro do ano passado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) em parceria com a Bushatsky Filmes.
Documentário acompanha a jornada da seleção de futebol de cegos na Paralimpíada de Paris, onde foi medalha de bronze. Os brasileiros também colecionam cinco títulos mundiais - Divulgação/O Jogo Mais Difícil
No futebol de cegos, são cinco jogadores de cada lado e a bola tem um guizo, que permite a orientação de quem está em campo por meio da audição. Os atletas de linha utilizam uma venda escura para aqueles com baixa visão não se sobressaírem contra os que não podem ver. Os goleiros são os únicos que enxergam.
O Brasil é a maior potência do futebol de cegos. São cinco medalhas de ouro paralímpicas nas seis edições em que a modalidade foi disputada. A única vez que o país não esteve no topo do pódio foi exatamente a de Paris, com a eliminação para a Argentina na semifinal. A seleção verde e amarela ficou com o bronze. A anfitriã França foi a campeã.
Os brasileiros têm, ainda, cinco títulos mundiais. No ano que vem, a busca pelo hexa será em casa, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, em outubro.
Conhecido por seu estilo de vida luxuoso dentro e fora dos gramados, Neymar ampliou recentemente sua coleção de bens com a aquisição de uma nova aeronave executiva. O modelo adquirido pelo atacante é um Dassault Falcon 900LX, jato de fabricação francesa voltado para o mercado de aviação executiva, avaliado em R$ 225 milhões.Veja:
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Com capacidade para percorrer aproximadamente 8,8 mil quilômetros sem necessidade de reabastecimento, o avião permite ligações diretas entre diversos continentes, reduzindo o tempo gasto em conexões e escalas. A característica facilita deslocamentos entre destinos na América do Sul, Europa e Oriente Médio.Equipado com três motores, configuração pouco comum entre os jatos executivos atuais, o modelo oferece maior flexibilidade operacional e possibilita rotas mais eficientes sobre extensas áreas marítimas. A velocidade de cruzeiro pode se aproximar dos 1.000 km/h.
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No interior, a aeronave foi projetada para acomodar entre 12 e 14 passageiros com conforto. O espaço conta com ambientes destinados ao descanso, reuniões e entretenimento, atendendo às necessidades de executivos, empresários e personalidades que utilizam o transporte aéreo privado com frequência.
Cristiano Ronaldo e Lionel Messi só precisam pisar em campo na Copa do Mundo de 2026 para fazer história. Literalmente. Eles estão prestes a se tornar os primeiros jogadores a atuarem em seis edições da competição, que completará 100 anos (o goleiro Ochoa, do México, também pode chegar lá). Duas carreiras tão interligadas estão próximas do fim e, provavelmente, vão escrever seus últimos capítulos no maior torneio do mundo ao mesmo tempo.
Por declarações e ações de marketing aqui e ali, tudo aponta que a Copa, sediada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, será a derradeira na carreira dos dois, que ainda perseguem alguns objetivos, um deles em comum.
Há quase duas décadas os dois rivalizam em tudo. Em 2009, o Barcelona de Messi derrotou o Manchester United de Ronaldo, o CR7, na decisão da Liga dos Campeões e dali em diante os caminhos dos dois nunca mais se separaram. O português se transferiu ao Real Madrid, maior rival do clube defendido pelo argentino.
Os dois empilharam títulos do principal torneio de clubes do mundo: CR7 soma cinco (quatro pelo Real e um pelo United) e Messi tem quatro (todos pelo Barcelona). Também monopolizaram as premiações individuais: são oito troféus de melhor do mundo para o argentino e cinco para o português.
Cristiano Ronaldo e Lionel Messi já estiveram de lados opostos na fase de grupos da da Ligas do Campeões de 2002. Na ocasião o craque português jogava na Juventus, e o argentino no Barcelona - por REUTERS/Albert Gea/Direitos reservados
Em sua próprias seleções nacionais, o sucesso demorou a vir. Cristiano Ronaldo conseguiu o primeiro título europeu de Portugal em 2016, enquanto Messi teve que esperar outros cinco anos para vencer o primeiro, a Copa América de 2021.
