Ministro das Finanças elogia resiliência da economia

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

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Roupas e acessórios, chocolates e cosméticos serão os presentes mais procurados pelos brasileiros neste Dia dos Namorados. Segundo levantamento do Instituto Locomotiva, 57% das pessoas que já compraram ou pretendem comprar presentes para a data escolheram roupas.
Enquanto isso, 41% dos entrevistados apostam em doces e 35% em cosméticos. A pesquisa também mostra que 91% dos brasileiros que estão em um relacionamento pretendem presentear seus parceiros neste ano.
A pesquisa revela ainda que entre os brasileiros que estão em um relacionamento, 91% afirmam que já compraram ou pretendem comprar algum presente para o parceiro ou parceira.
O percentual representa cerca de 114 milhões de pessoas e supera o registrado em 2025, quando 69% efetivamente compraram presentes para a data.
Além de roupas, chocolates e cosméticos, outras opções bastante citadas pelos consumidores são cestas de café da manhã ou produtos gourmet (33%), calçados (29%), flores (23%) e viagens (18%).
O estudo destaca ainda o crescimento do interesse por presentes ligados a autocuidado e experiências, como spas, massagens e serviços de beleza, que já aparecem entre as principais escolhas dos casais.
Para o instituto, a celebração da data também vai além da troca de presentes. De acordo com o estudo, 94% dos entrevistados pretendem realizar alguma atividade especial para comemorar.
A principal escolha é almoçar ou jantar em um restaurante, opção mencionada por 37%, seguida por sair para uma atividade especial, como cinema ou passeio, com 30%, preparar uma refeição especial em casa, 16%, e fazer programas domésticos, como assistir a filmes juntos, escolha de 11%.
O presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, afirma que a pesquisa mostra que o consumo relacionado à data está cada vez mais associado à busca por significado.
“O Dia dos Namorados ajuda a entender como o brasileiro negocia desejo, orçamento e afeto. A data não movimenta apenas categorias de presente, mas diferentes formas de comemorar, como comer fora, preparar algo em casa, postar nas redes ou escolher um item que combine utilidade e carinho”, afirma.
Inverno mais quente deve causar retração de 4,1% no setor de vestuário

Michael Krautzberger, diretor de Investimento Global de Mercados Públicos, Allianz GI, antecipou, numa nota de análise, que o BCE deve subir a taxa de juro diretora em 25 pontos-base, para os 2,25%, em linha com as orientações que tem dado desde março.
“A restrição monetária continua a justificar-se: uma sucessão de choques na oferta mantém a inflação acima do objetivo, e o BCE está empenhado em evitar a repetição do cenário pós-Covid, em que o atraso na adoção de medidas acabou por exigir aumentos de juros mais agressivos”, explicou.
O analista sinalizou ainda que é provável que a presidente do BCE, Christine Lagarde, mantenha a porta aberta a subidas adicionais, com um aumento final de 25 pontos-base em setembro, enquanto em julho a possibilidade de uma subida dependa de uma deterioração adicional significativa das perspetivas de inflação.
Para Martin Wolburg, o aumento da taxa de juro em junho “serviria principalmente para preservar a credibilidade anti-inflacionista do BCE e ajudar a ancorar as expectativas”.
Ainda assim, com as esperanças de um acordo de paz no conflito com o Irão a dissiparem-se novamente e os riscos de estagflação a manterem-se elevados, “é provável que a presidente Lagarde queira manter a porta aberta para um maior aperto monetário, se necessário”, notou.



