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Brasil aparece em 6º lugar no ranking das seleções mais valiosas do mundo

O futebol de seleções se consolidou como uma indústria multibilionária, e o valor de mercado dos elencos nacionais passou a refletir não apenas o desempenho esportivo, mas também a força econômica das principais potências do esporte.

O chamado “valor de plantel” representa a soma das avaliações individuais de todos os jogadores convocáveis de uma seleção. Levantamento elaborado com base em dados da Transfermarkt e da Sports Value aponta a Inglaterra como a seleção mais valiosa do mundo em 2026.

De acordo com o ranking, o elenco inglês está avaliado em aproximadamente € 1,62 bilhão, o equivalente a R$ 9,44 bilhões. A França aparece na segunda colocação, com valor estimado em R$ 8,57 bilhões, seguida pela Espanha, com R$ 7,64 bilhões.

A Alemanha ocupa o quarto lugar, com um plantel avaliado em R$ 5,89 bilhões, enquanto Portugal aparece logo atrás, com R$ 5,63 bilhões.

O Brasil surge na sexta posição entre as seleções mais valiosas da Copa do Mundo de 2026, com valor de mercado estimado em R$ 5,28 bilhões. O ranking é influenciado pela presença de atletas que atuam nos principais clubes da Europa e possuem elevado valor de transferência no mercado internacional.

Confira as 10 seleções mais valiosas da Copa do Mundo de 2026:

  1. Inglaterra — R$ 9,44 bilhões
  2. França — R$ 8,57 bilhões
  3. Espanha — R$ 7,64 bilhões
  4. Alemanha — R$ 5,89 bilhões
  5. Portugal — R$ 5,63 bilhões
  6. Brasil — R$ 5,28 bilhões
  7. Holanda — R$ 4,45 bilhões
  8. Argentina — R$ 4,44 bilhões
  9. Bélgica — R$ 3,25 bilhões
  10. Turquia — R$ 3,06 bilhões

O ranking evidencia a concentração de talentos nas principais ligas europeias e mostra como o mercado do futebol influencia diretamente a valorização das seleções nacionais às vésperas da Copa do Mundo de 2026.

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Revue juridique et politique en Afrique

Le financement des partis politiques africains dans les régimes pluralistes fait l'objet d'un encadrement législatif de plus en plus précis, mais les moyens administratifs de contrôle restent insuffisants. Une contribution détaille l'exemple de la Côte d'Ivoire. (N° 8, 2026/1, mars, trimestriel, accès gratuit sur cairn.info. — Bamako, Mali.)

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Parcerias e Negócios anuncia parceria com a Diáspora Lusa para aproximar empresários portugueses no mundo

A Convenção Anual da Parcerias e Negócios realizou-se no dia 23 de Maio, no SDivine Fátima Hotel, reunindo empresários, empreendedores, oradores, dirigentes e profissionais de diferentes sectores de actividade. O encontro ficou marcado pela partilha de experiências, pela apresentação de…

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Taiwan as the Central Issue of Donald Trump’s Visit to the People’s Republic of China

The visit of US President Donald Trump to the People’s Republic of China on 13–15 May, together with his talks with Chinese leader Xi Jinping, constituted a single landmark event in contemporary world politics. Among its various accompanying aspects, the central one was determined by the Taiwan issue. It should once again be reiterated that […]
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Bénin : Les dix recommandations de RSF au nouveau président Romuald Wadagni pour renforcer la liberté de la presse

Romuald Wadagni prêtera serment le 24 mai prochain, après son élection le 12 avril 2026 pour un mandat de sept ans à la tête du Bénin. Héritier politique du président sortant Patrice Talon, dont les années de pouvoir ont été marquées par un recul préoccupant de la liberté de la presse, le nouveau président arrive […]
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Côte d’Ivoire : L’intervention malheureuse du président Gbagbo en faveur du cyber activiste Ibrahim Zigui

L’une des actualités du moment en Côte d’ivoire reste la condamnation du cyber activiste Zigui Ibrahim à 05 ans de prison ferme, assorti d’une amende de 20 millions de FCFA, une condamnation qui a crée un vif émoi dans le pays, et qui est intervenue après que  l’ex- président Gbagbo eût  dénoncé le cas du jeune […]
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Côte d’Ivoire : Après une pause due à la présidentielle, Bacongo reprend les déguerpissements de masse

Ceux qui avaient cru que la ville d’Abidjan ne connaîtrait plus les déguerpissements de masse tels que vécus en 2024 et 2025 doivent déchanter. Cissé Bacongo vient encore une fois de relancer sa croisade contre ce qu’il nomme le « désordre urbain », en rasant le bidonville   « Obama »  dans la commune de Yopougon, au cours d’une opération brutale […]
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Mali : Avec la destruction de la radio emblématique Naata, l’information continue de disparaître aux trois frontières du Sahel  

