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Trump amenaza con represalias a Irán tras derribar un helicóptero de EEUU

Donald Trump, presidente de EEUU, en una comparecencia en el Despacho Oval.

La tregua entre Estados Unidos e Irán podría estar a punto de saltar por los aires. El presidente de Estados Unidos, Donald Trump, ha dicho este martes que habrá represalias contra Irán por haber derribado un helicóptero estadounidense en el estrecho de Ormuz. El ataque no dejó víctimas. Tuvo lugar 100 días después del inicio de las hostilidades. Desde el 7 de abril está en vigor una tregua cada vez más frágil.

"Acabo de ser informado por nuestras Fuerzas Armadas de que los iraníes derribaron uno de nuestros helicópteros Apache de alta tecnología mientras patrullaba el estrecho de Ormuz", ha escritoTrump en su red Truth Social. "Dos pilotos estuvieron involucrados, ambos sanos y salvos. No obstante, Estados Unidos debe, necesariamente, responder a este ataque", ha añadido.

El helicóptero estadounidense cayó cerca de la costa de Omán, donde los dos soldados a bordo sobrevivieron, según informó este martes el Comando Central de las Fuerzas Armadas de Estados Unidos (Centcom). Fuerzas estadounidenses rescataron a los dos tripulantes del helicóptero AH-64 Apache, según informa la agencia Efe.

En el golfo de Omán, el Ejército estadounidense disparó a un buque petrolero por violar el bloqueo que Washington impone desde el 13 de abril contra embarcaciones que salen y llegan a puertos iraníes.

Discrepancias con Netanyahu

Estos hechos ocurren en medio de los nuevos enfrentamientos en la región, donde Irán e Israel han intercambiado ataques en los últimos días. Trump exigió el lunes a las dos partes que pararan. Las discrepancias con su aliado, el primer ministro israelí, Benjamin Netanyahu, son cada vez más intensas. Netanyahu quiere seguir atacando el Líbano hasta reducir a su mínima expresión a Hizbulá. Pero la campaña militar contra Irán y sus aliados se ha revertido contra Israel y EEUU.

El presidente estadounidense aseguró que podría alcanzar un acuerdo con Irán en "dos o tres días", el enésimo plazo que plantea tras varias semanas de negociación con la República Islámica. Sin embargo, en cualquier momento puede decidir más ataques. Irán no se quedará de brazos cruzados y la escalada salpicará a toda la región.

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Sarampo: infectologista alerta sobre vacinação em viagens para a Copa

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O aumento do número de casos de sarampo registrado nos Estados Unidos, México e Canadá – que sediarão jogos da Copa do Mundo 2026 – acende o alerta para a necessidade de vacinação dos turistas brasileiros que viajarão para o Mundial. Juntos, os três países respondem por 70% dos casos nas Américas.

A observação foi feita nesta terça-feira (9) à Agência Brasil pela infectologista Natalie Del Vecchio, do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz).

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“O sarampo é uma doença altamente contagiosa”, disse. Isso significa que uma pessoa com o vírus consegue transmiti-lo para muitas outras simultaneamente. “E a gente tem visto a baixa cobertura vacinal nesses países e também no Brasil”, observou Natalie Del Vecchio.

Expansão

No ano passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para a expansão dos casos, quando o Canadá registrou 5.062 ocorrências, o que levou à perda da certificação de país livre da doença. Em 2026, foram confirmados 124 casos no território canadense.

O México elevou o número de sete casos, notificados em 2024, para 6.152 registros em 2025. Somente em janeiro deste ano, foram 1.190 casos, de acordo com informações preliminares. Nos Estados Unidos, por sua vez, ocorreram 2.144 casos em 2025 e 721 em janeiro de 2026.

Segundo a infectologista do IFF/Fiocruz, o perigo é maior para os brasileiros que viajam para esses países sem estarem com o esquema vacinal contra sarampo completo. A vacinação pode evitar a eventual reintrodução do vírus no Brasil.

Natalie lembrou que, em novembro de 2024, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) a recertificação de país livre do sarampo. O documento foi entregue ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à então ministra da Saúde, Nísia Trindade. Em 2016, o Brasil já havia alcançado essa posição de nação livre da circulação endêmica do sarampo mas, em 2018, as baixas coberturas vacinais permitiram a reintrodução do vírus no país.

Risco

“A baixa cobertura vacinal é um risco para o nosso país de reintrodução do vírus no Brasil”, afirmou a infectologista. Em 2025, foram notificados 38 casos no país, todos importados de nações vizinhas. Em janeiro de 2026, foram registrados dois casos de sarampo, de uma mulher de 22 anos. no Rio de Janeiro, e de um bebê de 6 meses, em São Paulo. Os dois não tinham registro de vacinação.

Natalie Del Vecchio recomenda que mesmo as pessoas que não vão viajar para os países-sede da Copa do Mundo devem procurar completar o calendário vacinal. Para aquelas acima de 1 ano de idade até 30 anos, são necessárias duas doses da vacina contra sarampo e, de 30 a 60 anos, uma dose.

“Se a pessoa já tem o calendário dela completo, não precisa tomar uma dose extra da vacina. Se o calendário não estiver completo, os viajantes que se destinam aos países-sede da Copa devem completar o esquema vacinal. Essas pessoas viajarão com tranquilidade, exatamente para não estarem adquirindo o vírus do sarampo, nem trazendo para o nosso país. Para, exatamente, evitar um novo surto e novos casos do sarampo no Brasil”, afirmou a infectologista.

