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CNN processa Perplexity e acusa empresa de IA de copiar 17 mil reportagens sem autorização

9 June 2026 at 20:32

A rede de televisão americana CNN entrou na Justiça contra a empresa de inteligência artificial Perplexity, acusando a companhia de utilizar cerca de 17 mil reportagens, fotografias e vídeos sem autorização para o treinamento de seus modelos de IA.

A ação foi protocolada em 28 de maio e representa o primeiro processo movido pela emissora contra uma empresa do setor. Segundo a CNN, a prática viola direitos autorais e explora indevidamente o trabalho produzido por jornalistas e profissionais da comunicação.

Em nota, a Perplexity rebateu as acusações e afirmou que “não é possível impor propriedade intelectual sobre os fatos”.

Conflito envolve mais de 100 ações judiciais

O processo da CNN se soma a uma crescente onda de disputas entre produtores de conteúdo e empresas de inteligência artificial. Segundo levantamento da plataforma ChatGPT is Eating the World, já existem pelo menos 115 ações judiciais em andamento movidas por veículos de imprensa, escritores, artistas e outros criadores.

Entre os casos mais conhecidos está a ação do jornal The New York Times contra a OpenAI e a Microsoft. A empresa alega que seus conteúdos foram utilizados no treinamento de sistemas de IA e que os modelos conseguem reproduzir trechos de reportagens.

No Brasil, a Folha de S.Paulo também acionou judicialmente a OpenAI, mas encerrou o conflito após firmar um acordo de licenciamento com a desenvolvedora do ChatGPT no fim de maio.

Debate opõe direitos autorais e inovação tecnológica

A CNN argumenta que empresas de inteligência artificial obtêm lucro a partir de conteúdos produzidos por organizações jornalísticas sem oferecer qualquer compensação financeira.

Segundo a emissora, a produção de jornalismo profissional exige investimentos elevados e, muitas vezes, envolve riscos para os profissionais envolvidos. Por isso, sustenta que companhias de tecnologia devem remunerar adequadamente os detentores dos direitos autorais.

Do outro lado, empresas de IA defendem que o uso de livros, reportagens e outros materiais para treinamento de modelos se enquadra no conceito jurídico de “uso justo” (“fair use”), previsto na legislação americana. Elas alegam que os sistemas não reproduzem integralmente as obras, mas geram conteúdos transformados a partir dos dados utilizados no treinamento.

Caso Anthropic abriu precedente importante

Entre as ações em curso, uma das mais avançadas envolve a empresa Anthropic, desenvolvedora do chatbot Claude. O processo foi movido por um grupo de escritores norte-americanos liderado pelo autor George R. R. Martin, criador da série “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspirou a produção televisiva “Game of Thrones”.

A Anthropic concordou em desembolsar US$ 1,5 bilhão para encerrar a ação coletiva que questionava o uso de livros protegidos por direitos autorais no treinamento de seus modelos de inteligência artificial.

O caso ganhou repercussão internacional após a revelação de que obras de autores brasileiros, como Chico Buarque, Paulo Coelho e Clarice Lispector, estavam entre os materiais utilizados sem autorização.

Apesar do acordo, a empresa não admitiu irregularidades e afirmou continuar comprometida com o desenvolvimento responsável de sistemas de inteligência artificial.

Justiça ainda busca definir limites da IA

Enquanto processos avançam em diferentes tribunais, o debate jurídico permanece aberto. Recentemente, um juiz federal dos Estados Unidos rejeitou acusações apresentadas contra gigantes da tecnologia como Apple, Google, Meta, Nvidia, OpenAI, Perplexity e xAI por falta de provas suficientes.

Já as acusações contra a Anthropic seguiram adiante, especialmente após investigações apontarem o uso de bibliotecas digitais piratas para obtenção de conteúdos utilizados no treinamento dos sistemas.

As decisões que forem tomadas nos próximos anos podem definir os limites legais para o treinamento de inteligências artificiais e estabelecer novas regras para a relação entre empresas de tecnologia, veículos de comunicação e criadores de conteúdo.

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Eleonora Rosati, jurista: “Los artistas ya están pensando en cómo protegerse de la IA, Taylor Swift ha registrado su voz”

9 June 2026 at 04:30

La irrupción de la inteligencia artificial (IA) generativa ha puesto en guardia a los creadores de contenidos. Para que estos modelos funcionen, deben ingestar extensísimas bases de datos con todo tipo de documentos. A ese material se le aplican algoritmos que establecen patrones. Esa es la llamada fase de entrenamiento. Editores, traductores, ilustradores y actores de doblaje, entre otros, consideran injusto que empresas como OpenAI (desarrolladora de ChatGPT o DallE), Anthropic (Claude) o Microsoft (Copilot) estén lucrándose de sus creaciones sin haber pagado derechos de autor.

