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Plataforma de financiamento colaborativo imobiliário lança primeiro projeto residencial em Turim

10 June 2026 at 08:02

A Wecity, plataforma digital de financiamento colaborativo imobiliário, anunciou a sua entrada no mercado italiano, no que é considerado mais um passo na estratégia de expansão internacional da empresa. A operação arranca com um projeto de desenvolvimento residencial em Turim, uma das principais cidades económicas da região do Piemonte, no norte de Itália.

Através do seu modelo de financiamento alternativo e participativo, a plataforma vai permitir que investidores particulares e institucionais participem na aquisição, remodelação e posterior venda de 12 apartamentos localizados no edifício da Via Sacchi 16, numa operação desenvolvida em parceria com o promotor imobiliário LoBa Invest.

O projeto prevê um financiamento total de 1,45 milhões de euros, estruturado em duas fases. A primeira tranche, de 1 milhão de euros, destina-se a suportar parte da aquisição do imóvel e o arranque das obras, enquanto a segunda, de 450 mil euros, financiará a conclusão da intervenção.

Segundo a empresa, o promotor assegura um investimento próprio de 570 mil euros, reforçando a robustez da operação. Para os investidores da plataforma, o projeto oferece uma taxa de juro anual de 11%, com um prazo estimado de nove meses, acrescido de uma eventual prorrogação de três meses, estando ainda garantido por uma hipoteca de primeiro grau sobre a totalidade das habitações.

A entrada em Itália surge num contexto de crescente necessidade de soluções alternativas de financiamento para o setor residencial. A Wecity considera que o mercado italiano apresenta características semelhantes às de Portugal e Espanha, nomeadamente um défice estrutural de oferta habitacional e uma procura crescente por mecanismos de financiamento mais ágeis e flexíveis.

“A Itália reúne características semelhantes às de Portugal e Espanha: forte procura habitacional, interesse dos investidores e necessidade de novas soluções de financiamento. Acreditamos que a experiência acumulada pela Wecity nestes mercados nos permitirá contribuir para o desenvolvimento de novos projetos residenciais e oferecer oportunidades atrativas aos investidores”, afirma Antonio Mañas, CEO da Wecity.

A plataforma chega a Itália depois de consolidar a sua atividade em Espanha e em Portugal, onde opera há cerca de três anos. O mercado italiano representa, assim, o segundo grande passo da expansão internacional da empresa, que sublinha ainda o seu compromisso com a transparência e com o enquadramento regulamentar europeu, operando ao abrigo do regime ECSP (European Crowdfunding Service Providers).

Até ao momento, a Wecity já financiou mais de 255 milhões de euros através de 192 projetos imobiliários. Em Portugal, o volume financiado atingiu 11,9 milhões de euros em 2025 e, apenas nos primeiros cinco meses deste ano, a plataforma já ultrapassou esse valor, com 12,7 milhões de euros financiados, superando o total registado durante todo o ano anterior.

Fundada em Espanha e com presença em Portugal, a Wecity atua como uma plataforma digital que liga promotores imobiliários e investidores num ecossistema colaborativo. Nos últimos cinco anos, financiou cerca de 250 milhões de euros em projetos imobiliários e afirma liderar, no mercado europeu de financiamento colaborativo, o rácio de reembolso de empréstimos. Enquanto Prestador de Serviços de Financiamento Colaborativo autorizado, a empresa está habilitada a prestar serviços em Portugal.

Mercado imobiliário de Goiânia cresce três vezes mais que a média nacional no primeiro trimestre de 2026

10 June 2026 at 00:42

O mercado imobiliário de Goiânia cresceu três vezes mais que a média nacional no primeiro trimestre de 2026. As vendas nacionais cresceram 4,1% no período. A capital goiana registrou alta de 12,7% no número de unidades comercializadas, chegando a 2.882 imóveis vendidos no trimestre.

“Goiás cresce acima da média nacional há quase duas décadas consecutivas, impulsionado por uma economia diversificada e resiliente. O crescimento populacional do estado foi de 20% entre os dois últimos censos, contra apenas 7% na média nacional”, afirma Credson Batista, diretor de Pesquisas e Estatísticas da Ademi-GO.

Nacionalmente, 49% das vendas foram realizadas dentro do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). No Centro-Oeste, o índice é de 34%. Em Goiânia, apenas 26% das unidades comercializadas estão enquadradas no MCMV, o que representa menos de 750 unidades.

Na avaliação do presidente da Ademi-GO, Felipe Melazzo, a explicação para o descompasso está nas condições de aprovação de projetos na capital. “Nossa capital está perdendo um potencial enorme de fornecer moradia digna para a população que mais precisa. O que falta é destravar o processo de aprovação para que os projetos possam sair do papel.”

O preço médio do metro quadrado em Goiânia registrou crescimento de 3,6% apenas nos três primeiros meses de 2026, chegando a R$ 10.914/m². Considerando os bairros Marista, Bueno, Oeste e Jardim Goiás, o valor médio alcança R$ 12.881/m², com o Marista liderando ao atingir R$ 13.462/m².

