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Governo autoriza nomeação de 55 servidores para reforçar ANM

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos autorizou a nomeação de 55 candidatos aprovados no concurso da ANM (Agência Nacional de Mineração), em meio a críticas sobre a falta de estrutura da agência e ao aumento das responsabilidades do órgão no setor mineral.

A portaria, assinada pela ministra Esther Dweck e publicada no Diário Oficial da União, libera o provimento adicional de 45 cargos de especialista em recursos minerais e 10 de analista administrativo.

As nomeações, no entanto, ainda dependem da existência de vagas na data do provimento e de declaração da ANM sobre a adequação orçamentária e financeira das novas despesas.

A autorização ocorre dias depois de a própria agência alertar que o corte de R$ 22,6 milhões no orçamento pode afetar atividades estratégicas, como a fiscalização de barragens e pilhas de mineração, o combate à lavra ilegal, a arrecadação dos royalties da mineração, a análise de novos empreendimentos e a modernização tecnológica da agenda regulatória.

Segundo a ANM, as restrições orçamentárias aprofundam um processo contínuo de limitação de recursos que reduz a capacidade operacional da instituição responsável pela regulação e fiscalização da atividade mineral no país. A agência afirma que algumas áreas já enfrentam dificuldade para manter suas atividades.

O reforço de pessoal também acontece em um momento de ampliação das atribuições da ANM.

A agência passou a ocupar papel ainda mais relevante nas discussões sobre minerais críticos e estratégicos, tema que ganhou prioridade no governo federal e no Congresso diante da disputa global por insumos usados em baterias, defesa, energia limpa e tecnologia.

O projeto de lei dos minerais críticos, aprovado pela Câmara dos Deputados e agora em análise no Senado, prevê novas funções para o Estado na organização da cadeia mineral, com mecanismos de triagem, homologação de operações e incentivo à agregação de valor em território nacional. Na prática, a política tende a aumentar a demanda sobre a estrutura técnica da ANM.

O setor privado tem defendido o fortalecimento da agência como condição para dar segurança jurídica ao mercado. Mineradoras e investidores argumentam que qualquer ampliação do papel do Estado na cadeia mineral precisa vir acompanhada de critérios técnicos, previsibilidade regulatória e capacidade operacional dos órgãos responsáveis.

Apesar da autorização para nomear novos servidores, integrantes do setor avaliam que o número ainda é insuficiente diante do volume de processos minerários, da fiscalização de barragens e da nova agenda ligada aos minerais críticos.

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Governo de SC lança edital mirando reativar a aviação regional

O governo de Santa Catarina publicou nesta sexta-feira (12) o edital para licitação do programa de subsídio a voos regionais no estado.

A iniciativa, chamada de “Programa VOA + SC” irá definir a empresa que vai prestar o serviço de transporte aéreo de passageiros e cargas no projeto de aviação regional.

Pela proposta, o governo catarinense poderá subsidiar parte do custo da operação (hora/voo) da empresa selecionada a fim de disponibilizar ao público em geral bilhetes aéreos mais baratos do que eles seriam ofertados caso o custo total da operação fosse refletido integralmente no preço das passagens.

A vencedora deverá oferecer os voos regulares nas rotas definidas no edital.

Segundo apuração da CNN, a proposta “diferente” tem como objetivo tentar reativar a aviação regional no estado a partir de um subsídio na operação, bareteando as passagens para o cliente final.

O investimento estatal está limitado a R$ 22,5 milhões para o primeiro ano de contrato.

As empresas interessadas em participar da licitação têm até 17 de julho para apresentarem as propostas.

Ainda segundo o governo do estado, a frequência de voos de cada uma das cidades será definida pelo Estado e poderá sofrer alterações conforme a demanda.

Em nota, o governador Jorginho Mello afirmou que a retomada do projeto aéreo regional tem como objetivo conectar todo o território estadual, fortalecendo o turismo e a geração de empregos.

“Santa Catarina já teve uma aviação regional muito forte e sabe o quanto isso ajudou no desenvolvimento das nossas regiões. Agora, estamos retomando esse caminho porque queremos um estado cada vez mais conectado e com oportunidades em todo o território. Quando você aproxima as regiões, facilita a chegada de investimentos, ajuda quem produz, fortalece o turismo e gera emprego”, disse.

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Soja fecha em baixa em Chicago após semana de volatilidade

A soja encerrou o pregão desta sexta-feira (12) em baixa na Bolsa de Chicago, refletindo a cautela dos investidores após uma semana marcada por forte volatilidade. O contrato com vencimento em julho recuou 0,18%, fechando cotado a US$ 11,32 por bushel.

