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Portugal denies visas to midwives travelling to global congress in Lisbon

13 June 2026 at 13:10

Portugal has denied visas to at least 20 midwives from Africa and Asia who were due to attend a major international congress in Lisbon this weekend – and no one

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140 Portuguese municipalities on maximum wildfire alert

13 June 2026 at 12:29
Lagoa and Carvoeiro launch donation drive for firefighters

Around 140 municipalities across mainland Portugal are facing a maximum risk of rural wildfire this Saturday, according to the Portuguese Institute for Sea and Atmosphere (IPMA). The highest level of

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Three men die in separate water-related incidents in Porto and Matosinhos

13 June 2026 at 12:22
Inem ambulance

Three men died in separate water-related incidents in Porto and Matosinhos on Friday evening (June 12). According to Correio da Manhã tabloid newspaper, the first incident occurred at around 7.54pm

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Portugal’s importance to NATO “will grow as Arctic ice melts”

13 June 2026 at 12:00
Portugal's importance to NATO “will grow as Arctic ice melts”

Portugal is set to play an increasingly important role within NATO as melting Arctic ice reshapes global shipping routes and defence priorities, according to the country’s permanent representative to the

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Ferreira do Zêzere opens new river beach on Castelo do Bode reservoir

13 June 2026 at 10:57
Praia Fluvial da Bairrada/Bairradinha - Photo: CM Ferreira do Zêzere

The municipality of Ferreira do Zêzere has officially launched its 2026 bathing season with the inauguration of a new river beach on the shores of the Castelo do Bode reservoir,

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President’s first political veto sparks backlash from Portugal’s right

13 June 2026 at 10:38
LGBT flag (Bernd Dittrich-unsplash)

President António José Seguro’s first political veto has triggered sharp criticism from Portugal’s governing right-wing parties after he blocked legislation that would have banned the display of “ideological, partisan or

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O milagre da multiplicação da sardinha, a tempo dos Santos

13 June 2026 at 10:09

O cheiro nem engana, depois vem o olhar:prateada e pequenina, a sardinha destaca-se na banca do peixe e a pergunta é sempre a mesma: “Já está boa?”“Já se come”, responde Elisabete Nunes, administradora da Propeixe.“Está gordinha”, reforça Joana Martins, peixeira no mercado de Benfica, em Lisboa, pegando orgulhosa no pescado enquanto o exibe para a fotografia.

Do lado de Matosinhos, onde o pulso da lota dita o ritmo dos dias, há sinais de abundância moderada. “Há muita sardinha, pelo menos aqui no Norte. E tem vindo a melhorar”, afiança Elisabete, contando 40 barcos diários a irem para o mar.

Contudo, a memória recente impede entusiasmos fáceis. A sardinha quase desapareceu do mar. Em 2017, no ponto mais crítico, Portugal e Espanha partilhavam uma quota de apenas 10 mil toneladas. Isto sucedeu devido a condições ambientais adversas e por pressão excessiva sobre o recurso. Juntos estes dois fatores contribuíram para o seu declínio.

“O risco de colapso não era um receio abstrato. Era uma realidade identificada pela ciência”, recorda ao jornal económico Alberto Martín, diretor do programa do Marine Stewardship Council (MSC) para a Península Ibérica.

Nesses anos, muitos pescadores passaram mais tempo em terra do que no mar. A sardinha, esse símbolo tão português, tornava-se escassa, Foi preciso parar para a salvar. Impor períodos de defesos, restrições à captura de juvenis e aceitar perdas no presente para garantir futuro. “A recuperação exigiu sacrifícios importantes por parte dos pescadores”, sublinha Alberto Martín. “Mas foram fundamentais para permitir que o stock regressasse a níveis sustentáveis, garantindo a sustentabilidade do setor e a preservação do recurso para as gerações futuras.”

Hoje, o cenário é outro — ainda que frágil na sua própria conquista. A biomassa da sardinha com mais de um ano de idade aumentou de cerca de 152 mil toneladas em 2019 para mais de 385 mil em 2020. O que representa um crescimento de 153%. Além disso, as quotas aumentaram cinco vezes face ao pior momento e a sardinha voltou às redes com outra consistência. Ainda assim, nem tudo o que vem à rede é peixe.

Joana Martins, peixeira, no mercado de Benfica, em Lisboa

Junho é o auge desta jóia do atlântico. Com a aproximação dos Santos Populares, a procura intensifica-se e a sardinha volta ao centro da mesa — e da economia que gira à sua volta. A EGEAC estima que, só em Lisboa, sejam consumidas cerca de 13 sardinhas por segundo durante as festas, o que se traduz em mais de um milhão ao longo dos dias de celebração.

