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Governo prevê aumento de etanol na gasolina de 30% para até 32%

A declaração ocorreu após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, outros ministros de Estado e líderes de associações e empresários do setor, no Palácio do Planalto.
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“Sabemos que podemos ir até E35, mas os estudos técnicos necessários para se avançar na mistura nos permitem ir até o E32. Foi uma reivindicação trazida hoje pelo setor”, disse Silveira.
De acordo com o ministro, a iniciativa faz parte da agenda de descarbonização e fortalecimento da segurança energética do país, impulsionada pela Lei Combustível do Futuro, que incentiva a produção e uso de combustíveis sustentáveis. Ele destacou que o aumento da mistura reduzirá a dependência externa do país, estimando uma economia de 450 milhões de litros de gasolina importada.
"É segurança energética, é modicidade no preço do combustível, é descarbonização, é desenvolvimento nacional, é mais plantio, é mais emprego, é mais renda. São políticas públicas focadas no desenvolvimento do país", afirmou Silveira, reforçando que a medida ainda minimiza as oscilações de preço dos combustíveis causadas por conflitos internacionais.
Representantes da indústria de biocombustíveis que participaram do encontro classificaram a reunião como muito produtiva e reforçaram o papel do etanol na segurança energética do país e na redução de preços ao consumidor.
“Hoje, o litro do etanol custa em média R$ 2,40 menos do que o litro da gasolina. Ou seja, um aumento da mistura de 2% vai trazer uma redução equivalente a essa para o consumidor”, explicou o presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), Evandro Gussi.
Ele acrescentou que, nos últimos três meses, desde o início do conflito no Irã, a diferença de preço entre etanol e gasolina gerou uma economia de cerca de R$ 2 bilhões aos consumidores brasileiros e evitou o gasto de R$ 8 bilhões do país com importações de gasolina.
Sobre os debates em torno do comportamento dos motores com a nova composição do combustível, Gussi garante a viabilidade técnica da mudança e destacou que a mistura de 32% já foi testada com sucesso quando houve o aumento para 30%, em junho do ano passado.
Ainda, sobre a permanente demanda por etanol anidro no país e os impactos na produção agrícola, o presidente da Bioenergia Brasil, Mário Campos, afirmou que as políticas públicas estruturadas nos últimos anos impulsionaram o setor. Para este ano, ele projeta um acréscimo de mais de 4 bilhões de litros de etanol na produção.
“Então, é uma oportunidade para o Brasil, para descarbonizar ainda mais a nossa matriz de transporte, e para o consumidor brasileiro é um excelente momento de, realmente, utilizar a tecnologia que ele tem no veículo e optar por etanol, que está mais barato do que a gasolina em diversas regiões”, disse Campos.
Le président Ouattara porte-t-il la responsabilité des dramatiques déguerpissements de ces derniers temps ?
MEC libera consulta a vagas no ensino superior pelo Sisu+

A plataforma permite consultar antecipadamente as vagas e filtrar cursos, instituições, estados e municípios, além de apresentar detalhes sobre modalidades de concorrência e ações afirmativas próprias das instituições de ensino.
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Ao todo, aderiram ao programa 34 instituições públicas de educação superior.O Sisu, coordenado pelo Ministério da Educação (MEC), tem como objetivo democratizar o acesso ao ensino superior de instituições públicas que aderiram ao processo seletivo.
A etapa do Sisu+ oferece eventuais vagas disponíveis para ingresso no segundo semestre.
Inscrições
Os candidatos que participaram de pelo menos uma edição do Enem nos últimos três anos precisam ter concorrido a vagas na etapa regular do Sisu 2026 para poderem se inscrever no Sisu+ no período de 15 a 19 de junho.
A inscrição no Sisu+ também ocorre pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu.
Após concluir essa etapa da inscrição, o candidato poderá escolher até duas opções de curso indicadas como primeira e segunda opção.
Em cada uma delas, o estudante poderá visualizar o curso escolhido, o local de oferta, a instituição de ensino, o turno, o grau, eventuais ações afirmativas próprias da instituição (quando houver) e as modalidades de concorrência nas quais estará inscrito.
Seleção
O MEC explica que será usada a edição do Enem que resulte na melhor média ponderada, de acordo com a opção de curso e com os critérios para inscrição, classificação e seleção dos estudantes.
Para a seleção, o sistema do Sisu considerará diferentes modalidades de concorrência, que levam em conta o perfil socioeconômico dos candidatos, de acordo com a Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012), e também de acordo com as ações afirmativas definidas por cada instituição.
Cronograma do Sisu+
As inscrições ficam abertas de 15 a 19 de junho. No dia 24 de junho, ocorrerá a divulgação da única chamada regular com os nomes dos pré-selecionados, na página eletrônica do Sisu.
Para quem precisar recorrer à lista de espera porque não está entre os pré-selecionados, o prazo para manifestação de interesse será de 24 a 26 de junho.
O processo de matrícula para os selecionados na chamada regular começará a partir de 25 de junho, seguindo o edital de cada instituição pública de ensino.
Por fim, a matrícula dos convocados por meio da lista de espera terá início a partir de 1º de julho.
O que é o Sisu+
O Sisu+ foi desenhado pelo MEC para ser uma ferramenta mais eficiente para aperfeiçoar a seleção de candidatos para vagas no ensino superior.
O MEC projeta que o Sisu+ seja usado em cursos tradicionalmente com alta rotatividade, nos quais o estudante é admitido mas desiste da vaga ou muda de curso, o que gera para as universidades públicas a necessidade da organização de sucessivas chamadas para preenchimento de vagas.
Com o Sisu+, a instituição pode adotar a estrutura automatizada do Sisu para rodar as listas de espera de forma mais rápida, garantindo que a vaga não fique ociosa.
Outra vantagem apontada pelo MEC é a economia. As instituições de ensino que, paralelamente, realizam processos seletivos próprios, como vestibulares, para vagas com ingresso no segundo semestre, podem reduzir os custos administrativos e usar o sistema do Sisu para seleção dos candidatos.
Nos cursos em que sobram vagas, como licenciatura, engenharias e demais áreas estratégicas que o país precisa desenvolver, o Sisu+ pode ampliar o acesso a essas vagas porque centraliza o que antes ficava disperso em dezenas de sites de universidades diferentes.
Dessa forma, o processo seletivo complementar padroniza a disponibilização de vagas pelas instituições e facilita a consulta das oportunidades pelos estudantes.
Com Ederson, Brasil reúne representantes de 78 clubes em Copas