Segundo a Agrinvest, o complexo soja operou no campo negativo ao longo da sessão. Após as reações ao relatório mais recente do USDA e às notícias envolvendo um possível acordo entre Estados Unidos e Irã, os contratos chegaram a ensaiar uma recuperação na abertura dos negócios, mas perderam força no decorrer do dia.

O óleo de soja apresentou desempenho relativamente mais firme, especialmente diante da forte queda observada nos preços do petróleo. Ainda assim, a pressão sobre o complexo energético acabou influenciando negativamente as commodities ligadas ao setor, limitando o avanço dos derivados da oleaginosa.

Com isso, o mercado seguiu ajustando posições e monitorando os desdobramentos no cenário macroeconômico e energético, fatores que continuam ditando o comportamento dos preços no curto prazo.

Milho

Os contratos futuros do milho fecharam a sexta-feira em leve alta na Bolsa de Chicago, em que o vencimento para julho avançou 0,24%, encerrando o pregão cotado a US$ 4,12 por bushel.

A Granar apontou que a recuperação foi impulsionada por movimentos de cobertura de posições por parte dos investidores, após as perdas registradas nas últimas sessões, além das preocupações com a falta de umidade em áreas das Grandes Planícies norte-americanas. Apesar do avanço no dia, o cereal acumulou sua terceira semana consecutiva de desvalorização.

O mercado também acompanhou de perto os desdobramentos das negociações entre Estados Unidos e Irã. A evolução das tensões no Oriente Médio e seus reflexos sobre os preços do petróleo são considerados fatores importantes para a cadeia do milho, especialmente diante das expectativas em torno da ampliação do uso de etanol nos Estados Unidos.

Nesse contexto, os agentes monitoram a tramitação no Senado norte-americano da proposta que autoriza a comercialização da gasolina E-15 durante todo o ano. A medida, já aprovada pela Câmara dos Representantes, pode ampliar a demanda por etanol e, consequentemente, por milho, principal matéria-prima utilizada na produção do biocombustível no país.

Trigo

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros do trigo encerraram a sessão desta sexta-feira em queda. O vencimento para julho recuou 0,38%, fechando cotado a US$ 5,84 por bushel.

Apesar da baixa no dia, o cereal conseguiu interromper a sequência de perdas observada nas duas semanas anteriores e encerrou a semana acumulando valorização.

A Granar apontou que o mercado foi influenciado pela realização de lucros e pela cautela dos investidores diante das negociações envolvendo Estados Unidos e Irã, que podem resultar em um acordo para redução das tensões na região e reabertura do Estreito de Ormuz.

Além do cenário geopolítico, os preços seguem pressionados pelos fundamentos sazonais. O avanço da colheita do trigo de inverno nos Estados Unidos e a proximidade do início da colheita em outras importantes regiões produtoras do Hemisfério Norte reforçam as expectativas de maior oferta no mercado global, limitando movimentos mais expressivos de alta.

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Especialistas preveem El Niño positivo para safra argentina

Embora condições intensas do El Niño possam ​prejudicar as colheitas em grande parte ​do mundo, o fenômeno climático provavelmente impulsionará a produção agrícola na Argentina no segundo semestre do ano, afirmaram especialistas em clima.

Na quinta-feira, o Centro de Previsão Climática dos Estados Unidos informou que as condições do El Niño se intensificarão à medida que o segundo ⁠semestre de 2026 avança.

O ​fenômeno El Niño causa o aquecimento das águas oceânicas ​na região central e oriental do Pacífico equatorial, levando a uma ⁠redução das chuvas em grande parte ⁠da Ásia e da Austrália e gerando temores ​quanto ‌à diminuição do abastecimento global de alimentos e ao aumento dos ⁠preços devido às secas.

Mas na Argentina, um dos principais exportadores de soja, milho e trigo, o fenômeno aumenta a frequência e a intensidade ‌das chuvas, ⁠o que ‌geralmente favorece o desenvolvimento das culturas, afirmaram especialistas em clima.

“A safra de 2026/27 será inteiramente marcada pela presença do El Niño e ⁠será um fator positivo”, disse German ⁠Heinzenknecht, meteorologista da Consultoria Argentina de Climatologia Aplicada.

O último El Niño intenso ocorreu no ‌ciclo 2015/16, quando a Argentina registrou a segunda maior safra de soja de sua história, com 59,1 milhões de toneladas métricas, e a produtividade média do milho foi 7% superior à média ‌dos últimos 10 anos, segundo dados oficiais.

“No coração agrícola, uma área que não sofre inundações por ter boa drenagem de água, ⁠o El Niño produz rendimentos muito bons”, disse o especialista em clima Eduardo Sierra.