Fernando Razuk, presidente do Conselho da Ademi-GO, destaca que a revisão do Plano Diretor reduziu o aproveitamento construtivo das áreas da cidade em 7,5 vezes. “O terreno passa a custar pelo menos 33% a mais na conta, pois onde antes se faziam 100 unidades hoje só conseguimos implantar 75.”

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Palmares tem últimas unidades dos Signature Apartments disponíveis

9 June 2026 at 12:34

Os Signature Apartments estão 80% vendidos e entram na fase final de construção em Palmares, com conclusão prevista para junho.

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Só uma em cada três casas em Portugal custa menos de 300 mil euros

O mercado imobiliário em Portugal continua a mostrar alguns sinais preocupantes e de acordo com dados da plataforma “idealista”, revelados esta terça-feira, o stock de casas acessíveis caiu 31% no primeiro trimestre do ano.

Numa análise ao mercado de compra em Portugal que quantifica, a plataforma destaca que encontrar uma casa abaixo dos 300 mil euros no mercado é cada vez mais difícil.

“No primeiro trimestre de 2026, apenas uma em cada três casas à venda custava menos de 300.000 euros — e o stock nessa faixa caiu 31% num só ano. Ao mesmo tempo, a procura nesse segmento mantém-se a mais elevada de todo o mercado”, destaca esta análise.

Os dados do idealista revelam que a oferta total de casas à venda caiu 19% no primeiro trimestre de 2026 e que 44% das casas à venda no mercado custam entre 300 mil euros e 600 mil euros.

No que diz respeito à oferta do mercado imobiliário nas grandes cidades, o idealista destaca que no Porto, 45% da oferta já está acima dos 600 mil euros e em Lisboa, Funchal e Faro, menos de 15% das casas à venda ficam abaixo dos 300 mil euros. Outro dado apurado é que a procura no segmento entre 300.000 e 600.000 euros cresceu mais de 30%.

Da primeira casa à casa ideal: o imobiliário premium acompanha todas as fases da vida

8 June 2026 at 20:25

A forma como vivemos mudou e o mercado imobiliário premium acompanha essa transformação. Hoje, a escolha de uma casa vai muito além da localização ou da dimensão: reflete prioridades pessoais, fases da vida, ambições familiares e estilos de vida cada vez mais individualizados. Da primeira compra de jovens profissionais às residências exclusivas procuradas por seniores […]

Lisboa e Porto concentram investimento no mercado de retalho nacional

A cidade de Lisboa e do Porto são os principais mercados imobiliários nacionais, de acordo com o mais recente relatório da consultora imobiliária eRetail.

Com 15,9 milhões de dormidas, a capital portuguesa lidera o turismo português, seguida do Porto, que conseguiu chegar aos 10 milhões de dormidas. Já em termos de consumo, em Lisboa os dados mostram uma concentração de 51,3% de compras, enquanto na zona Norte concentram-se 19,1%. De acordo com a consultora, esta tendência leva a que a taxa de ocupação dos espaços imobiliários das duas cidades está praticamente lotada.

Lisboa continua a ser um dos mercados retalhistas mais importantes do país, com uma faturação de 20 mil milhões de euros em 2025, o que corresponde a 29% do total nacional.

Este valor deve-se ao aumento do investimento das marcas de luxo nas principais ruas da capital, que têm acompanhado o aumento do turismo na cidade.

A restauração, a moda e a secção de luxo lideram a procura pelos principais espaços comerciais nesta cidade. Sendo que 65 dos espaços já estão ocupados por moda. Atualmente a disponibilidade de espaços na capital é de 5%.

“Caracterizada pelo comércio direto à rua, e reduzidas zonas de centro comercial, o eixo principal do centro de Lisboa sofre, contudo, com uma baixa rotação de espaços e escassez de novos comércios, o que torna a pressão imobiliária maior, aumentando as rendas”, revela o estudo.

Os dados mostram que as rendas mais baixas são dos espaços com área superior a mil metros quadrados, enquanto os espaços de menor tamanho têm rendas mais elevadas.

Já no Porto, o crescimento de renda no ano passado situou-se nos 9,5%, tendo-se tornado um “centro de atração de investimento”.

As rendas na invicta são ligeiramente mais baixas do que na capital, com o metro quadrado a oscilar entre os 50 euros e os 160 euros.

Enquanto a Avenida da Liberdade é a principal escolha em Lisboa, no Porto, é a Avenida dos Aliados que domina com marcas de luxo. Contudo, os Clérigos têm-se tornado atrativos para os turistas e combinam “retail urbano com a principal zona de ócio noturno da invicta”.

Due diligence de crédito: quando o tempo também é um ativo estratégico

8 June 2026 at 07:55

Num contexto de maior concorrência, complexidade e pressão sobre os tempos de decisão, a qualidade da análise continua a ser essencial, mas já não basta por si só. Hoje, é igualmente determinante analisar com rapidez, rigor e capacidade de escala. Esta realidade é particularmente evidente nos processos de due diligence de portefólios de crédito, nos quais a qualidade dos dados depende da leitura de grandes volumes de informação, da identificação de riscos relevantes e da capacidade de transformar documentação dispersa em conhecimento acionável.