O elenco atual do técnico italiano Carlo Ancelotti inseriu seis novos clubes na estatística. A lista com os 26 nomes originalmente chamados pelo treinador já contava com representantes inéditos dos sauditas Al-Ahli (o zagueiro Ibañez) e Al-Ittihad (o volante Fabinho), dos ingleses Brentford (Igor Thiago) e Bournemouth (o também atacante Rayan) e do turco Fenerbahçe (o goleiro Ederson).
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Considerando as ligas do exterior que cederam jogadores à seleção brasileira, a troca de Wesley por Ederson não impacta a liderança, que segue com a Itália. São 44 convocados desde 1982, quando o ex-volante Paulo Roberto Falcão, à época na Roma, abriu a porteira.
Para 2026, porém, o Campeonato Inglês foi o que mais teve jogadores chamados para vestir a camisa do Brasil: oito. A liga chegou a 34 convocados mundialistas pela seleção verde e amarela e assumiu o segundo lugar, ultrapassando a Espanha (33), que teve somente os atacantes Raphinha (Barcelona) e Vinícius Júnior (Real Madrid) lembrados desta vez.
As presenças de Ibañez e Fabinho incluíram a liga saudita entre as que tiveram jogadores chamados para representar a seleção brasileira em Copas. São 17 países diferentes. Além da Arábia e do trio que lidera a estatística, aparecem França (18), Alemanha (14), Portugal (nove), Japão, Ucrânia, Rússia (três cada), Turquia (dois), China, Uruguai, Grécia, Holanda, México e Canadá (um cada).
Domínio glorioso
Entre os clubes brasileiros, o Botafogo segue como o que mais teve nomes defendendo a Amarelinha em Mundiais. O volante Danilo Santos se tornou a 48º convocação do Glorioso, que é seguido pelo São Paulo (46). O Flamengo, com as presenças dos zagueiros Danilo e Léo Pereira, do lateral-esquerdo Alex Sandro e do meia Lucas Paquetá na edição deste ano, aparece em terceiro, com 39 representantes, abrindo vantagem para os rivais Vasco, com 35, e Fluminense, com 32.
Outras 19 equipes do país tiveram atletas defendendo o Brasil em Copas desde 1930. O Santos, graças ao atacante Neymar, chegou a 25 nomes e ultrapassou o Palmeiras (24).
Sem representantes no elenco de 2026, Corinthians (23), Atlético-MG (12) e Cruzeiro (11) completam o top-10. E a lista ainda reúne Grêmio (nove), Internacional (oito), Portuguesa (seis), Ponte Preta (cinco), Bangu, São Cristóvão (ambos quatro), América-RJ (três), Guarani, Ypiranga-RJ (dois), Americano-RJ, Americano-RS, Athletico-PR e Portuguesa Santista (um cada).
A downed U.S. helicopter shows Trump’s war has only emboldened Iran
Less than two weeks into the war against Iran, President Donald Trump was already throwing a victory parade.
“You never like to say too early you won,” Trump told supporters on March 11. “We won. In the first hour it was over.”
Two days later, he was at it again, writing Iran was “totally defeated” and was living in such a desperate existence that its leadership was begging for a deal.
Yet this past weekend, Iran launched new missile salvos at Israel, which replied in kind. And on Tuesday, Trump said in a social media post that Iran had downed a U.S. Army helicopter near the Strait of Hormuz. The pilots were unharmed, but Trump said “the United States must, of necessity, respond to this attack.”
It’s not a stretch to assess that Iran’s leaders are putting just as much pressure on Trump as Trump is putting on them.
If these events are any indication, Iran is not only holding its own but is arguably more aggressive today than before the U.S. bombing campaign began. Yes, the regime has lost a considerable portion of its military power and has cycled through senior officials about as often as the New York Mets have cycled through pitchers. But Tehran has not lost its ability to take the offensive and clearly believes it retains the upper hand against Washington.
It wasn’t supposed to be this way. Trump had high expectations when he initiated the war. The president was so pleased with the first strikes’ results, which included the assassination of Ayatollah Ali Khamenei, Iran’s supreme leader of nearly 40 years, that he implored Iranians to take back their government. The Trump administration told the public — and itself — a story about Tehran’s many weaknesses; its economy was floundering, its people were unhappy, its command-and-control was breaking and its leaders were on the run or dead. Trump thought the Iranian regime would crumble or give up before it decided to retaliate by closing the Strait of Hormuz. Sooner or later, Iran’s nuclear program would be a figment of our imaginations.
Of course, none of Trump’s assumptions panned out. The regime is more unified and institutionalized than the White House anticipated. Khamenei has been replaced by his more inscrutable son, Mojtaba Khamenei, and the hard-line Islamic Revolutionary Guard Corps has become the most important power center in the Iranian establishment. The Strait of Hormuz remains shuttered.
Before the April 8 ceasefire, Iran was targeting its neighbors’ energy facilities, both to scare the Gulf states into pushing Trump to de-escalate and to heighten the pain at the pump. Though gas prices in the United States have dropped in the last month, as of Tuesday, Americans are still paying $4.16 a gallon — 40% more than when the war began. The unofficial extra tax has translated into terrible numbers for Trump: Even a 33% plurality of Republicans believe the war has had a more negative than positive impact on U.S. interests.
Iran is not blind to these dynamics. If anything, it’s emboldened by them. The Iranian military apparatus may still be recuperating from the heavy U.S. and Israeli airstrikes during the war’s first weeks, but the damage inflicted has failed to translate into strategic results. Killing Iranian generals, destroying Iran’s navy and damaging the regime’s drone manufacturing capacity were not ends in themselves but rather a means to an end — coercing Tehran into a settlement on U.S. terms. The scorecard for the Americans on that front is unimpressive. Iran hasn’t just survived the U.S.-Israeli onslaught; it’s effectively pushed back through asymmetric military tactics. It’s not a stretch to assess that Iran’s leaders are putting just as much pressure on Trump as Trump is putting on them.
This past weekend’s missile salvo against Israel is a case in point. This wasn’t a sign of desperation on Tehran’s part but rather Iran making its own threats credible. The regime had warned that Israeli airstrikes against its proxy, Hezbollah, in southern Lebanon, in contraventiosn of a previously announced ceasefire reaffirmed last week, would result in Iranian military action against Israel.
This war will impact the region’s geopolitics for years to come.
If Trump and Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu thought this was a bluff, Iran put those illusions to rest by sending dozens of ballistic missiles toward Israel. (Fortunately, they only caused minor damage.) Trump, desperate to keep his diplomatic process with Iran alive, has since pressured Netanyahu into postponing whatever air campaign he was ready to order beyond the retaliatory precision strikes the prime minister authorized on Sunday and Monday.
To be clear, Iran is not solely dictating events, nor is it in a strategically advantageous position over the long-term. This war will impact the region’s geopolitics for years to come. For instance, the firing of thousands of attack drones and missiles into Saudi Arabia, the United Arab Emirates, Kuwait and Qatar (among others) has jeopardized the regime’s previous attempt at detente with its regional neighbors. Even the regime’s weaponization of the strait may not last; the Saudis and Emiratis are adapting by building alternative pipelines over land to ensure their oil exports are not held hostage to any future Iranian machinations there.
But from the U.S. standpoint, the war is producing a more extreme Iranian political establishment. Its positions on core issues for any agreement, like the nuclear program, are indistinguishable from the prewar status quo . And the previous risk-adverse behavior proffered by the regime’s older guard is increasingly perceived by the new powers that be as a mistake. Whatever happens next in the conflict, these developments don’t serve U.S. interests.
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BRB precisa de R$ 8,8 bilhões para fazer frente a perdas com o Master

