Suíça vota em referendo limitação da população a 10 milhões

© Bloomberg via Getty Images

© Bloomberg via Getty Images

© Bloomberg via Getty Images
JOSÉ HENRIQUE MARIANTE
BERLIM, ALEMANHA (FOLHAPRESS) – A Suíça decide em plebiscito, neste domingo (14), se o país quer um limite populacional de 10 milhões de habitantes. Pelo ritmo atual, a marca seria alcançada em 2040; para evitá-la, o governo, anos antes, seria instado a impedir a entrada de imigrantes ou convidá-los a sair do território alpino.
Em uma Europa que se debate com o problema há décadas, a proposta, inédita no mundo, atrai e apavora políticos, empresários e eleitores em todo o continente.
À frente da novidade, o Partido Popular Suíço (SVP, na sigla em alemão) afirma que a infraestrutura do país está chegando ao limite, com transporte público sobrecarregado e congestionamentos em estradas. A legenda populista de direita, em busca de uma base de votos maior, vende o “sim” no plebiscito como uma medida de sustentabilidade.
Com 41.285 km², área menor do que dois Sergipes, a Suíça é um dos países que mais cresce em termos populacionais na Europa. Apenas nas últimas duas décadas, um salto de quase 22%, contra pouco mais de 5% da média da União Europeia. Um movimento alimentado sobretudo pela imigração de trabalhadores qualificados.
De seus 9,1 milhões de habitantes atuais, 31% não nasceu no país, segundo o escritório de estatísticas Eurostat. Boa parte vem da UE desde que a Suíça se tornou signatária do Espaço Schengen, em 2002, um acordo que prevê a livre circulação no continente.
Afrontar uma das bases de funcionamento do bloco europeu seria o primeiro de muitos dos efeitos colaterais de uma vitória do “sim”. Foi graças ao livre trânsito que uma miríade de empresas internacionais se instalou no país, atraindo pessoal de formação elevada.
Gente que não apenas ocupou postos de trabalho como criou outros. De acordo com levantamento de uma consultoria local, 39% dos fundadores de empresas suíças são estrangeiros.
Junto vieram problemas, como o custo habitacional, que disparou nos centros urbanos nas últimas décadas. O preço do metro quadrado de Zurique, 18.299 (R$ 107.320), já é quase o dobro do de Paris, crescendo só no ano passado 4,16%. Das 5 cidades mais caras no ranking anual do Global Property Guide, 4 são suíças.
Em contrapartida, reverter o processo tiraria 7,1% do crescimento do país de 2028 a 2045, segundo estudo da BAK Economics. Mesmo que a proposta a ser votada tenha prazos, o baque de uma proibição teria consequências imediatas, como a queda de investimentos.
Previsões parecidas afloram desde abril, quando pesquisas de opinião apontaram empate de 47% a 47% entre quem se diz a favor do projeto e quem o rejeita. O assunto começou a ser tratado como um brexit, não apenas pelo desastre financeiro e político que a medida significou para o Reino Unido, como também pelo próprio risco de aprovação. Em maio, a campanha em favor da rejeição parece ter surtido efeito, deixando o placar em 52% a 45%, de acordo com levantamento encomendado pela emissora pública SRG.
A Suíça, no entanto, não foge do roteiro europeu de imputar à imigração boa parte dos problemas. Esta semana, por exemplo, foi marcada pela espiral de violência em Belfast detonada pelas imagens de um ataque a faca perpetrado por um refugiado sudanês. Incentivados indiretamente por postagens de políticos de extrema direita e até pelo bilionário Elon Musk, vigilantes caçaram imigrantes em suas casas.
Secretário de Estado do governo britânico para a Irlanda do Norte, Hilary Benn chegou a dizer que as cenas atuais lhe fizeram lembrar o passado conflituoso do país.
Na União Europeia, ganha corpo uma nova legislação sobre o assunto, que permitirá aos países-membros recrudescer a política imigratória, acelerando processos de deportação e o envio de solicitantes de asilo a “hubs de retorno” em países fora do bloco.
Ainda que o debate suíço pareça civilizado perto de tais atos e medidas, o sentimento de preconceito e xenofobia está presente. Pior, dizem observadores, desta vez não está restrito ao populismo de direita.
Também seduz setores do centro político: sociais-democratas, preocupados com os efeitos da crise imobiliária sobre seus eleitores, e verdes, que vislumbram um caminho, ainda que torto, de preservação ambiental.
