Um homem de 23 anos, identificado como Wanderson Santos Ribeiro, foi preso nesta quinta-feira (18), suspeito de atirar e matar um policial militarreformado durante um assalto no Parque Jacuí, na zona leste da capital paulista.
O outro envolvido no crime, Erisvaldo Ribeiro Santos, continua foragido. Os dois suspeitos são irmãos.
Segundo a Polícia Civil, o caso aconteceu na noite desta quarta-feira (17). No episódio, o agente e um amigo estavam de bicicleta quando foram surpreendidos por dois assaltantes.
Neste momento, ele tentou se defender e acabou entrando em luta corporal com os suspeitos. Em depoimento à polícia, Wanderson confessou que tentou tirar a arma do policial, mas atirou contra ele com a própria pistola.
O agente aposentado baleado chegou a ser socorrido e levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu.
Na fuga, os suspeitos levaram as bicicletas da vítima e da outra testemunha. Os objetos, que são de luxo utilizado para o esporte, foram localizados nas residências dos dois suspeitos.
Sobre a arma do crime, Wanderson diz ter jogado no rio próximo ao local do assalto. As investigações seguem sendo conduzidas por equipes do 63º Distrito Policial, que tentam localizar Erisvaldo.
Passagem pela polícia
Os dois suspeitos já possuem anotações criminais.
O atirador, Wanderson Santos Ribeiro, tem passagem por roubo de bicicleta. Já seu irmão, Erisvaldo Ribeiro Santos, foi condenado por três roubos anteriores e havia saído da prisão no último dia 26 de fevereiro.
Erisvaldo Ribeiro Santos, suspeito de envolvimento no assalto que vitimou um PM aposentado • Reprodução
A Polícia investiga para saber qual seria a motivação do crime. Wanderson segue preso à disposição da Justiça.
A polícia paraguaia investiga se criminosos brasileiros participaram do ataque coordenado contra três instituições bancárias e uma casa de câmbio na cidade de Santa Rita, no leste do Paraguai. O crime aconteceu na madrugada de terça-feira (16) e também levantou suspeitas sobre um possível envolvimento do Primeiro Comando da Capital (PCC).
A linha de investigação ganhou força após testemunhas relatarem que parte dos assaltantes se comunicava em português durante a ação. Para os investigadores, esse detalhe pode indicar a presença de brasileiros entre os integrantes da quadrilha que executou o ataque.
Segundo o chefe do Comando Tripartite, Carlos Alberto Dures Rios, as apurações apontam para uma possível cooperação entre criminosos paraguaios e brasileiros. De acordo com ele, alguns dos suspeitos atuariam ou até mesmo residiriam em território paraguaio.
Investigação analisa semelhanças com ações do PCC
As características do assalto também chamaram a atenção das autoridades do país. Em entrevista à rádio Monumental 1080 AM, o ministro do Interior do Paraguai, Enrique Riera, afirmou que a dinâmica utilizada pelos criminosos é semelhante à observada em operações atribuídas ao PCC.
Durante a invasão, o grupo empregou explosivos para atingir as estruturas das instituições financeiras, bloqueou pontos de acesso para dificultar a resposta policial e incendiou veículos utilizados na fuga. A estimativa é de que entre 15 e 20 homens armados tenham participado da ação.
Riera destacou ainda que o modo de atuação lembra um caso registrado anteriormente em Naranjal, também no departamento de Alto Paraná. Na ocasião, criminosos utilizaram explosivos para destruir o cofre de uma instituição financeira, em uma operação considerada semelhante à realizada em Santa Rita.
O ataque ocorreu por volta das 2h da manhã e teve como alvos as agências dos bancos Familiar, GNB e Ueno, além da Casa de Câmbio Santa Rita. Funcionários, vigilantes e policiais foram rendidos durante a ação, enquanto os criminosos causaram danos às estruturas antes de escapar.
As autoridades paraguaias ainda não informaram o valor levado pelos assaltantes. Até o momento, dois paraguaios foram identificados como suspeitos de envolvimento no caso, mas ninguém havia sido preso. A investigação continua sob responsabilidade da polícia e do Ministério Público do Paraguai.
Os presos são Luis Felipe Feliciano Egoroff (32), Maicon Fernandes Cintra (42) e Vitor de Freitas Gonçalves (27). Luis Felipe e Maicon admitiram que eram os responsáveis por colocar as cordas antes do salto, mas não conseguiram detalhar a divisão de tarefas. Vitor afirmou que foi chamado para levantar a vítima.
Em um momento do depoimento, Vitor afirmou que a equipe não sabe explicar o sumiço da câmera que estava na mão da jovem. Segundo testemunhas, um integrante da equipe organizadora retirou a câmera da vítima enquanto ela já estava caída no chão.
O advogado Rafael Gomes dos Santos afirmou que vai entrar com pedido de habeas corpus. Disse que discorda veementemente da tipificação dolosa do delito, afirmando que os acusados em nenhum momento tiveram a intenção ou assumiram o risco do resultado morte.
O trio faz parte de um grupo que oferecia os saltos de 40 metros de altura na Ponte do Esqueleto, entre Limeira e Cordeirópolis, ao preço de R$ 180. Na manhã da morte, o evento reuniu cerca de 100 participantes e foi promovido por grupos informais.
