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Cataluña es lo más español que hay, al menos para ChatGPT: así explica la IA cómo es España

10 June 2026 at 04:30

¿Qué dicen los chatbots cuando se les pregunta por España? Dicen, claro, muchas cosas. Pero algunas las dicen más veces. La IA no da una imagen equilibrada de España, sino que ofrece un mapa lleno de jerarquías. Hay cuatro comunidades autónomas que son España por encima de todo, por este orden: Cataluña, Madrid, Andalucía y País Vasco. En otras preguntas también tienen cierto peso la Comunidad Valenciana y Galicia. A partir de ahí, otras regiones aparecen menos o lo hacen por una puerta estrecha, con tópicos que sirven casi como su único motivo: turismo, vino, huerta, agua, despoblación, el Camino de Santiago, minería, paisaje verde, dehesa o España vaciada.

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© Emilio Morenatti (AP)

El expresident Carles Puigdemont se dirige a sus partidarios cerca del Parlament en 2024. El impacto del procés en la narrativa global puede ser una de las causas por las que Cataluña predomina las respuestas sobre España en modelos de IA como ChatGPT.

OpenAI Takes First Step Toward Stock Market Debut

10 June 2026 at 00:31
OpenAI files for IPO
OpenAI files for IPO. Credit: Focal Foto / Wikimedia Commons / CC BY-SA 4.0

OpenAI confirmed Monday it has confidentially filed an IPO with U.S. regulators, joining rival Anthropic as the AI sector moves toward public markets. No timeline, share count, or pricing was announced.

The company said the move preserves the option for an earlier listing, while some decisions are easier to handle as a private firm.

Reuters reported OpenAI is targeting a valuation near $1 trillion for a debut possible as early as September. Anthropic filed for a U.S. IPO on June 1 after a $65 billion funding round valued it at $965 billion.

SpaceX is also pursuing a $75 billion offering at a $1.75 trillion valuation. Analysts say the simultaneous push by three major AI companies toward public markets is the most significant development of its kind for technology investors in a decade.

$2 billion monthly revenue signals rapid growth beyond ChatGPT

In March, OpenAI raised $122 billion from SoftBank, Amazon, and Nvidia at a valuation of $840 billion to $852 billion. ChatGPT had exceeded 900 million weekly active users and 50 million paying subscribers.

Monthly revenue stood at $2 billion, up from roughly $1 billion per quarter at the end of 2024, growing nearly four times faster than Alphabet and Meta at comparable stages. Internal projections put the company’s break-even point no earlier than 2030.

JUST IN: OpenAI confidentially files for IPO. pic.twitter.com/sAORVBWEy1

— Whale Insider (@WhaleInsider) June 8, 2026

Beyond ChatGPT, OpenAI launched tools for government, healthcare, and finance, a web browser, consumer hardware plans, and an AI coding agent. It added a lower-cost $8 subscription tier and advertising as new revenue sources.

The Information reported in April that OpenAI projects 122 million subscribers this year and expects advertising to lead revenue by 2030.

A renegotiated Microsoft deal, covering $13 billion in investment since 2019, enabled growth at Azure and opened new agreements with Amazon and Alphabet.

OpenAI files its IPO amid legal battles and market pressure

Gil Luria of D.A. Davidson warned that large AI listings and Google’s recent secondary share sales could reduce the capital available for smaller offerings.

Michael Ashley Schulman of Cerity Partners said OpenAI appeared to be keeping its options flexible while Anthropic moved ahead in the IPO filing process. Prediction markets had expected OpenAI to file first.

OpenAI began as a nonprofit in 2015 and later added a for-profit arm under nonprofit oversight, a structure that drew attention when CEO Sam Altman was ousted by its board and reinstated within days in late 2023.

The company announced plans to convert to a public benefit corporation in December 2024. Early backer Musk filed a lawsuit alleging Altman and others redirected the organization from its founding mission for personal benefit.