Como não poderia deixar de ser, a Copa do Mundo também é um capítulo à parte na rivalidade dos dois, porém com clara superioridade de Messi. O argentino bateu na trave em 2014, mas quatro anos depois tirou a Argentina da fila com um título mundial , que encerrou um jejum de 36 anos. Além disso, soma 13 gols e está a apenas três de igualar o alemão Miroslav Klose, o maior artilheiro das Copas.
Cristiano Ronaldo pode ostentar o recorde de ter marcado gols em cinco copas, todas que atuou (2006, 2010, 2014, 2018 e 2022). No entanto, o mais longe que chegou foi justamente na primeira participação, em 2006, quando os portugueses pararam na semifinal. O atacante soma "apenas" oito gols, com algumas participações discretas no currículo. Um título na última participação seria histórico.
Já no crepúsculo de suas carreiras, CR7 (atualmente, no Al-Nassr, da Arábia Saudita), de 41 anos, e Messi (Inter Miami, dos EUA), de 38 - completa 39 no meio da Copa - ainda buscam um objetivo raro. Ambos estão na corrida pelo gol de número 1.000 nas carreiras. Faltam 27 para o português e 90 para o argentino. A histórica marca certamente não virá na Copa, mas o torneio pode acrescentar mais uma memória a duas carreiras marcantes.
A Argentina é cabeça de chave do grupo J, que tem ainda Argélia, Jordânia e Áustria. Já Portugal, encabeça o grupo K, tem como adversários na fase de grupos as seleções de Colômbia, República Democrática do Congo e Uzbequistão. Caso confirmem o favoritismo alcançando o primeiro lugar de seus grupos e avancem à fase mata-mata, Portugal e Argentina se encontrarão nas quartas de final. Se um deles não liderar seu respectivo grupo e passar de fase em outra posição, o "tira-teima" final pode ocorrer inclusive na final valendo o título. O que, considerando a trajetória das carreiras, seria um desfecho bem característico.
Cristiano Ronaldo e Lionel Messi só precisam pisar em campo na Copa do Mundo de 2026 para fazer história. Literalmente. Eles estão prestes a se tornar os primeiros jogadores a atuarem em seis edições da competição, que completará 100 anos (o goleiro Ochoa, do México, também pode chegar lá). Duas carreiras tão interligadas estão próximas do fim e, provavelmente, vão escrever seus últimos capítulos no maior torneio do mundo ao mesmo tempo.
Por declarações e ações de marketing aqui e ali, tudo aponta que a Copa, sediada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, será a derradeira na carreira dos dois, que ainda perseguem alguns objetivos, um deles em comum.
Há quase duas décadas os dois rivalizam em tudo. Em 2009, o Barcelona de Messi derrotou o Manchester United de Ronaldo, o CR7, na decisão da Liga dos Campeões e dali em diante os caminhos dos dois nunca mais se separaram. O português se transferiu ao Real Madrid, maior rival do clube defendido pelo argentino.
Os dois empilharam títulos do principal torneio de clubes do mundo: CR7 soma cinco (quatro pelo Real e um pelo United) e Messi tem quatro (todos pelo Barcelona). Também monopolizaram as premiações individuais: são oito troféus de melhor do mundo para o argentino e cinco para o português.
Cristiano Ronaldo e Lionel Messi já estiveram de lados opostos na fase de grupos da da Ligas do Campeões de 2002. Na ocasião o craque português jogava na Juventus, e o argentino no Barcelona - por REUTERS/Albert Gea/Direitos reservados
Em sua próprias seleções nacionais, o sucesso demorou a vir. Cristiano Ronaldo conseguiu o primeiro título europeu de Portugal em 2016, enquanto Messi teve que esperar outros cinco anos para vencer o primeiro, a Copa América de 2021.
Como não poderia deixar de ser, a Copa do Mundo também é um capítulo à parte na rivalidade dos dois, porém com clara superioridade de Messi. O argentino bateu na trave em 2014, mas quatro anos depois tirou a Argentina da fila com um título mundial , que encerrou um jejum de 36 anos. Além disso, soma 13 gols e está a apenas três de igualar o alemão Miroslav Klose, o maior artilheiro das Copas.
Cristiano Ronaldo pode ostentar o recorde de ter marcado gols em cinco copas, todas que atuou (2006, 2010, 2014, 2018 e 2022). No entanto, o mais longe que chegou foi justamente na primeira participação, em 2006, quando os portugueses pararam na semifinal. O atacante soma "apenas" oito gols, com algumas participações discretas no currículo. Um título na última participação seria histórico.
