Normal view

Compute becomes lifeblood, constraint of AI boom

10 June 2026 at 11:00
Computing power has become the lifeblood — and a key limiting factor — of the race to develop AI, as the push to integrate the technology into daily life clashes with the finite supply of one of its most crucial inputs. Often referred to simply as “compute,” the processing power that forms the foundation of…

Compute becomes lifeblood, constraint of AI boom

10 June 2026 at 11:00
Computing power has become the lifeblood — and a key limiting factor — of the race to develop AI, as the push to integrate the technology into daily life clashes with the finite supply of one of its most crucial inputs. Often referred to simply as “compute,” the processing power that forms the foundation of…

Adiós a las pausas incómodas: la nueva IA de Google traduce conversaciones en tiempo real imitando tu tono de voz

10 June 2026 at 09:46

Los laboratorios de inteligencia artificial son cada vez más conscientes del carácter global e interconectado del mundo actual. Por ello, una parte creciente de sus esfuerzos se centra en derribar barreras que dificultan la comunicación entre personas de diferentes regiones y culturas. Entre ellas, el idioma sigue siendo uno de los principales obstáculos, lo que ha impulsado el desarrollo de herramientas capaces de traducir conversaciones y contenidos de forma cada vez más natural y en tiempo real.

Es el caso de Google, que en las últimas horas ha anunciado Gemini 3.5 Live Translate. Hablamos del primer modelo de la familia Gemini especializado y entrenado exclusivamente para la traducción simultánea de voz a voz. Gracias a su baja latencia es capaz de escuchar a dos personas, imitar su tono de voz y detectar y traducir idiomas sin necesidad de sortear el turno de palabra o interrumpir el flujo de diálogo natural.

Habrá quien piense de manera inmediata en Google Translate, que acaba de cumplir dos décadas, al leer acerca de traducción y Google. En este caso Gemini 3.5 Live Translate pretende llevar esa conversión idiomática un paso más allá.

Más de 70 idiomas sin barreras ni interrupciones

El nuevo modelo de audio de Google llega para competir con los modelos de OpenAI GPT-Realtime-2, GPT-Realtime-Translate y GPT-Realtime-Whisper, aunque estos últimos se centran más en funciones para desarrolladores. En el caso de Gemini 3.5 Live Translate desde Mountain View se han centrado en cuatro aspectos clave de cara a dotar a su traductor de unas capacidades con las que conquistar a los usuarios.

El primero tiene que ver la fluidez de la conversación. Este modelo escucha de forma continua y traduce sobre la marcha, como si fuera un intérprete humano. De ese modo, permite conservar una cadencia de conversación más natural y fluida y evita las pausas que eran necesarias en el pasado, cuando había que hablar, procesar el audio y escuchar el resultado antes de poder contestar. Esto forma parte del pasado gracias a la traducción en tiempo real de Gemini 3.5 Live Translate.

El segundo punto en el que el modelo de Google gana en agilidad tiene que ver con el reconocimiento del idioma. Antes había que indicar al traductor de turno cuál era el idioma de origen y cuál al que debía traducir. Ahora la IA de Google detecta automáticamente el idioma de cada interlocutor.

Traducir es una única acción pero el abanico de idiomas es muy amplio y conviene estar preparado para cualquier escenario. Aquí Google ha entrenado a Gemini 3.5 Live Translate para que sea capaz de identificar y traducir más de 70 idiomas, lo que ofrece una cobertura de gran amplitud para la comunicación. Además, soporta más de 2.000 combinaciones lingüísticas posibles. Esto quiere decir que, en una videollamada grupal, varias personas pueden hablar en su propio idioma y entenderse a la vez. 

Uso cotidiano y entorno empresarial: disponibilidad de Gemini 3.5 Live Translate

Para acabar, Google ha querido que Gemini 3.5 Live Translate esté disponible para todos los usuarios ya sea para su uso en ámbito personal o profesional. Para ello, ha integrado esta nueva herramienta en Google Translate tanto para Android como iOS, la integrará en vista previa privada a partir de este mes en Google Meet para clientes de empresa de cara a emplearla durante videollamadas y la tiene disponible para desarrolladores en la API Gemini Live y Google AI Studio.

Eso sí, ante el despliegue de una tecnología capaz de clonar matices humanos, Mountain View no ha querido descuidar la seguridad. Para evitar estafas o engaños, todo el audio que genere esta IA llevará una "marca de agua invisible" llamada SynthID. Una medida que permitirá rastrear en todo momento que esa voz ha sido creada por un ordenador y que, detrás de ella, no hay una persona real.

