O Inter é uma instituição que oferece serviços financeiros centralizados e rotinas digitais em um único aplicativo. Além de eliminar a necessidade de múltiplos programas, permite criar contas gratuitamente, com cartão de crédito sem anuidade.
Seu ecossistema digital inclui assistente de inteligência artificial e canais de atendimento completos.
Melhorias no Super App facilitam dia a dia dos clientes
O Super App do Inter traz uma série de funcionalidades para os clientes da instituição financeira. É possível resolver várias pendências pelo aplicativo, evitando múltiplos acessos e interfaces.
A experiência integrada oferece:
Conta digital gratuita: Pix, transferências, saques e emissão de boletos ilimitados e sem taxas, além de cartão de crédito sem anuidade.
Marketplace: um shopping com ofertas das maiores lojas do Brasil e cashback direto na conta.
O lançamento da Seven fortaleceu o processo de hiperpersonalização do Super App. A agente de IA realiza categorização e insights do orçamento, automação de ações, alertas inteligentes e apoio no planejamento financeiro.
Funciona a partir de três etapas simples: o cliente delega uma tarefa, acompanha a execução e aprova o resultado antes de qualquer operação.
Entre as principais funcionalidades estão:
transferências via Pix;
compra de gift cards;
parcelamento de compras no cartão de crédito global;
reinvestimento de valores com resgate automático;
análises de extrato e fatura;
atendimento e resolução de dúvidas frequentes sobre produtos e serviços;
concierge de consórcio.
IA e hiperpersonalização melhoraram índices de eficiência operacional
No primeiro trimestre de 2026 o Inter acumulou uma série de recordes nas suas métricas operacionais, resultado de diferentes estratégias da companhia, inclusive com melhorias no Super App.
44 milhões de clientes;
índice de eficiência operacional de 43,8%;
expansão da carteira de crédito, que cresceu 33% entre um ano e outro, para R$ 50 bilhões;
combinando cartões e Pix, o volume de pagamentos chegou a R$ 1,7 trilhão;
Depois que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada semanal de trabalho para 40 horas foi aprovada na Câmara dos Deputados, uma nova iniciativa apresentada no Senado Federal reacendeu o debate sob outra perspectiva.
Trata-se da PEC nº 12/2026, que propõe permitir ao trabalhador a escolha entre o regime tradicional da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e um modelo flexível de remuneração por horas trabalhadas e que nesta terça-feira (9) recebeu a adesão de 1.174 entidades do setor produtivo entre elas as confederações CACB, CNA, CNC, CNI, CNT e da FIESP
Acorda cedo
Elas assinam o manifesto “Uma carta para o Brasil que acorda cedo” defendendo a PEC 12/2026, chamada de PEC do Trabalho Flexível, com o argumento de que ela é a chance de finalmente colocar a decisão na mão de quem move este país: você, trabalhador brasileiro.
O manifesto aposta na sinalização do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que propõe que ela seja substitutiva do texto aprovado na Câmara Federal. As entidades avaliam a proposta de autoria do senador Rogério Marinho (PL-RN) é a mais moderna.
O novo texto altera o artigo 7º da Constituição Federal para permitir que empregado e empregador, preferencialmente por meio de negociação coletiva, ajustem a jornada de trabalho com base nas horas efetivamente trabalhadas, assegurando a proporcionalidade no pagamento de salários e demais direitos trabalhistas.
Votação da escla 6x1 na Câmara dos Deputados. - Kayo Magalhães
Contra PEC 221/2019
Representante do segmento que terá o maior impacto avalia que o texto aprovado na Câmara pode gerar impactos negativos no emprego, nos pequenos negócios e na competitividade das empresas, especialmente as micros e as de pequeno porte.
E embora reconheça a legitimidade do debate sobre a redução da jornada, a CNC entende que a alteração direta da Constituição tende a elevar custos, exigir reestruturações operacionais e pressionar a geração de empregos formais.
Jogo pesado
Mas não será fácil. O risco de que a PEC 12/2026 possa receber apoio em substituição à PEC 221/19 aprovada em 2º turno com 461 votos a favor e 19 contra já mobiliza o governo Lula, que pressiona os senadores para aprovar em regime de urgência o texto aprovado na Câmara Federal.
Escritório Imobiliário Paulo Miranda. - Divulgação
Paulo Miranda
Depois de mais de 25 anos no conhecido endereço Avenida Domingos Ferreira, 2200 - Boa Viagem, o Escritório Imobiliário Paulo Miranda vai mudar de casa. A partir de julho, se muda para um novo endereço na Avenida Conselheiro Aguiar 184, também em Boa Viagem. O terreno de mais de dois mil m² vai abrigar um residencial que o empresário negociou.
Fábrica da Dragão
A Interlândia Ltda., tradicional empresa de saneantes de Pernambuco e dona da icônica marca Dragão, vai mudar de endereço industrial. Sairá da Rua General Abreu e Lima, 112, em Jaboatão dos Guararapes, para uma nova fábrica em Goiana (PE), onde está investindo R$ 70 milhões, na qual será sua maior planta industrial.
A companhia manterá a sede administrativa no local onde iniciou suas atividades em 1948, com o produto mais conhecido da empresa, a água sanitária Dragão. A Interlândia tem parques industriais em Jaboatão dos Guararapes (PE), Mata de São João (BA), Marechal Deodoro (AL) e Cascavel, no Ceará.
Social RioMar
O Quiosque Social do RioMar Recife recebe a Fundação Alice Figueira de Apoio ao IMIP em junho, no Piso Térreo, com a renda das vendas totalmente revertida para a instituição. Os produtos partem de R$3 e contam com uma ampla variedade, entre canetas, bolsas, necessaires, malas, camisas, copos, garrafas, itens de papelaria.
