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Exportações de componentes automóveis caem 6,4% até abril para 4.016 milhões

As exportações portuguesas de componentes para a indústria automóvel totalizaram 4.016 milhões de euros entre janeiro e abril, menos 6,4% do que no mesmo período de 2025, refletindo o abrandamento dos principais mercados europeus e a incerteza no comércio internacional, divulgou hoje a Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (AFIA).

Só no mês de abril, as exportações do setor atingiram 1.033 milhões de euros, representando uma descida homóloga de 0,4%, segundo dados da associação baseados nas Estatísticas do Comércio Internacional de Bens do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Apesar da quebra, a indústria de componentes automóveis continua a representar 14,8% das exportações nacionais de bens transacionáveis, mantendo um peso relevante na economia portuguesa.

A Europa permaneceu como o principal destino das exportações nacionais, absorvendo 88,4% das vendas externas do setor. No entanto, as exportações para este mercado recuaram 6,5% nos primeiros quatro meses do ano. Em contrapartida, as vendas para África e Médio Oriente cresceram 13,3%, enquanto as destinadas aos Estados Unidos caíram 22% e as dirigidas à Ásia e Oceânia diminuíram 4,3%.

Por mercados, Espanha manteve-se como o principal destino das exportações portuguesas, com uma quota de 27,9%, seguida da Alemanha (22,2%) e de França (9,6%). As vendas para Espanha recuaram 10% e para a Alemanha 4%, ao passo que as exportações para França aumentaram 4,5%. Entre os mercados com maior crescimento destacam-se a Polónia (+17,4%), os Países Baixos (+12,7%), Itália (+12,1%) e Marrocos (+7,2%). Já as exportações para os Estados Unidos registaram uma quebra de 27,9%.

Citado em comunicado, o presidente da AFIA, José Couto, afirmou que “os dados de abril confirmam que o setor continua a operar num contexto internacional particularmente exigente”, defendendo o reforço da competitividade, produtividade e escala da indústria nacional através de energia a custos mais competitivos, financiamento adequado, melhores infraestruturas logísticas, talento qualificado e estabilidade regulatória.

A associação considera que a competitividade industrial deve ser tratada como uma prioridade estratégica, tanto a nível nacional como europeu, defendendo uma articulação entre investimento, inovação, qualificação, infraestruturas, energia competitiva e previsibilidade regulatória, bem como a diversificação de mercados e o reforço da integração das empresas portuguesas nas cadeias internacionais de abastecimento.

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El IVAM propone su historia del arte contemporáneo a través de 500 obras: de los grandes nombres a carteles hoy icónicos

Sala dedicada a la Nueva Figuración y al Pop en la nueva exposición permanente del IVAM, con una obra de Claes Oldenburg en primer término.

Del libro de Apollinaire que anuncia en una edición de 1919 el advenimiento de los pintores cubistas o las fotos de Man Ray que ilustraban el discurso surrealista de Breton a los úteros que parecen emerger del fondo de la postergación en la instalación de 2017 de Annette Messager creando un espacio de libertad, deseo y autoafirmación. Es el principio y el fin de una historia particular, la historia que propone el Institut Valencià d’Art Modern (IVAM) del arte de los siglos XX y XXI a través de 500 obras de su colección pertenecientes a 266 creadores.

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La sala del informalismo europeo y el expresionismo abstracto del IVAM¡, con obras de Michaux (a la izquierda) y de Lucio Fontana (derecha).
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Municípios vão apoiar financeiramente venda de jornais em zonas de baixa densidade

O presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) anunciou hoje que os municípios vão apoiar financeiramente os pontos de venda de jornais em territórios de baixa densidade populacional, garantindo que toda a população tenha acesso à imprensa escrita.

“Demos parecer positivo no sentido de os municípios portugueses também serem parte ativa e darem também o seu contributo, que também é financeiro, para que esses pontos de venda possam estar ativos em todo o território do nosso país”, disse Pedro Pimpão.

No final da reunião do conselho diretivo da ANMP, que decorreu hoje de manhã em Coimbra, o autarca explicou que foi dado parecer favorável a um acordo com a estrutura de missão para a comunicação social – #PortugalMediaLab -, que prevê o envolvimento financeiro dos municípios na manutenção de pontos de venda de jornais em territórios de baixa densidade populacional.

“Nós estivemos sempre do lado da solução e dissemos que nunca seria pela nossa parte que não haveríamos de encontrar um consenso para que as nossas populações fossem todas elas servidas deste elemento, que para nós é um elemento muito importante em termos democráticos para o nosso país”, acrescentou.

De acordo com Pedro Pimpão, o apoio enquadra-se no segundo pilar do plano nacional para a distribuição de jornais e prevê incentivos financeiros aos pontos de venda.

Os estabelecimentos localizados em municípios até 5 mil habitantes poderão receber um apoio de 3.500 euros, enquanto os situados em municípios com população entre 5 mil e 10 mil habitantes terão acesso a um apoio de 2.500 euros.

Os municípios poderão ainda complementar estes montantes em até 20%.

Além do apoio financeiro, as autarquias terão a responsabilidade de acompanhar a implementação da medida e elaborar relatórios anuais sobre o funcionamento dos pontos de venda.

Segundo o autarca, a garantia da distribuição nacional depende sobretudo do primeiro pilar do programa, relacionado com o concurso nacional para a distribuição dos jornais.

“Sabemos que existe um concurso a nível nacional para a distribuição de jornais e, portanto, esse concurso é que vai garantir que haja distribuição pelo país todo de jornais. Aquilo que nós entendemos é que, havendo dificuldade em ter pontos de venda para comercializar esses jornais, este apoio complementar vai ajudar empresários de pequena dimensão: estamos a falar de territórios de baixa densidade”, concretizou.

Aos jornalistas, Pedro Pimpão disse ainda não ter dúvidas que esses empresários, que até então não tinham muito interesse em ter esses pontos de venda, “com este apoio complementar vão ter esse incentivo”.

“Creio que estão reunidas condições para se garantir distribuição de jornais a toda a população, independentemente do sítio onde vivem”, concluiu.

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Paolo Berlusconi: “Incontrai Baiardo, voleva dire cose spiacevoli su mio fratello Silvio e così lo misi alla porta”

Paolo Berlusconi ha testimoniato a Firenze al processo Baiardo. La schermaglia tra i suoi legali e i pm infatti si è conclusa con la decisione del collegio del Tribunale presieduto da Anna Favi di considerarlo testimone senza le garanzie dell’articolo 199 cpp e dunque tenuto a rendere dichiarazioni anche se è il fratello di Silvio Berlusconi, già indagato e poi archiviato nell’inchiesta stragi ma mai indagato o imputato nel procedimento proprio su Baiardo.