Durante muitos anos, a due diligence foi encarada como um processo necessariamente longo, manual e intensivo em recursos. Em operações complexas, envolvendo milhares de documentos, contratos, garantias, avaliações, processos judiciais ou informação financeira, a análise exigia um esforço significativo de coordenação, revisão e validação, com impacto direto nos prazos de execução. Embora assente em equipas altamente especializadas, este modelo colocava desafios claros: maior exposição ao erro humano, dificuldade em responder a picos de oportunidade, custos operacionais elevados e perda de agilidade num mercado em que o momento de execução pode determinar a diferença entre capturar ou perder valor.

É neste contexto que a adoção de soluções inteligentes de apoio à due diligence assume uma importância estratégica. Não se trata apenas de automatizar tarefas administrativas ou de substituir a intervenção humana. Trata-se de libertar as equipas para aquilo que realmente acrescenta valor: interpretar informação crítica, avaliar riscos, formular cenários, apoiar decisões de investimento e garantir que cada oportunidade é analisada com profundidade, consistência e rapidez.

A utilização de ferramentas capazes de ler, classificar, extrair e estruturar informação documental permite uma mudança profunda na forma como estes processos são conduzidos. A due diligence deixa de depender exclusivamente da capacidade manual de percorrer milhares de páginas e passa a beneficiar de uma camada adicional de inteligência operacional, capaz de acelerar a análise inicial, reduzir redundâncias, sinalizar inconsistências e criar bases de informação mais robustas para a tomada de decisão.

Esta transformação é especialmente relevante no crédito imobiliário, onde a documentação é extensa, heterogénea e muitas vezes complexa. A diversidade de formatos, idiomas, tipologias contratuais e enquadramentos legais torna a análise particularmente exigente. Quanto maior o volume de informação, maior a necessidade de garantir que os dados extraídos são consistentes, comparáveis e auditáveis. Nestes processos, eficiência não significa simplificação excessiva. Significa capacidade de chegar mais depressa a uma visão clara, completa e fiável.  Neste sentido, estas soluções devem ser vistas como um instrumento de reforço da qualidade e do controlo. A velocidade é uma das vantagens mais visíveis, mas o verdadeiro impacto está na capacidade de aumentar a consistência da análise, reduzir o risco operacional e responder a mais oportunidades sem comprometer o rigor.

Importa também sublinhar que a tecnologia não elimina a dimensão humana da due diligence. Pelo contrário, torna-a mais relevante. Ao automatizar tarefas repetitivas e de menor valor acrescentado, permite que os profissionais se concentrem nos pontos críticos da análise. A intervenção humana continua a ser indispensável, mas passa a estar mais bem informada, mais focada e mais eficiente.

Num mercado em que os portefólios são cada vez mais complexos e as oportunidades surgem em janelas temporais cada vez mais curtas, a capacidade de escalar processos de análise será um fator diferenciador. As organizações que conseguirem combinar conhecimento sectorial, experiência operacional e soluções inteligentes estarão mais bem preparadas para responder com agilidade, criar valor e, em última instância, transmitir maior confiança aos nossos clientes.

A relevância da due diligence nas operações de crédito é indiscutível. O que muda é a capacidade de realizar o underwriting de portefólios com mais dados e maior rapidez. A integração de inteligência artificial permite transformar documentação dispersa em conhecimento acionável, reforçando a consistência da análise e a qualidade de decisão.

Venda da Remax “não qualquer impacto direto na operação em Portugal”, diz mediadora

A aquisição da Remax pela tecnológica norte-americana The Real Brokerage por 750 milhões de euros não vai mudar o paradigma estratégica da mediadora em Portugal. A notícia foi avançada pelo “Eco”, e ao JE, a mediadora confirma que “esta operação diz respeito à estrutura acionista da empresa-mãe da marca a nível global e não altera, para já, a operação da Remax Portugal”.

Manuel Alvarez, presidente da RE/MAX Portugal, afirma que “a operação junta dois modelos de negócio complementares, aliando a dimensão global e o modelo de franchising da RE/MAX à componente tecnológica avançada da Real Brokerage”.

Como tal, as duas marcas deverão manter-se, assim como a estratégia e o posicionamento de cada mercado, sendo que para Portugal não vai significar “qualquer impacto direto na operação diária”.

“A Remax Portugal mantém a sua estrutura, gestão e modelo de negócio totalmente inalterados, continuando a operar de forma autónoma e independente no mercado nacional, como tem acontecido ao longo dos últimos 25 anos”, refere a mediadora ao JE.

Deste modo, a mediadora acredita que esta nova fase poderá representar um reforço da capacidade tecnológica, da inovação e do acesso a ferramentas mais avançadas num setor cada vez mais digitalizado.