A vítima escolheu a modalidade chamada aviãozinho, na qual o praticante não pula sozinho, mas é lançado pelos instrutores. Diferente do bungee jump, o rope jump utiliza cordas estáticas. Apesar de não ser proibido, o esporte não é regulamentado no país.
Vídeos aos quais a CNN Brasil teve acesso mostram o mega-assalto a bancos no Paraguai realizado nesta terça-feira (16). Veja acima.
As imagens mostram os criminosos atirando nas portas de vidro de duas agências para entrar nos locais. Também é possível ver dois indivíduos vasculhando um dos bancos. Um deles segura o que parece ser um explosivo.
Outro vídeo mostra os assaltantes correndo e a câmera de segurança sendo derrubada após o que seria uma explosão.
Um grupo de cerca de 20 criminosos conseguiu fugir após a ação. As autoridades não divulgaram o valor que foi roubado das agências.
Até a última atualização da reportagem, ninguém havia sido preso. Também não foram registrados feridos.
Veja fotos do mega-asssalto no Paraguai:
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Agência do Banco Familiar após mega-assalto em Santa Rita, no Paraguai • Ministério do Interior do Paraguai
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Agência do Banco GNB após mega-assalto em Santa Rita, no Paraguai • Ministério do Interior do Paraguai
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Destruição causada a agência do banco GNB após mega-assalto em Santa Rita, no Paraguai • Polícia Nacional do Paraguai
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Destruição causada a agência do banco GNB após mega-assalto em Santa Rita, no Paraguai • Polícia Nacional do Paraguai
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Criminosos usaram explosivos em mega-assalto a bancos em Santa Rita, no Paraguai • Polícia Nacional do Paraguai
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Agência do Banco Ueno após mega-assalto em Santa Rita, no Paraguai • Ministério do Interior do Paraguai
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Criminosos atiram contra agência bancária durante mega-assalto em Santa Rita, no Paraguai • Polícia Nacional do Paraguai
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Crimonosos fortemente armados em mega-assalto em Santa Rita, no Paraguai • Polícia Nacional do Paraguai
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Criminosos vasculham agência bancária durante mega-assalto em Santa Rita, no Paraguai • Polícia Nacional do Paraguai
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Criminosos entram em agência bancária durante mega-assalto no Paraguai • Polícia Nacional do Paraguai
A polícia do Paraguai está atrás de um grupo de cerca de 20 criminosos que seria responsável por um mega-assalto a bancos nesta terça-feira (16).
Fotos divulgadas pelas autoridades mostram a destruição causada por explosivos utilizados nas agências bancárias. Veja na galeria destacada acima.
Houve troca de tiros entre policiais e parte dos criminosos. Um dos agentes foi rendido pelo grupo, mas liberado posteriormente. Ele teve duas armas roubadas.
Não há informações sobre o valor que os criminosos roubaram de duas agências. Houve tentativa de invasão a um terceiro banco, e um explosivo não detonado foi encontrado em uma casa de câmbio.
Até o momento, alguns indivíduos que participaram do crime foram identificados, mas não foram feitas prisões. Ninguém ficou ferido nos ataques.
A Justiça de São Paulo converteu em preventiva a prisão dos três instrutores envolvidos na morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, ocorrida no último sábado (13) em Limeira (SP). A jovem faleceu após ser lançada da Ponte do Esqueleto sem a corda de segurança.
O inquérito policial tipifica o caso como homicídio com dolo eventual, o que gera discussões jurídicas sobre a distinção entre a falha técnica (negligência) e a assunção do risco de matar.
Negligência ou dolo eventual?
No direito penal, a negligência ocorre quando há uma omissão ou falta de cuidado por parte do agente que não prevê um resultado que era previsível.
Já o dolo eventual caracteriza-se quando o indivíduo, embora não deseje diretamente o resultado morte, age de forma a assumir o risco de que ele ocorra, demonstrando indiferença.
A decisão judicial destaca que, por se tratar de uma atividade de elevado risco, a ausência da dupla checagem e o arremesso da vítima sem qualquer equipamento essencial configuram uma conduta que vai além do mero erro.
Segundo os autos, o local possui histórico de acidentes graves, o que reforça a previsibilidade do dano.
A visão das especialistas
Para a advogada criminalista Ana Krasovic, a irregularidade administrativa da empresa Entre Cordas, que não possuía CNPJ nem autorização municipal, é um agravante na análise do caso.
“A situação irregular de uma empresa não gera automaticamente responsabilidade criminal, mas pode influenciar significativamente a análise de culpa ou dolo a depender do caso concreto”, explica a especialista.
Já Beatriz Alaia Colin, especialista em Processo Penal, alerta que a responsabilização pode se estender à cadeia de comando da empresa.
“A responsabilidade jurídica pode alcançar não apenas quem executou o salto, mas também quem exercia poder de gestão e decisão sobre a atividade”, afirma.
Colin ressalta que a investigação deve focar se os responsáveis “criaram, fiscalizaram e exigiram o cumprimento de protocolos de segurança capazes de evitar o acidente”.