“Metade das exportações da Suíça são para a Europa. Temos acordos bilaterais e, se quisermos mantê-los em vigor, a UE insiste que a livre circulação de mercadorias esteja associada também à livre circulação de pessoas. Portanto, se dermos um tiro no próprio pé ao dificultar metade das nossas exportações, isso será péssimo”, afirma Christian Koch, nascido na Alemanha, mas com três passaportes no bolso, um deles suíço.
Funcionário de uma companhia de investimentos em Zurique, Koch não nega os impactos do vertiginoso crescimento no número de imigrantes no país nas últimas décadas, mas pondera que a Suíça depende do fluxo de trabalhadores estrangeiros para construção civil, setor de serviços e diversos outros trabalhos “que os suíços não querem fazer.”
Ou que o país simplesmente não consegue preencher sozinho, como na área da saúde: 52% do corpo clínico suíço é composto por médicos alemães.
Koch lembra que consultas como a de domingo já aconteceram no passado. A diferença, desta vez, é o efeito sobre a classe média de uma rara, mas incômoda alta da inflação. “Ainda assim, o voto popular em geral é o começo de alguma coisa, não o fim”, pondera.
Se aprovado, o mecanismo teria de ser submetido também aos 26 cantões, equivalentes a estados, porém com muito mais peso, sem mencionar contestações judiciais. “É possível, inclusive, outro plebiscito”, diz o financista, lembrando de uma opção que os britânicos não têm com o brexit.
Frequentemente criticada no exterior, a versão suíça de democracia direta, que consulta a população sobre os mais variados assuntos quatro vezes por ano, parece ser uma vantagem em assuntos divisivos como este do teto populacional, acredita Koch. “Vota-se no assunto, não no partido. Eles não ganham poder demais.”
The post Suíça faz plebiscito para decidir se limita população em 10 milhões appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.
A Suíça vai a votos no domingo para decidir se limita a população do país a 10 milhões de pessoas.
A proposta para o referendo partiu do partido de extrema-direita SVP e visa limitar a entrada de cidadãos estrangeiros no país.
Mas os críticos avisam que, a acontecer, vai ter consequências devastadoras para a economia do país.
A vitória do “sim” vai obrigar o governo helvético a tomar medidas para limitar a população até 2050, incluindo fortes restrições à reunificação familiar, autorizações de residência e de asilo. As medidas são acionadas caso a meta de 9,5 milhões de pessoas de habitantes do país seja atingida ao longo das próximas décadas, segundo o “The Guardian”.
Mas se a meta de 10 milhões for atingida até 2050, a proposta vai mais além, obrigando o país a sair do acordo de livre circulação que mantém com a União Europeia (UE), o que significa o fim do acesso ao mercado europeu, sob condições mais vantajosas.
A Suíça é conhecida pelos seus referendos: se tiverem 100 mil subscritores no espaço de 18 meses, a proposta vai a votos. Tipicamente, ocorrem quatro vezes por ano. Mas têm sido usados pelo SVP para impor a sua agenda de extrema-direita.
A população suíça tem crescido mais depressa dos que a média da UE, subindo 23% desde 2022, ano em que a Suíça aderiu ao acordo de circulação com a UE. No mesmo período, a economia do país cresceu 24%.
O país conta com 27% de cidadãos estrangeiros entre os residentes e os apoiantes consideram que a entrada de trabalhadores vindos da União Europeia (UE) colocam pressão na habitação, escolas, transportes, sistema de saúde e o modo de vida suíço em geral. Mais de 250 mil portugueses vivem na Suíça, o que significa que medidas futuras podem vir a ter impacto na comunidade lusa.
O país conta com menos de 9,1 milhões de habitantes atualmente. O Observatório da Emigração estima o número de residentes estrangeiros acima dos 32%, eram menos de 20% no ano 2000, ano em que o país contava com 7,2 milhões de habitantes.
Já o número de residentes portugueses na Suíça é de 255 mil pessoas, segundo dados das autoridades helvéticas.
“Há uma certa preocupação, não por aqueles [portugueses] que já cá estão, mas por aqueles que eventualmente poderão vir a seguir, pois continuam a chegar ano após ano. A esses é que se colocará o problema se isto viesse a ser aprovado”, disse o conselheiro da comunidade portuguesa João Figueiredo à “Agência Lusa”.