O valor foi calculado após uma auditoria interna descobrir que, dos R$ 30 bilhões em títulos comprados do Master, ao menos R$ 8,8 bilhões podem estar perdidos. Destes, pelo menos R$ 2,6 bi não têm lastro, ou seja, não há nenhuma garantia real de o BRB ser reembolsado.
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Para cobrir o rombo e acalmar os correntistas e o mercado, o Governo do Distrito Federal (GDF), principal acionista do banco, com 53,7% das ações, estruturou um projeto de lei que, se aprovado pela Câmara Legislativa do DF, o autorizará a fazer um empréstimo de R$ 6,6 bi ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) – uma entidade privada mantida com as contribuições obrigatórias de bancos públicos e privados. A operação foi homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no fim de maio.
“Como vamos completar os R$ 8,8 bi [de provisionamento]? Com a securitização da dívida do GDF”, explicou Souza ao participar, nesta terça-feira (9), de uma audiência pública realizada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.
A securitização permite ao GDF receber, antecipadamente, créditos a vencer. Na primeira etapa, em 25 de maio, o BRB recebeu R$ 1,17 bi, já integralizados. A expectativa de Souza é que o banco arrecade, com o mecanismo, no mínimo mais R$ 3 bi por meio da operação financeira estruturada com a participação do banco BTG Pactual.
“Precisaremos de apenas R$ 2,2 bi para termos o aporte de R$ 8,8 bi”, disse Souza, destacando que, para levar o plano adiante integralmente, é necessário que a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprove o projeto de lei já homologado pelo STF.
“É um projeto de lei importantíssimo para a sobrevivência do BRB. Fundamental”, comentou Souza ao reconhecer que, hoje, o BRB é “o maior problema” do sistema financeiro nacional e que a recuperação do banco estatal não está sendo fácil.
“Este problema [envolvendo o Master] é muito maior e o BRB é a maior vítima”, o presidente do BRB, referindo-se ao fato do banco administrar cerca de R$ 30 bilhões em depósitos judiciais recolhidos por determinação de tribunais de justiça de quatro estados (AL; BA; MA e PB) e do Distrito Federal. Além disso, o BRB responde, hoje, por cerca de 64% dos financiamentos imobiliários do Distrito Federal, controlando uma carteira de quase R$ 15 bilhões.
“Se o BRB desaparecer, for liquidado ou mesmo for sancionado pelo Banco Central com um regime de administração extraordinária temporária [Raet, uma intervenção], será um problema não só para Brasília, mas para todos os locais onde o banco está presente”, comentou Souza.
O presidente do BRB garantiu que, com o provisionamento, o banco tem condições estruturais para seguir operando. “Hoje, ele já é mais saudável do que era em novembro, quando cheguei. Nunca deixou de cumprir uma obrigação e segue operando regularmente.”
Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil
Ukraine war latest: Ukrainian forces target key Crimea crossing amid broader strikes on Russian military logistics
Key developments on June 9:
- Ukraine targets key Crimea crossing in broader day of strikes on Russian military logistics;
- Russia's Starlink rival loses one of its first operational satellites, Russian media reports;
- Ukraine strikes ammo depot in Russia's Belgorod Oblast, confirms fuel tank destruction near Mariupol;

U.S. strikes Iran in response to downed helicopter

Earlier, Trump confirmed the two pilots in the U.S. helicopter are unharmed and safe.
(Image credit: Saul Loeb)
Sou da Paz lança agenda de segurança pública para eleições

“A população está cansada de frases de efeito, improviso e promessas simplistas na área da segurança pública. O que as pessoas querem é resultado concreto, proteção no cotidiano e políticas que funcionem de verdade. O período eleitoral é uma oportunidade importante para elevar a qualidade desse debate”, afirmou Carolina Ricardo, diretora-executiva do Sou da Paz.
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A agenda de propostas apresenta ações aplicáveis nos âmbitos estadual e federal e é organizada em cinco eixos prioritários: proteção de meninas e mulheres; fortalecimento das polícias; enfrentamento ao crime organizado; redução dos roubos; e retirada de armas ilegais de circulação.
As propostas destacam a valorização dos profissionais de segurança, o fortalecimento da investigação criminal, o uso responsável de tecnologia, a integração entre instituições e o combate ao tráfico de armas.
Dados da pesquisa “O que pensa a população brasileira sobre segurança pública”, do Sou da Paz, mostram que 94% da população reconhece algum grau de violência na cidade onde vive, mais da metade (53%) evita sair à noite e um terço (31%) evita o uso de celular na rua, como forma de autoproteção.
“A sociedade quer firmeza, mas quer firmeza que funcione. Existe uma maioria favorável a soluções inteligentes, ao uso de tecnologia, à investigação e à profissionalização das polícias. O desafio agora é transformar essa demanda social em compromisso político concreto”, explica Carolina.
A pesquisa mostra ainda que, para 82% das pessoas, as câmeras corporais são tecnologias que protegem os bons policiais e produzem provas contra criminosos; 73% acredita que mais armas significam mais mortes e mais violência; e 65% avalia que não é preciso mais policiais, e sim de uma polícia melhor e mais preparada.
Ainda sobre soluções mais eficazes, Carolina destacou a necessidade, por exemplo, de ampliar o olhar sobre o crime organizado, que não se restringe ao tráfico de drogas. “É preciso trazer o sistema financeiro para o debate, fazer investigação financeira e combate à lavagem de dinheiro.”
Crime organizado
Segundo dados compilados na agenda eleitoral, o crime organizado movimentou mais de R$ 350 bilhões nos últimos três anos, incluindo atividades como a venda de combustíveis, garimpo ilegal e contrabando de cigarros e bebidas alcoólicas.
Além de atingir os territórios, segundo o Sou da Paz, o crime organizado ataca o Estado Democrático de Direito ao se infiltrar na administração pública e na política, o que resulta em violência e falta de confiança da população nas instituições.
“Essa presença se reflete num crescimento de 335% de casos de violência política no Brasil nos últimos três anos - somente nos primeiros meses de 2022, foram 45 homicídios”, diz trecho da agenda.
Uma das ações propostas na agenda é o fortalecimento da integração e cooperação entre instituições como Receita Federal, Polícia Federal, Banco Central, Ministério Público e polícias estaduais, além de cooperações internacionais, propiciando estratégias de atuação conjunta contra a lavagem de dinheiro e os diversos mercados ilícitos.
Outra medida é o reordenamento da ação policial, priorizando investigações, investimento em inteligência e fortalecimento de perícias, com objetivo de asfixiar as organizações em suas bases financeiras e de comando. Para o Sou da Paz, as operações de incursão territorial devem ser consideradas de forma excepcional, somente se houver condições de segurança reais para a população e os policiais.
CNJ apre processo contra desembargador acusado de crimes sexuais

