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🔴AO VIVO: Coletiva da Seleção Brasileira com Alisson, direto dos EUA

O goleiro Alisson será o representante da Seleção Brasileira na entrevista coletiva desta quinta-feira (11), durante a última semana de preparação para a Copa do Mundo 2026. O jogador atenderá os jornalistas para falar sobre a expectativa para a estreia do Brasil, o trabalho realizado sob o comando de Carlo Ancelotti e os ajustes finais da equipe antes do início da competição.

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Ukraine war latest: Russia's oil output falls to one-year low amid Ukrainian strikes

Key developments on June 11:

  • Ukraine aims to isolate Crimea from Russia, drone commander 'Madyar' says
  • Ukraine's drone advantage over Russia grows as nearly 180,000 military targets struck in May, Syrskyi says
  • Ukraine reportedly strikes military targets, hit several bridges in large-scale attack across Russian-occupied

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Loulé juntou equipas de 1ª intervenção em fogos rurais do concelho num encontro em Salir

34 equipas operacionais de 1ª intervenção em fogos rurais de Loulé reuniram-se em Vale Maria Dias, na freguesia de Salir, na terça-feira, para «um momento de formação e sensibilização», onde também foram esclarecidas «dúvidas sobre procedimentos que devem ser acautelados por estas equipas em contexto real».

O 9º Encontro Municipal de Equipas de 1ª Intervenção em Fogos Rurais teve lugar na Unidade Avançada de Proteção Civil e teve o objetivo geral de «otimizar a resposta a incêndios florestais, numa altura em que estamos a entrar na fase crítica do ano», segundo a Câmara de Loulé.

Esta foi «uma ação eminentemente prática, fomentando as dinâmicas de grupo. O Serviço Municipal de Proteção Civil de Loulé abordou as temáticas das regras de segurança, comunicações rádio (noções básicas) e equipamentos de proteção individual. Coube ao ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas esclarecer dúvidas sobre o fogo controlado e a prevenção estrutural».

O representante do Exército, uma das entidades parceiras da Câmara Municipal de Loulé, «fez o enquadramento da sua presença neste dispositivo, abordando ainda a questão da vigilância armada das Forças Armadas».

«Já os Bombeiros Sapadores de Loulé, elementos que estão na linha da frente do combate a incêndios, esclareceram os participantes no Encontro sobre o protocolo de segurança e a importância da segurança nos teatros de operação. Finalmente, a GNR – Guarda Nacional Republicana explicou como decorrem os processos de investigação das causas de incêndio e a importância da preservação de vestígios», descreveu a autarquia.

O dispositivo do concelho de Loulé conta com equipas de diversas entidades locais, nomeadamente de associações e clubes de caça (22 equipas), dos Sapadores Florestais de Loulé (uma equipa), dos Sapadores Florestais da Serra do Caldeirão (uma), da Quinta da Ombria (uma), Vigiquinta (Quinta do Lago, uma) , de Juntas de Freguesia (seis – Ameixial, Salir, Alte, Querença, Tôr e Benafim) e duas equipas municipais de Intervenção Florestal .

«Todas as equipas estão dotadas de kits de primeira intervenção cedidos pelo Município, equipados com depósitos de água, motobombas, abafadores e equipamentos de proteção individual», salientou a Câmara de Loulé.

A autarquia lembra que, na semana em que se celebrou o dia do município reforçou este apoio «com a entrega de reboques com kits adicionais para pré-posicionamento nas Juntas de Freguesia».

«Estas forças desempenham um papel crucial ao garantir o ataque inicial rápido, extinguindo a maioria dos focos de incêndio à nascença. Atuam ainda no rescaldo e na vigilância diurna e noturna. Os caçadores assumem relevância especial pelo conhecimento profundo do território, guiando os bombeiros no terreno», resumiu.

Face às previsões de um ano particularmente difícil, a Câmara Municipal de Loulé «vai intensificar as campanhas de sensibilização pública. O plano de segurança para os meses de maior risco inclui o patrulhamento a cavalo da GNR e a vigilância ativa das equipas do Exército no interior do concelho. O Município irá também acelerar as medidas de proteção da floresta, como a criação de mais Condomínios de Aldeia e o programa “Aldeias Seguras”».

«Este ano será particularmente difícil, por isso temos que estar todos muito vigilantes. O Município vai reforçar as medidas de sensibilização e comunicação para o risco de incêndio e para a necessidade de todos adotarmos medidas preventivas que permitam reduzir o risco de incêndio. Só assim poderemos evitar uma eventual calamidade que coloque em risco a população, os seus bens e também o nosso património natural», assegurou Telmo Pinto, presidente da Câmara Municipal de Loulé.

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Leucemia deve registrar mais de 12 mil novos casos por ano no Brasil até 2028

Deste ano até 2028, os casos de leucemia vão ultrapassar a marca de 12.220 por ano no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA). A estimativa é de que existam 6.540 homens e 5.680 mulheres com a doença para cada ano do triênio. O número é 21% maior que o projetado pelo Instituto em 2016, que apontava 10.070 novos casos, apontando um aumento dos casos nos últimos anos. 

