Reading view

Trump accusato di essersi addormentato durante le Nba Finals: le immagini del Madison Square Garden scatenano la polemica

Donald Trump l’ha fatto ancora. O almeno così sostengono i suoi critici, che da anni gli rimproverano una certa tendenza ad “addormentarsi sul posto di lavoro“. Questa volta l’ufficio non era lo Studio Ovale, ma il palco privato del Madison Square Garden, da cui il presidente americano ha assistito a Gara 3 delle Nba Finals tra i New York Knicks – la squadra per cui tifa da sempre in quanto nato a New York – e i San Antonio Spurs. Dopo aver incassato i fischi di parte del pubblico quando è apparso sui maxischermi durante l’inno nazionale, sui social sono diventati virali alcuni video che lo mostrerebbero apparentemente assopito accanto a James Dolan, proprietario dei Knicks.
La polemica è tutt’altro che nuova. Sui social circola da tempo l’hashtag “Commander-in-Sleep“, soprannome ironico coniato dagli ambienti democratici per prendere di mira il presidente. Le reazioni non si sono fatte attendere: il gruppo anti-Trump Lincoln Project ha definito la serata “il pisolino finanziato dai contribuenti più costoso della storia”, mentre la deputata democratica Alexandria Ocasio-Cortez ha commentato con un lapidario “datti una svegliata”. Altri utenti hanno ironizzato sul fatto che Trump, dopo aver invitato gli americani a “guardare la partita in tv” se non potevano permettersi i costosi biglietti delle Finals, sia sembrato addormentarsi proprio durante l’incontro. Molti i commenti infuriati dei tifosi Knicks, che hanno dovuto spostare il loro storico ‘watch party’ dall’esterno del Garden a Bryant Park per motivi di sicurezza, mentre sugli schermi veniva inquadrato il presidente apparentemente assopito durante la partita tirata fino all’ultimo possesso, poi vinta dagli Spurs.
Non è la prima volta che Trump viene accusato di appisolarsi in pubblico. Già durante il processo penale di New York del 2024 diversi cronisti lo descrissero con gli occhi chiusi e la testa reclinata per lunghi tratti. Scene simili sono state osservate più volte anche nel corso del suo secondo mandato, durante riunioni di governo, briefing nello Studio Ovale e incontri internazionali. Trump e la Casa Bianca hanno sempre respinto le accuse: il presidente ha sostenuto di limitarsi a “chiudere i suoi bellissimi occhi azzurri” per ascoltare meglio e “assorbire tutto”, mentre i collaboratori hanno descritto le immagini come semplici “lunghi battiti di ciglia” o parlato di stanchezza dovuta ai ritmi di lavoro particolarmente intensi del tycoon.

L'articolo Trump accusato di essersi addormentato durante le Nba Finals: le immagini del Madison Square Garden scatenano la polemica proviene da Il Fatto Quotidiano.

  •  

Irã diz que EUA podem ser “pegos em fogo cruzado” caso não deixem Ormuz

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, instou as forças estrangeiras a deixarem o Estreito de Ormuz ou correrem o risco de serem “pegos em constante perigo”, após o presidente dos EUA, Donald Trump, acusar Teerã de abater um helicóptero Apache do Exército na costa de Omã.

“As forças estrangeiras próximas ao nosso território correm risco constante devido a erros humanos, acidentes ou por potencialmente serem pegas em fogo cruzado”, disse Araghchi nesta terça-feira (9), em uma publicação na rede social X.

“Para reduzir o risco, a melhor solução é que as forças estrangeiras deixem, o mais rápido possível, um ambiente que nunca será hospitaleiro a uma presença hostil”, acrescentou.

O ministro das Relações Exteriores iraniano acrescentou que, embora Teerã prefira “a linguagem da diplomacia… como nossos bravos guerreiros demonstraram ao mundo, também sabemos falar outras línguas”, ecoando uma declaração semelhante feita anteriormente pelo principal negociador do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf.

O ministro das Relações Exteriores afirmou que o Estreito de Ormuz não é considerado águas internacionais, mas sim compartilhado pelo Irã e Omã. Ele prometeu que as forças armadas iranianas estão em constante alerta para “qualquer violação do espaço aéreo, território ou águas territoriais do Irã”.

