Normal view

‘Not just a singer’: Argentinians queue for miles to mourn biggest rockstar most of world has never heard of

Hundreds of thousands gather to remember Carlos ‘Indio’ Solari, who inspired cross-generational devotion, especially among working class

The line stretched for more than 7km (four miles). Mourners sang rock songs, waved banners, and carried speakers blasting music while smoke rose from makeshift barbecues and vendors sold T-shirts bearing the image of a bald man with sunglasses.

As evening fell, a drizzle set in, but the queue remained. At the end of the line in Avellaneda, outer Buenos Aires, stood a chapel containing the body of a rock star.

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© Photograph: Roberto Tuero/SOPA Images/Shutterstock

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Tenista argentina Sierra con su primera presentación en Hertogenbosch

10 June 2026 at 07:24

Rosmalen, Países Bajos, 10 jun (Prensa Latina) La tenista argentina Solana Sierra, última representante latinoamericana en la justa, tendrá hoy su primera presentación en el torneo de Hertogenbosch ante la francesa Lois Boisson.

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Cristiano Ronaldo e Lionel Messi preparam "última dança" na Copa

Logo Agência Brasil

Cristiano Ronaldo e Lionel Messi só precisam pisar em campo na Copa do Mundo de 2026 para fazer história. Literalmente. Eles estão prestes a se tornar os primeiros jogadores a atuarem em seis edições da competição, que completará 100 anos (o goleiro Ochoa, do México, também pode chegar lá). Duas carreiras tão interligadas estão próximas do fim e, provavelmente, vão escrever seus últimos capítulos no maior torneio do mundo ao mesmo tempo. 

Por declarações e ações de marketing aqui e ali, tudo aponta que a Copa, sediada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, será a derradeira na carreira dos dois, que ainda perseguem alguns objetivos, um deles em comum.

Notícias relacionadas:

Há quase duas décadas os dois rivalizam em tudo. Em 2009, o Barcelona de Messi derrotou o Manchester United de Ronaldo, o CR7, na decisão da Liga dos Campeões e dali em diante os caminhos dos dois nunca mais se separaram. O português se transferiu ao Real Madrid, maior rival do clube defendido pelo argentino.

Os dois empilharam títulos do principal torneio de clubes do mundo: CR7 soma cinco (quatro pelo Real e um pelo United) e Messi tem quatro (todos pelo Barcelona). Também monopolizaram as premiações individuais: são oito troféus de melhor do mundo para o argentino e cinco para o português. 

Cristiano Ronaldo e Lionel Messi durante partida Juventus x Barcelona Cristiano Ronaldo e Lionel Messi durante partida Juventus x Barcelona
Cristiano Ronaldo e Lionel Messi já estiveram de lados opostos na fase de grupos da da Ligas do Campeões de 2002. Na ocasião o craque português jogava na Juventus, e o argentino no Barcelona - por REUTERS/Albert Gea/Direitos reservados

Em sua próprias seleções nacionais, o sucesso demorou a vir. Cristiano Ronaldo conseguiu o primeiro título europeu de Portugal em 2016, enquanto Messi teve que esperar outros cinco anos para vencer o primeiro, a Copa América de 2021. 

Como não poderia deixar de ser, a Copa do Mundo também é um capítulo à parte na rivalidade dos dois, porém com clara superioridade de Messi. O argentino bateu na trave em 2014, mas quatro anos depois tirou a Argentina da fila com um título mundial , que encerrou um jejum de 36 anos. Além disso, soma 13 gols e está a apenas três de igualar o alemão Miroslav Klose, o maior artilheiro das Copas.

Cristiano Ronaldo pode ostentar o recorde de ter marcado gols em cinco copas, todas que atuou (2006, 2010, 2014, 2018 e 2022). No entanto, o mais longe que chegou foi justamente na primeira participação, em 2006, quando os portugueses pararam na semifinal. O atacante soma "apenas" oito gols, com algumas participações discretas no currículo. Um título na última participação seria histórico.

Já no crepúsculo de suas carreiras, CR7 (atualmente, no Al-Nassr, da Arábia Saudita), de 41 anos, e Messi (Inter Miami, dos EUA), de 38 - completa 39 no meio da Copa - ainda buscam um objetivo raro. Ambos estão na corrida pelo gol de número 1.000 nas carreiras. Faltam 27 para o português e 90 para o argentino. A histórica marca certamente não virá na Copa, mas o torneio pode acrescentar mais uma memória a duas carreiras marcantes.