Reforço

O Ministério da Saúde lançou campanha nacional orientando brasileiros que viajarão aos Estados Unidos, México e Canadá para a Copa do Mundo a reforçar a vacinação contra o sarampo. Para crianças de 6 a 11 meses, a recomendação é que tomem a dose zero pelo menos 15 dias antes da viagem. Na faixa de 12 meses a 29 anos, é necessário ter duas doses.

Os adultos de 30 a 59 anos devem ter recebido pelo menos uma dose ao longo da vida. Outra recomendação é que a aplicação da vacina Tríplice Viral (que também protege contra caxumba e rubéola) deve ocorrer pelo menos 15 dias antes da viagem. As doses estão disponíveis gratuitamente nas unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).

Gravidade

O sarampo é uma doença grave que pode deixar sequelas por toda a vida e até causar a morte. As principais complicações variam de acordo com as fases da vida do paciente. Para crianças, pode causar pneumonia, infecções de ouvido, encefalite aguda (inflamação no encéfalo – parte do sistema nervoso dentro do crânio) e morte. Em adultos, causa pneumonia. E, em gestantes, pode resultar em parto prematuro e bebê com baixo peso.

Altamente contagiosa, a doença se espalha pela tosse, fala ou respiração. Uma pessoa infectada pode contaminar outras antes mesmo de saber que está doente. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse persistente, coriza, irritação nos olhos, e manchas vermelhas que começam no rosto e depois no corpo. Os sintomas costumam aparecer entre sete e 14 dias após o contato com o vírus.

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Inmet alerta para condições favoráveis a novo episódio de El Niño

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta nesta terça-feira (9) para condições favoráveis a um novo episódio de El Niño.

Esse fenômeno climático global resulta de elevações nos ventos e nas temperaturas da superfície do mar sobre o Oceano Pacífico tropical.

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De acordo com o Inmet, um evento de El Niño ocorre quando o Índice Oceânico Niño Relativo (Roni) permanece igual ou superior a 0,5°C por, pelo menos, cinco trimestres.

“Com base nos dados observados no mês de maio e nas projeções, é possível inferir que o primeiro trimestre a atingir esse limiar será abril-maio-junho”, informa o boletim do Inmet.

Monitoramento

O instituto monitora as condições no Oceano Pacífico Equatorial, quanto à Temperatura da Superfície do Mar (TSM), bem como os demais indicadores atmosféricos e oceânicos associados ao fenômeno El Niño.

Ao mesmo tempo, avalia previsões e boletins emitidos pelos principais centros meteorológicos internacionais especializados no monitoramento climático.

A previsão é que o Inmet divulgue, ao final desta semana, nova nota técnica sobre a possível evolução do fenômeno.

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“Una soluzione militare della guerra in Ucraina è difficilmente perseguibile. E torna attuale la minaccia atomica”: le parole del ministro Crosetto in Parlamento

“In Ucraina una soluzione militare del conflitto appare difficilmente perseguibile a lungo termine. Siamo davanti a un conflitto che registra livelli di violenza che l’Europa non conosceva dai tempi della seconda guerra mondiale. Ci colpisce la dimensione complessiva del conflitto, il numero fra morti e feriti si avvicina a due milioni verso la fine dell’anno, con pesanti ricadute, finanziarie ed energetiche”. Lo ha detto il ministro della Difesa, Guido Crosetto, in audizione a Palazzo Madama, alle commissioni riunite Esteri e Difesa della Camera e del Senato, nell’ambito dell’esame della deliberazione del Consiglio dei ministri in merito alla partecipazione dell’Italia a ulteriori missioni internazionali per l’anno 2026 e della Relazione analitica sulle missioni internazionali in corso e sullo stato degli interventi di cooperazione allo sviluppo a sostegno dei processi di pace e di stabilizzazione, anche al fine della relativa proroga per l’anno 2026.

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Tajani: “Non ci sono passi avanti sul Board of Peace per Gaza perché concentrati sull’Iran”

“Dopo gli inaccettabili atti compiuti ai danni degli attivisti della Global Sumud Flotilla, ho chiesto all’Alto rappresentante Kallas di portare al Consiglio Affari Esteri una proposta di sanzioni nei confronti del ministro Ben Gvir, responsabile politico di quel grave atto. Non ho parole per commentare ciò che lui ha detto nei confronti dell’Italia ieri, dopo aver saputo che era indagato dalla Procura della Repubblica. Sono parole inaccettabili che rispediamo al mittente, non sono degne di un ministro”. Così il vicepresidente del Consiglio e ministro degli Affari Esteri e Cooperazione Internazionale, Antonio Tajani, in audizione in Senato davanti alle commissioni Esteri e Difesa di Senato e Camera.

“L’Italia – ha aggiunto Tajani – è un Paese amico di Israele che ha sempre difeso la libertà, la democrazia, è protagonista della pace e rispediamo al mittente qualsiasi offesa, qualsiasi tentativo di denigrare. Ma le parole pronunciate da Ben Gvir dimostrano qual è il livello politico e morale di questo signore. Molti Paesi hanno accolto con favore la nostra proposta di sanzionarlo, a partire dalla Francia e ad esempio il ministro degli Esteri olandese che ho incontrato ieri a Roma. Vedremo nei prossimi giorni se sarà possibile raggiungere un consenso in Europa ma desidero rassicurare quest’Aula sul fatto che continueremo ad insistere per raggiungere questo obiettivo”.

Poi ad una domanda del senatore 5 Stelle Bruno Marton, Tajani spiega che “sul Board of Peace non sono stati fatti passi in avanti, tutti sono più impegnati sul fronte iraniano”.