Num contexto de maior concorrência, complexidade e pressão sobre os tempos de decisão, a qualidade da análise continua a ser essencial, mas já não basta por si só. Hoje, é igualmente determinante analisar com rapidez, rigor e capacidade de escala. Esta realidade é particularmente evidente nos processos de due diligence de portefólios de crédito, nos quais a qualidade dos dados depende da leitura de grandes volumes de informação, da identificação de riscos relevantes e da capacidade de transformar documentação dispersa em conhecimento acionável.
Durante muitos anos, a due diligence foi encarada como um processo necessariamente longo, manual e intensivo em recursos. Em operações complexas, envolvendo milhares de documentos, contratos, garantias, avaliações, processos judiciais ou informação financeira, a análise exigia um esforço significativo de coordenação, revisão e validação, com impacto direto nos prazos de execução. Embora assente em equipas altamente especializadas, este modelo colocava desafios claros: maior exposição ao erro humano, dificuldade em responder a picos de oportunidade, custos operacionais elevados e perda de agilidade num mercado em que o momento de execução pode determinar a diferença entre capturar ou perder valor.
É neste contexto que a adoção de soluções inteligentes de apoio à due diligence assume uma importância estratégica. Não se trata apenas de automatizar tarefas administrativas ou de substituir a intervenção humana. Trata-se de libertar as equipas para aquilo que realmente acrescenta valor: interpretar informação crítica, avaliar riscos, formular cenários, apoiar decisões de investimento e garantir que cada oportunidade é analisada com profundidade, consistência e rapidez.
A utilização de ferramentas capazes de ler, classificar, extrair e estruturar informação documental permite uma mudança profunda na forma como estes processos são conduzidos. A due diligence deixa de depender exclusivamente da capacidade manual de percorrer milhares de páginas e passa a beneficiar de uma camada adicional de inteligência operacional, capaz de acelerar a análise inicial, reduzir redundâncias, sinalizar inconsistências e criar bases de informação mais robustas para a tomada de decisão.
Esta transformação é especialmente relevante no crédito imobiliário, onde a documentação é extensa, heterogénea e muitas vezes complexa. A diversidade de formatos, idiomas, tipologias contratuais e enquadramentos legais torna a análise particularmente exigente. Quanto maior o volume de informação, maior a necessidade de garantir que os dados extraídos são consistentes, comparáveis e auditáveis. Nestes processos, eficiência não significa simplificação excessiva. Significa capacidade de chegar mais depressa a uma visão clara, completa e fiável. Neste sentido, estas soluções devem ser vistas como um instrumento de reforço da qualidade e do controlo. A velocidade é uma das vantagens mais visíveis, mas o verdadeiro impacto está na capacidade de aumentar a consistência da análise, reduzir o risco operacional e responder a mais oportunidades sem comprometer o rigor.
Importa também sublinhar que a tecnologia não elimina a dimensão humana da due diligence. Pelo contrário, torna-a mais relevante. Ao automatizar tarefas repetitivas e de menor valor acrescentado, permite que os profissionais se concentrem nos pontos críticos da análise. A intervenção humana continua a ser indispensável, mas passa a estar mais bem informada, mais focada e mais eficiente.
Num mercado em que os portefólios são cada vez mais complexos e as oportunidades surgem em janelas temporais cada vez mais curtas, a capacidade de escalar processos de análise será um fator diferenciador. As organizações que conseguirem combinar conhecimento sectorial, experiência operacional e soluções inteligentes estarão mais bem preparadas para responder com agilidade, criar valor e, em última instância, transmitir maior confiança aos nossos clientes.
A relevância da due diligence nas operações de crédito é indiscutível. O que muda é a capacidade de realizar o underwriting de portefólios com mais dados e maior rapidez. A integração de inteligência artificial permite transformar documentação dispersa em conhecimento acionável, reforçando a consistência da análise e a qualidade de decisão.
Gerir contas bancárias, créditos e seguros não tem de ser complicado. Conhecer os seus direitos ajuda a evitar problemas e a tomar decisões financeiras responsáveis.
A DECO, através do seu projeto TUDO A QUE TEM DIREITO, quer garantir que todos os cidadãos recebem informação, apoio, aconselhamento e, quando necessário, ajuda na resolução dos seus problemas de consumo.
Para que as suas contas estejam sempre certas, a DECO oferece-lhe 5 dicas que farão toda a diferença nos seus hábitos financeiros:
Tem direito a receber informação clara sobre comissões e custos de manutenção da conta;
Pode movimentar e encerrar a conta quando quiser, desde que não tenha dívidas;
Deve assegurar que tem saldo suficiente para os pagamentos autorizados;
Deve manter os contactos pessoais atualizados junto do Banco.
DICA DECO: para quem só precisa do básico, a Conta de Serviços Mínimos Bancários pode ser a solução. Com este tipo de conta, pode efetuar levantamentos, pagamentos, transferências essenciais a custos reduzidos. Tem direito a receber um cartão de débito (vulgarmente conhecido como cartão multibanco) É ideal para quem só precisa do básico!
Leia a Ficha de Informação Normalizada Europeia (FINE);
Compare propostas de diferentes bancos com base na TAEG (Taxa Anual de Encargos Efetiva Global);
Verifique sempre o Montante Total Imputado ao Consumidor (MTIC) e não apenas o valor da prestação;
A prestação ideal não deve ultrapassar 35% do seu rendimento mensal.
Fixa – a prestação mantém-se igual (mais segurança);
Variável – a prestação pode subir ou descer (mais risco);
Mista – começa fixa e passa a variável.
DICA DECO: No crédito à habitação, são exigidos Seguro de Vida e Seguro Multirriscos Habitação, podendo escolher-se livremente a seguradora. Antes de assinar o contrato, verifique exclusões, franquias e períodos de carência.
Se tiver dificuldade em pagar a prestação, aja rapidamente. Deve contactar o banco de imediato para usar os mecanismos legais: PARI (Plano de Ação para o Risco de Incumprimento) e PERSI (Procedimento Extrajudicial de Regularização de Situações de Incumprimento);
O banco é obrigado a tentar soluções antes de avançar para tribunal.
Controle regularmente os extratos das tuas contas bancárias;
Evite a contratação de créditos desnecessários;
Crie um fundo de emergência;
Guarde contratos e documentos.
Não se esqueça de que estar informado sobre os seus Direitos enquanto consumidor de bens e serviços é o primeiro passo para ser um cidadão mais ativo, interventivo e participativo. Acompanhe o projecto da DECO – TUDO A QUE TEM DIREITO – que pretende tornar os serviços de informação e apoio ao consumidor mais acessíveis e próximos em todo o território nacional.
Este projeto é cofinanciado pela União Europeia, através do Single Market Programme
Informe-se connosco.
Conte com o apoio da DECO MADEIRA através do número de telefone 968 800 489/291 146 520, do endereço electrónico deco.madeira@deco.pt. Siga-nos nas redes sociais Facebook, BlueSky, Instagram, Linkedin e Youtube!


