EU Considering Sanctions On Russian Orthodox Patriarch, Chess Federation Chief, Others



O Município de Faro assinalou esta terça-feira, 9 de junho, o hastear oficial das Bandeiras Azuis nas praias de Faro, Ilha da Barreta (Ilha Deserta), Ilha do Farol e Ilha da Culatra, distinguindo, uma vez mais, a qualidade ambiental, a segurança e os serviços disponibilizados nestas zonas balneares do concelho. Para além da Bandeira Azul, […]

Homer’s Odyssey tells the tale of Odysseus returning to his home after the Trojan War. For a variety of reasons, the trip is not an easy one. It takes him a full ten years to return home.
But the journey from Troy to Ithaca, Odysseus’ home island, should not have been too difficult and certainly not a ten-year trip. For this reason, some researchers have claimed that Odysseus actually traveled outside of the Mediterranean. There is even the suggestion that he traveled to Ireland.
In the Odyssey, one of the places Odysseus visits is an island called Ogygia. This was the home of the nymph Calypso, who offers Odysseus immortality if he agrees to marry her. She refuses to let him leave otherwise. The gods intervene and force Calypso to release him. Hence, after seven years on the island, Odysseus builds a raft and sails away.
The location of Ogygia has been the subject of considerable speculation. According to Homer’s account, the island is a place of beautiful meadows, fountains, woods, and various types of birds. However, none of this is particularly helpful. All sorts of islands could fit this description.
In ancient times, various suggestions were made as to where Ogygia might actually be located. More recently, some scholars have argued that Ogygia is identical to Ireland. If this identification is correct, this would mean that Odysseus spent seven years in Ireland.
The most notable scholar to have come to this conclusion was Roderick O’Flaherty. In 1685, he used the name ‘Ogygia’ as a synonym for Ireland in the title of one of his books. It was called: Ogygia: Or a Chronological Account of Irish Events.
One of the key pieces of evidence used to support the identification of Ireland as Ogygia is a passage written by Plutarch, a historian of the first century CE. He wrote about Homer’s account of Ogygia in conjunction to other additional information he provided. According to Plutarch, Ogygia was situated to the west of Britain, which is where Ireland is in fact located.
Additionally, Plutarch tells us that Ogygia was five thousand stadia away from the ‘great continent’ which surrounded the ‘great sea.’ Several scholars have suggested that this ‘great continent’ actually refers to America. Examples include Wilhelm von Christ, an eighteenth-century German scholar, and Johannes Kepler, a sixteenth-century German scholar.
If the ‘great continent’ mentioned by Plutarch really was America, then that would mean that Ogygia was actually an island somewhere between Britain and America. Since Plutarch says that Ogygia was five thousand stadia from the great continent but only several days distant from Britain, this indicates that it was much closer to Britain than to America. Therefore, Ireland would seem to be a good match.
While Ireland does match Plutarch’s basic description, there are certain issues with this identification. For one thing, Ireland is not five thousand stadia from America. This distance would be the equivalent of a little over nine hundred kilometers. Nevertheless, the distance between Ireland and America is about three thousand kilometers.
Hence, the distance specified by Plutarch means that Ireland is in fact not Ogygia, if America was indeed the ‘great continent’ to which he referred. Clearly, however, there is no other option for the great continent that would fit the passage.
Another problem is that Plutarch states that it takes five days of sailing to travel between Britain and Ogygia. This would indicate an island much further west than Ireland because it would barely take two days of sailing to reach Ireland from the furthest part of the western side of Britain.
In reality, there is no island which is exactly five days’ sailing away from Britain and also five thousand stadia away from America. The measurements simply do not correspond to any real location.
Perhaps, then, some researchers could use this as evidence that the measurements must be incorrect, meaning that Ireland could still be the intended location. Alternatively, it could of course also mean that Plutarch was not really describing an actual location at all.

A declaração ocorreu após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, outros ministros de Estado e líderes de associações e empresários do setor, no Palácio do Planalto.
Notícias relacionadas:
“Sabemos que podemos ir até E35, mas os estudos técnicos necessários para se avançar na mistura nos permitem ir até o E32. Foi uma reivindicação trazida hoje pelo setor”, disse Silveira.
De acordo com o ministro, a iniciativa faz parte da agenda de descarbonização e fortalecimento da segurança energética do país, impulsionada pela Lei Combustível do Futuro, que incentiva a produção e uso de combustíveis sustentáveis. Ele destacou que o aumento da mistura reduzirá a dependência externa do país, estimando uma economia de 450 milhões de litros de gasolina importada.
"É segurança energética, é modicidade no preço do combustível, é descarbonização, é desenvolvimento nacional, é mais plantio, é mais emprego, é mais renda. São políticas públicas focadas no desenvolvimento do país", afirmou Silveira, reforçando que a medida ainda minimiza as oscilações de preço dos combustíveis causadas por conflitos internacionais.
Representantes da indústria de biocombustíveis que participaram do encontro classificaram a reunião como muito produtiva e reforçaram o papel do etanol na segurança energética do país e na redução de preços ao consumidor.
“Hoje, o litro do etanol custa em média R$ 2,40 menos do que o litro da gasolina. Ou seja, um aumento da mistura de 2% vai trazer uma redução equivalente a essa para o consumidor”, explicou o presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), Evandro Gussi.
Ele acrescentou que, nos últimos três meses, desde o início do conflito no Irã, a diferença de preço entre etanol e gasolina gerou uma economia de cerca de R$ 2 bilhões aos consumidores brasileiros e evitou o gasto de R$ 8 bilhões do país com importações de gasolina.
Sobre os debates em torno do comportamento dos motores com a nova composição do combustível, Gussi garante a viabilidade técnica da mudança e destacou que a mistura de 32% já foi testada com sucesso quando houve o aumento para 30%, em junho do ano passado.