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Crosetto: “L’Anthropic l’abbiamo chiamata noi. L’intelligenza artificiale in due anni cambierà tutto”

Il ministro della Difesa Guido Crosetto, nel corso dell’audizione congiunta con il ministro degli Esteri Tajani in Senato davanti alle commissioni Esteri e Difesa di Montecitorio e Palazzo Madama ha detto che “con gli ultimi satelliti lanciati e con la quantità di lanci in corso il divario costruito da Musk rispetto al resto del mondo aumenta. Oggi non c’è nessuno in Europa, neppure mettendo insieme tutti i paesi, che sia minimamente in grado, nei prossimi dieci anni, di raggiungere qualcosa che assomigli a quello che Musk è in grado di fare oggi.

La Cina come possibile alternativa? “Sì, i cinesi probabilmente sono l’alternativa, ma come lanci anche loro sono a un decimo rispetto a quelli che riesce a fare Musk oggi”.

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El guiño en catalán del Papa a la "región" catalana

El Papa León XIV a su llegada a la homilía en la Catedral de la Santa Cruz y Santa Eulalia en Barcelona.

El papa León XIV ha protagonizado su primer discurso en Barcelona hablado fluidamente en catalán para acercarse a los fieles, se ha referido expresamente a Cataluña como una "región". Ayer Nogueras aprovechó la presencia del Sumo Pontífice en el Congreso para pedirle que hablase en catalán y expresó sus deseos de que disfrutase de "Cataluña, mi nación".

Este significativo mensaje se ha producido durante la homilía pronunciada tras el rezo de la hora sexta en la Catedral de Santa Cruz y Santa Eulalia. En su discurso, el pontífice estadounidense ha querido alternar de forma constante el uso del español y el catalán para dirigirse directamente a todos los "barceloneses y catalanes" congregados.

Durante su intervención, el pontífice ha animado a los presentes a proclamar ante la Iglesia que "esta ciudad y esta región" representan un amplio llamado a la fraternidad cristiana.

El núcleo central de su mensaje ha consistido en pedir a los ciudadanos que asuman el papel de "constructores de unidad". El papa ha recordado que Barcelona es llamada la 'Cap i Casal de Catalunya', una posición que, según ha destacado, otorga a esta comunidad una vocación y una responsabilidad muy especial para alcanzar dicha cohesión con la ayuda de Dios.

Ampliando su visión hacia un contexto global, León XIV ha lamentado que vivimos en un mundo desgarrado por las guerras y las divisiones, dentro de una sociedad cada vez más fragmentada e individualista. Frente a este escenario, ha incitado a los fieles a ser "testigos y profetas de unidad, de acogida, de concordia y de paz", incluso si este camino exige sacrificios y renuncias personales.

La petición de unión no se ha limitado únicamente al ámbito social o político, sino que también ha apelado directamente al seno de la propia Iglesia catalana. El pontífice ha rogado a la Virgen María que les ayude en esta misión y ha invitado a todos los fieles y pastores a renovar el propósito de caminar juntos tras las huellas de Cristo.

En su discurso, el papa también ha querido alabar de forma explícita la incansable labor de todas aquellas personas que, alejándose de cualquier tipo de polarización, se entregan diariamente para "construir armonía y comunión". En este sentido, ha animado a difundir en todos los ámbitos un clima de familia donde prime la solidaridad, la misericordia, la atención recíproca y el perdón.

Finalmente, el líder de la Iglesia católica ha concluido su intervención asegurando que el hecho de trabajar juntos "no es una elección de estilo, sino una necesidad fisiológica" fundamentada en la gracia divina. A modo de advertencia y cierre, ha pedido firmemente a los presentes no permitir que absolutamente nada destruya esa unidad esencial hacia cuya plenitud son conducidos día tras día.

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Cibeles de Cine regresa a Madrid: un gran homenaje al cine español con más de 70 películas para las noches de verano

Cibeles de Cine, uno de los ciclos de verano más emblemáticos de la capital, regresa un año más para refrescar las noches madrileñas. En su undécima edición, que se celebrará ininterrumpidamente desde el 25 de junio hasta el 8 de septiembre, la espectacular Galería de Cristal de CentroCentro volverá a transformarse en un gigantesco patio de butacas. Organizado por CentroCentro e ideado por la productora mk2 Cines, este evento promete ofrecer un refugio cultural y de ocio ineludible en el corazón de la ciudad con una variada oferta de más de 70 títulos.

Tras el éxito cosechado al reunir a más de 45.000 espectadores en 2025, este año la organización ha decidido rendir un merecido homenaje al cine español y al excelente momento de reconocimiento internacional que atraviesa. Este tributo se refleja desde el primer vistazo en su cartel oficial, obra de Beatriz Ramo ('Naranjalidad'), que se inspira abiertamente en el icónico diseño de Juan Gatti para Volver. Precisamente, esta mítica cinta de Pedro Almodóvar será la encargada de inaugurar la cartelera de esta edición. Además, la experiencia visual se completará con la exposición aérea ‘Un país de puro cine’, que reúne retratos fotográficos de las grandes figuras de nuestra industria realizados por profesionales de El País.

El protagonismo del producto nacional no se quedará solo en la jornada inaugural, sino que impregnará toda la programación del evento. Se proyectarán las películas españolas más premiadas y taquilleras del año en sesiones especiales que tendrán el aliciente de contar con la presencia de parte de sus equipos técnicos y artísticos. Destaca especialmente la participación de la directora Alauda Ruiz de Azúa para presentar Los domingos, la gran triunfadora de los Premios Goya 2026, en una lista donde también brillan títulos como La cena, Aída y vuelta o el esperado estreno de El ser querido tras su exitoso paso por el Festival de Cannes.