A leucemia e a anemia são protagonistas do Junho Laranja, mês da conscientização sobre a prevenção e tratamento precoce das duas doenças hematológicas. Mesmo juntas, as duas doenças do sangue não estão interligadas na prática. A hematologista Maria Amorelli lembra que apesar de existir uma crença popular entre algumas pessoas de que a anemia é uma precursora da leucemia, isso não é verdade. 

“A mielodisplasia é uma doença que pode se manifestar com uma anemia, principalmente no paciente idoso.. Muitas vezes, principalmente nos mais idosos, o paciente com mielodisplasia evolui para um quadro de leucemia. Essa doença é uma predisposição, quase uma pré-leucemia, onde a gente pode realmente ter uma transformação”, explica a hematologista.

Leucemia: uma doença sem causa exata

A leucemia é um tipo de câncer agressivo, que começa nas células tronco da médula óssea. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2020 foram contabilizados 474.519 casos no mundo. A leucemia pode se manifestar de forma aguda ou crônica, podendo ser uma leucemia linfóide, que atinge alguns tipos de célula e deriva dos linfócitos, como também uma leucemias mieloides, que são derivadas dos neutrófilos e das células mieloides. 

No Estado de Goiás, segundo o INCA, em 2026 a projeção é que se manifestem 240 casos da doença. A incidência do problema não tem um motivo comprovado. Segundo a hematologista Maria Amorelli, na maioria das vezes a leucemia pode acontecer sem uma causa definida. “A gente não consegue estabelecer uma única causa para a doença”, pontua a médica. 

A hematologista Maria Amorelli esclarece que anemia e leucemia são doenças distintas e reforça a importância do diagnóstico precoce para aumentar as chances de tratamento eficaz | Foto: Divulgação

Apesar disso, a hematologista explica que algumas coisas, normalmente, indicam predisposição à leucemia. “Quem já fez algum tratamento de câncer anteriormente, que já foi submetido a quimioterapia ou a radioterapia, são pessoas que já têm maior predisposição. O uso de agrotóxicos e benzeno com alta frequência, também estão associados ao maior risco de surgimento da doença”, conta a médica.

Maria Amorelli também conta que não existe prevenção para a doença. “Não existe prevenção específica para a leucemia. O que sabemos de fato, é que em alguns casos, a hereditariedade aparece entre 7% a 20% dos casos. As pessoas que têm síndrome de Down, possuem um risco maior, uma vez que sua mutação genética tem predisposição à leucemia. Algumas síndromes ou mutações genéticas, no geral, podem estar aumentando o risco de vários cânceres, inclusive da leucemia. Nesses casos, a gente precisa de uma vigilância mais precoce, possibilitando algum tratamento mais precoce, com menor risco para esses pacientes.”

A anemia é uma doença múltipla

Segundo a OMS, a anemia afeta cerca de 30% da população mundial. De acordo com informações do artigo científico sobre a “Incidência de Anemia na População do Centro-Oeste”, publicado na revista científica Hematology, Transfusion and Cell Therapy, entre 2013 e 2023, surgiram 28.415.326 casos de anemia, com o Estado de Goiás agrupando  37,89% destes casos.

A anemia é caracterizada pela deficiência das hemácias encontradas no sangue, substância que leva oxigênio para todos os tecidos do corpo. A anemia tem uma multiplicidade de causas, como hereditariedade, problemas na médula óssea, doenças crônicas, perda de sangue ou, a mais comum, deficiência de uma série de vitaminas no corpo.  

Cada caso deve ser tratado de forma específica, que deve ser indicada pelo hematologista. A prevenção também é específica para cada tipo, mas quase sempre envolve uma mudança de alimentação. A doutora Maria conta que a “anemia por falta de vitamina, como ferro, vitamina B12 ou ácido fólico, pode ser resolvida com uma alimentação variada, mais rica em nutrientes variados”.

A médica hematologista Maria Amorelli conclui que sempre que uma pessoa vê sintomas como fraqueza, cansaço, falta de ar e tonturas, deve procurar um clínico geral ou um hematologista, médico que vai investigar a causa e fazer todas as suplementações necessárias para curar o problema. 

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O «narcoterrorismo» e a possibilidade de interferência dos EUA no Brasil

Não se trata, no Brasil, de uma disputa entre um campo político anti-EUA e um campo político pró-EUA, mas de uma disputa entre dois setores políticos que querem o apoio dos EUA para governarem o Brasil.

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No dia 5 de junho de 2026, o Departamento de Estado dos EUA confirmou a inclusão das duas maiores organizações narcotraficantes do Brasil – o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) – na lista de organizações consideradas terroristas pelos EUA. O motivo principal alegado seria o fato de que as operações de ambas organizações teriam passado a afetar os EUA e envolveriam pelo menos alguns elos estadunidenses, enquanto o objetivo com essa categorização seria facilitar o uso de mecanismos econômico-financeiros para estrangular essas organizações, especialmente no que concerne sua capacidade de lavar e movimentar dinheiro usando instituições financeiras internacionais.