A jury ruled against Musk in May, removing what analysts described as a significant legal obstacle ahead of the OpenAI IPO filing. His attorneys plan to appeal. Separate lawsuits link ChatGPT to shootings and suicides, and public skepticism toward AI persists.

CNN processa Perplexity e acusa empresa de IA de copiar 17 mil reportagens sem autorização

9 June 2026 at 20:32

A rede de televisão americana CNN entrou na Justiça contra a empresa de inteligência artificial Perplexity, acusando a companhia de utilizar cerca de 17 mil reportagens, fotografias e vídeos sem autorização para o treinamento de seus modelos de IA.

A ação foi protocolada em 28 de maio e representa o primeiro processo movido pela emissora contra uma empresa do setor. Segundo a CNN, a prática viola direitos autorais e explora indevidamente o trabalho produzido por jornalistas e profissionais da comunicação.

Em nota, a Perplexity rebateu as acusações e afirmou que “não é possível impor propriedade intelectual sobre os fatos”.

Conflito envolve mais de 100 ações judiciais

O processo da CNN se soma a uma crescente onda de disputas entre produtores de conteúdo e empresas de inteligência artificial. Segundo levantamento da plataforma ChatGPT is Eating the World, já existem pelo menos 115 ações judiciais em andamento movidas por veículos de imprensa, escritores, artistas e outros criadores.

Entre os casos mais conhecidos está a ação do jornal The New York Times contra a OpenAI e a Microsoft. A empresa alega que seus conteúdos foram utilizados no treinamento de sistemas de IA e que os modelos conseguem reproduzir trechos de reportagens.

No Brasil, a Folha de S.Paulo também acionou judicialmente a OpenAI, mas encerrou o conflito após firmar um acordo de licenciamento com a desenvolvedora do ChatGPT no fim de maio.

Debate opõe direitos autorais e inovação tecnológica

A CNN argumenta que empresas de inteligência artificial obtêm lucro a partir de conteúdos produzidos por organizações jornalísticas sem oferecer qualquer compensação financeira.

Segundo a emissora, a produção de jornalismo profissional exige investimentos elevados e, muitas vezes, envolve riscos para os profissionais envolvidos. Por isso, sustenta que companhias de tecnologia devem remunerar adequadamente os detentores dos direitos autorais.

Do outro lado, empresas de IA defendem que o uso de livros, reportagens e outros materiais para treinamento de modelos se enquadra no conceito jurídico de “uso justo” (“fair use”), previsto na legislação americana. Elas alegam que os sistemas não reproduzem integralmente as obras, mas geram conteúdos transformados a partir dos dados utilizados no treinamento.

Caso Anthropic abriu precedente importante

Entre as ações em curso, uma das mais avançadas envolve a empresa Anthropic, desenvolvedora do chatbot Claude. O processo foi movido por um grupo de escritores norte-americanos liderado pelo autor George R. R. Martin, criador da série “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspirou a produção televisiva “Game of Thrones”.

A Anthropic concordou em desembolsar US$ 1,5 bilhão para encerrar a ação coletiva que questionava o uso de livros protegidos por direitos autorais no treinamento de seus modelos de inteligência artificial.

O caso ganhou repercussão internacional após a revelação de que obras de autores brasileiros, como Chico Buarque, Paulo Coelho e Clarice Lispector, estavam entre os materiais utilizados sem autorização.

Apesar do acordo, a empresa não admitiu irregularidades e afirmou continuar comprometida com o desenvolvimento responsável de sistemas de inteligência artificial.

Justiça ainda busca definir limites da IA

Enquanto processos avançam em diferentes tribunais, o debate jurídico permanece aberto. Recentemente, um juiz federal dos Estados Unidos rejeitou acusações apresentadas contra gigantes da tecnologia como Apple, Google, Meta, Nvidia, OpenAI, Perplexity e xAI por falta de provas suficientes.