A Remax terminou 2025 com um volume de preços de 8,6 mil milhões de euros, o que significou um aumento de 21,7% face ao período homólogo, com as transações a registarem um crescimento de 7,7%.

Com 78,3%, os portugueses foram os principais impulsionadores das transações imobiliárias quer na compra quer no arrendamento de imóveis. No mercado internacional destacaram-se 114 nacionalidades com o Brasil (7%) a ser o mais representativo, seguindo-se os angolanos (1,7%), norte-americanos (1,5%), franceses e ucranianos (0,9% cada).

Ao nível geográfico Lisboa lidera o ranking do volume de transações imobiliárias, com 9,9% do total nacional, seguida por Sintra (5,6%), Cascais (2,8%), Porto, Vila Nova de Gaia (2,7% cada), Oeiras (2,6%), Loures (2,4%), Amadora (2,3%), Almada (2,2%) e Braga (2,1%). Em termos nacionais, os concelhos da Área Metropolitana de Lisboas representam mais de 35% do total de transações.

Os apartamentos e as moradias foram responsáveis por 47,1% e 29,5% respetivamente do total das transações da mediadora no ano passado, com as tipologias T2 a serem as mais vendidas com 43,1%, seguidos pelos T3 (33,2%) e T1 (15,8%).

JLL nomeia Rui Diogo como Head of Hotel Transactions para Portugal e Espanha

6 June 2026 at 13:18

A JLL, líder global em serviços imobiliários que atua tanto no mercado corporativo como no residencial de luxo, anunciou esta semana a nomeação de Rui Diogo para o cargo de Head of Hotel Transactions para Portugal e Espanha, com efeitos imediatos. A mudança marca uma aposta reforçada da consultora no crescimento da plataforma de Hotels & Hospitality na Península Ibérica.

Nesta nova função, Rui Diogo assume a liderança da área de Hotel Capital Markets da JLL nos dois países, reportando diretamente a William Duffey, Head of Hotels & Hospitality EMEA. Sucede a Ana Ivanovic, a quem Duffey agradeceu “o contributo e dedicação” que foram determinantes para posicionar o negócio para esta nova fase de crescimento.

A JLL aponta a experiência de cerca de uma década de experiência em investimento hoteleiro europeu de Rui Diogo, que integrou a JLL em 2017, no escritório de Londres, tendo-se mudado para Madrid em janeiro de 2024. Desde então afirmou-se como um dos principais assessores em operações complexas de portfólios, ativos de luxo e transações cross-border de M&A na Península Ibérica e na Grécia. Ao longo da carreira, esteve envolvido em transações que totalizam mais de 3,9 mil milhões de euros.

Entre os negócios emblemáticos em que participou destacam-se o Mare Nostrum Tenerife, a maior transação de um único ativo hoteleiro realizada em Espanha, assessorada pela JLL na venda à Spring Hotels; o Hoxton Barcelona, de 240 quartos, vendido à Trinity Investments e Partners Group; o Project Empire, portefólio de 17 hotéis distribuídos por Madrid, Costa del Sol, San Sebastián, Canárias e Granada; o Grand Hyatt Athens, de 548 quartos, vendido à Blackstone; e, em Portugal, o Corinthia Lisbon, o maior cinco estrelas do país, vendido à Orion Capital, bem como o InterContinental Palácio das Cardosas e o Infante Sagres Porto.

Para William Duffey, “Portugal e Espanha continuam a afirmar-se como um dos mercados de investimento hoteleiro mais dinâmicos e atrativos da Europa. Esta nomeação reflete não só a força da nossa plataforma, mas também a nossa convicção nas oportunidades que existem para o futuro”. Já Rui Diogo sublinha o “momento particularmente positivo” do setor: “Os fundamentos do mercado são muito sólidos, desde o forte desempenho do turismo à crescente apetência por parte dos investidores. Estou muito motivado para criar resultados de excelência para os nossos clientes em toda a região”.

A nomeação surge numa altura de elevada atividade para a plataforma de hospitality da JLL no Sul da Europa. A consultora está atualmente a assessorar vários mandatos de seleção de operadores em Portugal, Espanha e outros mercados do Sul da Europa, que abrangem mais de 1.300 quartos hoteleiros e mais de 270 unidades branded residences. Esta área, liderada por Anina Pira, Executive Vice President e Head of Operator Selection Southern Europe, reflete a crescente relevância estratégica da escolha de operadores para os proprietários hoteleiros.

A JLL opera em mais de 80 países e conta com uma equipa global superior a 113.000 profissionais.

Lisboa e Porto afirmam-se como polos dominantes do imobiliário de retalho em Portugal

6 June 2026 at 13:14

Lisboa e Porto consolidam a sua posição como os principais mercados de imobiliário para retalho em Portugal, num cenário marcado pela forte pressão turística e pela escassez de espaços disponíveis nas zonas centrais. A conclusão é do mais recente relatório elaborado pela aRetail em parceria com a Gestvalt, divulgado esta segunda-feira, 2 de junho de 2026.