Oficialmente, com essa medida, todas as instituições bancárias e financeiras dos EUA, automaticamente, congelariam os bens e recursos de quaisquer indivíduos ou empresas ligadas às organizações em questão. Simultaneamente, eles não conseguiriam transferir recursos utilizando instituições estadunidenses ou ligadas aos EUA. Ainda, os EUA passariam a ter mecanismos para pressionar instituições bancárias e financeiras estrangeiras para que, também, congelassem bens e recursos e deixassem de autorizar movimentações e transferências.

No Brasil, oficialmente, a designação é vista como, em primeiro lugar, um artifício visando legitimar eventuais interferências diretas ou indiretas (sejam de teor político, financeiro, jurídico, eleitoral, etc.) no país; e, em segundo lugar, como um equívoco teórico, já que se considera que as organizações narcotraficantes não podem ser categorizadas como terroristas, por definição, por elas estarem supostamente privadas de uma dimensão política ou religiosa. A figura do “narcoterrorismo”, assim, é vista como mera narrativa legitimadora de intervenções.

Para complicar a equação, porém, essa semana, o instituto AtlasIntel divulgou uma pesquisa que indica que 53% da população brasileira apoia a decisão dos EUA, uma parcela superior até mesmo à dos apoiadores de Bolsonaro (41,8%, conforme o mesmo instituto), o que representa um problema significativo para Lula, bem como um calcanhar de Aquiles fácil de ser explorado.

O próprio Flávio Bolsonaro reivindica, junto com seu irmão Eduardo, a responsabilidade por convencer Donald Trump e Marco Rubio a tomarem essa decisão. Se for verdade, a jogada é inteligente. Flávio Bolsonaro sofreu um impacto significativo em suas intenções de voto após revelações de uma conexão bastante próxima com o banqueiro e especulador brasileiro Daniel Vorcaro, preso ano passado e acusado de envolvimento com inúmeros esquemas fraudulentos e criminosos que movimentaram bilhões em dólares em parceria com diversos políticos (do governo e da oposição) e juízes. Mas ao transferir o foco midiático para o problema da segurança pública, Bolsonaro coloca Lula numa área na qual ele reiteradamente comete erros estúpidos e impopulares.

É que como com todos os políticos liberal-progressistas, Lula e seu partido defendem uma narrativa segundo a qual traficantes, ladrões e assassinos seriam “vítimas da sociedade”, que deveriam ser “reeducados” e não combatidos, em vez de vê-los como parasitas sociais que precisam ser extirpados da face da terra. Reiteradamente, Lula já se referiu a criminosos como “coitados” que só roubam para “tomar uma cervejinha”, e recentemente disse que traficantes eram “vítimas” dos “usuários”. Como não poderia deixar de ser, assim que soube da decisão dos EUA, Lula disse em público que estava “muito triste” pelos “nossos criminosos” serem considerados terroristas.

Para que se entenda a seriedade do problema de segurança pública no Brasil, é necessário apontar que aproximadamente 20% da população brasileira vive em territórios sob controle direto de organizações criminosas. Essa semana mesmo, num bairro de uma cidade periférica próxima ao Rio de Janeiro, membros do CV assumiram o controle de um condomínio e impuseram uma “taxa de moradia” a todos os moradores. Poucos anos atrás, na região Nordeste, uma pequena cidade inteira foi evacuada por ordem de uma organização criminosa. Massacres de comerciantes que se recusam a pagar “taxas” para os criminosos se tornaram algo corriqueiro, para não falar na violência quotidiana. Organizações como o CV cobram aluguel, taxas aos comerciantes e oferecem serviços de luz, água, internet e TV a cabo. Em alguns casos, são também responsáveis por igrejas evangélicas. No caso específico do PCC, estamos falando de uma organização num patamar ainda superior, que controla postos de gasolina, usinas de cana, fazendas, fintechs, juízes, policiais e uma miríade de outros ativos, atuando não apenas em todo o Brasil, mas em dezenas de outros países.

Claramente, independentemente da questão específica da classificação do PCC e do CV e o papel dos EUA nisso, bem como seus reais interesses, estamos falando de circunstâncias que foram toleradas pelo Estado brasileiro, que simplesmente permitiu que a situação saísse do controle. Nisso, também, é importante destacar o papel do Judiciário, educado em teses delirantes de origem europeia que levam os juízes a sempre soltarem os criminosos o mais rápido possível, bem como o papel das ONGs de direitos humanos, que atuam perseguindo policiais e defendendo criminosos.

Agora, de que maneira os EUA podem prejudicar o Brasil com essa classificação das organizações criminosas como terroristas, caso este seja, de fato, o seu interesse? Existem várias possibilidades.

