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Sejam bem-vindos aos EUA e ao Mundial, a menos que…

Omar Abdulkadir Artan já entrou na história do Mundial apesar de lhe ter sido barrada a entrada nos EUA. Aos 34 anos, Omar é considerado o melhor árbitro africano da atualidade (África é a segunda confederação mais representada no Campeonato do Mundo) e foi convocado pela FIFA para dirigir jogos mas, à chegada ao Aeroporto Internacional de Miami e apesar de ter um visto FIFA, foi barrado pelas autoridades de imigração nos EUA, sem qualquer motivo para repatriar o árbitro.
Aos olhos da polícia de imigração norte-americana, o “pecado” de Omar foi só um: nascer na Somália (seria o primeiro somali a apitar ao mais alto nível). O país está na lista negra das restrições de viagens imposta pela administração Trump e a justificação passa por “proteger a nação de ameaças terroristas estrangeiras”.

FIFA nada pode fazer
A FIFA prontificou-se a vir a público explicar a situação mas com uma declaração que surpreende pela demonstração de impotência para contornar um obstáculo básico num Mundial de futebol: que os protagonistas possam entrar no país anfitrião, independentemente da sua origem: “O governo anfitrião é quem determina, em última instância, quem recebe o visto e quem tem entrada no país”, destacou o organismo. Entre os 48 países que se qualificaram para o Mundial mais concorrido de sempre, há quatro que irão enfrentar sérias restrições impostas pela administração Trump (pelos mesmos motivos que cidadãos somalis também não podem entrar): Irão, Haiti, Senegal e Costa do Marfim. Mesmo neste universo de quatro países há algumas diferenças: iranianos e haitianos estão proibidos de entrar (segurança nacional, alega o governo), enquanto senegaleses e costa-marfinenses podem requisitar alguns vistos, embora enfrentem restrições ou validade limitada dos vistos.
Prevendo esta situação, a FIFA assinou com os EUA, e em devido tempo, um memorando em que as autoridades norte-americanas se comprometiam em facilitar a concessão de vistos e até a simplificar procedimentos já existentes e que tudo isso fosse feito sem discriminações. Mas há letras pequenas no acordo: os EUA salvaguardam a possibilidade de que essas exceções não afetassem as regras nacionais de imigração e segurança dos países anfitriões. Como sempre, o diabo está nos detalhes.

Irão: proibido pernoitar
E quanto ao Irão, as limitações já se fazem sentir. Enquanto prosseguem os bombardeamentos, os jogadores iranianos que vão disputar o Mundial já sabem que terão de entrar e sair dos EUA (os jogos de Taremi e companhia serão em Los Angeles e Seattle) no mesmo dia de cada partida, saindo da sua base de concentração no norte do México e abdicando do centro de estágios previsto inicialmente para Tucson, no Arizona. O embaixador iraniano no México, Abolfazl Pasandideh, destacou que 15 membros da delegação iraniana, na sua maioria dirigentes e integrantes da comissão técnica, ainda não têm visto americano, o que representa um “desafio” para a equipa. A FIFA terá dado orientações à delegação iraniana que as deslocações da comitiva podem ser feitas de avião particular ou por terra.

E o turismo?
Até determinada altura, as reservas obtidas até ao momento não permitiam antecipar um cenários de receitas extraordinárias para o turismo destas regiões. Um dos responsáveis hoteleiros ouvidos pelo “Financial Times” não tem dúvidas em apontar o dedo à administração Trump e às suas políticas de restrição à imigração e respetivo policiamento, mas também à enorme instabilidade com que a Casa Branca tem gerido a guerra no Irão.

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O Estreito de Schrödinger está aberto e fechado ao mesmo tempo (e funciona)

Ormuz já não está fechado. Mas também não está totalmente aberto. A administração Trump está a recorrer às táticas da “frota-sombra” russa para pôr os navios a circular. Quando o presidente norte-americano, Donald Trump, disse que iria abrir o estreito de Ormuz, o que aparentemente queria dizer era que os Estados Unidos iriam promover o tipo de práticas obscuras que alimentam as “frotas-sombra” da Rússia, do Irão e da Venezuela, diz o The Atlantic. Muitos dos navios que agora entram ou saem de Ormuz fazem-no às escuras, com os dispositivos de localização desligados desligados. O objetivo é evitar a deteção

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Anthropic blocca i suoi nuovi modelli Ai su ordine del governo Usa: continua lo scontro tra Trump e Amodei

Dopo la causa contro il Pentagono, continua lo scontro tra il governo degli Stati Uniti e Anthropic, la startup di intelligenza artificiale guidata dall’italoamericano Dario Amodei. La Casa Bianca ha infatti ordinato all’azienda leader del settore di vietare l’accesso ai propri modelli Fable 5 e Mythos 5 a tutti i cittadini e organizzazioni straniere. Anthropic per conformarsi alla direttiva ha così disabilitato d’urgenza i due sistemi per tutti gli utenti a livello globale, avendo difficoltà a filtrare gli utenti in base alla nazionalità. Tutti gli altri modelli Ai invece, come Claude, sono rimasti accessibili senza interruzioni. La società si è scusata con i clienti e ha annunciato di essere in contatto con le autorità per sistemare il “malinteso” e ripristinare i sistemi il prima possibile.