Falhas nos protocolos de segurança
Os depoimentos colhidos apontam que os operadores não conseguiram explicar a omissão da corda, alegando lapsos de memória.
Testemunhas relataram que o procedimento de segurança — que exigiria fixação no peitoral e verificação verbal em voz alta — foi ignorado no salto de Maria Eduarda.
Além disso, a tentativa de alguns envolvidos em deixar o local após o acidente foi citada como um fator que demonstra o “desprezo pelas consequências do fato”, conforme análise técnica de Colin.
O equipamento, que capturava as imagens do salto, não foi localizado pela polícia.
De acordo com o depoimento de uma testemunha, o dispositivo foi removido antes da chegada do socorro. Os investigadores consideram o desaparecimento da câmera um fator crítico, pois o vídeo poderia detalhar as falhas nos protocolos de segurança.
Além do sumiço do equipamento, o boletim de ocorrência registra que instrutores tentaram deixar o local e trocaram de roupa após o acidente, permanecendo em silêncio quando questionados sobre a motivação da troca.
A investigação aponta que Maria Eduarda realizaria o primeiro salto da modalidade “aviãozinho” do dia, na qual o praticante é erguido e lançado pelos instrutores.
A delegada responsável pelo caso considerou que os envolvidos assumiram o risco de produzir a morte ao não adotarem cautelas indispensáveis em uma atividade de alto risco.
A Justiça converteu a prisão em flagrante em preventiva, fundamentada na periculosidade da conduta e na necessidade de garantir a ordem pública.
O caso segue sob investigação da Delegacia Seccional de Limeira.
O deputado federal Zé Trovão(PL-SC) criticou nesta terça-feira (16) a decisão do governo de cancelar a reunião que votaria a MP (Medida Provisória) do Frete Mínimo. O congressista é relator do texto na comissão mista e disse que se a medida caducar, haverá uma paralisação nacional de caminhoneiros.
O texto foi publicado no DOU (Diário Oficial da União) em 19 de março e tem 120 dias até perder validade.
Esse prazo venceria em 16 de julho. Zé Trovão afirmou que esperava votar o texto essa semana, já que na próxima semana não terá sessão do Congresso Nacional e, depois disso, estará muito próximo do recesso parlamentar, marcado para 20 de julho.
Trovão questionou o motivo do cancelamento do encontro para votar o seu parecer.
O deputado leu o relatório na segunda-feira (15). Segundo o relator, ele estava em reunião com o governo durante essa terça para ajustar os pedidos feitos pelo Planalto quando recebeu a notícia de que a reunião havia sido cancelada pelo vice-presidente da comissão, deputado Paulo Pimenta (PT-RS).
De acordo com o congressista, a decisão não foi justificada.
Agora, de acordo com ele, todos os acordos costurados com o governo estão desfeitos e o texto será mantido da forma como foi lido na segunda. Trovão ainda reforçou que o Executivo terá de fazer um “milagre” para evitar uma paralisação nacional, caso o texto caduque.
“Se o texto não for votado essa semana, pode caducar. E aí o governo terá que fazer milagre. Ninguém que está atrás do volante aguenta mais. Se essa MP caducar, vai haver uma paralisação nacional”, disse em entrevista coletiva na Câmara.
O deputado afirmou que os acordos com o governo giravam em torno dos pedidos do Planalto para retirar os tributos da MP. Agora, ele garantiu que, independente da data da nova reunião, não há mais acordo.
“Quem quebrou esse acordo foi o Paulo Pimenta e o governo que agiram de má fé e de maneira arbitrária. Se vai haver convocação para amanhã, eu não sei, mas não teremos mais acordo em ponto algum”, concluiu.
A medida e o relatório
A MP, editada em março, busca impedir a realização de fretes abaixo dos valores definidos pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e reacende um debate que acompanha o setor desde a criação da política de pisos mínimos após a greve dos caminhoneiros de 2018.
Um dos dispositivos que mais gerou críticas desde a edição da Medida Provisória foi quanto às multas e a aplicação de penalidades, incluindo a suspensão do transporte por tempo determinado.
No relatório apresentado, o texto retira a multa que poderia chegar a R$ 10 milhões e estabelece uma nova regra proporcional ao descumprimento do piso mínimo. Pela proposta, a penalidade corresponderá ao dobro da diferença entre o valor pago e o piso estabelecido pela ANTT.
O relatório também amplia o número de infrações necessárias para aplicação de sanções mais severas e converte em advertências as multas aplicadas antes da publicação da futura lei.
Esse ponto é uma das principais reclamações do setor produtivo, que acredita que isso diminui a liberdade de negociação. Trovão declarou que esse ponto não será alterado e que atendeu 80% das demandas do setor produtivo.
O texto também determina que o pagamento do frete deverá ser quitado em até 30 dias. Para transportadores autônomos, ao menos 70% do valor deverá ser antecipado e o restante quitado em até três dias após a prestação do serviço.
Outra novidade é a possibilidade de a ANTT criar pisos mínimos diferenciados conforme características específicas das operações, como tipo de carga, necessidade de equipamentos especiais e modalidade operacional.
