La Guardia Revolucionaria de Irán ha lanzado ataques en la madrugada de este miércoles contra bases estadounidenses en Jordania, Baréin y Kuwait, en represalia por la ofensiva militar de Washington en los alrededores del estrecho de Ormuz a raíz del derribo de un helicóptero militar de Estados Unidos el martes. El mayor intercambio de fuego entre Irán y EE UU en dos meses de alto el fuego se suma a otras escaramuzas recientes y embarra aún más el diálogo con Teherán que el presidente Donald Trump ha descrito al menos 38 veces como a punto de parir un acuerdo, según un recuento efectuado por la cadena CNN. Tras el último fuego cruzado, el portavoz del Ministerio de Exteriores de Irán, Esmaeil Bagaei, ha asegurado que “revisará la situación” de las negociaciones" porque “el proceso diplomático necesita un clima mínimo” para avanzar, y Trump ha amenazado a Teherán: “Han tardado demasiado en negociar un acuerdo que habría sido genial para ellos. ¡Ahora tendrán que pagar el precio!”
Países do Oriente Médio têm criticado a mais recente série de ataques retaliatórios do Irã contra estados da região, que Teerã afirmou terem sido disparados contra alvos militares dos Estados Unidos.
A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã afirmou ter lançado ataques contra bases americanas na região na madrugada desta quarta-feira (10). Isso ocorreu após ataques anteriores dos EUA contra Teerã.
O Ministério das Relações Exteriores do Egito declarou que “condena nos termos mais veementes” os ataques iranianos contra a Jordânia, o Bahrein e o Kuwait nesta quarta-feira.
Os ataques, segundo o comunicado, “representam uma violação flagrante da soberania e da integridade territorial desses países irmãos, e uma escalada muito perigosa que ameaça a segurança e a estabilidade de toda a região”.
O Ministério das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos condenou o que descreveu como “ataques terroristas iranianos contra o Bahrein, o Kuwait e a Jordânia” e ofereceu total solidariedade dos Emirados Árabes Unidos aos três países.
Retomada de ataques
A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter realizado ataques com mísseis e drones contra bases militares americanas na Jordânia, no Kuwait e no Bahrein nesta quarta-feira (10), em retaliação aos ataques dos EUA contra alvos iranianos ao redor do Estreito de Ormuz.
A troca de acusações, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que o Irã havia abatido um helicóptero Apache americano perto do estreito, representa uma das escaladas mais significativas desde que Washington e Teerã concordaram com um cessar-fogo em abril.
Os militares americanos disseram ter atacado defesas aéreas iranianas, estações de controle terrestre e radares de vigilância, em uma “resposta proporcional” ao abate do helicóptero, cujos dois tripulantes foram resgatados.
Os ataques de retaliação, poucos dias depois do Irã ter trocado bombardeios com Israel pela primeira vez desde o cessar-fogo, lançaram novas dúvidas sobre as perspectivas de um acordo para pôr fim à guerra, que começou em 28 de fevereiro com ataques conjuntos dos EUA e de Israel contra Teerã.
Os ataques dos EUA duraram cerca de quatro horas, com o Comando Central dos EUA informando pouco antes das 22h (horário de Brasília) que as operações haviam sido encerradas. Um oficial americano afirmou que quase 20 alvos iranianos foram atingidos.
A IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica do Irã) informou que a ilha de Qeshm e a cidade portuária de Sirik foram atacadas. A mídia iraniana também noticiou explosões em Bandar Abbas, outra cidade portuária, e posteriormente perto de Jask, na entrada do Estreito de Ormuz.
Acordo de paz parece distante
O cessar-fogo no início de abril foi anunciado com planos para negociações de paz. Desde então, diplomatas têm buscado reabrir o Estreito de Ormuz, encerrar o bloqueio americano aos portos iranianos e criar um caminho para negociações sobre o programa nuclear do Irã.
Trump afirmou repetidamente que um acordo está próximo, mas, apesar de várias rodadas de negociações indiretas mediadas pelo Paquistão e pelo Catar, os dois lados ainda parecem muito distantes.
Os combates em uma guerra paralela entre Israel e militantes do Hezbollah, apoiados pelo Irã, no Líbano, continuaram, e Teerã manteve restrições à maior parte da navegação pelo estreito, que antes da guerra transportava um quinto do petróleo bruto e do gás natural liquefeito do mundo.
Washington manteve seu próprio bloqueio aos portos iranianos.
As exigências de Teerã incluem o levantamento das sanções internacionais, a liberação de bilhões de dólares em ativos congelados, o reconhecimento de seu controle sobre o estreito e o fim dos combates no Líbano.
Ramala, 10 jun (Prensa Latina) El Ejército israelí mató a 21 mil 700 estudiantes e hirieron a más de 32 mil en los territorios ocupados desde el estallido del actual ciclo de violencia, en octubre de 2023, denunció hoy una fuente oficial palestina.