Fable 5 e Mythos 5 sono i modelli più potenti della startup ed erano stati presentati il 9 giugno: hanno dunque avuto, per ora, vita breve. La direttiva, stando a quanto riferito dall’azienda, non fornisce dettagli tecnici approfonditi ma si fonda sulla presunta scoperta da parte di Washington di un metodo per aggirare le protezione dei modelli per ottenere capacità in ambito cyber, il cosiddetto jailbreaking. L’azienda statunitense ha confermato di aver analizzato un report che ritiene essere alla base dell’ordine, non indicato dall’amministrazione Usa, ma ne ha ridimensionato la gravità. “Come detto pubblicamente, riteniamo che il governo debba avere la facoltà di bloccare le applicazioni non sicure, nell’ambito di un processo normativo trasparente, equo, chiaro e basato su dati tecnici concreti”, ha detto in una nota l’azienda, specificando però che “questa azione non rispetta tali principi”.

Anthropic ha ribadito di aver adottato una rigorosa strategia di “difesa di profondità“, tra l’altro testata per migliaia di ore in collaborazione con il governo Usa e anche con quello del Regno Unito. Comunicando la chiusura dei due sistemi, la startup ha ricordato che non esiste una resistenza “perfetta e universale” e che solo immaginarlo è impossibile per ogni azienda. “Dissentiamo dal fatto che la scoperta di un potenziale jailbreak di portata limitata debba essere motivo di richiamo per un modello commerciale distribuito a centinaia di milioni di persone – si legge nella nota -. Se questo standard venisse applicato all’intero settore, riteniamo che paralizzerebbe di fatto il rilascio di nuovi modelli per tutti i fornitori di Ai di frontiera“.

Se la direttiva rimanesse in vigore sarebbe un grave danno per la startup considerando che entrambi i modelli sono considerati all’avanguardia. Fable 5, in particolare, ha segnato la prima volta in cui Anthropic ha reso pubblica un’offerta così avanzata, grazie a nuove misure di sicurezza che bloccano le risposte in specifiche aree ad alto rischio. I modelli si basavano sul rilascio di Claude Mythos Preview, che ad aprile aveva colpito Wall Street e i funzionari governativi grazie alle avanzate capacità di sicurezza informatica. L’azienda, nell’occasione, aveva dichiarato di non voler rendere il modello disponibile al grande pubblico, limitandone il lancio a un primo gruppo selezionato di aziende nell’ambito di un’iniziativa di sicurezza informatica denominata Project Glasswing.

A marzo l’azienda di Amodei aveva fatto causa al Dipartimento della Difesa Usa perché il Pentagono l’aveva etichettata come “rischio per la catena di approvvigionamento” americana, di fatto limitandone l’uso nelle agenzie federali. Il governo ha di fatto ritenuto l’azienda una minaccia per la sicurezza nazionale: una definizione riservata ad avversari stranieri e che impone agli appaltatori della difesa di certificare che non useranno i modelli Claude di Anthropic nelle attività svolte per le forze armate. Un’azione che la società ritiene illegale in quanto violazione della libertà di parola e una punizione per motivi ideologici.

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El Kennedy Center cumple con la orden judicial de retirar el nombre de Donald Trump de su fachada

Los tiempos extraordinarios que vive Washington exigen medidas extraordinarias. Por ejemplo, la retransmisión en directo, a través de YouTube y de las webs de varios medios de comunicación, de la anodina operación de levantar un andamio para que unos obreros, subidos a él, retiren las letras de molde de una fachada.

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© Cliff Owen (AP/LaPresse)

Montaje del andamio, este viernes, para retirar el nombre de Donald Trump de la fachada del Kennedy Center.
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Nome de Donald Trump começa a ser removido do Kennedy Center

Tribunal tinha ordenado a retirada do nome do atual Presidente e centro cultural pediu a prorrogação do prazo para a realização dos trabalhos, que já terão ficado concluídos este sábado.

© MATT KAMINSKY/EPA

Trabalhadores ergueram andaimes e lonas para a remoção das letras do centro cultural em Washington
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A Tren de Aragua Leader Is Killed in a Joint Strike, U.S. and Venezuela Say

A strike this week in Venezuela killed a gang leader known as Niño Guerrero who was wanted in the United States, officials in both countries said.