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Perto de 24 milhões de euros de indemnizações por danos em habitações provocados pela tempestade Kristin e outras já foram pagos na região Centro, anunciou hoje a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR).
Num ponto de situação feito hoje, a CCDR referiu que há 6.237 candidaturas com indemnizações pagas, num valor total de 23.716.666,95 euros.
No total, foram apresentadas 25.728 candidaturas na região Centro, das quais 9.240 (35,9%) já estão decididas. Há ainda 14.168 em análise em 73 municípios e 2.320 na CCDR.
O presidente da CCDR Centro, José Ribau Esteves, aludiu ao “empenho da equipa de trabalho institucional que tem vindo a concretizar respostas com a devida qualidade e num tempo curto face à quantidade de processos e à complexidade da tarefa”.
Comparando com o tratamento de danos de calamidades em anos anteriores, Ribau Esteves frisou a “menor quantidade de tempo utilizada entre a data dos danos causados (epicentro a 28 de janeiro), a disponibilização de verba pelo Governo para fazer os pagamentos, o período de apresentação de candidaturas (até 07 de abril) e as respostas com decisões e pagamentos aos beneficiários”.
Segundo a CCDR, dos 73 municípios com candidaturas apresentadas, há oito em que todas já foram decididas e dez em que mais de 90% estão nessa situação.
Os municípios que têm menos de 25% das candidaturas decididas são 24.
Leiria é aquele que apresentou mais candidaturas, um total de 10.808, estando decididas 3.721 (34,4%). Seguem-se Marinha Grande (3.365 apresentadas e 243 decididas), Pombal (2.482 apresentadas e 1.318 decididas), Sertã (972 apresentadas e 373 decididas), Ansião (878 apresentadas e 475 decididas) e Coimbra (647 apresentadas e 110 decididas).
Estes seis municípios apresentaram 19.152 candidaturas, que correspondem a 74,4% das 25.729 totais da região Centro. Das 9.240 das candidaturas decididas, 6.240 (67,5%) são destes municípios.
“Entramos em junho de 2026, o mês que se definiu por acordo entre as entidades gestoras como o último para terminar tão importante tarefa, sendo pertinente prestar informação pública com um ponto de situação, apresentando dados respeitantes ao acumulado até ao dia 31 de maio (inclusive)”, explicou Ribau Esteves.
A CCDR Centro prometeu fazer nova atualização com dados de 10 e de 20 de junho.
A taxa Euribor subiu hoje a três meses para um novo máximo desde abril de 2025 e desceu a seis e a 12 meses em relação a quinta-feira.
Com as alterações de hoje, a taxa a três meses, que avançou para 2,312%, continuou abaixo das taxas a seis (2,584%) e a 12 meses (2,842%).
A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, desceu hoje, ao ser fixada em 2,584%, menos 0,004 pontos do que na quinta-feira.
Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a março indicam que a Euribor a seis meses representava 39,41% do ‘stock’ de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.
Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,62% e 24,65%, respetivamente.
No prazo de 12 meses, a taxa Euribor também recuou hoje, para 2,842%, menos 0,009 pontos do que na sessão anterior.
Em sentido contrário, a Euribor a três meses avançou hoje, ao ser fixada em 2,312%, mais 0,001 pontos que na quinta-feira e um novo máximo desde abril de 2025.
A média mensal da Euribor subiu, de novo, nos três prazos em maio, mas de forma menos acentuada do que em abril.
Em maio, a média mensal da Euribor subiu 0,051 pontos para 2,226% a três meses.
Já a seis e a 12 meses, a média da Euribor avançou 0,082 pontos para 2,536% e 0,057 pontos para 2,804%, respetivamente.
Em 30 de abril, na segunda reunião desde o início da guerra, o BCE manteve as taxas diretoras, pela sétima reunião de política monetária consecutiva, como tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.
O mercado antecipou esta manutenção das taxas diretoras, mas prevê um aumento na próxima reunião de política monetária do BCE, que se realiza em 10 e 11 de junho em Frankfurt, Alemanha.
As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.
Grupo Timing entra na área da intermediação de crédito em parceria com o Doutor Finanças e inaugura nova loja de apoio financeiro em Quarteira
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