La era del 'muskismo': cómo el hombre más rico del mundo moldea el presente y anticipa el futuro




OpenAI confirmed Monday it has confidentially filed an IPO with U.S. regulators, joining rival Anthropic as the AI sector moves toward public markets. No timeline, share count, or pricing was announced.
The company said the move preserves the option for an earlier listing, while some decisions are easier to handle as a private firm.
Reuters reported OpenAI is targeting a valuation near $1 trillion for a debut possible as early as September. Anthropic filed for a U.S. IPO on June 1 after a $65 billion funding round valued it at $965 billion.
SpaceX is also pursuing a $75 billion offering at a $1.75 trillion valuation. Analysts say the simultaneous push by three major AI companies toward public markets is the most significant development of its kind for technology investors in a decade.
In March, OpenAI raised $122 billion from SoftBank, Amazon, and Nvidia at a valuation of $840 billion to $852 billion. ChatGPT had exceeded 900 million weekly active users and 50 million paying subscribers.
Monthly revenue stood at $2 billion, up from roughly $1 billion per quarter at the end of 2024, growing nearly four times faster than Alphabet and Meta at comparable stages. Internal projections put the company’s break-even point no earlier than 2030.
JUST IN: OpenAI confidentially files for IPO. pic.twitter.com/sAORVBWEy1
— Whale Insider (@WhaleInsider) June 8, 2026
Beyond ChatGPT, OpenAI launched tools for government, healthcare, and finance, a web browser, consumer hardware plans, and an AI coding agent. It added a lower-cost $8 subscription tier and advertising as new revenue sources.
The Information reported in April that OpenAI projects 122 million subscribers this year and expects advertising to lead revenue by 2030.
A renegotiated Microsoft deal, covering $13 billion in investment since 2019, enabled growth at Azure and opened new agreements with Amazon and Alphabet.
Gil Luria of D.A. Davidson warned that large AI listings and Google’s recent secondary share sales could reduce the capital available for smaller offerings.
Michael Ashley Schulman of Cerity Partners said OpenAI appeared to be keeping its options flexible while Anthropic moved ahead in the IPO filing process. Prediction markets had expected OpenAI to file first.
OpenAI began as a nonprofit in 2015 and later added a for-profit arm under nonprofit oversight, a structure that drew attention when CEO Sam Altman was ousted by its board and reinstated within days in late 2023.
The company announced plans to convert to a public benefit corporation in December 2024. Early backer Musk filed a lawsuit alleging Altman and others redirected the organization from its founding mission for personal benefit.
A jury ruled against Musk in May, removing what analysts described as a significant legal obstacle ahead of the OpenAI IPO filing. His attorneys plan to appeal. Separate lawsuits link ChatGPT to shootings and suicides, and public skepticism toward AI persists.
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NASA назвало имена астронавтов, которые в 2027 году выйдут на околоземную орбиту в рамках второго пилотируемого полета по программе «Артемида». В течение двух недель они проведут тренировки по сближению и стыковке с тестовыми лунными посадочными модулями от компаний Blue Origin и SpaceX, отмечается на сайте американского космического агентства.
N+1 публикует детали подготовки и задачи миссии.
Цель полета – отработка операций перед будущей высадкой на Луну и совершенствование техники взаимодействия с посадочными аппаратами. Это часть усилий NASA по возвращению человека на поверхность спутника Земли и развитию долговременного присутствия.
Следующий этап предусматривает расширение возможностей модулей и выполнение более сложных космических операций в преддверии пилотируемых миссий к Луне.
NASA объявило экипаж миссии «Артемида-3» на 2027 год • Опубликовано на FiNE NEWS

Luca Parmitano to pilot all-male crew of four paving way for planned first human landing of Artemis IV in 2028
Jared Isaacman, the Nasa administrator, hailed the creation of “Earth’s first starfleet” on Tuesday as he revealed the Artemis III crew and details of the next stages of the space agency’s project to return humans to the moon.
An Italian astronaut, Luca Parmitano of the European Space Agency (ESA), will be the pilot of the planned two-week mission to lower Earth orbit next year that will test lunar landers from private companies Blue Origin and SpaceX.