© Eric Lee for The New York Times

President Trump said the operation had been conducted in close consultation with the new Venezuelan government.
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Un evento di arti marziali da 60 milioni di dollari alla Casa Bianca: l’ultima follia di Donald Trump per i suoi 80 anni

C’è un evento sportivo che in questi giorni negli Stati Uniti sta facendo parlare tanto quanto o addirittura più dei Mondiali di calcio. E si svolgerà alla Casa Bianca per la prima volta nella storia. Nel giorno del suo 80esimo compleanno (dove verranno celebrati anche i 250 anni dell’indipendenza americana, il cui anniversario però è il 4 luglio), Donald Trump ha infatti organizzato l’UFC Freedom 250, un evento di Ufc (arti marziali), all’interno della sua residenza ufficiale. Un’idea nata due anni fa con Dana White, CEO dell’UFC – quando il tycoon partecipò a una serata di Ufc al Madison Square Garden e venne accolto da applausi e cori “Usa, Usa” – e a cui adesso Trump ha dato seguito. L’evento – a spese della Ufc – è costato 60 milioni di dollari.

La serata vedrà lottatori affrontarsi in un ring montato all’interno di un enorme ottagono di 27 metri chiamato “The Claw” e – come dichiarato dall’amministrazione americana – sarà tutto esaurito, con oltre 4mila spettatori presenti. Si affronteranno Ilia Topuria, campione dei pesi leggeri, e Justin Gaethje, leggenda della MMA americana. Prima di loro invece si sfideranno Alex Pereira e Cyril Gane: in palio c’è la cintura dei pesi massimi. Gli atleti entreranno all’interno dell’ottagono direttamente dal famoso studio ovale, dove si trova la nota “resolute desk” di Trump. Al “Lincoln memorial”, invece, dove c’è la famosa statua di Abramo Lincoln seduto, si svolgeranno le conferenze stampa e le premiazioni.

Chi non è riuscito ad accaparrarsi un biglietto per l’UFC Freedom 250 – così è chiamato l’evento – è invitato a tentare la fortuna sul sito online Tickemaster, ma con poche speranze. Ma nessun problema, ha precisato Trump: chi non sarà presente potrà vederla in diretta tv e in streaming, anche sul maxischermo all’esterno della White House, con 85mila posti grauiti a disposizione. Il tutto organizzato grazie soprattutto all’amico da oltre 20 anni di Trump, Dana White, presidente della Ufc. Il programma di domenica prevede inoltre una cerimonia privata riservata all’élite del movimento trumpiano. C’è il rischio maltempo e non si esclude – come riportano alcuni media internazionali – una possibile invasione di zanzare. L’evento sarà trasmesso anche in diretta tv e streaming.

In un video pubblicato sui social ieri, 12 giugno, Donald Trump ha paragonato l’arena della Ultimate Fighting Championship (UFC) costruita davanti alla Casa Bianca alla Torre Eiffel di Parigi. Parlando della struttura dentro alla quale c’è il ring, Trump ha ricordato la storia del famosissimo monumento francese. Costruito inizialmente per l’Esposizione Universale del 1889, avrebbe dovuto essere smantellata subito dopo la manifestazione.

Intanto le prove dello spettacolo aereo organizzato in vista dell’evento UFC hanno provocato ritardi agli aerei in partenza, compresi anche quelli di alcuni membri del Congresso. Un volo Delta diretto da Washington a Detroit è rimasto fermo sulla pista a causa della temporanea chiusura dello spazio aereo attorno all’aeroporto Reagan National. Tra i passeggeri c’erano deputati democratici e repubblicani del Michigan.

Il pilota avrebbe spiegato ai passeggeri che il ritardo era legato alle prove per l’evento e avrebbe aggiunto, con ironia, che eventuali proteste andavano rivolte ai “loro rappresentanti al Congresso” (cioè loro stessi). La Casa Bianca ha poi confermato che le limitazioni al traffico aereo erano state pianificate per consentire le prove dello spettacolo previsto prima dell’evento di arti marziali.

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Anthropic suspende el acceso a sus modelos más avanzados de inteligencia artificial por el veto de EE UU a los extranjeros

El director general de Anthropic, Dario Amodei, en abril de este año a su llegada a la Casa Blanca para reunirse con el presidente de EE UU, Donald Trump.

Anthropic ha anunciado la suspensión del acceso público a sus modelos de inteligencia artificial más avanzados, el Fable 5 y Mythos 5, para poder cumplir con una directiva de control de exportaciones de la Administración Trump que le obliga a impedir el acceso a este nuevo servicio a ciudadanos extranjeros por motivos de seguridad nacional.

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L’Iran scommette sulla guerra

Questa fase del conflitto iraniano probabilmente si concluderà solo quando l’Occidente precipiterà nel baratro economico che si profila all’orizzonte

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La guerra degli Stati Uniti contro l’Iran è passata dalla fase iniziale a una nuova fase emergente — una fase in cui l’Iran scommette implicitamente sul fatto che la fase successiva sarà la guerra. Molto probabilmente si tratterà di episodi brevi di guerra limitata, che tuttavia potrebbero estendersi a livello regionale, qualora gli Stati Uniti (e Israele) decidessero di inasprire drasticamente la situazione.