O plantio de milho na Argentina começará em setembro ​e o de soja em outubro.

Os produtores do país já estão ​semeando a safra de trigo 2026/27, que pode chegar a 20 milhões de toneladas, segundo a Bolsa de Rosário, o que seria a terceira maior safra do cereal ‌para a Argentina.

Como o produtor financia a safra no Brasil?

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Cacau fecha em alta na bolsa de Nova York com aumento da oferta global

Na bolsa de Nova York, os contratos futuros do cacau encerraram a sessão desta sexta-feira (12) em alta. O vencimento para setembro avançou 1,84%, fechando cotado a US$ 3.868 por tonelada.

Apesar da valorização no fechamento, o mercado segue atento aos sinais de aumento da oferta global. Segundo informações do Barchart, os preços da commodity enfrentaram pressão ao longo da semana após novos dados indicarem maior disponibilidade do produto na Costa do Marfim, principal produtor mundial de cacau.

O país africano revisou para cima sua estimativa de recebimento de cacau nos portos, acrescentando mais de 260 mil toneladas ao volume projetado para a atual temporada. Dados acumulados mostram que os produtores enviaram 1,95 milhão de toneladas aos portos entre 1º de outubro de 2025 e 7 de junho de 2026, volume 18,9% superior ao registrado no mesmo período do ciclo anterior.

O crescimento dos embarques reforça as expectativas de uma oferta mais robusta no mercado global, fator que continua sendo monitorado pelos investidores.

Café

Os contratos futuros do café arábica encerraram a sessão em alta na Bolsa de Nova York. O vencimento para setembro avançou 1,26%, fechando negociado a US$ 2,53 por libra-peso.

O mercado deu continuidade ao movimento de valorização iniciado na véspera, sustentado pelas preocupações com o ritmo da colheita brasileira. As previsões climáticas indicam volumes expressivos de chuva nas principais regiões produtoras do país, o que pode dificultar os trabalhos no campo e atrasar a entrada da nova safra no mercado.

Segundo a empresa de monitoramento climático Vaisala, são esperadas precipitações de moderada a forte intensidade ao longo desta semana nas áreas cafeeiras do Brasil. Além disso, os modelos meteorológicos apontam que as chuvas podem persistir também na próxima semana, aumentando a atenção dos operadores quanto à oferta do produto.

Açúcar

Nesta sessão, o vencimento do açúcar para entrega em outubro recuou 0,77% na bolsa de Nova York, fechando cotado a 14,23 centavos de dólar por libra-peso.

A commodity seguiu pressionada por fatores externos. O fortalecimento do dólar reduziu a competitividade do açúcar negociado em moeda norte-americana, enquanto as perspectivas de um possível acordo provisório entre Estados Unidos e Irã alimentaram expectativas de maior fluidez no comércio da commodity no Oriente Médio.

Com isso, os preços em Nova York atingiram o menor patamar das últimas sete semanas, refletindo o aumento do apetite vendedor e a cautela dos investidores diante do cenário internacional.

Por outro lado, o mercado encontrou algum suporte nas novas projeções da consultoria Czarnikow. A empresa revisou sua estimativa para o balanço global de açúcar na safra 2026/27, reduzindo a previsão de superávit de 1,4 milhão de toneladas para um déficit de 10 mil toneladas. A mudança reflete a maior destinação de cana para a produção de etanol no Brasil, favorecida pelos preços mais elevados do petróleo no mercado internacional.

Algodão

O algodão com contrato futuro para entrega em dezembro fechou com ligeira alta de 0,08% e precificado em 76,42 centavos de dólar a libra-peso.

Suco de Laranja

Os contratos futuros do suco de laranja encerraram o pregão em baixa. O vencimento julho recuou 0,57%, fechando a US$ 1,64 por libra-peso.

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Mesmo com crise hídrica, Sanepar descarta possibilidade de rodízio

Apesar do cenário de escassez hídrica que levou o governo do Paraná a decretar emergência em parte do estado, a Sanepar descarta, neste momento, a necessidade de adotar rodízio no abastecimento de água.

 

Em entrevista à CNN, o presidente da companhia, Wilson Bley, afirmou que a empresa já possui um plano de contingência para enfrentar eventuais problemas de abastecimento, mas avalia que o avanço do fenômeno El Niño deve trazer volumes significativos de chuva para o estado nos próximos meses.

 

No início de maio, a Sanepar decretou situação de emergência hídrica e proibiu o uso de água tratada para atividades consideradas não essenciais. De acordo com a companhia, 69% dos reservatórios monitorados operam fora das condições consideradas normais e, desse total, cerca de 17% estão em situação de estiagem.

