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GRC IM e M2O concluem Valadares Villas com investimento de sete milhões de euros

10 June 2026 at 18:50

O empreendimento residencial Valadares Villas, localizado na frente marítima de Valadares, em Vila Nova de Gaia, entrou na fase final de construção e deverá estar concluído até ao final de 2026. O projeto representa um investimento global de cerca de sete milhões de euros. O desenvolvimento do projeto resulta de uma parceria entre a GRC IM, gestora internacional de investimento imobiliário com atuação na estruturação e gestão de ativos nos mercados europeus, e a M2O, promotora portuguesa fundada por Marino Oliveira e Marcos Oliveira, dedicada ao desenvolvimento e execução de projetos residenciais em localizações de elevada procura.

Composto por dez moradias T3, com áreas brutas entre 343 m² e 552 m², o Valadares Villas posiciona-se no segmento residencial premium. Os preços de comercialização variam entre 950.000 euros e 1.475.000 euros, consoante a tipologia e características específicas de cada unidade. O projeto surge da requalificação e reposicionamento de um ativo residencial iniciado há cerca de uma década.

A parceria junta a expertise da GRC IM — gestora de investimento imobiliário com forte presença nos mercados europeus e escritórios em Madrid e Lisboa — à capacidade de execução local da M2O, fundada por Marino Oliveira e Marcos Oliveira. O projeto foi revisto pelo arquiteto Sérgio Sousa, que atualizou o conceito original com soluções mais eficientes ao nível térmico, acústico e energético.

Em comunicado, a administração da GRC IM, que integra Kaho Ha, Walter Fábrega, Javier Boccherini, Eugenio Molina e Massimo Massimilla, enquadra o investimento na estratégia da gestora para ativos residenciais bem localizados no mercado ibérico. “Este projeto reflete a nossa estratégia de investimento em ativos residenciais bem localizados, com elevada procura e potencial de valorização, especialmente em mercados costeiros como Vila Nova de Gaia”, afirmam.

A GRC IM destaca ainda a colaboração com a M2O: “O conhecimento do mercado local e a capacidade de execução em obra garantem a entrega de um produto final alinhado com os padrões de qualidade da GRC IM”.

As moradias foram concebidas com elevados padrões de conforto, incluindo jardim privativo, garagem box fechada, sala de cinema, lavandaria, churrasqueira, sistemas de climatização avançados, bomba de calor para águas sanitárias, caixilharia com corte térmico, ventilação mecânica e portas de segurança, entre outros atributos.

Ana Miranda, responsável de área da Predial Mar — sociedade de mediação imobiliária do grupo M2O —, sublinha o carácter diferenciador do empreendimento: “O Valadares Villas distingue-se pela conjugação entre localização, privacidade, dimensão das habitações e linguagem arquitetónica contemporânea, algo cada vez mais raro na oferta residencial em Vila Nova de Gaia”. Segundo a responsável, o projeto responde a um segmento de compradores que valoriza exclusividade, modernidade e bem-estar.

Com conclusão prevista para o final do ano, o Valadares Villas consolida-se como uma referência no segmento residencial de luxo na frente marítima de Vila Nova de Gaia, reforçando o apetite de investidores internacionais e nacionais por produtos premium em localizações costeiras com elevada procura.

La riforma dei medici di base naufraga: stop anche da pezzi della maggioranza. Ira di Bertolaso

10 June 2026 at 18:39

Non c’è pace per la riforma dei medici di medicina generale, di fatto ‘congelata’ anche se il provvedimento non era ancora stato presentato formalmente dal ministero della Salute. A far detonare la questione, una riunione tra gli assessori regionali alla Salute e il capo di gabinetto del ministero, Marco Mattei, dopo lo stop arrivato nei giorni scorsi all’ipotesi di procedere con un decreto legge. La netta opposizione dei sindacati medici, cui si è sommata quella di parte della maggioranza, avrebbe fatto saltare il banco. I sindacati avevano parlato di “forzatura istituzionale” anche di fronte all’ipotesi circolata lo scorso mese di introdurre le novità in due step, nella speranza di riuscire a riempire le Case di comunità.

La riforma, fortemente voluta da Orazio Schillaci, si sarebbe così arenata, almeno rispetto alla bozza articolata che era emersa a fine aprile e che incideva anche sulla formazione dei professionisti e prevedeva il passaggio alla dipendenza per una parte dei medici di base. L’obiettivo “resta quello di dare una medicina territoriale più vicina ai cittadini, con la presenza dei medici di medicina generale nelle Case di comunità”, fanno sapere fonti del ministero. Sul tavolo resterebbero due opzioni: procedere con una norma ad hoc, oppure affidare tutto all’Atto di indirizzo per il rinnovo della convenzione, inserendo l’obbligo per i medici di famiglia di garantire 6 ore settimanali di presenza nelle Case della comunità con l’obiettivo di far partire le strutture realizzate con il Pnrr.

Una strada che avrebbe incontrato la forte contrarietà da parte dell’assessore alla Sanità della Lombardia e vice coordinatore della Commissione Salute delle Regioni, Guido Bertolaso, che invece aveva plaudito alla riforma, vista come un’occasione importante per mettere davvero mano alla riforma della medicina generale. A quanto si apprende, Bertolaso, presente oggi all’incontro tra i tecnici del ministero della Salute e gli assessori regionali alla Sanità, se ne sarebbe andato dal tavolo annunciando le dimissioni dal ruolo ricoperto in Commissione Salute delle Regioni.

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CCJ do Senado aprova autonomia financeira do Banco Central

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (10), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que concede autonomia financeira e orçamentária ao Banco Central (BC). A PEC 65 de 2023 agora segue para análise do plenário da Casa. 

A proposta permite que o BC retenha, no seu orçamento, receita própria criada pela senhoriagem [recursos oriundos da emissão de moeda]. Atualmente, o BC tem seu orçamento definido pela Lei Orçamentária Anual (LOA) e os recursos da senhoriagem são transferidos para o Tesouro Nacional.

Notícias relacionadas:

A PEC estabelece autonomia administrativa, contábil, orçamentária, financeira, operacional e patrimonial ao BC “com ausência de vinculação a Ministério ou a qualquer órgão ou sistema da Administração Pública e de tutela ou subordinação hierárquica”.

O relator da PEC, senador Plínio Valério (PSDB-MA), rejeitou as últimas emendas apresentadas na CCJ, incluindo a emenda do líder do governo no Senado, Jacques Wagner (PT-BA), que pediu que o orçamento do BC seja previamente aprovado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

 

Brasília – DF- 20/05/2026 – Reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que foi lido o relatório do senador Plínio Valério (PSDB-AM) para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 65/2023, que amplia a autonomia do Banco Central. Foto Lula Marques /Agência Brasil. Brasília – DF- 20/05/2026 – Reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que foi lido o relatório do senador Plínio Valério (PSDB-AM) para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 65/2023, que amplia a autonomia do Banco Central. Foto Lula Marques /Agência Brasil.
Brasília – DF- 20/05/2026 – Plínio Valério, relator da PEC que amplia autonomia do Banco Central. Foto-arquivo: Lula Marques /Agência Brasil. - Lula Marques/Agência Brasil.