La nuova fase comporta ovviamente dei rischi, ma l’Iran detiene le carte vincenti: la capacità di infliggere danni sproporzionatamente più gravi alle infrastrutture del Golfo come rappresaglia per qualsiasi danno subito, e la consapevolezza che l’Occidente si sta avvicinando sempre più al precipizio energetico.

I tre pilastri alla base di questo cambiamento sono, in primo luogo, la fiducia che l’Iran non sarà (e non potrà essere) allontanato dal suo controllo su Ormuz e che, consolidando le proprie strutture amministrative in quella zona, la realtà del controllo iraniano su Ormuz sarà sempre più assimilata dagli Stati e si rifletterà nella loro accettazione del controllo iraniano-omanita.

A questo principio fondamentale si associa l’attuazione da parte dell’Iran di una deterrenza intensificata nei confronti del blocco navale americano. Qualsiasi tentativo di intercettare o attaccare navi iraniane o di interferire con l’amministrazione dello Stretto sarà accolto con risposte sempre più dure. In definitiva, questa politica potrebbe portare l’Iran a infliggere danni sempre più gravi alle navi da guerra statunitensi – un altro punto di attrito.

Il 3 giugno, ad esempio, gli Stati Uniti hanno lanciato un missile Hellfire contro una petroliera iraniana nei pressi dello Stretto di Hormuz. In risposta, una nave di proprietà statunitense (o in parte di proprietà statunitense), la Panaya, è stata colpita da missili. Inoltre, l’Iran ha lanciato tre ondate di missili da crociera contro la base aerea e di elicotteri statunitense in Kuwait da cui era partito l’attacco. Sono emerse immagini che mostrano gravi danni anche all’aeroporto internazionale del Kuwait (sebbene la causa dei danni rimanga controversa).

Il secondo principio di fondo che influenza questo cambiamento riflette semplicemente il disprezzo iraniano per il continuo inasprimento delle richieste da parte di Trump, le minacce esagerate (che palesemente non sono all’altezza delle capacità statunitensi), insieme al suo continuo zigzagare e alla retorica sprezzante nei confronti dell’Iran.

La leadership iraniana ha concluso, a quanto pare, che probabilmente non si arriverà a un compromesso e che è meglio interrompere i “negoziati” piuttosto “che continuare i negoziati inutili e in malafede con un regime americano ingannevole e decrepito”, come il New York Times ha definito i “negoziati” con l’Iran — suggerendo che il “caos dell’accordo” non sia un singolo intoppo di Trump limitato alla questione iraniana, ma piuttosto un modello costante di disfunzionalità che si ripete praticamente in tutte le iniziative di “pace” di Trump.

Dietro la decisione dell’Iran di sospendere i colloqui, tuttavia, si cela probabilmente la chiarezza che sta gradualmente emergendo, filtrata dalle dichiarazioni e dalle analisi israeliane e americane, secondo cui il vero obiettivo dell’attacco a sorpresa statunitense-israeliano del 28 febbraio non è mai stato il cambio di regime di per sé — mirato a sostituire gli “integralisti” iraniani con un leader più moderato in stile “Delcy Rodrigues”; ma era piuttosto quello di provocare la completa distruzione e frammentazione dell’Iran — un’intuizione destinata a modificare i calcoli dell’Iran.

Questa intuizione ha consolidato enormemente il sostegno pubblico alla Repubblica Islamica e, allo stesso tempo, ha trasformato la guerra in una lotta esistenziale per preservare i valori etici della Rivoluzione. Da questo punto di vista, l’Iran ha ben poco da discutere con Trump, a parte un futuro modus vivendi — quando e se Washington comprenderà di essere con le spalle al muro e si affermerà un nuovo realismo.

Il terzo principio alla base di questa nuova fase del conflitto è quello enunciato dall’Iran sin dall’inizio dei colloqui di Islamabad: «Cessate il fuoco per tutti; oppure cessate il fuoco per nessuno». Ciò è stato nuovamente ribadito nell’ultimo ultimatum dell’Iran a Trump: «Se le minacce israeliane della scorsa settimana di radere al suolo il sobborgo meridionale di Beirut, Dahiyeh, fossero state messe in atto, l’Iran avrebbe colpito duramente il nord di Israele con i propri missili. “Era un cessate il fuoco per tutti – o nessun cessate il fuoco”.