© Difoosion

El nuevo modelo de Google promete traducción simultánea en más de 70 idiomas - Google

Apple apresenta assistente Siri IA que não vai funcionar na Europa e na China

A Apple revelou esta segunda-feira a reformulação do seu assistente Siri transformado em inteligência artificial (IA) conversacional, mas apoiado na tecnologia da Google, dois anos depois do fracasso de uma primeira tentativa desenvolvida internamente.

Com lançamento previsto para o outono, exceto na China e na Europa por questões regulamentares, o assistente da Apple, renomeado SiriAI, permitirá delegar a redação de emails, pesquisar através das aplicações ou deixar a ferramenta interpretar o que aparece no ecrã.

O assistente, que necessita de dispositivos recentes com chips Apple, baseia-se numa adaptação própria dos modelos Gemini do Google, aumentando a dependência do gigante de Cupertino em relação ao seu vizinho em Mountain View.

A Apple, que fez da privacidade dos dados um argumento comercial central, ao contrário do Google, insistiu várias vezes na apresentação baseada no facto de estas funções IA funcionarem apenas no seu ecossistema seguro.

A apresentação de segunda-feira, 8 de junho, como de costume pré-gravada, marcou a última aparição do chefe da Apple, Tim Cook, na abertura da conferência anual de criadores (WWDC): “foi a honra de uma vida”, declarou no final aquele que cederá a direção geral a partir de 1 de setembro a John Ternus, responsável pela engenharia de hardware.

Alguns minutos antes da transmissão da “keynote”, Tim Cook veio saudar uma última vez a comunidade de criadores reunida na Apple Park, enxugando uma lágrima sob uma salva de aplausos, conforme constatou um jornalista da agência de notícias francesa AFP.

Há dois anos, durante a mesma conferência, Tim Cook tinha anunciado que a Apple estava a alcançar um marco importante para integrar massivamente a IA generativa, acompanhando o frenesim que tomou conta do setor desde o lançamento do ChatGPT. Mas, o lançamento nunca ocorreu. A tão esperada reformulação do assistente de voz Siri, elogiado nos anúncios do grupo, nunca se concretizou, custando à Apple uma ação coletiva de clientes americanos, que a empresa aceitou pagar este ano, de 250 milhões de dólares (216,8 milhões de euros).

O atraso da Apple na corrida à IA não é um obstáculo para muitos analistas. Com mais de 2,5 mil milhões de dispositivos ativos, a Apple poderia sair-se bem quando os usos de IA para o público em geral chegarem à sua maturidade.

“A Apple está a fazer uma enorme aposta na IA: não ter de gastar centenas de mil milhões por ano em infraestruturas de IA (…) para colher os frutos”, escreve John Gruber, um comentador muito seguido.

“A IA é uma tecnologia incrivelmente poderosa, capaz de moldar a sociedade a fundo”, declarou o responsável pelo software da Apple, Craig Federighi, no vídeo de apresentação.

“No entanto, alguns parecem avançar de cabeça baixa, como se estivessem a perseguir a IA pela IA, sem real consideração pelas pessoas”, acrescentou, ao apoiar esta nova estratégia.

O grupo apresentou também longamente o reforço do controlo parental, no momento em que os gigantes americanos da tecnologia enfrentam uma pressão crescente da sociedade civil em relação à proteção de menores.

Apesar da ausência de uma oferta de IA competitiva, a ação da Apple desafiou amplamente a gravidade nos últimos dois anos.

A sua capitalização supera os 4.000 mil milhões de dólares, estando entre as três maiores do mundo, atrás da Nvidia e próxima do Google.

No trimestre encerrado em março, a Apple registou um lucro líquido de quase 30 mil milhões de dólares [27,3 mil milhões de euro] (+19%) , impulsionado por vendas massivas do iPhone 17. As dificuldades do grupo em desenvolver as suas ferramentas de IA de forma autónoma contrastam com a sua cultura de controlo total, desde os chips caseiros até aos softwares.