Dunque Paolo Berlusconi ha finalmente ricostruito in pubblico l’episodio della sua conoscenza con Baiardo il 14 febbraio 2011. L’ex gelataio si presentò a Milano agli agenti della scorta del fratello dell’allora presidente del consiglio chiedendo di parlare con Paolo Berlusconi. Come ricostruito alle precedenti udienze, Baiardo fu ammesso dagli agenti della scorta – uno dei quali ha deposto sul punto – da solo al cospetto di Paolo Berlusconi. Ciò nonostante avesse detto di avere precedenti pesanti alla scorta stessa e nonostante fosse già stato condannato nel 1997 per favoreggiamento semplice dei boss Giuseppe e Filippo Graviano. Non due palermitani qualsiasi, ma i capimafia del mandamento di Brancaccio arrestati a Milano il 27 gennaio 1994 e poi condannati per le stragi del 1992 – quelle nelle quali morirono i magistrati Giovanni Falcone e Paolo Borsellino nonché la moglie di Falcone, Francesca Morvillo, e gli agenti della scorta. I Graviano sono stati condannati non solo per le stragi in Sicilia (Capaci e via D’Amelio) ma anche per quelle del 1993 nel centro-nord, in cui morirono altre 10 persone tra Firenze e Milano. Per queste ultime Silvio Berlusconi e Marcello Dell’Utri sono stati indagati e archiviati su richiesta dei pm per l’ipotesi (non riscontrata) che fossero mandanti esterni in concorso con i boss.

Dunque Paolo Berlusconi ha ricostruito così l’episodio dell’incontro con Baiardo: “All’uscita del ristorante, la mia scorta mi disse che una persona voleva riferirmi cose su mio fratello. Io non conoscevo questa persona ma l’ho fatta salire nel mio ufficio, dove penso di averlo incontrato da solo con l’agente di scorta che rimase fuori dalla porta. Mi disse sostanzialmente due cose: che aveva cercato di contattare mio fratello e che voleva dire cose spiacevoli su di lui. Queste due cose mi bastarono per interrompere la conversazione. Non ero il segretario di mio fratello e non c’è stato feeling. Poiché non è mia abitudine sottostare a ricatti – anche se non so se il signor Baiardo poi avesse questa intenzione – ho interrotto subito dopo pochi minuti la conversazione. Ho chiamato l’agente di scorta e lo ho fatto accompagnare fuori dall’ufficio e poi ho chiamato l’avvocato Nicolò Ghedini. Poi ho dimenticato la persona, non quell’incontro. Così quando un giornalista di un quotidiano nazionale (Marco Lillo del Fatto Quotidiano nel 2018, ndr) ha chiesto all’avvocato Ghedini se avessi incontrato Salvatore Baiardo il giorno di San Valentino che era una domenica (la domanda del Fatto, basata su quanto Baiardo ci disse off record allora, era sul 14 febbraio dell’anno 2010, mentre la data giusta era il 14 febbraio 2011 in realtà, ndr), io dissi che non lo conoscevo perché lo avevo dimenticato. Non avrei negato una cosa vera mettendomi a rischio di essere smentito dalla mia scorta”.
Paolo Berlusconi ha parlato poi anche della telefonata avvenuta con l’editore de La7 dopo una puntata con la presenza di Baiardo, nel 2023. “Il messaggio inviato a Urbano Cairo (nel febbraio 2023, ndr) era semplice: ‘Vergognati'”. La trasmissione condotta da Massimo Giletti Non è l’arena aveva ospitato la sera prima Salvatore Baiardo che aveva parlato proprio dell’incontro del 14 febbraio 2011 nella sede de Il Giornale ma a detta di Paolo Berlusconi “quello è stato un mio moto di impeto ma lo rifarei. Mi aveva fatto indignare il tono generale della trasmissione che era contro mio fratello su cose che poi si sono dimostrate infondate. La ragione non era per la persona di Salvatore Baiardo.”

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Libera Asti presenta un dossier sulla percezione di mafie e corruzione: il primo passo per una maggior consapevolezza

di Gionata Borin e Simone Barbiero

Alla fine del 2024 Libera ha presentato il dossier nazionale Linea Libera. Estorsione, usura e corruzione. Conoscere per contrastarle, un’indagine sulla percezione e l’esperienza degli operatori economici su mafie e corruzione in tre città campione: Torino, Firenze e Napoli. Nell’estate del 2025, il coordinamento provinciale di Libera Asti ha deciso di replicare la ricerca su base provinciale.

Sono stati distribuiti 400 questionari anonimi nei quattro principali comuni del territorio: Asti, Nizza Monferrato, Canelli e San Damiano d’Asti. La ricerca ha coinvolto i settori del commercio, manifattura, servizi e, in aggiunta rispetto al modello nazionale, l’agricoltura, comparto chiave dell’economia astigiana. La validazione scientifica è stata curata dai sociologi astigiani Renato Grimaldi ed Enrico Ercole, entrambi docenti universitari in metodologia della ricerca sociologica.

Perché questa ricerca ad Asti?
Le mafie e la corruzione alterano il mercato, attuano una concorrenza sleale e creano barriere per gli operatori economici che vogliono “competere” in maniera onesta e trasparente. Anche il contesto economico non aiuta: crisi di liquidità delle imprese e il rischio sovraindebitamento possono portare ad agevolare l’insediarsi di reti criminali che applicano il cosiddetto “welfare sostitutivo mafioso”, offrendo prestiti a usura come risposta immediata alle lungaggini burocratiche dello Stato, creando un iniziale consenso intorno a loro.

Sul piano giudiziario, inchieste degli ultimi decenni come “Albachiara” e soprattutto “Barbarossa” hanno accertato la presenza di una locale di ’ndrangheta nell’Astigiano. Altre indagini hanno svelato realtà criminali dedite a spaccio di droga, estorsione e usura che, pur non rientrando formalmente nell’art. 416 bis CPP, avevano contatti o rapporti con esponenti del crimine organizzato di stampo mafioso.

I risultati del dossier
Dei 400 questionari distribuiti, ne sono stati restituiti compilati 245 (61%), ottimo risultato dato il tema trattato. I dati mostrano una forte divaricazione tra la percezione dei reati e le denunce reali: più il comune è piccolo, più gli esercenti si sentono al sicuro. Tra i fenomeni più citati emergono i reati da cronaca spicciola (furti, spaccio, risse, vandalismo). Al contrario, è molto bassa la percezione di estorsione e usura, fenomeni che invece sono stati al centro di operazioni delle forze dell’ordine con arresti e confische milionarie ad Asti e provincia. Inoltre, la mafia viene percepita soprattutto come apparato violento, mentre resta poco conosciuto il suo aspetto relazionale con la cosiddetta “zona grigia”: politica, imprenditoria e professionisti.

Un dato poco rassicurante, in un periodo storico in cui le mafie, scegliendo la strategia della “sommersione”, applicano la violenza come extrema ratio, consapevoli che il silenzio riesce a garantire e facilitare i loro affari illeciti. Il rischio quindi potrebbe essere quello di non avere la consapevolezza della loro presenza nel sistema socioeconomico di un territorio. Altro dato allarmante è quello sulle tutele e i benefici finanziari per chi denuncia: oltre il 77% degli intervistati dichiara di “non conoscere per nulla” tali tutele previste dalla legge.

