El vídeo de un intento de decapitación en Belfast que ha desatado protestas violentas contra migrantes

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Los líderes políticos y religiosos de Irlanda del Norte han podido comprobar en las primeras horas de este miércoles, cuando todavía no se han apagado los rescoldos de una prolongada noche de violencia en Belfast y otras partes del territorio, que sus llamadas a la calma han sido inútiles. Coches, autobuses, cabinas telefónicas y contenedores incendiados. Viviendas donde supuestamente residían inmigrantes, o simplemente personas de alguna minoría étnica, completamente en llamas después de que grupos de violentos las escogieran como objetivos que debían ser “liberados”.

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La violencia política en Alemania alcanza nuevo máximo. En 2025, los ataques contra representantes de los partidos políticos y el número de delitos con motivaciones políticas entre la población en general registraron un aumento considerable y consecutivo. Varios expertos sostienen que el ritmo se mantendrá al alza al menos durante este año, dada la radicalización del discurso político y la creciente polarización de la sociedad.

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A Suíça discute limitar a população a 10 milhões de habitantes. O tema vai ser votado num referendo considerado o “Brexit suíço”. A iniciativa é do partido de direita nacionalista Partido Popular Suíço (SVP), maior força política do país.
“No fim das contas, o que queremos é proteger aquilo que amamos, garantir que a Suíça continue a ser um lugar maravilhoso para se viver. Não vamos acabar com os congestionamentos da noite para o dia, mas isso permitir-nos-á adaptar a infraestrutura rodoviária e ferroviária e construir moradias. Mas não a um ritmo que acabaria por nos impedir de absorver esse enorme fluxo de pessoas”, diz o parlamentar Yvan Pahud, do SVP.
“Essa iniciativa é extremamente perigosa. É perigosa porque, em primeiro lugar, é absolutamente xenófoba. No fundo, transforma os estrangeiros em bodes expiatórios, como se fossem a resposta para todos os males da sociedade. É perigosa porque é enganosa. Não resolverá a questão da sustentabilidade, como o seu nome afirma, ostensivamente. Pelo contrário, corre o risco de empobrecer a Suíça e de enfraquecer fundamentalmente os acordos que atualmente temos com a União Europeia, que são mais importantes do que nunca”, afirma, por sua vez, Delphine Klopfenstein, do Partido Verde.
Atualmente, a Suíça tem pouco mais de nove milhões de habitantes. E os estrangeiros representam quase 28% da população.
Segunda a proposta, se a população ultrapassar 9,5 milhões, o governo seria obrigado a tomar medidas para impedir que chegue a 10 milhões.
Ou seja, encerrar acordos que incentivam o crescimento populacional, incluindo a livre circulação com a União Europeia.
As empresas temem que um “sim” limite o acesso à mão de obra qualificada e prejudique as relações com o principal mercado de exportação da Suíça.
“Na Suíça, por exemplo, mais de 50% da nossa equipa hoteleira são estrangeiros. Se não tivermos mais acesso a esses trabalhadores qualificados, seria muito difícil continuar a operar o setor de hotelaria e gastronomia na Suíça no nível atual”, diz Martin von Moos, da associação do setor hoteleiro da Suíça.
A população está dividida. A pesquisa mais recente indica 47% a favor do limite e 52% contra.
“Bem, digamos apenas que, considerando o tamanho do país, já temos mais do que suficiente. Quero dizer, com mais de 10 milhões [de habitantes], o que vamos fazer? Onde vamos colocar todas essas pessoas? É muito bonito acolhê-las, mas o que elas vão fazer? Ficar na rua?”, afirma um morador de Orbe.
“As pessoas estão a ser bombardeadas com esse medo de imigrantes e da imigração, quando na realidade sabemos muito bem que a economia suíça não pode sobreviver sem a imigração. E admito que gostaria de ver mais gente na Suíça, porque, quando eu me aposentar, precisaremos de pessoas a trabalhar para sustentar o sistema de previdência [segurança social]”, diz, por outro lado, uma moradora de Genebra.
Assim como outros países europeus, a Suíça também enfrenta o envelhecimento da população. Até 2055, a proporção de pessoas em idade ativa (entre 20 e 64 anos) deve cair de 60% para 56%.
Ao mesmo tempo, a parcela de idosos com mais de 65 anos deve aumentar significativamente, de 21% para 27%, segundo o Escritório Federal de Estatísticas da Suíça.
Referendos são um pilar da política suíça, com os eleitores a ir às urnas cerca de quatro vezes por ano para decidir sobre diferentes questões nacionais e regionais.
O referendo sobre limitar a população do país será realizado no dia 14 de junho.
Resuena aún en Madrid la visita del Papa. Paso ligero, palabra firme y una agenda intensa y diversa, llena de encuentros y gestos simbólicos. El eco se entremezcla con el reverberar de las reacciones que León XIV ha dejado tras de sí. Voces que ensalzan su mensaje, celebran la calma y llaman al respeto, a construir comunidad abierta y unida. En tiempos donde el ruido busca opacar la acción institucional y social más laboriosa, subrayando el conflicto y atacando con furor corrosivo los consensos donde se asienta nuestra democracia, este oasis festivo y lleno de concordia es digno de celebrar. ¿Se mantendrá la onda expansiva de estos ecos de humanidad o se deshará cuando la visita termine? Quedan dos capítulos, Barcelona y Canarias. Dos buenos escenarios para cantar la diversidad y proclamar a los cuatro vientos la prioridad humana.
El llamamiento explícito a que las fuerzas políticas representadas en el Parlamento dialoguen de forma civilizada en el fondo y en las formas en un momento de especial polarización es probablemente la propuesta concreta más preciada del discurso pronunciado este lunes por el papa León XIV ante las Cortes españolas. Es la primera vez en que un papa habla ante la sede de la soberanía popular y el carácter de acontecimiento histórico con el que ha sido tratado está justificado.

El PP se ha tomado con calma la puesta en marcha de las negociaciones para la investidura de su líder, Juan Manuel Moreno, como presidente de la Junta de Andalucía, para desconcierto y desesperación de Vox, que en estos más de 15 días desde las elecciones no ha parado de cuestionar la falta de interlocución con la formación popular a través de las comparecencias de sus dirigentes regionales y nacionales.

© Francisco J. Olmo / Europa Press (Europa Press)