Já no crepúsculo de suas carreiras, CR7 (atualmente, no Al-Nassr, da Arábia Saudita), de 41 anos, e Messi (Inter Miami, dos EUA), de 38 - completa 39 no meio da Copa - ainda buscam um objetivo raro. Ambos estão na corrida pelo gol de número 1.000 nas carreiras. Faltam 27 para o português e 90 para o argentino. A histórica marca certamente não virá na Copa, mas o torneio pode acrescentar mais uma memória a duas carreiras marcantes.
A Argentina é cabeça de chave do grupo J, que tem ainda Argélia, Jordânia e Áustria. Já Portugal, encabeça o grupo K, tem como adversários na fase de grupos as seleções de Colômbia, República Democrática do Congo e Uzbequistão. Caso confirmem o favoritismo alcançando o primeiro lugar de seus grupos e avancem à fase mata-mata, Portugal e Argentina se encontrarão nas quartas de final. Se um deles não liderar seu respectivo grupo e passar de fase em outra posição, o "tira-teima" final pode ocorrer inclusive na final valendo o título. O que, considerando a trajetória das carreiras, seria um desfecho bem característico.
Às vésperas da estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026, um levantamento da revista Forbes aponta Neymar como o jogador mais valorizado comercialmente entre os convocados da Seleção Brasileira. O atacante lidera o ranking com 20 contratos publicitários ativos.
Na sequência aparecem Vini Jr, com 16 parcerias comerciais, e Raphinha, com nove acordos. O estudo considera apenas atletas com contratos identificados pela publicação.
A Copa do Mundo de 2026 será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México e começa nesta quinta-feira (11). A Seleção Brasileira estreia no sábado (13), em meio à expectativa dentro e fora de campo.
Neymar lidera ranking de valor comercial da Seleção
Entre os convocados, o setor ofensivo concentra os jogadores mais valorizados no mercado publicitário. Além dos três primeiros colocados, Endrick também aparece entre os atletas com maior número de contratos comerciais.
Nem todos os 26 convocados integram o levantamento da Forbes. A publicação considera apenas jogadores com acordos publicitários ativos identificados, o que deixa parte do elenco fora da lista.
Ficaram fora do ranking nomes como Alex Sandro, Roger Ibañez, Douglas Santos, Fabinho, Igor Thiago e Rayan.
O atacante Wesley chegou a ser convocado, mas acabou cortado após lesão em amistoso contra o Egito. Para a vaga, o técnico Carlo Ancelotti chamou o volante Éderson, que também aparece no levantamento com contrato publicitário ativo.
Ranking dos jogadores da Seleção com mais contratos publicitários
Serena Williams roubou a cena no WTA 500 de Queen’s nesta terça-feira (9), quando a tenista norte-americana fez seu tão aguardado retorno às competições, quase quatro anos após sua última partida.
A atleta de 44 anos, mãe de duas filhas, anunciou na última semana que havia recebido um convite para formar dupla com a canadense Victoria Mboko no torneio feminino de grama realizado em Londres. Desde então, sua reaparição nas quadras tem sido um dos assuntos mais comentados do esporte.
E ela não decepcionou. Demonstrando apenas alguns sinais de falta de ritmo, Williams e Mboko, de 19 anos, derrotaram as terceiras cabeças de chave Nicole Melichar-Martinez e Erin Routliffe, por 2 sets a 0 (parciais de 7/6 [7/2] e 6/2).
“Foi muito divertido, jogar com a Vicky pareceu algo muito natural. Acho que não tenho nada melhor para fazer. Estou cansada de ficar sentada em casa. Minhas filhas estão de férias da escola neste verão, então por que não?”, afirmou Serena.
Considerada a maior tenista de todos os tempos, com 23 títulos de simples de Grand Slam e 319 semanas como número um do mundo, Williams nunca anunciou oficialmente sua aposentadoria. Em vez disso, disse que estava “evoluindo” para além do tênis.
Mas quando perdeu para Ajla Tomljanovic na terceira rodada do US Open, em setembro de 2022, e se despediu de forma emocionante, poucos imaginavam que ela retornaria para escrever mais um capítulo de uma história esportiva que inspirou milhões de pessoas.