O CNM é composto pelos ministros da Fazenda, do Planejamento e do Banco Central, concedendo aos ministros da área econômica maioria para aprovar o orçamento da autoridade monetária. 

O líder Jacques Wagner afirmou que a emenda assegura maior previsibilidade para as despesas do BC e que o governo se preocupa com eventuais custos para o Tesouro que prejuízos no BC possam trazer.

“Na medida em que qualquer prejuízo o Governo, o Tesouro tem que aportar. E, na medida que ele é um ente fora - vou chamar - do circuito Tesouro, aquilo poderia vir a impactar no próprio déficit primário do país”, disse o senador baiano.

Relator rejeita

O relator Plínio Valéria argumentou que a preocupação do senador já estaria contemplada no relatório e que o CMN manda o orçamento para ser aprovada em comissão temática do Senado.

“O Conselho Monetário Nacional aprova e manda para o Senado, para a Comissão temática. Portanto, essa preocupação do Senador já está contemplada”, disse o relator.

No texto aprovado na CCJ, o CMN tem a função de “apreciação prévia” do orçamento do BC que será deliberado por Comissão do Senado, apenas para as despesas relativas a pessoal, encargos sociais, além de custeio ou investimento administrativos.

O líder do Governo Jacques Wagner comentou a preocupação do ministro da Fazenda, Dario Durigan, com possível aumento dos gastos do Tesouro. “Por exemplo, com a queda que houve do dólar, do ponto de vista que você realiza um prejuízo, você teria que aportar [pelo Tesouro]”.

Ficou combinado que o relator Plínio Valério e o ministro Durigan negociariam mudanças no texto antes da votação da PEC 65 no plenário do Senado.

 

Brasília - O ministro da Defesa, Jacques Wagner, participa de audiência pública na Comissão de Relações Exteriores, para falar sobre o decreto sobre militares e Jogos Olímpico (José Cruz/Agência Brasil) Brasília - O ministro da Defesa, Jacques Wagner, participa de audiência pública na Comissão de Relações Exteriores, para falar sobre o decreto sobre militares e Jogos Olímpico (José Cruz/Agência Brasil)
Brasília - líder do Governo Jacques Wagner, chegou a propor uma emenda que pedia que o orçamento do BC fosse previamente aprovado pelo CMN, mas foi rejeitada pelo relator. Foto-arquivo: José Cruz/Agência Brasil - José Cruz/Agência Brasil

Pix na Constituição

Após críticas de que a PEC poderia levar o BC autônomo a privatizar o Pix, o relator Plínio Valério decidiu incluir um dispositivo para colocar o mecanismo gratuito de pagamentos instantâneos criado pelo BC na Constituição.

O artigo 8º da proposta afirma que, em relação ao Pix, ficam "vedadas suas concessões, permissão, cessão de uso, alienação ou, por qualquer título, transferência a outro ente, público ou privado"

Cooptação do BC

Economistas brasileiros renomados publicaram, na última semana, um manifesto contra a PEC alegando que o texto facilita a cooptação do BC pelo setor financeiro, que é fiscalizado e regulado pela autoridade monetária, além de favorecer a manutenção dos altos juros no Brasil. 

“A PEC cria independência seletiva: afasta o BC do controle democrático do Estado (Congresso, Tribunal de Contas da União- TCU, Executivo), mas o mantém estruturalmente poroso às influências do mercado financeiro. Perdem-se os freios dos poderes constituídos e os canais de acesso do setor privado continuam abertos”, diz o manifesto.

O documento sustenta que a PEC fragiliza a fiscalização, o controle social e a responsabilização do Banco Central; aumenta a dívida pública; e poderia criar um modelo único no mundo que reúne autonomia financeira e operacional da autoridade monetária.

Autonomia do BC

 

Brasília – DF – 19/05/2026 – Reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para ouvir o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil. Brasília – DF – 19/05/2026 – Reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para ouvir o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil.
PEC que amplia autonomia do BC é defendida pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Foto-arquivo: Lula Marques/ Agência Brasil. - Lula Marques/Agência Brasil.

A PEC 65 amplia a autonomia concedida ao BC, em 2021, ao permitir que o Banco Central retenha recursos que obtém por meio da senhoriagem. Essa receita foi de R$ 23,3 bilhões, ao ano, entre 2017 e 2025, enquanto o orçamento do BC foi de R$ 4,8 bilhões, ao ano, no mesmo período.

A PEC 65 é defendida pela diretoria do Banco Central, liderada pelo presidente Gabriel Galípolo. Ele argumenta que a instituição está nos limites dos recursos para cumprir com a missão de fiscalizar e regular o sistema financeiro. 

A PEC também é defendida pelos bancos privados. Eles entendem que o BC tem a obrigação de regular e fiscalizar. A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) têm se manifestado favoravelmente à proposta.

CCJ do Senado aprova autonomia financeira do Banco Central

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (10), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que concede autonomia financeira e orçamentária ao Banco Central (BC). A PEC 65 de 2023 agora segue para análise do plenário da Casa. 

A proposta permite que o BC retenha, no seu orçamento, receita própria criada pela senhoriagem [recursos oriundos da emissão de moeda]. Atualmente, o BC tem seu orçamento definido pela Lei Orçamentária Anual (LOA) e os recursos da senhoriagem são transferidos para o Tesouro Nacional.

Notícias relacionadas:

A PEC estabelece autonomia administrativa, contábil, orçamentária, financeira, operacional e patrimonial ao BC “com ausência de vinculação a Ministério ou a qualquer órgão ou sistema da Administração Pública e de tutela ou subordinação hierárquica”.

O relator da PEC, senador Plínio Valério (PSDB-MA), rejeitou as últimas emendas apresentadas na CCJ, incluindo a emenda do líder do governo no Senado, Jacques Wagner (PT-BA), que pediu que o orçamento do BC seja previamente aprovado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

 

Brasília – DF- 20/05/2026 – Reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que foi lido o relatório do senador Plínio Valério (PSDB-AM) para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 65/2023, que amplia a autonomia do Banco Central. Foto Lula Marques /Agência Brasil. Brasília – DF- 20/05/2026 – Reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que foi lido o relatório do senador Plínio Valério (PSDB-AM) para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 65/2023, que amplia a autonomia do Banco Central. Foto Lula Marques /Agência Brasil.
Brasília – DF- 20/05/2026 – Plínio Valério, relator da PEC que amplia autonomia do Banco Central. Foto-arquivo: Lula Marques /Agência Brasil. - Lula Marques/Agência Brasil.

O CNM é composto pelos ministros da Fazenda, do Planejamento e do Banco Central, concedendo aos ministros da área econômica maioria para aprovar o orçamento da autoridade monetária. 