Más allá de nuestras fronteras, la cuidada selección cinematográfica ofrecerá también un amplio abanico de superproducciones y cine independiente internacional. Por la pantalla madrileña pasarán los recientes éxitos de taquilla que han dominado las salas, como El diablo viste de Prada 2 o Proyecto salvación. A su vez, los espectadores más exigentes podrán disfrutar de las películas más destacadas en la última temporada de premios y festivales, sobresaliendo aclamadas obras como Valor sentimental, Hamnet, Bugonia o La chica zurda.

El cine de culto y los grandes clásicos tendrán, como ya es tradición, un lugar de honor en esta ineludible cita estival, contando con un espacio reservado especialmente para los domingos. Los cinéfilos más nostálgicos podrán celebrar por todo lo alto aniversarios redondos de obras maestras como Moulin Rouge y El viaje de Chihiro en su 25º aniversario, las cinco décadas de Taxi Driver o los 65 años de la inolvidable Desayuno con diamantes. Asimismo, habrá espacio para redescubrir en pantalla grande verdaderas joyas nacionales, como La escopeta nacional —en conmemoración del centenario de Rafael Azcona— o el 20º aniversario de El laberinto del fauno.

Pensando en asegurar el entretenimiento para el público infantil, los sábados estarán estrictamente reservados para toda la familia con la proyección de grandes producciones de animación y aventuras. Títulos tan esperados como Toy Story 5, Super Mario: Galaxy o Zootropolis 2 harán las delicias de los más pequeños de la casa. Cabe destacar que esta jornada será el único día de la semana en el que las proyecciones se ofrecerán dobladas al castellano, ya que el resto de los días todas las películas se emitirán en versión original subtitulada (VOSE).

Para garantizar la mejor y más completa experiencia, el recinto abrirá sus puertas a las 20:00 horas —las proyecciones comienzan puntualmente a las 22:00 horas—, permitiendo así al público disfrutar previamente de la cuidada zona de restauración. El patio consta de 650 butacas equipadas con cómodos cojines, y el sonido se transmitirá mediante auriculares inalámbricos de alta calidad para lograr una inmersión total sin interrupciones. La programación hasta finales de julio y las entradas ya están disponibles en cibelesdecine.com, con un precio de 7 euros en taquilla y 8 euros online, existiendo además sugerentes packs de bebida y cena desde 13,50 euros para redondear una noche perfecta.

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Visto para sentencia el juicio del hermano de Pedro Sánchez

El hermano del Presidente del Gobierno, David Sánchez

El juicio por la contratación a David Sánchez, hermano del presidente del Gobierno, en la Diputación de Badajoz ha quedado este martes visto para sentencia tras concluir la lectura de los informes definitivos de las defensas que piden de forma unánime la absolución para los once acusados.

En el derecho a la última palabra, que David Sánchez ha declinado ejercerla, el expresidente de la Diputación pacense Miguel Ángel Gallardo ha afirmado que "la única culpabilidad" de los once acusados es "no tener las mismas ideas, políticas, que las acusaciones populares", entre las que figuran las de PP, Vox y HazteOír.

A juicio de Gallardo, para quien se piden hasta seis años de prisión por los delitos de prevaricación y tráfico de influencias, las acusaciones populares no tenían interés en lo que pasaba en el plenario, pues solo han buscado "el juicio mediático paralelo". "Han ganado el juicio socialmente", ha agregado.

También han intervenido en su derecho de última palabra tanto el que fuera diputado provincial de Cultura Francisco Martos como el actual, Ricardo Cabezas; el director de esta misma área, Manuel Candalija, y el funcionario Félix González.

"El calvario que he pasado", en alusión al juicio en sala y al mediático, "no me lo merezco", ha dicho este último, cuyas palabras han sido respaldadas por Candalija al criticar "el acoso mediático" al que se ha visto sometido.

Tanto Martos como Cabezas han defendido la labor de las Diputaciones provinciales a la hora de extender y apoyar la cultura en los municipios. "Me veo aquí y no lo acabo de entender", ha manifestado Martos ante la sala.

Previamente, Salvador Morillas, letrado de Luis Carrero, amigo personal de David Sánchez y al que le fue adjudicada la plaza de 'jefe de actividades transfronterizas' en la Diputación, ha expuesto en su informe que las únicas pruebas relacionadas con su cliente son exclusivamente para dictar una resolución absolutoria.

Carrero, el único candidato que optó a dicha plaza, la cual ocupó en enero de 2024 y abandonó por dimisión en junio de 2025, es uno de los once acusados en este juicio y para el que las acusaciones populares piden hasta un año y seis meses de cárcel y nueve años de inhabilitación.

Ante la falta de pruebas de cargo, Morillas ha afeado a las acusaciones populares por su "actuación temeraria" de "tipo político mediático".

Ha aseverado que carece de toda lógica que el puesto de su cliente se creara para satisfacer "los caprichos personales" de David Sánchez y que Luis Carrero aterrizara en la Diputación para hacer "los trabajos" del hermano del presidente, como así han apuntado las acusaciones populares.

Más allá de que el proceso de adjudicación del puesto fue "limpio como una patena y aprobado por el pleno provincial donde también estaba el PP", esta plaza "sigue hoy vigente y desempeñándose" por otra persona, lo que demuestra su idoneidad, ha añadido Morillas.

Antes del letrado de Carrero ha intervenido Raúl Montaño, abogado de Ricardo Cabezas, diputado provincial de Cultura, para quien las acusaciones populares piden hasta un año y medio de prisión y seis años de inhabilitación por su presunta intervención en la creación del puesto de Carrero.

Al inicio de su exposición, Montaño ha sido crítico con las acusaciones, que han planteado "discursos imaginativos" y "novelas policiacas", donde las pruebas de cargo para sostener los delitos de tráfico de influencias y prevaricación no han existido.

