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US consumer sentiment improves in June due to easing gas prices

12 June 2026 at 17:23

Consumer sentiment still remains at historically low levels amid Iran war and rising inflation, new survey shows

Easing gas prices are making Americans feel better about their personal finances and the economy in June, but consumer sentiment remains at historically low levels amid ongoing conflict in the Middle East, according to new survey data from the University of Michigan.

The latest numbers come as SpaceX marks its historic stock market debut, which has made Elon Musk the world’s first trillionaire. Yet many Americans still feel like they are struggling even as the stock market reaches record highs.

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© Photograph: Mike Blake/Reuters

© Photograph: Mike Blake/Reuters

© Photograph: Mike Blake/Reuters

Condenan a 16 meses de prisión a unos padres por un delito de abandono de sus hijos menores, dos de los cuales dieron positivo en cocaína

12 June 2026 at 15:50

Un hombre de 41 años y una mujer de 28 años de nacionalidad británica han sido condenados a una pena de 16 meses de prisión por un delito de abandono de menores. Ambos son padres de tres niños de seis meses, un año y cuatro años, a los que dejaron solos en un hotel de Benalmádena (Málaga) el pasado miércoles. Tras ser alertados, agentes de la Policía Nacional arrestaron a la pareja, que se encontraba en otra zona del complejo turístico. Los niños fueron trasladados a un centro hospitalario, donde dos de ellos dieron positivo por cocaína. Todos han quedado bajo la tutela de los Servicios Sociales de la Junta de Andalucía, que tramitará su traslado hasta Reino Unido.

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© EUROPA PRESS (EUROPA PRESS)

El juzgado de Torremolinos, en una imagen de archivo.

Supreme Court nixes Alabama request for nitrogen execution, which lower court ruled unconstitutional

An Alabama man facing the death penalty by nitrogen gas was spared Thursday as the U.S. Supreme Court refused to set aside a lower-court ruling that found the method is unconstitutionally cruel, issuing a brief order that came well after the hour originally planned to initiate Jeffery Lee's execution.

Máfia dos Balcãs tem logística na Bahia para tráfico de cocaína para Europa

12 June 2026 at 13:09

A Polícia Federal monitora e investiga uma operação criminosa de apoio logístico à Máfia dos Balcãs na Bahia e em São Paulo para o tráfico de cocaína para a Europa por rotas marítimas.

Uma operação realizada nesta quinta-feira (11) pela Superintendência da PF na Bahia foi mais um passo de uma investigação de quase três anos contra a atuação de um dos maiores grupos de tráfico internacional de drogas do mundo, no Brasil. 

Desde 2023, agentes fazem um longo trabalho de vigilância contra integrantes e traficantes parceiros do Clã na Bahia. Foi esse trabalho que permitiu a apreensão de um veleiro com 2,7 toneladas de cocaína na região de Cabo Verde, na Àfrica Ocidental, ainda naquele ano.

A apreensão revelou detalhes da complexa rota atlântica do tráfico internacional de drogas. Antes mesmo da ação, a PF monitorou chegadas de líderes da organização criminosa no Aeroporto de Salvador e encontros entre os criminosos em um restaurante famoso da região. 

Nesta quinta, os principais alvos da operação “Balcãs” foram os apoiadores logísticos da máfia no Brasil, que ajudavam com as embarcações e na ocultação da droga para o transporte marítimo, saindos dos portos de Salvador e Santos.

Segundo a investigação, os suspeitos são figuras conhecidas pelas autoridades e já foram alvo de outra ação em 2025, sendo que a maioria tem antecedentes criminais por tráfico de drogas. 

O objetivo da ação foi colher informações para ampliar a investigação e alcançar lideranças europeias do esquema. A PF apura se os Balcãs contam com o apoio de facções criminosas reconhecidas no Brasil pelo tráfico internacional de drogas. Porém, ainda não foi identificada uma cooperação direta de alguma facção brasileira com a máfia do Leste Europeu.