Ainda, sobre a permanente demanda por etanol anidro no país e os impactos na produção agrícola, o presidente da Bioenergia Brasil, Mário Campos, afirmou que as políticas públicas estruturadas nos últimos anos impulsionaram o setor. Para este ano, ele projeta um acréscimo de mais de 4 bilhões de litros de etanol na produção.
“Então, é uma oportunidade para o Brasil, para descarbonizar ainda mais a nossa matriz de transporte, e para o consumidor brasileiro é um excelente momento de, realmente, utilizar a tecnologia que ele tem no veículo e optar por etanol, que está mais barato do que a gasolina em diversas regiões”, disse Campos.
Às vésperas da estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026, um levantamento da revista Forbes aponta Neymar como o jogador mais valorizado comercialmente entre os convocados da Seleção Brasileira. O atacante lidera o ranking com 20 contratos publicitários ativos.
Na sequência aparecem Vini Jr, com 16 parcerias comerciais, e Raphinha, com nove acordos. O estudo considera apenas atletas com contratos identificados pela publicação.
A Copa do Mundo de 2026 será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México e começa nesta quinta-feira (11). A Seleção Brasileira estreia no sábado (13), em meio à expectativa dentro e fora de campo.
Neymar lidera ranking de valor comercial da Seleção
Entre os convocados, o setor ofensivo concentra os jogadores mais valorizados no mercado publicitário. Além dos três primeiros colocados, Endrick também aparece entre os atletas com maior número de contratos comerciais.
Nem todos os 26 convocados integram o levantamento da Forbes. A publicação considera apenas jogadores com acordos publicitários ativos identificados, o que deixa parte do elenco fora da lista.
Ficaram fora do ranking nomes como Alex Sandro, Roger Ibañez, Douglas Santos, Fabinho, Igor Thiago e Rayan.
O atacante Wesley chegou a ser convocado, mas acabou cortado após lesão em amistoso contra o Egito. Para a vaga, o técnico Carlo Ancelotti chamou o volante Éderson, que também aparece no levantamento com contrato publicitário ativo.
Ranking dos jogadores da Seleção com mais contratos publicitários
| Jogador | Contratos publicitários |
|---|---|
| Neymar | 20 |
| Vini Jr. | 16 |
| Raphinha | 9 |
| Endrick | 6 |
| Alisson | 5 |
| Matheus Cunha | 4 |
| Casemiro | 2 |
| Weverton | 2 |
| Luiz Henrique | 2 |
| Gabriel Martinelli | 2 |
| Éderson | 1 |
| Marquinhos | 1 |
| Gabriel Magalhães | 1 |
| Bremer | 1 |
| Léo Pereira | 1 |
| Bruno Guimarães | 1 |
| Lucas Paquetá | 1 |
| Danilo | 1 |
The post Neymar é o jogador da Seleção com mais contratos publicitários, aponta Forbes appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.
“Avevo i documenti giusti”. Omar Abdulkadir Artan racconta così, al telefono con il New York Times, la notte che ha cancellato il suo sogno mondiale. L’arbitro somalo, scelto per partecipare ai Mondiali di calcio di quest’estate, non potrà prendere parte al torneo dopo che gli è stato negato l’ingresso negli Stati Uniti al suo arrivo a Miami, su un volo proveniente da Istanbul. La sua vicenda è diventata il simbolo dell’intolleranza che sta caratterizzando questi Mondiali, tra visti negati e perquisizioni alle Nazionali.
Artan ha spiegato di essere arrivato negli Usa convinto di avere tutto in ordine: “Avevo i documenti e tutto il resto in regola”. Secondo il suo racconto, una volta sbarcato è stato portato in una piccola stanza dell’aeroporto, dove gli agenti lo hanno interrogato per tutta la notte. Undici ore di domande, durante le quali gli sarebbe stato chiesto il motivo del viaggio negli Stati Uniti e anche della politica somala. L’arbitro ha detto di aver mostrato i documenti della Fifa e alcune foto della sua carriera da direttore di gara.
Il passaggio successivo è stato ancora più duro. Dopo l’interrogatorio, Artan ha riferito di essere stato trasferito in una cella di detenzione, dove è rimasto per altre ore, prima di essere imbarcato su un volo di ritorno verso Istanbul e poi rientrare a Mogadiscio. “Sono molto, molto deluso. Sono semplicemente un arbitro che cerca di vivere il suo sogno, il più grande sogno della mia vita, venire ai Mondiali”, ha detto al New York Times.
Artan sarebbe potuto diventare il primo arbitro somalo a dirigere una partita dei Mondiali. Nel 2025 era stato nominato miglior arbitro maschile dell’Africa ed era stato scelto dalla Confederazione Africana di Calcio per partecipare al torneo. Ma dopo il respingimento negli Stati Uniti, la Fifa se n’è lavata le mani e ha confermato che non prenderà parte alla competizione.
Il direttore di gara ha dichiarato di non essere stato informato del motivo preciso per cui gli è stato negato l’ingresso nel Paese. La spiegazione ufficiale fornita dalle autorità statunitensi resta generica. Un portavoce della dogana e della protezione delle frontiere aveva dichiarato alla CNN che Artan era stato sottoposto a un controllo aggiuntivo, una procedura definita di routine per verificare le informazioni o stabilire l’ammissibilità del viaggiatore. Al termine dell’ispezione, era stato ritenuto inammissibile “a causa di problemi di verifica”.
“Penso che abbiano un problema con il mio paese”, ha aggiunto Artan. La Somalia rientra infatti tra i Paesi colpiti dalle restrizioni di viaggio introdotte nell’ambito della stretta sull’immigrazione dell’amministrazione Trump. Il caso ha provocato la protesta del governo somalo, che ha chiesto spiegazioni agli Stati Uniti e alla Fifa. Che, da parte sua, ha dichiarato di non avere competenza diretta sulle procedure migratorie del Paese ospitante. “La FIFA non è coinvolta nei processi di immigrazione del Paese ospitante, comprese le procedure di rilascio dei visti, ed è stata informata dalle autorità che lo status del signor Artan non subirà modifiche al momento”, ha dichiarato un portavoce.
