Reading view

As 10 atrações turísticas mais dececionantes do mundo

Reino Unido e Canadá surgem como os países com maior percentagem de atrações dececionantes, seguidos dos EUA. Mas um dececionante parque espanhol também entra no Top 10. Toda a gente que já viajou sabe que nem todas as atrações turísticas que entram nas típicas listas de visitas “a não falhar” correspondem às expectativas. Um novo estudo da Radical Storage, rede internacional de armazenamento de bagagem, analisou quase 100 mil avaliações de visitantes a locais icónicos em todo o mundo e concluiu que multidões, preços elevados, acessos difíceis e experiências abaixo da fama continuam a estragar a visita a alguns dos

  •  

Vale-tudo na Casa Branca

Um juiz federal autorizou esta sexta-feira o Presidente norte-americano a celebrar este fim de semana o seu 80.º aniversário e o 250.º do país com combates de UFC num ringue já montado no relvado sul da Casa Branca. A decisão do juiz distrital Amit Mehta permite aos organizadores utilizar o relvado da Casa Branca como local para o evento de artes marciais mistas da organização Ultimate Fighting Championship (UFC) planeado para domingo. Mehta concluiu que os autores da ação judicial interposta para proibir a realização do evento provavelmente não têm legitimidade para o contestar e não conseguiram provar que sofreriam

  •  

Primeiro-ministro recebe Selecção antes do Mundial

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, recebeu a Selecção Nacional de Futebol antes da partida da equipa para o Mundial 2026. No encontro, o chefe do Governo deixou uma mensagem de confiança e apoio aos jogadores, sublinhando a esperança dos portugueses numa…

O post Primeiro-ministro recebe Selecção antes do Mundial aparece primeiro no Diáspora Lusa.

  •  

Qual será o impacto da Copa do Mundo no governo Trump? Entenda

A Copa do Mundo de 2026, realizada nos Estados Unidos, México e Canadá, chega em um momento politicamente ambíguo para o presidente americano, Donald Trump.

O torneio, que teve início na última quinta-feira (11), tem colocado em evidência tanto as dificuldades econômicas enfrentadas pelos americanos quanto às tensões diplomáticas do governo com países africanos.

Durante participação no videocast Fora da Ordem, o analista de internacional da CNN Brasil, Lourival Sant’Anna, avaliou que o evento esportivo acaba funcionando como um espelho das contradições do atual momento político e econômico dos Estados Unidos.

Dificuldades econômicas em evidência

O que mais repercute internamente, de acordo com Lourival, são as dificuldades financeiras da população americana para acompanhar o torneio.

“As passagens aumentaram de preço e os hotéis não estão com a ocupação que esperavam”, afirmou o analista.

Ele destacou que a Copa acaba colocando em evidência os problemas econômicos que os americanos enfrentam, relativos ao alto custo de vida e ao choque de energia causado pelo fechamento do Estreito de Ormuz.

Caso do árbitro somali

Outro ponto de repercussão negativa para o governo americano foi o impedimento da entrada do árbitro somali Omar Artan nos Estados Unidos.

Celebrado em toda a África após ser selecionado para a equipe de arbitragem da Copa, Omar foi retido por cerca de 11 horas pelas autoridades americanas, que alegaram ter encontrado evidências de ligação dele com o Al-Shabaab, grupo terrorista ligado à Al-Qaeda na Somália. O árbitro negou qualquer vínculo com o grupo e declarou não conhecer ninguém ligado a ele.

Ao retornar à Somália, onde foi recebido pelo presidente do país, Omar fez declarações consideradas “muito suaves”, sem criticar diretamente os Estados Unidos.

“Ele tem 34 anos de idade e disse esperar ter oportunidade de um dia ser árbitro em uma outra Copa”, afirmou Lourival.

O analista ressaltou que casos semelhantes de impedimento de entrada também afetaram iraquianos, iranianos e outros profissionais de países africanos.

Desgaste com o continente africano

Para Lourival, o episódio reacende feridas antigas entre os africanos e Trump.

O analista citou declarações anteriores do presidente americano nas quais ele teria usado termos depreciativos para se referir ao continente africano e à comunidade somali nos Estados Unidos, além de ter pedido que deputadas de minorias — como Ilhan Omar, Rashida Tlaib, Alexandria Ocasio-Cortez e Presley — “voltassem para os países delas”, gerando o slogan “send them back” de seu primeiro mandato.

Segundo o analista, todas essas tensões favorecem a China, que já possui enorme projeção sobre o continente africano.

