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Messi, Yamal e Endrick: veja o que une craques em estreias de Copas

16 June 2026 at 16:00

Três craques geracionais: Messi, Yamal e Endrick. Mas, o que une os três jogadores em estreias de Copas do Mundo? A resposta pode passar pela pouca idade com que jogaram a competição pela primeira vez, mas na verdade a explicação está estampada na camisa dos atletas: o número 19. 

Messi, que enfrenta a Argélia nesta terça-feira (16) pela rodada inicial do grupo J, fez sua primeira partida em Mundiais em 2006. Yamal entrou em campo pela primeira vez na tarde desta segunda-feira (15). Já Endrick, ainda não jogou, mas a expectativa é grande para que ele estreie já contra o Haiti, no dia 19 de junho.

Estreia de Messi

Lionel Messi estreiou em Copas do Mundo no Mundial de 2006, quando era apenas uma promessa do futebol e vestia a camisa 19 na seleção. A primeira partida dele naquela Copa foi contra a até então Sérvia e Montenegro.

Mesmo novo e ainda rodeado por nomes consagrados, Messi se destacou e anotou um gol e uma assistência na partida. A atuação garantiu os argentinos de forma antecipada na fase de mata-mata.

No entanto, ele não chegou a jogar as oitavas de final, quando a Argentina caiu nos pênaltis após empatar em 1 a 1.

Estreia de Yamal

Lamine Yamal disputou sua primeira partida em Copas na tarde desta segunda-feira (15) no duelo contra Cabo Verde. O jovem, de apenas 19 anos, começou o jogo no banco, pois ainda vive momento de transição pós-lesão.

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    Pau Cubarsi toca a bola em Espanha x Cabo Verde • Photo by Buda Mendes/Getty Images

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    Ferrán Torres em jogo contra Cabo Verde • Photo by Mattia Ozbot/Getty Images

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    Vozinha fez grande jogo contra a Espanha • Photo by Maddie Meyer - FIFA/FIFA via Getty Images

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    Goleiro Vozinha, de Cabo Verde, em ação contra a Espanha pela Copa do Mundo • FIFA via Getty Images

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    Goleiro Vozinha, de Cabo Verde, em ação contra a Espanha pela Copa do Mundo • FIFA via Getty Images

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    Vozinha foi o destaque da partida entre Espanha x Cabo Verde • (Photo by Marvin Ibo Guengoer - GES Sportfoto/Getty Images)

No entanto, em poucos minutos em campo ele ajudou a Espaha a desenvolver melhor o jogo. Segundo dados da Fifa, ele completou mais dribles que qualquer outro atleta no jogo, mesmo tendo entrado apenas aos 26 minutos do segundo tempo.

Assim como Messi, ele também vestiu a camisa número 19 na estreia.

Estreia de Endrick

Diferente de Messi e Yamal, Endrick ainda não fez sua estreia em Copas do Mundo. Porém, caso entre em campo no Mundial de 2026, ele certamente estará com o número 19 estampado na camisa, assim como os outros craques geracionais.

A expectativa para que o jovem, também de 19 anos, entre em campo é grande. A torcida brasileira já clama pela escalação de Endrick no time titular.

No entanto, Carlo Ancelotti, o técnico da Seleção Brasileira, ainda não definiu os 11 iniciais para o jogo contra o Haiti, no dia 19 de junho.

Como funciona o formato da Copa do Mundo de 2026: grupos, fases e mudanças

Hombres de campo y muchachos de barrio: la tradicional receta argentina para la hazaña de repetir Mundial

16 June 2026 at 15:37

A finales de los años cincuenta —en verdad durante casi todo el siglo XX—, el fútbol solía ser ignorado por los medios de comunicación de Estados Unidos. Menospreciado como un hobby de inmigrantes latinos, debía ocurrir un suceso extraordinario para que ese entretenimiento alejado del interés general ocupara un espacio en la prensa, la clase de anomalía —un cometa Halley del deporte— por la que un portal de España o de América Latina llevaría a informar en la actualidad sobre un ídolo asiático de críquet. Y sin embargo, en junio de 1957, la revista Time le dedicó un generoso despliegue a una noticia de soccer surgida en los tobillos del continente: la transferencia de un futbolista bonaerense a un club de Europa. “La República Argentina, caracterizada como gran exportadora de cereales, se ha convertido ahora en exportadora de futbolistas. Enrique Omar Sívori, de 21 años, de cuna humilde, jugador de River Plate de Buenos Aires, ha sido transferido a la Juventus de Italia por la cifra más alta que se haya pagado nunca en este tipo de transacción”, publicó Time, que entonces vendía dos millones de ejemplares por semana.