Durante a apresentação do relatório, Zé Trovão afirmou que o dispositivo será ajustado para deixar explícito que nenhuma dessas peculiaridades poderá resultar em pagamento inferior ao piso mínimo nacional.
Outros pontos do relatório são: a obrigatoriedade de contratação de transportadores autônomos em pelo menos 30% das operações (hoje, essa exigência é de 14%); e converter todas as multas aplicadas antes da publicação da nova lei em advertências.
Um dos pontos mais sensíveis do relatório, no entanto, é a anistia de caminhoneiros que estiveram presentes nas manifestações de dezembro de 2022. Segundo Trovão, esses profissionais não participaram dos protestos e estavam junto com os demais manifestantes porque tiveram os caminhões bloqueados.
A Polícia Civil de Limeira (SP) investiga indícios de ocultação de provas no inquérito que apura a morte de Maria Eduarda Rodrigues, de 21 anos, ocorrida no último sábado (13).
O equipamento, que capturava as imagens do salto, não foi localizado pela polícia.
Relato de testemunha e sumiço de provas
De acordo com o depoimento da testemunha, que era um cliente que aguardava para saltar, o dispositivo foi removido antes da chegada do socorro. Os investigadores consideram o desaparecimento da câmera um fator crítico, pois o vídeo poderia detalhar as falhas nos protocolos de segurança.
Além do sumiço do equipamento, o boletim de ocorrência registra que instrutores tentaram deixar o local e trocaram de roupa após o acidente, permanecendo em silêncio quando questionados sobre a motivação da troca.
Análise jurídica: fraude e obstrução
A prática de remover a câmera do local do acidente possui implicações criminais diretas.
Segundo a advogada criminalista Ana Krasovic, a retirada do objeto “poderia se encaixar no crime de fraude processual, que seria a alteração da realidade física para enganar a atividade jurisdicional ou pericial”.
Por outro lado, a exclusão imediata do perfil no Instagram e do grupo de WhatsApp da empresa, embora tenha gerado críticas de clientes e familiares, possui interpretação jurídica distinta.
“Não pode ser interpretada como conduta criminosa, nem justificar qualquer responsabilização em qualquer seara do direito”, explica Krasovic sobre essa ação específica.
Para Beatriz Alaia Colin, especialista em Direito Penal, a investigação deve focar em verificar se os responsáveis criaram, fiscalizaram e exigiram o cumprimento de protocolos de segurança capazes de evitar acidentes.
“Nesses casos, a Justiça costuma se apoiar em perícias, protocolos amplamente aceitos pela comunidade técnica, cursos de especialização, experiência prática e normas gerais de segurança aplicáveis a atividades de risco”, afirma.
Testemunha filmou e tentou ajudar
Uma enfermeira que presenciou o acidente fatal de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), prestou depoimento à Polícia Civil detalhando o ocorrido no último sábado. Ela registrou em vídeo o momento em que Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, foi lançada.
Após a queda de aproximadamente 40 metros, a testemunha desceu até a base da ponte e realizou manobras de reanimação na tentativa de salvar a vítima.
O registro do acidente e o socorro
A mulher relatou que estava no local para realizar seu próprio salto e começou a filmar Maria Eduarda para enviar as imagens a uma tia. No depoimento, a enfermeira explicou que, no momento do arremesso, estava focada na gravação e não percebeu imediatamente a ausência do equipamento.
Ela só notou a gravidade da situação quando ouviu gritos de outras pessoas e o barulho do impacto. O vídeo, entregue às autoridades, mostra o momento em que três instrutores erguem a jovem e a lançam em queda livre.
Ao constatar o acidente, ela identificou-se como profissional de saúde e solicitou ajuda para descer até a margem do rio onde a vítima estava caída.
“Eu comecei a gritar que era enfermeira para me levarem para baixo”, afirmou em sua oitiva.
Segundo o relato, Maria Eduarda ainda apresentava sinais vitais mínimos ao ser encontrada, mas entrou em óbito por politraumatismo antes da chegada do SAMU.
A dinâmica do acidente
A investigação aponta que Maria Eduarda realizaria o primeiro salto da modalidade “aviãozinho” do dia, na qual o praticante é erguido e lançado pelos instrutores.
A delegada responsável pelo caso considerou que os envolvidos assumiram o risco de produzir a morte ao não adotarem cautelas indispensáveis em uma atividade de alto risco.
A Justiça converteu a prisão em flagrante em preventiva, fundamentada na periculosidade da conduta e na necessidade de garantir a ordem pública.
O caso segue sob investigação da Delegacia Seccional de Limeira.
Uma enfermeira identificada que presenciou o acidente fatal de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), prestou depoimento à Polícia Civil detalhando o ocorrido no último sábado (13).
Ela registrou em vídeo o momento em que Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, foi lançada da estrutura sem a corda de segurança acoplada ao corpo.
Após a queda de aproximadamente 40 metros, a testemunha desceu até a base da ponte e realizou manobras de reanimação na tentativa de salvar a vítima.
O registro do acidente e o socorro
A mulher relatou que estava no local para realizar seu próprio salto e começou a filmar Maria Eduarda para enviar as imagens a uma tia. No depoimento, a enfermeira explicou que, no momento do arremesso, estava focada na gravação e não percebeu imediatamente a ausência do equipamento.