“As feridas se reabrem e isso favorece a China, a projeção e a disputa por influência que ela tem na África com os Estados Unidos e com o Ocidente, com a Europa de maneira geral”, concluiu.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.
  •  

O Estreito de Schrödinger está aberto e fechado ao mesmo tempo (e funciona)

Ormuz já não está fechado. Mas também não está totalmente aberto. A administração Trump está a recorrer às táticas da “frota-sombra” russa para pôr os navios a circular. Quando o presidente norte-americano, Donald Trump, disse que iria abrir o estreito de Ormuz, o que aparentemente queria dizer era que os Estados Unidos iriam promover o tipo de práticas obscuras que alimentam as “frotas-sombra” da Rússia, do Irão e da Venezuela, diz o The Atlantic. Muitos dos navios que agora entram ou saem de Ormuz fazem-no às escuras, com os dispositivos de localização desligados desligados. O objetivo é evitar a deteção

  •  

Ladrão usou um Waymo como carro de fuga. 6 meses depois, a polícia ainda não tem suspeitos

Rostos desfocados e imagens do interior indisponíveis limitaram o que os investigadores conseguiram apurar. O que aconteceu? A polícia de São Francisco está habituada a recolher imagens de videovigilância de lojas próximas ou de câmaras de rua quando investiga um assalto. Neste caso, tinha algo muito mais avançado: um carro autónomo equipado com sensores, câmaras e dados da viagem. Ainda assim, não foi suficiente, conta o TechSpot. Em janeiro, um assaltante usou um robotáxi da Waymo como veículo de fuga depois de assaltar um estúdio Hot 8 Yoga, no bairro de Marina District. O furto foi rápido. As imagens de

  •  

Acordo entre EUA e Irã pode ser assinado neste fim de semana; entenda

Autoridades dos EUA e do Irã afirmaram na sexta-feira (12) que um memorando de entendimento para encerrar o atual conflito está próximo de ser concluído, aumentando a expectativa de que o documento seja assinado nos próximos dias.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que o acordo “nunca esteve tão próximo” e disse que o memorando poderá ser assinado remotamente após a conclusão das negociações finais.

Segundo autoridades americanas e iranianas, o documento serviria como uma etapa preliminar para um acordo mais amplo e abriria um período de 60 dias de negociações técnicas entre os dois países.

Entenda os pontos do acordo

De acordo com uma autoridade do governo dos Estados Unidos, o memorando inclui:

  • Reabertura do Estreito de Ormuz;
  • Fim do bloqueio americano aos portos iranianos;
  • Desmantelamento do programa nuclear iraniano;
  • Transferência do material nuclear enriquecido do Irã para os Estados Unidos, onde seria destruído;
  • Possível alívio gradual das sanções econômicas impostas a Teerã.

O governo americano afirma que qualquer benefício econômico só seria concedido após o cumprimento das obrigações por parte do Irã.

“Os iranianos não recebem nada no momento da assinatura”, afirmou uma autoridade americana. Segundo a fonte, cada etapa cumprida pelo regime iraniano resultaria em contrapartidas econômicas específicas.

Divergências

Apesar do avanço das negociações, Washington e Teerã seguem apresentando versões distintas sobre os termos do entendimento.

Enquanto os Estados Unidos destacam concessões iranianas relacionadas ao programa nuclear, o governo iraniano tem enfatizado pontos como o alívio das sanções, o respeito à soberania do país e o encerramento dos conflitos regionais.

Araghchi afirmou que o memorando incluirá não apenas questões nucleares e econômicas, mas também uma solução para os confrontos no Líbano e em “todas as outras frentes” do conflito regional.

O chanceler iraniano também declarou que o Irã está preparado para retomar a guerra caso os termos negociados não sejam cumpridos.

Israel mantém posição

Em meio às negociações, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que o país não pretende se retirar das áreas que ocupa no Líbano, na Síria e em Gaza.

Segundo Katz, Israel continuará atuando contra ameaças ligadas ao Irã e aos grupos armados apoiados por Teerã na região.

Tensão em Ormuz

No fim da noite de sexta-feira, o CENTCOM (Comando Central dos EUA) informou ter interceptado diversos drones iranianos próximos ao Estreito de Ormuz.

Segundo os militares americanos, as aeronaves buscavam interromper o tráfego marítimo comercial na região. O CENTCOM afirmou que todos os drones foram abatidos e que a navegação no corredor marítimo segue sem restrições.