Hey Siri, pede pf ajuda ao Google para dar um jeito na IA da Apple

By: AFP
9 June 2026 at 13:40
É o tudo ou nada para a Apple, que apresentou uma versão completamente nova da IA do seu iPhone, desenvolvida com a ajuda da Google — dois anos depois de a empresa ter tropeçado na primeira tentativa. A nova assistente, agora Siri AI, vai ter uma app independente, inteligência visual e ações entre aplicações. A Apple apresentou esta segunda-feira, na sua Worldwide Developers Conference,  a nova Siri AI. A assistente de voz IA foi construída de raíz, com base no Google Gemini, e concebida para ser mais capaz, conversacional e atenta ao que está no ecrã do utilizador. Esta foi

💾

https://www.youtube.com/watch?v=2PW5y3zAvPE É o tudo ou nada para a Apple, que apresentou uma versão completamente nova da IA do seu iPhone, desenvolvida com a ajuda da Google — dois anos depois de a empresa ter tropeçado na primeira tentativa. A nova assistente, agora Siri AI, vai ter uma app indep

Google paga 920 milhões por mês à SpaceX para alugar capacidade computacional

9 June 2026 at 15:38

A Google vai pagar 920 milhões de dólares (795,3 milhões de euros à taxa de câmbio atual), por mês, entre outubro de 2026 e junho de 2029, para alugar capacidade computacional à SpaceX, de acordo com um documento entregue junto do regulador dos mercados norte-americanos (SEC) na passada sexta-feira.

Este acordo surge numa altura em que a SpaceX se prepara para entrar em bolsa esta sexta-feira (12 de junho). O momento será histórico. A empresa de satélites, foguetões, e de inteligência artificial, liderada por Elon Musk, colocara as suas ações a um preço de 135 dólares. Isto deixa a avaliação da empresa em 1,77 biliões de dólares (1,52 biliões de euros). Como resultado a organização deve captar 75 mil milhões de dólares (64,5 mil milhões de euros) superando o máximo de 25,5 mil milhões de dólares (21,9 mil milhões de euros) da Saudi Aramco de 2019.

O banco que vai liderar a oferta pública inicial da empresa (IPO) será o Goldman Sachs. E na dianteira estará também o Morgan Stanley, Bank of America, Citigroup, e JP Morgan Chase.

A entrada em bolsa da SpaceX tornará Elon Musk o primeiro bilionário da história. Este detém mais de 40% das ações da empresa de foguetões, satélites, e inteligência artificial, e possui 82% do poder de voto.

Esta cedência de capacidade computacional da SpaceX, à Google, resulta do investimento que tem sido feito pela empresa dirigida por Elon Musk em centros de dados (data centers) que possuem mais de dois gigawatts, como assinala a Euronews.

A Alphabet, detentora da Google, é uma das investidoras na SpaceX.

O documento entregue junto da SEC refere que a Google vai utilizar 110 mil unidades de processamento gráfico (GPU), processadores e componentes de memória da Nvidia instalados nos centros de dados da SpaceX.

Mas se a SpaceX não conseguir fornecer essa quantidade de GPU contratada, até 30 de setembro de 2026, a Google pode rescindir o contrato ou aceitar as GPU fornecidas por um valor reduzido após um período de carência de um mês.

Google pretende angariar 80 mil milhões de dólares para financiar procura “sem precedentes” por IA

A Google anunciou a 1 de junho que pretendia angariar 80 mil milhões de dólares (68,6 mil milhões de euros à taxa de câmbio atual) com o objetivo de financiar investimento na sua infraestrutura de computação de inteligência artificial (IA) para responder à procura “sem precedentes” de clientes. A Berkshire Hathaway adquiriu 10 mil milhões de dólares (8,5 mil milhões de euros) em ações da tecnológica, numa colocação privada, composta por cinco mil milhões de dólares em ações ordinárias de Classe A a um preço de 351,81 dólares por ação e cinco mil milhões de dólares em ações ordinárias de categoria C a um preço de 348,20 dólares por ação.

A oferta de ações que a Google anunciou na segunda-feira inclui: “Ofertas subscritas simultâneas: ofertas públicas subscritas de 30 mil milhões de dólares (25,7 mil milhões de euros), consistindo em: 15 mil milhões de dólares (12,8 mil milhões de euros) em recibos de depósito que representam ações preferenciais obrigatórias convertíveis; e 15 mil milhões de dólares (12,8 mil milhões de euros) em ações ordinárias Classe A e ações de capital Classe C; Oferta no mercado: Programa de oferta no mercado (ATM) de 40 mil milhões de dólares (34,3 mil milhões de euros) para ações ordinárias de Classe A e ações ordinárias de Classe C ao longo do tempo, com início previsto para o terceiro trimestre de 2026”, esclareceu a Google sobre a oferta de ações que está a colocar no mercado.