L'articolo “Mi hanno interrogato per tutta la notte e poi messo in cella. I Mondiali erano il mio sogno”: il racconto dell’arbitro somalo Artan, sbattuto fuori dagli Usa proviene da Il Fatto Quotidiano.

No âmbito das Jornadas Europeias de Arqueologia 2026, o Município de Silves promove, no próximo dia 13 de junho, a iniciativa “Silves Subterrânea”, um conjunto de visitas guiadas que dará a conhecer alguns dos mais importantes espaços arqueológicos e estruturas históricas existentes sob a cidade, proporcionando ao público uma perspetiva única sobre o património escondido […]
A empresa Savannah disse ter sido hoje notificada da ordem de suspensão temporária dos trabalhos associados à exploração de lítio na mina do Barroso, em Boticas, após providência cautelar admitida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela.
“Tal como antecipado, a Savannah foi hoje notificada pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela de uma ordem de suspensão temporária dos trabalhos de geotecnia que temos vindo a desenvolver, na sequência da receção de uma providência cautelar”, pode ler-se em comunicado hoje divulgado pela Savannah.
Segundo a empresa, a notificação “foi entregue hoje” e, no seu entender, “tem efeitos apenas a partir de hoje”, o que “comprova o caráter ilegal do bloqueio feito na semana passada aos trabalhos”, criticando os promotores da ação.
“A Savannah lamenta mais uma tentativa por parte da direção do Baldio de Covas do Barroso e da UDCB [Unidos em Defesa de Covas do Barroso] de atrasar o processo de desenvolvimento do Projeto Lítio do Barroso, sendo esta a terceira vez que submetem providências cautelares aos tribunais”, acrescenta.
Vai agora, “com tranquilidade, esperar pelo desenvolvimento do processo de apreciação dos méritos da referida providência cautelar”, e promete “retomar os trabalhos” assim que as autoridades competentes o autorizarem, lembrando que o mesmo aconteceu no ano passado.
Em 01 de junho, a empresa tinha dito que atuava sem incumprir a lei, uma vez que não tinha sido notificada de qualquer providência cautelar.
Em comunicado dessa altura, o Conselho Diretivo dos Baldios da Freguesia de Covas do Barroso indicou que o Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela admitiu a providência cautelar apresentada a 27 de maio para “suspender os efeitos da servidão administrativa e dos trabalhos dela decorrentes até que seja apreciada a sua legalidade”, acrescentando que a Savannah está “obrigada a parar os trabalhos”.
Segundo o despacho de 29 de maio, a providência cautelar foi apresentada pela Assembleia de Compartes dos Baldios da Freguesia de Covas do Barroso contra o Ministério do Ambiente e da Energia, dando 10 dias para os interessados se pronunciarem.
A comunidade dos baldios de Covas do Barroso entende que a “servidão administrativa permite à empresa ocupar terrenos comunitários e privados à revelia da vontade dos proprietários e compartes, repetindo um padrão de imposição coerciva já denunciado durante a primeira servidão administrativa associada ao projeto mineiro”.
O Ministério do Ambiente já tinha autorizado uma primeira servidão em dezembro de 2024, que originou a apresentação de uma providência cautelar, por parte de proprietários de terreno, levando à suspensão dos trabalhos de prospeção durante 15 dias em fevereiro de 2025.
O projeto mineiro foi viabilizado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), com a emissão de uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável condicionada em 2023.
A empresa pretende iniciar a construção em 2027 e alcançar a primeira produção em 2028.
O conteúdo Empresa acata providência cautelar e suspende trabalhos em mina de lítio em Trás-os-Montes aparece primeiro em O MINHO.
José Faria vai continuar como treinador do Farense na próxima temporada, anunciou o clube algarvio nas redes sociais.
Num post, o Farense realça a «dedicação, empenho e compromisso» com o clube, o que reforça a «confiança no projeto e nos objetivos que temos pela frente».
José Faria chegou ao Farense a meio da temporada em Fevereiro deste ano e conseguiu garantiu a manutenção da equipa algarvia na II Liga.
A permanência só foi alcançada, todavia, no play-off, frente ao Belenenses.
O conteúdo José Faria mantém-se como treinador do Farense aparece primeiro em Sul Informação.
Una filial de Airbus con sede en Alemania, y otras empresas armamentísticas germanas proponen una alianza para desarrollar un nuevo avión de combate tras el fracaso del proyecto franco-alemán FCAS de cazas de sexta generación en el que también participaba España, según la revista Der Spiegel.
Encabezada por Airbus Defence and Space, la división de defensa del fabricante aeronáutico europeo Airbus, la industria armamentística alemana quiere aprovechar el vacío que ha creado el naufragado proyecto del Futuro Sistema Aéreo de Combate (FCAS).
La alianza se autodenomina 'Team Gen 6', en referencia a los cazas de sexta generación, que aún no existen en Europa y que en el proyecto franco-germano se iba a concretar en el reemplazo a partir de 2040 de los aviones Eurofighter y Rafale hoy en servicio, según EFE.
Ese grupo ha explicado en una carta dirigida al canciller alemán, Friedrich Merz, su intención de desarrollar conjuntamente un avión de combate de sexta generación, según Der Spiegel.
Además de Airbus Defence and Space, con sede en Taufkirchen, en el sur de Múnich, la alianza incluye a las empresas MBDA, Hensoldt, Diehl Defence, Liebherr, MTU Aero Engines, Rhode & Schwarz y Autopflug, de acuerdo con la misma fuente.