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© Andres Kudacki (AP Photo/Andres Kudacki)

Fanáticos argentinos celebran la previa en Times Square, Nueva York, este 15 de junio.

“Lamine Yamal é melhor que Messi nessa idade”, diz Michel Bastos

16 June 2026 at 15:33

Lamine Yamal foi o grande destaque de uma análise feita por Michel Bastos no programa Convocação CNN. O ex-jogador brasileiro não poupou elogios ao jovem atacante espanhol, afirmando que o talento do atleta é algo “surreal” para a pouca idade que tem.

Yamal supera Messi na mesma faixa etária, segundo Michel Bastos

Ao comentar sobre as seleções favoritas, Michel Bastos foi categórico ao exaltar o nível de Yamal. “Acho que o Yamal é algo surreal. Com certeza, muita gente hoje, independente de ser contra o Cabo Verde, para pra ver esse menino jogar. Para mim, é um jogador acima da média com a pouca idade que tem”, afirmou.

O ex-atleta foi ainda mais longe ao compará-lo com Lionel Messi: “Há muito tempo a gente não via isso. Acho que nem o Messi jogou tanto nessa idade”. Para encontrar um paralelo histórico, Michel Bastos citou Ronaldo Fenômeno como outro jogador que se destacou ainda jovem.

França, Espanha e Portugal no top 3 dos favoritos

Michel Bastos também traçou um panorama das seleções com mais chances de conquistar o título. Em seu top 3, o ex-jogador colocou a França em primeiro lugar, destacando a regularidade da equipe nas últimas Copas do Mundo e a capacidade de agregar jogadores de alta qualidade.

A Espanha aparece em segundo, impulsionada justamente pelo desempenho de Yamal, enquanto Portugal fecha o trio. “Tem que respeitar a equipe da França, mas a Espanha está ali”, disse.

Elogios a Cucurella e crítica ao futebol brasileiro

Além de Yamal, Michel Bastos também destacou o papel de Cucurella na seleção espanhola, descrevendo-o como um jogador que “mantém o nível” de forma consistente tanto no clube quanto na seleção. “É muito importante você ter um jogador desse nível que consegue manter o desempenho tanto no seu clube como na seleção”, avaliou.

O ex-atleta aproveitou o tema para fazer uma crítica ao futebol brasileiro, apontando que jogadores da seleção caipira frequentemente não conseguem reproduzir na seleção o mesmo nível que apresentam em grandes clubes europeus. “No Brasil, a gente não consegue ver isso. Parece que a camisa pesa”, concluiu Michel Bastos.

Marquinhos cita dor das eliminações como combustível para 2026

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

The sixth (and final) World Cup act of Leo Messi

16 June 2026 at 12:47

Before he became La Pulga, Leo Messi was known as Coloradito. He is still remembered that way in Rosario. “His hair was sort of reddish. At year-end tournaments, at seven or eight years old, parents would see him arrive and say, ‘Watch out, the coloradito, that number 10, is playing today.’ You knew you had already lost or were going to have an extremely hard time,” recalls Hernán, one of his opponents back then. “We were on a team called Estrellas Júniors and he was on another called Tiro Suizo. Once we met in the final, which was played over two legs, and we won both 1-0. We had one shot on goal and they had 20. They gave us 10 bicycles, one for each of us. Sometimes we talk about those things in the WhatsApp group,” he says.

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© Charlie Riedel (AP Photo/Charlie Riedel)

Leo Messi during an Argentina training session in Kansas City.