STCP disponibiliza horários em tempo real no Google Maps

9 June 2026 at 11:17
Para consultar horários através do Google Maps, "basta introduzir o ponto de partida e o destino, selecionar um dos percursos e verificar, em tempo real, quantos minutos faltam", informa a empresa.

© ESTELA SILVA/LUSA

No final de maio, o presidente da Transportes Metropolitanos do Porto anunciou que a empresa espera que, até ao final do ano, seja possível consultar os horários da rede Unir em tempo real no 'Google Maps'

STCP disponibiliza horários em tempo real no Google Maps

9 June 2026 at 11:17
Para consultar horários através do Google Maps, "basta introduzir o ponto de partida e o destino, selecionar um dos percursos e verificar, em tempo real, quantos minutos faltam", informa a empresa.

© ESTELA SILVA/LUSA

No final de maio, o presidente da Transportes Metropolitanos do Porto anunciou que a empresa espera que, até ao final do ano, seja possível consultar os horários da rede Unir em tempo real no 'Google Maps'

WWDC 2026: Apple presenta una Siri renovada con IA generativa que no podrán usar los iPhone y iPads en Europa

8 June 2026 at 19:49

Tras 15 años dirigiendo la empresa más idolatrada del mundo, Tim Cook encara su último gran evento al frente de Apple. Y en su keynote de despedida —que ha comenzado este lunes a las 19:00, hora peninsular española— afronta el reto de borrar el gran lunar de su mandato: la incapacidad, hasta ahora, de poner a la compañía de la manzana a la altura de sus grandes rivales en una carrera tecnológica que no vio venir, la de la inteligencia artificial (IA) generativa.

Seguir leyendo

💾

©

Logo del evento WWDC 2026 de Apple

Google taps Intel for 3M AI chips in 2028

8 June 2026 at 16:26

Alphabet’s Google reportedly placed an order with Intel to manufacture more than 3 million of its specialised AI chips in 2028, a move which increases pressure on Taiwan Semiconductor Manufacturing Co. (TSMC).

The Information reported Google plans to use Intel to manufacture some of its tensor processing units (TPUs) after months of testing the chipmaker’s manufacturing capabilities.

Google Cloud’s TPUs are custom chips purpose-built for AI and optimised for training and inference of advanced AI models.

The news agency’s sources state the move reflects mounting strain on TSMC, which is struggling to meet surging demand for its foundry capacity, pushing customers to seek alternatives.

The deal marks another significant win for Intel after CEO Lip-Bu Tan, who spent much of last year shoring up Intel’s balance sheet through major external investments, now appears to be delivering on operational improvements which seemed unlikely a year ago.

In April 2026, Google expanded its long‑running partnership with Intel, committing to use multiple generations of the chipmaker’s CPUs in its AI data centres.

The same month, Intel revealed a plan to join Elon Musk’s Terafab AI chip project to build processors which would power the billionaire’s orbital data centres and humanoid robots.

Last month, the tech giant struck a joint venture agreement with asset management company Blackstone to create a US-based AI cloud company, giving a boost to its TPU manufacturing.

The Information also said Nvidia is evaluating Intel’s manufacturing technology for a forthcoming processor which could combine four graphics chips into a single unit.

The post Google taps Intel for 3M AI chips in 2028 appeared first on Mobile World Live.

Google retira los viejos Nest Mini y Audio de su tienda para dar paso al nuevo altavoz inteligente con Gemini

By: Sergio · Agudo
8 June 2026 at 16:00

Google ha dejado sin stock el Nest Audio y el Nest Mini en su tienda oficial estadounidense, y un vaciado de inventario así rara vez es casualidad. Cuando un fabricante agota a la vez los dos modelos que sostenían una gama, lo normal es que tenga el relevo a punto de salir del cajón.

Así lo ha adelantado Android Authority, que apunta a que el nuevo altavoz Google Home podría llegar a las tiendas a finales de junio. La compañía, de hecho, parece llevar semanas despejando el terreno, y agotar el catálogo viejo es justo el gesto que cabría esperar antes de estrenar su sustituto.

