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14h. Livre pede esclarecimentos sobre contratação da Lusa

9 June 2026 at 14:12
Agência contratou por ajuste direto empresa com ligações ao gabinete de Leitão Amaro, que tutela a comunicação social. Ainda, Zelensky diz que guerra com a Rússia parece estar a virar a favor de Kiev.

Reivindicar el periodismo

9 June 2026 at 04:30

El reciente episodio en el que Donald Trump interrumpió una entrevista tras ser cuestionado por la periodista pone en evidencia un problema cada vez más preocupante: la descalificación sistemática del periodismo cuando cumple su función esencial. Preguntar, contrastar y exigir pruebas no es una provocación sino el núcleo del trabajo periodístico en toda democracia. Cuando un dirigente opta por acusar a la prensa de parcialidad en lugar de responder, no solo evita la rendición de cuentas; también socava la confianza en uno de los pilares fundamentales de la vida pública. Una sociedad sin prensa libre no es más fuerte sino más vulnerable frente a la desinformación y el abuso de poder.

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© MEET THE PRESS

Donald Trump y Kristen Welker durante la entrevista en el programa 'Meet the Press'.

¿Cuántas veces Trump dijo que un acuerdo con Irán estaba a la vuelta de la esquina?: 'CNN'

9 June 2026 at 15:10
En 'Revista de Prensa' revisamos titulares sobre la guerra en Medio Oriente. La cadena de noticias 'CNN' se pregunta cuántas veces Donald Trump aseguró estar cerca de un acuerdo con Irán. Entretanto, el portal 'Axios' y el medio libanes 'L'Oriente- Le Jour' analizan las diferencias del primer ministro israelí,Benjamin Netanyahu, con Estados Unidos y de Hezbolá con el Gobierno libanés.

14h. Livre pede esclarecimentos sobre contratação da Lusa

9 June 2026 at 14:12
Agência contratou por ajuste direto empresa com ligações ao gabinete de Leitão Amaro, que tutela a comunicação social. Ainda, Zelensky diz que guerra com a Rússia parece estar a virar a favor de Kiev.

Saldo negativo do INEM disparou para 7,6 milhões de euros

9 June 2026 at 06:35
Público: relatório de gestão e de atividade do INEM mostra que défice subiu de 340 mil euros em 2024 para 7,6 milhões em 2025. JN: Mais de um milhão de portugueses estiveram de baixa no ano passado.

“Hoy las amantes de Ábalos serían portada de ‘Interviú”: auge y caída de la revista más polémica de España

9 June 2026 at 04:30

Solo habían transcurrido seis meses de la muerte de Franco cuando llegó a los kioscos el primer Interviú, con una modelo enfundada en un vestido empapado, del que traslucían sus pezones. Era el 22 de mayo de 1976, menos de tres semanas después del lanzamiento de EL PAÍS. La revista ofrecía un cóctel, hasta entonces, inaudito en la prensa española: desnudos explícitos a modo de reclamo, con investigaciones e informaciones políticas sensibles en el interior. “Todavía no había Constitución, ni una libertad de expresión bien definida. Hubo secuestros de la revista, el primero en Navidad de ese año, con una portada donde aparecía una chica vestida en plan Marilyn con Papá Noel y el titular El dinero de los Franco”, recuerda Alberto Gayo, periodista de Interviú entre 1998 y 2018, el año de cierre.

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© Imagen cedida por la editorial La Felguera. (EL PAÍS)

Las míticas (y polémicas) portadas y titulares de una publicación que entre 1976 y 2018 fue un referente en los
kioscos españoles.