Trump ha scelto il cessate il fuoco e, in seguito alla sua telefonata con Netanyahu, ha annunciato che era in vigore. Ha detto a Netanyahu di annullare il bombardamento pianificato su Dahiyeh, a sud di Beirut. In Israele, un’enorme ondata di rabbia proveniente da tutte le parti dello spettro politico ha attaccato Netanyahu per la sola idea di frenare qualsiasi attacco israeliano in Libano. L’ex primo ministro Naftali Bennett ha accusato Netanyahu di «aver perso il controllo sulla sovranità israeliana». E l’ex primo ministro Yair Lapid ha affermato che Israele era stato ridotto a uno “Stato vassallo” dopo la sospensione degli attacchi.

Da alcuni mesi gli Stati Uniti e Israele stanno tentando di convincere una parte dei leader libanesi ad accettare il compito di disarmare Hezbollah, come ha spiegato Rubio, “in modo che Israele non debba farlo” — cosa che i leader libanesi chiaramente non sono in grado di fare.

Israele non ha una strategia coerente per il Libano. L’ex alto ufficiale dell’intelligence militare israeliana, Danny Citrinowicz, delinea un nuovo “risultato iraniano”:

“Teheran è effettivamente riuscita a collegare il fronte libanese alla più ampia arena iraniano-israeliana. Qualsiasi escalation in Libano è ora vista sempre più attraverso il prisma delle dinamiche tra Stati Uniti e Iran”.

Ciononostante, egli osserva:

«La situazione in Libano rimane altamente instabile. Israele e Hezbollah continuano a interpretare gli attuali accordi in modi fondamentalmente diversi. [Mentre] Israele sostiene di mantenere la libertà di azione in tutto il Libano eccetto Beirut, Hezbollah [d’altra parte] insiste sul fatto che qualsiasi attività militare israeliana – in assoluto – violi il quadro del cessate il fuoco. Queste interpretazioni contrastanti creano un potenziale significativo di rinnovati attriti ed escalation sul campo».

In Israele, la situazione nelle città del nord rimane un punto nevralgico per quasi tutti gli israeliani. Molte città lungo il confine con il Libano e giù fino alla Galilea sono semivuote — «intere fasce di territorio abbandonate dal governo», scrive Ben Caspit. I politici locali sostengono di «essere anch’essi israeliani» e che il governo debba intervenire.

Il Libano rimarrà sicuramente un punto di contesa. Non è questione di se, ma di quando scoppierà la prossima crisi. Israele non lascerà le cose come stanno — persino i leader dell’opposizione liberale chiedono la distruzione di Hezbollah e protestano contro il fatto che Trump leghi le mani a Netanyahu in Libano.

Neanche l’Iran lascerà le cose come stanno. I mediatori hanno informato gli americani che l’Iran considera la fine della guerra in Libano, il ritiro delle forze israeliane e il ritiro da Hormuz come condizioni vincolanti — prima di discutere altre questioni.

Eccoci quindi a questo punto. Continuano le scaramucce militari – di fatto una serie abbreviata di attacchi da parte delle forze statunitensi contro la navigazione iraniana e le infrastrutture dello Stretto, scaturite dal desiderio di Trump di affermare il proprio blocco navale agli occhi dell’opinione pubblica statunitense. Questa situazione è chiaramente esplosiva – proprio come lo è il contesto libanese.

L’Iran sta di fatto riconoscendo la realtà che in questa nuova fase – con così tanti punti critici intrinseci – l’escalation militare americana a un certo punto diventerà probabilmente una necessità politica per le esigenze interne di Trump e dei suoi finanziatori ebrei.

E i negoziati? Non porteranno a nulla fintanto che Israele e i miliardari ebrei donatori statunitensi rifiuteranno qualsiasi esito con l’Iran che lasci il Paese intatto e più forte e – pari passu in questo pensiero binario – indebolisca di conseguenza il progetto «Israel First» all’interno degli Stati Uniti e della regione.

Un accordo che non veda l’Iran irrimediabilmente indebolito sarà condannato da queste ultime forze come una «negligenza traditrice» da parte di Trump. Egli sarà attaccato senza pietà. Eppure, deve rendersi conto che l’Iran è comunque sul punto di liberarsi dalle catene statunitensi.

Questa fase del conflitto iraniano probabilmente terminerà solo quando l’Occidente precipiterà dal precipizio economico che si avvicina…

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The madness of Trump’s Iran idea and who’s behind it

Trump’s Iran strikes: staged weakness or real madness? Behind him, Graham and Keene push oil theft and fantasy invasions.

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Many may be confused about America’s recent attacks on Iran, given that they come each day while Trump keeps telling us that a deal is about to be made. Just days ago, analysts believed that Trump was genuinely angry about Netanyahu going ahead with his IDF attacks in Lebanon against Hezbollah. But was that real, or staged? Given that Trump ordered strikes against Iran after that, a cynical view might be that there are only two scenarios why he would do something so incongruent. One: he believes that Iran is very close to signing a deal but needs the extra ’encouragement’ to finally get over the line. Or two: he felt embarrassed by what a whole phalanx of Western commentators were recently saying — that it was in fact Bibi who was running the whole show, using America’s resources to create chaos and havoc. The refusal by the Israeli PM to stop his troops fighting was a clear signal that Trump really doesn’t control the war and is very much a servile player to Israeli thinking.