La radio communautaire Naata, unique station qui émettait encore dans la localité frontalière de Labbezanga, dans la région de Gao, a été détruite par des hommes armés le 27 avril. L’assaut est survenu deux jours après les attaques coordonnées de groupes armés indépendantistes et jihadistes contre des positions civiles et militaires dans plusieurs villes du […]
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Um plano de igualdade e respeito mútuo

O dia da Mãe aproxima-se. Todas as Mães são, efetivamente, Mulheres.
Quando abordamos temas como a violência contra as mulheres e violência
doméstica, falamos daquilo que, não nos fazendo melhores que os homens,
nos torna diferentes, especiais, esta força que a natureza permitiu, entre
tantas outras coisas tão belas, gerar vida.
Mas, porque ainda subsistem violências direcionadas à mulher,
precisamente porque é mulher, entendida tantas vezes como mais fraca,
habitante em patamar inferior ao homem, e que, pasmemos pois, a este
deve ser submissa, e reduzir-se à sua insignificância histórica, foram
criados instrumentos legais, neste caso, internacionais, que visam, entre um
mundo que aqui não cabe, por razões óbvias, implementar a regra dos “três
P”, ou seja, Prevenir, Proteger, e Acusar (prossecution na língua inglesa).
Centrada nos direitos das vítimas, e na cooperação entre as instituições e
organizações, e nas autoridades competentes, é na sua génese que
encontramos a proteção imediata das vítimas, prevendo a possibilidade das
conhecidas decisões de emergência, aquelas que pretendem evitar o
“chegamos tarde demais, está morta”.
Falamos da Convenção do Conselho da Europa para a Prevenção e o
Combate à violência contra as mulheres e a violência doméstica
(Convenção de Instambul), que, acertadamente aponta o reconhecimento da
igualdade entre mulheres e homens como fundamento para o estudo e
tratamento deste tipo de violência, que trata como uma verdadeira violação
de direitos humanos, quando mulheres são discriminadas, produzindo-se
sofrimento físico, sexual, psicológico, económico, e até privação da
liberdade.
Chega mesmo a apontar a erradicação de preconceitos, costumes, tradições,
e de todas as práticas assentes na ideia de inferioridade das mulheres ou nos
papeis estereotipadas destas e dos homens.
Esta Convenção acaba por mostrar uma vertente educativa, sugerindo
alterações profundas na nossa cultura, costumes, tradições ou religião,
sempre que estes sirvam para justificar a prática de atos de violência contra
mulheres.

Nela é desenhado um plano de igualdade e respeito mútuo, com vista ao
término da violência de género.
Chama à atenção ao Estado Português para a necessidade urgente da
formação de profissionais que recebem as vítimas num primeiro momento,
sendo necessária uma centralização de informação, para que a vítima possa
confiar no agente de autoridade, se sinta protegida, acompanhada e
orientada, sobretudo quando a vítima é uma criança.
As autoridades policiais gerem todo este flagelo, recebendo as vítimas,
realizando relatórios que avaliam o risco em que estas se encontram,
encaminhando-as para os serviços sociais competentes, quando há vagas.
Esta Convenção foi assinada por Portugal em 2011, e em 2024 surgiu a
Diretiva 2024/1385 do Parlamento Europeu, que alerta Portugal para o
cumprimento destas recomendações respeitantes à violência contra as
mulheres.
Também o relatório do GREVIO (Grupo de Peritos no Combate à
Violência contra as Mulheres e a Violência Doméstica) de 2025 tem vindo
a alertar o Estado Português para a falta de cumprimento de grande parte
destas “recomendações” do Conselho da Europa.
No passado dia 29 e 30 teve lugar o III Congresso internacional sobre
violência doméstica e Convenção de Istambul, no qual especialistas das
mais diversas áreas do saber debateram este tema.
Façamos todos a nossa parte, fiquemos vigilantes neste cumprimento, não
sejamos alienantes sociais.

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La RDC : seconde place forte du « vaudou » en Afrique derrière le Bénin

Comment la République Démocratique du Congo  (RDC) est devenue un haut lieu de la pratique du Vaudou en Afrique Le culte « Vaudou » est le culte le plus connu de l’Afrique noire à l’international. En dehors de l’Afrique, il se pratique sur le continent américain, notamment au Brésil, dans les Antilles (plus spécifiquement à Haïti), et […]
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Côte d’Ivoire  – Processus électoral : quand une annonce ne rassure pas, mais angoisse 

<< Au terme du dernier cycle électoral, et au regard des réserves relevées à l’endroit de cette institution ainsi que des critiques dont elle fait l’objet, le Conseil a décidé de sa dissolution. >> Personne, en Côte d’Ivoire, et, partout où l’on porte intérêt à la vie politique et sociale en Côte d’Ivoire, n’aurait pu […]
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Les clés pour comprendre le chaos en Afrique du Sud

Depuis le mois d’avril, le pays de Nelson Mandela est de nouveau secoué par des violences xénophobes. Les étrangers sont appelés à « rentrer chez eux ». En fait, ces violences n’ont jamais vraiment cessé depuis 1995, année qui a vu les noirs prendre le pouvoir dans le pays, et où pour la première fois la question de […]
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Le christianisme est né au Proche-Orient, pas en Afrique