Embora o estreito esteja localizado dentro das águas territoriais do Irã e de Omã, ele é considerado um estreito internacional pela CNUDM (Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar), o que significa que embarcações estrangeiras, incluindo navios de guerra, têm o direito de “trânsito” irrestrito por ele.

Nem o Irã nem os Estados Unidos ratificaram a CNUDM, e Teerã rejeita a disposição que permite o trânsito.

Acusação de Trump

Mais cedo, Trump afirmou que foi informado pelo Exército Americano que o Irã abateu um helicóptero Apache dos EUA que caiu na costa de Omã.

Ele pontuou que as Forças Armadas dos EUA “devem, necessariamente, responder a este ataque”.

“Acabei de ser informado por nossas Forças Armadas que, na noite passada, os iranianos abateram um de nossos sofisticados helicópteros Apache enquanto patrulhava o Estreito de Ormuz. Havia dois pilotos envolvidos, ambos estão seguros e ilesos”, publicou o presidente na Truth Social.

“Mesmo assim, os Estados Unidos devem, necessariamente, responder a este ataque”, disse ele.

Um drone marítimo americano resgatou os dois tripulantes do helicóptero. O caso marcou a primeira perda de um Apache desde o início do conflito com o Irã.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

  •  

Drone iraniano derrubou helicóptero do Exército dos EUA, dizem fontes

Duas autoridades dos Estados Unidos disseram que o helicóptero do Exército abatido na costa de Omã foi derrubado por um drone iraniano.

Outra fonte familiarizada com o incidente disse que um drone Shahed iraniano atingiu o helicóptero dos EUA. Uma das autoridades dos EUA disse que não estava claro se o drone tinha como alvo o helicóptero Apache intencionalmente.

Os dois tripulantes do helicóptero foram resgatados por um drone não tripulado, disseram os militares dos EUA nesta terça-feira (9).

O presidente Donald Trump publicou nas redes sociais que os militares dos EUA o informaram que o Irã abateu um helicóptero Apache do Exército e que os EUA “devem” responder.

“Acabei de ser informado por nossas Forças Armadas que, na noite passada, os iranianos abateram um de nossos sofisticados helicópteros Apache enquanto patrulhava o Estreito de Ormuz. Havia dois pilotos envolvidos, ambos estão seguros e ilesos”, publicou o presidente na Truth Social.

“Mesmo assim, os Estados Unidos devem, necessariamente, responder a este ataque”, disse ele.

Os drones Shahed unidirecionais do Irã são conhecidos por voar baixo e devagar – uma característica que os torna mais capazes de escapar das defesas aéreas do que os mísseis balísticos.

Entenda como tensão em Ormuz afeta cessar-fogo entre EUA e Irã

  •  

El Congreso aprueba 70.000 millones de dólares para financiar la agenda migratoria de Trump hasta el fin de su mandato

La Cámara de Representantes de Estados Unidos ha aprobado este martes la inyección de 70.000 millones de dólares más para la ofensiva antiinmigración de la Administración de Donald Trump. Con 214 votos a favor y 212 votos en contra, los congresistas validaron el proyecto de ley de Reconciliación, que el presidente ha promovido para financiar su promesa electoral de llevar a cabo la mayor deportación de la historia. La norma impulsa las operaciones del Servicio de Inmigración y Control de Aduanas (ICE, por las siglas en inglés) y la Oficina de Aduanas y Protección Fronteriza (CBP) sin concesiones a los demócratas, que exigían reformas en las agencias migratorias y quienes votaron en contra en bloque.

Seguir leyendo

© Jonathan Ernst (REUTERS)

Agentes del ICE patrullan en el Aeropuerto Nacional Reagan de Washington, el 24 de marzo de 2026.
  •  

Trump está a perder autoridade como presidente dos EUA?

Luís Tomé considera que recentes declarações de Donald Trump sobre Netanyahu são uma tentativa do presidente contrariar narrativa que Israel controla EUA. E analisa também nova pressão da UE à Rússia.

  •  

Trump está a perder autoridade como presidente dos EUA?

Luís Tomé considera que recentes declarações de Donald Trump sobre Netanyahu são uma tentativa do presidente contrariar narrativa que Israel controla EUA. E analisa também nova pressão da UE à Rússia.