O líder Jacques Wagner afirmou que a emenda assegura maior previsibilidade para as despesas do BC e que o governo se preocupa com eventuais custos para o Tesouro que prejuízos no BC possam trazer.

“Na medida em que qualquer prejuízo o Governo, o Tesouro tem que aportar. E, na medida que ele é um ente fora - vou chamar - do circuito Tesouro, aquilo poderia vir a impactar no próprio déficit primário do país”, disse o senador baiano.

Relator rejeita

O relator Plínio Valéria argumentou que a preocupação do senador já estaria contemplada no relatório e que o CMN manda o orçamento para ser aprovada em comissão temática do Senado.

“O Conselho Monetário Nacional aprova e manda para o Senado, para a Comissão temática. Portanto, essa preocupação do Senador já está contemplada”, disse o relator.

No texto aprovado na CCJ, o CMN tem a função de “apreciação prévia” do orçamento do BC que será deliberado por Comissão do Senado, apenas para as despesas relativas a pessoal, encargos sociais, além de custeio ou investimento administrativos.

O líder do Governo Jacques Wagner comentou a preocupação do ministro da Fazenda, Dario Durigan, com possível aumento dos gastos do Tesouro. “Por exemplo, com a queda que houve do dólar, do ponto de vista que você realiza um prejuízo, você teria que aportar [pelo Tesouro]”.

Ficou combinado que o relator Plínio Valério e o ministro Durigan negociariam mudanças no texto antes da votação da PEC 65 no plenário do Senado.

 

Brasília - O ministro da Defesa, Jacques Wagner, participa de audiência pública na Comissão de Relações Exteriores, para falar sobre o decreto sobre militares e Jogos Olímpico (José Cruz/Agência Brasil) Brasília - O ministro da Defesa, Jacques Wagner, participa de audiência pública na Comissão de Relações Exteriores, para falar sobre o decreto sobre militares e Jogos Olímpico (José Cruz/Agência Brasil)
Brasília - líder do Governo Jacques Wagner, chegou a propor uma emenda que pedia que o orçamento do BC fosse previamente aprovado pelo CMN, mas foi rejeitada pelo relator. Foto-arquivo: José Cruz/Agência Brasil - José Cruz/Agência Brasil

Pix na Constituição

Após críticas de que a PEC poderia levar o BC autônomo a privatizar o Pix, o relator Plínio Valério decidiu incluir um dispositivo para colocar o mecanismo gratuito de pagamentos instantâneos criado pelo BC na Constituição.

O artigo 8º da proposta afirma que, em relação ao Pix, ficam "vedadas suas concessões, permissão, cessão de uso, alienação ou, por qualquer título, transferência a outro ente, público ou privado"

Cooptação do BC

Economistas brasileiros renomados publicaram, na última semana, um manifesto contra a PEC alegando que o texto facilita a cooptação do BC pelo setor financeiro, que é fiscalizado e regulado pela autoridade monetária, além de favorecer a manutenção dos altos juros no Brasil. 

“A PEC cria independência seletiva: afasta o BC do controle democrático do Estado (Congresso, Tribunal de Contas da União- TCU, Executivo), mas o mantém estruturalmente poroso às influências do mercado financeiro. Perdem-se os freios dos poderes constituídos e os canais de acesso do setor privado continuam abertos”, diz o manifesto.

O documento sustenta que a PEC fragiliza a fiscalização, o controle social e a responsabilização do Banco Central; aumenta a dívida pública; e poderia criar um modelo único no mundo que reúne autonomia financeira e operacional da autoridade monetária.

Autonomia do BC

 

Brasília – DF – 19/05/2026 – Reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para ouvir o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil. Brasília – DF – 19/05/2026 – Reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para ouvir o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil.
PEC que amplia autonomia do BC é defendida pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Foto-arquivo: Lula Marques/ Agência Brasil. - Lula Marques/Agência Brasil.

A PEC 65 amplia a autonomia concedida ao BC, em 2021, ao permitir que o Banco Central retenha recursos que obtém por meio da senhoriagem. Essa receita foi de R$ 23,3 bilhões, ao ano, entre 2017 e 2025, enquanto o orçamento do BC foi de R$ 4,8 bilhões, ao ano, no mesmo período.

A PEC 65 é defendida pela diretoria do Banco Central, liderada pelo presidente Gabriel Galípolo. Ele argumenta que a instituição está nos limites dos recursos para cumprir com a missão de fiscalizar e regular o sistema financeiro. 

A PEC também é defendida pelos bancos privados. Eles entendem que o BC tem a obrigação de regular e fiscalizar. A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) têm se manifestado favoravelmente à proposta.

Conservatório da Madeira e NOVA FCSH estabelecem protocolo de cooperação

10 June 2026 at 16:45
O Conservatório – Escola das Artes da Madeira, Eng.º Luiz Peter Clode e a Universidade NOVA de Lisboa, através da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas e do Centro de Estudos em Música — CESEM, assinaram um protocolo de colaboração que representa um passo estratégico para o desenvolvimento da investigação artística e musicológica na Região […]

Eli Lilly regressa ao clube dos bilionários

10 June 2026 at 15:10

A Eli Lilly regressou recentemente ao clube das empresas cotadas em bolsa com um valor de mercado acima de um bilião de dólares (ou trilião na denominação norte-americana), o equivalente a 870 mil milhões de euros à taxa de câmbio atual. Neste clube estão atualmente 14 empresas.

A farmacêutica, que detém medicamentos para a obesidade e diabetes como o Mounjaro e o Zepbound, já tinha estado no clube dos bilionários em 2025, é atualmente a 14ª cotada mais valiosa do mundo, com um valor estimado de 1,02 biliões de dólares (880 mil milhões de euros).

No clube bilionário estão a Nvidia, a Alphabet (detentora da Google), a Apple, a Microsoft, a Amazon, a TSMC, a Broadcom, a Saudi Aramco, a Tesla, a Meta, a Samsung, a Micron, a Berkshire Hathaway, e a Eli Lilly. Neste grupo só a Nvidia tem um valor de mercado estimado acima dos cinco biliões de dólares (4,3 biliões de euros).

A SK Hynix, que desenvolve e fabrica chips de memória, esteve recentemente neste clube mas dele saiu na sequência da forte desvalorização no setor dos chips, ocorrida na sexta-feira (5 de junho). O índice de semicondutores caiu nesse mais de 8%. Esta quebra deveu-se à reação negativa dos investidores à guidance emitida pela Broadcom durante a apresentação de resultados. A empresa sul-coreana SK Hynix chegou a quebrar mais de 9% com o impacto da guidance da Broadcom. Calcula-se que o setor dos chips tenha perdido mais de um bilião de dólares (870 mil milhões de euros) em valor de mercado a 5 de junho.

Perto de entrar no clube dos bilionários está a Walmart que possui um valor de mercado estimado em 946 mil milhões de dólares (819,6 mil milhões de euros).