O decreto prevê uma série de medidas para preservar os recursos hídricos, incluindo a possibilidade de adoção de rodízio no abastecimento. Apesar disso, a avaliação da empresa é que o cenário climático esperado para os próximos meses deve reduzir a pressão sobre os sistemas de captação e armazenamento de água.

 

A última vez que o Paraná passou por um período de rodízio, a situação perdurou por quase dois anos. Entre março de 2020 e janeiro de 2022, Curitiba e municípios da Região Metropolitana passaram por um dos mais longos relacionamentos da história recente do estado, em meio à pior estiagem registrada em quase um século.

 

Segundo projeções meteorológicas, o El Niño voltou a se formar e pode ter intensidade significativa nos próximos meses, aumentando a ocorrência de chuvas em parte da região Sul do país. A expectativa da Sanepar é que esse cenário contribua para a recuperação gradual dos reservatórios e afaste o risco de medidas mais restritivas no abastecimento.

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Deriva de herbicidas já provocou mais de 400 ocorrências em vinhedos do RS

A deriva de herbicidas hormonais já provocou mais de 400 ocorrências registradas em vinhedos do Rio Grande do Sul desde 2018 e passou a ser considerada um fator permanente de risco para a expansão da vitivinicultura em diferentes regiões do estado.

O levantamento realizado pela Fundação Empresa-Escola de Engenharia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Feeng), a partir de dados oficiais da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), identificou que aproximadamente 700 hectares de vinhedos foram diretamente afetados no período analisado.

Nas regiões mais impactadas, o universo de áreas expostas ao problema supera 4 mil hectares distribuídos em cerca de 45 municípios gaúchos. Os dados apontam perdas de produtividade entre 20% e 55% nas áreas atingidas. Em algumas situações, os prejuízos podem ultrapassar 80% da produção.

A maior parte dos registros está concentrada em regiões onde a vitivinicultura divide território com sistemas agrícolas extensivos que utilizam herbicidas hormonais para o controle de plantas daninhas. Entre os princípios ativos mais utilizados estão o 2,4-D, dicamba, picloram e fluroxipir.

No entanto, os efeitos vão além da redução imediata da safra. O estudo aponta que a deriva pode provocar abortamento floral, menor pegamento dos frutos, deformações vegetativas e enfraquecimento das videiras. Em situações mais severas, os produtores precisam investir na recuperação ou até mesmo na renovação completa dos vinhedos.

A pesquisa identificou ocorrências em praticamente todas as regiões produtoras de vinho do estado, incluindo Campanha Gaúcha, Serra do Sudeste, Região Central, Campos de Cima da Serra, Planalto, Missões e, de forma mais pontual, a Serra Gaúcha.
Segundo a professora doutora Shana Sabbado Flores, uma das coordenadoras do trabalho, o fenômeno deixou de ser percebido como um episódio isolado pelos produtores.

“Os resultados indicam que a deriva deixou de ser percebida pelos produtores como um evento pontual e passou a ser considerada um fator permanente de risco. Isso tem reflexos diretos sobre investimentos, expansão da atividade e perspectivas de desenvolvimento da vitivinicultura em diferentes regiões do Rio Grande do Sul”, comentou.

Para os pesquisadores, a sustentabilidade da agricultura gaúcha depende da convivência entre diferentes sistemas produtivos. O desafio, segundo o estudo, está em desenvolver mecanismos que permitam o avanço simultâneo das diversas cadeias agrícolas sem comprometer a competitividade da vitivinicultura.

Os resultados completos da pesquisa serão apresentados no próximo dia 17 de junho, em Dom Pedrito, durante evento promovido pelo Consevitis-RS.

Opções sustentáveis dentro dos vinhedos

A preocupação crescente com o tema tem levado parte do setor a rever práticas agrícolas e buscar alternativas para reduzir a dependência de insumos químicos, além do impacto da deriva de propriedades vizinhas.

Na campanha Gaúcha, a vinícola Salton tem intensificado a substituição gradual de herbicidas por plantas de cobertura nos vinhedos próprios localizados em Santana do Livramento. Desde 2021, o sistema utiliza gramíneas de inverno, como o azevém, para controlar plantas espontâneas, reduzir a erosão e contribuir para a conservação do solo.

Neste ano, a empresa entrou no Escopo 3, metodologia que contabiliza impactos ambientais gerados ao longo de toda a cadeia produtiva, desde a compra de insumos até a entrega do produto ao consumidor final. A iniciativa coloca a vinícola entre as pioneiras do setor vitivinícola brasileiro na adoção desse tipo de inventário.