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© INMA FLORES

La jurista Eleonora Rosati, en el Ateneo de Madrid, donde impartió una conferencia magistral sobre derecho de la propiedad intelectual.

OpenAI calienta la carrera de la inteligencia artificial al anunciar su intención de salir a Bolsa

8 June 2026 at 23:52

El sector de la inteligencia artificial protagoniza la nueva fiebre del oro del siglo XXI. Y sus gigantes pugnan por el trofeo de ser los primeros en salir a Bolsa. OpenAI, la empresa que en 2022 empezó esta revolución al presentar ChatGPT, ha iniciado ya el proceso para salir al mercado. La decisión de la compañía encabezada por Sam Altman promete convertirse en un termómetro del interés de los inversores por la inteligencia artificial. OpenAI ha anunciado este lunes a través de un comunicado que está preparando de forma confidencial con la SEC, el regulador de los mercados de Estados Unidos, los documentos para la salida a Bolsa.

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© Evelyn Hockstein (REUTERS)

Sam Altman, consejero delegado de OpenAI, el pasado miércoles en Washington.

OpenAI files to go public as IPO race heats up

8 June 2026 at 22:39
OpenAI has confidentially filed paperwork to go public, the company announced Monday. It is one of three leading AI companies preparing for an initial public offering (IPO), alongside SpaceX and Anthropic, which have both filed with the Securities and Exchange Commission (SEC) in recent months. The company said in a post on X it “recently…

OpenAI files to go public as IPO race heats up

8 June 2026 at 22:39
OpenAI has confidentially filed paperwork to go public, the company announced Monday. It is one of three leading AI companies preparing for an initial public offering (IPO), alongside SpaceX and Anthropic, which have both filed with the Securities and Exchange Commission (SEC) in recent months. The company said in a post on X it “recently…

El megalodón de Musk

8 June 2026 at 04:30

Los números son maximalistas: SpaceX sale con una valoración de 1,78 billones de dólares y quiere recaudar 75.000 millones de dólares mediante la venta de 555.555.555 participaciones a 135 dólares por acción. Será la mayor salida a bolsa de la historia, tres veces mayor que la petrolera estatal saudí Saudi Aramco, que rompió todos los récords en 2019. Su valor representaría entre el 2% y el 3% de todo el mercado bursátil de Estados Unidos. Antes de decidir si la empresa vale todo lo que dice, hay que hacer la suma de las partes.

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© Matt Rourke (AP Photo/Matt Rourke)

El fundador de SpaceX, Elon Musk, asiste a las finales de lucha libre, el marzo de 2025 en Filadelfia.

Anthropic alerta que a IA poderá em breve começar a melhorar-se a si própria

By: ZAP
6 June 2026 at 21:15
A criadora do Claude quer que os laboratórios de IA, incluindo a própria empresa, se preparem para um abrandamento coordenado caso os modelos comecem a construir os seus sucessores. Os críticos não estão convencidos de que tal venha a acontecer. As empresas na linha da frente da inteligência artificial devem estar preparadas para abrandar, defende uma das que mais rapidamente tem avançado neste sector. A Anthropic, criadora do chatbot Claude, afirma que os sistemas de IA podem estar à beira daquilo a que chama auto-aperfeiçoamento recursivo, o ponto em que conseguem conceber e construir os seus próprios sucessores com pouca

El gasto público en ChatGPT para funcionarios se dispara: de un solo contrato en 2022 a más de 1.300 tres años después

6 June 2026 at 04:30

Las organizaciones públicas españolas están añadiendo rápido una partida nueva a sus gastos ordinarios. Los pagos por servicios de chatbots de inteligencia artificial, sobre todo ChatGPT pero también Claude, han pasado de un contrato en noviembre de 2022, cuando salió ChatGPT, a sumar más de 1.350 apenas tres años después. Las administraciones públicas se gastan hoy más de 394.000 euros en este tipo de servicios, casi todos en OpenAI, creadores de ChatGPT y pioneros del sector. Apenas un puñado de instituciones se han suscrito de momento a Claude, la IA de Anthropic lanzada en 2023, por un total de 28.000 euros repartidos en 56 contratos.