A possibilidade de pressionar bancos estrangeiros abre um caminho para acusar os bancos brasileiros de cumplicidade com as organizações criminosas e, com isso, facilitar que sejam sancionados. A resposta adequada a isso é o governo brasileiro obrigar os bancos a serem mais rigorosos na fiscalização de transferências financeiras. Mas nisso tudo, uma pressão ainda maior pode recair sobre o “PIX” o sistema brasileiro de pagamentos automáticos que, hoje, é mais usado que o VISA ou o Mastercard e que tem sido constantemente criticado pelos EUA. O curioso, aqui, é que o PIX foi criado pelo próprio governo Bolsonaro…

Uma outra via de agressão contra o Brasil pode passar pelo etanol de cana-de-açúcar. Existe uma rivalidade de mais de 20 anos com os EUA nesse setor, já que os EUA também têm uma grande produção de biocombustíveis, porém baseados no milho. Considerando que uma pequena parcela da produção de etanol do Brasil (estima-se que 1-2%) seja controlada pelo PCC, todo o produto pode acabar sendo artificiosamente sancionado pelos EUA, conquistando, assim, para o etanol de milho, novos mercados.

Não se pode, porém, descartar a possibilidade de um jogo ainda mais sujo por parte dos EUA. Historicamente, organizações criminosas que são forçadas a recuar num determinado setor sempre buscam compensar as perdas através de outras operações. Um ataque coordenado e em larga escala contra as operações de lavagem de dinheiro e as movimentações do PCC, podem fazer regredi-lo para as atividades de dominação territorial e para outras formas de crime, como o roubo a bancos, sequestros, etc. Considerando, porém, que o PCC se faz presente em todo o país, estaríamos falando de um possível aumento da violência em larga escala, o que poderia, inclusive, desestabilizar o governo. Isso poderia ser não apenas uma hipótese, mas o próprio design dessa movimentação do governo dos EUA.

Engana-se, ademais, que crê que o governo Lula está se preparando para resistir. Na verdade, o governo Lula já fala em concessões para tentar apaziguar Donald Trump. A realidade é que não se trata, no Brasil, de uma disputa entre um campo político anti-EUA (Lula) e um campo político pró-EUA (Bolsonaro), mas de uma disputa entre dois setores políticos que querem o apoio dos EUA para governarem o Brasil.

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All three Rosneft Samara refineries now offline or reduced as drones halt Kuibyshevsky operations yesterday

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Ukrainian drones forced Rosneft's Kuybyshevsky oil refinery in Samara Oblast, Russia, to halt oil processing on 10 June, Reuters reported. The strike puts all three plants in the Rosneft Samara refining hub out of full operation at the same time.

With Ukraine's deep strikes accelerating into the summer season, each new plant taken out compresses Russia's repair window and hardens the fuel-supply squeeze on its military logistics.

Reuters confirms processing halt at both primary units

Reuters cited two industry sources to confirm that processing stopped at both AVT-4 and AVT-5 after the strike. Each unit has a nominal processing capacity of about 73,000 barrels of crude oil (10,000 metric tons) per day. The hits caused damage and subsequent fires at both. 

Samara Oblast Governor Vyacheslav Fedorishchev claimed a massive overnight drone attack injured three people and caused "damage to several industrial facilities." 

An earlier report on 10 June described fires at the Kuybyshevsky refinery after the strike.

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Fire reported at Kuibyshev oil refinery in Russia’s Samara after drone strike

Plant size and output

Kuybyshevsky's 2024 crude oil throughput was 4.7 million tons, equal to 94,400 barrels a day, Reuters reported. That year's output included 0.8 million tons of gasoline, 1.4 million tons of diesel, and 1.3 million tons of fuel oil. Nominal capacity stands at 7 million tons per year. The plant is one of the largest oil refining facilities in the Volga region. It also supplies fuel for the Russian army.

The Kuybyshevsky plant belongs to Rosneft's Samara refining cluster alongside Novokuibyshevsky and Syzran. Syzran's operations have been suspended since a 21 May drone attack, Reuters reported, and the plant has yet to resume. The Novokuibyshevsky plant shut down after an 18 April strike and now operates at reduced throughput. Ukraine has hit all three plants in the cluster in less than two months.

The Kuybyshevsky plant was also previously hit in January 2026, August 2025, and in March 2024. The earlier strikes damaged equipment and forced production cycles to stop.

Same night: Cheboksary defense plant struck

The same night, Ukrainian forces also struck the VNIIR-Progress plant in Cheboksary, Chuvashia, which was previously hit on 5 May. The factory makes "Kometa" antennas that protect Russian drones from electronic warfare. It also makes satellite receivers for GLONASS, GPS, and Galileo systems. Ukraine's General Staff said such modules are used in Shahed-type drones, Iskander and Kalibr missiles, and aerial bombs.

Meanwhile, today saw a strike on the Afipsky refinery in Krasnodar Krai. 

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Afipsky oil refinery burns again as Ukrainian drones return to Krasnodar Krai

By May 2026, Ukrainian drones had taken six of ten Russian refineries hit during that month offline. Russian media counted 24 of Russia's 33 largest refineries struck since 2022. Only the Omsk and Angarsk plants east of the Urals remain untouched so far.