El principal impulsor de la iniciativa sería el jefe de Airbus Defence and Space, Michael Schöllhorn.
Der Spiegel asegura que los planes no están todavía muy desarrollados y que la intención de la carta era "enviar una señal al Gobierno alemán", que la víspera anunció el fin definitivo del proyecto germano-francés FCAS por diferencias entre Airbus y la gala Dassault, que quería hacerse con el control del 80 % del proyecto, pese a que inicialmente se había pactado una participación del 33 % para cada uno de los socios, que incluía a la española Indra.
La idea es hacer publica la alianza este miércoles en compañía de Merz en la Feria Internacional Aeoroespacial (ILA) en Berlín, como se desprende de una carta enviada al ministro alemán de Defensa, Boris Pistoriis.
El proyecto apunta a un caza menos complejo que el que preveía el proyecto del FCAS, teniendo en cuenta que los drones cobran cada vez más importancia en la estrategia militar, indicó Der Spiegel.
Los iniciadores de la alianza quieren sumar a la misma al consorcio aeronáutico sueco Saab.
Mientras que Airbus ha desarrollado aviones de combate como el Tornado y el Eurofighter siempre en colaboración con otros países y empresas, Suecia ha desarrollado de forma independiente aviones como el Saab JAS 39 Gripen.
No obstante, añade Der Spiegel, el Gripen, en su configuración actual, no se considera una base adecuada para un caza de sexta generación.
En cambio, los nuevos socios parecen descartar una cooperación con el consorcio de combate GCAP, impulsado por el Reino Unido, Italia y Japón, ya que consideran que su concepto no se ajusta a los requisitos alemanes.
Preguntado en una rueda de prensa junto a su homólogo checo, Jaromír Zůna, Pistorius señaló que hay "varias opciones" sobre la mesa para un nuevo avión de combate para Alemania.
"La primera sería adquirir más F-35 (estadounidenses), ya sea como solución temporal o para otros fines. La segunda opción sería incorporarnos a otro proyecto internacional que ya esté en marcha. Y la tercera sería desarrollar nosotros mismos un avión bajo liderazgo alemán, encabezado por Airbus y otros socios", explicó.
"Tal vez surja una cuarta opción de la que ahora no quiero hablar, pero sí, es algo imaginable y constituye una de las posibilidades", dijo sobre la alianza liderada por la filial germana de Airbus.
"Es lógico que, cuando se prevé que un proyecto pueda terminar, se empiece a estudiar qué otras opciones o alternativas podrían seguirle. Pero todavía no hay ninguna decisión tomada", indicó el ministro.
La NASA ha presentado este martes a los cuatros astronautas que integrarán la misión Artemis III, prevista para 2027, que incluye por primera vez a un miembro de la Agencia Espacial Europea (ESA), el italiano Luca Parmitano, que ejercerá como piloto.
La tripulación estará formada además por los especialistas de misión Andre Douglas, ingeniero, y Frank Rubio, médico de aviación de origen salvadoreño. Junto a Parmitano,Randy Bresnik, excomandante de la Estación Espacial Internacional, liderará la misión que supone, según la NASA, en el próximo gran paso para llevar nuevamente astronautas a la Luna.
El anuncio tuvo lugar durante un evento en el Centro Espacial Johnson, en Houston, en el que estuvieron presentes los directores de la NASA, junto con representantes de las empresas Blue Origin, propiedad del magnate Jeff Bezos y SpaceX, de milmillonario Elon Musk, quienes están desarrollando diferentes sistemas para la misión, recogido por EFE.
Artemis III misión supondrá un vuelo de prueba en la órbita terrestre con el objetivo de probar y validar las tecnologías, herramientas y procedimientos que serán utilizados en futuras misiones tripuladas a la Luna.
"Estamos regresando a la Luna, una gran aventura para construir una base lunar y desarrollar todo su potencial científico y económico, además de dominar las habilidades necesarias para el siguiente destino al que inevitablemente iremos", afirmó el administrador de la NASA, Jared Isaacman, durante el evento de presentación del equipo.
La misión pondrá a prueba por primera vez la capacidad de la nave Orion para acoplarse en el espacio con versiones de prueba de los módulos de aterrizaje que desarrollan Blue Origin y SpaceX. El plan contempla varios lanzamientos en un corto periodo de tiempo, incluyendo el cohete SLS de la NASA y vehículos de ambas compañías privadas.
Artemis III tendrá una duración aproximada de dos semanas, unos cuatro días más que la misión Artemis II, que sobrevoló la Luna este años, y está pensada para ser la última gran misión de prueba del programa Artemis.
Si cumple con sus objetivos, la NASA prevé que Artemis IV -prevista para el 2028- marque el regreso de los astronautas a la superficie lunar, según explicó Jeremy Parsons, responsable adjunto del programa Luna-Marte de la agencia.
"Queremos probar todo lo posible sobre cómo operamos con nuestros socios comerciales, entre sistemas, equipos, software y hardware, en el difícil entorno del espacio. Queremos hacerlo en la órbita terrestre antes de regresar a la Luna y establecer una presencia permanente allí", indicó Parsons.
Durante la misión, Orion se acoplará primero con un módulo de prueba de Blue Origin durante aproximadamente dos días y posteriormente con una versión de prueba de Starship, de SpaceX, durante cerca de un día. Los astronautas realizarán demostraciones tecnológicas y evaluarán sistemas críticos, incluidos los de soporte vital.
El funcionario añadió además que Artemis III servirá para "reducir los riesgos" de las futuras misiones lunares tripuladas, "con el objetivo de que EEUU vuelva a la Luna antes que China".