Normalmente, as partidas de duplas realizadas à noite no Queen’s são o momento em que muitos espectadores deixam as arquibancadas para aproveitar a área de hospitalidade do tradicional clube do oeste de Londres. Desta vez, porém, não havia um único assento vazio, e a varanda reservada aos sócios estava lotada quando a estadunidense entrou em quadra na Andy Murray Arena.
O saque temido que durante anos aterrorizou adversárias continuava tão eficiente quanto antes. Serena Williams disparou um foguete de 193 km/h ainda no primeiro set, que ela e Mboko acabaram vencendo no tie-break.
Serena Williams e Victoria Mboko durante uma partida do WTA 500 de Queen’s, em Londres • Reprodução/X/@WTA
O segundo set teve ainda mais a marca registrada de Williams. Ela alcançou sua 1.051ª vitória em torneios de nível profissional – somando simples e duplas femininas – encerrando a partida de forma apropriada ao confirmar seu saque com a ajuda de dois aces. Agora, a parceria vai encarar, nas quartas de final, a canadense Leylah Fernandez e a alemã Laura Siegemund.
Serena, que também conquistou 14 títulos de Grand Slam de duplas ao lado de sua irmã mais velha, Venus, ainda disputará duplas em Berlim e deve receber um convite especial para um retorno notável a Wimbledon ainda neste mês.
A convocação do volante Ederson para o lugar do lateral-direito Wesley, cortado por contusão, incluiu a Atalanta na história de participações da seleção brasileira em Mundiais. O clube italiano se tornou o 78º a ter um jogador representando o Brasil em Copa do Mundo. A lista completa reúne 23 equipes do país e 55 do exterior.
O elenco atual do técnico italiano Carlo Ancelotti inseriu seis novos clubes na estatística. A lista com os 26 nomes originalmente chamados pelo treinador já contava com representantes inéditos dos sauditas Al-Ahli (o zagueiro Ibañez) e Al-Ittihad (o volante Fabinho), dos ingleses Brentford (Igor Thiago) e Bournemouth (o também atacante Rayan) e do turco Fenerbahçe (o goleiro Ederson).
Se seguisse entre os convocados, Wesley seria o 11º atleta da Roma a vestir a camisa do Brasil em uma Copa. Entre os estrangeiros, o time italiano é o terceiro com mais representantes, ao lado do francês Paris Saint-Germain (PSG) e atrás somente dos espanhóis Real Madrid (14) e Barcelona (12). A Inter de Milão, também da Itália (nove), completa o top-5.
Ederson, volante da Atalanta (à esquerda na foto), foi convocado para o lugar do lateral-direito Wesley, cortado por lesão. O clube italiano é 78º a ter representantes brasileiros no Mundial - - Reuters/Daniele Mascolo/proibida reprodução
Considerando as ligas do exterior que cederam jogadores à seleção brasileira, a troca de Wesley por Ederson não impacta a liderança, que segue com a Itália. São 44 convocados desde 1982, quando o ex-volante Paulo Roberto Falcão, à época na Roma, abriu a porteira.
Para 2026, porém, o Campeonato Inglês foi o que mais teve jogadores chamados para vestir a camisa do Brasil: oito. A liga chegou a 34 convocados mundialistas pela seleção verde e amarela e assumiu o segundo lugar, ultrapassando a Espanha (33), que teve somente os atacantes Raphinha (Barcelona) e Vinícius Júnior (Real Madrid) lembrados desta vez.
As presenças de Ibañez e Fabinho incluíram a liga saudita entre as que tiveram jogadores chamados para representar a seleção brasileira em Copas. São 17 países diferentes. Além da Arábia e do trio que lidera a estatística, aparecem França (18), Alemanha (14), Portugal (nove), Japão, Ucrânia, Rússia (três cada), Turquia (dois), China, Uruguai, Grécia, Holanda, México e Canadá (um cada).
Domínio glorioso
Entre os clubes brasileiros, o Botafogo segue como o que mais teve nomes defendendo a Amarelinha em Mundiais. O volante Danilo Santos se tornou a 48º convocação do Glorioso, que é seguido pelo São Paulo (46). O Flamengo, com as presenças dos zagueiros Danilo e Léo Pereira, do lateral-esquerdo Alex Sandro e do meia Lucas Paquetá na edição deste ano, aparece em terceiro, com 39 representantes, abrindo vantagem para os rivais Vasco, com 35, e Fluminense, com 32.