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Russia’s fuel crisis jumps from 15 to 25 regions in five days—plus six occupied Ukrainian areas

russia's fuel crisis jumps 15 25 regions five days—plus six occupied ukrainian areas · post russian truck burns gas station skadovsk kherson oblast after logistic lockdown mid-range strike 11 2026

Russia's gasoline crisis has spread to 25 of its own regions and six occupied Ukrainian ones, the Russian-language Moscow Times reported on 10 June. Six days earlier, the count stood at 15. Ukrainian strikes on Russian refineries hit a wartime monthly record in May 2026, dropping Russian refining loading well below the start of the year.

This comes amid the Ukrainian long-range drone strike campaign, targeting Russian oil processing, transportation, and storage facilities almost every day. Additionally, Ukraine has escalated its mid-range "Logistic Lockdown" campaign, targeting Russian logistics in the occupied territories at depths of up to 200 km.

From 15 regions to 25 in under a week

The Russian Telegram channel 7×7 counted at least 25 Russian regions facing gasoline shortages and supply disruptions as of 10 June. Less than a week earlier, on 4 June, the number stood at 15. Restrictions also apply across six Russian-occupied Ukrainian regions: Crimea, Sevastopol, and the Luhansk, Donetsk, Kherson, and Zaporizhzhia oblasts.

Bloomberg counted 38 Ukrainian strikes on Russian refineries from January through May 2026. May alone saw 16 — the highest monthly figure of the war. According to OilX, Russian refinery loading has dropped 14% since the start of the year and stays roughly 20% below pre-war levels.

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Afipsky oil refinery burns again as Ukrainian drones return to Krasnodar Krai

Regional officials have responded unevenly. The acting governor of Belgorod Oblast, Alexander Shuvaev, acknowledged the shortage. Krasnodar Krai governor Veniamin Kondratyev called the situation "artificial hype." Residents publicly mocked the claim under his Telegram post, which was republished on a local channel. Gas stations in Krasnodar Krai have begun closing due to a shortage.

Fuel prices have spiked in occupied Crimea. On 10 June, AI-92 cost about $1.14 per liter, against $0.96 in Moscow. AI-95 traded near $1.25, up from $1.04 in the Russian capital. Resellers were offering fuel at $1.81-$2.08 per liter — about 50% above official Crimean prices.

On 8 June, Russia's Energy Ministry announced the creation of a task force to manage the fuel crisis, citing "growing enemy air attacks."

Occupied Sevastopol cancels fuel coupons after tankers fail to arrive

Sevastopol's Russian-installed governor said on 10 June that planned distribution of rationed petrol had been delayed, Reuters wrote on 11 June. Mikhail Razvozhayev claimed oil tanker trucks could not bring fuel into the city, following recent Ukrainian strikes on supply routes. Crimea, occupied by Russia in 2014, introduced fuel rationing last month due to shortages on the peninsula.

"Unfortunately, oil tanker trucks were unable to come to the city tonight," Razvozhayev wrote on Telegram. 

ukrainian drones knocking out northwestern entrance crimea bridges damaged one night · post rl9vo -ukraine-targets-four-bridges-at-crimea-s-northwestern-choke-point- struck four vehicular crimea's overnight 11 2026 quisling official vladimir saldo claimed strikes part ukraine's
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Ukrainian drones knocking out the northwestern entrance to Crimea: four bridges targeted in one night

He said priority for refueling on 11 June would go to public transport, utilities, emergency vehicles, and government vehicles.

"I am addressing everyone: there is no point in lining up at... the gas stations tomorrow," he added late on 10 June. 

Existing rationing coupons would be canceled and new ones issued today.

Razvozhayev later claimed over two dozen Ukrainian drones were downed in the early hours of Thursday in a fresh attack on Sevastopol. The city is Crimea's second-largest and home to Russia's Black Sea Fleet.

On the same day, a major drone attack hit Russia's Volga region of Samara, more than 900 km from the front line, forcing state-owned oil giant Rosneft to halt processing at its Kuibyshevsky refinery.

rosneft's kuibyshev refinery joins syzran novokuibyshevsk offline after ukrainian drone strike yesterday · post fires raging kuybyshevsky oil samara russia 10 2026 fires-rage-at-samara-kuybyshevsky-oil-refinery ukraine news reports
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All three Rosneft Samara refineries now offline or reduced as drones halt Kuibyshevsky operations yesterday

Ukrainian President Volodymyr Zelenskyy said Wednesday evening that Ukraine’s recently launched mid-range strike campaign against Russian logistics, including large-scale strikes on supply and fuel trucks, had proved its worth.

"In recent months, we are especially grateful for the mid-strikes: Russian military logistics throughout the entire depth of the temporarily occupied territory are now within reach of Ukrainian drones," he said. "Our impact reaches Russia’s border regions as well. The enemy feels it, and we will continue to expand it."

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Compromisso com o futuro marca celebração dos 50 anos dos Bombeiros do Pinhão

VTM

O vice-presidente da Câmara Municipal de Alijó, Vítor Ferreira, destacou a importância da corporação para a proteção civil do concelho, sublinhando que os Bombeiros Voluntários do Pinhão desempenham um papel essencial na garantia do socorro às populações e na proteção de pessoas e bens. O autarca considerou que a celebração dos 50 anos da corporação representa não apenas o reconhecimento de um percurso construído ao longo de meio século, mas também um compromisso com o futuro. “Cinquenta anos é sempre uma data importante, não só pelo passado que representa, mas também pela garantia do futuro e da prestação de socorro que esta corporação continuará a assegurar”, afirmou.