Inadimplentes
Segundo dados da Serasa Experian, o Brasil atingiu um recorde preocupante para o ambiente de negócios com nove milhões de empresas inadimplentes em abril de 2026. Em apenas um ano, o número de CNPJs negativados cresceu em aproximadamente 1,5 milhão, impulsionado pelo cenário de juros elevados e crédito mais caro.
Crescimento do e-commerce no Brasil. - Divulgação
E-commerce
A Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce estima que o comércio eletrônico brasileiro deve registrar desempenho expressivo no Dia dos Namorados de 2026. A expectativa é de que o setor movimente R$ 10,26 bilhões.
O valor representa avanço em relação aos R$ 9,26 bilhões faturados em 2025 e o crescimento estimado é de 10,82%. O ticket médio deve permanecer praticamente estável, passando de R$552,44 para R$555,11.
Água e Esgoto Social
A nova Lista Positiva da Tarifa Social de Água e Esgoto da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) aponta aumento de 150,6 milhões para 154,9 milhões de brasileiros residentes em municípios com a implantação da Tarifa Social de Água e Esgoto. O número representa o total de residentes nos municípios, mas não representa necessariamente a população efetivamente atendida pela Tarifa.
Ela representa uma política tarifária orientada à ampliação do acesso a serviços essenciais para a população de baixa renda. A atualização também informa que houve aumento de prestadores municipais, intermunicipais, estaduais e distritais para 441 instituições que podem ajudar as famílias a serem beneficiadas.
Marteboi recebe selo verde. - Divulgação
Selo Verde
A Masterboi está entre as empresas reconhecidas com o Selo Empresa Verde Pernambuco 2026, certificação concedida pelo Governo de Pernambuco a organizações que se destacam pela adoção de práticas sustentáveis, responsabilidade social, governança corporativa e gestão ambiental. A companhia alcançou 139 pontos na avaliação, posicionando-se entre as empresas com melhor desempenho do estado.
Destaque
O JC Recall de Marcas 2026 destacou o Senac PE como uma das marcas mais lembradas pelos consumidores na categoria Cursos Profissionalizantes. Em 2025, a instituição realizou 83.373 atendimentos, registrou 42.849 matrículas e ofertou mais de 6,6 milhões de horas-aula em mais de 120 municípios pernambucanos. O compromisso social também se refletiu no período com R$ 69,8 milhões investidos em programa de gratuidade, beneficiando mais de 9 mil pessoas no Estado.
Forró de Gravatá
O São João de Gravatá começa nesta sexta-feira, 12 de junho, no Polo da Sanfona com a estreia do Forró dos Namorados, comandado por Capital do Sol, Fagner Chagas e Sant'Anna, um dos forrozeiros mais respeitados do Nordeste.
Em entrevista à CNN Brasil, o CEO da JBS, Gilberto Tomazoni, afirmou nesta terça-feira (9) que o principal desafio para o ambiente de negócios no Brasil é o patamar elevado da taxa básica de juros.
Segundo o executivo, a trajetória dos juros brasileiros depende diretamente da capacidade do governo de enfrentar o déficit fiscal e oferecer previsibilidade para a economia.
Durante o bate-papo, Tomazoni disse que questões econômicas e os planos do governo seguem no centro das atenções das empresas, que precisam se adaptar constantemente às mudanças no cenário macroecônomico.
“O plano de governo é importante para sabermos como vamos lidar com o déficit fiscal, que no fundo é o que precisamos para ter uma taxa de juros menor”, afirmou.
Em meio aos conflitos contínuos no Oriente Médio, o mercado financeiro segue em um cenário de forte volatilidade, oscilando entre o otimismo e a cautela por parte dos investidores.
Nesse contexto, Tomazoni disse ainda que a JBS possui uma visão privilegiada das transformações econômicas globais por operar em diversos mercados. Na avaliação dele, o cenário internacional vive uma mudança de paradigma, com o enfraquecimento do modelo baseado na globalização e no livre comércio.
“O pêndulo foi primeiro para a globalização e para o livre comércio, o que ajudou as economias a crescerem. Mas elas não cresceram no mesmo ritmo. Algumas ganharam mais mercado que outras, e agora o pêndulo está voltando para um mundo mais protecionista”, avaliou o executivo.
Apesar do avanço das barreiras comerciais e da maior proteção aos mercados domésticos em diversas regiões, o CEO da JBS avalia que a presença global da empresa reduz os impactos dessas mudanças sobre seus negócios.
Segundo Tomazoni, a estratégia de manter operações produtivas em diferentes países permite à empresa adaptar seus fluxos comerciais de acordo com as condições de cada mercado.
“Independentemente dos acordos fechados ou das barreiras comerciais, sempre vamos ter um ângulo para exportar o nosso produto”, afirmou.
O presidente do Banco de Brasília (BRB), Nelson Antônio de Souza, afirmou nesta terça-feira (9) que o banco público foi o “mais fraudado” no escândalo envolvendo o banco Master.
“Ele é o maior, foi a empresa mais fraudada de todos que têm”, declarou, durante audiência à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para explicar as operações entre o BRB e o banco Master.
Souza reafirmou que o banco público tem tomado medidas de reestruturação, mas admitiu que a recuperação da instituição não será fácil. No entanto, disse considerar que o BRB tem condições de continuar funcionando.
“A nossa chegada foi exatamente para que não aconteça uma liquidação no BRB. E o BRB tem condições estruturais de permanecer de pé de maneira sólida”, falou.