A Argentina é cabeça de chave do grupo J, que tem ainda Argélia, Jordânia e Áustria. Já Portugal, encabeça o grupo K, tem como adversários na fase de grupos as seleções de Colômbia, República Democrática do Congo e Uzbequistão. Caso confirmem o favoritismo alcançando o primeiro lugar de seus grupos e avancem à fase mata-mata, Portugal e Argentina se encontrarão nas quartas de final. Se um deles não liderar seu respectivo grupo e passar de fase em outra posição, o "tira-teima" final pode ocorrer inclusive na final valendo o título. O que, considerando a trajetória das carreiras, seria um desfecho bem característico.

Cristiano Ronaldo e Lionel Messi preparam "última dança" na Copa

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Cristiano Ronaldo e Lionel Messi só precisam pisar em campo na Copa do Mundo de 2026 para fazer história. Literalmente. Eles estão prestes a se tornar os primeiros jogadores a atuarem em seis edições da competição, que completará 100 anos (o goleiro Ochoa, do México, também pode chegar lá). Duas carreiras tão interligadas estão próximas do fim e, provavelmente, vão escrever seus últimos capítulos no maior torneio do mundo ao mesmo tempo. 

Por declarações e ações de marketing aqui e ali, tudo aponta que a Copa, sediada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, será a derradeira na carreira dos dois, que ainda perseguem alguns objetivos, um deles em comum.

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Há quase duas décadas os dois rivalizam em tudo. Em 2009, o Barcelona de Messi derrotou o Manchester United de Ronaldo, o CR7, na decisão da Liga dos Campeões e dali em diante os caminhos dos dois nunca mais se separaram. O português se transferiu ao Real Madrid, maior rival do clube defendido pelo argentino.

Os dois empilharam títulos do principal torneio de clubes do mundo: CR7 soma cinco (quatro pelo Real e um pelo United) e Messi tem quatro (todos pelo Barcelona). Também monopolizaram as premiações individuais: são oito troféus de melhor do mundo para o argentino e cinco para o português. 

Cristiano Ronaldo e Lionel Messi durante partida Juventus x Barcelona Cristiano Ronaldo e Lionel Messi durante partida Juventus x Barcelona
Cristiano Ronaldo e Lionel Messi já estiveram de lados opostos na fase de grupos da da Ligas do Campeões de 2002. Na ocasião o craque português jogava na Juventus, e o argentino no Barcelona - por REUTERS/Albert Gea/Direitos reservados

Em sua próprias seleções nacionais, o sucesso demorou a vir. Cristiano Ronaldo conseguiu o primeiro título europeu de Portugal em 2016, enquanto Messi teve que esperar outros cinco anos para vencer o primeiro, a Copa América de 2021. 

Como não poderia deixar de ser, a Copa do Mundo também é um capítulo à parte na rivalidade dos dois, porém com clara superioridade de Messi. O argentino bateu na trave em 2014, mas quatro anos depois tirou a Argentina da fila com um título mundial , que encerrou um jejum de 36 anos. Além disso, soma 13 gols e está a apenas três de igualar o alemão Miroslav Klose, o maior artilheiro das Copas.

Cristiano Ronaldo pode ostentar o recorde de ter marcado gols em cinco copas, todas que atuou (2006, 2010, 2014, 2018 e 2022). No entanto, o mais longe que chegou foi justamente na primeira participação, em 2006, quando os portugueses pararam na semifinal. O atacante soma "apenas" oito gols, com algumas participações discretas no currículo. Um título na última participação seria histórico.

Já no crepúsculo de suas carreiras, CR7 (atualmente, no Al-Nassr, da Arábia Saudita), de 41 anos, e Messi (Inter Miami, dos EUA), de 38 - completa 39 no meio da Copa - ainda buscam um objetivo raro. Ambos estão na corrida pelo gol de número 1.000 nas carreiras. Faltam 27 para o português e 90 para o argentino. A histórica marca certamente não virá na Copa, mas o torneio pode acrescentar mais uma memória a duas carreiras marcantes.