Por su parte, según informó esta tarde la European Space Agency (ESA), Parmitano es un astronauta italiano de la ESA que ha pasado 366 días en el espacio en dos misiones de larga duración a la Estación Espacial Internacional, Volare y Beyond, entre otras operaciones. Desde su regreso a la Tierra, ha trabajado como enlace de la ESA en el Centro Espacial Johnson de la NASA en Houston.
El anuncio de hoy llega dos semanas después de que uno de los cohetes de Blue Origin explotara durante un vuelo de prueba de motores en la Estación de la Fuerza Espacial en Florida, causando daños graves a la nave y la plataforma de lanzamiento.
Parson reconoció en su intervención que aún hay "preguntas" sobre cómo estas "anomalías" de la empresa de Bezos "cómo van a impactar a los planes (de la NASA)".
Sin embargo, el funcionario indicó que la agencia tiene "plena confianza" en que el cohete New Glenn estará listo a tiempo. "Los contratiempos son una oportunidad de aprendizaje", añadió.
Una idea que fue reforzada por John Couluris, uno de los directivos de Blue Origin, quien señaló que las fábricas de la compañía están trabajando "turnos de 24 horas" para cumplir con la misión.
Artemis IV, prevista para 2028, busca el regreso de astronautas a la superficie lunar, por primera vez desde Apolo 17, en 1972, y forma parte de la estrategia estadounidense para establecer una presencia humana sostenida en la Luna y avanzar hacia futuras misiones a Marte.
La ministra de Defensa, Margarita Robles, ha atribuido el fracaso del proyecto europeo para desarrollar un caza de sexta generación, conocido como Futuro Sistema Aéreo de Combate (FCAS), a que "se han antepuesto intereses de la industria a la seguridad de Europa". La ministra ha calificado este desenlace de "preocupante" y "grave" y ha asegurado que España trabajará para buscar alternativas que permitan avanzar en un programa que considera estratégico.
El proyecto ha quedado definitivamente suspendido después de que Alemania y Francia concluyeran al más alto nivel que las diferencias entre Airbus y Dassault Aviation eran insuperables, poniendo fin a una iniciativa en la que también participaba España.
En declaraciones a los periodistas en los pasillos del Senado, Robles ha lamentado que los intereses industriales hayan prevalecido sobre las necesidades de defensa del continente y ha advertido de que este desenlace supone un revés para la construcción de una política europea común de seguridad.
"Por parte de España vamos a hacer todo lo posible para que este proyecto tenga otra vía", ha señalado la ministra, que, aunque ha descartado mantener la plataforma conjunta en los términos planteados hasta ahora, ha defendido la necesidad de encontrar una solución común. A su juicio, existen "muchas alternativas" que los Gobiernos de Alemania, España y Francia tienen previsto abordar en los próximos días.
Robles ha considerado además que lo ocurrido debe servir de advertencia para las industrias implicadas en grandes programas de defensa. Según ha afirmado , cuando llega el momento de desarrollar proyectos estratégicos para Europa, "algo falla" y terminan imponiéndose los intereses económicos sobre los de seguridad y defensa.
La ministra ha insistido en que España necesita disponer de un avión de sexta generación y defendido la importancia de impulsar programas conjuntos europeos, especialmente en un contexto en el que la protección del espacio aéreo resulta cada vez más relevante. En este sentido, ha calificado la suspensión del FCAS como un síntoma del "fracaso de las políticas de seguridad y defensa de la Unión Europea".
El FCAS se remonta a 2019 y estaba concebido como uno de los principales proyectos industriales y militares de Europa. Impulsado a partes iguales por España, Francia y Alemania, tenía como objetivo sustituir a partir de 2040 a los actuales cazas Eurofighter y Rafale en servicio.
La astronauta de la NASA Jessica Meir ha compartido este martes un vídeo impactante de una aurora austral captada desde el espacio, mientras una nave Dragon de SpaceX orbitaba la Tierra. Las imágenes, publicadas en su cuenta de la red social X, muestran grandes cortinas de luz verde que se extienden y ondulan sobre la atmósfera terrestre en las proximidades de la Antártida. El fenómeno, visible desde cientos de kilómetros de altura, ofrece una vista privilegiada de uno de los espectáculos naturales más llamativos del planeta.
Según explicó la propia astronauta, la aurora está relacionada con una reciente actividad solar. Estos fenómenos se producen cuando partículas cargadas procedentes del Sol interactúan con el campo magnético terrestre y chocan con los gases de la atmósfera, generando destellos de distintos colores en el cielo de las regiones polares.
There is a lot going on right now on the @Space_Station, but fortunately we are all safe and witnessed a spectacular southern aurora show yesterday thanks to a recent solar event. pic.twitter.com/25XaoMw2Rk
— Jessica Meir (@Astro_Jessica) June 6, 2026
Desde la órbita, las luces pueden verse desplazándose y “danzando” sobre el horizonte terrestre, creando una imagen poco habitual incluso para quienes están acostumbrados a trabajar en el espacio. En esta perspectiva, las auroras se perciben como grandes estructuras luminosas que envuelven parte del planeta.
Las auroras australes son el equivalente en el hemisferio sur de las conocidas auroras boreales. Aunque suelen observarse en zonas cercanas al círculo polar antártico, la mayor actividad solar de los últimos meses ha intensificado su frecuencia e intensidad.
El vídeo se suma a otras imágenes similares captadas por astronautas en la Estación Espacial Internacional y otras misiones en órbita, que continúan ofreciendo una visión única de la Tierra y de la influencia del Sol sobre su atmósfera.
El gestor ferroviario, Adif, tomará "acciones legales" contra Siemens, tras las dos averías registradas este martes en el Centro de Regulación del Tráfico para Rodalies, ubicado en la estación de Francia de Barcelona, desde donde la alemana da soporte informático para garantizar el funcionamiento de los sistemas de Adif.