PCC sem fronteiras: como funciona expansão internacional das facções

Brasil crucial para o tráfico internacional de drogas

Segundo a PF, o Brasil funciona como um “hub de exportação” de entorpecentes para a Europa, consolidando-se como um dos principais pontos estratégidos do crime organizado para o envio aos países europeus.

Com o envio de drogas principalmente por portos, as rotas marítimas são preferidas pela alta capacidade de transporte de carga e menor risco de detecção em comparação ao transporte aéreo. O Porto de Santos, por exemplo,

Investigações apontam que intermediários no Brasil organizam as remessas, compradas em países como Bolívia, Paraguai, Peru e Colômbia, para o exterior. Apreensões recentes pela Receita e Polícia Federal indicam um aumento expressivo no fluxo de drogas pelo litoral brasileiro.

Cidades da Baixada Santista, em São Paulo, estão entre as mais exploradas por organizações criminosas para o embarque de substâncias ilícitas camufladas em contêineres.

Operação “Balcãs”

Agentes da PF na Bahia cumpriram 12 mandados de busca e apreensão na Operação “Balcãs”, nesta quinta-feira (11). O alvo principal, a Máfia dos Balcãs, é investigado por tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro. O grupo usa barcos pequenos e veleiros para envio de droga do Brasil ao exterior, entre “narcolanchas” e “narcossubmarinos”.

As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de São Paulo, Santos e Guarujá, expedidos pela 17ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária da Bahia. A Justiça Federal também determinou o bloqueio de contas bancárias, aplicações financeiras, veículos, imóveis e demais ativos patrimoniais dos investigados, até o limite de R$ 20 milhões.

A investigação teve início após a apreensão de aproximadamente 2,7 toneladas de cocaína encontradas a bordo de um veleiro, interceptado em águas internacionais nas proximidades de Cabo Verde, na costa africana.

O Clã ou Máfia dos Balcãs, um dos maiores grupos de tráfico de cocaína para a Europa, impulsionou há anos o comércio ilegal por meio de países da África Ocidental, como Senegal, Serra Leoa, Gâmbia, Guiné-Bissau e Cabo Verde, segundo um relatório de 2025 da Iniciativa Global contra o Crime Organizado Transnacional.

O órgão afirma que a organização criminosa se aproveita de alianças de grupos holandeses e notavelmente o PCC (Primeiro Comando da Capital), para aprofundar as atividades em toda cadeia do tráfico.

Na semana passada, a CNN Brasil revelou que a PF identificou uma mudança na rota do tráfico internacional das facções após queda em apreensões em portos brasileiros. As apreensões de cocaína no porto de Santos e nos demais despencaram nos últimos seis anos e os investigadores apontam que os grupos migraram para outras estratégias e usam barcos pesqueiros.

Greek Court Sentences James Dalamangas After 27-Year Manhunt Over 1999 Sydney Murder

12 June 2026 at 13:02
Empty court room in Greece with judges’ chairs, microphones, and wooden benches. A Greek court in Aigio sentenced James Dalamangas after his arrest in the Peloponnese following a nearly 27-year manhunt over Sydney killing.
A Greek court in Aigio sentenced James Dalamangas after his arrest in the Peloponnese following a nearly 27-year manhunt over Sydney killing. Credit: Dimitris Papamitsos / AMNA.

A Greek court has sentenced James Dalamangas, the 55-year-old fugitive wanted in Australia over a 1999 Sydney killing, following his arrest in the Peloponnese after nearly 27 years on the run.

Dalamangas appeared before a judge in the town of Aigio on Thursday, just days after Greek police arrested him at a nearby rural property. Australian authorities have long sought his extradition in connection with the fatal stabbing of George Giannopoulos, a father of two, outside a Sydney nightclub in 1999.

Greek court sentences James Dalamangas after arrest near Aigio

Greek police arrested Dalamangas at a rural property near Aigio, where he had allegedly been living under the false identity of Antonis Tzimas.