Le proposte di Libera Asti
Presentato il 29 maggio presso la Sala Consiliare della Provincia, il dossier ha spinto Libera Asti a lanciare due iniziative concrete:
– Un tavolo tecnico territoriale riservato alle Istituzioni per la prevenzione, la sensibilizzazione e l’informazione su mafie, usura, estorsione e corruzione.
– La promozione di “Linea Libera”, un servizio telefonico gratuito (800.58.27.27) che offre ascolto, supporto e accompagnamento alla denuncia per vittime e testimoni.

Il dossier “Linea Libera Asti”, integralmente finanziato dal coordinamento di Libera Asti, rappresenta il primo passo di un lavoro volto a contribuire nel rendere la cittadinanza astigiana più consapevole sui rischi di penetrazione criminale nel tessuto economico locale.

Il blog Sostenitore ospita i post scritti dai lettori che hanno deciso di contribuire alla crescita de ilfattoquotidiano.it, sottoscrivendo l’offerta Sostenitore e diventando così parte attiva della nostra community. Tra i post inviati, Peter Gomez e la redazione selezioneranno e pubblicheranno quelli più interessanti. Questo blog nasce da un’idea dei lettori, continuate a renderlo il vostro spazio. Diventare Sostenitore significa anche metterci la faccia, la firma o l’impegno: aderisci alle nostre campagne, pensate perché tu abbia un ruolo attivo! Se vuoi partecipare, al prezzo di “un cappuccino alla settimana” potrai anche seguire in diretta streaming la riunione di redazione del giovedì – mandandoci in tempo reale suggerimenti, notizie e idee – e accedere al Forum riservato dove discutere e interagire con la redazione.

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Muere a los 87 años el historiador Carlo Ginzburg, maestro de la ‘microhistoria’

El historiador Carlo Ginzburg ha muerto a los 87 años, según publican los grandes medios italianos. Nacido en Turín, hijo de la escritora Natalia Ginzburg y del intelectual Leone Ginzburg, fue un maestro del arte de la “microhistoria”, centrada en la vida cotidiana y la cultura popular de otras épocas, como mostró en su gran obra El queso y los gusanos. Nacido en Turín en 1939, era profesor emérito de la Scuola Normale Superiore de Pisa, donde había estudiado. En su carrera docente, impartió clases en la Universidad de Bolonia, pero también en grandes universidades estadounidenses como Harvard, Yale, Princeton y UCLA. Se consideraba una persona con orígenes privilegiados: “Mi privilegio no fue solo criarme rodeado de libros, también lo fue tener modelos”, decía.

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© Ulf Andersen (Getty Images)

El historiador italiano Carlo Ginzburg posa durante una feria del libro en Lyon, Francia, el 31 de mayo de 2008.
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Mafia, al processo Baiardo Paolo Berlusconi chiede di non testimoniare: “Sono fratello di Silvio”. Il giudice però respinge la richiesta

Al processo contro Salvatore Baiardo, in corso nell’aula 28 del Tribunale di Firenze, Paolo Berlusconi si è presentato a testimoniare declinando le sue generalità in collegamento in differita e accompagnato dal suo avvocato (autorizzato a presenziare senza poter interagire dalla presidente del collegio Anna Favi) e ha inviato prima dell’udienza una nota dei suoi difensori nella quale chiede di astenersi dalla testimonianza ex art. 199 codice procedura penale perché prossimo congiunto di Silvio Berlusconi, in passato indagato nell’indagine sui mandanti esterni delle stragi del 1993. Poi stralciato mentre Marcello Dell’Utri è stato archiviato con decreto del Gip su richiesta dei pm. Il pm Lorenzo Gestri si è opposto sostenendo che non c’è nella norma questa possibilità perché Silvio Berlusconi non è imputato nel presente processo. E fu stralciato dall’indagine per morte nel 2023. Mentre il processo in corso nasce da un’ulteriore stralcio effettuato da quel procedimento per il solo Salvatore Baiardo. Il difensore si Baiardo, avvocato Ventrella ha chiesto che la richiesta sia accolta. Il tribunale si è riservato e ora è in corso la camera di consiglio per decidere. Paolo Berlusconi era stato chiamato a deporre sulle circostanze di un incontro nella sede del quotidiano Il Giornale a Milano avvenuto il 14 febbraio del 2011 proprio con Salvatore Baiardo. Il giudice alla fine ha però deciso perchè la testimonianza si debba fare. Il tribunale, infatti, ritenuto che l’articolo 199 prevede la facoltà di astensione dei soli prossimi congiunti dell’imputato e che il prossimo del teste in questione (cioè Silvio Berlusconi fratello di Paolo) è stato sì indagato nel procedimento principale dal quale è stato separato l’imputato Baiardo ma questa circostanza “non rileva” perché Silvio Berlusconi non è mai stato indagato per i reati oggetto di questo processo ed è stato invece indagato per altri reati per i quali è peraltro stato archiviato.

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Fiocruz inaugura Galeria a Céu Aberto com fotos de João Roberto Ripper

Logo Agência Brasil

Com 50 anos de carreira, um dos mais importantes fotógrafos humanistas do Brasil, João Roberto Ripper, inaugurou nesta segunda-feira (15) a exposição gratuita Humanidades, com 20 fotos ligadas aos direitos humanos. A mostra em sua homenagem marca a abertura da Galeria a Céu Aberto, localizada no gramado lateral da Biblioteca de Manguinhos, no campus da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

As fotografias perpassam diversos momentos da carreira de Ripper, com foco nas populações mais vulneráveis. Aos 76 anos, Ripper diz que a nova galeria abre espaço para a discussão de humanidades e dos direitos humanos.

Notícias relacionadas:

“Abre espaço também para que outros fotógrafos usem esse espaço. É importante criar espaços onde esses trabalhos possam se multiplicar. A Fiocruz vai disponibilizar esse material para as organizações de direitos humanos”, disse Ripper.

O fotógrafo e curador da exposição, Dante Gastaldoni, explica que escolheu 20 fotos que tentam ser um mergulho na obra de Ripper, mas com o recorte do bem-querer.

"‘É uma fotografia fruto da relação de afeto entre fotógrafo e fotografados. A gente se apegou ao afeto que transborda da obra do Ripper. É uma ode ao amor, ao afeto, à solidariedade expressa em fotografias”, afirmou Dante.

O pesquisador em saúde pública, professor do Programa de Pós-Graduação em Informação e Comunicação em Saúde do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica (Icict/Fiocruz) e um dos coordenadores da nova galeria, Rodrigo Murtinho, conta que teve a ideia do novo espaço em 2018, em uma viagem a Montevidéu, no Uruguai. No país vizinho, ele viu uma exposição de fotos sobre refugiados em uma galeria de céu aberto no Parque Rodó.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

“Não tinha ninguém melhor do que o próprio Ripper para inaugurar essa galeria. São mais de 50 anos dedicados aos direitos humanos de forma ampla. Aqui, na Fiocruz a gente trabalha com o conceito ampliado de saúde, que é sinônimo de cidadania e que dialoga direto com os direitos humanos”, disse Murtinho.