O impedimento de reagrupamento familiar pode repetir o cenário da década de 80, quando os portugueses iam trabalhar durante alguns meses para depois regressarem.
“Não sentem que seja dirigida contra eles. A comunidade portuguesa é muito valorizada aqui na Suíça, os portugueses sempre foram considerados bons trabalhadores e cidadãos exemplares, que vêm para trabalhar e não para usufruir do sistema. É muito bem vista aqui”, afirmou João Figueiredo.
O SVP argumenta que a “imigração descontrolada está a levar a Suíça a crescer muito rapidamente. As consequências negativas são palpáveis em toda a sociedade”. O partido é o maior na Assembleia Federal, tendo a maioria mais larga desde 1999.
“A medida vende a ilusão de um almoço grátis e simplesmente não vai resolver os nossos problemas de habitação ou de trânsito”, segundo Rudolf Minsch, economista-chefe da patronal Economiesuisse.
O Governo suíço, ou Conselho Federal, já se mostrou coletivamente (pois conta com membros do SVP) contra a medida, avisando para os impactos negativos na estabilidade nacional, na economia e prosperidade do país.
O Conselho Federal é composto por um executivo de sete membros. São eleitos pelos 246 membros da Assembleia Federal. Os sete membros representam os maiores partidos do país e as diferentes regiões linguísticas: alemão (a maioria com 62%)), seguido do francês (23%), do italiano (8%), as três línguas usadas pelo Governo federal (ainda existe o romanche falado por menos de 1% da população). O Conselho Federal é liderado por um presidente, que não conta com mais poderes, mas que lidera as reuniões e desempenha deveres de representação. Os sete membros do Conselho Federal acumulam várias pastas que estão habitualmente dispersas por mais ministros, como no Governo português, por exemplo.
Sindicatos, a maior associação patronal do país e a maioria das
duas câmaras legislativas já recomendaram o chumbo da proposta.
Tal como a restante Europa ocidental, a Suíça enfrenta uma bomba demográfica: mais de 27% da população vai ter mais de 65 anos até 2055, hoje em dia está nos 21%.
Também tal como na restante Europa ocidental, a imigração é um tema polémico no país dos Alpes, sendo explorado por movimentos de extrema-direita de forma inflamada para ganhos eleitorais.
Este é o primeiro referendo mundial sobre um limite à população de um pais. Outros países regulam a imigração através de legislação. Em termos de demografia, a China impôs durante décadas a lei de um único filho, para conter o crescimento de população.
As sondagens apontam para uma corrida renhida, com o “não” a liderar, com mais de 50% dos votos nos inquéritos.
Apesar de as urnas abrirem no domingo, mais de 90% dos eleitores que votam no referendo usam o voto-postal. Os resultados devem ser conhecidos ao final da tarde de domingo.
Para a medida ser aprovada, é preciso ganhar tanto o voto popular como a maioria nos 26 cantões suíços (23 inteiros e seis meios cantões (já estiveram unidos historicamente, mas separaram-se a dado momento)).


A cerimônia de assinatura de um memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irã deverá ocorrer em Genebra, na Suíça, segundo três fontes, disseram à CNN nesta sexta-feira (12).
Essa assinatura poderá ocorrer já no domingo (14), segundo uma pessoa familiarizada com os planos.
Isso acontece depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou na quinta-feira (11) um “grande acordo” que poderia resolver a guerra com o Irã, sugerindo que ele seria finalizado nos próximos dias.
Trump disse que previa uma cerimônia de assinatura do documento em breve, possivelmente na Europa, com a presença do vice-presidente JD Vance. No entanto, autoridades iranianas ainda não confirmaram se um acordo foi alcançado.
Duas fontes com conhecimento das negociações diplomáticas disseram que a cerimônia de assinatura será realizada em Genebra – não muito longe de onde Trump e uma delegação americana participarão da cúpula do G7 na próxima semana, na França.
Uma dessas fontes afirmou que a cerimônia de assinatura marcará o início da “segunda fase” das negociações diplomáticas, enquanto as autoridades trabalham na implementação do memorando de entendimento.
Diversas fontes afirmaram que o memorando está sendo chamado de “Declaração de Islamabad”, em reconhecimento ao papel fundamental de mediação desempenhado pelo Paquistão.