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© Photograph: Bill Stafford/NASA/AP

© Photograph: Bill Stafford/NASA/AP

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A Google vai pagar 920 milhões de dólares (795,3 milhões de euros à taxa de câmbio atual), por mês, entre outubro de 2026 e junho de 2029, para alugar capacidade computacional à SpaceX, de acordo com um documento entregue junto do regulador dos mercados norte-americanos (SEC) na passada sexta-feira.
Este acordo surge numa altura em que a SpaceX se prepara para entrar em bolsa esta sexta-feira (12 de junho). O momento será histórico. A empresa de satélites, foguetões, e de inteligência artificial, liderada por Elon Musk, colocara as suas ações a um preço de 135 dólares. Isto deixa a avaliação da empresa em 1,77 biliões de dólares (1,52 biliões de euros). Como resultado a organização deve captar 75 mil milhões de dólares (64,5 mil milhões de euros) superando o máximo de 25,5 mil milhões de dólares (21,9 mil milhões de euros) da Saudi Aramco de 2019.
O banco que vai liderar a oferta pública inicial da empresa (IPO) será o Goldman Sachs. E na dianteira estará também o Morgan Stanley, Bank of America, Citigroup, e JP Morgan Chase.
A entrada em bolsa da SpaceX tornará Elon Musk o primeiro bilionário da história. Este detém mais de 40% das ações da empresa de foguetões, satélites, e inteligência artificial, e possui 82% do poder de voto.
Esta cedência de capacidade computacional da SpaceX, à Google, resulta do investimento que tem sido feito pela empresa dirigida por Elon Musk em centros de dados (data centers) que possuem mais de dois gigawatts, como assinala a Euronews.
A Alphabet, detentora da Google, é uma das investidoras na SpaceX.
O documento entregue junto da SEC refere que a Google vai utilizar 110 mil unidades de processamento gráfico (GPU), processadores e componentes de memória da Nvidia instalados nos centros de dados da SpaceX.
Mas se a SpaceX não conseguir fornecer essa quantidade de GPU contratada, até 30 de setembro de 2026, a Google pode rescindir o contrato ou aceitar as GPU fornecidas por um valor reduzido após um período de carência de um mês.
A Google anunciou a 1 de junho que pretendia angariar 80 mil milhões de dólares (68,6 mil milhões de euros à taxa de câmbio atual) com o objetivo de financiar investimento na sua infraestrutura de computação de inteligência artificial (IA) para responder à procura “sem precedentes” de clientes. A Berkshire Hathaway adquiriu 10 mil milhões de dólares (8,5 mil milhões de euros) em ações da tecnológica, numa colocação privada, composta por cinco mil milhões de dólares em ações ordinárias de Classe A a um preço de 351,81 dólares por ação e cinco mil milhões de dólares em ações ordinárias de categoria C a um preço de 348,20 dólares por ação.
A oferta de ações que a Google anunciou na segunda-feira inclui: “Ofertas subscritas simultâneas: ofertas públicas subscritas de 30 mil milhões de dólares (25,7 mil milhões de euros), consistindo em: 15 mil milhões de dólares (12,8 mil milhões de euros) em recibos de depósito que representam ações preferenciais obrigatórias convertíveis; e 15 mil milhões de dólares (12,8 mil milhões de euros) em ações ordinárias Classe A e ações de capital Classe C; Oferta no mercado: Programa de oferta no mercado (ATM) de 40 mil milhões de dólares (34,3 mil milhões de euros) para ações ordinárias de Classe A e ações ordinárias de Classe C ao longo do tempo, com início previsto para o terceiro trimestre de 2026”, esclareceu a Google sobre a oferta de ações que está a colocar no mercado.




A SpaceX vai entrar na bolsa no dia 12 de junho, dentro de uma semana. Vai vender 555,6 milhões de ações a 135 dólares (116,1 euros) cada. A empresa tem a rede de comunicações por satélite Starlink, o negócio de lançamentos para o espaço através dos foguetões Falcon e das cápsulas Dragon e, ainda, o desenvolvimento da Starship, também para projetos espaciais. Além de interesses indefinidos na xAI, que desenvolve inteligência artificial, e na rede social X. É um conglomerado.
Elon Musk, o maior acionista da SpaceX, espera angariar 75 mil milhões de dólares (cerca de 64,5 mil milhões de euros) na oferta pública inicial (IPO, na sigla inglesa). Cumprindo, fará com que esta seja a maior entrada em bolsa de sempre, triplicando os 25,5 mil milhões de dólares (21,9 mil milhões de euros) levantados pela petrolífera Saudi Aramco, em 2019, ou dos 25 mil milhões de dólares (21,5 mil milhões de euros) do grupo Alibaba, em 2014.