Esses e outros registros fazem parte do Acervo João Roberto Ripper, no Fiocruz Imagens. Integrando as iniciativas de Acesso Aberto da Fiocruz, o projeto foi desenvolvido para a conservação e divulgação do trabalho do fotodocumentarista e reúne mais de 180 mil fotogramas em película de Ripper que estão sendo digitalizados e catalogados.

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Fiocruz inaugura Galeria a Céu Aberto com fotos de João Roberto Ripper

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Com 50 anos de carreira, um dos mais importantes fotógrafos humanistas do Brasil, João Roberto Ripper, inaugurou nesta segunda-feira (15) a exposição gratuita Humanidades, com 20 fotos ligadas aos direitos humanos. A mostra em sua homenagem marca a abertura da Galeria a Céu Aberto, localizada no gramado lateral da Biblioteca de Manguinhos, no campus da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

As fotografias perpassam diversos momentos da carreira de Ripper, com foco nas populações mais vulneráveis. Aos 76 anos, Ripper diz que a nova galeria abre espaço para a discussão de humanidades e dos direitos humanos.

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“Abre espaço também para que outros fotógrafos usem esse espaço. É importante criar espaços onde esses trabalhos possam se multiplicar. A Fiocruz vai disponibilizar esse material para as organizações de direitos humanos”, disse Ripper.

O fotógrafo e curador da exposição, Dante Gastaldoni, explica que escolheu 20 fotos que tentam ser um mergulho na obra de Ripper, mas com o recorte do bem-querer.

"‘É uma fotografia fruto da relação de afeto entre fotógrafo e fotografados. A gente se apegou ao afeto que transborda da obra do Ripper. É uma ode ao amor, ao afeto, à solidariedade expressa em fotografias”, afirmou Dante.

O pesquisador em saúde pública, professor do Programa de Pós-Graduação em Informação e Comunicação em Saúde do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica (Icict/Fiocruz) e um dos coordenadores da nova galeria, Rodrigo Murtinho, conta que teve a ideia do novo espaço em 2018, em uma viagem a Montevidéu, no Uruguai. No país vizinho, ele viu uma exposição de fotos sobre refugiados em uma galeria de céu aberto no Parque Rodó.

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“Não tinha ninguém melhor do que o próprio Ripper para inaugurar essa galeria. São mais de 50 anos dedicados aos direitos humanos de forma ampla. Aqui, na Fiocruz a gente trabalha com o conceito ampliado de saúde, que é sinônimo de cidadania e que dialoga direto com os direitos humanos”, disse Murtinho.

Esses e outros registros fazem parte do Acervo João Roberto Ripper, no Fiocruz Imagens. Integrando as iniciativas de Acesso Aberto da Fiocruz, o projeto foi desenvolvido para a conservação e divulgação do trabalho do fotodocumentarista e reúne mais de 180 mil fotogramas em película de Ripper que estão sendo digitalizados e catalogados.

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Del incendio de Dormición al cumpleaños de Trump y más imágenes del día

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El panorama internacional se fragmenta en imágenes que retratan las múltiples realidades del mundo contemporáneo. En Washington, las fotografías capturan una Casa Blanca inédita, transformada en el epicentro del entretenimiento deportivo tras una recepción organizada por Donald Trump. Las imágenes muestran a la élite política siguiendo las grandes estrellas de las peleas de la UFC, en un ambiente festivo y de gran expectación.

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La exposición ‘Momentos’, que celebra los 50 años de EL PAÍS, inicia su recorrido por España

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50 imágenes, 50 historias. La exposición de EL PAÍS que celebra el medio siglo de vida del periódico ha arrancado su recorrido itinerante en el Aeropuerto Adolfo Suárez Madrid-Barajas. Momentos está comisariada por Marisa Flórez (León, 1948), fotógrafa y exeditora gráfica del periódico, y su propuesta evoca el papel fundamental del fotoperiodismo a través de 50 instantáneas trascendentales desde que nació EL PAÍS, el 4 de mayo de 1976. Del 2 al 30 de junio, la exposición estará en el aeropuerto madrileño, en la zona sur de la Sala 10 (recogida de equipajes) de la Terminal 4. Después continuará por otras ciudades como Vigo, Gijón o Bilbao.

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Blitz antimafia a Palermo: arrestato Raffaele Galatolo, il boss ergastolano con i permessi premio

Uno, un vecchio boss da tempo ormai in libertà. L’altro, ergastolano ma considerato un detenuto modello tanto da usufruire di diversi permessi premio grazie ai quali tornava a Palermo. Ma la loro vita, sostiene la Dda di Palermo, non era per nulla cambiata e stavano riorganizzando le famiglie dell’Acquasanta e dell’Arenella, due delle più importanti del mandamento di Resuttana. Così oggi Stefano Fidanzati e Raffaele Galatolo sono stati arrestati dalla Guardia di Finanza insieme ad altre undici persone in un’operazione antimafia che vede indagate 45 persone.

Fidanzati era tornato in libertà da tempo ma, secondo l’accusa, sarebbe ancora a capo della famiglia mafiosa dell’Arenella. Il boss ergastolano Raffaele Galatolo, in carcere a Napoli e considerato un detenuto modello tanto da usufruire di diversi permessi, riorganizzava la famiglia dell’Acquasanta: aveva ottenuto la possibilità di uscire dal carcere e lavorare in un’associazione di volontariato. Agli arrestati – 8 in carcere e cinque ai domiciliari – vengono contestati a vario titolo i reati di associazione mafiosa, bancarotta fraudolenta, favoreggiamento personale, riciclaggio, trasferimento fraudolento di valori, esercizio abusivo di attività di scommesse.

Le investigazioni hanno consentito di acquisire elementi utili a delineare gli assetti interni delle due famiglie. In particolare, è emerso come, anche grazie al supporto di una stabile rete di sodali e alla forza di intimidazione derivante dall’appartenenza all’associazione mafiosa, i capi famiglia avrebbero esercitato la propria influenza sui rispettivi territori di riferimento, mantenendo la capacità di orientare le attività illecite, dirimere controversie interne o con soggetti appartenenti ad altri mandamenti, nonché condizionare l’operatività economica e commerciale. Con riferimento alla famiglia mafiosa dell’Arenella, l’attività d’indagine ha permesso di ricostruire le modalità di imposizione mafiosa sul territorio da parte del capofamiglia, il quale, anche attraverso interazioni con altri esponenti di vertice di Cosa nostra, avrebbe esercitato la propria influenza anche rilevando società, fittiziamente intestate, a incensurati al fine di reimpiegare i capitali illeciti.

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Davanti alla pressione mafiosa e agli attentati incendiari a Palermo, dov’è la strategia straordinaria dello Stato?