Los quioscos caen a la mitad en Madrid en diez años y la venta de café de especialidad, vinilos o bisutería potencia su resurrección

9 June 2026 at 04:30
El quiosco Épico, en Madrid.

Vecinos, turistas y demás transeúntes todavía los miran con algo de extrañeza. Apostados en glorietas y en las aceras más anchas de la capital, algunos de los habituales quioscos de prensa lucen una nueva cara. Vinilos, revistas especializadas, ilustraciones, brownies y cookies, café de especialidad y hasta bisutería, que se conjugan con los principales periódicos y revistas impresas, son los productos que potencian la reconversión de un negocio venido a menos en los últimos años. “Para que sea rentable esto hay que echarle muchas horas y trabajar con mucha mercancía”, adelanta el quiosquero Fausto Palmieri. Según los datos de los quioscos que integran la Asociación de Vendedores Profesionales de Prensa de Madrid (AVPPM), en enero de 2016 la capital contaba con 497 puntos de venta. En enero de este 2026, la cifra había descendido a 262. La diferencia es de 235.

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Fausto Palmieri, en el Quiosco Morrison en Madrid.El quiosco Épico, en Madrid.El quiosco Pídeme un deseo, en Madrid.El quiosco Extra, en Madrid.Andrei Hillebrand, en el quiosco Extra.

Abre Prensa Latina canal oficial en WhatsApp

8 June 2026 at 17:56

La Habana, 8 jun (Prensa Latina) Prensa Latina abre HOY su canal oficial con el mismo nombre en la plataforma de mensajería WhatsApp, un espacio para ampliar la distribución de noticias desde su sede central en esta capital.

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"Cómo Hezbolá se reconstruyó para una guerra de desgaste con Israel": 'Middle East Eye'

8 June 2026 at 15:55
En Revista de Prensa repasamos el análisis del portal 'Middle East Eye' sobre cómo Hezbolá se reconstruyó para una guerra de desgaste con Israel. Su estructura de mando y comunicación, así como su doctrina de combate, se modificaron después del conflicto entre 2023 y 2024 y ahora prioriza infligir un desgaste contra el Estado de mayoría judía. Sin embargo, el medio asegura que el mayor desafío para el grupo armado y partido político está en la fragilidad interior del Líbano.

Em Junho, chega o Verão, pode ver-se os objetos de céu profundo e uma micro Lua cheia

O primeiro evento astronómico significativo deste mês de Junho tem lugar no dia 8, altura em que a Lua atinge a sua fase de quarto minguante junto à constelação do Aquário.

Na noite de dia 9, os planetas Vénus e Júpiter apresentar-se-ão a pouco mais de um grau e meio (três vezes o diâmetro da Lua) um do outro. Vénus será o mais brilhante destes dois planetas, situando-se entre Júpiter e Pólux, uma estrela situada numa das cabeças da constelação do Gémeos, até junto do planeta Júpiter. Vénus continuará a sua deslocação para leste ao longo do mês, chegando aos limites da constelação do Caranguejo no dia 12.

Ao final da madrugada de dia 10, a Lua irá nascer junto ao planeta Saturno e, dois dias depois, junto ao planeta Marte.

O planeta Mercúrio atingirá a sua maior elongação (afastamento relativamente à posição do Sol) no dia 15, coincidindo com a Lua Nova.

A presença da Lua na direção do Sol dar-nos-á a oportunidade de observarmos melhor a Via Láctea e alguns objetos do céu profundo, como a Nebulosa da Lagoa (ou Messier 8), uma nebulosa interestelar situada na constelação do Sagitário, ou os aglomerados estelares Messier 10 e o da Borboleta (Messier 6) situados, respetivamente, na constelação do Ofiúco e do Escorpião.

Como o nome “objetos de céu profundo” sugere, a observação destes astros requer a ausência de fontes de poluição luminosa, tais como as luzes das cidades.

Ao final do dia 16, a Lua passará ao lado de Mercúrio e, na madrugada seguinte, junto ao planeta Júpiter. De notar que a distância entre estes dois planetas irá diminuindo aos poucos, até chegarmos ao dia 25, altura em que distarão em cerca de quatro graus, i.e., pouco menos do que três dedos vistos com o braço estendido.