SpaceX, Anthropic e OpenAI perto de se juntarem ao clube

A SpaceX, que é atualmente a não cotada mais valiosa do mundo, está a dois dias de se juntar ao clube dos bilionários. A empresa de foguetões, satélites e inteligência artificial, liderada por Elon Musk, entra no mercado de capital, na sexta-feira, naquela que será a maior estreia de sempre.

A empresa deve angariar 75 mil milhões de dólares (64,5 mil milhões de euros) com a sua oferta pública inicial (IPO na sigla inglesa) superando o máximo de 25,5 mil milhões de dólares (21,9 mil milhões de euros) estabelecido pela Saudi Aramco em 2019.

A empresa terá 555,6 milhões de ações em negociação, a um preço de 135 dólares cada, sendo que até 30% será alocado ao retalho. Estes números colocam o valor da SpaceX nos 1,77 biliões de dólares (1,52 biliões de euros), deixando-a como a oitava cotada mais valiosa do mundo.

O banco que vai liderar o IPO será o Goldman Sachs. E na dianteira estará também o Morgan Stanley, Bank of America, Citigroup, e JP Morgan Chase.

Perto de se juntar ao clube está também a Anthropic e a OpenAI, que são a segunda e a terceira não cotadas mais valiosa do mundo. Ambas já confirmaram junto do regulador dos mercados norte-americanos (SEC) a sua intenção de entrar em bolsa. Embora não tenham avançado nenhuma data para essa estreia.

As suas últimas rondas de financiamento colocaram as avaliações da Anthropic e da OpenAI nos 965 mil milhões de dólares (827,9 mil milhões de euros) e nos 852 mil milhões de dólares (731 mil milhões de euros).

“Hoje, a Anthropic submeteu confidencialmente um rascunho de declaração de registo no Formulário S-1 à SEC para uma proposta de oferta pública inicial (IPO) das nossas ações ordinárias. Isto dá-nos a opção de abrir o capital após a conclusão da análise da SEC. A oferta pública inicial proposta dependerá das condições de mercado e de outros fatores. O número de ações a oferecer e o preço ainda não foram definidos”, disse a Anthropic a 1 de junho.

“Recentemente, submetemos um formulário S-1 confidencial. Prevemos que ele seja alvo de uma fuga, por isso estamos apenas a anunciá-lo. Ainda não definimos um cronograma; pode demorar um pouco, pois há coisas que queremos fazer que provavelmente serão mais fáceis como empresa não cotada. Mas é uma questão complexa de ponderação e isso dá-nos a opção de abrir o capital mais cedo, se for o melhor caminho”, confirmou a OpenAI junto da SEC a 8 de junho.

Em março a Bloomberg avançava que a entrada em bolsa da Anthropic poderia ocorrer em outubro, no melhor cenário.

O “Wall Street Journal” avançou, em janeiro, que a entrada em bolsa da OpenAI poderia acontecer no quarto trimestre do ano.

Daniel Conde defende reabertura da Linha do Corgo e critica abandono da ferrovia

10 June 2026 at 15:09

VTM

Ao longo do programa, sustentou que o encerramento das linhas ferroviárias do interior contribuiu para o isolamento da região e comprometeu oportunidades de desenvolvimento económico e social.

Natural de Vinhais, explicou que a sua ligação ao caminho de ferro começou ainda na juventude, quando utilizava regularmente a Linha do Douro e a Linha do Tua para regressar a casa durante os fins de semana e períodos de férias, quando estudava nos Salesianos de Poiares da Régua. “Não ganhei apenas o gosto pela viagem de comboio, mas também por perceber porque é que uma linha que ia para Bragança deixou de ir”, recordou.

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Euribor sobem a 3 meses para novo máximo desde março de 2025 e caem a 6 e 12 meses

A Euribor subiu esta quarta-feira a três meses, para um máximo desde março de 2025, e desceu a seis e a 12 meses, face a terça-feira.

Com as alterações de hoje, a taxa a três meses, que avançou para 2,397%, continuou abaixo das taxas a seis (2,592%) e a 12 meses (2,841%).

A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, recuou hoje, ao ser fixada em 2,592%, menos 0,014 pontos do que na terça-feira.

Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a abril indicam que a Euribor a seis meses representava 39,56% do ‘stock’ de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.

Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,53% e 24,55%, respetivamente.

No prazo de 12 meses, a taxa Euribor caiu hoje para 2,841%, menos 0,025 pontos do que na sessão anterior.

Em sentido oposto, a Euribor a três meses avançou hoje, fixando-se em 2,397%, mais 0,024 pontos que na terça-feira e um novo máximo desde 19 de março de 2025.

Esta semana realiza-se a reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), que termina na quinta-feira e é a terceira depois do início da guerra com o Irão, e o mercado prevê que a entidade suba as taxas diretoras, pela primeira vez em quase três anos.

Na anterior reunião, em 30 de abril, o BCE manteve as taxas diretoras, pela sétima reunião de política monetária consecutiva, como tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.

A média mensal da Euribor subiu, de novo, nos três prazos em maio, mas de forma menos acentuada do que em abril.

Em maio, a média mensal da Euribor subiu 0,051 pontos para 2,226% a três meses.

Já a seis e a 12 meses, a média da Euribor avançou 0,082 pontos para 2,536% e 0,057 pontos para 2,804%, respetivamente.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.

Bruxelas poderá processar Portugal por falhas nas regras sobre transparência salarial

A Comissão Europeia está a analisar o estado da transposição das novas regras sobre transparência salarial pelos Estados-membros, incluindo Portugal, e poderá abrir um processo de infração por incumprimento, disse esta quarta-feira à Lusa fonte comunitária.

“Se um Estado-membro não tiver notificado as medidas de transposição no prazo legal, a Comissão avaliará a situação e poderá instaurar um processo de infração”, disse à Lusa um porta-voz do executivo comunitário.

“Até que a Comissão tenha avaliado formalmente os projetos de medidas nacionais notificados ou os processos legislativos em curso, não iremos especular sobre potenciais processos de infração futuros”, acrescentou.

A mesma fonte salientou ser “da máxima importância que os Estados-membros transponham a diretiva de forma rápida e eficaz, de modo a que os parceiros sociais, os empregadores e os trabalhadores beneficiem de segurança jurídica”.

O prazo para a transposição para a legislação nacional da Diretiva sobre Transparência Salarial terminou no dia 7.

Esta diretiva verte em lei aplicável o princípio consagrado no Tratado de salário igual para trabalho igual ou de valor igual entre mulheres e homens e, refere ainda o porta-voz, a prioridade da Comissão, desde a adição das novas regras em 2023, “continua a ser a transposição atempada e correta da diretiva que resulte numa mudança real para os trabalhadores e em particular para as mulheres”.