Outras 19 equipes do país tiveram atletas defendendo o Brasil em Copas desde 1930. O Santos, graças ao atacante Neymar, chegou a 25 nomes e ultrapassou o Palmeiras (24).
Sem representantes no elenco de 2026, Corinthians (23), Atlético-MG (12) e Cruzeiro (11) completam o top-10. E a lista ainda reúne Grêmio (nove), Internacional (oito), Portuguesa (seis), Ponte Preta (cinco), Bangu, São Cristóvão (ambos quatro), América-RJ (três), Guarani, Ypiranga-RJ (dois), Americano-RJ, Americano-RS, Athletico-PR e Portuguesa Santista (um cada).
A convocação do volante Ederson para o lugar do lateral-direito Wesley, cortado por contusão, incluiu a Atalanta na história de participações da seleção brasileira em Mundiais. O clube italiano se tornou o 78º a ter um jogador representando o Brasil em Copa do Mundo. A lista completa reúne 23 equipes do país e 55 do exterior.
O elenco atual do técnico italiano Carlo Ancelotti inseriu seis novos clubes na estatística. A lista com os 26 nomes originalmente chamados pelo treinador já contava com representantes inéditos dos sauditas Al-Ahli (o zagueiro Ibañez) e Al-Ittihad (o volante Fabinho), dos ingleses Brentford (Igor Thiago) e Bournemouth (o também atacante Rayan) e do turco Fenerbahçe (o goleiro Ederson).
Se seguisse entre os convocados, Wesley seria o 11º atleta da Roma a vestir a camisa do Brasil em uma Copa. Entre os estrangeiros, o time italiano é o terceiro com mais representantes, ao lado do francês Paris Saint-Germain (PSG) e atrás somente dos espanhóis Real Madrid (14) e Barcelona (12). A Inter de Milão, também da Itália (nove), completa o top-5.
Ederson, volante da Atalanta (à esquerda na foto), foi convocado para o lugar do lateral-direito Wesley, cortado por lesão. O clube italiano é 78º a ter representantes brasileiros no Mundial - - Reuters/Daniele Mascolo/proibida reprodução
Considerando as ligas do exterior que cederam jogadores à seleção brasileira, a troca de Wesley por Ederson não impacta a liderança, que segue com a Itália. São 44 convocados desde 1982, quando o ex-volante Paulo Roberto Falcão, à época na Roma, abriu a porteira.
Para 2026, porém, o Campeonato Inglês foi o que mais teve jogadores chamados para vestir a camisa do Brasil: oito. A liga chegou a 34 convocados mundialistas pela seleção verde e amarela e assumiu o segundo lugar, ultrapassando a Espanha (33), que teve somente os atacantes Raphinha (Barcelona) e Vinícius Júnior (Real Madrid) lembrados desta vez.
As presenças de Ibañez e Fabinho incluíram a liga saudita entre as que tiveram jogadores chamados para representar a seleção brasileira em Copas. São 17 países diferentes. Além da Arábia e do trio que lidera a estatística, aparecem França (18), Alemanha (14), Portugal (nove), Japão, Ucrânia, Rússia (três cada), Turquia (dois), China, Uruguai, Grécia, Holanda, México e Canadá (um cada).
Domínio glorioso
Entre os clubes brasileiros, o Botafogo segue como o que mais teve nomes defendendo a Amarelinha em Mundiais. O volante Danilo Santos se tornou a 48º convocação do Glorioso, que é seguido pelo São Paulo (46). O Flamengo, com as presenças dos zagueiros Danilo e Léo Pereira, do lateral-esquerdo Alex Sandro e do meia Lucas Paquetá na edição deste ano, aparece em terceiro, com 39 representantes, abrindo vantagem para os rivais Vasco, com 35, e Fluminense, com 32.
Outras 19 equipes do país tiveram atletas defendendo o Brasil em Copas desde 1930. O Santos, graças ao atacante Neymar, chegou a 25 nomes e ultrapassou o Palmeiras (24).
Sem representantes no elenco de 2026, Corinthians (23), Atlético-MG (12) e Cruzeiro (11) completam o top-10. E a lista ainda reúne Grêmio (nove), Internacional (oito), Portuguesa (seis), Ponte Preta (cinco), Bangu, São Cristóvão (ambos quatro), América-RJ (três), Guarani, Ypiranga-RJ (dois), Americano-RJ, Americano-RS, Athletico-PR e Portuguesa Santista (um cada).