L’affirmation circule souvent. Le christianisme serait né en Afrique. Pourtant, cette idée ne résiste pas à l’examen historique. Le christianisme s’est formé au Ier siècle au Proche-Orient. Il est apparu en Judée, au sein du monde juif, autour de la figure de Jésus de Nazareth. Ses premiers développements s’inscrivent dans ce contexte religieux et culturel. […]
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O Lado Invisível do SNS: Quando uma Cama Vazia Decide Quem Vive e Quem Espera

Um problema ético

RUI LEAL
Aluno do Mestrado Executivo em Administração Hospitalar
Faculdade de Economia da Universidade do Porto

Nos hospitais portugueses, a escassez de camas deixou de ser uma exceção. Tornou-se estrutural. E, como em qualquer sistema sob pressão constante, essa escassez não se limita a criar ineficiências — cria desigualdades.

Nas especialidades cirúrgicas, o problema é particularmente evidente. A capacidade de internamento passou a ser o verdadeiro fator limitativo da atividade. Quando alegadamente, não faltam equipas, nem blocos operatórios, nem competência clínica, falta, muitas vezes, uma cama.

O resultado é conhecido — e cada vez mais frequente: cirurgias canceladas à última hora. Não por decisão médica, mas por incapacidade organizacional. O doente está preparado, a equipa está pronta, os recursos estão mobilizados. E, ainda assim, a cirurgia não acontece.

Para quem espera, o impacto é real: mais ansiedade, mais tempo, mais risco. Para o hospital, é um desperdício evidente de recursos altamente diferenciados. Mas há uma dimensão mais profunda que raramente entra no debate público. Estamos, na prática, perante um problema de justiça distributiva.

Num sistema público como o Serviço Nacional de Saúde, a escassez não pode ser evitada — mas a forma como é gerida pode, e deve, ser questionada. Quando o acesso aos cuidados deixa de depender exclusivamente da necessidade clínica e passa a ser condicionado por limitações operacionais, a equidade fica comprometida. E isso não é um detalhe técnico. É uma escolha implícita sobre quem é tratado — e quem espera.

A duração do internamento pós-operatório é um dos principais determinantes desta pressão. Bastam alguns casos acima do esperado para desestabilizar todo o sistema. Há, porém, um fator frequentemente subestimado neste contexto: os casos sociais. Quando a alta clínica existe, mas a saída do hospital não ocorre por ausência de resposta social adequada, o internamento deixa de refletir apenas necessidade assistencial e passa a incorporar uma incerteza estrutural. Nos modelos preditivos de gestão de camas, estes casos funcionam como uma fonte relevante de entropia operacional — aumentam a variabilidade, reduzem a precisão das previsões e fragilizam o planeamento cirúrgico. Ignorá-los não é apenas uma limitação técnica; é aceitar modelos incompletos e, consequentemente, decisões potencialmente menos equitativas. A sua incorporação explícita nos modelos, através de variáveis sociais e de contexto, é essencial para aumentar a validade preditiva e evitar decisões sistematicamente enviesadas.

Ainda assim, muitos hospitais continuam a planear a sua atividade com base sobretudo na experiência, e não em análise estruturada de dados. É aqui que a mudança se impõe.

Hoje, existe informação suficiente para prever padrões de internamento, antecipar riscos e ajustar o planeamento cirúrgico. Ignorar essa capacidade analítica já não é uma limitação — é uma decisão. Mas antecipar não chega.

Sem mecanismos robustos de auditoria interna, o sistema permanece opaco. Não se compreende, com rigor, onde estão os desvios, por que razão se prolongam internamentos ou onde se perdem oportunidades de otimização. E sem essa compreensão, não há verdadeira melhoria.

A auditoria interna não deve ser vista como um instrumento de controlo burocrático, mas como uma ferramenta de gestão crítica. Permite tornar visível o que hoje é difuso, responsabilizar processos e alinhar a utilização dos recursos com os princípios que o sistema afirma defender. Eficiência e equidade não são objetivos concorrentes. São, neste contexto, inseparáveis.

Num sistema permanentemente pressionado, melhorar a utilização das camas não é apenas uma questão de gestão. É uma condição para garantir que o acesso aos cuidados não depende do acaso organizacional. E é aqui que recai uma das maiores responsabilidades dos administradores hospitalares. Gerir capacidade não é apenas otimizar fluxos. É tomar decisões que têm impacto direto sobre vidas concretas. Decidir quem espera. Decidir quem entra. Decidir quando.

Por isso, reduzir a gestão de camas a um problema operacional é um erro. Trata-se, na verdade, de um problema ético, organizacional e político. Porque, no limite, cada cama disponível representa mais do que um recurso. Representa uma escolha. E gerir escolhas, em contexto de escassez, é — inevitavelmente — gerir justiça. ■

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