De acordo com o estudo, Lisboa lidera destacada o setor, com uma faturação de 20 mil milhões de euros em 2025, valor que corresponde a 29% do total nacional. A capital beneficia diretamente do boom turístico, tendo registado 15,9 milhões de dormidas no último ano, o que representa 19,5% dos hóspedes em todo o país. Este dinamismo reflete-se no consumo: a Grande Lisboa concentra 51,3% das compras realizadas em Portugal.

A procura por espaços comerciais na capital é liderada pela restauração, com 47% das intenções de investimento, seguida da moda, com 26%. O segmento de luxo tem ganho terreno nas principais artérias lisboetas, nomeadamente no eixo Baixa-Chiado, Rossio-Restauradores-Avenida da Liberdade e Príncipe Real-Rato. Atualmente, 65% dos espaços na baixa de Lisboa são ocupados por marcas de moda, incluindo 20% de joalharia. A taxa de disponibilidade de imóveis comerciais na cidade situa-se nos 5%, sinal da elevada ocupação.

A pressão sobre a oferta tem impacto direto nas rendas. No centro de Lisboa, os valores oscilam entre 65 e 240 euros por metro quadrado. Os espaços acima de mil metros quadrados apresentam as rendas mais baixas, entre 65 e 75 euros por metro quadrado, enquanto lojas até 100 metros quadrados chegam aos 220 a 240 euros por metro quadrado. A Avenida da Liberdade destaca-se com uma yield entre 4,25% e 5%, sendo a artéria com maior retorno para investidores. Já o Chiado mantém-se como a zona mais prestigiada, misturando marcas premium, moda e cultura, enquanto o Príncipe Real atrai um público mais jovem e marcas internacionais.

O Porto mantém a segunda posição nacional, embora penalizado pela falta de novos eixos centrais de investimento. A cidade registou um crescimento de 4,6% na procura turística, atingindo quase 10 milhões de dormidas em 2025, e viu as rendas comerciais subirem 9,5% face ao ano anterior. A zona Norte representa 19,1% das compras a nível nacional e o Porto apresenta apenas 6% de disponibilidade de espaços comerciais no centro.

Na Invicta, as rendas variam entre 50 e 160 euros por metro quadrado. Espaços acima de mil metros quadrados situam-se entre 50 e 60 euros por metro quadrado, enquanto lojas até 100 metros quadrados atingem os 140 a 160 euros por metro quadrado. A moda lidera a ocupação no centro da cidade com 53%, dos quais 5% correspondem a joalharia, seguida da restauração com 10%. Os principais eixos de investimento continuam a ser a Baixa, Avenida dos Aliados e Clérigos. A zona de Santa Catarina apresenta uma yield entre 4,75% e 6%, acima dos valores de Lisboa, mas a oferta limitada trava um crescimento mais acelerado e reforça o peso dos centros comerciais.

Apesar das diferenças, os dois mercados partilham tendências: restauração e moda são os setores que mais investem, impulsionados pelo turismo e pelo aumento de residentes estrangeiros. Em ambas as cidades, a oferta escasseia e a rotação de espaços é baixa, o que aumenta a competição entre marcas.

A aRetail, consultora especializada em espaços comerciais do Grupo aFinance, destaca no relatório várias operações recentes que refletem esta dinâmica. Em Lisboa, a empresa acompanhou a Parfois na abertura na Rua Augusta e num novo espaço cultural na Rua dos Fanqueiros, além de uma intervenção no centro de Cascais. No Porto, mediou a seleção de localização para uma loja Scalpers e um investimento na área de restauração na Rua de Santa Catarina, mostrando que ainda é possível diversificar a oferta fora das grandes superfícies.

Com mais de 40 profissionais e escritórios em Barcelona e Madrid, a aRetail explica que atua junto de operadores em expansão, investidores e fundos nacionais e internacionais, procurando responder à procura pelas áreas mais cobiçadas das principais cidades ibéricas.

Vila do Conde: Festa junto ao Forte por pau de fileira de mais um prédio de luxo

6 June 2026 at 11:42

Decorreu junto ao Forte de São João Baptista, em Vila do Conde, uma celebração simbólica com a colocação do “pau de fileira” no empreendimento imobiliário de luxo VC Forte, assinalando a conclusão da estrutura do edifício e reunindo equipa técnica, construtora e responsáveis do projeto.

Segundo a promotora e construtora Fercopor, este momento representa “um marco simbólico que assinala a conclusão da estrutura e celebra o empenho de todos os que contribuem diariamente para este projeto”, sublinhando ainda a importância da localização, descrita como “irrepetível”, entre o rio Ave e o Atlântico, numa das zonas mais valorizadas da frente marítima de Vila do Conde.

Vila do Conde: Festa junto ao Forte por pau de fileira de mais um prédio de luxo
Foto: Fercopor
Vila do Conde: Festa junto ao Forte por pau de fileira de mais um prédio de luxo
Foto: Fercopor
Vila do Conde: Festa junto ao Forte por pau de fileira de mais um prédio de luxo
Foto: Fercopor

O empreendimento VC Forte está a ser desenvolvido junto ao Forte de São João Baptista, monumento histórico classificado e um dos elementos mais emblemáticos da arquitetura militar da cidade, construído no século XVII para defesa da barra do Ave.