According to local reports, he had lived in the area for years and worked as an olive farmer. The court sentenced Dalamangas to two years and nine months in prison on weapons and false testimony charges. Greek authorities also convicted two other people, an 86-year-old man and a 47-year-old woman, of harboring a fugitive. However, both received temporary release pending appeals against their sentences.

Australia seeks James Dalamangas over Sydney killing

Australian authorities are expected to submit a formal extradition request in the coming weeks. They are seeking Dalamangas’ return to face proceedings related to the 1999 killing.

Former NSW Police detective Duncan McNab revealed the extradition process will depend on the Greek legal system and government. “Ultimately, this will go through the courts in Greece, reviewed by the government. They may make a decision to send him back to us. I hope they do,” McNab said.

Dalamangas, who holds Greek citizenship, is expected to oppose any attempt to extradite him to Australia. His lawyer has indicated that he intends to fight the process.

Greek statute of limitations may complicate case

If Dalamangas remains in Greece, he is unlikely to face murder charges over the 1999 incident, as the statute of limitations for murder under Greek law expires after 25 years.

According to reports, police identified and located Dalamangas based on limited information, including a tattoo bearing the Ancient Greek phrase “Molon Lave,” meaning “Come and get them.” Authorities then placed his property under surveillance prior to  carrying out the arrest.

US, Greece, Cyprus, and Israel Launch Eastern Mediterranean Energy Center

12 June 2026 at 16:32
Mediterranean Energy Center
The Eastern Mediterranean Energy Center (EMEC) will be based at at Rice University. Credit: Stavros Papastavrou/Facebook

The United States, Cyprus, Greece, and Israel have formalized a new energy partnership aimed at securing infrastructure and boosting natural gas development in the Eastern Mediterranean.

US Energy Secretary Chris Wright signed a Declaration of Intent (DOI) alongside Cypriot Energy Minister Michael Damianos, Greek Environment and Energy Minister Stavros Papastavrou, and Israeli Ambassador to the US Dr. Yechiel Leiter. To anchor the initiative, the group partnered with Rice University President Reginald DesRoches to establish the Eastern Mediterranean Energy Center (EMEC) on the university’s Houston campus.

The agreement operationalizes a core objective of the Eastern Mediterranean Security and Energy Partnership Act, a bipartisan framework originally passed by Congress in 2019 to counter Russian and Chinese influence in the region by solidifying US allied energy ties.

Eastern Mediterranean Energy Center will focus on infrastructure and LNG

According to the agreement, the center will serve as a hub for both public and private sector collaboration. Key priorities include:

  • Expanding natural gas development and US Liquefied Natural Gas (LNG) infrastructure
  • Securing regional energy transportation networks and bolstering power grid reliability
  • Facilitating scientific research, joint technology development, and workforce training

The decision to place the center in Houston, the energy capital of the US, is aimed at directly connecting Eastern Mediterranean policymakers with American industry leaders and engineering talent.

Strategic regional realignment

The partnership arrives as Europe and the Mediterranean continue to reshape their supply chains. With the US currently operating as the world’s leading oil and gas producer and largest LNG exporter, Washington views the Eastern Mediterranean as a critical geographic corridor for global energy stability.

“The Eastern Mediterranean is an increasingly important region for global energy development,” Secretary Wright said, noting that the Houston-based center will leverage “industry leaders in hydrocarbon development” to benefit all member nations.

Papastavrou described the occasion as a “historic moment,” saying that “Greece, Cyprus, Israel and the United States are joining forces to deepen our strategic cooperation and enhance connectivity in the Eastern Mediterranean through the establishment of the East Med Energy Center.”

He added that EMEC would provide a permanent platform for advancing regional stability, energy security, and economic cooperation by bringing together scientific expertise, academic excellence, the private sector, technological innovation, and energy know-how.

According to Papastavrou, the 3+1 scheme has demonstrated that reliable partners sharing a common strategic vision can deliver tangible results, advance shared interests, and contribute to a safer, more prosperous and affordable energy future. While the administrative details of the center’s funding and exact rollout schedule have not yet been disclosed, the declaration establishes the formal diplomatic and academic framework required to begin joint operations.