But what is interesting is how Trump is not at all convinced that he has no military options, even given that they would certainly mean the total eradication of anything left of relations with GCC countries. Trump still believes even today that the US military — who have only a track record in the last 80 years of losing all wars and interventions they instigate — can actually take on Iran and win. As ludicrous as this sounds, it is what is at the heart of what is stalling any deal being struck, coupled with Trump’s sensational failure to negotiate — something he is simply incapable of doing despite his own hype and hubris. The US struck a number of water plants in Iran, which was an incredibly stupid initiative given that this is the region’s Achilles heel. If Iran wants to completely eliminate water desalination plants in, say, Qatar — a country which has no natural water at all — then it could easily do this in a matter of hours.

When a US Apache helicopter crashes, Trump’s reaction is a theatre of the absurd, similar to watching a child burst into tears on his first sports day where his new soccer shirt gets dirty on the pitch. The US is the aggressor, but when a helicopter is downed, this is met with misplaced outrage that borders on comedy. The reality is that no US military analysts believe the chopper was taken down by Iranian fire; it is more likely that it suffered a malfunction and crashed, with both pilots surviving. But it is interesting how Trump considers the war as more of a theatre of PR stunts rather than an important battle he can win.

One reason which explains this is the need for US troops to keep busy in the region, in a pathetic bid to remain relevant to GCC allies — a point made by the commentator Patrick Henningsen recently on RT television. Another reason, though, is the people that Trump keeps around him who he listens to, like Lindsey Graham — who one can only assume is being blackmailed by Israel over his sexual inclination, given his almost cultish beliefs in Zionism. But Graham knows nothing about war and seems to glean some sexual satisfaction from sending young American men in uniform to their deaths. On the other hand, General Jack Keene, a man who isn’t overburdened with intelligence, is probably responsible for a lot of the erroneous decisions Trump is making militarily, and certainly for stoking the “invasion option” while reminding the whole world what an irony-free zone America actually is.

Keene recently rambled on Fox News that he had no confidence in Iran ever keeping its word if Tehran were to ever sign a deal — a hilarious and preposterous claim given America’s reputation for never keeping its word on ceasefires and peace deals. The very fact that Trump is in talks with the Iranians every day demonstrates that they can be trusted, as it is the Trump camp which has no credibility whatsoever when it comes to integrity — the main reason why the Iranians are dragging their feet and are more comfortable with a drawn-out war that will recalibrate their position in the region and put down Israel and the US once and for all. For Keene to say such a thing is quite remarkable. But then he continues with his ideas about US troops “taking” Kharg Island, and a picture emerges of how and why Trump is so deluded about what the real capability of US troops is, and how his decisions and ideas are so detached from reality. Landing airborne troops on the island would only be possible if Iran allowed it to happen — so that it could disarm the occupiers and then hold them hostage as a key part of a new deal. That’s on a good day. On a bad day, if the more hardcore element of the IRGC has its way, they might simply decide to slaughter all of them. What Keene doesn’t seem to understand is the logistical nightmare of having 10,000 US soldiers on a single location within reach of just about everything Iran has to throw at it. And the talk of troops “landing” there with helicopters is a fantasy. How did General Keene become a general, given that he is stupid and seems to know little about warfare or Iran’s capability? The Iranians will shoot down US helicopters like they are having a fun day at clay pigeon shooting. But even if troops were allowed to land on Kharg and other islands, they have to be supplied practically every day. Presumably, the Iranians would prevent the supplies getting in and then starve the marines on the ground. If General Keene really has the ear of the president and Iran holds out for a better deal, the case for Trump to go to war becomes even stronger and grows each day.

But Keene let the cat out of the bag when he talked about oil. It’s really only about oil, or energy, as it was in Iraq, Afghanistan, Syria, and more recently Venezuela. For Trump to capture some oil production and then simply steal from it would be all in a day’s work for the president who has never had any problem with the stigmatisation of being called a thief. Trump believes oil theft is a real possibility and makes sense on any given day. But then there are days when he is desperate to get out of Iran altogether, which we can see with his panicky gestures — like the last strike, which actually achieved nothing but prepared Iran more for war, as the talks combined with bombardment don’t produce the results which Trump needs but make him look even weaker and more desperate. Has General Keene prepared Trump for a scenario where the ceasefire is over and he needs to move onto a new phase? Oil would only sweeten such a plan, and Keene makes no effort to hide this during his interview.

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With a Deal Seemingly Close, the U.S. Faces an Iran More Willing to Withstand Pressure

The war has produced regime change, but Iran’s new leaders are more willing to take risks and believe they have already absorbed the worst that America and Israel can deliver.