Nas praças, mercados municipais e supermercados, esse movimento já é visível. Os consumidores regressam, antecipando as semanas de maior procura,e os preços acompanham essa pressão. O quilo oscila entre os sete e os 8,40 euros, refletindo a procura externa e a concorrência. “Os portugueses já estão a comprar muito e a sardinha já está a ficar gordinha”, diz Carlos Proença, peixeiro no mercado de Benfica.

Até chegar ao prato existe uma cadeia exigente. O preço à saída da lota ronda os dois euros, mas ao longo do percurso acumulam-se custos logísticos, operacionais e comerciais. A isso soma-se a pressão internacional sobre um recurso que voltou a ser pro- curado, sobretudo após a recuperação do stock e a certificação de sustentabilidade.

Segundo dados do INE, Portugal exportou entre 7000 a 9000 toneladas de sardinha fresca e congelada em 2024. O principal mercado foi Espanha, seguido de França e Itália, mas no mesmo período importou entre 3 a 5 mil toneladas sobretudo de Espanha, o maior forncedor, seguindo-se França e Países Baixos.

Já agora para não comprar gato por lebre, segundo a Deco, a qualidade da sardinha exige olhar atento: “pele brilhante, guelras vermelhas e olhos salientes e transparentes, com cheiro a maresia, são bons indicadores de frescura.” Apesar das contas, em junho a história é sempre a mesma: uma sardinha no pão, comida sentada ou de pé, ao ritmo de música popular e aromatizada com o perfume do manjerico.

 

 

O que significa a certificação do MSC?
O MSC (Marine Stewardship Council) é uma organização internacional sem fins lucrativos que estabelece normas reconhecidas globalmente para a pesca sustentável, contando com escritórios em todo o mundo, incluindo em Portugal. Atualmente, as pescarias certificadas pelo MSC representam cerca de 20% de toda a captura marinha selvagem a nível mundial. Em Portugal, já existem mais de 450 produtos disponíveis no mercado com o Selo Azul MSC.

Trata-se de uma certificação voluntária que avalia as pescarias com base em três princípios fundamentais. O primeiro diz respeito ao estado dos stocks pesqueiros, garantindo que as populações exploradas se mantêm em níveis saudáveis e capazes de assegurar a sua reprodução a longo prazo. O segundo avalia o impacto ambiental da atividade, exigindo que a pesca seja gerida de forma a minimizar os seus efeitos nos ecossistemas marinhos, noutras espécies e nos habitats. O terceiro princípio centra-se na gestão da pescaria, que deve cumprir a legislação em vigor e dispor de mecanismos que permitam adaptar-se a alterações das condições ambientais, científicas ou regulatórias.

Um aspeto particularmente relevante é que esta avaliação não é realizada pelo próprio MSC, mas por organismos certificadores independentes. A certificação tem uma validade de
cinco anos e está sujeita a auditorias anuais. Em alguns casos, podem ser impostas condições de melhoria que a pescaria certificada é obrigada a cumprir. Caso deixe de satisfazer os critérios exigidos, a certificação pode ser suspensa. Foi o que aconteceu, por exemplo, com a pescaria da sardinha ibérica em 2014.

A certificação assenta ainda num segundo pilar essencial: a rastreabilidade. O Selo Azul que chega ao consumidor é suportado pela norma de Cadeia de Custódia do MSC, que assegura o acompanhamento e a verificação do produto certificado em todas as etapas dacadeia de abastecimento, desde o momento da captura até ao ponto de venda.

 

Monção recebe primeira meia-final regional das novas 7 Maravilhas de Portugal® em emissão especial na TVI

13 June 2026 at 09:20

Hoje sábado, 13 de junho, o município de Monção transforma-se no epicentro cultural do país ao acolher a 1ª eliminatória Regional (Região Norte) das Novas 7 Maravilhas de Portugal®. Numa grande produção televisiva conduzida pela dupla de apresentadores Maria Cerqueira Gomes e Pedro Teixeira. O Município de Monção, reconhecido pela sua forte identidade, hospitalidade e […]

Reabilitação para incendiários começa em julho em sete cadeias

13 June 2026 at 08:52

O Programa de Reabilitação para Incendiários, anunciado em 2018, deverá ter início em julho e será implementado em sete cadeias, incluindo Lisboa e Porto, depois da formação de 20 técnicos especialistas que acontece na próxima semana.

A Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) disse à Lusa que, para já, o programa vai funcionar em formato individual, uma decisão que resultou da análise do projeto-piloto que decorreu entre 2019 e 2022 e em que foram detetadas algumas dificuldades na aplicação do programa em formato de grupo.