Un relevo que llega con año y medio de retraso

Así es el nuevo Nest Mini Así es el nuevo Nest Mini

La historia viene de lejos. Google enseñó el aparato el pasado mes agosto, durante la presentación de los Pixel 10 junto a Jimmy Fallon, y lo hizo de pasada, lo justo para que todo el mundo se fijara. Tiene bastante lógica el revuelo, porque los Nest Hub y Nest que vendía como «lo más nuevo» databan de 2022, así que cualquier renovación llamaba la atención por sí sola.

En octubre llegaron los detalles del altavoz Google Home despojado de la marca Nest, aunque con una pega de peso: el lanzamiento se aplazaba a la «primavera de 2026». Esa fecha pasó sin rastro del producto, probablemente porque Google andaba ocupado en una tarea que no le está saliendo nada fina, la de poner Gemini a funcionar en sus altavoces antiguos.

El veterano Nest Audio, que ya carga seis años a la espalda, sigue a la venta en Best Buy, eso sí, en liquidación por 74,99 dólares. No es mal precio si solo quieres un altavoz inteligente y te traen sin cuidado el tejido nuevo, los colores o, lo que de verdad pesa, el futuro de las funciones de Gemini. Conviene recordar de dónde viene: aquel diseño minimalista, el controlador de 75 mm y el tuiter de 19 mm que podían emparejarse en modo estéreo con una segunda unidad.

Qué cambia (y qué no) con el aparato nuevo

Ya se ha podido ver cómo será la nueva familia Ya se ha podido ver cómo será la nueva familia

Aquí toca rebajar las expectativas. Más allá de las funciones inteligentes, el salto no pinta especialmente emocionante, según comprobó Stephen Schenck tras tenerlo entre manos. Donde sí puede notarse la diferencia es en quien ya tiene un Google TV Streamer y quiere tirar del altavoz para el sonido, porque Google promete un emparejamiento más fluido entre ambos. Cabe suponer que el mismo truco valdrá con cacharros recientes como el Onn 4K Streamer, aunque eso habrá que verlo de primera mano.

El contraste con el hardware viejo salta a la vista. El nuevo altavoz con Gemini integrado cambia el formato rectangular por un cuerpo tipo «seta» con base iluminada, suma colores frescos y caza sonidos del entorno como cristales rotos o alarmas. Es la cara visible de algo más hondo: el adiós de Google Assistant frente a Gemini, con respuestas más naturales y comandos encadenados sin repetir «Ok Google» a cada paso.

Mientras tanto, la propia tienda transmite cierto despiste. La página de aterrizaje sigue prometiendo la llegada en una «primavera de 2026» ya vencida, y justo encima de ese texto el banner anuncia «ofertas de verano». Da la sensación de que a quien lleva el escaparate le vendría bien decidirse de una vez.

El precio, al menos, no deja dudas. Google avanzó en su día que el aparato costaría 99 dólares de salida, y la web mantiene la cifra. A los nuevos compradores les regalará además seis meses de Google Home Premium, valorados en 60 dólares, si bien quien ya paga una suscripción a Google AI Plus o Pro lo tendrá cubierto desde el primer día.

 

© Difoosion

Google Nest Mini 2019

Starmer lanza un ultimátum a las tecnológicas para bloquear que los menores tomen o compartan imágenes de desnudos

8 June 2026 at 12:00

El Gobierno del Reino Unido ha planteado este lunes un ultimátum a las grandes tecnológicas que controlan los aparatos a través de los que los menores llegan a las redes sociales y a internet. Si antes de septiembre compañías como Google o Apple no desarrollan algún tipo de solución técnica o alguna funcionalidad interna que pueda detectar y bloquear el acceso, la captación o la distribución de imágenes de desnudos por parte de esos menores, será el propio Gobierno quien imponga esa tecnología y castigue con sanciones firmes a las empresas que incumplan.

Seguir leyendo

© Isabel Infantes (REUTERS)

El primer ministro del Reino Unido, Keir Starmer, anuncia las nuevas medidas este lunes en Londres

Starmer gives tech firms ultimatum to block explicit images on children’s phones

Companies such as Apple and Google have until September to install software or face legislation, says PM

Apple and Google have been given until September to install software that blocks explicit images on children’s mobile phones or face legislation enforcing its requirement, Keir Starmer said on Monday.

The prime minister said tech companies must activate nudity-detection algorithms or other technical solutions on smartphones and tablets to prevent users taking photos or sharing images of genitalia unless they are verified as adults.

Continue reading...