Ao abrigo das novas regras, os empregadores são obrigados a divulgar a faixa salarial inicial ou o salário base nos anúncios das vagas ou antes da entrevista e os funcionários têm o direito de solicitar por escrito informações sobre o seu nível salarial individual e sobre os níveis médios de remuneração, discriminados por sexo, para categorias de trabalhadores que desempenham funções equivalentes.

As empresas da UE têm ainda de tomar medidas se a disparidade remuneratória em função do género for superior a 5%.

A diretiva inclui igualmente disposições sobre a indemnização das vítimas de discriminação remuneratória e sanções, incluindo coimas, para os empregadores que violem as regras.

Segundo dados de Bruxelas, a falta de transparência salarial foi identificada como um dos principais obstáculos à eliminação da disparidade salarial entre homens e mulheres, que se mantém em cerca de 11%, o que significa que as mulheres ganham, em média, menos 11% do que os homens por hora por trabalho igual ou de valor igual, de acordo com informação do Eurostat relativa a 2024.

Plataforma de financiamento colaborativo imobiliário lança primeiro projeto residencial em Turim

10 June 2026 at 08:02

A Wecity, plataforma digital de financiamento colaborativo imobiliário, anunciou a sua entrada no mercado italiano, no que é considerado mais um passo na estratégia de expansão internacional da empresa. A operação arranca com um projeto de desenvolvimento residencial em Turim, uma das principais cidades económicas da região do Piemonte, no norte de Itália.

Através do seu modelo de financiamento alternativo e participativo, a plataforma vai permitir que investidores particulares e institucionais participem na aquisição, remodelação e posterior venda de 12 apartamentos localizados no edifício da Via Sacchi 16, numa operação desenvolvida em parceria com o promotor imobiliário LoBa Invest.

O projeto prevê um financiamento total de 1,45 milhões de euros, estruturado em duas fases. A primeira tranche, de 1 milhão de euros, destina-se a suportar parte da aquisição do imóvel e o arranque das obras, enquanto a segunda, de 450 mil euros, financiará a conclusão da intervenção.

Segundo a empresa, o promotor assegura um investimento próprio de 570 mil euros, reforçando a robustez da operação. Para os investidores da plataforma, o projeto oferece uma taxa de juro anual de 11%, com um prazo estimado de nove meses, acrescido de uma eventual prorrogação de três meses, estando ainda garantido por uma hipoteca de primeiro grau sobre a totalidade das habitações.

A entrada em Itália surge num contexto de crescente necessidade de soluções alternativas de financiamento para o setor residencial. A Wecity considera que o mercado italiano apresenta características semelhantes às de Portugal e Espanha, nomeadamente um défice estrutural de oferta habitacional e uma procura crescente por mecanismos de financiamento mais ágeis e flexíveis.

“A Itália reúne características semelhantes às de Portugal e Espanha: forte procura habitacional, interesse dos investidores e necessidade de novas soluções de financiamento. Acreditamos que a experiência acumulada pela Wecity nestes mercados nos permitirá contribuir para o desenvolvimento de novos projetos residenciais e oferecer oportunidades atrativas aos investidores”, afirma Antonio Mañas, CEO da Wecity.

A plataforma chega a Itália depois de consolidar a sua atividade em Espanha e em Portugal, onde opera há cerca de três anos. O mercado italiano representa, assim, o segundo grande passo da expansão internacional da empresa, que sublinha ainda o seu compromisso com a transparência e com o enquadramento regulamentar europeu, operando ao abrigo do regime ECSP (European Crowdfunding Service Providers).

Até ao momento, a Wecity já financiou mais de 255 milhões de euros através de 192 projetos imobiliários. Em Portugal, o volume financiado atingiu 11,9 milhões de euros em 2025 e, apenas nos primeiros cinco meses deste ano, a plataforma já ultrapassou esse valor, com 12,7 milhões de euros financiados, superando o total registado durante todo o ano anterior.

Fundada em Espanha e com presença em Portugal, a Wecity atua como uma plataforma digital que liga promotores imobiliários e investidores num ecossistema colaborativo. Nos últimos cinco anos, financiou cerca de 250 milhões de euros em projetos imobiliários e afirma liderar, no mercado europeu de financiamento colaborativo, o rácio de reembolso de empréstimos. Enquanto Prestador de Serviços de Financiamento Colaborativo autorizado, a empresa está habilitada a prestar serviços em Portugal.

‘Acreditar de Novo’ reconstrói jornada até o tetracampeonato em 1994

10 June 2026 at 01:05

Marcus Vinícius Beck

Baggio, Roberto Baggio, perdeu. Mandou por cima da baliza. Mas o italiano não erra, poucas vezes falhou, por que desperdiçaria uma penalidade máxima agora? A bola deveria beijar o ângulo de Claudio Taffarel. E não beijou. O Brasil virou o primeiro tetracampeão, em 1994.

A câmera enquadra o camisa 10 da Azzurra. Está com a mão na cintura, olha para a marca da cal, expressão incrédula. Começa o doc “Tetra: Acreditar de Novo” (Netflix), dirigido por Luis Ara: a desacreditada seleção de Carlos Alberto Parreira conquistou a Copa após 24 anos.

Na TV Globo, Galvão Bueno se esganiça. “Acabou, acabou! É tetra, é tetra, é tetra”, grita o narrador, abraçado ao Rei Pelé. Mas essa cena, que pena!, não está no filme. De toda forma, inicia-se a festa no Rose Bowl, em Pasadena, Los Angeles, nos EUA, com 94.194 pessoas.

Não importa se foi a primeira final de Copa do Mundo a ficar no 0 a 0. Nem se foi a primeira decidida nos pênaltis. Mário Lobo Zagallo, coordenador técnico, sagrou-se em 17 de julho de 94 o único a participar de quatro títulos mundiais — era jogador em 58 e 62, técnico em 70.

Corta. É 24 de junho de 1990, Brasil e Argentina, oitavas de final da Copa. O Delle Alpi, em Turim, na Itália, viu o lesionado Diego Armando Maradona ajeitar a bola no centro e, como numa tacada de sinuca, enfiar um passe mágico para Caniggia, que saiu na cara de Taffarel.

El Pájaro eliminou a Seleção. E Maradona quase fez o segundo gol argentino em cobrança de falta espalmada por Taffarel. O técnico Sebastião Lazaroni, no entanto, achou que sua equipe jogara melhor. “Criamos mais”, lamentou ao “O Globo”, em 2023, ainda triste pelo placar.

E os culpados?

“Ao final, com a eliminação da Copa, vem a necessidade de apontar o culpado, o responsável ou os responsáveis. Acredito que um dos fatores do insucesso tenha recaído sobre mim”, desabafa, lembrando ter feito parte da transição do futebol arte para o pragmatismo de 94.

Do fracasso à glória — conforme mostra “Acreditar de Novo” —, a jornada foi incerta. A Seleção ia mal nas Eliminatórias. De cara, empatou sem gols com o Equador, sofrendo em seguida uma derrota inédita para a Bolívia, em La Paz, na qual Taffarel cometeu uma falha.