Gli attentati incendiari che da mesi colpiscono Palermo, gli imprenditori sotto pressione e gli arresti eseguiti nelle ultime ore raccontano una realtà che non va assolutamente sottovalutata. Siamo di fronte a una pressione mafiosa di particolare virulenza che tenta di riaffermare controllo del territorio, capacità intimidatoria e dominio economico.

Le autorità locali dimostrano di essere all’altezza della situazione. Magistratura, Prefettura ed inquirenti stanno svolgendo il proprio compito con professionalità, determinazione e spirito di servizio. Quando arrivano gli arresti, vengono sequestrati patrimoni e individuati gli autori di attentati ed estorsioni, il merito è di quelli che lavorano sul territorio, con organici e risorse mai proporzionati alla complessità delle sfide che devono affrontare.

Ed è proprio qui che nasce una domanda che la politica nazionale dovrebbe avere il coraggio di affrontare. Da tempo i segnali erano evidenti. La pressione criminale cresceva, gli episodi intimidatori si moltiplicavano, gli imprenditori lanciavano allarmi sempre più preoccupati e, in attesa dei tempi necessari allo sviluppo delle indagini, avevano bisogno di vedere una risposta straordinaria di controllo del territorio. Non stiamo parlando di un’emergenza improvvisa esplosa nel giro di pochi giorni ma di una situazione che avrebbe dovuto indurre, da mesi, una riflessione strategica sul tipo di risposta da costruire in via immediata a sostegno delle istituzioni locali.

Se una città viene considerata così problematica da richiedere ripetute visite del Ministro dell’Interno e la convocazione di comitati da lui presieduti ai massimi livelli istituzionali, significa che il problema ha assunto una dimensione che supera la gestione ordinaria. E se è davvero così, la domanda diventa inevitabile: dov’è la strategia straordinaria dello Stato? Altrimenti si crea il paradosso che, da una parte, si comunica che lo Stato è presente e, dall’altra, si lascia che siano quasi esclusivamente le strutture territoriali a sostenere il peso della risposta.

Il Sindaco di Palermo lo ha detto con parole che meritano attenzione: la solidarietà non basta, serve una risposta straordinaria dello Stato. E da tempo chiede che il centro sostenga le autorità locali. E con lui lo chiedono a gran voce tutti gli organismi, enti e cittadini. Ciò che si è visto finora è soprattutto una continua narrazione della sicurezza in cui emergono ringraziamenti, celebrazioni e rassicurazioni. Quasi nessun rinforzo reale. Nessun rafforzamento visibile delle strutture investigative. Nessuna strategia capace di sostenere concretamente chi combatte ogni giorno questa battaglia.

Del resto, è esattamente questo che dovrebbe fare uno Stato moderno quando ritiene che un territorio stia affrontando una sfida straordinaria. Negli ultimi anni, invece, si moltiplicano le zone rosse, anche a Palermo, si annunciano controlli, si diffondono statistiche e si realizza una narrazione permanente della sicurezza non accompagnata dalle risorse necessarie a trasformarla in risultati.

L’esito finale è quello che emerge anche in altre città italiane. A Milano, ad esempio, si scopre che dodici zone rosse dovrebbero essere controllate da appena sedici agenti di polizia locale, poco più di uno per area, al punto che la stessa stampa parla apertamente di “controlli farsa”. È la fotografia perfetta della differenza tra annunciare e realizzare.

È lo stesso rischio di Palermo e di altre realtà del Paese. Penso a Foggia e al Gargano, dove negli anni successivi al grande intervento di sistema avviato nel 2017 lo Stato dimostrò quanto potesse essere efficace una strategia che mise insieme investigatori, controllo del territorio, Procure, Prefettura e forze di polizia in un’unica azione coordinata. Oggi, progressivamente, quell’intervento di sistema si è ridotto e si stanno riaffacciando fenomeni criminali che sembravano appartenere al passato perché quella strategia non appare più sostenuta con la stessa determinazione di allora. Altri tempi, altri ministri e capi della Polizia.

Per questo Palermo non riguarda soltanto Palermo. Riguarda l’idea stessa di sicurezza che vogliamo costruire. Sarebbe davvero bello se al termine dell’ennesimo Comitato per l’Ordine e la Sicurezza Pubblica annunciato a Palermo e presieduto dal Ministro dell’Interno non leggessimo il solito comunicato fatto di ringraziamenti, rassicurazioni sulla presenza dello Stato e di telecamere, ma l’illustrazione di una strategia operativa e organizzativa straordinaria, immediata e concreta, capace di sostenere il lavoro dei magistrati e di tutte le istituzioni locali che ogni giorno combattono questa battaglia, sindaco compreso.

Perché la mafia non teme le dichiarazioni, le statistiche o le conferenze stampa. Teme gli uomini, le indagini, il controllo del territorio e la continuità dell’azione dello Stato.

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Referendo rejeitado: Suíça não vai limitar população a 10 milhões até 2050

Os eleitores suíços rejeitaram este domingo, em referendo, uma iniciativa da direita radical para limitar a população a 10 milhões até 2050, com projeções nacionais a indicarem vitória do “não”, segundo a radiotelevisão estatal SRF. A proposta, promovida pela União Democrática do Centro (UDC), previa a introdução de restrições à imigração caso a população ultrapassasse determinados limiares antes de 2050. Entre as medidas estavam limitações ao asilo, ao reagrupamento familiar e às autorizações de residência, podendo ainda pôr em causa o acordo de livre circulação de pessoas entre a Suíça e a União Europeia. O Governo suíço, bem como sindicatos

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De los colores del Orgullo en Bucarest al rugido de Le Mans: un día en imágenes

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En Bucarest y Sofía, las banderas arcoíris y los gestos de orgullo desafían al prejuicio con destellos de color, buscando esperanza en un mundo que, en otros rincones, se quiebra de dolor. Esa misma búsqueda de luz se apaga de golpe en el sur de la Franja de Gaza, donde el llanto desgarrador de un joven palestino sobre el cuerpo de un niño encarna el horror de una guerra implacable. El sufrimiento se extiende hacia las fronteras del Chad, en el éxodo de hombres que empujan carros hacia Sudán, y en el brote silencioso del Ébola que azota al Congo.

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Influencers de Loures que violaram menor e filmaram ato condenados a 7 e 8 anos de prisão efetiva

Os quatro jovens, condenados por crimes de violação, pornografia de menores e ofensa à integridade física, pagam ainda uma indemnização de 50 mil euros à vítima. O tribunal de Loures condenou esta sexta-feira os quatros influencers acusados de violar uma menor em 2025 e de filmar os atos sexuais a penas de prisão efetiva entre sete e oito anos, adiantou a comarca. Segundo o comunicado da juíza presidente do Tribunal da Comarca de Lisboa Norte (Loures), Leonardo Saraiva foi condenado por dois crimes de violação agravados e 27 crimes de pornografia de menores numa pena única de sete anos e

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WUHAN-GATES – 89. “FAUCI & US INTELLIGENCE Hid SARS-Cov-2 BIO-WEAPON LAB-MADE”. CIA Whistleblower before Senate (VIDEO). He Tells the same that Gospa News wrote

The cover image features virologist Anthony Fauci and CIA official James Erdman.