O presidente do BRB repetiu que a provisão necessária ao banco é de R$ 8,8 bilhões e que essa provisão será feita com empréstimo do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), com securitização da dívida do Distrito Federal.
Souza disse que o BRB detém 64% do mercado de Brasília, o que corresponde a uma carteira de quase R$ 15 bilhões, e que uma liquidação afetaria a capital. “Quero dizer que o Banco de Brasília desaparecendo, (…) não é problema para depósitos, é problema para Brasília inteira e todos os locais que o BRB está presente”, falou.
A CAE do Senado tem um grupo de trabalho para supervisionar as investigações das fraudes do Master.
Termos de empréstimo podem mudar
Na audiência, Nelson Antônio de Souza reafirmou ver condições de sobrevivência do banco público, mas que os termos do empréstimo pretendido pela instituição podem mudar.
“Tem condição de sobreviver e como vai sobreviver? Se não tivesse, não tinha por que estarmos perdendo nosso tempo aqui. Não faria sentido. Quanto é esse empréstimo, nas condições que nós sugerimos do empréstimo? Isso não quer dizer que vai ser isso, até porque quem vai emprestar diz quanto é. Mas nós pedimos um empréstimo de R$ 6,6 bilhões”, declarou, durante a audiência à CAE do Senado.
Souza defendeu o empréstimo e disse que o período de carência facilitará o pagamento. “Em 2027, em 2028, quando nós começamos a pagar o empréstimo, teremos acima de R$ 1 bilhão de lucro”, disse.
Empreendimentos se concentram, sobretudo, na Margem Sul de Lisboa, onde os preços dos terrenos ainda não estão tão inflacionados. Imóveis são menores que os tradicionais, para caber no bolso.
Empreendimentos se concentram, sobretudo, na Margem Sul de Lisboa, onde os preços dos terrenos ainda não estão tão inflacionados. Imóveis são menores que os tradicionais, para caber no bolso.
O Negócios desafia os seus leitores a responderem a uma pergunta no canal do WhatsApp sobre as hipóteses de Portugal na edição de 2026 do Campeonato do Mundo de futebol.
No ano passado, o Brasil registrou seu maior desempenho nas exportações de carne bovina, consolidando um ciclo de crescimento com expansão de volume, valorização de preços médios e novos mercados. Chegamos a 3,50 milhões de toneladas, um avanço de 20,9% sobre 2024 e receita de US$ 18,03 bilhões, 40,1% mais na comparação anual.
Foi um negócio da China. Literalmente, aquele país, mais uma vez, importou 1,68 milhão de toneladas, pagou US$8,90 bilhões e respondeu por quase metade (48%) do volume total exportado.
Recorde de vendas
E mesmo com o tarifaço americano (que atrapalhou os negócios das empresas brasileiras entre agosto e novembro), os Estados Unidos se consolidaram como o segundo principal cliente da carne bovina nacional, comprando 271,8 mil toneladas. O faturamento aumentou 21,3%, chegando a US$ 1,6 bilhão.
A seguir vieram a União Europeia (128,8 mil toneladas e US$ 1 bilhão), o Chile (136,2 mil toneladas e US$ 754,5 milhões) e o México (118 mil toneladas e US$ 645,4 milhões), que entrou no grupo dos cinco maiores clientes.
Nelore é a raça mais criado no Brasil que tem 200 milhões e cabeças. - DIVULGAÇÃO
Rumo a 4 milhões
Mantidas as condições de 2025, o Brasil poderia pensar em gravar até quatro milhões de toneladas exportadas. Mas o mercado mudou de uma forma tão extraordinária que até mesmo os maiores especialistas do setor se surpreenderam.
A China decidiu estabelecer uma cota de 1,1 milhão de toneladas para o Brasil em 2026, com uma tarifa padrão de 12%; os Estados Unidos consolidaram o interesse colocando a carne brasileira fora do novo tarifaço que cobra 25%; e a União Europeia excluiu o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal sob as novas regras relacionadas ao uso de antimicrobianos na produção pecuária o que atinge essencialmente a carne bovina.
Fora da taxação
A exclusão da lista de taxação americana de 25% se deve ao fato de que hoje os frigoríficos brasileiros têm forte presença nos Estados Unidos. Mas não se pode desvincular o fato de que, no dia em que saiu a decisão do USTR, fixando a nova taxação, a China reconheceu o Brasil como livre de febre aftosa depois de 20 anos de negociação.
Coincidência ou não, foi graças ao reconhecimento do novo status sanitário que o Brasil vai ampliar oportunidades para as exportações de produtos bovinos e suínos do Brasil no mercado chinês, como miúdos e carne com osso.
Brasil se prepara para vender vísceras, testículos e miúdos bovinos para a China - FERNNADO CASTILHO
Exportar miúdos
Empresários do setor esclarecem que o reconhecimento é muito importante e nos coloca no ranking de países com relação ao status sanitário global. No entanto, ainda há um processo a ser entendido sobre quando e se poderemos exportar miúdos e carne com osso para a China.
O anúncio é o primeiro passo e agora vem a negociação entre os governos para definir como será feito o processo ao qual os frigoríficos brasileiros terão que se submeter para fazer um pedido de extensão e buscar um novo processo de habilitação.
Miúdos vermelhos
O fato gera a expectativa de poder exportar tanto os miúdos vermelhos quanto os miúdos brancos em volume extraordinário. Porque, culturalmente, esse é um produto que o chinês tem no seu cardápio diário e é muito maior do que o das carnes nobres sem osso.
Entretanto, o problema mais sério é com a União Europeia. O bloco compra por ano em média 120 mil toneladas e paga US$ 1 bilhão. Mas como não interpretar como uma proteção adicional quando o anúncio se dá a menos de dois meses da entrada em vigor provisória do acordo comercial entre MERCOSUL e União Europeia?