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Moratória da soja: após falta de consenso, processos voltam aos relatores

Após uma série de reuniões no Nusol (Nucleo de Solução Consensual de Conflitos) do STF (Supremo Tribunal Federal) em busca de um acordo sobre os processos referentes à Moratória da Soja, os processos retornaram aos gabinetes dos ministros relatores. 

Segundo o STF, as reuniões foram marcadas por um “amplo diálogo entre as partes” e pela construção de um “ambiente propício à construção de solução consensual”. Apesar do avanço nas negociações, um recuo das autoridades envolvidas ao longo das tratativas inviabilizou a celebração de um acordo, de acordo com o Nusol. 

Assim, o supervisor do Núcleo, o magistrado auxiliar do Gabinete da Presidência Álvaro Ricardo, encaminhou os processos de volta para o gabinete dos relatores. 

Ao todo, o impasse da moratória da soja é pautado em duas ADIs (Ações Diretas de Inconstitucionalidade) principais:

  • ADI 7774: De relatoria do Ministro Flávio Dino, referente à lei do Estado de Mato Grosso, que proíbe a concessão de benefícios fiscais e de terrenos públicos a empresas que aderiram a acordos comerciais para a limitação da expansão agropecuária em áreas não protegidas por legislação ambiental específica. 
  • ADI 7775: De relatoria do Ministro Dias Toffoli, o processo é referente a uma lei semelhante, mas de Rondônia.

O STF ainda tem em pauta mais processos secundários referentes a esses impasses:  ADI 7863 (de autoria do Ministro Luiz Fux, referente à legislação de Tocantins) e ADI 7823 (sem autoria, e referente à legislação do Maranhão).

Estiveram presentes nas reuniões em maio representantes da Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), Aprosoja (Associação Brasileira dos Produtores de Soja), CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), e dos partidos PCdoB, Psol, PV e Rede. 

Também participaram de reuniões no Nusol os procuradores de Mato Grosso, Rondônia e Tocantins.

Com a decisão do Nusol, os Ministros devem encaminhar os processos para votação em plenário. Como a pauta de junho já foi fechada, a expectativa é que as ADIs sejam julgadas a partir de julho.

O que é a moratória? 

A Moratória da Soja é um acordo firmado em 2006 entre tradings, indústria e organizações da sociedade civil para impedir a compra de soja produzida em áreas desmatadas da Amazônia após julho de 2008.

As ações em análise no Supremo discutem a legalidade de leis estaduais que tentam limitar os efeitos da moratória.

De um lado, representantes do setor produtivo afirmam que o acordo cria restrições além das previstas no Código Florestal. Do outro, organizações ambientais defendem que a iniciativa ajudou a reduzir o desmatamento na Amazônia. 

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Relembre a trajetória de Elon Musk, o 1º trilionário da humanidade

O fundador e CEO da SpaceX, Elon Musk, se tornou oficialmente nesta sexta-feira (12) o primeiro trilionário do mundo. Ninguém jamais chegou perto de alcançar esse nível de patrimônio líquido.

Seria preciso somar as estimativas de patrimônio das quatro pessoas mais ricas do mundo – os fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin, o fundador da Oracle, Larry Ellison, e o fundador da Amazon, Jeff Bezos – para chegar perto do que Musk contabiliza atualmente.

 

 

Sua riqueza individual também é maior do que a das economias da maioria dos países do planeta, incluindo Taiwan (US$ 977 bilhões), Irlanda (US$ 779 bilhões), Suécia (US$ 760 bilhões) e Singapura (US$ 660 bilhões), além da África do Sul, país natal de Musk (US$ 480 bilhões).

Um trilhão de dólares é um milhão de milhões de dólares, o que é praticamente impossível de gastar em uma vida inteira. 

Relembre trajetória de Musk

Musk, de 54 anos, nasceu em Pretória, África do Sul, filho de mãe canadense e pai sul-africano. Ele frequentou a Universidade da Pensilvânia, onde se formou em 1997.

Em 2002, Musk funda a SpaceX, com a intenção de baixar os custos e aumentar a acessibilidade das viagens espaciais.

Já em 2008, ele assumiu o cargo de CEO da Tesla com a convicção de que os veículos elétricos poderiam combinar alto desempenho com recursos baseados em software, ajudando a redefinir a indústria automotiva global.

Musk foi eleito em 2013 como Empreendedor do Ano pela revista Fortune. E, em 2017, a Tesla entra na lista Fortune 500 das maiores empresas dos Estados Unidos pela primeira vez, classificando-se em 383. A lista classifica as empresas por receita, e a Tesla rendeu US$ 7 bilhões em 2016.

Alguns observadores do setor automotivo dizem que o sucesso da Tesla – e seu valor de mercado superior a um trilhão de dólares – ajudou a impulsionar as montadoras tradicionais a se voltarem para os carros elétricos.