  •  

Trump launches strikes against Iran after downing of US army helicopter

US president blames Tehran for loss of Apache gunship, whose crew were rescued by a drone near strait of Hormuz

The US has launched strikes against Iran after Donald Trump blamed Tehran for downing a US army helicopter near the strait of Hormuz, imperilling a shaky ceasefire that was announced by the two countries in April.

The attacks triggered a wave of retaliatory strikes from Iran on Wednesday morning, with Tehran saying it had targeted Kuwait, Bahrain and Jordan.

Continue reading...

© Photograph: US Central Command

© Photograph: US Central Command

© Photograph: US Central Command

  •  

Trump amenaza con represalias a Irán tras derribar un helicóptero de EEUU

Donald Trump, presidente de EEUU, en una comparecencia en el Despacho Oval.

La tregua entre Estados Unidos e Irán podría estar a punto de saltar por los aires. El presidente de Estados Unidos, Donald Trump, ha dicho este martes que habrá represalias contra Irán por haber derribado un helicóptero estadounidense en el estrecho de Ormuz. El ataque no dejó víctimas. Tuvo lugar 100 días después del inicio de las hostilidades. Desde el 7 de abril está en vigor una tregua cada vez más frágil.

"Acabo de ser informado por nuestras Fuerzas Armadas de que los iraníes derribaron uno de nuestros helicópteros Apache de alta tecnología mientras patrullaba el estrecho de Ormuz", ha escritoTrump en su red Truth Social. "Dos pilotos estuvieron involucrados, ambos sanos y salvos. No obstante, Estados Unidos debe, necesariamente, responder a este ataque", ha añadido.

El helicóptero estadounidense cayó cerca de la costa de Omán, donde los dos soldados a bordo sobrevivieron, según informó este martes el Comando Central de las Fuerzas Armadas de Estados Unidos (Centcom). Fuerzas estadounidenses rescataron a los dos tripulantes del helicóptero AH-64 Apache, según informa la agencia Efe.

En el golfo de Omán, el Ejército estadounidense disparó a un buque petrolero por violar el bloqueo que Washington impone desde el 13 de abril contra embarcaciones que salen y llegan a puertos iraníes.

Discrepancias con Netanyahu

Estos hechos ocurren en medio de los nuevos enfrentamientos en la región, donde Irán e Israel han intercambiado ataques en los últimos días. Trump exigió el lunes a las dos partes que pararan. Las discrepancias con su aliado, el primer ministro israelí, Benjamin Netanyahu, son cada vez más intensas. Netanyahu quiere seguir atacando el Líbano hasta reducir a su mínima expresión a Hizbulá. Pero la campaña militar contra Irán y sus aliados se ha revertido contra Israel y EEUU.

El presidente estadounidense aseguró que podría alcanzar un acuerdo con Irán en "dos o tres días", el enésimo plazo que plantea tras varias semanas de negociación con la República Islámica. Sin embargo, en cualquier momento puede decidir más ataques. Irán no se quedará de brazos cruzados y la escalada salpicará a toda la región.

  •  

Hard-right groups have expanded their influence across US government, report finds

Southern Poverty Law Center releases report as US government pursues federal fraud charges against group

A new report from the Southern Poverty Law Center (SPLC) finds hard-right groups have increasingly expanded their influence across the US government, which is pursuing a federal fraud case into the civil rights organization.

Tuesday’s report – which identified 1,263 hate and anti-government groups in operation throughout 2025 – comes less than two months after it was indicted by the government it says the hard right has infiltrated.

Continue reading...

© Photograph: Bonnie Cash/UPI/Shutterstock

© Photograph: Bonnie Cash/UPI/Shutterstock

© Photograph: Bonnie Cash/UPI/Shutterstock

  •  

The Trump Administration moves forward with revoking the citizenship of 17 naturalized immigrants

Seventeen naturalized U.S. citizens could lose their citizenship after the Department of Justice announced new actions on Monday to revoke that status. The move is part of the denaturalization campaign pursued by President Donald Trump’s administration against people whom the Republican government says obtained citizenship through fraud or deception during the naturalization process.