Por sua vez, ao final de dia 17, a Lua passará tão perto da direção do planeta Vénus que será possível ver este planeta a ser ocultado pela lua ao longo de uma faixa que vai do Canadá até ao nordeste brasileiro, passando pelo norte do México, e incluindo países como a Venezuela ou Cuba

Na noite de dia 18, não só iremos observar o alinhamento dos planetas Mercúrio, Júpiter e Vénus, mais a estrela Régulo, como também o crescente da Lua.

De todas as efemérides deste mês, a mais importante irá ocorrer as 9h25 da manhã de dia 21. Neste dia, a Terra atingirá o ponto da sua órbita no qual o hemisfério norte se encontra mais inclinado na direção do Sol: é o que neste hemisfério é conhecido por solstício de Verão por marcar o início desta estação.

Ao final deste mesmo dia 21, a Lua atinge a sua fase de quarto minguante, enquanto que a Lua Cheia chegará ao início da última madrugada do mês. No entanto, por esta última fase lunar ocorrer pouco depois da Lua ter atingido o seu apogeu (ponto da órbita mais alto), ela apresentar-se-á ligeiramente mais pequena do que é habitual: é o que se chama de micro Lua cheia.

Boas observações!

Sul Informação

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Ataque aéreo deixou jornalista presa. Morreu à espera de autorização para o seu resgate

8 June 2026 at 08:30
Um ataque israelita que teria como alvo dois operacionais do Hezbollah deixou Amal Khalil presa nos escombros de um edifício. Khalil conseguiu ainda telefonar à irmã. Foi a sua última chamada. Morreu enquanto as equipas de socorro aguardavam autorização para chegar ao local. Uma reconstituição do The Washington Post sobre as últimas horas da jornalista libanesa Amal Khalil concluiu que as equipas de socorro foram impedidas de chegar à repórter durante um período decisivo em que ainda estava viva, após uma sequência de ataques aéreos israelitas no sul do Líbano. Khalil, de 42 anos, morreu a 22 de Abril, na

Afetados pelo mau tempo não terão apo­ios até ao fim do mês.

8 June 2026 at 06:37
JN: Marinha Grande e Leiria admitem falhar prazo devido ao volume de processos e dificuldades operacionais. Económico: Lucros das companhias aéreas caem para metade. Número de passageiros sobe.

Ventos estranhos fornecem as pistas mais convincentes obtidas até à data de atividade magnética em exoplanetas

Uma equipa de astrónomos encontrou as pistas mais convincentes obtidas até à data de que alguns planetas fora do nosso Sistema Solar podem ser magnéticos. Com o auxílio do Very Large Telescope (VLT), do Observatório Europeu do Sul (ESO), e do telescópio Gemini North, os investigadores mediram as velocidades dos ventos em sete exoplanetas muito quentes, semelhantes a Júpiter.

As observações revelaram que os ventos nestes planetas são muito provavelmente regidos por campos magnéticos, proporcionando a primeira medição fiável de magnetismo em planetas fora do Sistema Solar.

“Esta descoberta abre uma nova janela na investigação de exoplanetas. Trata-se da primeira vez que é possível comparar os ambientes magnéticos de outros mundos, um passo fundamental para, em última análise, compreender quais os planetas que podem manter-se habitáveis, conservar a sua água e, talvez, um dia, albergar vida tal como a conhecemos”, diz Julia Seidel, astrónoma no Laboratoire Lagrange, Observatoire de la Côte d’Azur, em França, e autora principal do estudo publicado na Nature Astronomy.

O campo magnético da Terra influencia a nossa atmosfera de maneiras complexas e é, por isso, um factor determinante para compreendermos como é que o nosso planeta é capaz de suportar vida. Existem também campos magnéticos noutros planetas do Sistema Solar, como Júpiter e Saturno. No entanto, nos últimos 15 anos, ainda ninguém tinha conseguido medir diretamente a intensidade de campos magnéticos em exoplanetas, o que aconteceu agora.