By Fabio Giuseppe Carlo Carisio

VERSIONE IN ITALIANO

CIA Official: “Fauci Intentionally Covered Up the Laboratory Origin of SARS-CoV-2”

It’s May 13th, the Feast of Our Lady of Fatima, who appears to have performed another small miracle after saving the life of Pope John Paul II in the 1981 assassination attempt on the Vatican.

A senior Central Intelligence Agency operations official appeared before the U.S. Senate Committee on Homeland Security and Governmental Affairs, chaired by Senator Rand Paul.

Pressed by Chairman Paul, who had already denounced the CIA’s cover-ups of the lab-built SARS-CoV-2 several months ago, he declared that Dr. Anthony Fauci intentionally helped cover up evidence showing that COVID-19 emerged from a Chinese lab collaborating with US-funded scientists, some of whom were involved in gain-of-function and coronavirus research months before the pandemic.

WUHAN-GATES – 87. “HOW CIA COVERED UP COVID LAB-ORIGIN” (2 videos). US Senator confirms the MILLENNIUM CONSPIRACY Exposed in 86 Gospa News Investigations on SARS-CoV-2

Dr. Fauci’s role in the cover-up was intentional,” said James E. Erdman III, a senior operations officer for the CIA. Erdman testified during a hearing organized by the Senate Committee on Homeland Security & Governmental Affairs, chaired by Sen. Rand Paul (R-Ky.).

EXCLUSIVE INVESTIGATION BELOW

PENTAGON’s BIOLABS in UKRAINE, COVID-19 BIOWEAPON & MOSSAD-EPSTEIN Ring (video). Sensational Revelations by a US Military Whistleblower on Gabbard-ODNI Dossier

From Fauci’s Censorship to the CIA’s

Erdman, who served on the federal Director’s Initiatives Group (DIG) between March 2025 and April 2026, leading the investigation into the origins of COVID-19, said that this position allowed him to learn of evidence demonstrating that Fauci, the CIA, and other elements of the US intelligence community had actively covered up evidence of a COVID-19 laboratory leak.

This information has been public knowledge in the United States for years.

Because in America, there is no State Secrecy tacitly imposed by the European Union, the various Italian governments, and their complicit media, which, like Fact-Checkers, have banned Gospa News and anyone seriously investigating a pandemic engineered by Fauci and funded by Bill Gates & Co. from social media.

TRUMP Begins Fight vs BIG TECH “CENSORSHIP CARTEL” & Fact-Checking firm NEWSGUARD (our Persecutor)

But Erdman III’s deposition brings together in a disgusting mosaic all the pieces already revealed in our series of Wuhan-Gates investigations. We briefly summarize them for those in a hurry, and refer everyone else to the full article (with automatic translation into Italian) on Gospa News International.

WUHAN-GATES 45. First Study on SARS-2 Manmade Hidden by Fauci. Hot E-mail: US Microbiologist had forthwith Discovered “Artificial Spike Alterations”

  • The CIA secretly spied on everyone within the agency investigating the man-made SARS, so it also unleashed its Fact-Checker partners to do the same against journalists like us.
  • Erdman highlights the central role of Professor Baric (a microbiologist at the University of Carolina working to develop a “recipe” for a laboratory-grown Covid based on Moderna Vaccine Research) and his close collaborator, the famous bat-woman scientist Shi-Zhengli director of the Center for Infectious Diseases at the Wuhan Institute of Virology.

WUHAN-GATES – 81. EXCLUSIVE & EXPLOSIVE STUDY! The “Recipe” to Build a Covid in Laboratory published by Fauci’s collaborator prof. Baric on 2017. Where was Trump?

  • The CIA whistleblower revealed that several biological scientists led the Event 201 exercise funded by Bill Gates a few months before the pandemic.
  • Edrman was among the first federal agents to mention lawyer Avril Haines, a biological weapons expert, formerly Joseph Biden’s briefcase in Congress, deputy CIA director, and then Deputy National Security Advisor during the Obama-Biden administration (2013-2016). She was a prophet of a respiratory epidemic in 2018 and was later appointed by President Biden to head the US Intelligence Community (ODNI office), where she attempted to cover up any trace of laboratory evidence of SARS-CoV-2, leading to a split in the federal agencies she oversaw.

WUHAN-GATES – 69. How and Why the Spy of Biden & Gates Hid ManMade SARS-Cov-2 in US Intelligence Dossier

Here are some of the most significant excerpts from the deposition thanks The Defender article (full below).

The Extremely Dangerous Gain-of-Function Experiments

Erdman also took aim at gain-of-function research. He said scientists from the federal Biological Sciences Experts Group (BSEG) helped overturn a moratorium on funding gain-of-function research that took effect in 2014.

“Several of the BSEG scientists helped Dr. Fauci rewrite definitions of gain-of-function in 2015 to lift a funding pause on dangerous research,” Erdman testified. He said BSEG members “often receive considerable funding from NIAID [the National Institute of Allergy and Infectious Diseases] and public health agencies.”

WUHAN-GATES – 82. SYNTHETIC VIRUSES: BIOWEAPONS Hidden by PENTAGON. Exclusive US AIR FORCE Secret Paper confirms Dangerous Tests by JASON Group on SARS-Cov2

Scientists participating in BSEG included Ralph Baric, Ph.D., who worked with Wuhan Institute of Virology researcher Shi Zhengli, Ph.D., on gain-of-function experiments, Erdman said. Daszak was later “sent to China with the WHO [World Health Organization] to investigate the origins of COVID.”

Bill Gates’ Exercise with the Intelligence Officer That Covered Up the Lab-Based SARS-CoV-2

Erdman said that some BSEG scientists also played a key role in Event 201, a simulation of a global coronavirus outbreak that took place in October 2019, shortly before the COVID-19 pandemic. The Gates Foundation and World Economic Forum were also involved in the planning of Event 201.

“This was a coronavirus pandemic tabletop exercise curiously similar to the events that played out during the COVID-19 pandemic, and it was attended by Dr. Fauci and individuals with IC ties like former [Director of National Intelligence] Avril Haynes,” Erdman said.

WUHAN-GATES – 86. SARS-COV-2 BIO-WEAPON: HARSH SUSPICIONS on UK too! Research on Chimeric Human CoronaVirus Hidden in a Patent of Institute funded by DARPA & Gates

A Wall Street Journal investigation last year revealed that in 2021, Haynes opted to brief then-President Joe Biden only on evidence supporting the zoonotic theory.

Fauci’s Indictment for Perjury to Congress

Today’s hearing came two days after the expiration of a deadline to indict Fauci on charges of perjury for allegedly lying to Congress in 2021. Fauci told Congress at the time that NIH and NIAID had never funded gain-of-function research.