O valor de entrada da SpaceX no mercado avalia-a em 1,77 biliões de dólares (1,52 biliões de euros), tornando-a na oitava cotada mais valiosa do mundo.
São números impressivos, mas a SpaceX não está sozinha neste caminho. O momento do mercado, em que os principais índices bolsistas não cessam de renovar máximos, puxados pela tecnologia, e os custos crescentes do investimento no desenvolvimento de soluções de inteligência artificial (IA), que obrigam as empresas a procurar dinheiro, incentivam a que as empresas que ainda têm estruturas de capital fechadas que as abram ao mercado.
À SpaceX seguem-se a Anthropic, que detém o Claude, e a OpenAI, criadora do ChatGPT.
A Anthropic entregou esta semana à SEC a sua proposta para entrada em bolsa, de forma confidencial, sem divulgar uma data concreta para a operação, apontando, apenas, que dependerá das “condições de mercado e de outros fatores”. Na mais recente ronda de financiamento, em que captou 65 mil milhões de dólares (55,7 mil milhões de euros), foi avaliada em 965 mil milhões de dólares (827,9 mil milhões de euros). Com este valor, seria a 16ª cotada mais valiosa do mundo.
A agência noticiosa “Bloomberg” noticiou que a operação pode ser concretizada em outubro, procurando angariar 60 mil milhões de dólares (52 mil milhões de euros), o que traduziria a dispersão de 6,2% do capital, segundo a atual avaliação.
Altman atrasado
A OpenAI ainda não entregou quaisquer documentos às autoridades que regulam o mercado norte-americano, mas o “Wall Street Journal” noticiou que o objetivo é fazer o IPO no último trimestre do ano.
A OpenAI está avaliada em 852 mil milhões de dólares (731 mil milhões de euros), em resultado da última ronda de investimento, em que angariou 122 mil milhões de dólares (104,7 mil milhões de dólares), um valor histórico.
Se dispersasse apenas 5% do seu capital, a empresa liderada por Sam Altman conseguiria 42,6 mil milhões de dólares (37,5 mil milhões de euros).
Cada uma das três empresas bateria o máximo conseguido pelo Saudi Aramco. Em conjunto, levariam do mercado 177,6 mil milhões de dólares (156,3 mil milhões de euros).
As três empresas acrescentariam ao mercado, apenas tendo em conta o valor das atuais avaliações, 3,58 biliões de dólares (cerca de 3,16 biliões de euros). São nove vezes a riqueza produzida por ano em Portugal, mais do que produz toda a economia francesa. É uma capitalização mais elevada do que o conjunto de todas as empresas cotadas na Alemanha ou no Reino Unido.
Será um grande ano para o mercado de capitais. Ainda longe do recorde absoluto de 2021, em que a EY contabilizou 2.388 IPO, que captaram 453,3 mil milhões de dólares (399 mil milhões de euros). Mas a caminho, porque só SpaceX, Anthropic e OpenAI representam 40% deste valor.
O primeiro bilionário. Será assim que o nome de Elon Musk será inscrito nos livros se a SpaceX entrar em bolsa com uma capitalização superior a 1,75 biliões de dólares (cerca de 1,54 biliões de euros).
A empresa detém a rede de comunicações por satélite Starlink, que representa mais de dois terços da avaliação, além do negócio de lançamentos para o espaço através dos foguetões Falcon e das cápsulas Dragon e, ainda, o desenvolvimento da Starship, para projetos espaciais mais ambiciosos.
Musk controla pouco mais de 40% da Space X. É aqui que está o grosso da sua fortuna. Também tem uma participação estimada de 12% do construtor automóvel Tesla, avaliada em cerca de 180 mil milhões de dólares (155 mil milhões de euros). Também controla a Neuralink e a Boring Company, com um valor percebido, conjunto, que supera os 20 mil milhões de dólares (17,1 mil milhões de euros). E não se sabe onde encaixa as participações na xAI, que desenvolve inteligência artificial, e na rede social X.
A Forbes atribuiu-lhe, atualmente, uma fortuna de 820,4 mil milhões de dólares (722 mil milhões de euros). Se a entrada da SpaceX em bolsa for um sucesso e a capitalização atingir os 1,75 biliões de dólares, a riqueza de Musk chegará aos 1,02 biliões de dólares (cerca de 870 mil milhões de euros). Só 14 empresas cotadas em bolsa, no mundo, são avaliadas por mais.