Fuentes del gestor ferroviario han asegurado que Siemens, como encargada de dar este servicio, "es la responsable de una situación que afecta a miles de usuarios catalanes" y han criticado que la situación es "injustificada, inadmisible, inasumible y absolutamente intolerable".
Adif argumenta que, ante estas incidencias, se ve "abocada a tomar estas medidas en defensa del servicio público de calidad para los usuarios catalanes" y, por ello, ha iniciado un expediente para conocer cuáles han sido las circunstancias de lo ocurrido y aplicar, si procede, las penalizaciones pertinentes contra Siemens.
"No es la primera vez que Siemens falla en la gestión de este centro de control en Barcelona. Es una situación que ya se producido en otras ocasiones y, por tanto, reiterada", han criticado este martes desde el gestor, según EFE.
El pasado 3 de febrero, el ministro de Transportes, Óscar Puente, ya instó a la compañía a dar explicaciones, después de que el software del centro de control se cayera en dos ocasiones, a pesar de que ese sistema se había instalado apenas tres meses antes.
Este martes, la primera incidencia se ha producido a las 12:25 horas, aunque "la capacidad de respuesta de Adif ha facilitado que se activara rápidamente el sistema de respaldo del centro para garantizar que los trenes siguieran circulando".
La migración a los sistemas de respaldo se ha completado veinte minutos más tarde y a las 13.00 horas se ha normalizado la situación aunque la circulación podría verse aún afectada, ha defendido Adif.
Por su parte, la segunda incidencia se ha producido a las 15.14 horas y ha durado unos 15 minutos. Esta situación ha afectado de nuevo a los sistemas de regulación del tráfico. A las 15.30 horas se ha recuperado el numerador de los trenes y se ha retomado la circulación, aunque con retrasos en la red.
Los fallos coinciden con el primer día de la visita del papa León XIV a Barcelona, lo que había llevado a Renfe a diseñar un plan de refuerzo de la red con un incremento de más del 35 % de las plazas.
En la rueda de prensa posterior a la reunión del Ejecutivo catalán, la portavoz del Govern y consellera de Territorio, Sílvia Paneque, ha explicado que se está implementando un nuevo sistema informático de Siemens que la empresa "está ajustando" y que, durante este proceso, "está dando estos problemas".
"Estamos realizando ajustes para que estas incidencias dejen de producirse. Cuando esté implementado en su totalidad, tendremos un sistema mucho más seguro", ha asegurado.
Turisme Comunitat Valenciana ha participado este martes en el ITH Innovation Summit 2026, el encuentro de referencia sobre innovación, inteligencia artificial y transformación digital aplicada al sector hotelero que se celebra los días 9 y 10 de junio en Madrid.
En el marco de este foro, el secretario autonómico de Turismo, José Manuel Camarero, ha intervenido en la mesa de debate 'F&B autónomo: IA, robotización y rediseño operativo ante la escasez de talento', centrada en analizar cómo la automatización inteligente, la inteligencia artificial y la transformación de procesos pueden contribuir a mejorar la eficiencia, la competitividad y la sostenibilidad de los establecimientos hoteleros.
Durante su participación, Camarero ha destacado la colaboración público-privada como un elemento clave para acelerar la transformación del sector turístico y ha defendido una innovación "útil, accesible y orientada a reforzar la rentabilidad, la profesionalización y el atractivo del empleo turístico".
En este sentido, ha puesto en valor iniciativas como TechYroom, impulsada por la Generalitat en colaboración con el Instituto Tecnológico Hotelero, que ha permitido acercar soluciones de robótica y tecnologías aplicadas a hoteles de distintos tamaños. Según ha señalado, este proyecto ha contribuido a impulsar una modernización adaptada a las necesidades reales tanto de las empresas como de los visitantes.
Asimismo, el secretario autonómico ha incidido en que "la innovación debe servir para hacer el sector más competitivo, más sostenible y también más atractivo para el talento, al tiempo que contribuye a extender oportunidades a todo el territorio y a visibilizar productos y destinos, incluido el turismo de interior".
La sesión, moderada por Beatriz Heras, ha reunido además a la consultora hotelera Patricia Ainhoa García, al cofundador de RH Bots, Javier Sirvent, y a la cofundadora y COO de DeepUpsell, Petya Yaneva. Durante el debate se abordaron algunos de los principales desafíos que afronta la hotelería en un contexto marcado por la escasez de talento, la presión sobre los márgenes y la necesidad de adaptar las operaciones a un entorno cada vez más digitalizado.
El ITH Innovation Summit 2026 cuenta en esta edición con un programa centrado en inteligencia artificial, análisis de datos, sostenibilidad y nuevos modelos de negocio, consolidándose como uno de los principales espacios de reflexión sobre el presente y el futuro del turismo y la industria hotelera.
La desalación avanza como uno de los segmentos con mayor proyección dentro del sector del agua, impulsando el posicionamiento de grandes grupos industriales y energéticos que ven en este ámbito una palanca de crecimiento vinculada al aumento del estrés hídrico y a la transformación de los sistemas productivos.
España utiliza ya en torno al 43% de sus recursos disponibles, con una fuerte concentración del consumo en la agricultura, que representa cerca del 80% del total, a lo que se suma el impacto del turismo y determinados usos industriales, según recoge el informe Spanish Water Industry 2050, elaborado por la consultora Arup. Además, el sector arrastra un déficit estructural de inversión superior a los 5.000 millones de euros anuales en el ciclo urbano del agua.
En este escenario, España es la quinta potencia mundial en desalinización con más de 770 plantas desaladoras, según Adyr, consolidándose como uno de los principales laboratorios de esta tendencia. A nivel global, el mercado de la desalación podría alcanzar los 97.000 millones de euros en 2030, reforzando su atractivo como segmento estratégico.