Láuar está afastado das funções desde o fim de fevereiro, também por decisão do CNJ. O órgão passou a investigar o desembargador após a repercussão da decisão em que ele absolveu um homem de 35 anos acusado pelo crime de estupro de vulnerável, no Triângulo Mineiro.
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Segundo o corregedor-nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, ao menos sete vítimas foram identificadas e depuseram ao CNJ. Elas relataram comportamentos inadequados ao longo da carreira do desembargador, com investidas contra funcionárias de sua casa, estagiárias e servidoras, algumas menores de idade à época do crime.
A maior parte desses relatos foram apresentada de forma espontânea por pessoas que buscaram o CNJ, destacou Campbell. Além disso, a corregedoria promoveu uma série de diligências para investigar as condutas do desembargador, incluindo uma operação da Polícia Federal (PF).
“Ao analisar as vítimas, constatou-se que muitas delas se encontravam em situação de vulnerabilidade, possuindo tenra idade ou atuando como estagiárias, servidoras com vínculo precário, ou em situação de dependência ou subordinação em relação ao requerido”, descreveu Campbell em seu voto.
O ministro também ressaltou haver uma percepção generalizada de que qualquer denúncia não resultaria em consequências para Magid Láuar, em face do prestígio social do desembargador.
“Em quase todos os casos o requerido forçava situações de contato físico solicitando abraços das vítimas quando se encontrava a sós em sua companhia”, acrescentou Campbell.
O advogado Daniel Calazans Palomino Teixeira, que representa Magid Láuar, disse que tais relatos dizem respeito a episódios ocorridos “há 30 anos, há 15 anos”, e pediu que o CNJ reconheça a prescrição dos supostos crimes. O defensor sustentou que os depoimentos podem “configurar falsas memórias”.
Com a abertura do PAD contra o desembargador, será feita uma nova instrução do processo, durante o qual o magistrado poderá novamente apresentar sua versão para os fatos investigados.
Sarampo: infectologista alerta sobre vacinação em viagens para a Copa

A observação foi feita nesta terça-feira (9) à Agência Brasil pela infectologista Natalie Del Vecchio, do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz).
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Expansão
No ano passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para a expansão dos casos, quando o Canadá registrou 5.062 ocorrências, o que levou à perda da certificação de país livre da doença. Em 2026, foram confirmados 124 casos no território canadense.
O México elevou o número de sete casos, notificados em 2024, para 6.152 registros em 2025. Somente em janeiro deste ano, foram 1.190 casos, de acordo com informações preliminares. Nos Estados Unidos, por sua vez, ocorreram 2.144 casos em 2025 e 721 em janeiro de 2026.
Segundo a infectologista do IFF/Fiocruz, o perigo é maior para os brasileiros que viajam para esses países sem estarem com o esquema vacinal contra sarampo completo. A vacinação pode evitar a eventual reintrodução do vírus no Brasil.
Natalie lembrou que, em novembro de 2024, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) a recertificação de país livre do sarampo. O documento foi entregue ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à então ministra da Saúde, Nísia Trindade. Em 2016, o Brasil já havia alcançado essa posição de nação livre da circulação endêmica do sarampo mas, em 2018, as baixas coberturas vacinais permitiram a reintrodução do vírus no país.
Risco
“A baixa cobertura vacinal é um risco para o nosso país de reintrodução do vírus no Brasil”, afirmou a infectologista. Em 2025, foram notificados 38 casos no país, todos importados de nações vizinhas. Em janeiro de 2026, foram registrados dois casos de sarampo, de uma mulher de 22 anos. no Rio de Janeiro, e de um bebê de 6 meses, em São Paulo. Os dois não tinham registro de vacinação.
Natalie Del Vecchio recomenda que mesmo as pessoas que não vão viajar para os países-sede da Copa do Mundo devem procurar completar o calendário vacinal. Para aquelas acima de 1 ano de idade até 30 anos, são necessárias duas doses da vacina contra sarampo e, de 30 a 60 anos, uma dose.
“Se a pessoa já tem o calendário dela completo, não precisa tomar uma dose extra da vacina. Se o calendário não estiver completo, os viajantes que se destinam aos países-sede da Copa devem completar o esquema vacinal. Essas pessoas viajarão com tranquilidade, exatamente para não estarem adquirindo o vírus do sarampo, nem trazendo para o nosso país. Para, exatamente, evitar um novo surto e novos casos do sarampo no Brasil”, afirmou a infectologista.
Reforço
O Ministério da Saúde lançou campanha nacional orientando brasileiros que viajarão aos Estados Unidos, México e Canadá para a Copa do Mundo a reforçar a vacinação contra o sarampo. Para crianças de 6 a 11 meses, a recomendação é que tomem a dose zero pelo menos 15 dias antes da viagem. Na faixa de 12 meses a 29 anos, é necessário ter duas doses.
Os adultos de 30 a 59 anos devem ter recebido pelo menos uma dose ao longo da vida. Outra recomendação é que a aplicação da vacina Tríplice Viral (que também protege contra caxumba e rubéola) deve ocorrer pelo menos 15 dias antes da viagem. As doses estão disponíveis gratuitamente nas unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).
Gravidade
O sarampo é uma doença grave que pode deixar sequelas por toda a vida e até causar a morte. As principais complicações variam de acordo com as fases da vida do paciente. Para crianças, pode causar pneumonia, infecções de ouvido, encefalite aguda (inflamação no encéfalo – parte do sistema nervoso dentro do crânio) e morte. Em adultos, causa pneumonia. E, em gestantes, pode resultar em parto prematuro e bebê com baixo peso.
Altamente contagiosa, a doença se espalha pela tosse, fala ou respiração. Uma pessoa infectada pode contaminar outras antes mesmo de saber que está doente. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse persistente, coriza, irritação nos olhos, e manchas vermelhas que começam no rosto e depois no corpo. Os sintomas costumam aparecer entre sete e 14 dias após o contato com o vírus.
VC-25B Air Force One “Bridge” Aircraft Now Wears Trump’s Preferred Red, White, and Blue Paint Job
The U.S. Air Force has confirmed that the VC-25B “Bridge” aircraft is now wearing its new (and controversial) red, white, and blue livery as it undergoes final preparations for its official delivery.
Aviation photographer Travis Ghormley shared the first picture of the modified Boeing 747-8i with its new paint scheme yesterday. It was taken the day before in Waco, Texas. The aircraft had been undergoing modification and flight testing at L3Harris’ facility in Greenville, also in Texas, as part of the conversion into its new role, since at least April, before subsequently moving to Waco to be painted. The jet, gifted to the Trump administration by the government of Qatar last year, is set to serve as an interim Air Force One aircraft ahead of the much-delayed arrival of two fully outfitted VC-25Bs from Boeing.