Messi é exaltado por treinador e companheiros antes de estreia na Copa

16 June 2026 at 09:00

O nome de Lionel Messi dominou boa parte das entrevistas coletivas da Argentina antes da estreia na Copa do Mundo, mesmo sem o craque comparecer diante da imprensa. Tanto o técnico Lionel Scaloni quanto o zagueiro Nicolás Otamendi reforçaram a importância do capitão para a equipe.

Aos 38 anos, Messi está prestes a disputar sua sexta Copa do Mundo, um recorde na história do torneio. A Argentina inicia sua campanha diante da Argélia nesta terça-feira (16), e tanto a comissão técnica quanto os companheiros de equipe deixaram claro que a influência do camisa 10 segue intacta.

“Não apenas os argentinos, acredito que todos querem vê-lo em campo, querem vê-lo jogar”, afirmou Scaloni, confirmando que o atacante se recuperou de uma recente lesão muscular e deve estar entre os titulares.

Messi ficou no banco durante a vitória por 2 a 0 sobre Honduras em amistoso realizado no dia 6 de junho, mas entrou no segundo tempo da vitória por 3 a 0 sobre a Islândia na semana passada, marcando um dos gols em cobrança de pênalti.

Scaloni rejeitou qualquer ideia de que a presença do astro possa representar um peso para a seleção sul-americana. Segundo ele, o impacto de Messi permaneceu fundamental ao longo dos anos, independentemente de suas condições físicas.

“Ele sempre esteve presente e sempre foi fundamental para nós. E agora, ainda mais”, declarou o treinador.

Companheiro de longa data do camisa 10, Otamendi, que também deve disputar sua última Copa do Mundo, relembrou a trajetória compartilhada com Messi, incluindo a conquista do título mundial no Catar em 2022.

“Nós vivemos muitos momentos lindos juntos”, disse o defensor de 38 anos.

“Ele é uma pessoa simples, que gosta dos períodos de treinamento e se prepara para isso. Mas também é um competidor nato. Isso faz você querer evoluir constantemente, não relaxar, estar ao lado dele, apoiá-lo e ajudá-lo.”

A expectativa é que Messi lidere a Argentina mais uma vez na busca por outro título mundial, iniciando sua caminhada diante da Argélia na fase de grupos.

Joia do México entra para ranking de mais jovens a atuar em uma Copa

La sexta (y última) función mundial de Leo Messi, el coloradito de Tiro Suizo

16 June 2026 at 04:30

Antes de ser La Pulga, Messi era Coloradito. Así lo recuerdan todavía en Rosario. “Tenía el pelo tirando a pelirrojo. En los torneos de fin de año, con siete y ocho años, los padres lo veían llegar y decían: ‘Cuidado, hoy juega el coloradito, el número 10’. Sabías que perdías o lo ibas a tener extremadamente difícil”, rebobina Hernán, uno de sus rivales de entonces. “Nosotros estábamos en un equipo que se llamaba Estrellas Júniors y él, en otro que era Tiro Suizo. Una vez nos tocó enfrentarnos en la final, que era a partido y revancha, y les ganamos los dos por 1-0. Nosotros pateando una sola vez a portería y ellos, 20. Nos regalaron diez bicicletas, una para cada uno. A veces hablamos de esas cosas en el grupo de Whatsapp”, cuenta.

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© Charlie Riedel (AP Photo/Charlie Riedel)

Messi, el segundo por la derecha, en un entrenamiento de Argentina en Kansas City.

Luca Zidane, el portero que cuestionaba el elogio

16 June 2026 at 04:30

Zinedine Zidane solo se enfrentó una vez a Leo Messi, en un clásico de 2005 que acabó encumbrando a Ronaldinho: 0-3 en el Bernabéu. Su hijo Enzo también jugó en una ocasión contra La Pulga, en 2017, cuando estaba en el Alavés. Y en este Mundial puede haber un tercer Zidane contra Messi: Luca, portero de Argelia, el primer rival de la vigente campeona, Argentina (3.00 del martes al miércoles, Dazn). El meta, nacido en Marsella hace 28 años, fue con Francia en categorías inferiores, pero esa vía no dio más de sí para él y hace menos de un año se unió a su nueva selección, beneficiado por la nacionalidad de sus abuelos paternos (Smail y Malika). En la Copa África del pasado invierno fue el titular y, si la rotura del mentón y mandíbula que sufrió en abril con el Granada no lo impide, en Estados Unidos también se le verá bajo palos.