Não é o melhor termo de comparação, porque olhamos para stock face a fluxos, mas pondo a fortuna do empresário sul-africano (e norte-americano) ao lado de países, supera o produto interno bruto (PIB) de Taiwan, da Irlanda, Bélgica ou Suécia. O PIB português estimado para este ano é de 335 mil milhões de euros.
O primeiro negócio relevante de Elon Musk foi a Zip2, uma combinação de páginas amarelas, mapas e diretórios empresariais online, criada com o irmão. Em 1999 foi vendida à Compaq por 307 milhões de dólares (270 milhões de euros). Recebeu cerca de 22 milhões de dólares (19 milhões de euros). De 22 milhões ao bilião em 27 anos. Nada mau.
Nunca uma única pessoa concentrou uma riqueza equivalente, em termos nominais, claro. Mansa Musa, imperador do Mali no século XIV, teria uma fortuna calculada, a preços atuais, em 400 mil milhões de dólares (345 mil milhões de dólares), mas num mundo significativamente mais pequeno. A riqueza do nono imperador do Mali era inimaginável. Controlava mais dinheiro do que o resto do mundo conhecido. Dominava um terço do ouro e das pedras preciosas. Conta-se que quando fez a sua peregrinação a Meca, em 1324, levou 60 mil súbditos e 12 mil escravos, 500 dos quais transportavam três quilos de ouro, cada. E uma centena de camelos, cada um arcando com 136 quilos de ouro. A viagem durou quase dois anos e durante o percurso distribuiu tanto ouro que o desvalorizou e provocou um surto inflacionista que abalou a economia do Cairo por anos.
Outro mundo e fortunas que se confundiam com Estados. Na era moderna, ninguém se compara a Elon Musk.
O Goldman Sachs prevê que a receita da SpaceX, na área da inteligência artificial (IA) cresça 100 vezes, até 2030, passando de 3,2 mil milhões de dólares para os 322 mil milhões de dólares, avançou o Financial Times, na quinta-feira. A publicação britânica refere que esta previsões foram partilhadas pelo banco junto de um potencial investidor. A empresa faz a sua estreia em bolsa a 12 de junho no Nasdaq.
Recorde-se que o Goldman Sachs lidera a entrada em bolsa da empresa liderada por Elon Musk. Na dianteira estão também o Morgan Stanley, o Bank of America, o Citigroup e o JP Morgan Chase.
Na área da IA, o Goldman Sachs antecipa um crescimento de 388% na receita gerada, para os 15,6 mil milhões de dólares, em 2026, e que atinja os 34,5 mil milhões de dólares em 2027.
Em termos de receita global o banco prevê que esta passe de 18,7 mil milhões de dólares, em 2025, para os 474 mil milhões de dólares em 2030.
A entrada da SpaceX em bolsa será histórica e tornará Elon Musk o primeiro bilionário da história. A empresa de foguetões, satélites, e inteligência artificial prevê angariar 75 mil milhões de dólares (64,4 mil milhões de euros) com a sua entrada em bolsa, superando por larga margem o máximo de 25,5 mil milhões de dólares (21,9 mil milhões de euros) estabelecido pela Saudi Aramco em 2019. Isto colocaria o valor da SpaceX em 1,77 biliões (1,52 biliões de euros) deixando a empresa como a oitava mais valiosa entre as cotadas em bolsa.
A empresa vai vender 555,6 milhões de ações a 135 dólares.
A Anthropic, que detém o Claude, escolheu os bancos Goldman Sachs e o Morgan Stanley para liderar a sua oferta pública inicial (IPO), avançou a agência noticiosa Bloomberg. Na operação vai participar também o JP Morgan Chase.
A empresa manifestou esta segunda-feira a sua intenção de entrar em bolsa, de forma confidencial, junto do regulador dos mercados norte-americano (SEC). Contudo não avançou em que data é que isso vai acontecer. Apenas referiu que isso dependerá das “condições de mercados e de outros fatores”.
Mas em março a Bloomberg avançava que a entrada em bolsa da Anthropic poderia ocorrer em outubro, no melhor cenário. A expetativa é que a empresa angarie 60 mil milhões de dólares (52 mil milhões de dólares), o que superaria o máximo estabelecido pela Saudi Aramco em 2019.