Brasil foi autorizado a vender miúdos bovinos para a China. - FERNANADO CASTILHO
Cuidados na cadeia
A decisão de excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar carne vem com a justificativa de que não conseguimos comprovar que os produtores atendem a exigências sanitárias europeias, especialmente não utilizarem, ao longo de toda a cadeia produtiva, medicamentos antimicrobianos para tratar e prevenir infecções em animais.
Aparentemente, parece claro que, como não era sustentável dizer que valeria apenas para carne, o documento que passa a valer em 3 de setembro incluiu aves, tripas, equinos, produtos de aquicultura e mel, caso o país não apresente as garantias exigidas pelo bloco até setembro. É difícil imaginar abelhas silvestres sendo tratadas com medicamentos antimicrobianos. Também não exportamos carne de cavalo nem tilápia. Mas ainda assim eles estão na lista.
Até mesmo mel
O que todo esse quadro chama a atenção é como um produto como carne bovina virou instrumento de ação política entre os três maiores blocos econômicos e como o produtor precisou se adaptar.
Nos últimos anos, o Brasil precisou se adequar às exigências dos Estados Unidos em termos de barreiras sanitárias aplicadas aos frigoríficos locais. Depois, as exigências da China, que não compra carne de animais com mais de 30 meses, fizeram o Brasil passar a criar o chamado “Boi China”, que virou o novo padrão internacional.
Apesra das exportações consumo per capita de carne no Brasil caiu 40% em 25 anos. - REPRODUÇÃO/PIXABAY
Cortes brasileiros
Agora o Brasil terá que provar à União Europeia que o gado (criado com pasto e finalizado em 24 meses em confinamento) não usou, em vida, nenhum medicamento antimicrobiano. Tudo isso para os europeus poderem comer um corte especial de carne do Brasil.
Brasil registou queda nas vendas de cimento em maio de 2026. - Divulgação
Vendas de cimento
As vendas de cimento em maio de 2026 registraram uma queda de 1,0% em relação ao mesmo mês de 2025 e totalizaram 5,7 milhões de toneladas, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC). No acumulado dos primeiros cinco meses do ano, o setor apresentou um crescimento de 1,2% frente ao ano passado. No acumulado do ano (janeiro-maio), o desempenho registra elevação de 2,2%.
Conta de energia
Começou nesta segunda-feira (8) uma consulta pública da Aneel para aprovar a mudança da cobrança de franquia mínima pela disponibilidade da energia, paga desde 1975 por consumidores de baixa tensão, por um encargo fixo mensal. Hoje a cobrança mínima, regra atual, é uma quantia acrescentada à conta de luz quando o consumo mensal de energia de um imóvel é inferior ao considerado mínimo para custear o transporte de energia até ele.
A conta mensal está sendo cobrada dos consumidores de modo desigual – quem consome mais energia arca com um valor muito maior do que quem usa menos, pois esse custo está embutido no valor do quilowatt-hora. A Aneel quer a cobrança fixa, em R$ por unidade consumidora por mês. Porque os serviços comerciais da distribuidora, como a leitura do medidor e o envio da conta, independem do consumo de energia.
JUstiça do Ceará suspendeu a homologação do Leilão de Capacidade da Aneel realizado em março. - Divulgação
Leilão de Capacidade
A Justiça Federal do Ceará suspendeu a homologação do mega leilão de energia realizado pelo governo em março. No dia 21 de maio, a Aneel homologou o resultado das primeiras contratações, confirmando aproximadamente 2 GW. Nesta terça-feira, 9, a agência iria homologar o resultado para as usinas restantes, que serão contratadas a partir de 2027, o que corresponde a cerca de 17 GW.
A briga envolve os vencedores: a Eneva, empresa que pertence ao BTG, de André Esteves; a Âmbar Energia, dos irmãos Joesley e Wesley Batista; a Petrobras, controlada pelo governo federal; e a Casa dos Ventos, empresa de energia eólica do empresário cearense Mário Araripe.
T&A na Fiepe
Nesta terça (9), a T&A Pré-Fabricados S.A. receberá a Medalha do Mérito Industrial da FIEPE. Há 30 anos a empresa iniciou sua história com uma proposta inovadora para o mercado da construção civil no Nordeste: substituir métodos convencionais por soluções industrializadas em concreto pré-fabricado. E hoje está presente em vários edifícios, hotéis, shoppings e hospitais.
Promoção estratégica
A Associação das Pousadas de Fernando de Noronha promove capacitação em parceria com a Econoronha e a operadora FRT na próxima terça-feira (9),em Foz do Iguaçu. A iniciativa integra uma estratégia de promoção comercial voltada para fortalecer a presença de Fernando de Noronha em mercados emissores relevantes e estimular novas oportunidades de negócios para o setor turístico local.
Antonino Brasil
Nesta quinta-feira (11), a Antonino Brasil,representante exclusiva da marca na região, promove apresentação institucional voltada para arquitetos e parceiros estratégicos pelo fundador da empresa, Brunno Antonino. A empresa atua na importação, distribuição e representação de rochas naturais e possui exclusividade regional da Neolith, marca espanhola. A CEO de Neolith Américas, Michele Ballarini, e a gerente de vendas no Brasil, Adriana Macedo, recebem os convidados na sede da Antonino Brasil.
A banca italiana prepara-se para uma batalha de licitações pelo Monte dei Paschi di Siena (MPS), com o Intesa Sanpaolo e o Banco BPM a disputarem o controlo da instituição.