De acordo com informação do projeto, consultada este sábado por O MINHO, o VC Forte prevê um “conjunto de apartamentos de tipologias T1 a T4, inseridos num condomínio privado com estacionamento, jardins e zonas comuns”.

A obra prossegue agora para as fases de acabamentos, mantendo a previsão de conclusão nos próximos meses, de acordo com a evolução do estaleiro e do calendário de execução.

O conteúdo Vila do Conde: Festa junto ao Forte por pau de fileira de mais um prédio de luxo aparece primeiro em O MINHO.

Imobiliário de luxo no Norte: Como escolher uma quinta exclusiva para viver ou investir 

5 June 2026 at 18:01

Fábio Neves

Comprar uma quinta ou uma moradia de luxo no Norte de Portugal exige mais do que atenção à beleza da propriedade. Na perspetiva de Fábio Neves, CEO da FNAI, uma boa decisão neste segmento deve equilibrar emoção, funcionalidade e visão de futuro.

O comprador deve imaginar a vida que quer construir naquele espaço, mas também perceber se o imóvel tem localização, privacidade, qualidade construtiva e potencial de valorização. 

Imobiliário de luxo no Norte: Como escolher uma quinta exclusiva para viver ou investir 
Foto: FNAI / Divulgação

Com mais de 20 anos de experiência no setor imobiliário, atividade em mercados como França e Luxemburgo, e equipas responsáveis por mais de 400 milhões de euros em volume de vendas, Fábio Neves conhece bem as exigências de quem procura imóveis premium.

Através da FNAI Quintas e Luxo, o CEO tem acompanhado a crescente procura por quintas de luxo, moradias de luxo e propriedades de ultra-luxo no Norte de Portugal. 

Para responder a um mercado cada vez mais internacional, a FNAI conta com agentes internacionais e uma equipa fluente em 15 línguas: português, inglês, espanhol, francês, alemão, hebraico, italiano, sérvio, mandarim, hindi, nepalês, luxemburguês, urdu, polaco e neerlandês. Esta capacidade permite acompanhar compradores nacionais e estrangeiros com maior proximidade, clareza e confiança. 

O Norte de Portugal como escolha de vida e investimento 

Para Fábio Neves, o Norte de Portugal reúne hoje condições muito competitivas no segmento premium.

A região combina qualidade de vida, segurança, património, natureza, gastronomia, boas acessibilidades e uma autenticidade que continua a atrair compradores nacionais e internacionais. 

Na sua visão, quem procura imobiliária de luxo no Norte de Portugal não está apenas à procura de uma casa maior ou mais sofisticada.

Procura uma propriedade com identidade, capaz de servir como residência principal, segunda habitação, investimento familiar, projeto turístico ou ativo de valorização a médio e longo prazo. 

É esta versatilidade que torna as quintas e moradias de luxo no Norte particularmente interessantes.

Muitas propriedades conjugam terreno, privacidade, construção de qualidade e potencial de rentabilização, fatores cada vez mais valorizados por quem compra com critério. 

O que valorizar antes de comprar uma quinta de luxo? 

Na opinião de Fábio Neves, uma quinta de luxo deve ser analisada para além do primeiro impacto visual. A beleza da propriedade é importante, mas não deve ser o único fator de decisão. 

Antes de comprar, o CEO da FNAI considera essencial avaliar: 

  • Localização e acessos 
  • Dimensão e qualidade do terreno 
  • Estado de conservação da propriedade 
  • Privacidade e enquadramento natural 
  • Existência de piscina, jardins, anexos ou zonas de lazer 
  • Potencial para turismo, eventos, produção agrícola ou uso familiar
  • Proximidade a serviços, cidades e aeroporto 
  • Capacidade de valorização futura

Segundo esta perspetiva, uma boa compra no mercado de imobiliário de luxo no Norte de Portugal é aquela que consegue unir prazer, utilidade e racionalidade financeira. 

Quando a casa é também uma experiência de vida 

Para Fábio Neves, o conceito de luxo mudou. Hoje, o comprador valoriza cada vez mais a experiência que a propriedade proporciona.

Espaços exteriores amplos, zonas de lazer, piscina, campo de ténis, jardins e privacidade são elementos que podem transformar uma casa num verdadeiro refúgio. 

Um excelente exemplo é uma moradia V4 de luxo em Arcos de Valdevez, com piscina e campo de ténis.

Imobiliário de luxo no Norte: Como escolher uma quinta exclusiva para viver ou investir 
Foto: FNAI / Divulgação

Este tipo de propriedade mostra como uma moradia pode ir além da função habitacional, oferecendo conforto, lazer e qualidade de vida num só espaço. 

Na mesma lógica, uma moradia de ultra-luxo em Ponte de Lima representa o perfil de imóvel procurado por compradores que valorizam exclusividade, arquitetura diferenciada e localização com identidade.