A Argentina é cabeça de chave do grupo J, que tem ainda Argélia, Jordânia e Áustria. Já Portugal, encabeça o grupo K, tem como adversários na fase de grupos as seleções de Colômbia, República Democrática do Congo e Uzbequistão. Caso confirmem o favoritismo alcançando o primeiro lugar de seus grupos e avancem à fase mata-mata, Portugal e Argentina se encontrarão nas quartas de final. Se um deles não liderar seu respectivo grupo e passar de fase em outra posição, o "tira-teima" final pode ocorrer inclusive na final valendo o título. O que, considerando a trajetória das carreiras, seria um desfecho bem característico.

Grupo J: Argentina inicia Copa sonhando com bicampeonato

9 June 2026 at 17:00

Logo Agência Brasil

Comandada pelo craque Lionel Messi, a seleção da Argentina inicia a Copa do Mundo, que será disputada entre os dias 11 de junho e 19 de julho, com o sonho de manter o título da competição. E a campanha dos hermanos terá início no Grupo J, ao lado de Argélia, Jordânia e Áustria.

Após uma trajetória emocionante que culminou com o título no Mundial do Catar, em 2022, a equipe comandada pelo técnico Lionel Scaloni fez um bom ciclo (com a conquista dos títulos das Eliminatórias Sul-Americanas e da Copa América de 2024) e é apontada como uma das grandes candidatas a ficar com o título (ao lado de França e Espanha) na competição que terá como sedes os EUA, o Canadá e o México.

Notícias relacionadas:

🎯 Another piece of Lionel Messi magic!#WeAre26 | #FIFAWorldCup pic.twitter.com/2NrcHljpf3 — FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) September 8, 2023

Já aos 38 anos de idade, Messi continua sendo o grande nome da seleção de seu país, mas agora depende ainda mais de uma equipe que possa colocá-lo em boas condições de desiquilibrar os jogos. Para isto nomes como os dos meio-campistas Enzo Fernández, do Chelsea (Inglaterra), e Alexis Mac Allister, do Liverpool (Inglaterra), têm papel fundamental.

Outras peças importantes da equipe são o experiente goleiro Emiliano Martínez, do Aston Villa (Inglaterra), e o talentoso atacante Julián Alvarez, formado no River Plate (Argentino) e que, após passagem pelo Manchester City (Inglaterra), agora defende o Atlético de Madrid (Espanha).

Argentina's moment. 🏆#FIFAWorldCup pic.twitter.com/rAWuwPC88W

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) December 18, 2025

A segunda força do Grupo J é a Argélia. A equipe africana disputa um Mundial pela quinta vez em sua história (após as presenças em 1982, 1986, 2010 e 2014). E a Copa disputada no Brasil foi o palco da melhor campanha das Raposas do Deserto, as oitavas de final.

O técnico bósnio Vladimir Petkovic tem em seu plantel peças interessantes. O primeiro é o goleiro Luca Zidane, filho do craque francês Zinédine Zidane. O experiente Riyad Mahrez, ponta do Al-Ahli (Arábia Saudita) com passagem marcante pelo Manchester City (Inglaterra), e o lateral-esquerdo Rayan Aït-Nouri, do Manchester City, também podem desequilibrar.

🇩🇿 Algeria.
3️⃣5️⃣ games.
📆 November 18 2018 - January 16 2022. pic.twitter.com/kmOrhRVIwS

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) April 15, 2024

Quem também aparece como candidato a garantir uma vaga na segunda fase é a Áustria. A confiança em uma boa campanha vem na proposta de jogo adotada pelo técnico alemão Ralf Rangnick, baseada na pressão na defesa e nas transições em velocidade no ataque.

Austria have qualified for their first #FIFAWorldCup since 1998! 🇦🇹#WeAre26 pic.twitter.com/vExxJni3GG

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) November 18, 2025

Em seu retorno à uma Copa após um intervalo de 28 anos, a Áustria aposta no volante Konrad Laimer, do Bayern de Munique (Alemanha), no meia Marcel Sabitzer, do Borussia Dortmund (Alemanha), e no experiente lateral David Alaba, do Real Madrid (Espanha).

Já o patinho feio da chave é a Jordânia, que defende um Mundial de seleções masculinas pela primeira vez na história. Sem nomes de grande destaque no panorama internacional, a equipe comandada pelo técnico marroquino Jamal Sellami tem a disciplina tática e a organização coletiva como suas maiores virtudes.