A equipa, no entanto, não tinha como objetivo inicial medir campos magnéticos, mas sim ventos. Foram medidas as velocidades do vento em sete exoplanetas que orbitam estrelas diferentes: gigantes gasosos como Júpiter, cada um deles situado muito próximo da sua estrela anfitriã e com acoplamento de maré, ou seja, com a rotação sincronizada com a órbita.

Tal como nós vemos apenas um lado da Lua, também estes planetas mantêm sempre uma face voltada para a sua estrela, o que resulta num lado diurno escaldante e num lado noturno gelado. Esta diferença de temperaturas entre os dois lados do planeta dá origem a um clima muito diferente do existente na Terra, com a criação de ventos tremendamente fortes.

As velocidades dos ventos nos exoplanetas observados variam entre cerca de 7200 km/hora e mais de 25 000 km/hora. Em termos de comparação, em Júpiter os ventos mais rápidos atingem velocidades de cerca de 1500 km/hora.

“Inicialmente queríamos verificar se os ventos atmosféricos se comportavam do mesmo modo em todos os planetas quentes,” explica Seidel, que já trabalhou como astrónoma no ESO, no Chile. Para as medições, a equipa utilizou dados do instrumento ESPRESSO, instalado no VLT do ESO, no deserto chileno do Atacama, e dum instrumento semelhante colocado no telescópio Gemini North, no Havai, EUA.

Ao analisarem como é que a velocidade dos ventos variava em função da temperatura do planeta, os investigadores viram surgir um padrão muito intrigante: quanto mais quente o planeta, mais lento o vento.

“Este resultado é totalmente contraintuitivo porque, em condições iguais, os planetas quentes dispõem, naturalmente, de mais energia para acelerar os ventos! Assim, suspeitámos que algo deveria estar a acontecer para fazer com que a velocidade dos ventos fosse menor nos planetas mais quentes”, explica Vivien Parmentier, coautor do estudo e professor no Laboratoire Lagrange, em França.

A equipa concluiu que a explicação mais plausível para este mistério passa, muito provavelmente, pela presença de campos magnéticos na globalidade do planeta, já que estes campos podem funcionar como um travão, abrandando assim o movimento de partículas carregadas na atmosfera.

Os dados permitiram aos investigadores inferir a intensidade do campo magnético em cada um dos planetas estudados, tendo-se descoberto que é comparável à dos campos encontrados no nosso Sistema Solar: aproximadamente quatro vezes mais forte do que o de Saturno, ou cerca de metade da intensidade do de Júpiter.

Campos magnéticos tão intensos poderão afetar mais do que apenas os ventos nestes planetas distantes. “Na Terra conhecemos a beleza das auroras boreais e austrais, onde partículas carregadas do Sol colidem com o nosso campo magnético e são guiadas para os pólos, colidindo com gases na atmosfera para produzir espetáculos coloridos de verde, rosa e roxo“, explica a coautora do estudo Bibiana Prinoth, ex-doutoranda da Universidade de Lund, na Suécia, e atualmente astrónoma do ESO em Garching, na Alemanha.

Nos exoplanetas estudados, as auroras induzidas magneticamente podem ser ainda mais espetaculares. A equipa aguarda com expetativa a chegada do Extremely Large Telescope do ESO, que ajudará a caracterizar não só grandes exoplanetas, semelhantes a Júpiter, mas também outros mais pequenos, como a Terra, possivelmente até detectando gases que possam produzir auroras nestes mundos distantes. “Gosto de imaginar que alguns destes mundos têm um céu repleto não só de estrelas, mas também de vastas cortinas de luz colorida a dançar sobre um planeta, onde em metade há um dia perpétuo e noutra metade uma noite interminável,” afirma Prinoth.

Sul Informação

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