Para quem procura moradias de luxo no Norte de Portugal, estes elementos são cada vez mais decisivos.

Imobiliário de luxo no Norte: Como escolher uma quinta exclusiva para viver ou investir 
Foto: FNAI / Divulgação

O valor das propriedades com história e carácter 

Na perspetiva do CEO da FNAI, uma das grandes vantagens do Norte está na autenticidade das suas propriedades. Casas em pedra, quintas antigas recuperadas e imóveis com ligação à história local têm um valor emocional e patrimonial difícil de replicar. 

Um excelente exemplo é uma moradia em pedra em Ponte de Lima, com piscina e casa T1 independente.

Este tipo de imóvel combina tradição e conforto atual, permitindo viver numa propriedade com carácter, mas preparada para as exigências modernas.

Imobiliário de luxo no Norte: Como escolher uma quinta exclusiva para viver ou investir 
Foto: FNAI / Divulgação

A existência de uma casa independente acrescenta versatilidade. Pode servir para receber familiares, acolher convidados ou apoiar um projeto de alojamento premium.

Para Fábio Neves, este tipo de detalhe é muitas vezes o que transforma uma boa propriedade numa oportunidade diferenciadora. 

Terreno, produção e potencial de rentabilidade 

Para quem compra com uma visão de investimento, Fábio Neves considera que o terreno e a capacidade produtiva devem ser analisados com atenção.

Uma quinta pode ser uma casa de família, mas também pode ser um ativo com potencial agrícola, turístico ou empresarial. 

Um excelente exemplo é uma quinta com produção em Celorico de Basto, que reúne habitação, terreno amplo e possibilidade de diferentes utilizações.

Este perfil pode interessar a quem pretende investir numa propriedade com margem para desenvolver projetos ligados à agricultura, ao turismo rural ou à valorização patrimonial.

Imobiliário de luxo no Norte: Como escolher uma quinta exclusiva para viver ou investir 
Foto: FNAI / Divulgação

Outro exemplo é uma quinta em Ponte de Lima com moradia V3, piscina e cavalariça.

A presença de cavalariça, zonas exteriores e terreno amplo permite pensar a propriedade como espaço de lazer, turismo equestre ou residência familiar com forte ligação à natureza.

Imobiliário de luxo no Norte: Como escolher uma quinta exclusiva para viver ou investir 
Foto: FNAI / Divulgação

O Douro como território de oportunidades premium 

Na análise de Fábio Neves, falar de imobiliário de luxo no Norte de Portugal implica também olhar para zonas com forte reconhecimento internacional, como o Douro. A paisagem, a ligação ao vinho, o turismo e o valor patrimonial tornam esta região especialmente atrativa para investidores. 

Um excelente exemplo é uma quinta T10 no Douro Vinhateiro, com queijaria e terreno de 65.000 m². Pela dimensão, características produtivas e enquadramento territorial, este tipo de propriedade pode ser visto como uma oportunidade para turismo, produção, eventos ou projeto empresarial ligado ao território.

Imobiliário de luxo no Norte: Como escolher uma quinta exclusiva para viver ou investir 
Foto: FNAI / Divulgação

Para o CEO da FNAI, imóveis deste perfil mostram que o valor de uma propriedade premium não está apenas na casa, mas também na história, na localização e na capacidade de criar experiências. 

Viver no Minho: autenticidade e qualidade de vida 

Para Fábio Neves, o Minho continua a ser uma das regiões mais interessantes para quem procura viver no Norte com tranquilidade, espaço e ligação ao território. A paisagem verde, a gastronomia, o património, a segurança e a forte identidade cultural tornam a região particularmente atrativa. 

Para famílias, o Minho oferece uma vida mais equilibrada. Para compradores internacionais, representa uma forma mais autêntica de viver Portugal, longe da pressão dos grandes centros urbanos, mas com boas acessibilidades e proximidade ao Porto. 

É esta combinação entre qualidade de vida, autenticidade e potencial de valorização que tem impulsionado a procura por quintas de luxo no Norte de Portugal.

Comprar com emoção, decidir com estratégia 

Na opinião de Fábio Neves, comprar uma quinta ou uma moradia de luxo envolve sempre emoção. A paisagem, a arquitetura, a privacidade e a sensação de exclusividade têm peso na decisão. No entanto, no segmento premium, a emoção deve ser acompanhada por análise. 

O comprador deve perceber se o imóvel responde ao seu estilo de vida, se tem manutenção adequada ao seu perfil, se oferece privacidade, se está bem localizado e se pode valorizar no futuro. 

Uma boa decisão no mercado de imobiliária luxo Norte de Portugal deve unir desejo, conforto e estratégia. 

FNAI Quintas e Luxo: uma visão especializada do mercado premium 

A FNAI Quintas e Luxo posiciona-se como uma marca especializada em imobiliária luxo Norte de Portugal, com foco em quintas, moradias de luxo, propriedades premium e imóveis de ultra-luxo. 