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Las búsquedas de los contratos han sido realizadas a través del portal Gobierto, que permite buscar por adjudicador o adjudicatario. Los detalles de los objetos de cada adjudicación han sido consultados en la Plataforma de Contratación del Estado.

Anthropic chiede una pausa nell’IA. Ecco il motivo

5 June 2026 at 10:58

Anthropic alerta para auto-melhoria da IA e sugere pausa no seu desenvolvimento

5 June 2026 at 08:04

A Anthropic alertou que a inteligência artificial será capaz de criar o “seu próprio sucessor” de forma totalmente autónoma nos próximos anos, sugerindo “uma pausa” no seu desenvolvimento para que a sociedade e a investigação possam “acompanhar o ritmo”.

A empresa norte-americana revelou, numa publicação, quinta-feira, que delega cada vez mais o desenvolvimento da inteligência artificial (IA) aos seus próprios sistemas de IA e, à medida que a capacidade computacional aumenta, aproxima-se a possibilidade da “auto-melhoria recursiva”, ou seja, que ela própria conceba e desenvolva o seu sucessor.

A autoaperfeiçoamento recursivo, que “não é inevitável” e “pode chegar antes que muitas instituições estejam preparadas”, pode ser benéfico para a ciência e a saúde, mas também “aumentar os riscos de os humanos perderem o controlo dos sistemas de IA”, salientou.

“Se os sistemas forem capazes de criar inteiramente os seus próprios sucessores, as formas de os tornar seguros, supervisioná-los e moldar o seu comportamento tornam-se muito mais importantes”, acrescentou.

A empresa acredita que “provavelmente será benéfico” abrandar o desenvolvimento da IA para poder dedicar mais tempo a abordar as suas “imensas implicações”, e apelou à colaboração de empresas de todo o mundo com o seu departamento de investigação, o The Anthropic Institute, para estabelecer um quadro de referência.

“Acreditamos que seria bom para o mundo ter a opção de travar ou pausar temporariamente o desenvolvimento da IA de ponta, para permitir que as estruturas sociais e a investigação em alinhamento possam acompanhar o ritmo do avanço da tecnologia”, declarou.

A Anthropic propõe ajudar a construir os sistemas que essa pausa exigiria, com formas de “verificar” se os outros realmente param para evitar favorecer um “agente mal-intencionado”, e destacou que laboratórios “bem financiados” em vários países deverão “aceitar parar nas mesmas condições”.

“Uma pausa credível também tem de especificar o que a desencadeia, o que a levanta e quem a arbitra”, salientou.

O texto, assinado pelo cofundador da Anthropic, Jack Clark, e pela diretora do The Anthropic Institute, Marina Favaro, descreve, utilizando dados internos, a rapidez com que os seus modelos avançados estão a melhorar, e prevê que, no futuro, agentes como o seu Claude poderão treinar-se sozinhos.

Por exemplo, explicou que hoje mais de 80% do código que a Anthropic incorpora na sua base de código foi criado pelo Claude, quando há pouco mais de um ano, em fevereiro de 2025, o número era inferior a 10%.

Anthropic escolhe Goldman Sachs e Morgan Stanley para liderar entrada em bolsa

4 June 2026 at 12:42

A Anthropic, que detém o Claude, escolheu os bancos Goldman Sachs e o Morgan Stanley para liderar a sua oferta pública inicial (IPO), avançou a agência noticiosa Bloomberg. Na operação vai participar também o JP Morgan Chase.

A empresa manifestou esta segunda-feira a sua intenção de entrar em bolsa, de forma confidencial, junto do regulador dos mercados norte-americano (SEC). Contudo não avançou em que data é que isso vai acontecer. Apenas referiu que isso dependerá das “condições de mercados e de outros fatores”.

Mas em março a Bloomberg avançava que a entrada em bolsa da Anthropic poderia ocorrer em outubro, no melhor cenário. A expetativa é que a empresa angarie 60 mil milhões de dólares (52 mil milhões de dólares), o que superaria o máximo estabelecido pela Saudi Aramco em 2019.

A última ronda de investimento da Anthropic colocou o valor da empresa em 965 mil milhões de dólares (827,9 mil miçhões de euros), o que a tornaria na 16ª cotada mais valiosa do mundo.

Três não cotadas mais valiosas do mundo planeiam entrar em bolsa este ano

Este ano pode ficar marcado pela entrada das três principais empresas não cotadas (SpaceX, Anthropic, e OpenAI) em bolsa. E com encontro marcado com a história.