Muitos investidores apostam que ele pode repetir o feito agora no espaço e na inteligência artificial. No entanto, a SpaceX continua com dificuldades financeiras, e grande parte da avaliação da empresa depende de tecnologias que podem levar anos ou décadas para se tornarem comercialmente viáveis.

Além da Tesla e da SpaceX, Musk cofundou outras cinco empresas, incluindo a startup de perfuração de túneis The Boring Company e a fabricante de implantes cerebrais Neuralink .

Como CEO da Tesla, Musk atraiu controvérsia e elogios na mesma medida. Ele é reconhecido por ter transformado a Tesla na montadora mais valiosa do mundo.

Executivos de montadoras tradicionais ignoraram a ameaça por anos, céticos de que uma startup de carros pudesse descobrir como produzir veículos elétricos em massa de forma lucrativa.

“Ele renovou o respeito mundial pela engenhosidade americana na engenharia automotiva”, disse Bob Lutz, ex-vice-presidente da General Motors.

Em 2021, a revista Time nomeou Musk como a Personalidade do Ano, “por criar soluções para uma crise existencial, por incorporar as possibilidades e perigos da Era dos Titãs da tecnologia, promovendo as transformações mais ousadas e disruptivas da sociedade”.

Em 2022, o bilionário anunciou que chegou a um acordo com o Twitter e comprou a rede social por US$ 44 bilhões. Posteriormente, Musk decidiu alterar o nome da plataforma para X, como permanece até hoje.

*com informações da CNN Internacional e Reuters.

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Governo Lula lança linha de crédito para entregadores de aplicativo

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou nesta sexta-feira (12) uma nova linha de crédito voltada para motociclistas ou ciclistas que prestam serviços para aplicativos. A iniciativa, que faz parte do programa Move Brasil, beneficia motoristas e entregadores.

A MP (Medida Provisória) será editada ainda nesta sexta (12), junto com a liberação do portal de cadastramento do programa. A partir de sábado (13), as contratações da linha de crédito terão início.

Um dos objetivos do programa é aumentar a produtividade e a renovação das frotas. A linha de crédito liberada poderá ser usada para a compra de ciclomotores, motonetas, motocicletas e bicicletas elétricas produzidas ou com projeto de investimento para produção no país. Cada trabalhador terá direito ao financiamento de apenas um veículo.

Podem participar do programa as seguintes categorias:

  • Profissionais cadastrados em aplicativos com ao menos seis meses de cadastro na plataforma e, no mínimo, 100 corridas realizadas;
  • Profissionais sob o regime da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) com ao menos 6 meses de exercício da atividade.

Como contrapartida para as montadoras, serão oferecidos descontos na aquisição dos veículos.

O programa será implementado com base nos recursos do FIIS (Fundo de Investimento em Infraestrutura Social) e usará informações compartilhadas por plataformas digitais como Uber, 99 e Ifood. Para que possam aderir ao Move Brasil, os motoristas ainda terão que passar pela análise da Caixa e do Banco do Brasil.

A linha de crédito a ser liberada terá juros de 12,5% ao ano para homens (0,99% ao mês), e 11,5% ao ano para mulheres (0,91% ao mês). O financiamento poderá ser pago em até 48 meses (quatro anos) e terá carência de dois meses antes do início do pagamento das parcelas.

Linha para Pessoa Jurídica

Além do crédito para os entregadores, o governo também lançou uma modalidade voltada para empresas, corporativas e sindicatos.

Essa linha poderá ser usada para itens pré-determinados, como baterias e postos de troca de bateria; e para capital de giro associado, limitado a 30% dos investimentos. O objetivo a expansão de infraestrutura do serviço de troca de bateria e de sistemas de recarga de motos elétricas.

As condições são semelhantes às da linha para pessoas físicas: juros de 12,5%, prazo de até 48 meses e carência de dois meses.

Governo Lula e motoristas de aplicativo

Desde o início do seu governo, o presidente Lula tem feito acenos à classe dos motoristas de aplicativo. A regularização dessa classe tem sido uma das pautas do petista nesta gestão.

Em maio, o petista assinou uma MP criando uma linha de crédito de até R$ 30 bilhões para taxistas e motoristas de aplicativo financiarem veículos novos com juros reduzidos.

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Elon Musk se torna 1º trilionário da história após IPO da SpaceX

O fundador e CEO da SpaceX, Elon Musk, torna-se oficialmente hoje o primeiro trilionário do mundo. Ninguém mais jamais chegou nem perto desse patrimônio líquido.