🇯🇴 Jordan have qualified for their first-ever #FIFAWorldCup!@aramco | #WeAre26 pic.twitter.com/uJZkrOPnZI

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) June 5, 2025

Grupo J: Argentina inicia Copa sonhando com bicampeonato

9 June 2026 at 17:00

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Comandada pelo craque Lionel Messi, a seleção da Argentina inicia a Copa do Mundo, que será disputada entre os dias 11 de junho e 19 de julho, com o sonho de manter o título da competição. E a campanha dos hermanos terá início no Grupo J, ao lado de Argélia, Jordânia e Áustria.

Após uma trajetória emocionante que culminou com o título no Mundial do Catar, em 2022, a equipe comandada pelo técnico Lionel Scaloni fez um bom ciclo (com a conquista dos títulos das Eliminatórias Sul-Americanas e da Copa América de 2024) e é apontada como uma das grandes candidatas a ficar com o título (ao lado de França e Espanha) na competição que terá como sedes os EUA, o Canadá e o México.

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🎯 Another piece of Lionel Messi magic!#WeAre26 | #FIFAWorldCup pic.twitter.com/2NrcHljpf3 — FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) September 8, 2023

Já aos 38 anos de idade, Messi continua sendo o grande nome da seleção de seu país, mas agora depende ainda mais de uma equipe que possa colocá-lo em boas condições de desiquilibrar os jogos. Para isto nomes como os dos meio-campistas Enzo Fernández, do Chelsea (Inglaterra), e Alexis Mac Allister, do Liverpool (Inglaterra), têm papel fundamental.

Outras peças importantes da equipe são o experiente goleiro Emiliano Martínez, do Aston Villa (Inglaterra), e o talentoso atacante Julián Alvarez, formado no River Plate (Argentino) e que, após passagem pelo Manchester City (Inglaterra), agora defende o Atlético de Madrid (Espanha).

Argentina's moment. 🏆#FIFAWorldCup pic.twitter.com/rAWuwPC88W

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) December 18, 2025

A segunda força do Grupo J é a Argélia. A equipe africana disputa um Mundial pela quinta vez em sua história (após as presenças em 1982, 1986, 2010 e 2014). E a Copa disputada no Brasil foi o palco da melhor campanha das Raposas do Deserto, as oitavas de final.

O técnico bósnio Vladimir Petkovic tem em seu plantel peças interessantes. O primeiro é o goleiro Luca Zidane, filho do craque francês Zinédine Zidane. O experiente Riyad Mahrez, ponta do Al-Ahli (Arábia Saudita) com passagem marcante pelo Manchester City (Inglaterra), e o lateral-esquerdo Rayan Aït-Nouri, do Manchester City, também podem desequilibrar.

🇩🇿 Algeria.
3️⃣5️⃣ games.
📆 November 18 2018 - January 16 2022. pic.twitter.com/kmOrhRVIwS

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) April 15, 2024

Quem também aparece como candidato a garantir uma vaga na segunda fase é a Áustria. A confiança em uma boa campanha vem na proposta de jogo adotada pelo técnico alemão Ralf Rangnick, baseada na pressão na defesa e nas transições em velocidade no ataque.

Austria have qualified for their first #FIFAWorldCup since 1998! 🇦🇹#WeAre26 pic.twitter.com/vExxJni3GG

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) November 18, 2025

Em seu retorno à uma Copa após um intervalo de 28 anos, a Áustria aposta no volante Konrad Laimer, do Bayern de Munique (Alemanha), no meia Marcel Sabitzer, do Borussia Dortmund (Alemanha), e no experiente lateral David Alaba, do Real Madrid (Espanha).

Já o patinho feio da chave é a Jordânia, que defende um Mundial de seleções masculinas pela primeira vez na história. Sem nomes de grande destaque no panorama internacional, a equipe comandada pelo técnico marroquino Jamal Sellami tem a disciplina tática e a organização coletiva como suas maiores virtudes.

🇯🇴 Jordan have qualified for their first-ever #FIFAWorldCup!@aramco | #WeAre26 pic.twitter.com/uJZkrOPnZI

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) June 5, 2025

São Brás de Alportel vai à Argentina lembrar emigração do século XX

9 June 2026 at 11:23

A Câmara de São Brás de Alportel vai fazer uma viagem institucional à Argentina, a partir desta quarta-feira, 10 de Junho, país que foi, no século XX, destino de emigração de milhares de algarvios.

A deslocação, que terá lugar em Comodoro Rivadavia e Buenos Aires, realiza-se em resposta aos convites endereçados pela Associação Portuguesa de Comodoro Rivadavia, pelo Consulado Honorário de Portugal em Comodoro Rivadavia e pela Embaixada de Portugal na Argentina.