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© Piroschka Van De Wouw (REUTERS)

Zidane, en un partido amistoso de Argelia en junio ante Países Bajos.

Alemanha ultrapassa Brasil e assume topo da artilharia histórica das Copas

O novo 7 a 1 da Alemanha, desta vez sobre Curaçao, neste domingo, mais uma vez atingiu o Brasil. Com a nova goleada, a seleção alemã virou a maior artilheira da história das Copas, mesmo com menos participações que o time brasileiro.

Os pentacampeões brasileiros, que foram para todas as edições do torneio organizado pela Fifa, lideravam a lista com 238 gols em 115 partidas. Agora, os tetracampeões alemães, que só não jogaram em 1930 e 1950, somam agora 239.

Bem longe, em terceiro lugar, está a tricampeã Argentina, com 152 (18 edições e 88 jogos).

Individual

A Alemanha também tem no individual uma marca histórica. O atacante Miroslav Klose marcou 16 gols, um a mais que o atacante Ronaldo. Em terceiro está o alemão Gerg Muller, com 14.

Mas há dois jogadores que podem incomodar este trio. O argentino Lionel Messi e o francês Kylian Mbappé.

Messi, que faz sua última Copa, marcou na história 13 gols. Mbappé soma 12.

Entre os brasileiros quem está mais próximo dos dois é o atacante Neymar (8 gols), que ainda se recupera de uma lesão e é dúvida conta o Haiti, na sexta (19).

Confira as seleções com mais gols em Copas

  1. Alemanha – 239 gols
  2. Brasil – 238
  3. Argentina – 152
  4. França – 136
  5. Itália – 128
  6. Espanha – 108
  7. Inglaterra – 104
  8. Holanda – 96
  9. Uruguai – 89
  10. Hungria – 87 (Dani Blaschkauer/FOLHAPRESS)

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A wingers’ World Cup kicks off under the shadow of Messi–Ronaldo rivalry

11 June 2026 at 12:03

The World Cup kicks off this Thursday when Mexico host South Africa at the historic Estadio Azteca, and FIFA has never wished more for the ball to start rolling. Once again, the game and its universal passion call for the rescue of the world or, at least, to bring it some peace of mind. Soccer aspires to serve as the very same unifying force that soothed tensions after World War II, even if the latent, globalized geopolitical tension makes it difficult.

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© Luis Cortes (REUTERS)

Mexican fans create the world’s longest wave.

Pochettino: 'I accept the arrogance of Spain, Argentina, England... But in the United States there’s a bit of confusion'

11 June 2026 at 12:55
Mauricio Pochettino poses at the Mirlo hotel in Barcelona.

Politics occupies an increasingly oppressive sphere in the United States, and the national team cannot escape it. After two decades of disappointment, the host team of the biggest World Cup in history faces the dual challenge of winning over a tense country and competing successfully on a historically unfavorable stage. Leading the operation is Mauricio Pochettino (Murphy, Argentina; 54), arguably the national team coach with the most complex mission of all.

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Cristiano Ronaldo e Lionel Messi preparam "última dança" na Copa

Logo Agência Brasil

Cristiano Ronaldo e Lionel Messi só precisam pisar em campo na Copa do Mundo de 2026 para fazer história. Literalmente. Eles estão prestes a se tornar os primeiros jogadores a atuarem em seis edições da competição, que completará 100 anos (o goleiro Ochoa, do México, também pode chegar lá). Duas carreiras tão interligadas estão próximas do fim e, provavelmente, vão escrever seus últimos capítulos no maior torneio do mundo ao mesmo tempo. 

Por declarações e ações de marketing aqui e ali, tudo aponta que a Copa, sediada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, será a derradeira na carreira dos dois, que ainda perseguem alguns objetivos, um deles em comum.

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Há quase duas décadas os dois rivalizam em tudo. Em 2009, o Barcelona de Messi derrotou o Manchester United de Ronaldo, o CR7, na decisão da Liga dos Campeões e dali em diante os caminhos dos dois nunca mais se separaram. O português se transferiu ao Real Madrid, maior rival do clube defendido pelo argentino.