(Com informações de Kevin Liptak, Sophia Saifi, Mitchell McCluskey, Alayna Treene, Oren Liebermann e Michael Williams, da CNN)

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

  •  

“A Albânia não está à venda”. Ivanka Trump sob fogo devido a projeto para resort de luxo

Em causa está um polémico projeto de Ivanka Trump e Jared Kushner para um resort de luxo numa ilha paradisíaca na Albânia, que tem motivado protestos por todo o país e apelos à demissão do primeiro-ministro. Há já dias que os manifestantes estão a protestar pelas ruas de Tirana, capital da Albânia, atraindo milhares de pessoas às ruas para exigir o cancelamento de um empreendimento turístico de luxo supostamente ligado a Ivanka Trump — filha do presidente americano Donald Trump — e ao seu marido Jared Kushner. Há bandeiras albanesas e slogans anticorrupção, mas também muitas imagens da filha de

💾

Em causa está um polémico projeto de Ivanka Trump e Jared Kushner para um resort de luxo numa ilha paradisíaca na Albânia, que tem motivado protestos por todo o país e apelos à demissão do primeiro-ministro. Há já dias que os manifestantes estão a protestar pelas ruas de Tirana, capital da Albânia,
  •  

Estados Unidos dão show no primeiro tempo e goleiam Paraguai por 4 a 1 na estreia da Copa do Mundo

Os Estados Unidos venceram o Paraguai por 4 a 1 nesta sexta-feira (12/06) no SoFi Stadium, em Inglewood (EUA), pela primeira rodada do Grupo D da Copa do Mundo.

Os anfitriões começaram em cima e abriram o placar logo aos seis minutos. Os donos da casa partiram em contra-ataque, Pulisic acionou McKennie na área, que tocou em direção a Balogun, mas a bola desviou no volante Bobadilla, que marcou contra.

Aos 30 minutos, Pulisic tocou direto para Balogun, que chutou de primeira e fez o segundo gol. Aos 49, Balogun foi lançado em velocidade, deixou a marcação para trás, driblou o zagueiro e acertou um lindo chute no ângulo: 3 a 0 no primeiro tempo.

No segundo tempo, o técnico Mauricio Pochettino optou por tirar Pulisic e Balogun. Aos 27 minutos, o meio-campista Maurício (brasileiro de nascença) recebeu na entrada da área e bateu firme: 3 a 1.

Quando parecia que o placar não sofreria mais alterações, Reyna marcou um golaço. Aos 52 minutos, o meia-atacante dominou na área e acertou um belo chute de três dedos: 4 a 1.

Com o resultado, os Estados Unidos largam em vantagem no Grupo D, na primeira posição com três pontos. O Paraguai fica na lanterna com zero. Austrália e Turquia se enfrentam na madrugada deste domingo (14/06).

The post Estados Unidos dão show no primeiro tempo e goleiam Paraguai por 4 a 1 na estreia da Copa do Mundo appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

  •  

EUA abatem drones iranianos perto do Estreito de Ormuz, diz Exército

O CENTCOM (Comando Central dos EUA) anunciou na noite desta sexta-feira (12) que as forças armadas americanas abateram vários drones iranianos de ataque unidirecional perto do Estreito de Ormuz.

O Irã lançou diversos drones de ataque que buscavam interromper o tráfego marítimo comercial próximo ao estreito, informou o CENTCOM em uma publicação no Facebook.

Os militares americanos afirmaram que suas forças “abateram todos eles nas últimas horas, enquanto o fluxo de tráfego pelo estreito continua sem impedimentos”.

“O corredor comercial internacional permanece aberto para trânsito”, afirmou o CENTCOM.

Possível acordo

A movimentação acontece em meio a especulações de um possível memorando de entendimento entre os EUA e o Irã.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou mais cedo nesta sexta-feira que o acordo pdoerá ser assinado remotamente por ambas as partes nos próximos dias.

O documento será assinado e anunciado após as etapas finais das negociações, disse Araghchi.

O chanceler iraniano também afirmou que o documento deve abordar diversas questões, incluindo o programa nuclear do regime, o alívio das sanções e o bloqueio do Estreito de Ormuz.

O acordo, que ainda não foi assinado, inclui uma resolução para o conflito no Líbano “e em todas as outras frentes”, disse Araghchi .

Mais cedo, o chanceler iraniano disse que a assinatura do documento “nunca esteve tão próxima”.

Entenda os pontos do acordo

Uma autoridade do governo dos Estados Unidos detalhou vários pontos do acordo em negociação com o Irã, apresentando o documento como capaz de cumprir os objetivos do presidente Donald Trump nas tratativas.