«A missão assume particular significado pela forte ligação histórica e humana existente entre São Brás de Alportel e a Argentina. Ao longo das primeiras décadas do século XX, milhares de emigrantes algarvios, muitos deles naturais de São Brás de Alportel, partiram para aquele país em busca de novas oportunidades, contribuindo de forma determinante para o desenvolvimento económico e social das comunidades que os acolheram», conta a Câmara de São Brás de Alportel.

Entre os destinos que mais marcaram esta história destaca-se Comodoro Rivadavia, cidade localizada na província de Chubut, na Patagónia argentina, considerada um dos mais importantes polos históricos da emigração portuguesa no país.

A comunidade portuguesa local, estimada em cerca de cinco mil portugueses e luso-descendentes, mantém uma ligação particularmente expressiva às suas origens algarvias e, em especial, a São Brás de Alportel.

A agenda contempla reuniões de trabalho e encontros institucionais com a Câmara Municipal de Comodoro Rivadavia, a Associação Portuguesa de Socorros Mútuos, representantes da Província de Chubut, empresários luso-descendentes e dirigentes associativos da comunidade portuguesa, bem como contactos institucionais em Buenos Aires com o Embaixador de Portugal na Argentina, responsáveis da Cidade Autónoma de Buenos Aires e representantes do Consulado Honorário de Portugal.

Além da participação nas celebrações da comunidade portuguesa, a missão pretende reforçar as relações institucionais entre os dois territórios e lançar bases para futuras iniciativas de cooperação nas áreas da educação, juventude, cultura, património, turismo e desenvolvimento económico.

Marlene Guerreiro, presidente da Câmara, far-se-á acompanhar pelo vice-presidente, Pedro Ornelas, pelo presidente da Junta de Freguesia de São Brás de Alportel, João Rosa, e pelo provedor da Santa Casa da Misericórdia de São Brás de Alportel, Júlio Pereira, enquanto representante da entidade responsável pelo Museu do Traje.

O conteúdo São Brás de Alportel vai à Argentina lembrar emigração do século XX aparece primeiro em Sul Informação.

Município de São Brás de Alportel celebra Dia de Portugal com comunidade são-brasense na Argentina

Décadas depois da grande vaga de emigração são-brasense para a Argentina, o Município de São Brás de Alportel realiza uma missão institucional a Comodoro Rivadavia e Buenos Aires, entre 10 e 18 de junho, para reforçar os laços com a comunidade emigrante e aprofundar relações de cooperação entre os dois territórios.

A deslocação, que terá lugar em Comodoro Rivadavia e Buenos Aires, enquadra-se na estratégia municipal de valorização das comunidades emigrantes, de reforço das relações institucionais internacionais e de promoção da identidade são-brasense além-fronteiras.

A missão realiza-se em resposta aos convites endereçados pela Associação Portuguesa de Comodoro Rivadavia, pelo Consulado Honorário de Portugal em Comodoro Rivadavia e pela Embaixada de Portugal na Argentina.

Uma ligação com mais de um século

A missão assume particular significado pela forte ligação histórica e humana existente entre São Brás de Alportel e a Argentina. Ao longo das primeiras décadas do século XX, milhares de emigrantes algarvios, muitos deles naturais de São Brás de Alportel, partiram para aquele país em busca de novas oportunidades, contribuindo de forma determinante para o desenvolvimento económico e social das comunidades que os acolheram.

Entre os destinos que mais marcaram esta história destaca-se Comodoro Rivadavia, cidade localizada na província de Chubut, na Patagónia argentina, considerada um dos mais importantes polos históricos da emigração portuguesa no país. A comunidade portuguesa local, estimada em cerca de cinco mil portugueses e luso-descendentes, mantém uma ligação particularmente expressiva às suas origens algarvias e, em especial, a São Brás de Alportel.

A missão surge igualmente na sequência do reconhecimento atribuído pelo Município à Associação Portuguesa de Socorros Mútuos de Comodoro Rivadavia, distinguida com a Insígnia Municipal de Honra pelo relevante trabalho desenvolvido junto da comunidade portuguesa e pelo contributo para a preservação dos laços históricos e culturais entre as duas localidades.