Esta segunda-feira, a Intesa anunciou uma oferta de 30,6 mil milhões de euros pela instituição financeira, o que criaria o segundo maior banco europeu considerando a capitalização de mercado.
A oferta também representa um prémio de 12,5% em relação à cotação final na sessão de sexta-feira.
O MPS é o banco mais antigo de Itália, sendo que a oferta da Intesa assume um valor de mercado de 27,4 mil milhões de euros. A instituição foi resgatada pelo governo italiano em 2017 e posteriormente reprivatizada em 2023 e 2024.
Desde então que a instituição é vista como um alvo apetecível para consolidação, em linha com várias operações desta natureza que têm ocorrido nos últimos semestres na economia italiana.
A oferta da Intesa surge depois de o BPM ter sinalizado, na passada semana, a sua intenção de discutir uma possível fusão com o MPS. Perante esta vontade do banco, o diretor executivo da Intesa, Carlo Messina, classificou a posição do BPM como “uma declaração de amor”, por oposição à oferta concreta e real da sua instituição.
A Intesa tornou-se no maior banco italiano depois de adquiri a UBI em 2020, saltando da quarta posição para o topo da banca transalpina e ultrapassando o UniCredit. Caso se confirme a aquisição do MPS, o novo banco passa o BNP Paribas e o BBVA como a segunda maior instituição financeira europeia, atrás apenas do Santander.
As ações da Intesa caíram mais de 2% durante a sessão desta segunda-feira, enquanto as do MPS valorizaram mais de 10%. Já o BPM valorizou modestamente, abaixo de 1%.
Hay empresas que pasan tanto tiempo atrapadas en reestructuraciones que el mercado acaba olvidando qué eran realmente. Deoleo, propietaria de Carbonell, Bertolli y Carapelli, llevaba años siendo vista más como una historia de deuda que como una multinacional alimentaria. Ahora, con el balance saneado por primera vez en mucho tiempo y el grupo explorando alternativas estratégicas, la atención vuelve a una pregunta distinta: cuánto vale realmente el líder mundial del aceite de oliva envasado.
O Global Tech Innovator ajuda startups portuguesas a acelerar o crescimento, captar investimento e conquistar visibilidade. Falamos do projeto com Vasco Mendes, Partner de M&A da KPMG Portugal.
A Goldenergy, comercializadora de eletricidade e gás natural, e a Panike, líder no setor da panificação e pastelaria ultracongelada, formalizaram uma parceria estratégica. O objetivo é reforçar a transição energética da indústria de panificação em Portugal através do fornecimento de biometano com garantias de origem certificadas.
Este acordo marca a expansão da Goldenergy na introdução de gases renováveis no tecido industrial português, uma vez que a empresa já fornece biometano a setores como a cerâmica e o têxtil, além do turismo. O fornecimento à Panike foi reforçado em junho de 2026, com um aumento dos volumes adquiridos, representando atualmente cerca de 2% do consumo total de gás da empresa.
Henrique Soares, CEO e fundador da Panike, afirmou que “esta incorporação ecológica será implementada nas três unidades industriais da PANIKE – Maia, Santo Tirso e Tondela – e constitui mais um passo na estratégia de sustentabilidade da empresa.” Ele acrescentou que a utilização de biometano complementa os investimentos em eficiência energética e eletrificação, permitindo a descarbonização de processos produtivos que ainda dependem de energia térmica.
Miguel Checa, General Manager da Goldenergy, expressou o seu orgulho em apoiar a Panike na sua jornada rumo à neutralidade carbónica, destacando que a empresa já descarbonizou 15 empresas em Portugal através do biometano. Esta parceria representa a estreia da Goldenergy no abastecimento de biometano ao setor alimentar, alargando a sua quota de descarbonização industrial.
O biometano utilizado garante compatibilidade com as redes de transporte existentes, permitindo à Panike complementar a descarbonização do seu processo de fabrico sem a necessidade de investimentos adicionais em novos equipamentos ou alterações estruturais nas suas linhas de produção atuais.
La fórmula de comprar un piso para reformar no es nueva, pero ha evolucionado. Es una alternativa atractiva para los particulares que buscan vivienda a precios más ajustados en zonas tensionadas y con escasa oferta lista para entrar a vivir. También para inversores que quieren obtener retornos a través de la rehabilitación y reventa. Sin embargo, este tipo de producto escasea en el centro de las grandes ciudades y, además, los altos precios hacen que muchas operaciones no compensen. Por esto, el interés se ha desplazado unos kilómetros: ahora la búsqueda se concentra sobre todo en el extrarradio y en municipios cercanos con buena conexión.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico acionou o plano de gestão de excedentes manobrando a redução da carga em 1 GW entre 10h e 14h. Segundo o ONS, a medida foi indicada para poder equilibrar a alta geração de micro e minigeração distribuída, combinada a uma carga menor por conta do final de semana prolongado em função do feriado de Corpus Christi. Foi a primeira vez que ONS precisou fazer esse tipo de manobra.
A decisão do ONS não foi uma operação normal do gestor do sistema elétrico brasileiro. Ele precisou fazer isso porque simplesmente não tinha como cortar o fornecimento de 1 GW, como pode determinar a todos os demais atores de geração de energia no Brasil.
O ONS simplesmente não tem o poder de, como diz o seu comunicado, interromper o fornecimento da geração distribuída porque(por um desses absurdos do setor elétrico), ela entra direto na rede das distribuidoras e passa a ser consumida.
Essa situação é hoje um dos assuntos de maior preocupação no setor elétrico porque decorre de toda uma situação que foi criada no passado quando o discurso de geração distribuída foi vendido aos brasileiros que passaram a ter a condição de através de placas solares gerar sua própria energia, injetá-la na rede da distribuidora a qual está conectada e receber o crédito como redução de sua conta mensal.