© Photograph: Matt Cardy/Getty Images

© Photograph: Matt Cardy/Getty Images

© Photograph: Matt Cardy/Getty Images

El gasto público en ChatGPT para funcionarios se dispara: de un solo contrato en 2022 a más de 1.300 tres años después

6 June 2026 at 04:30

Las organizaciones públicas españolas están añadiendo rápido una partida nueva a sus gastos ordinarios. Los pagos por servicios de chatbots de inteligencia artificial, sobre todo ChatGPT pero también Claude, han pasado de un contrato en noviembre de 2022, cuando salió ChatGPT, a sumar más de 1.350 apenas tres años después. Las administraciones públicas se gastan hoy más de 394.000 euros en este tipo de servicios, casi todos en OpenAI, creadores de ChatGPT y pioneros del sector. Apenas un puñado de instituciones se han suscrito de momento a Claude, la IA de Anthropic lanzada en 2023, por un total de 28.000 euros repartidos en 56 contratos.

Seguir leyendo

Las búsquedas de los contratos han sido realizadas a través del portal Gobierto, que permite buscar por adjudicador o adjudicatario. Los detalles de los objetos de cada adjudicación han sido consultados en la Plataforma de Contratación del Estado.

Google compra la potenza dell’IA: maxi accordo da oltre 30 miliardi con SpaceX

5 June 2026 at 21:16

La corsa globale alla potenza di calcolo per l’intelligenza artificiale aggiunge un nuovo capitolo miliardario. A pochi giorni dalla sua quotazione in Borsa, SpaceX ha annunciato un accordo di dimensioni eccezionali con Google per la fornitura di capacità computazionale destinata ai sistemi di intelligenza artificiale e ai servizi cloud.

Secondo quanto emerge da documenti finanziari resi pubblici oggi, la società di Elon Musk metterà a disposizione del colosso di Mountain View una infrastruttura composta da circa 110.000 Gpu prodotte da NVIDIA, oltre a Cpu, memoria e altri componenti necessari all’elaborazione avanzata dei dati.

L’intesa prevede che Google versi a SpaceX circa 920 milioni di dollari al mese a partire da ottobre 2026 fino a giugno 2029. Nell’arco dell’intero contratto, il valore complessivo dell’accordo supera i 30 miliardi di dollari, confermandosi tra i più rilevanti mai siglati nel settore delle infrastrutture per l’intelligenza artificiale.

L’operazione testimonia come il vero collo di bottiglia della rivoluzione dell’IA non sia più soltanto lo sviluppo di modelli sempre più sofisticati, ma la disponibilità di enormi quantità di potenza di calcolo. Le Gpu Nvidia, considerate lo standard di riferimento per l’addestramento e l’esecuzione dei modelli di intelligenza artificiale generativa, sono diventate una risorsa strategica per le grandi aziende tecnologiche.

La domanda di capacità computazionale è infatti cresciuta a ritmi senza precedenti. Le principali società statunitensi stanno investendo centinaia di miliardi di dollari nella costruzione o nell’affitto di data center specializzati, indispensabili per sostenere chatbot, assistenti virtuali, sistemi di ricerca avanzata e applicazioni aziendali basate sull’intelligenza artificiale.

L’accordo tra SpaceX e Google si inserisce proprio in questa competizione. Il mese scorso anche Anthropic, una delle principali aziende americane attive nell’IA generativa, aveva annunciato un maxi contratto con SpaceX per l’utilizzo di uno dei suoi principali data center.

Per SpaceX, tradizionalmente associata alle attività spaziali, ai lanci orbitali e alla rete satellitare Starlink, il contratto rappresenta anche la conferma della crescente diversificazione del business verso il mercato delle infrastrutture digitali. Per Google, invece, l’intesa garantisce accesso a una riserva di capacità computazionale fondamentale per sostenere la competizione con rivali come Microsoft, Amazon e Meta nella corsa all’intelligenza artificiale.

La battaglia tecnologica si gioca ormai sempre meno sugli algoritmi e sempre più sulla disponibilità di energia, chip e data center. E il maxi accordo tra Google e SpaceX ne è una delle dimostrazioni più evidenti.

L'articolo Google compra la potenza dell’IA: maxi accordo da oltre 30 miliardi con SpaceX proviene da Il Fatto Quotidiano.