Related: Greece Signs Landmark 20-Year LNG Deal With the US

León XIV en la Barcelona del 92

12 June 2026 at 04:30

Fue llegar el papa León XIV a Cataluña y se obró el milagro: Barcelona volvió a ser por un instante la de los Juegos Olímpicos de 1992. Es decir, aquella ciudad de la que toda España sacaba pecho con ilusión, donde el buenrollismo entre autoridades era más norma que excepción, con un jovencísimo príncipe Felipe portando la bandera española por el estadio olímpico de Montjuïc (hoy Lluís Companys). Esta vez, en cambio, fue la exhibición del nacionalismo catalán en su vertiente religiosa —con la canción del Virolai, la virgen de Montserrat (la Moreneta) y la obra de Antoni Gaudí— lo que impresionó, deslizando un retrato del tiempo político actual.

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Fuegos artificiales durante la inauguración de la torre de Jesús de la Sagrada Familia de Barcelona.

Tiza, plátano y libros nuevos

12 June 2026 at 04:30
Una clase en un colegio público de Madrid.

El grupo se había ido ya hacia el aula después de la actividad en la que había participado, pero un par de niñas se quedaron rezagadas, acercándose tímidamente a la maestra, que estaba de baja desde hacía unas semanas y había vuelto al centro para una gestión. Estaban ahí de pie a su lado, sin decir nada. La docente parecía adivinarles el pensamiento: ¿qué? ¿Que cuándo vuelvo? Y las niñas, arrimándose más aún a la mujer, asintieron. En sus rostros se podía leer una expresión de anhelo, casi de súplica. Con el cuerpo y los ojos y ese silencio parecían gritar: ¡queremos que vuelvas ya! Ese afecto genuino y real, tan profundo, solo se tiene a los maestros que establecen un vínculo sólido con los alumnos. Al observar a las niñas me acordé de inmediato del maestro republicano de La lengua de las mariposas, por el que lloré en su día como si hubiera sido el mío. Y un poco lo es, si pensamos en la genealogía de la buena educación, la educación que ve en todos los alumnos a seres humanos que deben recibir la letra no con sangre sino con amor y buen trato, con rigor y disciplina, pero respeto y cariño.

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El Gobierno valenciano deja en el aire la contratación de 5.000 profesores que ofreció durante la huelga

12 June 2026 at 04:30
Manifestación de docentes, este jueves en Valencia.

La Generalitat valenciana deja en el aire la contratación de 5.000 docentes, la inversión en infraestructuras por un importe de 1.409 millones de euros y la bajada de ratios de estudiantes por aula que ofreció durante la huelga indefinida, que ha durado 24 días y que el profesorado votó suspender el miércoles en una consulta telemática, con la advertencia de que puede reanudarse en septiembre sin necesidad de preaviso. Los sindicatos solo firmaron este jueves dos de las propuestas planteadas por el Ejecutivo autonómico que preside Juanfran Pérez Llorca, del PP: la relativa a la simplificación de la burocracia escolar (suscrita por STEPV, CSIF, CC OO y UGT) y a la regulación del valenciano (sin apenas contenido, que solo ha suscrito CSIF). A ello hay que sumar el acuerdo de aumento salarial, de 200 euros al mes, que suscribieron tras los primeros días de la huelga ANPE y CSIF, que también es de obligado cumplimiento para la Generalitat.

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Manifestación de docentes, este jueves, a su paso por la calle Guillem de Castro.Una de las profesoras que se manifestó este jueves en Valencia.

Polícia Científica conclui laudo sobre explosão de gás em Jaguaré

Logo Agência Brasil

A Polícia Científica concluiu o laudo técnico sobre a explosão na rede de gás no bairro do Jaguaré, na zona oeste da cidade de São Paulo, no último 11 de maio, e que causou a morte de duas pessoas. 

De acordo com o governo estadual, as equipes mapearam a área, examinaram tubulações e solo, além de itens dos moradores e dos trabalhadores afetados.