No entanto, nada foi confirmado, e uma fonte iraniana sugeriu que Viena, capital da Áustria, também estava sendo considerada.
Durante a tarde de quinta-feira (11), em uma publicação na rede Truth Social, Trump afirmou que cancelou ataques e bombardeios que estavam programados para ocorrer durante a noite.
Segundo ele, a decisão foi tomada após as negociações com o Irã terem alcançado “o mais alto nível da liderança iraniana” e após a aprovação dos “pontos finais” de um possível acordo.
Mais tarde, durante evento no Salão Oval, Trump voltou a defender que as partes estão muito próximas de um entendimento.
“Os documentos estão praticamente finalizados, então vamos ver”, afirmou ele.
O presidente americano também informou que o acordo prevê o compromisso iraniano de abandonar qualquer busca por armas nucleares e que, em troca, os Estados Unidos encerrariam imediatamente o bloqueio naval imposto aos portos do Irã.
Além disso, Trump declarou acreditar que o líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, aprovou o entendimento.
Mais tarde, durante um comício virtual em apoio ao vice-governador da Geórgia, Burt Jones, ele afirmou que os Estados Unidos haviam “encerrado a guerra” com o Irã.
“Não sei se vocês ouviram, mas encerramos a guerra com o Irã hoje […] Eles concordaram em nunca ter uma arma nuclear, algo em que insistimos; esse era o objetivo principal. Isso representava 95% da questão”, declarou o presidente americano.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, classificou as notícias sobre um acordo fechado como “mera especulação”. Segundo ele, Teerã ainda não tomou uma decisão definitiva.
“Até o momento, o Irã não chegou a uma decisão final sobre qualquer acordo”, disse à agência estatal IRNA.
Baghaei também acusou Washington de alterar posições ao longo das negociações e declarou que as ações militares americanas têm dificultado o processo diplomático.
“Desde o início, o status das negociações estava claro para nós, e grande parte do texto já havia sido finalizada. No entanto, os americanos continuaram mudando suas posições”, declarou Baghaei, segundo a IRNA.
Já o parlamentar da ala linha-dura do Irã, Ebrahim Rezaei, alertou que Trump pode estar agindo de forma enganosa ao anunciar um “grande acordo” para encerrar a guerra, defendendo, em vez disso, que o Irã mantenha seus ataques.
“A probabilidade de Trump estar enganando é alta”, afirmou Rezaei, porta-voz da Comissão de Segurança Nacional e Política Externa do Parlamento iraniano.

© ALEX PLAVEVSKI/EPA
A Suíça discute limitar a população a 10 milhões de habitantes. O tema vai ser votado num referendo considerado o “Brexit suíço”. A iniciativa é do partido de direita nacionalista Partido Popular Suíço (SVP), maior força política do país.
“No fim das contas, o que queremos é proteger aquilo que amamos, garantir que a Suíça continue a ser um lugar maravilhoso para se viver. Não vamos acabar com os congestionamentos da noite para o dia, mas isso permitir-nos-á adaptar a infraestrutura rodoviária e ferroviária e construir moradias. Mas não a um ritmo que acabaria por nos impedir de absorver esse enorme fluxo de pessoas”, diz o parlamentar Yvan Pahud, do SVP.
“Essa iniciativa é extremamente perigosa. É perigosa porque, em primeiro lugar, é absolutamente xenófoba. No fundo, transforma os estrangeiros em bodes expiatórios, como se fossem a resposta para todos os males da sociedade. É perigosa porque é enganosa. Não resolverá a questão da sustentabilidade, como o seu nome afirma, ostensivamente. Pelo contrário, corre o risco de empobrecer a Suíça e de enfraquecer fundamentalmente os acordos que atualmente temos com a União Europeia, que são mais importantes do que nunca”, afirma, por sua vez, Delphine Klopfenstein, do Partido Verde.
Atualmente, a Suíça tem pouco mais de nove milhões de habitantes. E os estrangeiros representam quase 28% da população.
Segunda a proposta, se a população ultrapassar 9,5 milhões, o governo seria obrigado a tomar medidas para impedir que chegue a 10 milhões.
Ou seja, encerrar acordos que incentivam o crescimento populacional, incluindo a livre circulação com a União Europeia.
As empresas temem que um “sim” limite o acesso à mão de obra qualificada e prejudique as relações com o principal mercado de exportação da Suíça.