“The VC-25B Bridge aircraft has been painted and is going through final modifications,” an Air Force spokesperson told TWZ today when asked for more information about the aircraft’s current status. “I don’t have any additional details I can provide on delivery dates at this time.”
A press release the Air Force put out on May 1 said that the “VC-25B Bridge aircraft has officially completed modification and flight testing” and was “being painted.” We have confirmed that the completed modifications referred to here were on the contractor side, but the U.S. government still has additional modifications to make to the jet.
Ghormley’s picture does clearly show the jet wearing the same red, white, and blue scheme that has already been appearing on various Air Force and other U.S. government VVIP jets. The livery also includes a large American flag, depicted blowing in the wind, painted on both sides of the tail and “UNITED STATES OF AMERICA” written on both sides of the fuselage. The paint job is virtually identical to what President Donald Trump had previously chosen for the future VC-25B Air Force Ones during his first term. President Joe Biden had previously reversed that decision, bringing back plans to paint the VC-25Bs in the iconic scheme that dates back to President John F. Kennedy’s administration.


The Bridge aircraft’s current location is also unclear. Video posted on social media yesterday, seen below, purported to be of the jet departing for its new home at Andrews Air Force Base just outside of Washington, D.C. This is where the two current VC-25A Air Force One jets, as well as a host of other Air Force VVIP aircraft, are based.
Full blown operation to get this thing out without us seeing. Fueled, loaded crew, and preflighted in the hangar. Flipped CRANE01 to face me at the south end and beam me with landing lights. Entire airport blacked out, crew and grounds crew all wearing NOD’s.
— jadams (@jadamzs) June 7, 2026
You can barely see… https://t.co/kaNB5FCdJ5 pic.twitter.com/JprSF5ykXW
Online flight tracking data does show that another U.S. military Boeing 747-8i flew from Waco, Texas, to Andrews on June 7, using the callsign Crane 01. However, this callsign has been associated with an ex-Lufthansa 747 the Air Force has also acquired for use as a trainer in support of future Air Force One operations. This aircraft, which may now carry the serial number 25-3200, has been tracked multiple times flying between facilities in Texas and Andrews in recent months. There does not appear to be tracking data for the VC-25B Bridge jet, which may also now have the serial number 25-3300, but it could have made the trip without broadcasting on ADS-B.
Past reports have indicated that the Bridge aircraft could make its public debut on July 4, which this year is also wrapped up in additional celebrations of the 250th anniversary of the founding of the United States. President Trump’s birthday (June 14) is also this weekend.
Otherwise, TWZ has previously laid out significant questions about the general feasibility of actually using the VC-25B Bridge aircraft in the Air Force One role, given the kinds of modifications that should be required for this demanding mission. Potential operational security concerns have been raised about using the gifted jet as a presidential aircraft, as well.
“L3Harris, known for its executive communications systems and services, was selected to undertake a complex modification of the bridge aircraft. L3Harris not only delivers secure, reliable and resilient communications for VC-25A and the executive airlift fleet but has extensive experience with self-protection and customization of VIP aircraft,” the Air Force wrote in the May 1 press release. “The accelerated timeline was further made possible by a mission-focused partnership with Boeing, who provided the necessary engineering data to support the required structural modifications.”
“Additionally, elite specialists from multiple government agencies developed advanced protocols to detect and-if necessary-neutralize potential technical hazards on previously owned aircraft,” it added. “Their rigorous approach on the Bridge aircraft has literally ‘written the book’ and set the benchmark for integrating used airframes into the secure military inventory.”

“Safety and security were at the forefront of this program. We deliberately minimized interior aesthetic modifications to focus on modifications for safety, security and mission execution. We assessed which requirements were necessary for an interim capability. We had greater flexibility in developing our mission requirements,” the Air Force also told TWZ directly at that time. “After safety and security, we focused on the mission communications systems.”
“We have made deliberate decisions such as the reduction of the number of airstairs, less chiller space, and exclusion of the Golden Eagle mission [to fly the remains of former presidents] to minimize structural modifications, while prioritizing modifications focused on safety, security and secure communications,” the service added.
Getting a new Air Force One aircraft of some kind into service on an accelerated timetable has long appeared to be a major goal for President Trump. The fully-equipped VC-25Bs from Boeing are years behind schedule. Last year, the Air Force announced that there had been some improvement on that front, but that it still did not expect to have the first of the two jets in hand until mid-2028, which would be just months before Trump is set to leave office.
What we do know for sure is that the VC-25B Bridge aircraft is now wearing Trump’s preferred red, white, and blue paint scheme ahead of its official rollout later this summer.
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KC-135 Tanker Spotted With New Satellite Communications Antenna
A U.S. Air Force KC-135 tanker appeared in the United Kingdom this weekend with a new antenna on top of the rear of the fuselage. The service has several efforts underway to improve the communications networking capabilities of all of its tankers and cargo planes, including ones that leverage Starshield, the government-focused cousin of SpaceX’s Starlink. This has become an especially critical priority for future survivability and effectiveness of the aging KC-135 fleet.
Aviation photographer Alessandro Ledda, who goes by Aerographist on Instagram, caught the KC-135 in question at RAF Mildenhall yesterday. The base is a major hub for U.S. Air Force operations in the United Kingdom. It has been utilized to support recent operations against Iran, as have other RAF facilities.