Já as acusações contra a Anthropic seguiram adiante, especialmente após investigações apontarem o uso de bibliotecas digitais piratas para obtenção de conteúdos utilizados no treinamento dos sistemas.

As decisões que forem tomadas nos próximos anos podem definir os limites legais para o treinamento de inteligências artificiais e estabelecer novas regras para a relação entre empresas de tecnologia, veículos de comunicação e criadores de conteúdo.

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Fatura com tokens de IA a explodir: CEO da OpenAI diz que agora custos são um “grande problema”

9 June 2026 at 16:16

O CEO da OpenAI (que detém o ChatGPT), Sam Altman, realizou recentemente um retrato sobre o estado da inteligência artificial (IA). Pelo meio ficou um alerta. Os custos com os tokens, ligados à tecnologia, estão a subir muito rapidamente levando mesmo a que as empresas estejam a estabelecer limites.

Os tokens nada mais são do que as unidades de dados processados pelos modelos de IA, como o Gemini, o ChatGPT, e o Claude, pertencentes à Google, OpenAI e Anthropic.

“No início de 2026, o problema nunca foi levantado. As pessoas estavam totalmente satisfeitas com o valor que estavam a gastar. Agora, os custos da IA ​​são um grande problema”, referiu Sam Altman, durante um evento corporativo, em declarações transcritas pela Business Insider, sobre os custos ligados aos tokens de IA.

Sam Altman salientou durante um evento que há seis anos e ano o maior utilizador de tokens, da OpenAI, tinha um consumo de 100 mil por mês.

“Isso tornava-o muito provavelmente o líder mundial em gastos com tokens”, referiu o CEO da tecnológica. “Passados seis anos e meio este valor está próximo da média per capita mundial. O líder em gastos com tokens na OpenAI utiliza cerca de 100 mil milhões de tokens por mês”, referiu Sam Altman.

E este nem é o maior consumidor de tokens no mundo, algo que o CEO da OpenAI vê como uma “vergonha pessoal”. O consumo é visto por várias empresas, entre as quais a OpenAI, como algo de relevo, ao ponto de ter um ranking sobre quem mais consome. Além disso a tecnológica está também no negócio da venda de tokens.

A Business Insider salienta que a OpenAI deve ter gasto mais de mais de 100 mil milhões de tokens num mês, enquanto que o New York Times chegou a avançar que um funcionário da tecnológica chegou a gastar 210 mil milhões de tokens numa semana. Existe também relatos de que o criador da OpenClaw, Peter Steinberger, já atingiu 603 mil milhões de tokens em 30 dias.

Este consumo de tokens tem sido de tal ordem que já existem empresas a colocar limites nos gastos sendo a Amazon e a Uber alguns desses exemplos, salienta a Business Insider.

Sam Altman referiu que o tópico dos gastos em tokens tem sido de tal ordem que até já originou um meme. “A minha empresa gastou todo o orçamento de 2026 no primeiro trimestre, podem tornar isto mais eficiente?”.

No caso do CEO da Faros AI, Vitaly Gordon, um dos seus engenheiros gastou 40 mil dólares (34 mil euros) em tokens, em maio. “E eu realmente não sei se devo impedi-lo ou se devo andar por aí a dizer a todos os outros para fazerem o mesmo”, disse Vitaly Gordon, citado pela TechCrunch.

E há quem tenha faturas bem superiores. Um consultor para a área da IA, referiu à Axios, que uma empresa encontrou uma conta de 500 milhões de dólares (432 milhões de euros), para o Claude (modelo da Anthropic), depois de não ter definido limites de utilização para os seus funcionários.