Paul had publicly pushed for Fauci to be indicted. Last year, Biden pre-emptively pardoned Fauci for his official acts dating back to 2014. Last month, a grand jury indicted Dr. David Morens, a former top aide to Fauci, for allegedly using his personal email account to hide communications about the origins of COVID-19.

BREAKING: Top Fauci Advisor Indicted in First Criminal Prosecution vs a Senior COVID Official. Full DOJ Statement

Hawley said many of his constituents “want to see the perpetrators held to account,” people like Fauci. He urged Congress to “start tightening the funding strings” of federal agencies that are not cooperating with the investigation into the origins of COVID-19.

The Alleged RAID on Gabbard’s Intelligence Office, Ready to Reveal the Secrets of US Biolabs

According to Fox News journalist Jesse Watters, the sensational allegations emerged Wednesday during a Senate Homeland Security Committee hearing.

Watters claims that Fauci’s whistleblower, James Eardman III, stated in court today that the documents were being prepared for release when the CIA intervened and seized them.

NEW VIDEO – Rep. LUNA: “The CIA RAIDS Gabbard Intel office, Seizing documents on JFK assassination, MKUltra”. On BioLabs too?

“The CIA has 24 hours to return the documents to Tulsi Gabbard’s office, or I will file a motion to issue a subpoena. “These documents were requested by Congress,” Congresswoman Anna Paulina Luna declared on her X account.

HANTAVIRUS KILLER – Dossier 1. This RATS-VIRUS Tested as LETHAL BIOWEAPON by US PENTAGON in Ukraine Biolabs (DTRA U-8 project)

This entire earthquake occurred in just a few days, right after the Hantavirus emergency, which the US Pentagon’s biolaboratories had been working on for years in Ukraine…

Fabio Giuseppe Carlo Carisio – founder and director of Gospa News


CIA Whistleblower: Fauci Led Multi-Agency Cover-Up of COVID Lab Leak Evidence

All visual links to previous Gospa News posts or videos have been added in the aftermath

by Michael Nevradakis, Ph.D. – originally published on The Defender – Children’s Health Defense association website

A CIA whistleblower today told the U.S. Senate that Dr. Anthony Fauci intentionally helped cover up evidence showing that COVID-19 emerged from a Chinese laboratory that worked with U.S.-funded scientists — some of whom were involved with gain-of-function research and coronaviruses months before the pandemic.

Dr. Fauci’s role in the cover-up was intentional,” said James E. Erdman III, a senior operations officer for the CIA. Erdman testified during a hearing organized by the Senate Committee on Homeland Security & Governmental Affairs, chaired by Sen. Rand Paul (R-Ky.).

WHITE HOUSE “LAB LEAK” Report on COVID-19 ORIGINS. A simple Abstract over Misinformations unveiled by Trump to Unmask the Biden-Fauci Censorships on SARS-Cov-2 Manmade

Erdman, who worked for the federal Director’s Initiatives Group (DIG) between March 2025 and April 2026, leading its investigation into COVID-19’s origins, said this position exposed him to evidence that Fauci, the CIA and other elements of the U.S. intelligence community actively covered up evidence of a COVID-19 lab leak.

He said a “small circle” of scientists was involved in the cover-up and helped promote the theory that the SARS-CoV-2 virus had a zoonotic — or natural — origin. Fauci then referred investigators from various U.S. intelligence agencies leading an interagency probe into the virus’s origins to the same scientists, Erdman said.

Erdman said the scientists were linked to gain-of-function research, which increases the virulence or transmissibility of viruses and is used in vaccine development.

Erdman said the cover-up continues today and that CIA whistleblowers have faced retaliation from the agency. When asked if there is still resistance within the CIA to comply with legislation to declassify all COVID-19 origins documents, Erdman responded, “Yes.”

WUHAN-GATES – 59. “Dangerous SARS-2 & Omicron Lab Experiments without Risk Assessment. STOP Them!”. Alert by 5 US Senators. Russia blames the last Boston Research

Erdman told lawmakers that public health policy “would have been very different had the American public been made aware that a virus from a lab in China was going to serve as the foundation for an Emergency Use Authorization mRNA product being mandated by the former administration.”

Paul called the COVID-19 pandemic “one of the most consequential events of our lifetime.” The senator said that “to this day, the American people have never received a full accounting of where it [the virus] came from, what our government knew and why they had to fight their own government to find out.”

Mary Holland, CEO of Children’s Health Defense, said today’s hearing “broke the COVID-19 spell that has ensnared Congress for over six years.” “Finally, it seems that Congress might start the reckoning that is so desperately needed to account for the deaths and destruction of the COVID-19 years,” Holland said.

Erdman testified today in response to a subpoena the Senate committee issued earlier this month, as part of Paul’s ongoing investigation into COVID-19’s origins.

“COVID VACCINES HOLOCAUST”. British MP Launched the Alarm and was Soon Suspended and Censored by Tory Nazi-Mainstream

The CIA did not clear Erdman to testify. No Senate Democrats attended or participated in today’s hearing — an absence Holland called “inexcusable.” Later today, Fox News reported that the CIA was “not happy” with today’s hearing.

‘From the outset of the pandemic, Dr. Fauci shaped the conclusions’

Fauci spoke with interagency investigators on several occasions in 2020 and 2021, when the CIA was already strongly considering that the virus may have leaked from a lab, Erdman said. Investigators wanted to speak with Fauci — who provided them with a “curated list of subject matter experts,” Erdman said.

However, the list of experts “coincidentally” mirrored the list of co-authors of a key 2020 Nature Medicine paper, “The proximal origin of SARS-CoV-2.” Fauci and other public health officials and media figures later used the paper to refute the lab-leak theory and discredit its proponents as “conspiracy theorists.”

“There is a narrative that was being generated” by Fauci, Erdman said.

US House Committee BOMBSHELL: “Dr. Fauci Potentially Influenced CIA COVID-19 Origins Investigation”

Last year, the Trump administration launched an investigation to determine whether Fauci and others influenced the paper’s conclusions in exchange for funding.

Erdman testified that in August 2021, Fauci’s intervention helped lead the CIA to adopt a neutral stance on the origin of COVID-19, rather than supporting the lab-leak theory. He said:

“It was significantly influenced by Anthony Fauci injecting himself into the IC [intelligence community]. … We have documentation that shows that … the CIA was considering calling this a lab leak [as late as] Aug. 12, 2021. And then, that changed on Aug. 17, 2021. … Unfortunately, because the CIA would not provide us documentation that we asked for, we have no idea why that changed.

“From BIO-WARFARE to COVID: Cover Up & Collusions among Wuhan, CIA, US Intel & Chinese CCP”. Malone on the RFK Jr. New Book

Less than a week later, the U.S. Food and Drug Administration (FDA) fully licensed Pfizer’s mRNA Comirnaty COVID-19 vaccine. A day after the FDA issued its approval, the U.S. military mandated the vaccine for its service members.