Notícias relacionadas:

"O trabalho pericial foi realizado por uma força-tarefa multidisciplinar de peritos criminais, com atuação no local para coleta, preservação, documentação e análise de vestígios materiais", informou.

O trabalho técnico analisou amostras de gás subterrâneo, exames geofísicos de eletrorresistividade e sísmica rasa. Também fizeram parte do laudo os exames necroscópicos realizados pelo Instituto Médico Legal.

"A definição sobre eventuais responsabilidades caberá ao inquérito policial – a partir do conjunto de elementos apurados – que é conduzido pela 3ª Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas da Polícia Civil na capital", complementou o governo estadual.

A explosão afetou cerca de 800 moradias, das quais 302 casas e 488 apartamentos em condomínios, sendo que 66 ficaram completamente destruídas. Duas pessoas morreram, uma delas um trabalhador terceirizado a serviço da Sabesp. A companhia fazia uma obra no local.

As concessionárias - Sabesp e Comgás - pagaram um auxílio às famílias que tiveram os imóveis afetados e reformaram 45 imóveis com danos mais significativos, dos quais 39 já foram entregues.

A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) alterou parte dos protocolos para obras em subsolo em áreas com compartilhamento de infraestrutura e criou um grupo técnico permanente voltado à prevenção de acidentes.

Relembre o caso 

A explosão na Rua Doutor Benedito de Moraes Leme, no bairro do Jaguaré, ocorreu por volta das 16h10 do dia 11 de maio. A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) fazia uma obra no local.

Segundo informações da Defesa Civil, a explosão pode ter sido causada por um problema na tubulação de gás natural encanado da Comgás atingida durante uma obra externa da Sabesp. 

Polícia Científica conclui laudo sobre explosão de gás em Jaguaré

Logo Agência Brasil

A Polícia Científica concluiu o laudo técnico sobre a explosão na rede de gás no bairro do Jaguaré, na zona oeste da cidade de São Paulo, no último 11 de maio, e que causou a morte de duas pessoas. 

De acordo com o governo estadual, as equipes mapearam a área, examinaram tubulações e solo, além de itens dos moradores e dos trabalhadores afetados.

Notícias relacionadas:

"O trabalho pericial foi realizado por uma força-tarefa multidisciplinar de peritos criminais, com atuação no local para coleta, preservação, documentação e análise de vestígios materiais", informou.

O trabalho técnico analisou amostras de gás subterrâneo, exames geofísicos de eletrorresistividade e sísmica rasa. Também fizeram parte do laudo os exames necroscópicos realizados pelo Instituto Médico Legal.

"A definição sobre eventuais responsabilidades caberá ao inquérito policial – a partir do conjunto de elementos apurados – que é conduzido pela 3ª Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas da Polícia Civil na capital", complementou o governo estadual.

A explosão afetou cerca de 800 moradias, das quais 302 casas e 488 apartamentos em condomínios, sendo que 66 ficaram completamente destruídas. Duas pessoas morreram, uma delas um trabalhador terceirizado a serviço da Sabesp. A companhia fazia uma obra no local.

As concessionárias - Sabesp e Comgás - pagaram um auxílio às famílias que tiveram os imóveis afetados e reformaram 45 imóveis com danos mais significativos, dos quais 39 já foram entregues.

A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) alterou parte dos protocolos para obras em subsolo em áreas com compartilhamento de infraestrutura e criou um grupo técnico permanente voltado à prevenção de acidentes.

Relembre o caso 

A explosão na Rua Doutor Benedito de Moraes Leme, no bairro do Jaguaré, ocorreu por volta das 16h10 do dia 11 de maio. A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) fazia uma obra no local.

Segundo informações da Defesa Civil, a explosão pode ter sido causada por um problema na tubulação de gás natural encanado da Comgás atingida durante uma obra externa da Sabesp. 

Venezuela y Shell firman acuerdos para explotación de gas y petróleo

11 June 2026 at 23:12

Caracas, 11 jun (Prensa Latina) El Gobierno de Venezuela y la trasnacional anglo-neerlandesa Shell rubricaron hoy en Caracas cinco acuerdos para el desarrollo de las capacidades de petróleo y gas del país.