Do ponto de vista social foi um avanço extraordinário a ponto de hoje existir um parque gerador nos tetos de casas e empresas capaz de gerar quase 50 GW (49.227 MW) correspondentes a quase 20% (19,5%) de tudo que o Brasil pode gerar e metade do que efetivamente vem consumindo.
Modelo de Geração Distribuída - Divulgação Aneel
O problema da GD é que ela entra direto na rede e define o que as distribuidoras precisam comprar das geradoras. E devido à legislação o próprio mando do ONS está comprometido em relação a ela. Hoje 4,13 milhões de unidades consumidoras que contam com créditos gerados nas quase 2,9 milhões de centrais instaladas no país
Por exemplo: quando qualquer uma das usinas geradoras de energia ligadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN) produz um volume de energia que excede a capacidade de absorção do mercado ao longo do dia, o ONS determina que ela corte seu fornecimento.
Esse gesto chama-se curtailment (quando o ONS se recusa a receber a energia dos parques solares e eólicos), o que atualmente é motivo de uma enorme controvérsia no setor elétrico sobre quem vai pagar por essa perda de faturamento. Inclusive com judicialização.
Porém, no caso da GD, o ONS é apenas comunicado pelas distribuidoras que vão precisar de uma menor quantidade de energia. Especialmente durante o dia quando o sol está gerando energia nas placas fotovoltaicas.
Mas essa é apenas uma face da moeda. Desde a sua criação o programa de incentivo da geração de energia distribuída conta com incentivos seja de linhas de crédito com juros subsidiados seja com o não pagamento do uso da rede de transmissão.
GD goza de subsídios do governo
Esse subsídio é cobrado a todos os consumidores através da Conta de Desenvolvimento Econômico (CDE) que todo consumidor pode constatar na sua fatura com o nome de Encargos Setoriais.
Em 2026, apenas a parte relativa ao subsídio à GD na conta dos demais consumidores brasileiros será de R$6,8 bilhões, além dela, existe a despesa de mais R$19,6 bilhões para as demais fontes incentivadas. Toda a conta da CD vai somar R$ 52,66 bilhões.
Para completar, o cenário é de crescimento da GD. Em 2030, segundo o próprio ONS ela deve representar um quarto de toda energia que pode ser gerada no Brasil com previsão de 79 GW ( 69,28 GW). E essa perspectiva originou uma interferência direta do Congresso no setor elétrico.
No ano passado, ao analisar o projeto de lei do Combustível do Futuro (PL 528/2020), os deputados aprovaram um jabuti (emenda, estranha aos objetivos do PL) que prorrogou de 12 para 30 meses o prazo de transição instituído no marco legal da geração distribuída (lei 14.300/2022) e amplia a quantidade de projetos de Minigeração Distribuída que receberão subsídios até o ano de 2045.
Isso quer dizer que a GD vai continuar e ao ONS parece estar reservada a missão de gerenciar as crises que essa situação vai criar. No setor elétrico cresce um entendimento de que o ONS precisa ter poder de cortar a geração de GD.
É um assunto delicado porque o segmento se fortaleceu politicamente e a maior prova de que tem força foi a manutenção de todos os subsídios de que goza atualmente. Isso já é motivo de um embate com os produtores de energia solar e eólica através de grandes parques que estão sendo comunicados todos os dias de interrupções de fornecimento. Se queixam de que pagam o curtailment para a BG se beneficiar dos subsídios.
Geração de energia solar em grandes parques. - Divulgação
Energias renováveis viraram problema
A questão das energias renováveis de solução virou um problema. Quando se junta todo o que a GD pode produzir mais as usinas eólicas 13,7%, mais os parques solares 8,5%, tem um total de 41,7% de todo o parque de geração do Brasil. Tudo aconteceu muito rápido. A geração de energia solar começou em 1992. A solar no ano de 2012 quando nasceu o programa de estímulo à GD.
Mesmo que a primeira hidrelétrica (Marmelos) do Brasil tenha sido inaugurada em 1889 em Minas Gerais e a usina de Angiquinhos tenha sido inaugurada, em 1913, por Delmiro Gouveia, na cachoeira de Paulo Afonso, o Brasil levou quase 90 anos para se tornar um país hidroelétrico com Furnas e a Chesf. As renováveis conquistaram metade do parque de geração em pouco mais de 30 anos.
O problema é que em 20 anos, o governo deu às energias renováveis um grande volume de subsídios que os brasileiros pagam até hoje e devem continuar pagando por décadas. O gesto do ONS neste domingo para equilibrar a alta geração de micro e minigeração distribuída é um atestado de que já não controla 100% do Sistema Interligado Nacional.
Isso não quer dizer que ele tenha perdido as condições de gerenciar com enorme eficiência a distribuição de um insumo estratégico como a geração de energia num país continental como o Brasil. Não se trata disso.
O que o evento inédito deste domingo apenas põe em evidência é a necessidade de o Ministério das Minas e Energia e todos os demais órgãos do setor elétrico voltarem à mesa de trabalho para rediscutir o assunto.
O Brasil sempre planejou seu consumo de energia com base nas projeções de crescimento de uma década. Infelizmente o que estamos observando é que passou a fazer isso em função da oferta de geração. Claro que abrir essa discussão num ano de eleição é muito difícil.
Mas não dá para achar que o sistema de geração de energia elétrica pode funcionar dependendo de uma matriz que representa 27% do parque gerador e que para quando o sol se põe todos os dias. Com todas as repercussões que isso possa ter a partir deste domingo.