O programa destinado a condenados pelo crime de incêndio vai funcionar tanto em prisões como fora delas e, por isso, foi dada prioridade de formação aos técnicos das cadeias “onde existe maior número de indivíduos condenados por crime de incêndio florestal e às Equipas de Reinserção Social que acompanham o maior número de indivíduos condenados por este crime”. 

Para já, o programa será implementado em sete cadeias: Castelo Branco, Coimbra, Izeda (Bragança), Lisboa, Vale do Sousa, Viseu e Porto. 

Em relação à formação dos técnicos, a DGRSP explicou que o objetivo será habilitar os profissionais para que possam aplicar o programa em questão e também para “formar outros técnicos posteriormente, numa filosofia de disseminação de acordo com as necessidades de aplicação do programa a cada momento”.

Neste momento, estão nas cadeias portuguesas 29 presos preventivos, 59 condenados e 20 inimputáveis com medida de internamento em instituição psiquiátrica pelo crime de incêndio florestal. 

Fora das prisões, a DGRSP conta 108 pessoas com suspensão da execução da pena de prisão e quatro com obrigação de permanência na habitação com pulseira eletrónica. 

O Programa de Reabilitação para Incendiários começou a ser desenhado em 2016, tendo a DGRSP avançado com uma proposta de adaptação para o contexto português do programa “Firesetting Intervention, Programme For Prisoners”, da Universidade de Kent, no Reino Unido, que tinha como objetivo prevenir a reincidência.

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Apoio algarvio rumo ao Mundial: bandeira gigante de Portugal cobre monte em Loulé – SIC

Um grupo de amigos de Alte, no concelho de Loulé, pintou uma bandeira gigante para apoiar a Seleção Nacional no Campeonato do Mundo, cuja tradição, remonta ao Euro 2000 e é cumprida anualmente no dia 10 de junho, como mostra a reportagem da SIC.

Uma das maiores demonstrações de apoio à Seleção Nacional está localizada no Algarve. Na aldeia de Alte, um grupo de amigos dedicou o passado dia 10 de junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, a repintar uma bandeira com 70 metros de comprimento por 50 de largura.

O esforço coletivo envolveu 15 pessoas, que trabalharam para renovar o símbolo que marca a paisagem local. Embora a bandeira atual esteja instalada no mesmo local desde 2012, a iniciativa é o culminar de uma tradição com mais de duas décadas.

De um grupo de três amigos a uma tradição local

A história deste projeto começou no Euro 2000, disputado na Bélgica e nos Países Baixos.

Foram três amigos que fizeram uma proposta para fazer a primeira bandeira, escrita com ‘Alte Algarve’”, recorda um dos elementos do grupo.

Imagem extraída da reportagem da SIC

Dois anos depois, o projeto ganhou uma nova dimensão ao ser pintado na fachada de uma casa, iniciando uma sucessão de bandeiras com diferentes dimensões que nunca mais parou.

Ao longo dos últimos 14 anos, o grupo tem honrado este compromisso, que se tornou um símbolo de união entre os habitantes da aldeia e os adeptos da equipa das Quinas.

Coincidência ou não, a trajetória da equipa das quinas tem sido pautada pela presença constante nos grandes palcos internacionais desde o início desta tradição.

Pista de Atletismo de Faro recebe 1.ª edição da Festa da Motricidade com mais de 2500 alunos

A 1.ª edição da Festa da Motricidade arrancou esta semana na Pista de Atletismo de Faro, reunindo já, nos dias 11 e 12 de junho, 600 crianças de 31 turmas da educação pré-escolar, integradas no projeto “Crescer Ativo” dinamizado pelo Departamento de Desporto e Juventude da Câmara Municipal de Faro.  Ao longo destes dois dias, os mais novos participaram em diversos jogos, percursos motores e atividades de deslizamento com trotinetes, skates e bicicletas, num ambiente marcado pela aprendizagem, pela diversão e pelo movimento.

A iniciativa, que reúne mais de 2.500 alunos dos agrupamentos de escolas do concelho, prossegue entre os dias 15 e 19 de junho com a participação dos alunos do 1.º, 2.º e 3.º anos do ensino básico. Os alunos do 1.º e 2.º anos integram o projeto “Saber Correr, Saltar e Lançar”, que promove a aprendizagem e o aperfeiçoamento das habilidades motoras fundamentais associadas à corrida, ao salto e aos lançamentos, contribuindo para o desenvolvimento físico e motor das crianças.