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Zoomarine Algarve devolve seis tartarugas juvenis ao oceano com apoio da Marinha Portuguesa

11 June 2026 at 20:45

O Porto d’Abrigo do Zoomarine Algarve devolveu ao oceano, esta quinta-feira, 11 de junho, seis tartarugas-marinhas juvenis da espécie Caretta caretta após meses de cuidados intensivos e reabilitação. A operação decorreu a bordo do NRP Oríon da Marinha Portuguesa, sob o comando do Segundo-tenente Farinha Martins, que partiu do Ponto de Apoio Naval de Portimão […]

Elettricità tassata anche quattro volte più del gas per le famiglie (e per le aziende si arriva a venti). Il paradosso che blocca la transizione

11 June 2026 at 14:30

Le famiglie italiane pagano sull’elettricità tasse e oneri fino a quattro volte superiori a quelli applicati al gas. Nei settori industriali, del commercio e dei servizi il divario è circa venti volte. Anche nei trasporti le diverse modalità di ricarica elettrica sostengono tasse e oneri fino a oltre il doppio di quelli che gravano su diesel e benzina. Ergo: l’elettricità è il vettore energetico più penalizzato. Eppure, l’elettrificazione dei consumi rimane la scelta economicamente più conveniente, grazie alla maggiore efficienza della tecnologia elettrica, che consuma tre-quattro volte meno energia della combustione a parità di servizio reso. È quanto emerge da un nuovo studio appena presentati da Ecco, il think tank italiano per il clima, a Bruxelles, in occasione della European Sustainable Energy Week. “I dati evidenziano un paradosso: il sistema fiscale italiano penalizza proprio le tecnologie più efficienti. In un momento in cui il costo dell’energia è diventato un fattore cruciale per famiglie e imprese, chi investe nell’elettrificazione non riesce a beneficiare pienamente dei vantaggi economici dell’innovazione” spiega Matteo Leonardi, co-fondatore e direttore esecutivo di Ecco, secondo cui in questo modo “si rallentano gli investimenti, si riduce la competitività e si frena la transizione energetica”.

Il peso di componenti fiscali e oneri di sistema sulle bollette elettriche

Gli oneri generali di sistema rappresentano la principale causa del divario tra elettricità e combustibili fossili. Nati per finanziare politiche settoriali e sostenere lo sviluppo delle energie rinnovabili, continuano oggi a gravare quasi esclusivamente sui consumi elettrici. Il gas naturale, il diesel e la benzina non hanno sostenuto costi altrettanto significativi. Nel 2024, il costo medio dell’elettricità per i consumatori italiani è stato di circa 31 centesimi per kilowattora. Di questi, il 49% era rappresentato dal costo della materia prima, il 16% dai servizi di rete e il restante 35% da componenti fiscali, oneri e costi legati al sistema Ets. Per il gas, invece, il costo medio è stato di circa 10 centesimi per kilowattora: il 50% attribuibile alla materia prima, il 22% ai servizi di rete e il 28% a fiscalità e oneri. Lo squilibrio è evidente: una media di 12 centesimi per kilowattora per l’elettrico, contro 3 c€/kWh per il gas. Non si tratta di costi connessi al costo dell’energia in sé ma sono frutto di scelte politiche e regolatorie. A queste voci concorrono le accise, l’Iva, i diversi oneri di sistema con finalità ambientali, energetiche, sociali, di ricerca e di competitività, i criteri con cui tali oneri sono ripartiti tra i consumatori e i costi legati al sistema europeo di scambio delle quote di emissione (Ets1). La scelta di concentrarsi nello studio sui settori domestico, del trasporto privato e dell’industria, commercio e servizi, con particolare attenzione alla situazione delle piccole e medie imprese, è dettata dal fatto che questi sono i settori più facilmente elettrificabili.