Ela só notou a gravidade da situação quando ouviu gritos de outras pessoas e o barulho do impacto. O vídeo, entregue às autoridades, mostra o momento em que três instrutores erguem a jovem e a lançam em queda livre.
Ao constatar o acidente, a testemunha identificou-se como profissional de saúde e solicitou ajuda para descer até a margem do rio onde a vítima estava caída.
“Eu comecei a gritar que era enfermeira para me levarem para baixo”, afirmou em sua oitiva.
Segundo o relato, Maria Eduarda ainda apresentava sinais vitais mínimos ao ser encontrada, mas entrou em óbito por politraumatismo antes da chegada do SAMU.
Alto faturamento
No dia do acidente que vitimou Maria Eduarda, o grupo organizador planejava realizar entre 80 e100 saltos. Com taxas fixas de R$ 180 por salto e cobrança adicional de R$ 110 por gravações com câmeras GoPro, a arrecadação bruta estimada para a data seria de no mínimo R$ 15 mil.
A atividade era promovida pela empresa Entre Cordas, que utilizava o Instagram para atrair clientes, acumulando mais de 80 mil seguidores.
Apesar do volume financeiro e da estrutura comercial, os responsáveis admitiram à Polícia Civil que o grupo não possuía CNPJ, alvará municipal ou qualquer autorização formal para operar na ponte.
Comprovantes de transações bancárias foram apreendidos, reforçando a natureza lucrativa do evento.
A dinâmica do acidente
A investigação aponta que Maria Eduarda realizaria o primeiro salto da modalidade “aviãozinho” do dia, na qual o praticante é erguido e lançado pelos instrutores.
Registros audiovisuais entregues por testemunhas confirmam que a jovem foi lançada em queda livre de uma altura de aproximadamente 30 metros, sem qualquer conexão com o sistema de cordas.
A delegada responsável pelo caso considerou que os envolvidos assumiram o risco de produzir a morte ao não adotarem cautelas indispensáveis em uma atividade de alto risco.
A Justiça converteu a prisão em flagrante em preventiva, fundamentada na periculosidade da conduta e na necessidade de garantir a ordem pública.
O caso segue sob investigação da Delegacia Seccional de Limeira.
No dia do acidente que vitimou Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), o grupo organizador planejava realizar entre 80 e 100 saltos.
Com taxas fixas de R$ 180 por salto e cobrança adicional de R$ 110 por gravações com câmeras GoPro, a arrecadação bruta estimada para a data seria de no mínimo R$ 15 mil.
Operação comercial sem regulamentação
A atividade era promovida pela empresa Entre Cordas, que utilizava o Instagram para atrair clientes, acumulando mais de 80 mil seguidores.
Apesar do volume financeiro e da estrutura comercial, os responsáveis admitiram à Polícia Civil que o grupo não possuía CNPJ, alvará municipal ou qualquer autorização formal para operar na ponte.
Comprovantes de transações bancárias foram apreendidos, reforçando a natureza lucrativa do evento.
O que dizem envolvidos
Em depoimento, o instrutor Luis Felipe, um dos presos no caso, classificou o ocorrido como uma “fatalidade” e afirmou que a equipe atua na área há cerca de um ano.
Segundo ele, o rope jump não possui regulamentação específica no Brasil, o que exime a necessidade de autorizações formais, dependendo apenas da experiência dos instrutores.
Felipe relatou que todos os saltos anteriores do dia passaram por fiscalização e que não consegue compreender o que houve no momento do acidente.
“É algo que a gente está sem entender até agora”, disse à autoridade policial.
Maicon Fernandes, também responsável pela operação técnica, afirmou que o equipamento utilizado tem capacidade para suportar mais de duas toneladas.
Ao ser questionado sobre a ausência da corda, Maicon declarou não entender como não percebeu a falha antes do arremesso. O instrutor não soube precisar se a responsabilidade final da checagem naquele salto específico era sua ou de Felipe.
Vitor de Freitas, que auxiliou no lançamento da vítima na modalidade conhecida como “aviãozinho”, declarou que sua função era apenas equipar os clientes e ajudar no impulso inicial.
Ele afirmou que o procedimento de colocação da corda é padrão para todas as modalidades e que a equipe nunca havia registrado acidentes anteriormente.
A dinâmica do acidente
A investigação aponta que Maria Eduarda realizaria o primeiro salto da modalidade “aviãozinho” do dia, na qual o praticante é erguido e lançado pelos instrutores.
Registros audiovisuais entregues por testemunhas confirmam que a jovem foi lançada em queda livre de uma altura de aproximadamente 30 metros, sem qualquer conexão com o sistema de cordas.
A delegada responsável pelo caso considerou que os envolvidos assumiram o risco de produzir a morte ao não adotarem cautelas indispensáveis em uma atividade de alto risco.
A Justiça converteu a prisão em flagrante em preventiva, fundamentada na periculosidade da conduta e na necessidade de garantir a ordem pública.
O caso segue sob investigação da Delegacia Seccional de Limeira.
Três instrutores foram presos após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, ocorrida no último sábado (13), na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP).
Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra e Vitor de Freitas Gonçalves apresentaram suas versões à Polícia Civil de São Paulo, e foram autuados em flagrante por homicídio com dolo eventual, após a vítima ser arremessada da estrutura sem a corda de segurança.
Em depoimento, Luis Felipe classificou o ocorrido como uma “fatalidade” e afirmou que a equipe atua na área há cerca de um ano.
Segundo ele, o rope jump não possui regulamentação específica no Brasil, o que exime a necessidade de autorizações formais, dependendo apenas da experiência dos instrutores.
Felipe relatou que todos os saltos anteriores do dia passaram por fiscalização e que não consegue compreender o que houve no momento do acidente. “É algo que a gente está sem entender até agora”, disse à autoridade policial.
Lapsos na verificação de segurança
Maicon Fernandes, também responsável pela operação técnica, afirmou que o equipamento utilizado tem capacidade para suportar mais de duas toneladas.
Ao ser questionado sobre a ausência da corda, Maicon declarou não entender como não percebeu a falha antes do arremesso. O instrutor não soube precisar se a responsabilidade final da checagem naquele salto específico era sua ou de Felipe.
Vitor de Freitas, que auxiliou no lançamento da vítima na modalidade conhecida como “aviãozinho”, declarou que sua função era apenas equipar os clientes e ajudar no impulso inicial.
Ele afirmou que o procedimento de colocação da corda é padrão para todas as modalidades e que a equipe nunca havia registrado acidentes anteriormente.
A dinâmica do acidente
A investigação aponta que Maria Eduarda realizaria o primeiro salto da modalidade “aviãozinho” do dia, na qual o praticante é erguido e lançado pelos instrutores.
Registros audiovisuais entregues por testemunhas confirmam que a jovem foi lançada em queda livre de uma altura de aproximadamente 30 metros, sem qualquer conexão com o sistema de cordas.
A delegada responsável pelo caso considerou que os envolvidos assumiram o risco de produzir a morte ao não adotarem cautelas indispensáveis em uma atividade de alto risco.
A Justiça converteu a prisão em flagrante em preventiva, fundamentada na periculosidade da conduta e na necessidade de garantir a ordem pública.
O caso segue sob investigação da Delegacia Seccional de Limeira.
A polícia investiga o paradeiro de uma câmera do modelo GoPro que estava com Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, no momento em que ela foi arremessada da Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), durante um salto de rope jump. A jovem morreu após cair de uma altura estimada entre 30 e 40 metros sem estar presa às cordas de segurança.
Durante a audiência de custódia realizada no último domingo (14), o representante do MPSP (Ministério Público de São Paulo), Enrico Paisani, afirmou que Maria Eduarda segurava a câmera no momento em que foi arremessada da ponte.
O equipamento, no entanto, desapareceu após o acidente, e os investigadores acreditam que as imagens registradas por ele podem ser fundamentais para esclarecer o que ocorreu durante o salto.
Testemunha relata retirada da câmera do corpo da vítima
Segundo esses registros, o procedimento de segurança exigido — que incluía a colocação de uma corda no peitoral da vítima e dupla checagem pelos operadores — não foi realizado.
Prisão preventiva dos três funcionários é mantida
Três funcionários da empresa foram presos em flagrante após o ocorrido. Durante a audiência de custódia, o juiz Paulo Henrique Stahlberg constatou que a prisão em flagrante está em ordem e converteu o flagrante em prisão preventiva.
Conforme revelado em interrogatórios, o procedimento padrão para o salto exigia a colocação de uma corda de segurança no peitoral da praticante antes do arremesso, seguida de dupla checagem dos operadores — etapas que não foram cumpridas no caso de Maria Eduarda.
Instrutor classifica morte como “fatalidade”
A CNN teve acesso aos vídeos dos depoimentos dos presos. Em um dos relatos, um dos instrutores afirmou não se recordar se a responsabilidade pela colocação da corda era dele ou de outro colega.
“Cara, eu acho que foi realmente uma fatalidade que aconteceu. Ninguém sai de casa para cometer um negócio desse”, disse o instrutor durante o depoimento.
As investigações prosseguem e, com a localização da câmera GoPro, os investigadores esperam que as imagens gravadas pelo equipamento ampliem a compreensão sobre o que foi negligenciado durante o salto.
Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu no último sábado (13/06) na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), após ser lançada sem cordas de uma altura de cerca de 40 metros (equivalente a um prédio de 12 andares) em um salto de rope jump.
Segundo a SPU, em 2024, quando ocorreu um outro acidente fatal no local envolvendo uma ciclista, foi solicitado às prefeituras que bloqueassem o acesso à ponte. “Em 2024, em função dessa parceria, a ponte foi bloqueada por alguns meses. Posteriormente, a reabertura foi discutida e defendida por empresários locais em sessão na Câmara de Limeira”, diz nota do órgão.
A prefeitura de Limeira informou que vai processar o governo federal por omissão. Segundo a nota, desde 2025 a administração municipal cobrava providências dos órgãos federais responsáveis pela ponte. “A responsabilidade pela fiscalização, manutenção e controle de acesso à Ponte do Esqueleto é exclusivamente do Governo Federal.”