© Arash Khamooshi/Polaris for The New York Times

Members of the Islamic Revolutionary Guards Corps in April at a government-organized march in Tehran.
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Despite US Help, Little Oil Has Gone Through Strait of Hormuz

President Trump said more than 200 commercial vessels had safely traveled through the strait. That’s still far fewer than before the start of the war.

© Reuters

Global stockpiles of oil continue to decline as vessels remain stuck, unable to transit the Strait of Hormuz.
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Acordo entre EUA e Irã pode ser assinado neste fim de semana; entenda

Autoridades dos EUA e do Irã afirmaram na sexta-feira (12) que um memorando de entendimento para encerrar o atual conflito está próximo de ser concluído, aumentando a expectativa de que o documento seja assinado nos próximos dias.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que o acordo “nunca esteve tão próximo” e disse que o memorando poderá ser assinado remotamente após a conclusão das negociações finais.

Segundo autoridades americanas e iranianas, o documento serviria como uma etapa preliminar para um acordo mais amplo e abriria um período de 60 dias de negociações técnicas entre os dois países.

Entenda os pontos do acordo

De acordo com uma autoridade do governo dos Estados Unidos, o memorando inclui:

  • Reabertura do Estreito de Ormuz;
  • Fim do bloqueio americano aos portos iranianos;
  • Desmantelamento do programa nuclear iraniano;
  • Transferência do material nuclear enriquecido do Irã para os Estados Unidos, onde seria destruído;
  • Possível alívio gradual das sanções econômicas impostas a Teerã.

O governo americano afirma que qualquer benefício econômico só seria concedido após o cumprimento das obrigações por parte do Irã.

“Os iranianos não recebem nada no momento da assinatura”, afirmou uma autoridade americana. Segundo a fonte, cada etapa cumprida pelo regime iraniano resultaria em contrapartidas econômicas específicas.

Divergências

Apesar do avanço das negociações, Washington e Teerã seguem apresentando versões distintas sobre os termos do entendimento.

Enquanto os Estados Unidos destacam concessões iranianas relacionadas ao programa nuclear, o governo iraniano tem enfatizado pontos como o alívio das sanções, o respeito à soberania do país e o encerramento dos conflitos regionais.

Araghchi afirmou que o memorando incluirá não apenas questões nucleares e econômicas, mas também uma solução para os confrontos no Líbano e em “todas as outras frentes” do conflito regional.

O chanceler iraniano também declarou que o Irã está preparado para retomar a guerra caso os termos negociados não sejam cumpridos.

Israel mantém posição

Em meio às negociações, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que o país não pretende se retirar das áreas que ocupa no Líbano, na Síria e em Gaza.

Segundo Katz, Israel continuará atuando contra ameaças ligadas ao Irã e aos grupos armados apoiados por Teerã na região.

Tensão em Ormuz

No fim da noite de sexta-feira, o CENTCOM (Comando Central dos EUA) informou ter interceptado diversos drones iranianos próximos ao Estreito de Ormuz.

Segundo os militares americanos, as aeronaves buscavam interromper o tráfego marítimo comercial na região. O CENTCOM afirmou que todos os drones foram abatidos e que a navegação no corredor marítimo segue sem restrições.

(Com informações de Kevin Liptak, Sophia Saifi, Mitchell McCluskey, Alayna Treene, Oren Liebermann e Michael Williams, da CNN)

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

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Perda de apoio dos EUA é maior risco para Israel, diz professor ao WW

A possível perda do apoio dos Estados Unidos representa o principal risco estratégico para Israel no cenário internacional, segundo avaliação de Vinícius Rodrigues Vieira, professor de Economia da FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado) e de Relações Internacionais da FGV (Fundação Getulio Vargas), em entrevista ao WW Especial, da CNN Brasil.

Ao analisar os desafios enfrentados pelo Estado israelense, Vieira, que também leciona no IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), afirmou que questões internas, como as mudanças demográficas em curso no país, são relevantes, mas não suficientes, isoladamente, para ameaçar sua continuidade.

“O grande risco está do outro lado do Atlântico Norte”, afirmou. Segundo ele, uma eventual mudança no ambiente político americano pode reduzir significativamente o apoio histórico dado a Israel por Washington.

Vieira destacou que pesquisas apontam uma crescente resistência entre eleitores democratas ao apoio irrestrito dos Estados Unidos ao governo israelense. “Até três quartos dos eleitores democratas são contra, não vou dizer absolutamente, mas têm, no mínimo, um apoio crítico em relação aos Estados Unidos continuarem a apoiar Israel”, disse.

O professor também chamou atenção para transformações dentro da base republicana ligada ao Maga (Make America Great Again, sigla em inglês para “Faça a América Grande Novamente”), movimento político fundado por Trump.

Segundo ele, há um componente identitário relevante nesse grupo, associado à ideia de retorno a uma América definida por valores brancos, anglo-saxões e protestantes.