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) decidiu desligar Rodrigo Cintra da presidência da Comissão de Arbitragem. Para a função, foi escolhido o ex-árbitro Sandro Meira Ricci. A mudança foi oficializada pela gestão do presidente Samir Xaud. Com a chegada de Ricci, o setor passa a ter seu quarto responsável diferente desde 2020.Cintra havia assumido o comando da arbitragem brasileira em fevereiro de 2025, sendo o processo de profissionalização da arbitragem, iniciado em 2026, uma de suas principais ações no cargo. Recentemente, ele participou da preparação da Seleção para a Copa do Mundo, ministrando uma palestra sobre as regras da FIFA para o elenco brasileiro, na Granja Comary.A troca faz parte de uma série de avaliações internas promovidas pela atual diretoria da CBF após a saída de Ednaldo. A tendência é de novas mudanças na Comissão de Arbitragem, com a saída de integrantes que chegaram junto com Cintra. Péricles Bassols, no entanto, permanece como gerente técnico do VAR.No ano passado, Cintra também havia criado um comitê internacional de especialistas, que teve duração curta. O grupo contava, além de Ricci, com os ex-árbitros Nestor Pitana e Nicola Rizzoli, responsáveis por analisar lances de jogos da Série A do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil.
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Mudanças no comando da arbitragemEntre 2016 e 2019, o chefe foi Coronel Marinho, enquanto de 2019 a 2021, Leonardo Gaciba comandou a arbitragem. Já no período de 2022 até 2025, Wilson Seneme ficou responsável pelo departamento.Nome mais recente, Rodrigo Cintra foi o presidente da Comissão de Arbitragem entre fevereiro de 2025 a junho de 2026.Carreira de Sandro Meira RicciCom trajetória consolidada, Sandro Meira Ricci atuou como árbitro Fifa e integrou o quadro da Copa do Mundo de 2018, na Rússia, encerrando a carreira pouco depois.Ao longo de mais de 15 anos de atuação, apitou partidas em diversas competições, como Brasileirão, Libertadores, Mundial de Clubes e Copa América.
Clube da Série A do Brasileirão que é SAF, o Botafogo foi punido com transfer ban pela sexta vez em 2026, nesta terça-feira, 9. A FIFA sancionou o time carioca por dívidas acumuladas pela compra do lateral-direito Lucas Villalba, contratado junto ao Nacional em janeiro.A contratação do uruguaio foi a primeira do Botafogo para a temporada e custou 3 milhões de dólares (R$ 16,3 milhões na cotação da época). As outras cinco punições são por dívidas com o Atlanta United por Thiago Almada, com o Ludogorets por Rwan Cruz, além de débitos com o New York City e Zenit por Santi Rodríguez e Artur.Em relação às pendências com a equipe estadunidense, o Glorioso ainda foi punido em duas oportunidades, após não quitar as parcelas do acordo de 5 milhões de dólares (cerca de R$ 85 milhões na cotação da época).
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Impedido de registrar atletasO último transfer ban, sofrido no início deste mês, foi por penalidades administrativas. Multas impostas pela entidade não foram pagas pelo Botafogo, reincidente nas irregularidades, que agora está impedido de registrar novos jogadores por prazo indeterminado.
O alemão Alexander Zverev, que conquistou o título de Roland Garros no domingo (7), interrompeu uma entrevista após ser questionado pelo jornal francês L’Équipe sobre acusações de violência doméstica de duas ex-companheiras.
“Em primeiro lugar, este não é o tipo de entrevista para isso. Em segundo, você sabe que as acusações foram provadas falsas? Fiz tudo o que podia e minha inocência foi demonstrada. Acho que deveríamos parar por aqui. É melhor assim”, disse o tenista ao sair da entrevista, na segunda-feira (8).
Na ocasião, alguém da plateia gritou os nomes de duas de suas ex-parceiras que acusaram o bicampeão do ATP Finals de abuso físico.
Zverev, que negou ambas as alegações, permaneceu em silêncio no pódio enquanto a pessoa gritava que “a Austrália acredita” nas duas mulheres. Outros membros da plateia começaram a vaiar e depois abafaram os gritos com aplausos antes que Zverev iniciasse seu discurso pós-jogo.