Parreira, agora o técnico, estava ameaçado. Cobravam-lhe Romário, mas o Baixinho não era fácil. Nem seus antecedentes o ajudavam, já que, em 1985, de acordo com Zagallo, o atacante urinou em direção a turistas barulhentos e fez gestos obscenos a prostitutas de Copacabana.

“Em relação a essa colocação, eu espero que não tenha saído dele, pois seria mentiroso. Nunca fiz isso”, rebateu o artilheiro, que brilhara no PSV e era a estrela no Barcelona. “Uma coisa que o meu pai sempre me ensinou foi ter respeito com as pessoas, independente da idade.”

Aquele 19 de setembro de 93 foi decisivo. A Bolívia havia se classificado para o Mundial, obrigando Brasil e Uruguai a disputarem a última vaga. Parreira chegou pressionado ao confronto. Cedeu à pressão popular: Romário convocado. Formaria o ataque com Bebeto.

“Acreditar de Novo” revive jogo decisivo no Maraca

Romário dribla goleiro uruguaio nas Eliminatórias, em 1993 – Foto: Youtube/ Reprodução

No filme “Tetra: Acreditar de Novo”, o Baixinho conta que tinha dois (ou três) objetivos naquele jogo. Um deles, claro, era dar uma caneta num zagueiro celeste, enquanto as outras promessas envolviam sua habilidade maior, o gol. Os tentos saíram no segundo tempo.

Adeus maracanazo, adeus trauma de 50: Romário abriu o placar. Subiu lá em cima e, então, botou a testa na bola. Doze minutos depois, o atacante recebeu em profundidade, com um latifúndio a ser explorado à sua frente. Corria. A torcida observava o ídolo da forma como mais gostava: livre, sem ninguém para marcá-lo, tendo a bola nos pés e o gol diante de si.

Ciente de seu papel, o goleiro Siboldi tentou esticar o cotovelo. Não parou o camisa 11, que aplicou-lhe um debochado drible de corpo e, como um felino, pôs a caça adiante. Aí ficou fácil: Romário levou a redonda aonde gostava. Cem mil pessoas explodiram no Maraca.

Até o dia 20 de junho de 94, quando o Brasil enfrentou a Rússia, Parreira pensou no time ideal para a estreia nos Estados Unidos. Mas, claro, ele não podia barrar o craque de seus titulares. Ao escalá-lo, o placar acabou 2 a 0 para a Canarinha — com um gol de Romário.

Dunga converte cobrança de pênalti na decisão da Copa de 94 – Foto: Netflix/ Divulgação

Campanha

Passada a ansiedade da estreia, a Seleção garantiu a vaga para a próxima fase ao vencer Camarões. Romário marcou no primeiro tempo. Já o terceiro tento nasceu de uma jogada na qual ele driblou o goleiro, mas errou o chute. Bem-posicionado, Bebeto empurrou a pelota.

Em Detroit, pela terceira rodada da fase de grupos, a Seleção Brasileira fez uma partida fraca. Ficou no empate com a Suécia por 1 a 1, mesma equipe que iria enfrentar na semifinal. Inclusive, os brasileiros saíram atrás, mas Romário igualou o marcador no segundo tempo.

Nas oitavas de final, não foi simples superar os donos da casa. O gol só saiu aos 28 minutos da etapa final, quando Bebeto assegurou a classificação às quartas. Depois dessa partida, o Brasil ainda suou para vencer a Holanda — Branco acertou um forte chute de fora da área.

Em meio à muralha sueca, o pequeno Romário (1,68 m) cabeceou após cruzamento de Jorginho. O atacante perderia outra chance, chutando à direita do arqueiro escandinavo. A Seleção, enfim, chegou à final. E você já sabe: Baggio, Roberto Baggio, perdeu aquele pênalti.

Jogadores fazem festa no Rose Bowl, em Pasadena, nos EUA, com 94.194 pessoas – Foto: Netflix/ Divulgação

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Mercado imobiliário de Goiânia cresce três vezes mais que a média nacional no primeiro trimestre de 2026

10 June 2026 at 00:42

O mercado imobiliário de Goiânia cresceu três vezes mais que a média nacional no primeiro trimestre de 2026. As vendas nacionais cresceram 4,1% no período. A capital goiana registrou alta de 12,7% no número de unidades comercializadas, chegando a 2.882 imóveis vendidos no trimestre.

“Goiás cresce acima da média nacional há quase duas décadas consecutivas, impulsionado por uma economia diversificada e resiliente. O crescimento populacional do estado foi de 20% entre os dois últimos censos, contra apenas 7% na média nacional”, afirma Credson Batista, diretor de Pesquisas e Estatísticas da Ademi-GO.

Nacionalmente, 49% das vendas foram realizadas dentro do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). No Centro-Oeste, o índice é de 34%. Em Goiânia, apenas 26% das unidades comercializadas estão enquadradas no MCMV, o que representa menos de 750 unidades.

Na avaliação do presidente da Ademi-GO, Felipe Melazzo, a explicação para o descompasso está nas condições de aprovação de projetos na capital. “Nossa capital está perdendo um potencial enorme de fornecer moradia digna para a população que mais precisa. O que falta é destravar o processo de aprovação para que os projetos possam sair do papel.”

O preço médio do metro quadrado em Goiânia registrou crescimento de 3,6% apenas nos três primeiros meses de 2026, chegando a R$ 10.914/m². Considerando os bairros Marista, Bueno, Oeste e Jardim Goiás, o valor médio alcança R$ 12.881/m², com o Marista liderando ao atingir R$ 13.462/m².

Fernando Razuk, presidente do Conselho da Ademi-GO, destaca que a revisão do Plano Diretor reduziu o aproveitamento construtivo das áreas da cidade em 7,5 vezes. “O terreno passa a custar pelo menos 33% a mais na conta, pois onde antes se faziam 100 unidades hoje só conseguimos implantar 75.”

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Morre aos 86 anos o cineasta Orlando Senna, referência do audiovisual

Morreu na tarde desta terça-feira (9), aos 86 anos, o cineasta, roteirista, escritor, jornalista e gestor cultural Orlando Senna, um dos mais importantes nomes do cinema brasileiro e latino-americano. Segundo informações de familiares e outras pessoas próximas, Senna passou mal na noite de domingo (7), após desenvolver um quadro de broncopneumonia que provocou uma inflamação pulmonar.

Na manhã desta terça, ele foi levado para uma unidade de pronto atendimento (UPA) em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, onde precisou ser intubado. Apesar dos esforços da equipe médica para reanimá-lo, o cineasta não resistiu.

Orlando Senna enfrentava problemas de saúde que se agravaram nos últimos anos. A morte dele provocou grande comoção entre cineastas, artistas, gestores culturais e admiradores de sua trajetória.