Subscrever canais para ver futebol pela televisão pode custar entre 45 a 70 euros por mês, de acordo com o relatório “O Preço do Futebol na TV”, lançado pelo “Futebol e Negócios”. Na Europa, este montante pode custar até 125 euros por mês.
“A análise compara o custo suportado pelos adeptos, o valor recebido pelas principais ligas europeias e os riscos da fragmentação das transmissões, num momento em que Portugal se prepara para a centralização dos direitos audiovisuais, prevista para 2028/29”, pode ler-se neste relatório.
No que diz respeito a Portugal, o relatório estima que acompanhar as partidas da Liga Portugal e das competições europeias possa representar um custo mensal aproximado entre 45 euros e 70 euros, dependendo do operador, do plano contratado e das competições incluídas.
A principal conclusão deste relatório “é que a centralização pode reforçar a posição comercial da Liga Portugal, mas só terá impacto estrutural se for acompanhada por uma estratégia clara de produto, distribuição, alcance e preço para o adepto”.
O relatório destaca ainda os casos de França e Bélgica como avisos para Portugal: contratos elevados podem tornar-se frágeis quando os compradores não têm escala, distribuição ou robustez financeira suficiente. “O futebol português chega tarde à centralização, mas isso também lhe dá uma vantagem: há erros suficientes na Europa para aprender antes de vender”, lê-se no relatório.
Acredite. Para dezenas de grandes empresas conseguirem comprar energia elétrica no mercado livre, mecanismo criado pelo governo com o objetivo de aumentar a competitividade, já está mais caro do que conseguem no mercado regulado fornecido, por exemplo, para os consumidores residenciais.
O cenário fica mais inusitado num país onde as autoridades do setor elétrico destacam a capacidade instalada de 252 gigawatts (que será 275 GW em 2030), dos quais 41,7% provêm de fontes como solar, eólica e geração distribuída, além de 42,9% de usinas hidrelétricas, e que, efetivamente, o mercado não consome metade de tudo o que pode gerar.
Grandes consumidores
E isso se tornou tão real que um grupo de quase 100 grandes empresas publicou, no começo desta semana, um manifesto para registrar sua preocupação com a atual dinâmica de formação de preços no mercado livre de energia elétrica que, segundo elas, expõe um cenário de preços elevados que não guarda proporcionalidade com as condições eletroenergéticas verificadas no sistema.
O que gigantes industriais como Ambev, MBRF, Acelen, Sabesp e Schulz entre outros estão dizendo é que como empresas expostas ao ambiente competitivo global elas estão encontrando severas dificuldades para repassar custos pela adoção de parâmetros excessivamente conservadores que, na prática, implica uma transferência de riqueza que favorece agentes geradores descontratados que preferem colocar sua energia no mercado de curtíssimo prazo onde as empresas precisam comprar a energia por valores muito acima dos praticados em contratos de longo prazo firmados junto a comercializadoras que não conseguem honrar os contratos.
Energia livre
Dito de uma forma direta. Em 1988, o Brasil implantou o Ambiente Livre de Contratação (ACL), cujo conceito era o de permitir a redução dos preços aos grandes consumidores desde que precisassem recebê-la em alta tensão. Surgiram as comercializadoras que compram a energia das distribuidoras e vendem para as empresas.
Em 2022, o Mercado Livre passou a atender 100% dos consumidores pessoa jurídica de alta e média tensão que passaram a poder escolher seu fornecedor de energia. O mercado explodiu, as comercializadoras passaram a oferecer a energia das fontes como solar e eólica até que, ano passado, a Lei 15.269/2025 determinou que as empresas com contratos firmes são obrigadas a comprar a energia de que precisam. Mas as geradoras não são obrigadas a vender.
Um próximo passo crucial é alinhar esses investimentos com a agenda de descarbonização do Brasil - ALEXANDRE GONDIM/ACERVO JC IMAGEM
Curtailment
O setor que já enfrentava a questão do curtailment (quando o ONS não recebe a energia dos parques solares e eólicos) entrou em parafuso com os preços no chamado PLD (Preço de Liquidação das Diferenças), que passou a ter valores de referência com amplas oscilações, levando várias empresas a pedir Recuperação Judicial.
Desde janeiro, as empresas Elétron, 2W Ecobank, Tradener, Electra Comercializadora, Gold Energia, America Energia e Máxima Energia, além da Raízen Comercializadora, controlada por Cosan e Shell, pediram ao RJ para acender a luz sobre uma nova crise dentro do setor elétrico.
Sem entregar
O problema para as empresas que compram energia de uma comercializadora é que , sem recebê-la, precisam encontrar outro fornecedor para não parar. Elas podem judicializar a questão. Mas precisa receber a energia de alguma forma.
Segundo o presidente da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) , Rodrigo Ferreira, a crise de liquidez que atinge atualmente o mercado de comercialização de energia elétrica brasileira é “a maior em 20 anos”.
Suestação da Axia Energia. - Divulgação
Maior crise
“Vivemos no setor uma crise física, financeira e que poderá ocasionar uma crise judicial”, disse, ao explicar que há muitos problemas estruturais no setor elétrico, como os derivados do curtailment na geração de energia renovável, o risco hidrológico e os impactos da micro e minigeração distribuídas”, disse o dirigente.
O problema é que houve uma enorme irresponsabilidade de alguns agentes, que deram “passo maior que a perna”. Houve imprudência com a instalação de centenas de parques autorizados pela Aneel que não raro conseguiram contratar 20% de sua capacidade e tentavam vender os 80% no Ambiente Livre de Contratação (ACL).