Amán, 10 jun (Prensa Latina) Las autoridades de Jordania, Kuwait y Baréin informaron hoy la interceptación de objetivos aéreos hostiles atribuidos a Irán, en el contexto de la creciente tensión militar en la región, tras el intercambio de ataques con Estados Unidos.
La Unión Europea se basa en el Estado de Derecho y sus leyes y acuerdos internacionales son vinculantes para los Estados miembros. Resulta alarmante que, en la actualidad, la credibilidad de la UE ante sus propios ciudadanos y votantes —y ante la mayor parte del mundo— se vea socavada por su incapacidad para demostrar liderazgo moral y político en la defensa del derecho internacional y, en particular, en la aplicación de los términos jurídicos del Acuerdo de Asociación UE-Israel.
Abeer Abu Younis llora junto al cuerpo de su hijo Mustafá, de 14 años, muerto el domingo en un ataque aéreo israelí en Jan Yunis, al sur de la franja de Gaza.
As Forças Armadas da Jordânia afirmaram nesta quarta-feira (10) que interceptaram e abateram cinco mísseis lançados do Irã em direção à área da base aérea americana em Al-Azraq, na Jordânia.
Os militares acrescentaram que os destroços da operação de interceptação caíram em território jordaniano, mas não causaram feridos nem danos materiais.
Segundo a mídia estatal, os alvos incluíam hangares de caças F-35 e um centro de comando em controle. Teerã teria utilizado mísseis de longo alcance durante a ofensiva.
A IRGC disse estar preparada para uma resposta “esmagadora e decisiva” a qualquer ataque dos EUA.
Não houve relatos de sirenes de alerta aéreo na Jordânia.
Troca de ataques
No início da noite desta terça-feira, o CENTCOM (Comando Central dos EUA) afirmou que suas forças começaram a lançar ataques de “autodefesa” contra o Irã às 18h (horário de Brasília), em resposta à queda de um helicóptero Apache do Exército dos EUA.
A extensão e a intensidade dos ataques dos EUA não ficaram imediatamente claras, embora a publicação do Comando Central os tenha descrito como uma “resposta proporcional à agressão injustificada do Irã”.
Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que foi informado pelo Exército Americano que o Irã abateu um helicóptero Apache dos EUA que caiu na costa de Omã.
“As forças do CENTCOM atacaram sistemas de defesa aérea iranianos, estações de controle terrestre e radares de vigilância perto do Estreito de Ormuz com munições de precisão disparadas por caças da Força Aérea e da Marinha dos EUA”, disse o CENTCOM em comunicado à imprensa.
Las autoridades israelíes están directamente implicadas en ataques de colonos judíos que han desplazado a miles de palestinos y han causado muertos y heridos en la Cisjordania ocupada, según ha afirmado una investigación de la ONU publicada este martes. El informe de la Comisión Internacional Independiente de Investigación sobre el Territorio Palestino Ocupado ha concluido que el Gobierno israelí ha facilitado los ataques de colonos mediante apoyo financiero y militar, en un clima de impunidad fomentado por los propios organismos judiciales y las instituciones encargadas de aplicar la ley. También ha determinado que Hamás ha cometido crímenes de guerra contra palestinos e israelíes.
Comandada pelo craque Lionel Messi, a seleção da Argentina inicia a Copa do Mundo, que será disputada entre os dias 11 de junho e 19 de julho, com o sonho de manter o título da competição. E a campanha dos hermanos terá início no Grupo J, ao lado de Argélia, Jordânia e Áustria.
Após uma trajetória emocionante que culminou com o título no Mundial do Catar, em 2022, a equipe comandada pelo técnico Lionel Scaloni fez um bom ciclo (com a conquista dos títulos das Eliminatórias Sul-Americanas e da Copa América de 2024) e é apontada como uma das grandes candidatas a ficar com o título (ao lado de França e Espanha) na competição que terá como sedes os EUA, o Canadá e o México.
Já aos 38 anos de idade, Messi continua sendo o grande nome da seleção de seu país, mas agora depende ainda mais de uma equipe que possa colocá-lo em boas condições de desiquilibrar os jogos. Para isto nomes como os dos meio-campistas Enzo Fernández, do Chelsea (Inglaterra), e Alexis Mac Allister, do Liverpool (Inglaterra), têm papel fundamental.
Outras peças importantes da equipe são o experiente goleiro Emiliano Martínez, do Aston Villa (Inglaterra), e o talentoso atacante Julián Alvarez, formado no River Plate (Argentino) e que, após passagem pelo Manchester City (Inglaterra), agora defende o Atlético de Madrid (Espanha).
A segunda força do Grupo J é a Argélia. A equipe africana disputa um Mundial pela quinta vez em sua história (após as presenças em 1982, 1986, 2010 e 2014). E a Copa disputada no Brasil foi o palco da melhor campanha das Raposas do Deserto, as oitavas de final.