También ha defendido el trabajo del Ministerio Fiscal, que pide la absolución para los once acusados, a pesar de los intentos de las acusaciones de "vilipendiar" su figura.

"Sigo sin saber de qué tengo que defender a mi cliente", ha dicho el letrado en alusión a "dónde están las influencias" ejercidas por su patrocinado, pues, según ha expuesto, Cabezas solo aparece en uno de los miles de correos intervenidos por la UCO. 

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El izquierdista Roberto Sánchez aventaja a Keiko Fujimori a la espera del recuento del voto en el exterior

Roberto Sánchez, candidato izquierdista a la Presidencia de Perú, tras conocer su ventaja.

Perú pende de un hilo. Aún no se sabe quién será su próximo presidente, debido a que el recuento de la segunda vuelta en el país andino es extremadamente garantista. Y hay zonas de difícil acceso. El izquierdista Roberto Sánchez mantiene una ligera ventaja sobre la derechista Keiko Fujimori en el escrutinio. Falta el recuento de los votos emitidos en el extranjero. Serán determinantes para saber quién será el próximo jefe de Estado. Ha de asumir el cargo el 28 de julio.

Sánchez tiene 0,23 % puntos porcentuales sobre Fujimori, según la Oficina Nacional de Procesos Electorales (ONPE). El candidato izquierdista cuenta con el 50,1% de los apoyos y Keiko Fujimori, el 49,8%. La ventaja a favor de Sánchez es de 41.355 votos, según informa la agencia Efe.

Como se preveía, el resultado de las elecciones en Perú se definirá voto a voto, ya que aún quedan por contar 2.967 actas. En su gran mayoría proceden del extranjero, de las que solo se ha contabilizado el 8 % hasta el momento. Las actas terminarán de llegar a Perú el miércoles.

Además, hay 1.513 actas pendientes de envío a los jurados electorales especiales (JEE). Tienen algún tipo de impugnación u observación, que deberán ser resueltas en primera instancia.

Un país que necesita puentes

Roberto Sánchez, que reivindica al encarcelado expresidente Pedro Castillo, ha dicho que está "confiado y optimista" ante la posibilidad de ganar la elección. Ha insistido en que hay que esperar a que el recuento finalice. Ha hecho un llamamiento "a todos los agentes políticos a respetar el resultado fuere cual fuere, porque el Perú necesita estabilidad".

Fujimori también ha dicho que respetará los resultados "sean los que sean". La hija y heredera política del expresidente Alberto Fujimori ha indicado que el resultado muestra "una gran división de los peruanos. Ha añadido que toca a los partidos políticos y a sus dirigentes tender los puentes correspondientes".

"Tengo mucha fe y mucha gratitud. Todos los líderes políticos que tenemos partidos con representación en el Parlamento tenemos que dialogar. Los peruanos nos han dado ese mandato, y es lo que corresponde", ha subrayado.

El empate técnico fue anticipado durante la noche del domingo por las proyecciones de resultados de las empresas encuestadoras. Confirmaron la ligera ventaja para Sánchez después de que los sondeos a pie de urna dieran a Fujimori por delante. En el recuento primero ella tenía ventaja pero al llegar los votos de las zonas rurales Sánchez dio el sorpasso.

Más de 27,3 millones de ciudadanos fueron convocados el domingo a las urnas para elegir al próximo presidente de Perú para el período 2026-2031. El país andino ha vivido una etapa de inestabilidad política con ocho presidentes en la última década.

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La Diputación de Toledo rescata del olvido a sus heroicos "maestros rurales motorizados"

Con motivo de la celebración del Día Mundial de los Archivos, la Diputación de Toledo ha inaugurado una singular propuesta histórica que rinde homenaje a una de las iniciativas educativas más excepcionales del siglo XX. Entre los días 9 y 12 de junio, el Archivo y Biblioteca provincial abre sus puertas a la ciudadanía para ofrecer un programa que incluye exposiciones, visitas guiadas y actividades divulgativas enfocadas en el rescate de la memoria local.

El gran atractivo de esta programación es la exposición dedicada al Servicio de Maestros Rurales Motorizados, un proyecto pionero en España que estuvo vigente entre los años 1957 y 1968. Creado originariamente en 1956, el objetivo central de este cuerpo docente era combatir el analfabetismo y facilitar el acceso a la enseñanza básica en las fincas y caseríos más alejados de los núcleos urbanos, permitiendo que los profesores se desplazaran diariamente en motocicleta hasta los lugares de residencia de los alumnos.

La muestra ofrece un recorrido único por la historia de la provincia compuesto por documentos originales, contratos laborales, material escolar de la época y cuadernos de los alumnos. Además, los asistentes pueden contemplar de cerca una motocicleta clásica, cedida expresamente por el coleccionista burguillano Alfredo Moreno Herrera, que ilustra a la perfección el medio de transporte que empleaban estos abnegados profesionales para sortear los caminos toledanos.

El interés que ha despertado esta porción del pasado reciente ha sido abrumador entre el público. Según ha explicado Santiago Fernández, Jefe del Servicio de Archivo y Biblioteca, "la elevada demanda de inscripciones nos ha obligado a ampliar la oferta inicial", pasando de una a dos visitas guiadas diarias de 25 personas durante el miércoles, jueves y viernes. Este éxito refleja, en palabras de Fernández, el creciente interés de la ciudadanía por conocer el inmenso patrimonio documental que custodia la institución.

El acto de presentación contó con la presencia estelar de Salvador López, un hombre que a sus casi 84 años es, probablemente, el único superviviente de aquel cuerpo de docentes. López, que desarrolló su encomiable labor en la finca "La Legua", compartió con los medios y visitantes sus vivencias diarias recorriendo los parajes en su propia moto Lambretta para lograr reunir y escolarizar a niños y niñas de entre seis y trece años.