Entre os pontos do esboço do acordo estão:

  • A reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio dos EUA aos portos iranianos.
  • O desmantelamento do programa nuclear iraniano, incluindo a transferência para os Estados Unidos do material enriquecido do Irã, que, segundo a autoridade, seria destruído no local e depois retirado do país.
  • O Irã seria “aliviado de grande parte das pressões econômicas às quais esteve submetido por muitos e muitos anos”, caso cumpra as disposições do acordo. “Esses benefícios só serão concedidos se eles realmente cumprirem o que foi acordado”, afirmou o funcionário.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

  •  

Ataque dos EUA mata líder da gangue venezuelana Tren de Aragua, diz Trump

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (12) que as forças americanas realizaram um ataque que matou Hector Rusthenford Guerrero Flores, também conhecido como Niño Guerrero, líder da gangue Tren de Aragua, que atuava em presídios venezuelanos.

“Sob minhas ordens, o Comando Sul dos Estados Unidos realizou um ataque rápido e letal com armas de fogo para executar com sucesso Niño Guerrero, o infame líder da Tren de Aragua, uma das organizações terroristas mais sanguinárias do planeta”, disse Trump em uma publicação no Truth Social na noite de sexta-feira.

“Esta ação foi coordenada de perto com nossos amigos na Venezuela, com quem estamos trabalhando muito bem”, acrescentou.

Trump não especificou quando o ataque ocorreu.

O Ministério da Informação da Venezuela não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

O governo Trump tem repetidamente imposto sanções a Guerrero e outros líderes da organização Tren de Aragua por suposto envolvimento em atividades criminosas como tráfico de drogas, tráfico de pessoas e lavagem de dinheiro.

O Departamento de Estado designou o Tren de Aragua como uma organização terrorista estrangeira.

Trump alegou que o Tren de Aragua coordenou suas atividades nos EUA com o regime do ditador venezuelano Nicolás Maduro. O governo Trump citou essa suposta ligação para justificar a deportação de alguns imigrantes nos Estados Unidos para uma prisão de segurança máxima em El Salvador.

A Casa Branca, o Pentágono e o Comando Sul dos EUA não responderam imediatamente a um pedido de comentário.

  •  

Investidores acompanham novo tarifaço com reação mais moderada

A nova proposta de tarifas de 25% sobre produtos importados pela recomendação do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), gerou tensão sobre uma nova guerra comercial global. 

Um estudo da FIA Business School estima que as novas medidas podem provocar uma perda de até R$ 38 bilhões no consumo brasileiro e afetar US$ 9,5 bilhões em exportações industriais. Segundo a projeção, o impacto também poderia reduzir em até 0,6% o crescimento do PIB brasileiro.

A proposta apresentada pelos Estados Unidos ainda passa por etapas políticas e regulatórias antes de entrar efetivamente em vigor. Trump tem até 15 de julho para decidir sobre a definição e a aplicação das tarifas.

Segundo Marilia Fontes, apresentadora da Resenha do Dinheiro, o momento é considerado delicado para o Brasil, já que boa parte da sustentação da atividade econômica vem do agronegócio e das exportações. 

“Uma imposição de tarifas prejudica ainda mais um crescimento que já está frágil e concentrado, além de provocar consequências no emprego e no consumo”, observa Marilia. 

Além dos impactos econômicos, o mercado também acompanha a incerteza sobre a efetiva implementação das medidas. Isso porque o primeiro grande pacote tarifário anunciado por Trump, em 2025, teve recuos, flexibilizações e mudanças ao longo dos meses.

“No início, houve uma reação de muito medo, mas depois os investidores enxergaram parte das medidas mais como retórica do que algo efetivamente prático”, diz Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb. 

Para Thiago Godoy, educador financeiro, ainda existe uma dúvida sobre até que ponto Trump estaria blefando ou se realmente pretende implementar todas essas medidas. 

“O mercado passou a levar parte do discurso mais a sério, mas esse movimento de anunciar e depois recuar também desgasta a credibilidade dele”, complementa. 

Nesse cenário, acordos comerciais e alianças econômicas ganham força. O avanço das negociações entre Mercosul e União Europeia, além do fortalecimento do Brics, é visto como um caminho para reduzir a dependência econômica dos Estados Unidos.

A inflação americana também segue no radar dos investidores globais. Com preços elevados de imóveis e alimentos, cresce a preocupação com a perda de poder de compra da população.

Outro efeito percebido pelo mercado é a desvalorização do dólar nos últimos meses. 

“Esse movimento já vem sendo observado, com investidores retirando recursos dos EUA e buscando oportunidades em outras geografias, como por exemplo a bolsa brasileira”, explica Marilia Fontes. 