Ledda told TWZ that online flight tracking data says this particular KC-135 is serial number 63-7976, but that this might not be correct. The plane is largely devoid of markings, preventing easy confirmation. Two years ago, the Air Force’s Air Mobility Command (AMC) began removing serial numbers and other unique identifying markings from tankers and other aircraft as an operational security measure, as you can read more about here.
Ledda also told us that this is the first time he has seen a KC-135 with the new dorsal antenna, despite regularly photographing tankers of this type at Mildenhall. The base is home to the Air Force’s 100th Air Refueling Wing, which flies the KC-135, but is also a regular staging point for temporary deployments and a stop-over for aircraft just passing through.
A picture of the same antenna on top of a KC-135 had emerged online in April, but where and when it was taken are unclear. This may or may not be the same aircraft seen at Mildenhall this weekend. It is unknown how many Air Force KC-135s may have received this modification so far, and TWZ has reached out to the Air Force for more information. At the beginning of Fiscal Year 2026, the Air Force had 368 KC-135s in inventory, in total. At least a portion of that fleet is set to remain in service through 2050.

The antenna has a very roughly trapezoidal shape with a mostly flat top. There is a single small blade that sticks up at the rear, as well. The size and shape are broadly reflective of ‘hump’ style antennas associated with high-bandwidth satellite communications (SATCOM) suites seen on large military and commercial aircraft. In both pictures we have seen of this installation on the KC-135 so far, the new antenna is also mounted right behind a much smaller existing platter-shaped type typically used to support ultra-high-frequency SATCOM links.
Back in April, the possibility was raised that the new antenna for the KC-135 could be tied to Airlift/Tanker Open Mission Systems (ATOMS) and/or its successor, MAF NEXUS, both developed by the Sierra Nevada Corporation (SNC). MAF here stands for Mobility Air Forces, a collective term for the Air Force’s tanker and airlifter fleets, and the personnel that support them.
ATOMS is “a Starshield-based BLOS [beyond line of sight] satcom system SNC has been installing on a handful of [KC]-135s, [C]-17s, [KC]-46s, [C]-130s. Saw a C-17 getting it last week in Dayton,” Aviation Week‘s Brian Everstine wrote on X, speaking generally, in a thread discussing the first picture of the new antenna for the KC-135 that had emerged. ATOMS is “now transforming to Air Mobility Commands [sic] ‘MAF Nexus.'”

As noted, Starshield is a more secure, government-centric offshoot of SpaceX’s Starlink space-based network. Starshield and Starlink have been in increasing use across the U.S. military on aircraft, as well as warships and in various contexts on the ground, for years now, as TWZ has explored on several occasions in the past.
The size and shape of the antenna on the KC-135 at Mildenhall is, broadly speaking, in line with commercial Starlink antennas used on airliners and other civilian aircraft.

“The SNC solution for ATOMS, originally provided as a Quick Reaction Capability (QRC) in just six months, delivers enhanced situational awareness through multidomain networking and datalink,” SNC had explained in a press release in August 2025. “The system’s ability to provide a Common Operating Picture improves data interpretation and bolsters decision advantage, strengthening AMC’s effectiveness by leveraging multiple communications paths and sensors to seamlessly share data.”
That release followed the conclusion of the Air Force’s Mobility Guardian 2025 exercise, in which ATOMS “played a pivotal role” by “demonstrating its ability to provide seamless data management and communications solutions on multiple aircraft platforms, including the C-17, KC-135, KC-46 and C-130, as well as numerous ground nodes.”
The Air Force’s 2027 Fiscal Year budget request highlights at least two other potentially relevant communications upgrade efforts for the service’s KC-135, specifically, which could also make use of Starlink/Starshield.

There is the “Hybrid SATCOM capability,” which involves “the employment of Multi-Band, Multi-Orbit SATCOM terminals to switch between different government and commercial constellations,” according to official budget documents. This is tied to another project called MAF Connectivity focused on developing a “path forward as the tanker needs to be able to connect to the Joint fight to close kill chains and logistics chains.”
For MAF Connectivity, “possible capabilities include, but are not limited to, intelligent gateways, antennas, radios, software updates, crew displays, and multiple aperture array housings,” the budget documents also note. An “increment 1 first prototype installation” was also scheduled to be completed in the second quarter of Fiscal Year 2026, which began on January 1 and ended on March 31.
The antenna could be part of a different effort, as well. The Air Force has fielded a number of roll-on/roll-off communications and networking suites for the KC-135 over the years, but in an ad hoc manner and on a relatively limited scale. Last year, the Air National Guard also announced the demonstration of a new communications and data-sharing node packaged inside a heavily modified underwing Multipoint Refueling System (MPRS) pod, but the extent to which that capability may now be available for operational use is unclear. KC-135 and KC-46 tankers use unmodified MPRS pods to transfer fuel to receivers via the probe-and-drogue method.

As an aside, a Boeing 757 called Trailblazer (N-number N473AP), which defense contractor L3Harris uses as a testbed, also recently emerged with a new elongated dorsal fairing. Trailblazer’s new addition is similar in some broad strokes, but also distinctly different from the antenna seen on the KC-135 at Mildenhall this weekend. One of L3Harris’ major business areas is satellite communications systems, including for the U.S. Air Force. TWZ has reached out to the company for more information about this development.
For years now, the Air Force has been trying to more deeply integrate new communications and networking capabilities onto the KC-135, as well as other tankers and aircraft across the MAF. Senior service officials have also described this as a gateway to enabling other new capabilities down the road, including ones to help better protect tankers and airlifters from future threats. TWZ has previously highlighted this as a path to airborne control for “loyal wingman” type drones and other uncrewed aerial systems, something the Air Force has already been experimenting with to differing degrees.
“I gotta keep modernizing the tanker force,” Air Force Lt. Gen. Rebecca Sonkiss told TWZ and others at a roundtable at the Air & Space Forces Association’s annual warfare symposium in February. “If I was going to parcel out the things we care about in that, though, it’s connectivity and survivability. So those are the things that we really care about in that effort.”
“There’s various ways to get after survivability,” she continued. “It starts with being connected so that you have battlespace awareness, and then it continues on to how do we protect those assets.”
Sonkiss’ official title is Deputy Commander of AMC. However, she has been serving as the interim head of the command since her predecessor, Gen. John Lamontagne, became Vice Chief of Staff of the Air Force in January.