Seguir leyendo

© Robert Nickelsberg (Getty Images)

Applicants for U.S. citizenship receive their naturalization certificates in New York on June 4, 2025.
  •  

Magical thinking, extraterrestrials and the Devil himself: why spirituality is back

No more gods, no more fairies, no more magic. The dawn of the Enlightenment implied the displacement of religious ideas, superstitions and all supernatural belief. Reason-led scientific knowledge would guide civilization towards progress. Max Weber called this process the “disenchantment of the world,” as its steam engine flattened prophets and goblins alike.

Seguir leyendo

Concert during the ‘LLAMADOS’ evangelical gathering in Madrid’s Movistar Arena on January 12, 2026.A Christian meditation seminary with the priest Pablo D’Ors on November 16, 2025.

© Parveen Kumar (Hindustan Times / via Getty Images)

A class at the 12th International Day of Yoga on June 1 in Gurugram, India.
  •  

House Republicans approve $70bn bill for Trump’s immigration crackdown

Secure America Act passes largely along party lines in 214-212 vote, ending months-long standoff with Democrats

House Republicans on Tuesday approved a $70bn bill funding through the duration of his term the agencies leading Donald Trump’s crackdown on undocumented immigrants, ending a months-long standoff with Democrats that at one point forced the Department of Homeland Security (DHS) to shutter.

The Secure America Act passed in a 214-212 vote that was largely along party lines, with Kevin Kiley, an independent who aligns with the Republicans, joining all Democrats in voting no. The Senate approved the measure last week, which allocates $38bn to Immigration and Customs Enforcement (ICE), $26bn to Customs and Border Protection (CBP) and $5bn more to the Department of Homeland Security (DHS) through September 2029. The legislation now awaits Trump’s signature.

Continue reading...

© Photograph: Evelyn Hockstein/Reuters

© Photograph: Evelyn Hockstein/Reuters

© Photograph: Evelyn Hockstein/Reuters

  •  

Trump meets Johnson as outcry over Bill Pulte threatens Fisa renewal

President backs Pulte for acting DNI chief despite backlash that puts reauthorization of key surveillance law at risk

Donald Trump met with the House speaker, Mike Johnson, at the White House on Tuesday as pressure mounts on the president to nominate a permanent director of national intelligence, the step some Republicans now believe is the only way to save a controversial and powerful surveillance law before it expires by the end of the week.

At stake is section 702 of the Foreign Intelligence Surveillance Act, a post-9/11 authority that allows US intelligence agencies to collect the communications of foreign targets overseas without a court warrant. While the program is intended to target non-Americans abroad, it can also sweep up communications involving Americans. This powerful and contentious spy tool is set to expire at midnight on Thursday.

Continue reading...

© Photograph: Julia Demaree Nikhinson/AP

© Photograph: Julia Demaree Nikhinson/AP

© Photograph: Julia Demaree Nikhinson/AP

  •  

"EUA são os únicos capazes de controlar Israel"

Jorge Rodrigues afirma que Trump marcou uma posição para não ser arrastado pela estratégia de Netanyahu e conseguiu travar o caos. O coordenador de risco geopolítico antevê uma escalada russa.

  •  

Vetada la entrada del mejor árbitro de África: la presión migratoria de la administración Trump marca el inicio del Mundial

Árbitros retenidos, delegaciones acosadas y aficionados sin entradas: la política del Gobierno de Estados Unidos se convierte en un obstáculo para la competición Leer

Árbitros retenidos, delegaciones acosadas y aficionados sin entradas: la política del Gobierno de Estados Unidos se convierte en un obstáculo para la competición
  •  

Reivindicar el periodismo

El reciente episodio en el que Donald Trump interrumpió una entrevista tras ser cuestionado por la periodista pone en evidencia un problema cada vez más preocupante: la descalificación sistemática del periodismo cuando cumple su función esencial. Preguntar, contrastar y exigir pruebas no es una provocación sino el núcleo del trabajo periodístico en toda democracia. Cuando un dirigente opta por acusar a la prensa de parcialidad en lugar de responder, no solo evita la rendición de cuentas; también socava la confianza en uno de los pilares fundamentales de la vida pública. Una sociedad sin prensa libre no es más fuerte sino más vulnerable frente a la desinformación y el abuso de poder.

Seguir leyendo

© MEET THE PRESS

Donald Trump y Kristen Welker durante la entrevista en el programa 'Meet the Press'.
  •  
❌