Para o comandante Bruno Soares, o aniversário constitui um momento de orgulho e de homenagem a todos aqueles que ajudaram a construir a história da a ssociação. “Temos de honrar quem cá esteve e quem já partiu. Foram eles que nos transmitiram esta casa e que nos ensinaram no dia a dia”, referiu, deixando também uma palavra de reconhecimento às famílias dos bombeiros. “A família é o nosso suporte. É quem nos apoia, quem com preende as ausências e os sacrifícios que esta missão exige.”

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Brazil: From the Vaccine Revolt to COVID-19 vaccination for babies

Instead of protesting and communicating with the people, the intermediate classes of Brazil have preferred to say amen to the government so as not to look bad.

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In my previous article, I pointed out a certain Brazilian social conformism that sometimes prevents us from dealing with major national problems without foreign pressure. In this one, I want to nuance this issue a bit, showing the importance of the intermediate classes between the government and the people.

Let’s start with the conformist aspect: since the advent of republican propaganda, the Brazilian people, which lived under Monarchy, had a reputation for being passive. In theory, the Republic is the government of the People, while the Monarchy is the government of the nobility. With these definitions, the simple fact that the Brazilian people are not enthusiastic about the Republic already makes them foolish. And since Brazil was the only monarchy in the Americas, surrounded by Spanish-speaking republics founded on Masonic and Enlightenment ideals of freedom, the Brazilian people were especially foolish. Until the last decade, we Brazilians looked at our Argentine neighbors, who were always banging pots and pans in front of the Casa Rosada, and lamented our passivity – as if the Argentine “critical spirit” had given them a good destiny.

In 1889, with a clumsy military revolt led by a monarchist marshal, the Republic was proclaimed in Brazil in spite of the will of the people. A great Brazilian historian, José Murilo de Carvalho (1939 – 2023), used the memory of a republican militant to give a title to his book about the first years of the Republic: Os Bestializados [The Bestialized Crowd]. The people watched the proclamation of the Republic bewildered, without understanding what was happening, thinking it was a military parade. And the common people – the vagrants, the prostitutes, the capoeira fighters – were overwhelmingly monarchist in the decades following the implementation of the Republic. The Abolition of slavery made the deposed Emperor loved above all by the poor blacks of Brazil.

According to what was stated in books and pamphlets, the Republic was supposed to be the apotheosis of the People, but the people didn’t care at all. It then became usual for the journalistic class to complain about the passivity of the Brazilian people. There was a major event that made the Brazilian people show their worth – and the illiterate protesters interviewed by journalists expressed themselves in these terms. This event was the Vaccine Revolt, which took place in Rio de Janeiro in 1904.

As José Murilo de Carvalho explains, this revolt has social causes that are different from the vaccine itself, or its side effects. There is an institution that is said to be specifically Brazilian: that of the law that sticks or doesn’t stick. The government can pass a law and the law “doesn’t stick.” In the case of the slave trade, which we saw in the previous article text, the government can even pass a law with the purpose of not applying it – the law “so that the Englishman can see.” In the case of the law that doesn’t stick, there is a resistance to the government that is diffuse, tacit, and anonymous. No one openly confronts the authority, nor does anyone take responsibility. The law simply “didn’t stick,” as if it were a given of nature, a plant that could have sprouted but didn’t. Everyone says “okay” to the State, but nobody obeys. Or they only obey a bit, for five minutes, “so that the Englishman can see.” And the ruler does nothing, because he doesn’t want to become unpopular.

This explains a lot about Brazilian public life to this day: Brazilians are used to seeing the government pass crazy laws, but they don’t worry until they see that the law sticks. An example of Brazilian disregard for the law is that, from 1894 to 2025, the inhabitants of the municipality of Rio Claro, São Paulo, were illegally buying and selling watermelons. In 1894, sanitary physicians were certain that watermelon transmitted yellow fever and, in Rio Claro, they managed to pass a law prohibiting the sale of watermelon. The law was so rejected by the public that people forgot about it, and only in 2025 did a city councilor take the initiative to repeal it.

In the case of the Vaccine Revolt, the government insisted on radically imposing a law that didn’t stick at all. As José Murilo de Carvalho recounts in Os Bestializados, the Jenner vaccine, against smallpox, had been administered in Brazil since 1801. In 1831, the Empire of Brazil made it mandatory for children in its capital, Rio de Janeiro. In 1884, the vaccine became mandatory for everyone throughout the Empire; at the end of 1889, shortly after the proclamation of the Republic, the government made it mandatory for all children, and in 1903 a series of decrees expanded the vaccination requirement to a number of categories. In 1904, the sanitary physician Oswaldo Cruz drafted a bill, leaked to the press, which decreed what we called a vaccination passport during the pandemic. Even to stay in hotels or to work as a domestic employee, it would be necessary to present proof of vaccination.