“The single biggest contributor to survivability in a big airplane is connectivity. The biggest contributor is not having a 12-hour-old Intel brief that you’re relying on to get you through the mission,” retired Air Force Gen. Michael “Mini” Minihan, who led AMC from October 2021 to November 2024, told TWZ in an interview in February, as well. “So real-world updates, real-time updates, just like our fighters and our bombers enjoy. Battle management that gets after maneuver and not just kill chain. Those things matter.”
“The reality is that the car I rented right now, driving from the airport to my hotel room, has more connectivity in it than the overwhelming majority of the mobility fleet. So connectivity matters,” he also told us at that time.
New communications and networking suites could enable AMC’s KC-135, as well as the rest of the command’s fleets, to serve as essential ‘translators’ between disparate networks and waveforms in the future. Providing a link between low probability of interception/low probability of detection (LPI/LPD) datalinks that stealthy aircraft use, such as the Multifunction Advanced Data Link (MADL) and Intra-Fighter Data Link (IFDL), and more general-purpose ones, would be especially valuable. IFDL is currently only found on the F-22 Raptor, while all variants of the F-35 fighter (and future B-21 Raider bombers) use MADL, and the two cannot ‘talk’ to each other directly, which has long created challenges. Upgraded tankers could serve as important parts of a beyond-line-of-sight mesh-like network that incorporates other kinds of line-of-sight links like Link16. In this way, they could help relay data to and from forward battle management and other command and control nodes, including ones in the air.

In addition, improved connectivity stands to provide additional operational and safety benefits across the MAF.
“According to the Air Force, the tankers’ ability to access tactical data links could increase mission success in contested environments by improving survivability, agility, and situational awareness for command-and-control elements and aircrews,” the Congressional Research Service (CRS) wrote in a report published in January. “The connectivity could provide aircrews with such information as potential threats, fuel availability, and safer landing sites. In addition, tanker aircraft could serve as a backup information conduit for other aircraft in a degraded communications environment.”
The points here have become a broader topic of discussion after two KC-135s collided over Iraq in March during the opening weeks of Operation Epic Fury against Iran. One of the aircraft crashed, killing all six onboard. The other tanker involved was able to land in Israel despite suffering severe damage. At the time of writing, the Air Force has not yet shared any official determinations as to the chain of events that led to that fatal incident.
— OSINTtechnical (@Osinttechnical) March 13, 2026
“We should never put mobility crews, especially tanker crews, in a position during combat operations where they have to choose between being seen by everyone, including the enemy, or being seen by no one, including the joint force and civil aviation,” Minihan subsequently wrote in a post on LinkedIn. “Mobility force connectivity now. Write the damn check.”
“Most KC-135s [sic] communications networks are ‘not the type of battle space awareness that shows you where the red is, where the blue is, and the actions that are being taken in real time in a conflict,'”Defense One reported in March, citing an interview with retired Air Force Gen. Jacqueline Van Ovost, who previously served as head of U.S. Transportation Command (TRANSCOM). “All you have is the intelligence you took off with when you got the brief two hours prior to take off.”
All this being said, the Air Force is still years away from integrating more robust communications and networking capabilities onto the entire KC-135 fleet.
“Over the course of about the next six years, you’ll see the full fleet of KC-135s fully connected,” Lt. Gen. David Tabor, Deputy Chief of Staff for Plans and Programs, told members of Congress at a hearing last month.
The appearance of the KC-135 with the added antenna at Mildenhall does point to new progress on key connectivity upgrades for Air Force tankers and airlifters. At the same time, improved communications and networking capabilities are increasingly critical now, and it remains to be seen when they become more commonplace across the KC-135 fleet.
Special thanks again to Alessandro Ledda for sharing the picture of the KC-135 seen at Mildenhall this weekend with us.
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Novo Desenrola já beneficiou 6 milhões de pessoas, diz Dario Durigan

Deste total, cerca de 4 milhões de pessoas tiveram suas dívidas quitadas.
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“São pessoas com dívidas pequenas de até R$ 100”, detalhou o ministro da Fazenda nesta terça-feira (9), durante entrevista concedida ao portal UOL.
O Novo Desenrola Brasil foi criado com o objetivo de reduzir a inadimplência e facilitar a recuperação do crédito. A iniciativa beneficia principalmente brasileiros de baixa e média renda, em especial quem ganha até cinco salários mínimos e tem dívidas bancárias em atraso.
Para tanto, são oferecidas condições mais favoráveis do que as disponíveis no mercado para quitar ou parcelar débitos.
Entre suas principais características estão descontos que podem chegar a até 90% sobre o valor da dívida e juros reduzidos (limitados a cerca de 1,99% ao mês). O parcelamento pode ser de até 48 meses.
Há também a possibilidade de uso de parte do FGTS para abater débitos e a “desnegativação” de consumidores com dívidas de pequeno valor.
Juros
Durante a entrevista, Durigan disse que a alta taxa de juros cobrada no Brasil é algo que, de fato, tem prejudicado as pessoas, mas que, por meio do programa, o governo tem ajudado a população a lidar com essa situação.
“Dados desta manhã mostram que mais de 6 milhões de pessoas e famílias já foram beneficiadas pelo Novo Desenrola logo nos primeiros dias do programa”, disse o ministro ao lembrar que essa é uma mobilização nacional que tem previsão de se encerrar no dia 2 de agosto.
Segundo Durigan, “cerca de 4 milhões de pessoas foram negativadas por terem dívidas pequenas, de até R$ 100; e 1,1 milhão de pessoas já pagaram suas dívidas à vista, com descontos médios superiores a 80%”.
“Essas pessoas limparam o nome e estão novamente aptas a consumir”, ressaltou.
Juros
O ministro da Fazenda negou que os juros no país estejam altos porque o governo gasta muito.
“Eles decorrem de desarranjos causados, em grande parte, pela guerra [dos EUA e de Israel contra o Irã]. Por isso, enquanto houver esse cenário, estamos adotando medidas de subvenção [de preços], como a da gasolina”, acrescentou ao reafirmar que, do ponto de vista fiscal, nada foi alterado.
“Nossas metas serão cumpridas”, concluiu o titular da Fazenda.
Brasileiros sacaram em abril R$ 482,8 milhões esquecidos em bancos