Erdman said that while he has not found “smoking gun” documentation of Fauci or other officials openly discussing a cover-up, he said there was a “pervasive undercurrent” indicating this in much of the documentation he’s seen.

“From the outset of the pandemic, Dr. Fauci shaped the conclusions,” Paul said. “Dozens of times, he referred to the idea that the pandemic originating in the lab was a conspiracy.”

According to Erdman, Fauci’s views haven’t changed. “He believes it’s natural origin. He still does,” Erdman said.

CIA ‘illegally’ spied on COVID whistleblowers

Erdman testified that CIA officials who spoke out about the possibility of a cover-up have faced repercussions from the agency, ranging from surveillance to retaliation.

“Following the CIA’s COVID relook that culminated in 2023, the CIA retaliated against analysts supporting the lab-leak hypothesis, Erdman said. “CIA managers retaliated against them for their refusal to agree with management’s middle-of-the-night anonymous rewrite of the analysis, which changed the assessment to a non-call judgment.”

According to Erdman, the CIA began illegally monitoring “the computer and phone usage” of DIG personnel, including “their investigations and contact with whistleblowers.”

WUHAN-GATES – 80. CIA Report: “SARS-Cov-2 by Bio-Lab“. But US Intel HIDES an IDENTICAL VIRUS built by Pentagon on 2017. New Explosive Study!!!

“These were Americans being spied upon illegally while executing duties directed by the president and under the authority of the director of national intelligence,” Erdman said. At least one CIA contractor was fired as a result, “one day after meeting with the DIG.”

Erdman said the legislative and executive branches will remain misinformed if “this type of behavior is not addressed.”

Several Republican senators who participated in the hearing agreed with Erdman’s suggestions that various government and intelligence agencies are still involved in efforts to cover up evidence of a COVID-19 lab leak.

Sen. Ron Johnson (R-Wis.), who last month led a hearing presenting evidence that the FDA knew of a better method to detect COVID-19 vaccine safety signals — including sudden deaths following vaccination — but concealed it, said he sent multiple agencies “very legitimate oversight requests,” which were mostly ignored.

WUHAN-GATES – 70. STORM ON SARS-COV-2 BIO-WEAPON. US Senators vs Intelligence Director. Report on Fauci & Bethesda Boys’ Concealing

Sen. Josh Hawley (R-Mo.) said that after Congress unanimously passed a bill he sponsored in 2023 requiring the U.S. government to release documentation on COVID-19’s origins, the government “deliberately” withheld most documents.

Rather than providing thousands of pages of documents as requested, Congress received five pages, which were partially redacted. “If that isn’t a cover-up, I don’t know what is,” Hawley said.

Oversight of gain-of-function research ‘must have teeth’

Erdman also took aim at gain-of-function research. He said scientists from the federal Biological Sciences Experts Group (BSEG) helped overturn a moratorium on funding gain-of-function research that took effect in 2014.

“Several of the BSEG scientists helped Dr. Fauci rewrite definitions of gain-of-function in 2015 to lift a funding pause on dangerous research,” Erdman testified. He said BSEG members “often receive considerable funding from NIAID [the National Institute of Allergy and Infectious Diseases] and public health agencies.”

BOMBSHELL! FBI Investigating on NIH Virologist Caught SMUGGLING BIOWEAPONS’ PATHOGENS into U.S.. Also Tied with Fauci’s Manmade Sars-Cov2

Scientists participating in BSEG included Ralph Baric, Ph.D., who worked with Wuhan Institute of Virology researcher Shi Zhengli, Ph.D., on gain-of-function experiments, Erdman said. Daszak was later “sent to China with the WHO [World Health Organization] to investigate the origins of COVID.”

Last month, Baric reportedly lost his National Institutes of Health (NIH) grants and was placed on leave by his institution, the University of North Carolina. In 2024, the U.S. Department of Health and Human Services suspended all funding for EcoHealth Alliance because it failed to properly monitor its coronavirus experiments.

The CIA-Intelligence Officer to Gates Event 201 Exercise

Erdman said that some BSEG scientists also played a key role in Event 201, a simulation of a global coronavirus outbreak that took place in October 2019, shortly before the COVID-19 pandemic. The Gates Foundation and World Economic Forum were also involved in the planning of Event 201.

“This was a coronavirus pandemic tabletop exercise curiously similar to the events that played out during the COVID-19 pandemic, and it was attended by Dr. Fauci and individuals with IC ties like former [Director of National Intelligence] Avril Haynes,” Erdman said.

WUHAN-GATES – 25. At Us Intelligence’s Top the Prophetess of Pandemic & NWO. Biden rewards ex CIA Haines: led Gates’ Drill Event 201

A Wall Street Journal investigation last year revealed that in 2021, Haynes opted to brief then-President Joe Biden only on evidence supporting the zoonotic theory.

Erdman said that as early as May 2020, federal agencies like the U.S. Department of Energy were circulating internal documents suggesting that “all the conditions were present for a lab leak.”

Last year, the Trump administration launched a new version of the government’s official COVID-19 website, presenting evidence supporting the lab-leak theory. The CIA, FBI, Department of Energy, Defense Intelligence Agency, Congress and some foreign intelligence agencies ultimately endorsed the lab-leak theory.

“US BIO-LABS of KILLER VIRUSES from Ukraine to Africa”. Russian MoD Unveils Pandemic WARFARE by Pentagon together Gates & Clinton Foundations

Erdman expressed support for President Donald Trump’s executive order, issued last year, which paused funding for gain-of-function research for 120 days, a period during which a new federal policy on such research was to be developed. The administration has not yet announced a new policy.

“We need a comprehensive review of government-funded life science research and a move back to pre-9/11 definitions of gain-of-function and WMD [weapons of mass destruction] research,” Erdman said. “Oversight must have teeth.”

Will we see ‘perp walks’ of Fauci, other COVID-era figures?

Today’s hearing came two days after the expiration of a deadline to indict Fauci on charges of perjury for allegedly lying to Congress in 2021. Fauci told Congress at the time that NIH and NIAID had never funded gain-of-function research.

Paul had publicly pushed for Fauci to be indicted. Last year, Biden pre-emptively pardoned Fauci for his official acts dating back to 2014. Last month, a grand jury indicted Dr. David Morens, a former top aide to Fauci, for allegedly using his personal email account to hide communications about the origins of COVID-19.

Paul didn’t address the expiration of the statute of limitations during today’s hearing, but he did suggest that the evidence Erdman presented bolsters the case for the passage of the Risky Research Review Act, legislation he proposed last year.

Hawley said many of his constituents “want to see the perp walks” of figures such as Fauci. He called on Congress “to start pulling purse strings” of federal agencies that are uncooperative with the investigation into COVID-19’s origins.

“It is well past time for us to have [another] Church Committee,” Johnson said, referring to a 1975 U.S. Senate committee that investigated CIA wrongdoing.

Watch the hearing here

by Michael Nevradakis, Ph.D. – originally published on The Defender – Children’s Health Defense association website


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