“Tem todo esse debate sobre os judeus serem considerados brancos ou não no contexto americano. Até 1945, eles eram super excluídos das universidades, não podiam entrar nas instituições de maior prestígio e estavam totalmente isolados do mainstream americano”, explicou.

Na avaliação do especialista, tanto democratas quanto republicanos podem, por razões distintas, representar desafios para a relação entre Washington e Tel Aviv no futuro.

“Caso os democratas voltem ao poder, haverá essa oposição por outro caminho. A ideia de que Israel não é mais um aliado confiável porque quer, em primeiro lugar, satisfazer interesses extremamente ideológicos e religiosos”, destacou.

Ao mesmo tempo, ele argumentou que setores do movimento conservador americano também podem rever sua posição em relação a Israel a partir de uma agenda política cada vez mais voltada para questões identitárias internas.

“O risco é de ambos os lados. Tanto o caminho republicano quanto o caminho democrata são pouco promissores para Israel, caso o país continue nessa toada”, avaliou.

Por fim, Vieira ressaltou que as mudanças demográficas em Israel ampliam os incentivos para a manutenção da atual trajetória política do país. Segundo ele, a população ortodoxa israelense cresceu de forma acelerada nas últimas décadas.

“Hoje a população ortodoxa seria de 14% a 15%, sendo que, no começo do século, era 7%. Ou seja, duplicou em 25 anos e continua aumentando”, concluiu.

WW Especial

Apresentado por William Waack, o programa é exibido aos domingos, às 22h, em todas as plataformas da CNN Brasil.

Conheça o Clube de Membros da CNN Brasil no YouTube. Ao se cadastrar, você garante acesso antecipado à íntegra da edição já às sextas-feiras, além de cortes exclusivos e conteúdos de bastidores do programa.

Análise: Trump diz que guerra com o Irã acabou

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The year 2049, the great dystopia: The world after the fall of Ukraine

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When did Europe go wrong? For decades, we thought the European project would disappear due to external threats… but we never imagined that this would happen because of the irresponsibility of its leaders, nor because of the inaction of its citizens. Nobody thought that Europe would cease to be the horizon that the rest of the world aspires to reach.

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Sebastian Gorka and Stephen Miller, architects of Trump’s pressure on Mexico

At the helm of the pressure strategy on Mexico designed in Washington, on the hard-line side, there are two individuals: Stephen Miller and Sebastian Gorka. They are two well-known figures from Donald Trump’s circle of loyalists, both allies of his during his first presidency and whom the president recruited as soon as he secured a second term.

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© Getty Images

Sebastian Gorka and Stephen Miller.
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Pochettino, Trump and the conspiracy to back America

Donald Trump looked at him and, while shaking his hand, asked: “Coach, do you think we can win the World Cup?” The United States national team coach snapped to attention: “Of course we can, Mr. President!” At the World Cup draw ceremony, Mauricio Pochettino fulfilled his duty. The host’s optimism overrides the national mood. But Pochettino knows the odds of lifting the trophy are remote.

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© KIRBY LEE (IMAGN IMAGES via Reuters)

Pochettino signs autographs for U.S. fans.
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Minneapolis mayor, six months after Trump’s takeover of his city: ‘The danger of a new invasion still exists’

Jacob Frey, mayor of Minneapolis, on May 19 in Washington.

Six months ago, Jacob Frey, 44, went from being mayor of Minneapolis to governing an occupied city. Between 3,000 and 4,000 agents from Immigration and Customs Enforcement (ICE), dispatched by Donald Trump, descended on the state of Minnesota in December of 2025. This was under the pretext of combating fraud within the burgeoning local Somali community.

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Jacob Frey, mayor of Minneapolis, pictured during his interview with EL PAÍS.Faces of the Minneapolis protests. Top row, from left: Sarah Chargin, Mike Camilleri, Abe Eversman, Josiah Myeog, Julie Prokes and Lesley Ernst. Bottom row, also from left: Nekima Levy Armstrong, Jim Winterer, Una Rana Cualquiera (“Any Frog”), Cathy Anderson, Joey Keillor and Rogelio Aguilar.
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Siri Hustvedt, writer: ‘I’d like to go to my grave with a little whiff of Paul Auster’s smoke’

Siri Hustvedt at Madrid’s Círculo de Bellas Artes.

Fate, that force that so suffuses the fiction of Paul Auster (Newark, New Jersey, 1947 – Brooklyn, New York, 2024) resulted in a strange journey back to where she started for writer Siri Hustvedt (Northfield, Minnesota, 1955) on this hot Wednesday morning. She is seated in a room at Madrid’s Círculo de Bellas Artes cultural center, speaking with EL PAÍS about her latest book Ghost Stories, a moving text dedicated to the memory of her husband and to the mourning that followed his loss when he fell victim to cancer.

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Writers Paul Auster and Siri Hustvedt, in an image provided by the author from her personal archive.
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