Gli esempi settore per settore

Analizzando la situazione settore per settore, Ecco sottolinea alcuni paradossi. Nel settore domestico, su ogni KWh, il consumatore paga 8,73 centesimi di tasse e oneri per l’elettricità, mentre ne paga 2,31 per il gas. La sproporzione penalizza chi sceglie pompe di calore e cottura a induzione. Si fa l’esempio del costo annuale per riscaldare una casa di 100 metri quadrati, in classe G a Milano. Se si elettrifica, il consumo energetico in kilowattora all’anno di riduce del 72% (da 13.737 KWh/anno con il gas a 3.886 con l’elettrico), ma su tasse e oneri si risparmiano appena 67 euro, pagando 416 euro, contro i 483 euro del gas. La disparità di trattamento fiscale e di onori, quindi, assorbe quasi 300 euro del beneficio dato dalla maggiore efficienza. Un’occasione mancata per le famiglie italiane. Piccole e medie imprese e commercianti pagano una bolletta elettrica con tasse e oneri anche venti volte maggiori rispetti a quelli per il gas. Su ogni KWh consumato, infatti, un’azienda paga 11 centesimi di tasse e oneri per l’elettricità, contro appena 0,57 per il gas. Facendo l’esempio del costo medio annuale di processi a calore industriale per una pmi del settore alimentare, passando all’elettrico tasse e oneri quasi triplicano (da quasi 16mila a 43.600 euro) ed erodono anche in questo caso gran parte del risparmio dato dall’efficienza. Significa che un’impresa che elettrifica consuma il 74% in meno, ma in bolletta risparmia solo il 9%. Un divario che rende più costoso elettrificare i processi produttivi, frena la transizione industriale italiana e mina la competitività. Discorso non molto diverso per i trasporti privati. Un’auto elettrica paga tasse e oneri due volte e mezzo maggiori rispetto a quelli di un’auto a benzina. Per ogni KWh di energia consumata, l’elettricità da ricarica pubblica paga quasi 22 centesimi di tasse e oneri, contro gli 8,94 della benzina. Ma un’auto elettrica è quattro volte più efficiente. Morale: per percorrere 15mila chilometri un’auto elettrica consuma 2.400 KWh contro i 9.271 di quella a benzina, ma la disparità di trattamento assorbe quasi 500 euro del beneficio economico dato dalla maggiore efficienza. Il costo medio, infatti, con la benzina è a circa 1.800 euro, con l’elettrico a 1.753 euro, mentre a parità di trattamento il risparmio sarebbe di 745 euro.

Un nuovo equilibrio per mobilitare gli investimenti

Lo studio evidenzia la necessità di una riforma di tasse e oneri sull’energia, per aggiornare la fiscalità coerentemente con gli obiettivi energetici, di sicurezza e competitività del nostro Paese. In questo senso, arrivare a un livello di costo di tasse e oneri almeno pari per contenuto energetico fra elettricità, gas, diesel e benzina è il presupposto per mobilitare gli investimenti privati in elettrificazione e finanziare politiche “oggi sostenute dagli oneri di sistema, dal meccanismo Ets e da una spesa pubblica mal coordinata con la politica energetica”. Mantenere lo squilibrio attuale, secondo il think tank, significa tenere l’economia italiana esposta alla volatilità delle fonti fossili, considerando che il 95% del gas e l’89% del petrolio consumati sono oggi importati. “È sbagliato pensare che il livello di debito pubblico dell’Italia non permetta di risolvere le attuali distorsioni – aggiunge Leonardi – o che una riforma di fiscalità e oneri abbia degli impatti eccessivi sui consumatori. Non si può pensare che la soluzione avvenga naturalmente con la progressiva riduzione degli oneri connessi allo sviluppo delle rinnovabili. È il contrario. L’incapacità di costruire una relazione tra i costi per i consumatori e il finanziamento delle politiche per la transizione rende gli oneri dei vettori energetici incoerenti con i vantaggi del consumatore”.