There were other important social components. The people were already bothered by the intrusion of the government’s sanitary physicians. Since 1903, they had been organizing brigades to inspect the hygiene and sanitation of the homes of the poor. During the inspection, the resident was forced to wait outside and then received orders to put tiles in the kitchen, or other things. This was offensive to the people.

As the Republic was incipient and poorly organized, the positivists, who had many members in the Army, wanted to stage another coup d’état. Thus, through public speeches and newspapers, they fueled this discontent. The inviolability of the home was very important and popular. In this vein, a politician even gave a speech saying that only a Messalina would bare her arms to the health agent, never the wives and daughters of respectable people. (Brazilians are not special connoiseurs of Roman history; Messalina’s name just became a slur.) According to José Murilo de Carvalho, the opinion of the positivist newspapers even reached the old black ladies, who couldn’t read but said that it was in the newspaper that the vaccine was a naughtiness. During the revolt, the vaccination rate plummeted: the smallpox vaccine was known by the public for long, but, with its politicization and effective imposition, it began to be rejected by those who formerly took it. In the end, the popular rebels were victorious, as Oswaldo Cruz did not insist on the bill.

We can assume, then, that the greatest Brazilian popular revolt was due to a rare conjunction between popular sentiment and the instigation of powerful middle-class leaders against a government action. If the positivists had not made the issue a battle cry, it is quite possible that Oswaldo Cruz’s vaccination impetus would have had the same fate as the anti-watermelon fury in Rio Claro. Between public power and the Brazilian people, there is a dynamic reminiscent of that of the King in The Little Prince, who only gave reasonable orders: he ordered the sun to rise early in the morning and the sun to set in the evening. In the case of an unreasonable order, we have a law that does not stick.

Balance

The problem with this dynamic is that the people, in the face of the government, are always in a reactive position, never demanding anything. Public infrastructure is not delivered, public employees who don’t show up, drug trafficking dominating the cities: everything stays the same.

On the other hand, the Argentine example shows that rebelling is no guarantee of anything. To ascertain whether Brazilians are especially peaceful, José Murilo de Carvalho compared the numbers of dead and wounded in the French popular revolts to those of the Vaccine Revolt and concluded that the latter is small potatoes compared to the French ones. Now, the French still break things for more random reasons. If Brazil wins the World Cup, Brazilians celebrate. If France wins the World Cup, the French set fire to cars. Certainly, peoples have different collective psychologies, and the Brazilian people are of a much more peaceful nature than the French and Argentine people. We even tend towards conformism, except when it is within our reach to offer passive resistance.

Comparison with the Russians

A Brazilian might pick up a Soviet humor book and identify with jokes against the government, such as “they pretend to pay us, we pretend to work.” There’s so much in common in spirit that this same joke appears in the mouth of the soccer player Vampeta: “they pretend to pay me, I pretend to play.” Contrary to what the translators of the jokes intend, this doesn’t mean that Brazil lives under a regime similar to the Soviet one, but that Brazilians have a disposition similar to that of Russians when dealing with the state. After all, Russians made jokes against the Tsar before making jokes against the Soviets; they are just less well-known because there wasn’t a global anti-Tsarist propaganda, but rather an anti-communist propaganda willing to publish Soviet jokes in various languages. The anecdotes show that, instead of breaking everything like the French or banging pots and pans in the Kremlin like the Argentinians, Russians drag their feet and tell jokes, like Brazilians. I just don’t know if they have “laws that don’t stick.”

The Communist Revolution itself suggests a greater similarity between Russia and Brazil than between Russia and France. If Brazilian republicans were frustrated with the Proclamation because they had a romantic and Frenchified idea of ​​the people, Lenin, in Russia, did not nurture such expectations: he created the theory of revolution carried out by a vanguard. In Italy, Mussolini created a right-wing Leninism and also had spectacular success. It would be easier to conclude that the idealization of the people is a particularity of peoples prone to romanticism (French and Germans) and should not be universalized.

The problem in Brazil is not that the people don’t break everything nor bang pots and pans. The problem in present-day Brazil is, firstly, the poor quality of its elites, and secondly, the omission of the intermediate classes. Let’s take a concrete case: mandatory Covid vaccination for children (and babies) from 6 months of age. This is a unique case in the whole world, and can only be explained by the absolute imbecility of the Brazilian political elites. Did this law stick? No. Most parents don’t want to give this vaccine to their kids; schools, even public ones, generally don’t require it; public health centers, due to lack of demand, don’t order more vaccines, so the crazy parent who wants to give this thing to his child can’t even get it – and the TV, aligned with the government, denounces it.

Instead of protesting and communicating with the people, the intermediate classes of Brazil have preferred to say amen to the government so as not to look bad (even if they don’t get the vaccine, nor give it to their children). That’s where the biggest problem lies.