En este contexto, compañías como Acciona han consolidado una posición de liderazgo en el desarrollo y operación de plantas desaladoras en España, con una fuerte presencia en las principales infraestructuras del arco mediterráneo. La compañía participa en la desaladora de Torrevieja (Alicante), una de las mayores de Europa, así como en instalaciones clave como Valdelentisco y Águilas–Guadalentín (Murcia), además de otras plantas relevantes en la Comunidad Valenciana y el sureste peninsular.
Junto a ella, Veolia gestiona la desaladora de agua de mar (IDAM) de Bahía de Palma de Mallorca y de Andratx, impulsando el liderazgo del archipiélago en implementación de tecnologías de desalinización en el país; así como la desaladora de agua de mar del Campo Dalías, en la provincia de Almería, una de las desaladoras más grandes de Europa.
Por su parte, Sacyr Agua ha reforzado su presencia en el ámbito de la desalación en España, especialmente en el sureste peninsular y en proyectos vinculados al regadío. La compañía participa en infraestructuras como Águilas–Guadalentín (Murcia), uno de sus principales activos, así como en instalaciones relevantes como Carboneras y Bajo Almanzora (Almería), además de proyectos de menor escala como Cuevas del Almanzora.
Además, empresas como Cox están desarrollando modelos que integran infraestructuras de agua y energía. En España, la compañía ha reforzado su presencia en el ámbito de la desalación a través de proyectos como la ampliación de la desaladora de El Cangrejo (El Hierro), y la operación y mantenimiento de la planta de Sagunto (Valencia), una de las principales instalaciones de la Comunidad Valenciana.
El informe de Arup subraya que el reto del agua en España trasciende la disponibilidad tecnológica. La desalación, junto con otras soluciones como la reutilización o la digitalización, se perfila como una pieza clave dentro del mix de soluciones, pero no como una respuesta aislada, en un sistema marcado por la fragmentación territorial, la presión creciente sobre los recursos y la necesidad de avanzar en modelos de gobernanza e incentivos más alineados con la realidad del recurso.
La Universidad Alfonso X el Sabio (UAX) y NTT DATA han celebrado la jornada 'Construyendo el futuro de la IA agéntica: talento, universidad y empresa', un encuentro que ha servido para presentar a la primera promoción del programa de formación en IA agéntica, creado y desarrollado conjuntamente por ambas entidades.
La iniciativa, dirigida a estudiantes de titulaciones del área de tecnología de la Facultad de Business & Tech de UAX, nace con el objetivo de capacitar a jóvenes perfiles tecnológicos en una de las áreas con mayor proyección como es la aplicación de esta tecnología a los ciclos de desarrollo de software, uno de los ámbitos donde su impacto puede ser especialmente relevante para mejorar la eficiencia, la calidad y la capacidad de innovación de las organizaciones.
Con esta colaboración, UAX y NTT DATA indican que refuerzan un modelo de cocreación universidad-empresa orientado a anticipar las necesidades de talento del mercado y a preparar a los estudiantes para un entorno profesional marcado por la evolución de la IA, la automatización de procesos y la transformación de los modelos de trabajo.
La primera edición del programa ha contado con una veintena de estudiantes de los grados tecnológicos de UAX, como Computación e Inteligencia Artificial, Ingeniería Matemática, Física e Ingeniería Informática, e incluso con la participación de un estudiante del Máster Online en Inteligencia Artificial. La experiencia ha sido muy positiva para todas las partes, por lo que está previsto que tenga continuidad durante los próximos cursos.
“En UAX trabajamos para que nuestros estudiantes no solo aprendan tecnología, sino que sepan aplicarla con propósito en contextos reales. Esta alianza con NTT DATA nos permite dar un paso más en nuestro modelo de universidad conectada con la empresa, acercando a los estudiantes a proyectos de alto impacto y a las competencias que ya están transformando el mercado laboral”, ha señalado Luis Couceiro, director de la Facultad de Business & Tech de UAX.
Por su parte, Zobeida Duben, responsable de talento, cultura y diversidad de NTT DATA, ha manifestado que “la IA agéntica está redefiniendo las capacidades que necesitarán los profesionales del futuro. A través de esta colaboración acercamos a los estudiantes a entornos reales de innovación y reforzamos la conexión entre universidad y empresa para formar el talento que liderará la transformación digital de los próximos años”.
A través de esta formación, los estudiantes de UAX trabajan competencias técnicas avanzadas, pero también habilidades cada vez más determinantes en el nuevo entorno profesional, como el pensamiento crítico, la capacidad de adaptación, la resolución de problemas complejos, el trabajo colaborativo y la comprensión ética del uso de la tecnología.
El objetivo es que los alumnos puedan desenvolverse en escenarios reales de innovación y comprendan cómo la IA puede integrarse en los procesos empresariales para generar valor. Este enfoque conecta directamente con el modelo educativo de UAX, basado en el aprendizaje práctico, la innovación y la colaboración con empresas líderes. Además, los estudiantes participantes tienen la posibilidad de realizar sus prácticas y, posteriormente, incorporarse a la plantilla de la compañía tecnológica.
El programa de Formación en IA agéntica forma parte del convenio marco de colaboración firmado por el Grupo Educativo UAX y NTT DATA, que establece una hoja de ruta común para desarrollar proyectos conjuntos en ámbitos como la formación, la investigación, la innovación, la difusión del conocimiento, la captación de talento y la empleabilidad.
Este acuerdo contempla, entre otras líneas de trabajo, el impulso de prácticas profesionales en disciplinas de interés mutuo, la participación de profesionales de NTT DATA en actividades docentes, masterclasses y eventos orientados a la empleabilidad, la colaboración en el desarrollo de nuevas titulaciones o especializaciones adaptadas a las necesidades del mercado, así como la participación conjunta en reuniones, seminarios educativos, técnicos y científicos.