Durante su emocionante intervención, el veterano profesor quiso reivindicar el incalculable valor humano de su profesión en aquellas zonas geográficamente aisladas. “Estoy aquí porque he sido uno de esos maestros motorizados”, afirmó con rotundidad ante los presentes, para luego añadir que en aquel entorno rural la función del profesor trascendía lo puramente académico, "era educador, padre y compañero". Su emotivo discurso culminó asegurando sentirse "totalmente orgulloso de lo que enseñé y de a quienes enseñé".

A través de esta elogiada iniciativa, inaugurada de forma oficial por el vicepresidente Joaquín Romera, la institución busca no solo recordar una época marcada por las dificultades, sino aplaudir el esfuerzo de quienes mejoraron las oportunidades de vida de tantas familias. En definitiva, la Diputación reafirma su compromiso con la conservación y difusión de su rico legado, acercando a los ciudadanos una parte esencial del desarrollo social y educativo de Toledo.

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León XIV deja exultante Madrid: "Esta ciudad ha crecido, está más cerca del Reino de Dios"

El papa León XIV asiste a un encuentro con los voluntarios

El papa León XIV ha celebrado este martes su último acto en la capital española antes de partir hacia Barcelona, despidiéndose en un multitudinario encuentro con cerca de 12.000 voluntarios en IFEMA. Durante este evento, que pone fin a su etapa madrileña, el Pontífice ha defendido firmemente la "levadura de la gratuidad" frente a "la lógica del interés y el lucro". Según sus palabras, los cristianos tienen la misión de esparcir esta levadura para hacer "crecer la caridad humana, ética y espiritual de una sociedad".

En su intervención, el Santo Padre ofreció una profunda reflexión sobre el verdadero significado del desarrollo frente a un mundo guiado por lo puramente financiero. "En un mundo continuamente influenciado por la lógica del interés y del lucro, donde el término 'crecimiento' se reduce a la dimensión económico financiera, es necesario pensar y vivir según la lógica más verdadera, es decir, la de un crecimiento humano integral", aseveró el Pontífice. Para ilustrarlo, apeló directamente a la lógica del Evangelio, preguntando a los presentes, "y si hacéis bien solo a los que os hacen bien, ¿qué mérito tenéis? También los pecadores hacen lo mismo. Y si prestáis a aquellos de los que esperáis cobrar, qué mérito tenéis?".

Entre continuos 'vivas' y aplausos, el Papa quiso dedicar un agradecimiento muy especial al denominado como "ejército silencioso", agradeciéndoles su presencia y servicio prestado "por amor al Señor, a la Iglesia y al Papa". Reconoció que la respuesta de los voluntarios ha sido entusiasta desde el principio y que, en pocos días, superaron ampliamente las cifras solicitadas. En este sentido, valoró su enorme sacrificio personal y dedicación. "Os habéis tomado días libres en el trabajo, algunos de vosotros os habéis dedicado a tiempo completo, durante meses, pero cada uno ha dado lo que ha podido, entregando corazón, manos, ideas, talentos, sonrisas. ¡Que Dios os recompense como sólo Él sabe hacerlo!".

Tras recorrer el pabellón durante unos diez minutos en un coche de golf adaptado como papamóvil, el Pontífice dirigió a la multitud el que sería el mensaje central de su emotiva despedida. Alabó la gratitud que los jóvenes han testimoniado en Madrid y proclamó "quizás las estadísticas no lo registren pero sabemos que, en estos días, también gracias a vosotros, esta ciudad ha crecido, está más cerca del Reino de Dios. ¿Mérito vuestro? ¡No! ¡Todo es gracia suya!". Así, aseguró que este es el secreto del amor de Dios, el cual mueve los corazones de quienes entienden que hay más dicha en dar que en recibir.

El ambiente festivo del recinto, que congregó a unos 12.000 de los 17.000 voluntarios de entre 20 y 65 años que han colaborado en esta visita, estuvo marcado por la música y la emoción comunitaria. Antes de la aclamada llegada de León XIV, los cantantes Pablo López y Soraya Arnelas amenizaron la espera de los miles de asistentes. Mientras López interpretó los temas 'El mejor momento' y 'El niño del espacio', Soraya hizo lo propio con 'Qué bonito', todo ello arropado por un público entregado que no dejaba de cantar al unísono: "Esta es la juventud del Papa".

Para concluir este histórico último discurso en Madrid, el Pontífice instó a los voluntarios a seguir "por ese camino". Animó a los presentes a obrar del siguiente modo, "con humildad y mansedumbre, sin ninguna presunción, pero firmes en la fe y generosos en el servicio". Finalmente, León XIV se despidió con una bendición y una invitación de cara al futuro que desató la alegría final de los presentes "que la Virgen María os conceda ser levadura del Reino siempre y en todas partes. ¡Gracias! ¡Nos vemos en Roma!".

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Travessia histórica une Miguel Figueira ao Imaculado

O presidente da Junta do Imaculado Coração de Maria, Pedro Araújo, recebeu, esta segunda-feira, na sede da autarquia, o morador Miguel Figueira Agrela, numa audiência marcada pelo reconhecimento do extraordinário desafio que se prepara para concretizar ainda este mês. Trata-se da inédita travessia em canoa tradicional entre o Porto Santo e a Madeira, uma aventura […]
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Serras do Poiso acolhem Tosquias Tradicionais

O Perímetro Florestal das Serras do Poiso volta a receber, durante o mês de junho, duas das mais emblemáticas manifestações da tradição pastoril madeirense: as Tosquias Tradicionais da Ribeira dos Boieiros, no próximo dia 10 de junho, e do Chão dos Terreiros, agendadas para 21 de junho. As iniciativas são promovidas pelo Instituto das Florestas […]
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Gli alimenti “senza nitriti” sono il nuovo trend dell’alimentazione: perché questi conservanti preoccupano gli esperti

Un recente articolo della Cucina Italiana riporta in primo piano il crescente interesse dei consumatori per gli alimenti senza nitriti, composti usati come conservanti contro il rischio di contaminazioni, ma capaci di trasformarsi nell’organismo in nitrosammine, molecole cancerogene. Moda o no, la preferenza per alimenti senza nitriti è dunque importante. Ecco cosa bisogna sapere.