Segundo a SSP de São Paulo, a morte aconteceu durante atividade de rope jump promovida por empresa privada, que não amarrou a corda na jovem antes do salto. Após a morte, a Polícia Militar prendeu três homens em flagrante por homicídio com dolo eventual.
O advogado Arthur Rollo afirmou que a responsabilidade é solidária entre União e prefeitura. “A União deveria ter zelado por aquela área e impedido o acesso, e a prefeitura de Limeira já sabe que aquela área é utilizada para atividades de aventura e deveria ter fiscalizado isso.”
Durante a audiência de custódia realizada, no último domingo (14), o representante do MPSP (Ministério Público de São Paulo), Enrico Paisani, afirmou que a vítima que morreu durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto em Limeira (SP), na manhã de sábado (13), segurava uma câmera do modelo GoPro, que desapareceu.
O juiz do caso, Paulo Henrique Stahlberg, constatou que a prisão em flagrante dos três homens responsáveis pelo caso, está formal e materialmente em ordem, e portanto não é o caso de relaxamento da prisão dos indivíduos. Além disso, determinou a conversão do flagrante em prisão preventiva.
“No caso concreto, os indícios apontam que os autuados não adotaram as cautelas mínimas e indispensáveispara a realização de uma atividade intrinsecamente perigosa que envolvia arremessar pessoas de uma altura de mais de 30 metros”, afirmou Stahlberg.
Segundo o juiz, o procedimento padrão para o salto, conforme revelado nos interrogatórios, exigia a colocação de uma corda de segurança no peitoral da vítima antes do arremesso, seguida de dupla checagem pelos operadores. No entanto, a filmagem testemunhal demonstrou, de forma cristalina, que a vítima foi arremessada sem qualquer corda de proteção, caindo em queda livre.
“Os indiciados Luiz Felipe e Maicon, reconhecidos como os responsáveis diretos pela colocação da corda naquele salto, não conseguiram explicar a omissão.”, concluiu o juiz.
Paulo Henrique Stahlberg reconheceu que o crime se encaixa como homicídio doloso na modalidade dolo eventual, e reforçou que a prisão preventiva é necessária diante da gravidade concreta do crime e do modo de execução que revela o risco à ordem pública e à aplicação da lei penal em caso de soltura dos agentes.
Segundo à decisão, os fundamentos concretos para a manutenção da prisão cautelar, revelada pelo risco concreto à ordem pública e à garantia da aplicação da lei penal, são evidenciados por circunstâncias que tornam o delito particularmente irrepreensível, sendo elas:
A morte da vítima jovem de 21 anos em circunstâncias absolutamente evitáveis.
A grosseira negligência na execução da atividade comercial de alto risco caracterizada pela omissão deliberada de equipamentos de segurança indispensável.
A premeditação implícita na organização da atividade sem observância de protocolos de gerenciamento de risco, revelando a aceitação consciente do risco-morte.
O aproveitamento da vulnerabilidade da vítima que confiava na competência e responsabilidade dos organizadores.
A tentativa de fuga e alteração de vestimentas após o evento, demonstrando consciência da ilicitude e intenção de alguma forma obstruir a investigação.
A natureza comercial da conduta que agrava a responsabilidade.
“O crime imputado é doloso e punido em abstrato com pena privativa de liberdade máxima superior a quatro anos, o que conduz então ao preenchimento da condição de admissibilidade da prisão preventiva, previsto no artigo 303, inciso 1 do Código de Processo Penal”, concluiu.
O juiz afirmou ainda que a o fato dos autuados serem pessoas sem antecedentes criminais formais e terem ocupação lícita em residência fixa, argumentos levantados pela defesa, não se revelam suficientes para afastar a necessidade da prisão preventiva.
Relembre o caso
A vítima foi arremessada daponte por três indivíduos, sem a devida verificação ou utilização de equipamento essencial de segurança. Diversas pessoas acompanhavam o esporte radical.
A empresa que realiza os saltos não colocou a corda que deveria segurar ajovem, que foi lançada de cerca de 40 metros.
Segundo o boletim de ocorrência, quando os agentes da polícia chegaram ao local, encontraram dois indivíduos próximos à vítima e questionaram o que teria ocorrido. Quando um dos policiais se afastou para prestar apoio ao resgate, os indivíduos fugiram em direção a uma área de vegetação.
Por conta disso, foi solicitado apoio de outras viaturas e da aeronave da PM para localizar os homens.
A Polícia Civil entendeu que os elementos indicam que os investigados assumiram o risco de produzir o resultado morte, o qual efetivamente ocorreu. As autoridades apontaram que além da falta de segurança, o local apresenta um histórico de ocorrências graves, inclusive com outras mortes.
Por isso, os três foram presos em flagrante por homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de cometer o crime.
De acordo com a GNR, o incidente ocorreu hoje quando os três homens seguiram a vítima até à sua casa. Após forçarem a entrada, amordaçaram o proprietário e subtraíram uma quantia significativa de dinheiro e objetos em ouro.
A Guarda Nacional Republicana informou que os assaltantes se colocaram em fuga no automóvel da vítima após o roubo.