A SpaceX, que é a não cotada mais valiosa do mundo, faz a estreia em bolsa a 12 de junho, quando começar a transacionar as suas ações no Nasdaq. Esta quarta-feira a empresa, liderada por Elon Musk, atualizou o documento entregue junto da SEC, confirmando que a entrada em bolsa será histórica. A empresa planeia levantar 75 mil milhões de dólares (64,5 mil milhões de euros) o que vai superar os 25,5 mil milhões de dólares (21,9 mil milhões de euros) da Saudi Aramco em 2019.

A SpaceX vai vender 555,6 milhões de ações a 135 dólares cada fazendo a avaliação da empresa se situar nos 1,77 biliões de dólares (1,52 biliões de euros), o que a tornaria a oitava cotada mais valiosa do mundo.

Na dianteira do IPO da SpaceX estarão os bancos Goldman Sachs, Morgan Stanley, Bank of America, Citigroup, e JP Morgan Chase.

A OpenAI, que detém o ChatGPT, e a terceira não cotada mais valiosa do mundo, tem também planos para entrar em bolsa este ano. O “Wall Street Journal” avançou, em janeiro, que isso poderia acontecer no quarto trimestre do ano.

A empresa terá tido negociações com o CitiGroup e o JP Morgan para que estes bancos trabalhem na entrada em bolsa da empresa (IPO, ou oferta pública inicial na tradução portuguesa), avançou a Bloomberg em junho, citando fontes conhecedoras do processo.

A confirmar-se, o Citigroup e o JP Morgan iriam juntar-se ao Goldman Sachs e ao Morgan Stanley neste processo de entrada em bolsa da empresa detentora do ChatGPT, avançaram as mesmas fontes à agência noticiosa.

A última ronda de investimento da OpenAI colocou o valor da empresa em 852 mil milhões de dólares (731 mil milhões de euros), o que a tornaria na 19ª cotada mais valiosa do mundo.

Canada has access to Anthropic’s powerful Mythos AI model, minister says

2 June 2026 at 19:12
AI Minister Evan Solomon said the government has signed onto Project Glasswing, which Anthropic launched to allow companies to use Mythos to test for security vulnerabilities.

Canada has access to Anthropic’s powerful Mythos AI model, minister says

2 June 2026 at 19:12
AI Minister Evan Solomon said the government has signed onto Project Glasswing, which Anthropic launched to allow companies to use Mythos to test for security vulnerabilities.

La difficile scommessa di Anthropic *

26 May 2026 at 09:44

Il fatturato 2026 di Anthropic è sui 30 miliardi di dollari e poggia su una scommessa: una politica di prezzo mai usata prima su scala così larga. Se la scelta non paga, il problema non investe solo l’azienda, ma il modello finanziario dell’intero settore.

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La scelta europea tra IA open source e sovranità *

26 May 2026 at 09:25

Usa, Cina ed Europa hanno approcci diversi all’IA e al finanziamento del suo sviluppo. Per l’Unione europea è però arrivato il momento di decidere se la dipendenza tecnologica dai modelli americani è un fatto da gestire o un problema da affrontare.

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The IPOs of SpaceX, OpenAI and Anthropic threaten to drive Wall Street to bubble-like levels

28 May 2026 at 12:51

Stock markets continue to perform strongly despite the mounting risks. Neither the war in the Middle East, nor the resurgence of inflationary pressures, nor fears of an economic slowdown have managed to slow down the equity market. However, beneath this apparent strength there lies an increasingly evident fragility: the growing concentration of the market. The bulk of the gains rests on an increasingly limited number of stocks, and the trend is particularly evident in the U.S. According to Goldman Sachs, 85% of the S&P 500’s gains so far in 2026 (10%) come from technology. Excluding the sector, the advance drops to 3%.

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© REUTERS

A SpaceX Falcon Heavy lifting off from Cape Cañaveral in Florida.

A Franciscan monk, a festival with Karol G, and the Vatican’s investments: How the Pope came to say that ‘AI needs to be be disarmed’

Last year Time magazine included Pope Leo XIV among the 100 most important figures in the world in artificial intelligence (AI). It is no coincidence. Only eight days passed from his papal appointment to his first public remarks on the technology: “Truth is never separated from charity... Thus, truth does not distance us, but rather allows us to face with greater vigor the challenges of our time, such as migration, the ethical use of artificial intelligence and the protection of our beloved Earth,” he said in his second official address. His first encyclical, Magnifica Humanitas (magnificent humanity), is devoted precisely to this technology.

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© Vatican Media/LaPresse (Vatican Media/LaPresse)

Pope Leo XIV in the Pauline Chapel, Vatican City.
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