Cooperação institucional e novos projetos

A agenda contempla reuniões de trabalho e encontros institucionais com a Câmara Municipal de Comodoro Rivadavia, a Associação Portuguesa de Socorros Mútuos, representantes da Província de Chubut, empresários luso-descendentes e dirigentes associativos da comunidade portuguesa, bem como contactos institucionais em Buenos Aires com o Embaixador de Portugal na Argentina, responsáveis da Cidade Autónoma de Buenos Aires e representantes do Consulado Honorário de Portugal.

Para além da participação nas celebrações da comunidade portuguesa, a missão pretende reforçar as relações institucionais entre os dois territórios e lançar bases para futuras iniciativas de cooperação nas áreas da educação, juventude, cultura, património, turismo e desenvolvimento económico.

Preservar a memória da emigração

Particular destaque será dado à valorização da memória da emigração, através da promoção de contactos entre entidades portuguesas e argentinas com vista à recolha, preservação, digitalização e divulgação de documentação histórica, fotografias, testemunhos orais e outros registos relacionados com a presença são-brasense e algarvia na Argentina. Neste âmbito, a participação da Biblioteca Municipal Dr. Estanco Louro, do Arquivo Municipal e do Museu do Traje de São Brás de Alportel assume especial relevância.

Uma comitiva ao serviço da comunidade

A presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, Marlene Guerreiro, far-se-á acompanhar pelo Vice-Presidente, Pedro Ornelas, pelo presidente da Junta de Freguesia de São Brás de Alportel, João Rosa, e pelo Provedor da Santa Casa da Misericórdia de São Brás de Alportel, Júlio Pereira, enquanto representante da entidade responsável pelo Museu do Traje.

Esta missão constitui uma oportunidade para homenagear o legado das gerações de emigrantes que contribuíram para o crescimento e desenvolvimento da Argentina e, simultaneamente, reforçar os laços entre comunidades que continuam unidas por uma história comum, por laços familiares e por uma identidade partilhada.

São Brás de Alportel | Município celebra Dia de Portugal com a comunidade são-brasense na Argentina

8 June 2026 at 21:51

Décadas depois da grande vaga de emigração são-brasense para a Argentina, o Município de São Brás de Alportel realiza uma missão institucional a Comodoro Rivadavia e Buenos Aires, entre 10 e 18 de junho, para reforçar os laços com a comunidade emigrante e aprofundar relações de cooperação entre os dois territórios. A deslocação, que terá […]

Mondiali 2026, chi non paga il mantenimento ai figli resta fuori dagli stadi: la scelta dell’Argentina che fa discutere

7 June 2026 at 06:30

L’11 giugno 2026 prenderà il via la Coppa del Mondo FIFA che per oltre un mese, fino al 19 luglio, monopolizzerà l’attenzione di milioni di persone tra Stati Uniti, Canada e Messico. In Argentina, come sempre accade quando si parla di Mondiali, l’attesa assume contorni quasi religiosi. Il calcio è identità nazionale, memoria collettiva, linguaggio comune.

Eppure, proprio mentre migliaia di tifosi stanno programmando viaggi, acquistando biglietti e sognando di seguire la Selección nella difesa del titolo conquistato in Qatar, una parte di loro rischia di restare fuori dai cancelli degli stadi. Non per problemi di ordine pubblico. Non per precedenti di violenza. Non per motivi di sicurezza internazionale. Ma per non aver versato l’assegno di mantenimento ai propri figli.

La decisione, adottata dalle autorità argentine, rappresenta una delle misure più innovative e discusse degli ultimi anni nel campo della tutela dei diritti dell’infanzia. Attraverso l’integrazione tra il Registro dei Debitori Alimentari Morosi e il programma di sicurezza Tribuna Segura, chi risulta inadempiente nei confronti dei propri figli può essere identificato durante i controlli e vedersi negato l’accesso agli impianti sportivi. Il progetto, inizialmente applicato alle competizioni nazionali, punta ora a estendere il divieto anche alle partite del Mondiale 2026.

A prima vista potrebbe sembrare una misura simbolica. In realtà nasce da un problema sociale enorme, spesso invisibile. Secondo un rapporto dell’Unicef pubblicato nel 2024, il 56% delle madri argentine non riceve regolarmente l’assegno di mantenimento quando il padre non vive più nella stessa casa. Dietro questa percentuale si nascondono milioni di bambini e adolescenti che vedono compromesso l’accesso a beni essenziali, dall’alimentazione alla salute, dall’istruzione alle attività ricreative. Una statistica che racconta molto più di una semplice controversia economica tra ex partner: racconta una forma di disuguaglianza strutturale che colpisce soprattutto donne e minori.