Até abril, ainda haviam R$ 10,3 bilhões disponíveis para saque, mas, no mês passado, governo federal transferiu parte dos recursos do SVR para o programa Desenrola Brasil 2.0. Segundo o Ministério da Fazenda, R$ 5,7 bilhões já foram destinados ao Fundo de Garantia de Operações (FGO), fundo público que servirá como garantia para renegociação de dívidas no programa de combate à inadimplência.
Notícias relacionadas:
- Governo dará mais 6 meses para saque de dinheiro esquecido nos bancos.
- Bancos transferem R$ 5,7 bi de valores esquecidos para o Desenrola.
Após a publicação, os cidadãos terão prazo de 30 dias para pedir os valores transferidos ao fundo público. Caso não haja contestação, o dinheiro será incorporado definitivamente ao FGO.
O SRV é um serviço do BC por meio do qual o cidadão pode consultar se ele próprio, sua empresa ou pessoa falecida tem dinheiro esquecido em algum banco, consórcio ou outra instituição, como financeiras e corretoras.
Para a consulta, não é preciso fazer login, basta informar o Cadastro de Pessoa Física (CPF) e data de nascimento ou o Cadastro de Pessoa Jurídica (CNPJ) e a data de abertura da empresa, inclusive para empresas já fechadas.
Caso haja algum valor, é preciso acessar o sistema e verificar quanto há para receber, a origem desse valor, a instituição que deve fazer a devolução; além de informações de contato e outras adicionais. Para isso, é necessário fazer login com a conta Gov.br, nos níveis prata ou ouro e verificação em duas etapas.
Resgate
O dinheiro pode ser resgatado de três formas: a primeira é entrar em contato diretamente com a instituição responsável pelo valor e solicitar o recebimento; a segunda é fazer a solicitação pelo próprio Sistema de Valores a Receber; e a terceira é a função de solicitação automática de resgate de valores.
Com a ferramenta, o cidadão não precisará consultar o sistema periodicamente nem registrar manualmente a solicitação de cada valor que existe em seu nome.
Caso seja disponibilizado algum recurso por instituições financeiras, o crédito será feito diretamente na conta do cidadão. A solicitação automática de resgate é exclusiva para pessoas físicas e está disponível apenas para quem tem chave Pix do tipo CPF. A adesão ao serviço é facultativa.
Os valores esquecidos são originados de:
- contas-correntes ou poupanças encerradas;
- cotas de capital e rateio de sobras líquidas de ex-participantes de cooperativas de crédito;
- recursos não procurados de grupos de consórcio encerrados;
- tarifas cobradas indevidamente;
- parcelas ou despesas de operações de crédito cobradas indevidamente;
- contas de pagamento pré ou pós-paga encerradas;
- contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras encerradas; e
- outros recursos disponíveis nas instituições para devolução.
Beneficiários
As estatísticas do SVR são divulgadas pelo BC com dois meses de defasagem, com atualização de novas fontes de valores esquecidos no sistema financeiro.
Em relação ao número de beneficiários, até o fim de abril, 41.465.905 correntistas haviam resgatado valores, sendo 36.955.690 pessoas físicas e 4.510.215 pessoas jurídicas. Deixaram de sacar seus recursos 50.333.796 beneficiários, sendo que 45.323.751 são pessoas físicas e 5.010.045 pessoas jurídicas.
A maior parte das pessoas e empresas têm direito a pequenas quantias. Os valores a receber de até R$ 10 concentram 64,57% dos beneficiários. Os valores entre R$ 10,01 e R$ 100 correspondem a 23,42% dos correntistas. As quantias entre R$ 100,01 e R$ 1 mil representam 9,91% dos clientes. Só 2,1% tem direito a receber mais de R$ 1 mil.
Golpes
O Banco Central alerta os correntistas a terem cuidado com golpes de estelionatários que alegam fazer a intermediação para supostos resgates de valores esquecidos.
O BC ressalta que todos os serviços do Sistema de Valores a Receber são totalmente gratuitos, e que não envia links, nem entra em contato para tratar sobre valores a receber ou para confirmar dados pessoais.
A autarquia também pede que nenhuma pessoa forneça senhas e esclarece que ninguém está autorizado a fazer esse tipo de pedido.
Bacia do São Francisco: petroleira terá de recuperar poços abandonados

Em 2024, a Advocacia-Geral da União (AGU) obteve bloqueio judicial de R$ 69 milhões em bens da empresa para assegurar recursos destinados à futura recuperação ambiental das regiões afetadas. O TRF 6 restabeleceu integralmente as determinações fixadas em primeira instância.
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O julgamento também validou os elementos técnicos produzidos pela ANP em fiscalizações feitas em 2017 e 2022, em que reconhece risco ambiental atual e concreto decorrente da falta de manutenção das estruturas.
Fundamentos da ação
Na ação civil pública, a ANP sustentou que a responsabilização da empresa encontra amparo na Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997), na Constituição Federal, na Política Nacional do Meio Ambiente, nos contratos de concessão e nas normas regulatórias do setor.
Entre as obrigações descumpridas pela concessionária está a apresentação do Plano de Devolução de Área (PDA), exigido para o encerramento seguro das atividades e recuperação das áreas exploradas.
O acórdão consolidou o entendimento de que a responsabilidade ambiental do concessionário deve ser submetida à teoria do risco integral.
Pela tese, empresas que exercem atividades potencialmente poluidoras respondem pelos danos ambientais independentemente de culpa, não podendo atestar dificuldades financeiras, inviabilidade econômica ou disputas contratuais para afastar o dever de reparação.
A decisão também reforçou que o encerramento do contrato de concessão não extingue as obrigações ambientais do concessionário.
Segundo o TRF 6, o interesse público na proteção do meio ambiente e da segurança coletiva deve prevalecer diante de riscos concretos de dano ambiental, estabelecendo precedente relevante para casos semelhantes no setor de petróleo e gás.
Histórico
A Petra Energia atuava na exploração de petróleo e gás natural em áreas concedidas pela ANP durante a sétima rodada de licitações do setor. Ao longo da execução dos contratos, perfurou dezenas de poços exploratórios, a maior parte deles com ocorrência de gás natural.
A partir de 2010, a empresa iniciou a devolução de áreas exploratórias e, entre 2011 e 2013, diversos poços receberam a classificação de abandono temporário.
Em 2019, após a ANP constatar a perda dos requisitos financeiros e jurídicos necessários à manutenção das concessões, os contratos foram extintos. Segundo a agência, porém, as áreas não passaram pelos procedimentos necessários para o encerramento definitivo das atividades nem pela recuperação ambiental exigida.