Os dois empilharam títulos do principal torneio de clubes do mundo: CR7 soma cinco (quatro pelo Real e um pelo United) e Messi tem quatro (todos pelo Barcelona). Também monopolizaram as premiações individuais: são oito troféus de melhor do mundo para o argentino e cinco para o português. 

Cristiano Ronaldo e Lionel Messi durante partida Juventus x Barcelona Cristiano Ronaldo e Lionel Messi durante partida Juventus x Barcelona
Cristiano Ronaldo e Lionel Messi já estiveram de lados opostos na fase de grupos da da Ligas do Campeões de 2002. Na ocasião o craque português jogava na Juventus, e o argentino no Barcelona - por REUTERS/Albert Gea/Direitos reservados

Em sua próprias seleções nacionais, o sucesso demorou a vir. Cristiano Ronaldo conseguiu o primeiro título europeu de Portugal em 2016, enquanto Messi teve que esperar outros cinco anos para vencer o primeiro, a Copa América de 2021. 

Como não poderia deixar de ser, a Copa do Mundo também é um capítulo à parte na rivalidade dos dois, porém com clara superioridade de Messi. O argentino bateu na trave em 2014, mas quatro anos depois tirou a Argentina da fila com um título mundial , que encerrou um jejum de 36 anos. Além disso, soma 13 gols e está a apenas três de igualar o alemão Miroslav Klose, o maior artilheiro das Copas.

Cristiano Ronaldo pode ostentar o recorde de ter marcado gols em cinco copas, todas que atuou (2006, 2010, 2014, 2018 e 2022). No entanto, o mais longe que chegou foi justamente na primeira participação, em 2006, quando os portugueses pararam na semifinal. O atacante soma "apenas" oito gols, com algumas participações discretas no currículo. Um título na última participação seria histórico.

Já no crepúsculo de suas carreiras, CR7 (atualmente, no Al-Nassr, da Arábia Saudita), de 41 anos, e Messi (Inter Miami, dos EUA), de 38 - completa 39 no meio da Copa - ainda buscam um objetivo raro. Ambos estão na corrida pelo gol de número 1.000 nas carreiras. Faltam 27 para o português e 90 para o argentino. A histórica marca certamente não virá na Copa, mas o torneio pode acrescentar mais uma memória a duas carreiras marcantes.

A Argentina é cabeça de chave do grupo J, que tem ainda Argélia, Jordânia e Áustria. Já Portugal, encabeça o grupo K, tem como adversários na fase de grupos as seleções de Colômbia, República Democrática do Congo e Uzbequistão. Caso confirmem o favoritismo alcançando o primeiro lugar de seus grupos e avancem à fase mata-mata, Portugal e Argentina se encontrarão nas quartas de final. Se um deles não liderar seu respectivo grupo e passar de fase em outra posição, o "tira-teima" final pode ocorrer inclusive na final valendo o título. O que, considerando a trajetória das carreiras, seria um desfecho bem característico.

Cinco finales del Mundial que han hecho historia

6 June 2026 at 04:30

El periodista deportivo Santiago Segurola elige cinco finales históricas que consagraron a sus protagonistas e hicieron del Mundial la cita más esperada para los aficionado al fútbol.

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Especial Mundial 2026

Este reportaje forma parte del número monográfico de 'El País Semanal' del 7 de junio dedicado al Mundial de fútbol.

© Getty Images

La selección alemana celebra tras ganar la final de la Copa Mundial de la FIFA de 1954 entre Hungría y Alemania el 4 de julio de 1954 en Berna, Suiza.

A journey through the ages of soccer in the United States

The first time U.S. soccer legend Tab Ramos played on a team in the country he had just moved to from Uruguay, Argentina was the reigning champion of the 1978 World Cup and the boy was thrilled that the jersey he was given, the Harrison Rec kit, was orange “like the Dutch one.” Ten minutes in, the coach took him off the field: he was too good to compete with that group. He was 12 years old.

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© George Etheredge (George Etheredge)

The courts at Pier 5 in the Brooklyn Bridge Park, with the Manhattan skyline across the river.
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