Per comprendere la portata della decisione argentina è necessario ricordare che l’assegno di mantenimento non è un favore né una concessione volontaria. È un obbligo giuridico che deriva dalla responsabilità genitoriale. Significa contribuire alle spese necessarie per garantire ai figli una vita dignitosa, indipendentemente dalla fine di una relazione affettiva. Eppure, in gran parte dell’America Latina, il mancato pagamento degli alimenti continua a essere uno dei principali fattori di impoverimento delle famiglie monoparentali, quasi sempre guidate da donne.

La novità introdotta da Buenos Aires consiste nell’aver spostato la questione dal piano privato a quello pubblico. Per anni i debitori alimentari sono stati perseguiti attraverso procedure giudiziarie spesso lente e inefficaci. Oggi l’Argentina tenta una strada diversa: colpire dove l’impatto sociale e simbolico è maggiore. Nel paese di Maradona e Messi, infatti, essere esclusi da una partita della nazionale equivale a essere esclusi da uno dei principali rituali collettivi della vita pubblica.

La scelta non è casuale. Il calcio rappresenta uno dei pochi spazi in grado di generare una pressione sociale immediata. Una multa può passare inosservata, una causa civile può trascinarsi per anni. Restare fuori dallo stadio durante un Mondiale, invece, è qualcosa che produce conseguenze tangibili e visibili. Il messaggio delle autorità è tanto semplice quanto diretto: chi non rispetta i diritti dei propri figli non può pretendere di godere normalmente dei privilegi della vita sociale.

Naturalmente il provvedimento ha aperto un dibattito. I sostenitori ritengono che si tratti di una misura proporzionata e coerente con il principio del superiore interesse del minore, riconosciuto dalla Convenzione Onu sui diritti dell’infanzia. I critici sostengono invece che il rischio sia quello di privilegiare la dimensione punitiva rispetto alla risoluzione concreta del problema. Impedire a una persona di entrare allo stadio non garantisce automaticamente che il denaro arrivi nelle tasche dei figli. Tuttavia, anche chi avanza queste obiezioni riconosce che il fenomeno richiede strumenti nuovi, poiché quelli tradizionali hanno dimostrato limiti evidenti.

L’aspetto forse più interessante della vicenda è che essa racconta una trasformazione più ampia nel modo in cui gli Stati affrontano la protezione dei diritti dell’infanzia. Sempre più spesso le amministrazioni pubbliche collegano l’accesso a determinati benefici, servizi o attività al rispetto di obblighi familiari e sociali. In questo caso il calcio diventa uno strumento di politica pubblica. Non per punire il tifoso, ma per ricordare che la responsabilità genitoriale non può essere sospesa nel momento in cui una relazione termina.

Alla vigilia del Mondiale 2026, uno dei più grandi spettacoli sportivi del pianeta, l’Argentina lancia dunque un messaggio che va ben oltre il calcio. In una società che troppo spesso normalizza l’inadempienza paterna e scarica sulle madri il peso economico e affettivo della cura, il paese sceglie di affermare una priorità precisa. Prima della partita, prima del tifo, prima della passione per “La Albiceleste”, vengono i diritti dei figli.

Mentre Messi si prepara all’ultimo Mondiale della sua carriera e milioni di argentini sognano un nuovo trionfo, Buenos Aires lancia un messaggio semplice e difficile da contestare: il primo dovere di un padre non è sostenere la nazionale ma sostenere i propri figli. E questa volta, per entrare allo stadio, potrebbe essere necessario dimostrarlo, pena un cartellino rosso e l’espulsione.

L'articolo Mondiali 2026, chi non paga il mantenimento ai figli resta fuori dagli stadi: la scelta dell’Argentina che fa discutere proviene da Il Fatto Quotidiano.