A febbraio, l’Osservatorio Immagino, sulla base dei dati del 2025, segnalava un incremento annuo del 13,2% dei volumi e dell’8,5% del fatturato per i prodotti etichettati “senza nitriti”. Ma in realtà questo “free from”, che si guadagna sempre più spazio accanto ad altri ben noti (in particolare glutine, lattosio, senza conservanti e senza zuccheri aggiunti), non è un trend nuovissimo. Già da qualche anno, i produttori europei di carni lavorate si impegnano a ridurre o addirittura eliminare i nitriti dai loro insaccati, creando nuove linee di prosciutti e salumi per soddisfare da una parte le crescenti richieste dei consumatori e dall’altra quelle dell’Unione Europea, che ha già stabilito riduzioni nell’impiego di questi conservanti nel 2017, nel 2023 e, più di recente, lo scorso ottobre. Il nuovo regolamento dà un’altra bella sforbiciata al tenore di nitriti, additivi aggiunti alla carne lavorata per aumentarne la shelf-life. Infatti fermano l’irrancidimento dei grassi, ma sopratutto la crescita di microorganismi potenzialmente letali, come botulino e listeria. Inoltre mantengono il bel colore rosato di salumi e prosciutti, che altrimenti sarebbero di un meno invitante marroncino. In etichetta, i nitriti compaiono con le sigle E249 ed E250, e sono spesso associati ai nitrati (E251 ed E252), composti simili che nell’organismo si trasformano in nitriti. Vale la pena saperne di più di queste molecole, che non sono semplici additivi ma sono pure presenti in natura.

Dai nitrati ai nitriti e alle nitrosammine

“Nitriti e nitrati sono entrambi composti azotati, distinti dal numero di atomi di ossigeno. I nitrati ne hanno 3, e sono quindi chimicamente più stabili e meno reattivi. Invece i nitriti, che ne hanno 2, sono più instabili e cercano di trovare il loro equilibrio, perciò sono chimicamente più attivi e pericolosi”, spiega il dott. Andrea Coco, nutrizionista a Pontedera (PI). “Di per sé i nitrati, abbondanti in natura e presenti soprattutto nelle verdure a foglia come spinaci e rucola, sono abbastanza innocui”. È vero che nell’organismo si trasformano in nitriti, ma poi gli antiossidanti, di cui i vegetali sono ricchi, bloccano la trasformazione nelle più pericolose nitrosammine. Carenti di antiossidanti e più ricche di nitriti, le carni – tanto più se addizionate di queste molecole – non beneficiano invece di questo effetto compensatorio, così durante il processo digestivo di questi cibi proteici i nitriti si possono trasformare in nitrosammine, anche se non va sempre così. “I nitriti possono convertirsi in ossido nitrico, un potente vasodilatatore che aiuta a ridurre la pressione arteriosa. Ma esagerando con il consumo di carni lavorate e sottoponendole a temperature elevate (per es. friggendo la pancetta) si possono formare le nitrosammine”. Ecco perché le carni lavorate, e in minor misura quelle rosse, sono classificate come cancerogene da IARC e OMS. Una decisione non certo presa alla leggera, basata sull’esame di ben 800 studi epidemiologici.

Dosaggi rischiosi

Gli studi hanno rilevato un legame più evidente con il rischio di tumore del colon-retto (+18%) con un consumo di 50 grammi di carni lavorate al giorno – rischio che può aumentare se agli insaccati si aggiungono alte dosi di carne rossa, come avverte l’OMS. Non solo: il consumo di carni lavorate viene associato anche al rischio di tumori a pancreas, stomaco e prostata. Bisogna dunque andarci cauti e non dimenticare che pur con il nuovo regolamento UE non è difficile superare i limiti raccomandati dalle autorità – sotto i 50 g al giorno, comunque non più di un paio di volte alla settimana – soprattutto per i bambini. Ben venga dunque il nuovo trend che invita a scegliere alimenti privi di nitriti, ma non senza dimenticare che le carni lavorate, anche prive questi additivi, contengono comunque naturalmente nitriti, oltre a molti grassi saturi e sale. E anche i vegetali, per quanto agguerriti sotto il profilo degli antiossidanti, possono rifornire di ospiti indesiderati. “Nitriti e nitrati sono presenti nei fertilizzanti agricoli, perciò è importante scegliere vegetali coltivati nel modo più naturale possibile”. E preferibilmente di stagione, perché soprattutto quelli a foglia coltivati in serra in assenza di luce solare tendono ad accumulare più nitrati. Coco avverte infine di fare attenzione alla cottura delle verdure: meglio sceglierne un tipo delicato ed evitare alte temperature, come nella frittura, per mantenere il più possibile i preziosi antiossidanti e tenere a bada, tra le altre cose, gli sgraditi nitriti.

