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Ancelotti não fez todos os testes que gostaria antes da Copa, diz Germano

13 June 2026 at 16:55

Carlos Germano avaliou, em entrevista à CNN Brasil, a situação da Seleção Brasileira às vésperas de sua estreia na Copa do Mundo, neste sábado (13), diante de Marrocos. Para o ex-goleiro, a experiência acumulada por jogadores que já disputaram edições anteriores do torneio será um fator decisivo para a equipe.

Germano destacou que Carlo Ancelotti assumiu o comando da seleção há apenas um ano e teve tempo limitado para realizar os testes que desejava. “O nosso treinador só tem um ano à frente da nossa seleção e não conseguiu fazer, talvez, os testes que ele gostaria”, afirmou.

Segundo ele, os encontros do grupo se restringiram às datas Fifa para jogos amistosos, o que representou pouco tempo de trabalho conjunto.

Experiência como diferencial

A experiência de jogadores veteranos foi apontada por Germano como o principal trunfo da equipe. Ele citou nomes como Alisson, Ederson, Casemiro, Neymar e Marquinhos como figuras fundamentais para o desempenho do Brasil. “A gente vai depender muito da experiência do Alisson, do Ederson, do Marquinhos, principalmente do Neymar também, que já está indo para a sua quarta Copa”, declarou. Para Germano, a presença de Neymar no grupo e no vestiário terá grande importância para o conjunto da seleção.

O ex-goleiro também ressaltou que a tranquilidade transmitida por um goleiro experiente é capaz de influenciar positivamente todo o time. “O goleiro que já disputou a Copa do Mundo e está tranquilo transmite essa tranquilidade para o seu time também, e até para o torcedor brasileiro”, afirmou. Ele avaliou que Ancelotti acertou ao convocar jogadores com esse perfil, apostando na combinação entre experiência e juventude.

Brasil diante de um Marrocos invicto

Ao ser questionado sobre as dificuldades que o Brasil pode encontrar diante da seleção marroquina, Germano foi categórico: “Vai ser um início difícil para a seleção brasileira”. Ele destacou que Marrocos é uma equipe muito forte, com muita velocidade e que já vem jogando junto há bastante tempo — características que, segundo ele, ainda faltam ao Brasil neste momento.

Germano lembrou ainda que Marrocos chega ao confronto com uma sequência de 29 jogos de invencibilidade, o que representa um tabu adicional para a seleção brasileira superar. “É um tabu que o Brasil tem que bater hoje, além da forte seleção de Marrocos”, concluiu. Para o ex-goleiro, apesar das limitações de entrosamento, a qualidade e a experiência do elenco brasileiro são suficientes para enfrentar o desafio.

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Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

Seleção Brasileira faz último treino antes de estreia na Copa do Mundo

12 June 2026 at 20:56

A Seleção Brasileira realizou nesta sexta-feira (12) seu último treino antes de estrear na Copa do Mundo.

A imprensa teve acesso limitado ao treinamento, podendo acompanhar apenas cerca de 15 minutos da atividade antes de ser retirada do local.

Durante o tempo observado, os jogadores foram vistos realizando um “bobinho” em roda.

Ainda hoje, às 17h30, Carlo Ancelotti e Vini Júnior participam de uma entrevista coletiva.

A partida de estreia contra o Marrocos está marcada para as 19h (de Brasília), no Estádio de Nova York/Nova Jersey.

Veja imagens do treino

Possíveis titulares ganham força

Ao longo da semana, alguns nomes despontaram como prováveis titulares, mesmo sem confirmação oficial.

Danilo apareceu como opção para a lateral, enquanto Matheus Cunha foi apontado como provável atacante, ao lado de Vini Júnior e Rafinha.

Paquetá também surgiu como candidato a atuar em um meio-campo mais avançado, em papel semelhante ao que desempenhou na partida contra o Egito.

No entanto, Ancelotti não revelou publicamente a escalação definitiva durante a semana.

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Análise: Wilton Pereira Sampaio vai bem e “apita melhor que no Brasileirão”

12 June 2026 at 19:10

Wilton Pereira Sampaio teve uma atuação destacada no jogo de abertura da Copa do Mundo, apitando a partida entre México e África do Sul com segurança e precisão. Segundo Nathalia Fiuza, em participação no Convocação CNN, o árbitro brasileiro apresentou um desempenho superior ao que costuma exibir no Campeonato Brasileiro.

O jogo marcou um momento histórico ao registrar, pela primeira vez em uma partida inaugural de Copa do Mundo, três expulsões. Para Nathalia, todas as decisões foram acertadas e inquestionáveis. “Achei uma arbitragem muito boa, um árbitro que estava muito seguro dentro do campo”, afirmou.

Na avaliação de Nathalia Fiuza, a primeira expulsão foi executada com Wilton bem posicionado fisicamente e próximo ao lance. A segunda ocorreu com o auxílio do VAR, em um caso de possível agressão, refletindo um rigor maior por parte da FIFA nesse tipo de situação.

Já a terceira expulsão envolveu uma adequação recente na regra: se um passe colocaria um jogador em chance clara e manifesta de gol, sem nenhum defensor, o lance também configura motivo para expulsão. “Então, achei que ele foi bem”, concluiu a comentarista.

Nathalia destacou ainda que, quando Wilton atua em torneios no padrão FIFA, sua performance tende a ser superior à que apresenta no futebol nacional. “Acho que quando ele está no padrão Fifa desses torneios continentais, ele acaba apitando bem melhor do que quando ele apita aqui o nosso campeonato brasileiro”, disse.

Postura dos jogadores em destaque

Outro ponto amplamente debatido foi o comportamento dos atletas diante das decisões arbitrais. Para Henrique Marsalla, mesmo após expulsões consideradas justas, os jogadores não protestaram de forma excessiva — comportamento que, segundo ele, seria improvável em um cenário brasileiro.

“Depois que saiu o segundo cartão, terceiro cartão, eu fiquei pensando como seria isso num cenário brasileiro”, comentou. Para ele, há um problema de postura dos jogadores na América do Sul, que vai além dos critérios de arbitragem e envolve questões culturais.

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