Eletrobras
Para completar, com a privatização da Eletrobrás, em 2022, um total de 20,1% da capacidade instalada nacional está concentrada no principal gerador do setor, enquanto 35 % da capacidade é distribuída entre os demais grandes geradores.
Ou seja: a disponibilidade real competitiva representada pelos outros produtores de energia caiu para 45%. Assim, se a atual Axia e os grandes produtores não colocarem sua energia na prateleira, o preço tende a subir, explodindo o chamado PLD.
Governo sabendo
A crise das comercializadoras já preocupa o governo, com o Ministério de Minas e Energia temendo a judicialização da questão, como já aconteceu com os produtores de renováveis donos de quase 42% com os prejuízos do curtailment. E mais ainda com a pressão das empresas consumidoras cada vez mais pressionadas pela falta de previsibilidade dos custos da energia elétrica de que precisam.
JC Recall de Marcas 2026 promove noite de reconhecimento em evento na próxima segunda (8) - JAILTON JR./JC IMAGEM Recall de Marcas
Nesta segunda-feira (8), no Restaurante Famiglia Giuliano, tem a entrega dos vencedores do JC Recall de Marcas 2026 com a presença de empresários, publicitários e representantes das empresas selecionadas em parceria entre o JC e a Cenário Inteligência, o que reforça a credibilidade e confiança entre as duas empresas.
Na terça-feira (9), o Jornal do Commercio publicará um caderno especial com conteúdo exclusivo sobre os destaques de Marcas 2026. Nas redes sociais, o público poderá conferir os bastidores da premiação e conteúdos digitais das marcas parceiras.
Beira-mar de Piedade
A Pernambuco Construtora realiza, neste sábado (6), o lançamento do Beira Mar Piedade Prince, novo home-resort localizado à beira-mar de Piedade. O evento acontece no Entre Vinhos, das 9h às 14h, para clientes, amigos e convidados e marca também o início das comemorações de 60 anos da Pernambuco Construtora. O projeto tem condições especiais de lançamento e informações sobre o conceito arquitetônico e os diferenciais do Beira Mar Piedade Prince.
IA amplia desafios
O avanço da inteligência artificial está mudando a forma como as empresas tomam decisões, lideram equipes e executam estratégias. O tema estará no centro das discussões do CEO Fórum 2026, promovido pela Amcham Brasil em Pernambuco. O tema central é “O Desafio da Execução”. Um dos destaques da programação será a participação da executiva global Dafna Blaschkauer, ex-Nike, Microsoft e Apple, autora do best-seller do livro “Power Skills” e referência internacional em liderança.
Datas comemorativas
O Dia dos Namorados no Kais Ø, no Novotel Recife Marina, terá menu exclusivo assinado pelo chef Fernando Cita para atrair casais em busca de experiências gastronômicas diferenciadas. Oferecendo uma experiência completa, combinando gastronomia, ambiente e atendimento personalizado.
Selo
A MRV, do Grupo MRV&CO, celebrou a conquista do Selo Casa Azul + CAIXA em 38 empreendimentos da região no Nordeste. O volume representa aproximadamente 40% do total nacional. Em Pernambuco, três obtiveram a certificação.
Fundada por Joice Rossi, a marca é especializada em acessórios sustentáveis confeccionados a partir de resíduos de couro. Portugal já é o segundo maior comprador online dos produtos da empresa.
Fundada por Joice Rossi, a marca é especializada em acessórios sustentáveis confeccionados a partir de resíduos de couro. Portugal já é o segundo maior comprador online dos produtos da empresa.
A Creixoauto foi a empresa vencedora do concurso público lançado pela empresa municipal Vitrus Ambiente, de Guimarães, para o fornecimento de combustível rodoviário através de cartão frota, num contrato com o valor de 1.839.654,72 euros.
O contrato terá uma duração de 731 dias, cerca de dois anos, e destina-se ao abastecimento da frota de veículos da empresa municipal responsável por diversos serviços urbanos no concelho de Guimarães. Para assegurar este fornecimento, a Creixoauto, com sede em Creixomil, Guimarães, superou a concorrência de outras três empresas do setor, nomeadamente Petrogal, Repsol Portuguesa e B2 Mobility, que também apresentaram propostas no âmbito do concurso público.
Segundo o caderno de encargos, consultado este sábado por O MINHO, revela que o fornecimento de combustível terá de ser “assegurado de forma permanente e contínua”, e que é “obrigatório que o fornecedor possua ou disponibilize, pelo menos, um local de abastecimento aberto durante 24 horas, 365/6 dias por ano, no concelho de Guimarães”. e um local capaz de fornecer todos os tipos de combustível exigidos a “uma distância máxima de cinco quilómetros da sede da empresa municipal”.
Segundo o “perfil de consumo previsto no procedimento”, a empresa estima adquirir, ao longo de 24 meses, mais de 1,03 milhões de litros de gasóleo, cerca de 104 mil litros de combustível renovável, além de “gasolina, GPL e combustíveis aditivados”.
A Darty Portugal, empresa detida pelo grupo proprietário da FNAC, vai adquirir as lojas da Staples localizadas em Barcelos e Viana do Castelo, numa operação que envolve um total de 11 estabelecimentos comerciais distribuídos por várias regiões do país.
A compra foi notificada à Autoridade da Concorrência no passado dia 20 de maio e envolve mais lojas em Lisboa, Cascais, Setúbal, Lagoa, Torres Vedras, Caldas da Rainha, Penafiel, Vila do Conde e Santarém.
O valor do negócio não foi divulgado.
A empresa conta com 53 lojas em Portugal continental, uma na Madeira, duas plataformas digitais e três estabelecimentos em regime de franchising.