Además, el convenio abre la puerta a la colaboración en proyectos de investigación aplicada, la participación de NTT DATA en iniciativas vinculadas al modelo UAXmakers, la definición conjunta de retos reales para estudiantes y la conexión entre el ecosistema académico y profesional. De esta forma, ambas entidades apuestan por un modelo de colaboración a largo plazo, orientado a generar impacto real en la formación de los estudiantes y en la respuesta a las demandas de talento de las empresas.
Nel calcio moderno non esistono più le amichevoli. Esistono test, sgambate, simulazioni, prove generali, sedute ad alta intensità, partite a porte chiuse, partite a porte chiusissime, partite così segrete che poi finiscono sui giornali norvegesi e diventano un incidente internazionale. Il Mondiale non è ancora cominciato e già Scozia e Norvegia sono riuscite a litigare per una cosa che, in teoria, non avrebbe dovuto vedere nessuno: una partitella d’allenamento a Charlotte, North Carolina.
Mondiali 2026, i gironi e il nuovo regolamento
Mondiali 2026, tutti i convocati e le formazioni tipo delle 48 Nazionali
Calendario Mondiali: date e orari delle partite, dove vedere in tv e streaming
La partita doveva servire soprattutto ai giocatori meno utilizzati. Una di quelle cose poco glamour ma fondamentali: novanta minuti senza pubblico, senza inni, senza televisioni, senza epica, ma solo lo staff con la cartellina, GPS sulle schiene e riserve con la missione dichiarata di ricordare al ct di esistere. Poi la Scozia ha cancellato tutto, motivando la scelta con qualche problema fisico e con la necessità di non correre rischi. Traduzione calcistica: il Mondiale è vicino, abbiamo già perso Billy Gilmour nelle amichevoli precedenti, non vogliamo rischiare di aggiungere un’altra cartella clinica prima dell’esordio iridato.
Fin qui, quasi normale. Solo che dall’altra parte c’era Ståle Solbakken, che non l’ha presa esattamente come una piccola variazione di programma. Il ct norvegese ha parlato di comportamento “unprofessional”, puntando il dito contro la federazione scozzese, soprattutto per il modo in cui la notizia è arrivata: non una telefonata diretta tra allenatori, ma una comunicazione passata attraverso i team manager, dopo l’allenamento norvegese. Nel galateo delle amichevoli invisibili, a quanto pare, questo è un fallo da arancione tendente al rosso.
La Scozia, dal canto suo, ha risposto con l’argomento più scozzese possibile: pragmatismo e linea compatta. Steve Clarke ha ridotto l’evento a ciò che per lui era davvero: “Abbiamo avuto uno o due piccoli problemi fisici e abbiamo deciso che non valeva il rischio”, ha spiegato. John McGinn è stato ancora più diretto: “Il nostro lavoro è prenderci cura della Scozia, quello della Norvegia è prendersi cura della Norvegia”.
McGinn ha poi aggiunto il colpo migliore: “Se la Norvegia avesse rischiato di perdere Haaland o Ødegaard prima del Mondiale, avrebbe fatto la stessa cosa”, ha tuonato. Difficile dargli torto. Nel 2026 anche un’amichevole nascosta può diventare una minaccia sistemica se dentro ci sono ginocchia, tendini, assicurazioni, bonus FIFA e l’incubo di mandare a casa un titolare per tacke di troppo.
La Norvegia però aveva le sue ragioni. Solbakken aveva programmato la gestione dei minuti, alcuni giocatori dovevano avere ritmo, altri recuperare le vibes della gara. Ødegaard ha parlato di situazione “kjipt”, cioè fastidiosa, ma ha invitato a trovare soluzioni. Sørloth è stato più duro: “Un peccato, perché quella partita era pronta da tempo”. E in effetti, per chi prepara un Mondiale, una seduta saltata non è mai solo una seduta saltata: è una casella che si muove e costringe a ridisegnare il domino.
Il dettaglio più comico resta però quello finale: la Federcalcio scozzese si è detta sorpresa che la notizia fosse uscita sui media norvegesi, perché l’amichevole doveva essere a porte chiuse e non annunciata pubblicamente. È il capolavoro: una partita segreta, cancellata in segreto, diventa pubblica perché qualcuno si arrabbia pubblicamente per il modo in cui è stata cancellata. Anche questo è il Mondiale, bellezza.
L'articolo Mondiali, l’amichevole segreta diventa un caso diplomatico: perché la Norvegia è furiosa con la Scozia proviene da Il Fatto Quotidiano.

A Vela Solidária marcou presença na Vilamoura International Boat Show Regatta 2026 com três embarcações que refletem a sua missão de promover uma vela mais inclusiva, acessível e diversa. O evento, realizado nos dias 6 e 7 de junho, em Vilamoura, reuniu 16 embarcações distribuídas por três classes, proporcionando um fim de semana marcado pela […]

With the first rains of the year, everything changes on the islands. Residents of the Archipelago of San Andrés and Providencia, about 775 km (481 miles) northwest of mainland Colombia, know that in the rainy season the migration of a nine-centimeter (3.5 inch) crustacean disrupts everyone’s routine. It has been this way for as long as islanders can remember. When she was little, Asilvina slept with earplugs, Darson placed towels under his doors and Nicolás’ school bus driver would get down with a palm frond to sweep crabs off the road as they crossed from the mountain to the sea. Hundreds of thousands of Gecarcinus ruricola once carpeted the main road in black and purple, making it impossible for any vehicle to pass at night. Today, the same children who used to go to sleep worried that the claws would catch their ears are the biologists who, from April to July, close the roads so the few individuals that now climb the hill can reach the coast to spawn without being crushed by a car.


© Charlie Cordero (EL PAÍS)

© Charlie Cordero (EL PAÍS)

© Charlie Cordero (EL PAÍS)

© Charlie Cordero (EL PAÍS)

© Charlie Cordero (EL PAÍS)