Na verdade, é preciso somar as estimativas de riqueza das quatro pessoas mais ricas do mundo — os fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin, o fundador da Oracle, Larry Ellison, e o fundador da Amazon, Jeff Bezos — para sequer chegar perto do valor que Musk representa atualmente.

Sua fortuna individual também é maior do que as economias da maioria dos países do planeta, incluindo Taiwan (US$ 977 bilhões), Irlanda (US$ 779 bilhões), Suécia (US$ 760 bilhões) e Cingapura (US$ 660 bilhões), além da África do Sul, terra natal de Musk (US$ 480 bilhões).

Um trilhão de dólares é um milhão de milhões de dólares, o que é basicamente impossível de gastar em uma vida inteira.

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AGU se opõe à ação sobre venda da Serra Verde no STF e defende Cade

A AGU (Advocacia-Geral da União) defendeu que o STF (Supremo Tribunal Federal) não deve aceitar uma ação que questiona a venda da Serra Verde, mineradora brasileira de terras raras, para a norte-americana USA Rare Earth.

O principal argumento da AGU é que a ação tenta levar ao STF uma discussão que, segundo o órgão, deve ser tratada pelas vias administrativas e legislativas já existentes

Em manifestação enviada ao Supremo, a AGU argumenta que a ação apresentada pelo partido Rede Sustentabilidade usa o caso Serra Verde como exemplo de uma suposta falha estrutural do Estado brasileiro no controle de ativos minerais estratégicos.

A Serra Verde opera em Minaçu, em Goiás, e é considerada uma das principais empresas de terras raras em atividade fora da China.

O caso ganhou relevância após a operação envolvendo a USA Rare Earth, companhia dos Estados Unidos que atua na cadeia de terras raras e ímãs permanentes.

Na ação, a Rede argumenta que operações societárias com investidores estrangeiros poderiam alterar o controle econômico de empreendimentos minerários estratégicos sem avaliação suficiente sobre impactos ao interesse nacional, à soberania tecnológica e à segurança econômica.

A AGU, porém, sustenta que a ADPF não pode ser usada como mecanismo de fiscalização de um caso específico. Segundo a manifestação, pedidos de acesso a processos administrativos, análise de pareceres e eventual suspensão de atos ligados à operação deveriam seguir vias ordinárias de controle da administração pública.

“A admissão de intervenção judicial substitutiva nesse domínio implicaria deslocamento indevido e prematuro de escolhas estruturantes para o âmbito da jurisdição constitucional, com risco de comprometimento da própria estabilidade regulatória que se pretende preservar”, diz a AGU.

O órgão também afirma que a operação já está sob análise do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). A Superintendência-Geral do Cade instaurou, em 11 de maio de 2026, um APAC (Procedimento Administrativo para Apuração de Ato de Concentração) para verificar se a aquisição da Serra Verde pela USA Rare Earth deveria ter sido submetida ao controle prévio da autarquia.

Dentro desse procedimento, o Cade deve avaliar se a operação configura ato de concentração, se atende aos critérios de notificação obrigatória e se houve consumação antecipada da transação, prática conhecida como “gun jumping”. Ao fim da análise, a autarquia pode arquivar o caso, exigir a notificação da operação ou abrir processo administrativo.

No mérito, a AGU nega que exista omissão estatal qualificada na regulação de minerais críticos e estratégicos.

A AGU também menciona que o tema está em processo de aperfeiçoamento no Executivo e no Legislativo, com destaque para a tramitação da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. Para o órgão, eventuais mudanças no modelo de controle de investimentos em ativos minerais estratégicos devem ser definidas pelo Congresso e pela administração pública, e não impostas diretamente pelo Judiciário.

A política aprovada pela Câmara e agora em análise no Senado amplia os poderes do Estado sobre a cadeia de minerais críticos. O texto cria um conselho ligado à Presidência da República com atribuição para definir projetos prioritários, orientar a política nacional do setor e estabelecer mecanismos de controle sobre operações envolvendo ativos considerados estratégicos.

Apesar de se opor à ação, a AGU reconhece que minerais críticos ganharam relevância estratégica no cenário internacional.

A manifestação cita mecanismos de triagem de investimentos estrangeiros adotados por países como Estados Unidos, Austrália, Canadá e pela União Europeia, mas afirma que não há um modelo único a ser aplicado imediatamente pelo STF ao caso brasileiro.

 

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SpaceX dispara em estreia na bolsa dos EUA e passa a valer US$ 1,9 trilhão

A SpaceX subia 21,7% em sua estreia na Nasdaq nesta sexta-feira (12), elevando sua valorização para cerca de US$ 1,96 trilhão, à medida que os investidores se lançaram sobre a maior IPO (oferta pública inicial) do mundo e aderiram ao vasto império de Elon Musk, que abrange foguetes, comunicações via satélite e inteligência artificial.