Já os alunos do 3.º ano participam no projeto “Saber Pedalar” que visa a aquisição e consolidação das competências básicas de utilização da bicicleta, sensibilizando simultaneamente para a adoção de hábitos de mobilidade ativa, segura e sustentável.

O evento assinala o encerramento das atividades desenvolvidas ao longo do ano letivo no âmbito do Programa de Apoio à Educação Física e ao Desporto Escolar, celebrando o trabalho realizado ao longo do ano na promoção da atividade física e do desenvolvimento motor das crianças.

Mais do que uma demonstração das aprendizagens realizadas durante o ano letivo, esta primeira edição da Festa da Motricidade pretende afirmar-se como um momento anual de celebração da atividade física e do desenvolvimento infantil, proporcionando às crianças experiências positivas associadas ao movimento, ao convívio e à prática desportiva.

O Município de Faro, que mantém o seu compromisso com a promoção de estilos de vida ativos, saudáveis e inclusivos desde a infância, agradece o envolvimento dos agrupamentos de escolas do concelho, bem como o apoio prestado pela Escola Profissional D. Francisco Gomes de Avelar, através da participação dos alunos dos cursos de Técnico de Ação Educativa e de Animador Sociocultural, que contribuíram para a organização e dinamização desta iniciativa.

São Brás de Alportel reforça apoio a Instituições Sociais Algarvias

O Município de São Brás de Alportel voltou a reforçar a sua intervenção na área social, ao aprovar a atribuição de apoios a várias instituições de solidariedade que desenvolvem um trabalho essencial junto da população, apoiando crianças, jovens, adultos e famílias do concelho e da região.

No âmbito do Plano de Apoios Sociais do Município, a Câmara Municipal deliberou atribuir estes apoios como forma de valorizar projetos de cariz social e reconhecer o trabalho desenvolvido por instituições parceiras, num contexto marcado pelo aumento de despesas e pela redução de receitas.

Os apoios abrangem instituições que prestam respostas sociais relevantes, muitas delas inexistentes no território do concelho, nomeadamente nas áreas da saúde mental, deficiência, infância e juventude, proteção de crianças e jovens e apoio social a famílias.

Entre as instituições apoiadas estão:

  • A Associação de Saúde Mental do Algarve – ASMAL, pelo trabalho na promoção da inclusão social de pessoas com doença mental, em parceria com os Serviços Sociais do Município;
  • A Associação dos Doentes Mentais Famílias e Amigos do Algarve – UNIR, que acolhe utentes do município e promove a integração social de pessoas com doença mental;
  • A Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral – APPC, delegação de Faro, que apoia utentes são-brasenses na integração social de pessoas com deficiência;
  • A Associação para a Intervenção e Reabilitação de Populações Deficientes e Desfavorecidas – EXISTIR, que atua na área da deficiência e promove a inclusão social;
  • A Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal – ACAPO, que presta apoio a pessoas com deficiência visual e às suas famílias;
  • A Fundação Irene Rolo, que apoia pessoas com deficiência e incapacidade, em parceria com o Espaço Inclusão de São Brás de Alportel;
  • A Associação de Proteção à Rapariga e à Família – AIPAR, instituição de acolhimento de jovens em situação de perigo, que expandiu recentemente a sua intervenção na área da deficiência;
  • A Casa da Primeira Infância e Casa de Santa Isabel, que acolhem crianças e jovens em resposta a pedidos da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens;
  • O Instituto D. Francisco Gomes – Casa dos Rapazes, Refúgio Aboim Ascensão e Centro de Bem-Estar Social Nossa Senhora de Fátima, que acolhem crianças e jovens, desenvolvendo um trabalho importante na Emergência Infantil;
  • A Santa Casa da Misericórdia de Albufeira que presta apoio no acolhimento a crianças e jovens;
  • ⁠A Instituição de Solidariedade Social da Serra do Caldeirão, parceria do município no apoio à população sénior, sobretudo das áreas rurais;
  • A Santa Casa da Misericórdia de São Brás de Alportel, parceiras do Município em diversos projetos locais, com especial relevância na inclusão e no apoio à população sénior, entre um conjunto de diversas valências;
  • O Centro de Cultura e Desporto dos Trabalhadores da Câmara Municipal e Junta de Freguesia de São Brás de Alportel, que apoia iniciativas como a Plataforma Local de Ajuda Alimentar e projetos de apoio a famílias e jovens, com uma parceria fundamental ao nível das famílias com rendimento social de inserção.

Um contributo decisivo na consolidação da estratégia de proximidade e cooperação do município com as instituições de solidariedade social, reconhecendo o seu papel fundamental no apoio à comunidade são-brasense.

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