Sob a liderança de Fábio Neves, a empresa alia conhecimento local, experiência internacional, agentes internacionais e fluência em 15 línguas. Esta combinação permite acompanhar compradores de diferentes nacionalidades com rigor, proximidade e visão estratégica. 

Para quem procura comprar, vender ou investir em imóveis de luxo no Norte de Portugal, a recomendação de Fábio Neves é clara: escolher uma propriedade deve ser um processo criterioso, informado e alinhado com o objetivo de vida ou investimento. No segmento premium, mais do que comprar uma casa, trata-se de escolher um património com valor presente e futuro. 

Contactos FNAI Quintas e Luxo 

Para conhecer as propriedades disponíveis ou obter acompanhamento especializado no segmento de imobiliária luxo Norte de Portugal, pode contactar diretamente a FNAI Quintas e Luxo.

  • Site: www.fnai.pt 
  • Contactos da agência: +351 258 948 070 / +351 925 378 010
  • Email da agência: contact@fabioneves.pt 
  • Morada: Largo da Feira n.º 34, 4990-043 Ponte de Lima
  • Contacto direto de Fábio Neves: +351 925 378 010

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Promotora de José Cardoso Botelho arranca com 100 milhões de investimento

Está para breve a chegada ao mercado da promotora imobiliária OneMark Properties, liderada por José Cardoso Botelho, antigo CEO da Vanguard Properties. A informação é dada ao JE por Carlos Marques dos Santos, CEO do grupo.

“Queremos fazer a diferença através de uma execução entre produto e marca, porque acreditamos que essa articulação vai definir os nossos ativos”, refere, adiantando que numa fase inicial o investimento será de 100 milhões de euros.

A aposta vai ser feita em quatro segmentos distintos de mercado, cada um com as suas particularidades.

”O primeiro segmento é o ‘Signature’. É o topo do mercado. Cada um destes ativos tem que ser irrepetível”, afirma, acrescentando que o segundo segmento, denominado por ‘Curated’, é destinado para famílias de classe média e média alta.

“Temos um terceiro segmento que chamamos de smart living. Virado para um cliente urbano, que não quer sair da cidade e quer uma resposta que seja flexível, compacta, tecnológica”, explica.

Finalmente, o quarto segmento, designado por ‘Opus – Buildings Reborn’, vai consistir na reconversão de edifícios de serviços obsoletos.

“Há muitos edifícios, sobretudo de escritórios, que por toda a questão da regulação da Comissão Europeia começam a desvalorizar-se. Há oportunidades muito interessantes pela sua localização e características de os reconverter em residencial”, salienta o CEO.

Os preços ainda não estão definidos, mas o responsável adianta que vão variar consoante os ativos, tal como as tipologias. Contudo, revela que o segmento em que a promotora tem projetos prontos a anunciar em breve é o ‘Signature’.

As áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, bem como Sines e Comporta estão a ser “acompanhadas com bastante interesse” pela promotora, com o CEO a destacar que continua a existir interesse do investidor internacional por Portugal. “Também temos parceiros de referência a nível nacional, que vão ter uma participação forte”, realça.

Sobre os problemas associados aos custos de construção, falta de mão de obra e demora nos processos de licenciamentos, a estratégia da promotora passa por rodear-se dos melhores parceiros nas áreas de engenharia, arquitetura e construção, que “são necessárias para pôr estes projetos de pé”, conclui.

Euribor sobe a 3 meses para máximo desde abril de 2025 e cai a 6 e 12 meses

Euribor

A taxa Euribor subiu hoje a três meses para um novo máximo desde abril de 2025 e desceu a seis e a 12 meses em relação a quinta-feira.

Com as alterações de hoje, a taxa a três meses, que avançou para 2,312%, continuou abaixo das taxas a seis (2,584%) e a 12 meses (2,842%).

A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, desceu hoje, ao ser fixada em 2,584%, menos 0,004 pontos do que na quinta-feira.

Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a março indicam que a Euribor a seis meses representava 39,41% do ‘stock’ de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.

Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,62% e 24,65%, respetivamente.

No prazo de 12 meses, a taxa Euribor também recuou hoje, para 2,842%, menos 0,009 pontos do que na sessão anterior.

Em sentido contrário, a Euribor a três meses avançou hoje, ao ser fixada em 2,312%, mais 0,001 pontos que na quinta-feira e um novo máximo desde abril de 2025.

A média mensal da Euribor subiu, de novo, nos três prazos em maio, mas de forma menos acentuada do que em abril.

Em maio, a média mensal da Euribor subiu 0,051 pontos para 2,226% a três meses.

Já a seis e a 12 meses, a média da Euribor avançou 0,082 pontos para 2,536% e 0,057 pontos para 2,804%, respetivamente.

Em 30 de abril, na segunda reunião desde o início da guerra, o BCE manteve as taxas diretoras, pela sétima reunião de política monetária consecutiva, como tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.

O mercado antecipou esta manutenção das taxas diretoras, mas prevê um aumento na próxima reunião de política monetária do BCE, que se realiza em 10 e 11 de junho em Frankfurt, Alemanha.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.

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