Biografia

Nascido em Lençóis, na Bahia, em 25 de abril de 1940, Orlando Senna construiu uma trajetória decisiva para o cinema brasileiro. Dirigiu, escreveu e produziu obras que marcaram a cinematografia nacional, entre elas o clássico Iracema, Uma Transa Amazônica, codirigido com Jorge Bodanzky e reconhecido internacionalmente por sua crítica aos impactos sociais da ocupação da Amazônia durante a ditadura militar.

Além da produção artística, teve papel fundamental na formulação de políticas públicas para o audiovisual. Foi secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura entre os anos de 2003 e 2007, durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, liderando iniciativas voltadas à democratização do acesso aos recursos públicos para o setor.

Também foi diretor-geral da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e participou da implantação da TV Brasil. A atuação dele foi reconhecida por instituições culturais e profissionais do audiovisual em todo o país.

Ao longo da carreira, Orlando Senna também foi um dos fundadores da Escola Internacional de Cinema e Televisão de San Antonio de los Baños, em Cuba, ao lado de Fernando Birri e do escritor Gabriel García Márquez, tornando-se referência na formação de novas gerações de cineastas latino-americanos.

Nas redes sociais, amigos, críticos e profissionais do cinema manifestaram pesar pela morte do cineasta. A jornalista e crítica de cinema Maria do Rosário Caetano escreveu: “Adeus, amigo querido. Baiano, carioca, cubano. Orlando Senna (1940-2026): cineasta, escritor, roteirista e gestor cultural. Partiu para encontrar sua amada Conceição Senna. Guardaremos sua figura ímpar em nossos corações e em nossas retinas.”

Homenagem em vida

Há pouco mais de um mês, Orlando Senna recebeu uma homenagem em vida durante a mostra retrospectiva Orlando Senna / Cinema, Brasil e América Latina, realizada na Caixa Cultural Rio de Janeiro, entre 21 de abril e 10 de maio. A iniciativa foi organizada pelas curadoras Diana Iliescu e Sol Moraes e reuniu exibições de filmes, debates, exposição e encontros com o público.

Rio de Janeiro (RJ), 09/06/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Cineasta Orlando Senna. Foto: Evaldo Macedo/Divulgação Rio de Janeiro (RJ), 09/06/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Cineasta Orlando Senna. Foto: Evaldo Macedo/Divulgação
Cineasta Orlando Senna - Foto: Evaldo Macedo/Arquivo/Divulgação

Segundo Diana Iliescu, a homenagem teve um significado ainda mais especial por contar com a participação ativa do cineasta. “Recebemos a notícia do falecimento do Orlando com muita tristeza. Ele já vinha enfrentando problemas de saúde, mas ficamos muito felizes por termos conseguido realizar essa homenagem em vida. A mostra terminou há apenas um mês e ele participou de todos os debates, recebeu inúmeras homenagens e reencontrou muitos amigos. Foi um momento muito bonito e emocionante”, afirmou.

Diana recorda que a abertura da mostra contou com a presença do ator Antônio Pitanga, que emocionou o homenageado. “Eu vi o Orlando chorar durante a fala do Antônio Pitanga. Foi um encontro muito marcante. E agora, recentemente, o Orlando também prestigiou a mostra dedicada ao Pitanga no CCBB do Rio. Houve uma troca de afeto e reconhecimento entre dois grandes nomes da cultura brasileira”, destacou.

A curadora definiu Orlando Senna como um homem de múltiplos talentos e de enorme generosidade intelectual. “Orlando Senna foi um mestre de muitos ofícios: jornalista, diretor de teatro, escritor, roteirista, cineasta, educador e gestor público. Foi pai de muitos ‘filhos cinematográficos’, agregador de amigos e intelectuais, incentivador de novas lideranças, sempre exercendo com excelência cada um dos seus talentos”, afirmou Diana Iliescu.

Morre aos 86 anos o cineasta Orlando Senna, referência do audiovisual

Morreu na tarde desta terça-feira (9), aos 86 anos, o cineasta, roteirista, escritor, jornalista e gestor cultural Orlando Senna, um dos mais importantes nomes do cinema brasileiro e latino-americano. Segundo informações de familiares e outras pessoas próximas, Senna passou mal na noite de domingo (7), após desenvolver um quadro de broncopneumonia que provocou uma inflamação pulmonar.

Na manhã desta terça, ele foi levado para uma unidade de pronto atendimento (UPA) em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, onde precisou ser intubado. Apesar dos esforços da equipe médica para reanimá-lo, o cineasta não resistiu.

Orlando Senna enfrentava problemas de saúde que se agravaram nos últimos anos. A morte dele provocou grande comoção entre cineastas, artistas, gestores culturais e admiradores de sua trajetória.

Biografia

Nascido em Lençóis, na Bahia, em 25 de abril de 1940, Orlando Senna construiu uma trajetória decisiva para o cinema brasileiro. Dirigiu, escreveu e produziu obras que marcaram a cinematografia nacional, entre elas o clássico Iracema, Uma Transa Amazônica, codirigido com Jorge Bodanzky e reconhecido internacionalmente por sua crítica aos impactos sociais da ocupação da Amazônia durante a ditadura militar.

Além da produção artística, teve papel fundamental na formulação de políticas públicas para o audiovisual. Foi secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura entre os anos de 2003 e 2007, durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, liderando iniciativas voltadas à democratização do acesso aos recursos públicos para o setor.

Também foi diretor-geral da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e participou da implantação da TV Brasil. A atuação dele foi reconhecida por instituições culturais e profissionais do audiovisual em todo o país.

Ao longo da carreira, Orlando Senna também foi um dos fundadores da Escola Internacional de Cinema e Televisão de San Antonio de los Baños, em Cuba, ao lado de Fernando Birri e do escritor Gabriel García Márquez, tornando-se referência na formação de novas gerações de cineastas latino-americanos.

Nas redes sociais, amigos, críticos e profissionais do cinema manifestaram pesar pela morte do cineasta. A jornalista e crítica de cinema Maria do Rosário Caetano escreveu: “Adeus, amigo querido. Baiano, carioca, cubano. Orlando Senna (1940-2026): cineasta, escritor, roteirista e gestor cultural. Partiu para encontrar sua amada Conceição Senna. Guardaremos sua figura ímpar em nossos corações e em nossas retinas.”

Homenagem em vida

Há pouco mais de um mês, Orlando Senna recebeu uma homenagem em vida durante a mostra retrospectiva Orlando Senna / Cinema, Brasil e América Latina, realizada na Caixa Cultural Rio de Janeiro, entre 21 de abril e 10 de maio. A iniciativa foi organizada pelas curadoras Diana Iliescu e Sol Moraes e reuniu exibições de filmes, debates, exposição e encontros com o público.