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A Prada desenhou a roupa interior que vai manter os astronautas frescos na Lua

A marca de luxo italiana Prada ajudou a desenhar a camada de arrefecimento que os astronautas da NASA vão usar na Lua. A nova peça interior foi concebida para manter os astronautas frescos, ventilados e com liberdade de movimentos. O facto de a peça ter bom aspeto é apenas um bónus. A peça mais importante do próximo fato lunar talvez não se pareça com uma armadura futurista, mas antes com roupa interior de corpo inteiro — desenhada, curiosamente, com a ajuda da Prada. A marca italiana juntou-se à Axiom Space, a empresa escolhida pela NASA para desenvolver o fato espacial

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https://www.youtube.com/watch?v=k3fQvVgWwjw A marca de luxo italiana Prada ajudou a desenhar a camada de arrefecimento que os astronautas da NASA vão usar na Lua. A nova peça interior foi concebida para manter os astronautas frescos, ventilados e com liberdade de movimentos. O facto de a peça ter bo
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Todas las selecciones del Mundial 2026 en Estados Unidos, Canadá y México

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El Mundial de fútbol de EE UU, Canadá y México comienza este 11 de junio con una participación récord de equipos en competición. Consulte en este interactivo la información clave de todas las selecciones y el pronóstico de los expertos de EL PAÍS sobre su desempeño en la fase de grupos.

Redacción:

Daniel Arribas, J. M. Benítez, Lorenzo Calonge, Diego Fonseca Rodríguez, Borja Hermoso, Juan I. Irigoyen, Ladislao J. Moñino, Xavi Sancho y Diego Torres.

Formato:

Guiomar del Ser

Diseño:

Ignacio Povedano

Desarrollo:

Fernando Anido

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Goiás lidera construção civil no Centro-Oeste e entra no Top 10 nacional

Goiás alcançou R$ 15,9 bilhões em valor de incorporações, obras e serviços da construção civil em 2024, conforme dados da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic). O desempenho colocou o estado na liderança do Centro-Oeste e na nona posição entre as unidades federativas brasileiras.

O resultado goiano ficou acima dos demais estados do Centro-Oeste. O Distrito Federal registrou R$ 10,2 bilhões no período, enquanto Mato Grosso alcançou R$ 9,7 bilhões e Mato Grosso do Sul somou R$ 6,5 bilhões. A diferença reforçou o protagonismo de Goiás no mercado regional da construção.

O levantamento apontou a existência de 2.741 empresas da construção civil em atividade no estado, ao considerar companhias com cinco ou mais trabalhadores. O número garantiu a primeira colocação regional e colocou Goiás entre os principais polos do segmento no país.

A construção civil manteve forte impacto no mercado de trabalho goiano. Ao fim de 2024, o estado contabilizou 68.982 pessoas ocupadas no setor, maior contingente entre os estados do Centro-Oeste, o que evidenciou a relevância da atividade para a economia local.

As empresas da construção civil destinaram R$ 2,72 bilhões ao pagamento de salários, retiradas e outras remunerações ao longo de 2024. O montante representou a maior massa salarial do segmento na região e fortaleceu a circulação de recursos na economia estadual.

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Fogo em Odemira foi dado como dominado ao final da noite de quarta-feira

O incêndio que deflagrou esta quarta-feira, dia 10 de Junho, numa zona de mato do concelho de Odemira foi dado como dominado ao final da noite, de acordo com o site da Proteção Civil.

O fogo que lavrou mais de 11 horas na freguesia de São Luís está em fase de resolução desde as 23h45, depois de uma segunda frente, que estava em direção a sul, também ter sido debelada.

Durante a tarde, os bombeiros tiveram de defender das chamas, que lavravam desde as 11h49, um monte onde residem dois homens.

«Não ofereceu qualquer perigo, nem para os habitantes nem para os animais», porque, graças à intervenção dos bombeiros, «o incêndio contornou o monte», adiantou à Lusa o comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral, Tiago Bugio.

Cerca das 00h30, continuavam no terreno 138 operacionais, com o apoio de 54 meios terrestres.

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Fogo continua a lavrar em Odemira com uma frente ativa

O incêndio numa zona de mato que deflagrou esta quarta-feira no concelho de Odemira continuava, às 20h00, a lavrar com uma frente ativa, mobilizando 143 operacionais e quatro meios aéreos, revelou a Proteção Civil.

Em declarações à agência Lusa, o comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral, Tiago Bugio, indicou que «uma das duas frentes foi debelada», estando a outra, em direção a sul e junto a uma linha de água, a oferecer mais resistência ao combate.

Durante esta tarde, referiu o responsável, os bombeiros tiveram que defender das chamas um monte onde residem dois homens.

«Não ofereceu qualquer perigo, nem para os habitantes nem para os animais», porque, graças à intervenção dos bombeiros, «o incêndio contornou o monte», adiantou.

Tiago Bugio previu que o incêndio seja controlado nas próximas horas, antevendo «muito trabalho» durante a noite.

«O objetivo é evitar que esta frente em direção a sul progrida, seguidamente é consolidar todo o perímetro com máquina de rasto e também fazer um rescaldo de forma a evitar reativações», acrescentou.

O fogo, para o qual foi dado alerta às 11h49, consome uma área de mato na freguesia de São Luís.

Às 20h00, as chamas eram combatidas por 143 operacionais, apoiados por 52 veículos, dois aviões e dois helicópteros.

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