O técnico bósnio Vladimir Petkovic tem em seu plantel peças interessantes. O primeiro é o goleiro Luca Zidane, filho do craque francês Zinédine Zidane. O experiente Riyad Mahrez, ponta do Al-Ahli (Arábia Saudita) com passagem marcante pelo Manchester City (Inglaterra), e o lateral-esquerdo Rayan Aït-Nouri, do Manchester City, também podem desequilibrar.
Quem também aparece como candidato a garantir uma vaga na segunda fase é a Áustria. A confiança em uma boa campanha vem na proposta de jogo adotada pelo técnico alemão Ralf Rangnick, baseada na pressão na defesa e nas transições em velocidade no ataque.
Em seu retorno à uma Copa após um intervalo de 28 anos, a Áustria aposta no volante Konrad Laimer, do Bayern de Munique (Alemanha), no meia Marcel Sabitzer, do Borussia Dortmund (Alemanha), e no experiente lateral David Alaba, do Real Madrid (Espanha).
Já o patinho feio da chave é a Jordânia, que defende um Mundial de seleções masculinas pela primeira vez na história. Sem nomes de grande destaque no panorama internacional, a equipe comandada pelo técnico marroquino Jamal Sellami tem a disciplina tática e a organização coletiva como suas maiores virtudes.
Comandada pelo craque Lionel Messi, a seleção da Argentina inicia a Copa do Mundo, que será disputada entre os dias 11 de junho e 19 de julho, com o sonho de manter o título da competição. E a campanha dos hermanos terá início no Grupo J, ao lado de Argélia, Jordânia e Áustria.
Após uma trajetória emocionante que culminou com o título no Mundial do Catar, em 2022, a equipe comandada pelo técnico Lionel Scaloni fez um bom ciclo (com a conquista dos títulos das Eliminatórias Sul-Americanas e da Copa América de 2024) e é apontada como uma das grandes candidatas a ficar com o título (ao lado de França e Espanha) na competição que terá como sedes os EUA, o Canadá e o México.
Já aos 38 anos de idade, Messi continua sendo o grande nome da seleção de seu país, mas agora depende ainda mais de uma equipe que possa colocá-lo em boas condições de desiquilibrar os jogos. Para isto nomes como os dos meio-campistas Enzo Fernández, do Chelsea (Inglaterra), e Alexis Mac Allister, do Liverpool (Inglaterra), têm papel fundamental.
Outras peças importantes da equipe são o experiente goleiro Emiliano Martínez, do Aston Villa (Inglaterra), e o talentoso atacante Julián Alvarez, formado no River Plate (Argentino) e que, após passagem pelo Manchester City (Inglaterra), agora defende o Atlético de Madrid (Espanha).
A segunda força do Grupo J é a Argélia. A equipe africana disputa um Mundial pela quinta vez em sua história (após as presenças em 1982, 1986, 2010 e 2014). E a Copa disputada no Brasil foi o palco da melhor campanha das Raposas do Deserto, as oitavas de final.
O técnico bósnio Vladimir Petkovic tem em seu plantel peças interessantes. O primeiro é o goleiro Luca Zidane, filho do craque francês Zinédine Zidane. O experiente Riyad Mahrez, ponta do Al-Ahli (Arábia Saudita) com passagem marcante pelo Manchester City (Inglaterra), e o lateral-esquerdo Rayan Aït-Nouri, do Manchester City, também podem desequilibrar.
Quem também aparece como candidato a garantir uma vaga na segunda fase é a Áustria. A confiança em uma boa campanha vem na proposta de jogo adotada pelo técnico alemão Ralf Rangnick, baseada na pressão na defesa e nas transições em velocidade no ataque.
Em seu retorno à uma Copa após um intervalo de 28 anos, a Áustria aposta no volante Konrad Laimer, do Bayern de Munique (Alemanha), no meia Marcel Sabitzer, do Borussia Dortmund (Alemanha), e no experiente lateral David Alaba, do Real Madrid (Espanha).
Já o patinho feio da chave é a Jordânia, que defende um Mundial de seleções masculinas pela primeira vez na história. Sem nomes de grande destaque no panorama internacional, a equipe comandada pelo técnico marroquino Jamal Sellami tem a disciplina tática e a organização coletiva como suas maiores virtudes.
La periodista e investigadora palestina Mariam Barghouti (Atlanta, 32 años) es una de las voces de referencia de la información sobre Cisjordania y la ocupación israelí, que cubre para medios como Al Jazeera, The Guardian o la BBC. Invitada por el CCCB y la UOC como residente de su programa internacional en Barcelona, donde permanecerá hasta julio participando en distintas actividades sobre la situación en Palestina, aceptó la propuesta para poder tomar distancia. “Dentro de la tormenta no tienes el privilegio de reflexionar. Te acabas fijando en episodios concretos de violencia, en lugar de analizar el sistema que los produce”, dice Barghouti. “Y además era en Barcelona, uno de los pocos lugares donde me siento segura siendo palestina”.