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Il ‘crepacuore’ esiste davvero: una possibile spiegazione clinica del caso di Marjane Satrapi

Il tempo della medicina ci ha permesso di diagnosticare e dare un nome a ciò che, fino a pochi anni fa, veniva semplicemente chiamato “crepacuore”. Oggi sappiamo che molte condizioni cardiache transitorie che possono insorgere in seguito a eventi emotivi particolarmente intensi possono essere ricondotte alla sindrome di Takotsubo, nota anche come “sindrome del cuore infranto” o “cuore in gabbia”. Questa parrebbe essere stata la causa della morte della fumettista iraniana Marjane Satrapi.

La ricerca e la clinica consentono di attribuire, a posteriori, un nome a molte morti che appaiono incomprensibili a chi non conosce la profondità con cui il dolore può incidere sul corpo umano.

Nel mio paese natale, in Toscana, tutti conoscono ancora la storia di Alma. Aveva un figlio disperso in Russia e trascorreva le giornate fissandone la fotografia. Gli amici cercavano di proteggerla da quello che allora veniva chiamato semplicemente “crepacuore”, una sorte che, secondo il sapere popolare, aveva già colpito molti familiari di soldati mai tornati dalle guerre.

Le tolsero la fotografia dal comodino. Per qualche tempo la sua vita sembrò riprendere un corso normale, almeno in apparenza. Poi, un giorno, senza dire nulla ai nipoti, si recò al cimitero e si fermò davanti all’ossario dei caduti in Russia. Lì era conservata anche la fotografia del figlio. Rimase a lungo ad accarezzarla e a contemplarla.

La trovarono morta quella sera, senza che nessuno si fosse accorto di nulla.

La vulgata popolare vuole che quando la trovarono, avesse sulle labbra un sorriso appena accennato, come se fosse certa di aver finalmente rivisto il figlio perduto per sempre.

Per comprendere eventi come questo, occorre guardare non soltanto all’organo, bensì alla struttura stessa del legame affettivo. La sindrome di Takotsubo è infatti frequentemente associata all’impossibilità di elaborare un lutto, di dare una collocazione simbolica alla perdita e al distacco.

Freud insegna che, quando l’oggetto amato scompare, la sua ombra cade sul soggetto e lo ammanta di nero, inaugurando il tempo depressivo del lutto. Il lavoro dell’elaborazione consiste nel progressivo disinvestimento dell’oggetto perduto, affinché l’energia affettiva possa trovare nuove destinazioni e la vita possa tornare a scorrere. Non sempre, però, questo processo si compie. Talvolta il soggetto resta fissato all’istante della separazione. Il tempo cronologico procede, ma quello soggettivo si arresta. La persona scomparsa continua a vivere in modo immaginario nei suoi gesti, nelle sue parole, nelle sue abitudini; il ricordo ritorna incessantemente e ogni immagine riapre una ferita che non riesce a cicatrizzarsi.

Quando ciò accade, il cuore sembra ammalarsi perché incapace di reggere l’assenza.

L’esperienza clinica mostra che una delle situazioni più critiche per il verificarsi dello Takotsubo è rappresentata dalla privazione forzata della funzione genitoriale. La cronaca è piena di genitori consumati dal trauma di un figlio scomparso.

Alcuni mesi dopo la morte del figlio, un militare dell’esercito britannico che si era tolto la vita, Dawn Turner, una donna di 57 anni, venne colpita da un improvviso e violentissimo dolore toracico. Era il marzo del 2026 e i sintomi apparivano del tutto compatibili con quelli di un infarto: oppressione al petto, difficoltà respiratoria e la sensazione di essere in pericolo di vita. Gli accertamenti diagnostici esclusero tuttavia la presenza di un infarto miocardico e confermarono la sindrome da “cuore in gabbia”.

Oltre al lutto, anche le separazioni forzate dai figli sono terreno di coltura di tale patologia. Quando l’accesso al figlio viene impedito — per separazioni conflittuali, provvedimenti giudiziari o circostanze lavorative particolarmente gravose — chi ha costruito la propria identità attorno alla funzione genitoriale può sperimentare una sofferenza devastante.

“Non ha più senso che io viva, dottore, se non posso vederlo crescere”, mi disse un paziente il cui cuore sembrò consumarsi lentamente dopo il distacco dal figlio, mentre trascorreva mesi di isolamento osservando ossessivamente le foto del ragazzo allontanato dal tribunale.

In questi casi si osservano spesso forme di supplenza affettiva: fotografie guardate ossessivamente, filmati rivisti all’infinito, vecchie immagini custodite come reliquie. Si cerca di mantenere vivo un legame che la realtà ha interrotto, ma che la psiche continua a considerare indispensabile. Nelle festività, in occasione di particolari anniversari, nel momento di sfogliare le foto dei ricordi, per chi rientra in queste condizioni il “crepacuore” può rivelarsi in tutta la sua tragica verità.

La morte della principessa Padmé Amidala alla fine di Star Wars Episodio III rappresenta probabilmente uno degli esempi più celebri, nella filmografia , di morte per Takotsubo. Dopo aver dato alla luce i gemelli Luke e Leia, si spegne senza che i medici riescano a individuare una causa organica capace di giustificarne la fine. Il suo corpo appare integro, ma il suo universo affettivo è andato completamente in frantumi. Ha assistito alla trasformazione dell’uomo che amava nel temibile Darth Vader, alla dissoluzione della Repubblica e al crollo degli ideali ai quali aveva consacrato la propria esistenza. In altre parole, ha visto scomparire, nel giro di pochi giorni, tutto ciò che dava significato alla sua vita. Il droide medico, mentre la aiuta a dare alla luce i due figli, pronuncia la famosa frase: “Dal punto di vista medico è completamente sana. Per ragioni che non riusciamo a spiegare, la stiamo perdendo”. Alla domanda di Obi-Wan: “Sta morendo?”, il droide risponde: “Non sappiamo perché. Ha perso la volontà di vivere”

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