A última ronda de investimento da Anthropic colocou o valor da empresa em 965 mil milhões de dólares (827,9 mil miçhões de euros), o que a tornaria na 16ª cotada mais valiosa do mundo.
Este ano pode ficar marcado pela entrada das três principais empresas não cotadas (SpaceX, Anthropic, e OpenAI) em bolsa. E com encontro marcado com a história.
A SpaceX, que é a não cotada mais valiosa do mundo, faz a estreia em bolsa a 12 de junho, quando começar a transacionar as suas ações no Nasdaq. Esta quarta-feira a empresa, liderada por Elon Musk, atualizou o documento entregue junto da SEC, confirmando que a entrada em bolsa será histórica. A empresa planeia levantar 75 mil milhões de dólares (64,5 mil milhões de euros) o que vai superar os 25,5 mil milhões de dólares (21,9 mil milhões de euros) da Saudi Aramco em 2019.
A SpaceX vai vender 555,6 milhões de ações a 135 dólares cada fazendo a avaliação da empresa se situar nos 1,77 biliões de dólares (1,52 biliões de euros), o que a tornaria a oitava cotada mais valiosa do mundo.
Na dianteira do IPO da SpaceX estarão os bancos Goldman Sachs, Morgan Stanley, Bank of America, Citigroup, e JP Morgan Chase.
A OpenAI, que detém o ChatGPT, e a terceira não cotada mais valiosa do mundo, tem também planos para entrar em bolsa este ano. O “Wall Street Journal” avançou, em janeiro, que isso poderia acontecer no quarto trimestre do ano.
A empresa terá tido negociações com o CitiGroup e o JP Morgan para que estes bancos trabalhem na entrada em bolsa da empresa (IPO, ou oferta pública inicial na tradução portuguesa), avançou a Bloomberg em junho, citando fontes conhecedoras do processo.
A confirmar-se, o Citigroup e o JP Morgan iriam juntar-se ao Goldman Sachs e ao Morgan Stanley neste processo de entrada em bolsa da empresa detentora do ChatGPT, avançaram as mesmas fontes à agência noticiosa.
A última ronda de investimento da OpenAI colocou o valor da empresa em 852 mil milhões de dólares (731 mil milhões de euros), o que a tornaria na 19ª cotada mais valiosa do mundo.
A SpaceX informou hoje o regulador do mercado de capitais norte-americano que planeia oferecer ações a 135 dólares na entrada em bolsa, avaliando a empresa aeroespacial e de inteligência artificial em aproximadamente 1,77 biliões de dólares (1,5 biliões de euros).
Num documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC), a empresa fundada por Elon Musk indicou que pretende vender 555,6 milhões de ações a 135 dólares, podendo arrecadar 75 mil milhões de dólares, o que seria a maior entrada em bolsa de sempre.
O recorde de cotação inicial são os 25,6 mil milhões de dólares angariados pela Aramco na Bolsa da Arábia Saudita em 2019 e 25 mil milhões de dólares angariados pela Alibaba na Bolsa de Nova Iorque em 2014.
A avaliação de 1,77 biliões de dólares para a SpaceX está em linha com as estimativas de algumas empresas de análise, o que a colocaria atualmente como a oitava maior empresa de capital aberto do mundo, à frente da Aramco (1,75 biliões de dólares) e da Tesla (1,59 biliões de dólares).
O documento não inclui uma data prevista para a oferta pública de venda, mas a SpaceX deverá começar a promover formalmente a operação a 04 de junho e definir o seu preço inicial de oferta pública a 11 de junho.
A SpaceX vai abrir o seu capital nos índices Nasdaq e Nasdaq Texas sob o símbolo “SPCX” no dia 12 de junho, de acordo com a CNBC.
Musk, CEO, diretor de tecnologia e presidente do conselho de administração da SpaceX – além de homem mais rico do mundo – deterá 82,4% do poder de voto na empresa cotada em bolsa, de acordo com o documento hoje publicado.
A SpaceX informou ainda que, em 2025, teve um prejuízo líquido de 4,9 mil milhões de dólares e uma receita de 18,7 mil milhões de dólares, números que contrastam fortemente com os de outros gigantes tecnológicos, como a Meta, que faturou 60 mil milhões de dólares no mesmo ano.