Sigue a El Independiente en Google Discover

5 June 2026 at 11:27
Logo aniversario de los 10 primeros años de El Independiente

Google Discover ha estrenado una función que permite poner como prioridad en las sugerencias de contenidos, en las noticias de los medios favoritos de los lectores, destacándolas frente al resto de contenidos. Sigue a El Independiente en Google Discover y de esta manera se mostrarán noticias del periódico de manera preferente en tus sugerencias de contenido en el feed de la aplicación de Google.

¿Qué es Google Discover y dónde encontrarlo?

Google Discover es un feed de noticias personalizado que aparece en la app de Google (o al deslizar hacia la izquierda en móviles Android) y también está integrado en la la app del navegador Google Chrome. El feed de Discover muestra contenidos relevantes según tus intereses, geolocalización y hábitos de navegación. Al seguir a El Independiente, Google priorizará nuestros artículos en tu feed de Discover, permitiéndote estar siempre informado con nuestras noticias, análisis y reportajes.

Cómo acceder a Google Discover desde el móvil

Acceder a Google Discover en Android

  1. Método directo: Para acceder desde un móvil con sistema operativo Andriod es necesario ir a la pantalla de inicio de tu móvil y deslizar el dedo hacia la derecha (como si quisieras ir a una página que está a la izquierda de todo), lo comúnmente conocido como la pantalla -1. Ahí verás directamente el feed de noticias debajo de la barra de búsqueda de Google.
  2. Desde la App de Google: Busca la aplicación que se llama Google (la que tiene el icono de la gran "G" de colores). Al abrirla, lo primero que verás abajo de la barra de búsqueda son tus tarjetas de Discover.
  3. Desde Google Chrome: Abre el navegador Chrome. Si abres una pestaña nueva, verás que debajo de tus páginas más visitadas aparece la sección "Discover" (Descurbir) con todas las noticias.

Acceder a Google Discover en iOS

  1. Desde la App de Google (Recomendado): Descárgate la aplicación oficial de Google desde la App Store. En cuanto la abras, verás la barra de búsqueda arriba y todo tu feed de Discover justo debajo.
  2. Desde Google Chrome: Si usas Chrome como navegador en tu iPhone, abre una pestaña nueva. Justo debajo de los accesos directos a tus webs favoritas, verás el listado de artículos recomendados por Discover.

Cómo seguir a 'El Independiente' desde el móvil, paso a paso

La forma más directa de hacerlo es entrando en este enlace El Independiente y pulsando el botón "Seguir". Si prefieres hacerlo manualmente, te dejamos otras opciones:

Opción 1

  1. Abre la app de Google en tu dispositivo móvil e inicia sesión.
  2. Desliza hacia arriba para ver tu feed de Discover.
  3. Busca una tarjeta de nuestro periódico, una tarjeta de contenido sugerida que muestre algún contenido de El Independiente. Cuando aparezca, pulsa el icono "Seguir" ubicado en la parte superior derecha al lado del menú de los tres puntos.
  4. Con esto ya habrás empezado a seguir a El Independiente y podrás ver más contenido del medio en tu feed.

Opción 2

  1. Abre Google Chrome en tu dispositivo móvil e inicia sesión.
  2. Desliza hacia arriba para ver tu feed de Discover.
  3. Busca una tarjeta de contenido que muestre alguna noticia de El Independiente. Cuando aparezca, pulsa el icono "Seguir" ubicado en la parte superior derecha al lado del menú de los tres puntos.
  4. A partir de pulsarlo, Google ya te mostrará más noticias de El Independiente en Discover.

Más formas de destacar nuestros contenidos en Discover

Cuanto más leas y compartas nuestros artículos, Google entenderá que te interesa nuestro contenido y te mostrará más noticias similares. También puedes pulsar en "Más contenido como este" para ajustar tus preferencias. Puedes acceder a todas las secciones y noticias de El Independiente desde nuestra web oficial.

How social media platforms keep students hooked: Notifications during school hours and paid ‘teen ambassadors’

TikTok executives decided not to disable notifications during school hours, ignoring recommendations from their own safety team, and paid millions of dollars to parents’ and teachers’ associations to promote the social network in schools. Snapchat sent alerts to teenagers while they were in class urging them to share what was happening in the classroom. Google executives knew that YouTube was recommending videos to students during the school day that were unrelated to their lessons. Meta paid “teen ambassadors” to promote Instagram and hand out gifts to their classmates.

Seguir leyendo

© JUAN BARBOSA

A group of teenagers with their cell phones.
❌