OpenAI calienta la carrera de la inteligencia artificial al anunciar su intención de salir a Bolsa

8 June 2026 at 23:52

El sector de la inteligencia artificial protagoniza la nueva fiebre del oro del siglo XXI. Y sus gigantes pugnan por el trofeo de ser los primeros en salir a Bolsa. OpenAI, la empresa que en 2022 empezó esta revolución al presentar ChatGPT, ha iniciado ya el proceso para salir al mercado. La decisión de la compañía encabezada por Sam Altman promete convertirse en un termómetro del interés de los inversores por la inteligencia artificial. OpenAI ha anunciado este lunes a través de un comunicado que está preparando de forma confidencial con la SEC, el regulador de los mercados de Estados Unidos, los documentos para la salida a Bolsa.

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© Evelyn Hockstein (REUTERS)

Sam Altman, consejero delegado de OpenAI, el pasado miércoles en Washington.

OpenAI files to go public as IPO race heats up

8 June 2026 at 22:39
OpenAI has confidentially filed paperwork to go public, the company announced Monday. It is one of three leading AI companies preparing for an initial public offering (IPO), alongside SpaceX and Anthropic, which have both filed with the Securities and Exchange Commission (SEC) in recent months. The company said in a post on X it “recently…

OpenAI files to go public as IPO race heats up

8 June 2026 at 22:39
OpenAI has confidentially filed paperwork to go public, the company announced Monday. It is one of three leading AI companies preparing for an initial public offering (IPO), alongside SpaceX and Anthropic, which have both filed with the Securities and Exchange Commission (SEC) in recent months. The company said in a post on X it “recently…

WWDC 2026: Apple presenta una Siri renovada con IA generativa que no podrán usar los iPhone y iPads en Europa

8 June 2026 at 19:49

Tras 15 años dirigiendo la empresa más idolatrada del mundo, Tim Cook encara su último gran evento al frente de Apple. Y en su keynote de despedida —que ha comenzado este lunes a las 19:00, hora peninsular española— afronta el reto de borrar el gran lunar de su mandato: la incapacidad, hasta ahora, de poner a la compañía de la manzana a la altura de sus grandes rivales en una carrera tecnológica que no vio venir, la de la inteligencia artificial (IA) generativa.

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Logo del evento WWDC 2026 de Apple

“O chat morreu”. OpenAI prepara uma revolução no ChatGPT

By: ZAP
8 June 2026 at 18:20
Antes da entrada em bolsa, a OpenAI quer transformar o ChatGPT num assistente único capaz de programar, criar imagens e executar tarefas, numa viragem estratégica para produtos pagos e clientes empresariais. A OpenAI prepara a maior remodelação do ChatGPT desde que o seu lançamento deu início ao boom da inteligência artificial, numa altura em que o grupo, avaliado em cerca de 738 mil milhões de euros, procura novos motores de crescimento antes da entrada em bolsa prevista para este ano. A empresa pretende transformar o chatbot numa “superapp” que combine ferramentas de programação e agentes de inteligência artificial, acrescentando produtos

El gasto público en ChatGPT para funcionarios se dispara: de un solo contrato en 2022 a más de 1.300 tres años después

6 June 2026 at 04:30

Las organizaciones públicas españolas están añadiendo rápido una partida nueva a sus gastos ordinarios. Los pagos por servicios de chatbots de inteligencia artificial, sobre todo ChatGPT pero también Claude, han pasado de un contrato en noviembre de 2022, cuando salió ChatGPT, a sumar más de 1.350 apenas tres años después. Las administraciones públicas se gastan hoy más de 394.000 euros en este tipo de servicios, casi todos en OpenAI, creadores de ChatGPT y pioneros del sector. Apenas un puñado de instituciones se han suscrito de momento a Claude, la IA de Anthropic lanzada en 2023, por un total de 28.000 euros repartidos en 56 contratos.

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Las búsquedas de los contratos han sido realizadas a través del portal Gobierto, que permite buscar por adjudicador o adjudicatario. Los detalles de los objetos de cada adjudicación han sido consultados en la Plataforma de Contratación del Estado.