Rio de Janeiro (RJ), 09/06/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Cineasta Orlando Senna. Foto: Evaldo Macedo/Divulgação Rio de Janeiro (RJ), 09/06/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Cineasta Orlando Senna. Foto: Evaldo Macedo/Divulgação
Cineasta Orlando Senna - Foto: Evaldo Macedo/Arquivo/Divulgação

Segundo Diana Iliescu, a homenagem teve um significado ainda mais especial por contar com a participação ativa do cineasta. “Recebemos a notícia do falecimento do Orlando com muita tristeza. Ele já vinha enfrentando problemas de saúde, mas ficamos muito felizes por termos conseguido realizar essa homenagem em vida. A mostra terminou há apenas um mês e ele participou de todos os debates, recebeu inúmeras homenagens e reencontrou muitos amigos. Foi um momento muito bonito e emocionante”, afirmou.

Diana recorda que a abertura da mostra contou com a presença do ator Antônio Pitanga, que emocionou o homenageado. “Eu vi o Orlando chorar durante a fala do Antônio Pitanga. Foi um encontro muito marcante. E agora, recentemente, o Orlando também prestigiou a mostra dedicada ao Pitanga no CCBB do Rio. Houve uma troca de afeto e reconhecimento entre dois grandes nomes da cultura brasileira”, destacou.

A curadora definiu Orlando Senna como um homem de múltiplos talentos e de enorme generosidade intelectual. “Orlando Senna foi um mestre de muitos ofícios: jornalista, diretor de teatro, escritor, roteirista, cineasta, educador e gestor público. Foi pai de muitos ‘filhos cinematográficos’, agregador de amigos e intelectuais, incentivador de novas lideranças, sempre exercendo com excelência cada um dos seus talentos”, afirmou Diana Iliescu.

CNJ abre processo contra desembargador acusado de crimes sexuais e que absolveu réu por estupro

9 June 2026 at 21:38

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou por unanimidade nesta terça-feira (9) a abertura de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra o desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais Magid Nauef Láuar, suspeito de cometer crimes sexuais.

A defesa de Magid não se manifestou. Nos autos, o magistrado negou as acusações de crimes sexuais. O espaço segue aberto para manifestação.

Afastado desde fevereiro da magistratura, Láuar foi acusado dos crimes após vierem à tona depois que ganhou repercussão nacional uma decisão do próprio desembargador, que absolveu um homem de 35 anos acusado de estupro de uma menina de 12 anos, no Triângulo Mineiro. Na decisão, ele alegou que havia vínculo afetivo consensual entre o acusado e a vítima. Essa decisão acabou revista por ele.

Segundo o corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, relator do caso no CNJ, os relatos das vítimas do desembargador "romperam a espiral do silêncio" e permitiram a atuação da Corregedoria, que passou a "reunir sucessivos relatos de desvios funcionais e de crimes contra a dignidade sexual atribuídos ao desembargador".

"Ao analisar as vítimas, constatou-se que muitas delas se encontravam em situação de vulnerabilidade, possuindo tenra idade ou atuando como estagiárias, servidoras com vínculo precário, ou em situação de dependência ou subordinação em relação" ao magistrado, completou Campbell.

Alvo de uma operação de busca e apreensão da Polícia Federal, ele é suspeito de abusar sexualmente de pelo menos cinco vítimas. Uma das vítimas, segundo a investigação, reside na Austrália e foi ouvida por videoconferência. Outra vítima do magistrado é um sobrinho dele, que relatou nas redes sociais os abusos que afirma ter sofrido.

REVISTA NO GABINETE

A Polícia Federal revistou o gabinete do magistrado no Tribunal de Minas e outros endereços de Magid em busca de documentos e dispositivos eletrônicos, que foram recolhidos pelos investigadores.

Magid Nauef Láuar foi o relator de um processo que resultou na absolvição de um homem de 35 anos acusado de estupro de vulnerável contra uma menina de 12 em Indianópolis, no Triângulo Mineiro.

Após a repercussão do caso, o desembargador acatou recurso do Ministério Público e restabeleceu a condenação. A Justiça também expediu mandados de prisão contra o homem e contra a mãe da criança, acusada de conivência com o crime.

Segundo a investigação, os abusos atribuídos ao desembargador teriam ocorrido na época em que ele atuava como juiz de 1ª instância nas comarcas de Ouro Preto e Betim.

Magid tem 34 anos de carreira. Entre 2015 e 2023, ele presidiu a Associação Nacional dos Magistrados Estaduais (Anamages). O desembargador também foi professor na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), onde trabalhou entre 1998 e 2013, quando se aposentou por invalidez.

© Juarez Rodrigues/TJMG

Alvo de uma operação de busca e apreensão da Polícia Federal, Magid Nauef Láuar é suspeito de abuso sexual

Jovem da Póvoa de Varzim morre em violento despiste no Algarve. Mulher grávida gravemente ferida

9 June 2026 at 22:40

Um jovem de 29 anos, natural da Póvoa de Varzim, morreu na sequência de um violento despiste no IC27, em Castro Marim, no Algarve, na segunda-feira.

Ao que O MINHO apurou, a vítima mortal era Márcio Ferreira, de 29 anos, e natural da freguesia de Amorim.

Para além da vítima mortal, registou-se ainda um ferido grave, um mulher grávida que também seguia na mesma viatura.

O sinistro ocorreu durante a tarde e a viatura capotou, caindo por uma ravina com cerca de 50 metros. De acordo com a SIC Notícias, a vítima mortal foi projetada e o óbito foi declarado no local.

Já mulher, grávida de cinco meses, ficou encarcerada junto a uma ribeira. Após o resgate, foi transportada via helicóptero para o Hospital de Faro.

Ainda não é conhecida a data das cerimónias fúnebres do jovem.

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Ex-jogador do Vitória morre vítima de cancro aos 27 anos

9 June 2026 at 19:49

Ben Aziz Zagrè, ex-jogador do Vitória SC e do Fafe, morreu hoje aos 27 anos, depois de uma luta contra um cancro no joelho.

O Vitória SC já manifestou o “mais profundo pesar” pelo desaparecimento do atleta natural do Burquina Faso que chegou a Guimarães em 2019 e integrou o plantel da equipa B e dos sub-23 ao longo de duas temporadas, somando dois golos marcados em 34 jogos.

“Com um agradecimento pelo serviço prestado, o Vitória Sport Clube recorda a forma de estar humilde e trabalhadora de Ben Zagrè e presta solidariedade, endereçando sentidos pêsames, à família e amigos neste momento de profunda tristeza”, lê-se na nota de pesar publicada no sítio oficial do clube.

O defesa passou ainda pelo Fafe, na época 2021/22. “A vida consegue ser muito cruel e levou agora um jovem de apenas 27 anos. Guardaremos na nossa memória toda a dedicação e respeito demonstrado pelo Ben enquanto nos representou. À família enlutada, expressamos os nossos mais sentidos pêsames. Descansa em paz Be, serás sempre um justiceiro”, referiu a AD Fafe, nas redes sociais.

De acordo com A Bola, Ben Zagrè foi submetido a uma cirurgia em abril do ano passado para a remoção do tumor no joelho. Nessa altura pôs fim à sua carreira de futebolista e, hoje, acabou por falecer.

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