Apesar disso, Godoy pondera que o movimento não elimina a importância do dólar dentro de uma estratégia de diversificação internacional. 

“O que isso não significa é que o investidor deva deixar de olhar para o dólar, já que continua sendo uma moeda forte. Esse cenário pode mudar rapidamente e, com a moeda americana em um patamar mais baixo, muitos investidores enxergam uma oportunidade para ampliar a exposição internacional”, conclui Thiago.

Resenha do Dinheiro

Realizado com o apoio da B3 e da gestora de investimentos BlackRock, o programa é apresentado por Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”, Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos; Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb e propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados a educação financeira e investimentos. A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos — sem abrir mão da análise.

A Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.

  •  

Irã diz que declaração conjunta com Omã sobre Ormuz será divulgada em breve

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, anunciou na noite desta sexta-feira (12) que uma declaração conjunta com Omã sobre o futuro controle do Estreito de Ormuz deve ser divulgada “em breve”.

Araghchi disse à televisão estatal iraniana que a declaração será divulgada em conjunto com o governo omanita, segundo a agência de notícias semioficial ISNA. O Estreito de Ormuz está situado entre o território de ambas as nações.

Os comentários surgem em meio a rumores de que um suposto acordo entre os EUA e o Irã estaria sendo finalizado, com sua assinatura prevista para os próximos dias.

Autoridades americanas destacaram vários pontos do memorando de entendimento, incluindo a reabertura completa do estreito e o levantamento do bloqueio americano aos portos iranianos ao longo do estreito.

Acordo aborda o Estreito de Ormuz

Araghchi disse que o memorando abordará diversas questões, incluindo o programa nuclear do regime, o alívio das sanções e o bloqueio do Estreito de Ormuz.

O acordo, que ainda não foi assinado, inclui uma resolução para o conflito no Líbano “e em todas as outras frentes”, disse Araghchi à televisão estatal iraniana.

O memorando também abordará outras fontes de tensão na relação entre Washington e Teerã, incluindo uma declaração escrita dos EUA afirmando que “respeitam a soberania do Irã”, disse o chanceler.

Entenda os pontos do acordo

Uma autoridade do governo dos Estados Unidos detalhou vários pontos do acordo em negociação com o Irã, apresentando o documento como capaz de cumprir os objetivos do presidente Donald Trump nas tratativas.

Entre os pontos do esboço do acordo estão:

  • A reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio dos EUA aos portos iranianos.
  • O desmantelamento do programa nuclear iraniano, incluindo a transferência para os Estados Unidos do material enriquecido do Irã, que, segundo a autoridade, seria destruído no local e depois retirado do país.
  • O Irã seria “aliviado de grande parte das pressões econômicas às quais esteve submetido por muitos e muitos anos”, caso cumpra as disposições do acordo. “Esses benefícios só serão concedidos se eles realmente cumprirem o que foi acordado”, afirmou o funcionário.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

  •  

Memorando com EUA pode ser assinado remotamente nos próximos dias, diz Irã

Um memorando de entendimento entre os EUA e o Irã poderá ser assinado remotamente por ambas as partes nos próximos dias, afirmou o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, em pronunciamento na televisão estatal nesta sexta-feira (12).

O documento será assinado e anunciado após as etapas finais das negociações, disse Araghchi.

O chanceler iraniano também afirmou que o documento deve abordar diversas questões, incluindo o programa nuclear do regime, o alívio das sanções e o bloqueio do Estreito de Ormuz.

O acordo, que ainda não foi assinado, inclui uma resolução para o conflito no Líbano “e em todas as outras frentes”, disse Araghchi .

Mais cedo, o chanceler iraniano disse que a assinatura do documento “nunca esteve tão próxima”.

Entenda os pontos do acordo

Uma autoridade do governo dos Estados Unidos detalhou vários pontos do acordo em negociação com o Irã, apresentando o documento como capaz de cumprir os objetivos do presidente Donald Trump nas tratativas.

Entre os pontos do esboço do acordo estão:

  • A reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio dos EUA aos portos iranianos.
  • O desmantelamento do programa nuclear iraniano, incluindo a transferência para os Estados Unidos do material enriquecido do Irã, que, segundo a autoridade, seria destruído no local e depois retirado do país.
  • O Irã seria “aliviado de grande parte das pressões econômicas às quais esteve submetido por muitos e muitos anos”, caso cumpra as disposições do acordo. “Esses benefícios só serão concedidos se eles realmente cumprirem o que foi acordado”, afirmou o funcionário.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

  •  
❌