“Na Suíça, por exemplo, mais de 50% da nossa equipa hoteleira são estrangeiros. Se não tivermos mais acesso a esses trabalhadores qualificados, seria muito difícil continuar a operar o setor de hotelaria e gastronomia na Suíça no nível atual”, diz Martin von Moos, da associação do setor hoteleiro da Suíça.
A população está dividida. A pesquisa mais recente indica 47% a favor do limite e 52% contra.
“Bem, digamos apenas que, considerando o tamanho do país, já temos mais do que suficiente. Quero dizer, com mais de 10 milhões [de habitantes], o que vamos fazer? Onde vamos colocar todas essas pessoas? É muito bonito acolhê-las, mas o que elas vão fazer? Ficar na rua?”, afirma um morador de Orbe.
“As pessoas estão a ser bombardeadas com esse medo de imigrantes e da imigração, quando na realidade sabemos muito bem que a economia suíça não pode sobreviver sem a imigração. E admito que gostaria de ver mais gente na Suíça, porque, quando eu me aposentar, precisaremos de pessoas a trabalhar para sustentar o sistema de previdência [segurança social]”, diz, por outro lado, uma moradora de Genebra.
Assim como outros países europeus, a Suíça também enfrenta o envelhecimento da população. Até 2055, a proporção de pessoas em idade ativa (entre 20 e 64 anos) deve cair de 60% para 56%.
Ao mesmo tempo, a parcela de idosos com mais de 65 anos deve aumentar significativamente, de 21% para 27%, segundo o Escritório Federal de Estatísticas da Suíça.
Referendos são um pilar da política suíça, com os eleitores a ir às urnas cerca de quatro vezes por ano para decidir sobre diferentes questões nacionais e regionais.
O referendo sobre limitar a população do país será realizado no dia 14 de junho.
A Seleção da Suíça encontrou um motivo inusitado de preocupação durante a preparação para a Copa do Mundo de 2026. Instalada em San Diego, no estado da Califórnia, a equipe está treinando em uma região cercada por áreas onde há registro frequente da presença de cobras, incluindo espécies consideradas peçonhentas.
Leia também
Calendário da Copa do Mundo de 2026: confira datas e os jogos do torneio
A situação foi destacada pela própria delegação suíça nas redes sociais. Em uma publicação, a seleção mostrou o entorno do centro de treinamento e indicou a área habitada pelos animais, chamando atenção para um risco que vai além dos desafios dentro de campo.

De acordo com informações sobre a fauna local, San Diego abriga 28 espécies diferentes de cobras. Entre elas, a mais comum é a Cascavel do Pacífico Sul, uma espécie venenosa cuja picada pode provocar dores intensas e outras complicações que exigem atendimento médico imediato.
Preparação para a estreia
Enquanto adota medidas de precaução durante a estadia na Califórnia, a seleção suíça mantém o foco na disputa da Copa do Mundo. A equipe integra o Grupo B da competição, ao lado de Catar, Canadá e Bósnia.
A estreia dos suíços está marcada para o próximo sábado (13), às 16h, no horário de Brasília. O adversário será o Catar, em partida que será realizada na cidade de Santa Clara, também nos Estados Unidos.
Até o início do torneio, a delegação permanecerá em San Diego realizando treinamentos e ajustes finais para a competição, ao mesmo tempo em que segue as recomendações de segurança relacionadas à presença de cobras na região.
The post Seleção da Suíça enfrenta alerta de cobras durante treinos para a Copa de 2026 appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

As Novas 7 Maravilhas de Portugal regressaram em 2026, quase duas décadas após a primeira edição, com o objetivo de eleger, através do voto popular, os mais emblemáticos exemplos do património construído português. A iniciativa decorre ao longo deste ano…
O post Portugal elege as suas novas maravilhas arquitetónicas aparece primeiro no Diáspora Lusa.
A Convenção Anual da Parcerias e Negócios realizou-se no dia 23 de Maio, no SDivine Fátima Hotel, reunindo empresários, empreendedores, oradores, dirigentes e profissionais de diferentes sectores de actividade. O encontro ficou marcado pela partilha de experiências, pela apresentação de…
O post Parcerias e Negócios anuncia parceria com a Diáspora Lusa para aproximar empresários portugueses no mundo aparece primeiro no Diáspora Lusa.