A investigação do caso foi transferida para a Polícia Judiciária (PJ) de Vila Real, que agora está a liderar as diligências necessárias para identificar e capturar os suspeitos.
Goiânia foi escolhida para sediar uma das principais programações do motocross em 2026. Entre os dias 19 e 21 de junho, a capital recebeu a sexta etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross, o GP Latino-Americano da modalidade e a segunda etapa do Campeonato Goiano, o que consolida o município no calendário de grandes eventos do esporte a motor.
A competição reuniu mais de 500 pilotos e representantes de 22 nações. A estrutura contou com milhares de profissionais envolvidos na organização, suporte técnico e logística, o que transformou Goiânia em um dos principais centros esportivos do continente durante o fim de semana.
A administração municipal assumiu a construção da pista e toda a estrutura operacional necessária para a realização das provas. O anúncio oficial da escolha de Goiânia ocorreu por meio do prefeito Sandro Mabel, que destacou a importância do evento para o fortalecimento do esporte e para a projeção da cidade em nível internacional.
A expectativa da organização aponta público entre 30 mil e 40 mil pessoas ao longo dos três dias. Com entrada gratuita mediante doação de um quilo de alimento não perecível, o evento impulsiona setores como hotelaria, alimentação, transporte e turismo, ao gerar impacto positivo na economia local.
Após voltar ao cenário mundial do motociclismo com a realização do MotoGP no Autódromo Internacional Ayrton Senna, Goiânia ampliou sua presença entre os grandes palcos do esporte a motor. O Estado também mantém articulações para receber futuras competições internacionais, junto de uma etapa da Fórmula Indy.
Em comunicado, o movimento sustenta que o Decreto-Lei n.º 30/2021 atribui à Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) a competência para constituir comissões de acompanhamento de projetos mineiros quando tal se justifique, integrando representantes dos municípios, juntas de freguesia e associações locais e ambientais. Por isso, “a questão jurídica é central e não pode ser ignorada”, considera.
Segundo o movimento, a estrutura anunciada pela empresa concessionária da Mina da Borralha é uma iniciativa privada, criada e organizada pelo próprio promotor do projeto, não reunindo os requisitos de independência previstos na legislação.
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O anúncio foi feito pelo presidente da Mesa da Assembleia Geral, João Alves Soares, através de um edital divulgado pela instituição.
O processo eleitoral entra agora numa fase decisiva, com a abertura do prazo para apresentação de listas candidatas aos diferentes órgãos sociais da associação. As candidaturas poderão ser entregues entre os dias 11 e 19 de junho, terminando o prazo às 18h00 do último dia.
As listas deverão ser apresentadas na sede da corporação, junto dos serviços administrativos, em envelope fechado dirigido ao presidente da Mesa da Assembleia Geral. Após o encerramento do prazo, as candidaturas serão analisadas entre os dias 20 e 24 de junho, sendo posteriormente comunicada aos proponentes a sua aceitação ou a necessidade de eventuais correções.
Caso sejam necessárias alterações ou regularizações, estas poderão ser efetuadas até 28 de junho. As listas definitivas e validadas serão afixadas na sede da associação nos dias 29 e 30 de junho.
Podem integrar as listas e participar na votação os associados com a situação regularizada e com o pagamento da quota referente ao ano de 2025 efetuado.
A convocatória da Assembleia Geral Eleitoral, com indicação do horário de funcionamento da votação, da proclamação dos resultados e da tomada de posse dos eleitos, será divulgada em simultâneo com a afixação das listas admitidas.
O Autódromo Internacional de Goiânia Ayrton Senna passará por uma nova intervenção para substituição completa da capa asfáltica. A medida foi anunciada pelo Governo de Goiás, nesta quarta-feira (03/06), após avaliações técnicas apontarem imperfeições localizadas no pavimento recém-modernizado. Apesar de o problema não comprometer as atividades do circuito, o Estado determinou a troca integral do asfalto dentro da garantia contratual e sem despesas adicionais aos cofres públicos.
O cronograma prevê o início dos trabalhos em julho. A primeira etapa inclui a retirada da camada atual do asfalto, seguida por análises técnicas e ajustes de calibração. Na sequência, equipes executarão a nova pavimentação, com conclusão prevista para agosto. Após essa fase, o pavimento passará por um período de cura antes da retomada das competições motorizadas.
Segundo o planejamento apresentado, a pista ficará apta para receber eventos automobilísticos e de motovelocidade a partir de outubro. Durante o período de estabilização do asfalto, o espaço poderá receber atividades como corridas de rua e provas de ciclismo. As competições previstas entre junho e setembro terão novas datas definidas pela organização.
A Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra) acompanhará todas as etapas da obra. De acordo com o governo estadual, a substituição integral busca garantir uniformidade do pavimento, ampliar a durabilidade da pista e eliminar qualquer possibilidade de novos desgastes prematuros.
O circuito passou recentemente por uma ampla modernização que consumiu cerca de R$ 250 milhões em investimentos públicos. A reforma colocou a estrutura entre as mais modernas da América Latina e permitiu a obtenção da homologação Grau A da Federação Internacional de Motociclismo (FIM), certificação máxima exigida para grandes eventos internacionais.