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Agente apanhado a snifar cocaína é afastado de funções

11 June 2026 at 10:18
Agente da PSP foi afastado de funções, mas terá perseguido e ameaçado ex-traficante de droga que divulgou vídeos e fotografias. Caso transitou para PJ e será alvo de inquérito.

© CNN/ rede X

"Ele soube que eu tinha vídeos dele antigos e os policiais começaram a me perseguir para apagar os vídeos e ameaçaram-me de morte"

Una escuela pública infantil del centro de Madrid lleva desde enero con una plaga de cucarachas: pidió ayuda a la Comunidad sin éxito

11 June 2026 at 09:34

Una, dos, tres, decenas. Las cucarachas aparecieron en la escuela infantil de Vallehermoso, en el distrito de Chamberí, a finales de enero. Al principio eran pocas, luego ya no. En las encimeras de la cocina, en los baños, por las esquinas. Los trabajadores del centro público, que depende de la Comunidad de Madrid, llenan recogedores enteros con los insectos y, de unos meses a esta parte, debido al aumento de temperatura, la “plaga” ha ido a más, ha adelantado Cadena SER y confirmado este periódico. En abril enviaron un escrito al área territorial de la Consejería de Educación que les corresponde ―hay cinco en la capital y gestionan los servicios educativos por zonas― solicitando una inspección urgente y medidas preventivas. Les respondieron que entendían la inquietud, pero que no correspondía a las familias elevar quejas a la Administración. Debían hacerlo a través de la dirección, que ya se había puesto en contacto con la Consejería un mes antes ―y ha seguido haciéndolo, sin éxito― para que enviaran personal técnico a inspeccionar las instalaciones.

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Fotos de las cucarachas en la escuela infantil Vallehermoso de Chamberí cedidas por las familias.

“La huelga ya me ha costado 3.800 euros”: los paros educativos pasan factura a profesores, alumnos y familias

11 June 2026 at 13:36
Los profesores de secundaria Tàfol Nebot y Vicenta Pellicer, este miércoles en Castellón.

Vicenta Pellicer, de 60 años, profesora de Valenciano en un instituto público de Castellón, ha perdido 3.600 euros con la huelga indefinida que empezó el 11 de mayo y ha quedado suspendida este miércoles. Pellicer tenía previsto reformar el baño de su casa y cambiar el ordenador, pero ha aplazado ambos gastos y planea, además, unas vacaciones austeras. “Es una cantidad muy grande”, dice, “y evidentemente afecta a mis planes a corto y medio plazo”. El impacto en el hogar de Ismene Baños, maestra de Primaria en Mislata (Valencia), de 39 años, será mayor. Su pareja también es docente, han hecho 22 días de huelga, y calculan que la factura se acercará a los 7.000 euros. “Tenemos una reducción de jornada para cuidar de nuestra hija de año y medio, pero el curso que viene estamos pensando en renunciar a ella”, afirma. Y Cristina Arroyo, educadora infantil en una escuela del barrio de Aluche, en Madrid, acumula 28 jornadas de huelga desde abril, lo que reducirá, calcula, a casi la mitad su exiguo sueldo de 1.300 euros, y le ha obligado a volver a vivir a casa de sus padres a sus 40 años. “Si normalmente me cuesta llegar a fin de mes, imagina ahora”.

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Protesta de profesores en Valencia, este jueves.

Fuego cruzado entre las CCAA y Mónica García por la reforma de los profesionales sanitarios: "La ministra se ha quedado sola"

11 June 2026 at 01:20
La ministra de Sanidad mantiene la tramitación del nuevo Estatuto Marco pese al choque en bloque con todas las CCAA, del PP y del PSOE y al rechazo de los sindicatos con los que supuestamente había pactado el borrador del texto. "No hacerlo sería una traición a mis compañeros" Leer

La ministra de Sanidad mantiene la tramitación del nuevo Estatuto Marco pese al choque en bloque con todas las CCAA, del PP y del PSOE y al rechazo de los sindicatos con los que supuestamente había pactado el borrador del texto. "No hacerlo sería una traición a mis compañeros"
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