As ações abriram a negociação a US$ 150, em comparação com o preço de IPO de US$ 135 por ação.

 

A operação estava sendo acompanhada de perto devido ao que estava em jogo para o mercado de IPOs, que, segundo alguns banqueiros, poderia enfrentar dificuldades se as ações da SpaceX fechassem abaixo do nível de preço de quinta-feira.

Como a SpaceX é amplamente vista como um ensaio geral para uma nova geração de grandes aberturas de capital, os participantes do mercado também estarão atentos a sinais sobre o apetite dos investidores antes das próximas IPOs das gigantes da IA, Anthropic e OpenAI.

O desempenho das ações também será um teste para o chamado “prêmio Musk”, que tem sido a força por trás da avaliação de mais de US$ 1 trilhão da Tesla, apesar de ter sofrido pressões durante o papel ativo de Musk no governo do presidente Donald Trump.

A listagem histórica consolidou o status de Musk como o primeiro trilionário da história e impulsionou a SpaceX para o ranking das empresas mais valiosas do mundo — mesmo que a empresa tenha registrado um prejuízo de quase US$ 5 bilhões no ano passado e gerado apenas uma fração da receita obtida por gigantes da tecnologia com valorização semelhante.

“Eu dei à SpaceX 10% de chance de ter sucesso”, disse Musk no Texas, pouco antes do início do pregão.

Maior IPO do mundo

A IPO recorde é a culminação das ambições de longa data de Musk no setor espacial e tecnológico, e se destacou por redefinir as regras do jogo das IPOs em Wall Street e atrair uma legião de investidores de varejo para o mercado.

Com US$ 75 bilhões, os recursos arrecadados com a operação foram mais do que o dobro dos obtidos na oferta pública inicial recorde da Saudi Aramco em 2019.

Embora a SpaceX possa ter que esperar para entrar no S&P 500, sua esperada inclusão acelerada no Nasdaq 100 logo a tornará uma participação importante para fundos passivos e ETFs que acompanham o índice, criando uma nova fonte de demanda por suas ações.

Levará cerca de um mês para que ela seja adicionada a esse índice sob as novas regras de entrada rápida da Nasdaq, em contraste com a espera típica de até um ano.

Alguns analistas esperam que a estreia da SpaceX desencadeie uma reorganização das carteiras dos investidores, criando pressão de venda sobre outros pesos pesados do setor de tecnologia à medida que os fundos redirecionam seus recursos para as ações da empresa.

*com informações da Reuters.

73% das exportações do Brasil para UE estão concentradas em 5 destinos

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US consumer sentiment improves in June due to easing gas prices

Consumer sentiment still remains at historically low levels amid Iran war and rising inflation, new survey shows

Easing gas prices are making Americans feel better about their personal finances and the economy in June, but consumer sentiment remains at historically low levels amid ongoing conflict in the Middle East, according to new survey data from the University of Michigan.

The latest numbers come as SpaceX marks its historic stock market debut, which has made Elon Musk the world’s first trillionaire. Yet many Americans still feel like they are struggling even as the stock market reaches record highs.

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© Photograph: Mike Blake/Reuters

© Photograph: Mike Blake/Reuters

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Nubank nega fim de atividades e diz que mensagem a clientes foi um “erro”

O Nubank negou o encerramento de suas atividades após clientes terem recebido notificações citando o “encerramento” das operações da instituição financeira.

Em nota, o Nubank lamentou o envio “indevido” de uma mensagem a clientes e informou que o episódio decorreu de um “erro operacional pontual”, que está sendo investigado internamente.

Segundo a instituição financeira, que pediu desculpas pelo acontecido, o envio das notificações foi realizado à uma parcela de sua base de clientes.

“O caso não tem qualquer relação com a segurança da plataforma, a proteção das informações dos clientes ou a solidez da companhia. As operações do Nubank seguem normalmente, com segurança e estabilidade.”, diz o comunicado.

Procurado pela CNN Brasil, o Banco Central também afirmou que não procede a informação de que a insituição financeira foi liquidada.

O Nubank afirmou que o “erro” foi identificado e solucionado, refornaçando que permanece com todas as licenças ativas e sem impactos na operação.

Veja mensagem enviada à clientes

A notificação recebida por clientes do Nubank orientava os clientes a solicitar garantia pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos), mas tanto instituição financeira como o Banco Central confirmaram que as operações seguem normalmente. Veja abaixo:

Notificação enviada à clientes do Nubank afirmava fim das operações da instituição
Notificação enviada à clientes do Nubank citava fim das operações da instituição • Reprodução/CNN Brasil

 

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