Aram Harrow, quantum researcher: ‘These computers won’t take 10 years; they’ll arrive sooner’

5 June 2026 at 11:33
Aram Harrow, theoretical physicist specializing in quantum computing at MIT, at the Institute of Mathematical Sciences in Madrid.

Aram Harrow has spent 25 of his 46 years working in quantum computing. He is a researcher at the Massachusetts Institute of Technology (MIT) and is best known for co-developing the HHL algorithm in 2008, considered one of the first demonstrations of an exponential advantage of quantum computers over classical ones. This June marks the end of the year he has spent at Spain’s Institute of Mathematical Sciences (ICMAT) in Madrid, where he speaks with EL PAÍS.

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Researcher Aram Harrow.

Aram Harrow, investigador cuántico: “No quedan 10 años para estos ordenadores, llegarán antes”

5 June 2026 at 04:30
Aram Harrow, físico teórico especializado en computación cuántica del MIT (Massachusetts Institute of Technology), en el Instituto de Ciencias Matemáticas de Madrid.

Aram Harrow (Michigan, 46 años) lleva 25 de ellos dedicados a la computación cuántica. Es investigador en el MIT (Massachusetts Institute of Technology) y célebre sobre todo por codesarrollar en 2008 el algoritmo HHL, considerado una de las primeras demostraciones de ventaja exponencial de los ordenadores cuánticos sobre los clásicos. Este mes de junio concluye el año que ha pasado en el Instituto de Ciencias Matemáticas (ICMAT) de Madrid, donde habla con EL PAÍS.

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Aram Harrow. JAIME VILLANUEVA

AI will consume as much water in 2030 as 1.3 billion people

By 2030, water consumption linked to the use of artificial intelligence will be equivalent to that of 1.3 billion people in sub-Saharan Africa, while it will require nearly three times the annual energy consumption of Pakistan, Bangladesh and Nigeria — countries with a combined population of 650 million. In terms of carbon emissions, these could reach 400 million tonnes of CO₂ equivalent, comparable to the United Kingdom’s total emissions. The operation of AI will require 14,500 square kilometres of land, including infrastructure and supply chains — twice the size of the Jakarta metropolitan area, a megacity with more than 32 million inhabitants, or 10 times that of Mexico City (21 million).

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One of the aisles of servers at Google's data centre in Douglas, Georgia.

Catastrophists versus accelerationists: Will AI destroy the world or save it?

Eliezer Yudkowsky, 46, and Nate Soares, 37, are convinced that if artificial intelligence (AI) systems continue to improve, they will eventually surpass human capabilities. And when that happens, humanity will go extinct. They argue this could occur in a matter of months or within a decade. The title of their latest book is blunt: If Anyone Builds It, Everyone Dies: Why Superhuman AI Would Kill Us All (Little, Brown & Co).

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BigDog, a quadrupedal walking robot designed for military use by Boston Dynamics and Foster-Miller.

The contradiction of AI in cinema: Creators fear it, but the market and the industry embrace it

On the first day of Cannes, artificial intelligence already sparked a debate between two jury members, Demi Moore and Paul Laverty. From that moment, the festival and the market running alongside it diverged in their reactions to the digital tool: while Cannes imposes limits on its use (even though one of its sponsors, which joined in 2026, is Meta, owner of Meta AI) and artists warn of its dangers, the market saw a rush of Chinese films made with AI and a handful of Western projects embracing its use. Filmmakers will be wary, but the industry has rushed to exploit AI.

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An AI-generated still from the Chinese film ‘Legends of the South.’

What’s the best way to talk about health with chatbots?

25 April 2026 at 05:00

In 2021, Miriam González, a 35-year-old from Murcia, Spain, went to the doctor because she was bleeding from her breast. She was told to relax: everything was normal. But in 2024, she was diagnosed with breast cancer. And, shortly afterward, she discovered it was metastatic, at stage four.

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Miriam González, an engineer who has used AI for medical consultations, in an image provided by her.
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