Casos de violência doméstica
Em 2020, a ex-namorada de Zverev disse que o tenista a atacou antes de um evento ATP Master 1000 em 2019, uma alegação que o jogador disse ser “simplesmente falsa”.
A ATP, órgão regulador do tênis profissional masculino, iniciou uma investigação em 2021, mas “não conseguiu comprovar as alegações de abuso”. A ATP não tomou medidas disciplinares.
Em junho de 2024, Zverev e outra ex-parceira, com quem tem um filho, concordaram em resolver um caso de suposta agressão sem admissão de culpa, anunciou o Tribunal Distrital de Tiergarten, em Berlim. O alemão foi acusado de “abusar fisicamente e prejudicar a saúde de uma mulher durante uma discussão em Berlim em maio de 2020”, segundo comunicado do tribunal.
Ele recebeu uma ordem penal e foi multado em R$ 2,8 milhões em outubro de 2023, embora Zverev tenha negado as alegações e apresentado recurso.
Ele acabou sendo ordenado a pagar uma multa de R$ 1,2 milhões, com seus advogados dizendo à CNN em junho que o jogador “concordou com esta descontinuação por meio de seu advogado de defesa, apenas para abreviar o processo – sobretudo no interesse de seu filho”. Os advogados acrescentaram: “Alexander Zverev é considerado inocente”.
Comandada pelo craque Lionel Messi, a seleção da Argentina inicia a Copa do Mundo, que será disputada entre os dias 11 de junho e 19 de julho, com o sonho de manter o título da competição. E a campanha dos hermanos terá início no Grupo J, ao lado de Argélia, Jordânia e Áustria.
Após uma trajetória emocionante que culminou com o título no Mundial do Catar, em 2022, a equipe comandada pelo técnico Lionel Scaloni fez um bom ciclo (com a conquista dos títulos das Eliminatórias Sul-Americanas e da Copa América de 2024) e é apontada como uma das grandes candidatas a ficar com o título (ao lado de França e Espanha) na competição que terá como sedes os EUA, o Canadá e o México.
Já aos 38 anos de idade, Messi continua sendo o grande nome da seleção de seu país, mas agora depende ainda mais de uma equipe que possa colocá-lo em boas condições de desiquilibrar os jogos. Para isto nomes como os dos meio-campistas Enzo Fernández, do Chelsea (Inglaterra), e Alexis Mac Allister, do Liverpool (Inglaterra), têm papel fundamental.
Outras peças importantes da equipe são o experiente goleiro Emiliano Martínez, do Aston Villa (Inglaterra), e o talentoso atacante Julián Alvarez, formado no River Plate (Argentino) e que, após passagem pelo Manchester City (Inglaterra), agora defende o Atlético de Madrid (Espanha).
A segunda força do Grupo J é a Argélia. A equipe africana disputa um Mundial pela quinta vez em sua história (após as presenças em 1982, 1986, 2010 e 2014). E a Copa disputada no Brasil foi o palco da melhor campanha das Raposas do Deserto, as oitavas de final.
O técnico bósnio Vladimir Petkovic tem em seu plantel peças interessantes. O primeiro é o goleiro Luca Zidane, filho do craque francês Zinédine Zidane. O experiente Riyad Mahrez, ponta do Al-Ahli (Arábia Saudita) com passagem marcante pelo Manchester City (Inglaterra), e o lateral-esquerdo Rayan Aït-Nouri, do Manchester City, também podem desequilibrar.
Quem também aparece como candidato a garantir uma vaga na segunda fase é a Áustria. A confiança em uma boa campanha vem na proposta de jogo adotada pelo técnico alemão Ralf Rangnick, baseada na pressão na defesa e nas transições em velocidade no ataque.
Em seu retorno à uma Copa após um intervalo de 28 anos, a Áustria aposta no volante Konrad Laimer, do Bayern de Munique (Alemanha), no meia Marcel Sabitzer, do Borussia Dortmund (Alemanha), e no experiente lateral David Alaba, do Real Madrid (Espanha).
Já o patinho feio da chave é a Jordânia, que defende um Mundial de seleções masculinas pela primeira vez na história. Sem nomes de grande destaque no panorama internacional, a equipe comandada pelo técnico marroquino Jamal Sellami tem a disciplina tática e a organização coletiva como suas maiores virtudes.