Argentina, l’anniversario di “Ni una menos” segnato da altri femminicidi. Ma Milei taglia fondi e programmi contro la violenza di genere

5 June 2026 at 12:33

A undici anni dalla prima manifestazione di Ni Una Menos, il movimento femminista argentino torna a marciare contro la violenza di genere e i femminicidi. A Buenos Aires, centinaia di migliaia di persone hanno camminato fino alla piazza del Congresso dietro le parole “ci vogliamo vive e libere”. L’anniversario della nascita di Ni Una Menos, che ogni anno il 3 giugno organizza manifestazioni in tutto il Paese, è segnato dalla morte di tre ragazze che sembrano aggiungersi agli oltre 80 femminicidi avvenuti nel Paese nel 2026. Il corpo della diciassettenne Dulce María Beatriz Candia, cercata per due settimane dalla famiglia, è stato ritrovato in un edificio abbandonato. Si sospetta che sia stata uccisa da Mario Yung, tassista di 46 anni. Noelia Carolina Romero è stata uccisa dal compagno, Tomás Adrián Núñez: era riuscita a chiamare la polizia per chiedere aiuto ma quando gli agenti sono arrivati, era già morta accoltellata. Agostina Vega aveva 14 anni: i resti del suo corpo sono stati ritrovati in un terreno abbandonato fuori dalla città di Córdoba. Le prime indagini indicano che Claudio Barrelier, ex compagno della madre, l’avrebbe violentata e poi strangolata. Barrelier aveva lavorato con l’amministrazione locale e con il principale partito della città. Già nel 2025 era stato incarcerato per avere sequestrato in casa sua una donna, che era riuscita a scappare. Era stato liberato dopo 20 giorni, dietro il pagamento di una cauzione. I familiari hanno denunciato che le indagini sulla scomparsa di Agostina sono iniziate in ritardo, nonostante sin dall’inizio ci fossero testimonianze ed elementi a carico del principale sospettato che ora si trova in carcere.

Femminicidi come quello di Agostina colpiscono profondamente a livello sociale perché mostrano che il maschilismo non ha fatto alcun passo indietro nella sua crudeltà. Nel corso della vita, tutte noi in Argentina abbiamo un femminicidio che ci ha segnate. Ricordo quando hanno ucciso Candela Sol Rodríguez (sequestrata e uccisa nel 2011, aveva undici anni, ndr) e Ángeles Rawson (assassinata dal portiere del palazzo in cui viveva a Buenos Aires, ndr)”, dice al fattoquotidiano.it Catalina Escardó, docente, tra le partecipanti alla manifestazione. “Scendere in strada ogni anno il 3 giugno è un rito molto importante da mantenere vivo. Serve a continuare a farci incontrare e a costruire sostegno reciproco in un panorama così desolante, in cui le destre avanzano e il mondo appare più difficile da cambiare. La sensazione di essere ancora prive di protezione è terribile. Ma oggi possiamo scendere in strada e incontrare altre donne, possibilità che prima del 2015 non esisteva”.

In Argentina si registra un femminicidio ogni 31 ore. Da quando nel 2023 si è insediato il governo di Javier Milei, sono stati tagliati drasticamente i finanziamenti ai programmi di prevenzione alla violenza di genere. Una delle prime decisioni dell’esecutivo era stata chiudere il Ministero delle Donne, Genere e Diversità, riducendolo a una sottosegreteria che poi è stata chiusa. Secondo un’analisi elaborata dall’Equipo Latinoamericano de Justicia y Género, nel 2026 le politiche di prevenzione della violenza di genere hanno subito un taglio del 89% rispetto al 2023. Il programma Acompañar, che fornisce supporto economico alle donne in situazioni di violenza, è passato dall’assistere 102mila donne nel 2023 a zero nel 2025. La linea telefonica di assistenza 144 (un servizio telefonico gratuito nazionale dedicato all’assistenza, all’ascolto e all’orientamento per persone che subiscono violenza di genere) è stata smantellata.

Il presidente Milei ha criticato la specificità del reato di femminicidio, minacciando di eliminarlo dal codice penale, e ha spesso espresso pubblicamente opinioni omofobe e contrarie ai diritti LGBTQ+. “Questo governo sta praticando un anti-femmismo di Stato”, hanno detto le attiviste di Ni Una Menos. “Di fronte al governo di Milei che nega la violenza patriarcale, oggi diciamo: le nostre vite non sono sacrificabili”.

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Parcerias e Negócios anuncia parceria com a Diáspora Lusa para aproximar empresários portugueses no mundo

29 May 2026 at 21:36

A Convenção Anual da Parcerias e Negócios realizou-se no dia 23 de Maio, no SDivine Fátima Hotel, reunindo empresários, empreendedores, oradores, dirigentes e profissionais de diferentes sectores de actividade. O encontro ficou marcado pela partilha de experiências, pela apresentação de…

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