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Devolvidas 10 milhões de embalagens em 2 meses do Sistema de Depósito e Reembolso

10 June 2026 at 11:29

O Sistema de Depósito e Reembolso (SDR) recolheu mais de 10 milhões de embalagens desde que entrou em funcionamento, há dois meses, nos mais de 2.500 pontos ‘Volta’ distribuídos por todo o país, anunciou hoje a entidade gestora.

Em comunicado, a SDR Portugal – associação sem fins lucrativos responsável pela implementação e gestão do sistema, operacional desde 10 abril, – considera que “este marco, alcançado ainda na fase de transição da operação, demonstra a efetiva adesão inicial dos cidadãos à ‘Volta’”.

“10 de junho, 10 milhões de habitantes, 10 milhões de embalagens devolvidas: uma coincidência simbólica que assinala a adesão dos consumidores à ‘Volta’”, enfatiza.

O sistema permite aos consumidores recuperarem o valor de depósito de 10 cêntimos por embalagem pago no ato da compra de garrafas e latas de uso único, de plástico, metal e alumínio e inferiores a três litros, mediante a sua devolução nos mais de 2.500 pontos ‘Volta’ existentes em Portugal continental, Açores e Madeira, número que deverá aumentar para mais de 3.000 nos próximos meses.

A estes, juntam-se 50 quiosques ‘Volta’, sobretudo em zonas com forte presença do setor da hotelaria, restauração e cafetaria.

Para a SDR Portugal, este resultado “assume particular relevância tendo em conta que o sistema se encontra ainda numa fase de transição, com a entrada progressiva no mercado de embalagens identificadas com o símbolo ‘Volta’”.

“O valor alcançado – 10.006.067 embalagens recolhidas em apenas dois meses – reflete a participação expressiva dos consumidores e o compromisso das entidades aderentes ao SDR na estabilização de uma rede de recolha nacional, operacional e eficiente”, sustenta.

Citado no comunicado, o presidente da SDR Portugal destaca que este número “corresponde, em média, a uma embalagem devolvida por cada cidadão, mas representa muito mais do que um marco estatístico”.

“Estamos a assistir ao início de uma mudança de comportamentos e confiantes de que Portugal seguirá o percurso dos sistemas de depósito e reembolso mais bem-sucedidos da Europa, contribuindo para o cumprimento das exigentes metas europeias de circularidade e sustentabilidade”, afirma Leonardo Mathias.

Os dados de operação hoje divulgados indicam que as devoluções acontecem com maior frequência ao fim de semana, em especial aos domingos, no que a SDR Portugal diz evidenciar “a adaptação progressiva do sistema às rotinas da população”.

Até 09 de agosto, o sistema encontra-se num período de transição, em que coexistem no mercado embalagens com e sem o símbolo ‘Volta’, à medida que os produtos disponíveis vão sendo progressivamente substituídos pelas novas embalagens integradas na operação.

Assim, a aquisição de embalagens sem o símbolo ‘Volta’ não envolve o pagamento do valor de depósito associado, pelo que estas também não são aceites pelo sistema, devendo antes ser encaminhadas para os respetivos ecopontos.

Os pontos automáticos ‘Volta’ existentes nos supermercados e hipermercados e os quiosques reconhecem as embalagens elegíveis e permitem a devolução do valor de depósito sob diversas formas: vale convertível em numerário, vale de desconto no ponto de venda, carregado num cartão de fidelização ou através de outras soluções digitais, ainda em desenvolvimento. É também possível optar pela doação a instituições de cariz social.

As embalagens podem ser devolvidas em qualquer ponto ou quiosque, independentemente do local de compra, podendo também as embalagens adquiridas em estabelecimentos como cafés, restaurantes ou bares ser entregues nesses locais.

Para serem abrangidas, as garrafas e latas devem conter o símbolo ‘Volta’, o código de barras legível, estar vazias, não amolgadas ou amachucadas e, no caso das garrafas, com tampa.

Segundo destaca a entidade gestora, o SDR é “essencial para que Portugal cumpra as metas europeias de recolha seletiva e reciclagem de embalagens de bebidas de uso único, incluindo o objetivo de atingir 90% de recolha até 2029”.

Devolvidas 10 milhões de embalagens em dois meses do Sistema de Depósito e Reembolso

Até 9 de agosto, o sistema encontra-se num período de transição, em que coexistem no mercado embalagens com e sem o símbolo 'Volta', à medida que os produtos disponíveis vão sendo progressivamente substituídos pelas novas embalagens integradas na operação.

Capitalização mundial das empresas altamente emissoras de CO2 é o triplo das de baixo carbono

O valor de mercado das empresas com altas emissões de dióxido de carbono (CO2) no mundo é três vezes superior ao das empresas com atividades baseadas em baixas emissões do principal gás responsável pelo aquecimento global, segundo a OCDE.

Goldenergy e Panike firmam parceria para fornecimento de biometano

8 June 2026 at 21:41

VTM

A Goldenergy, comercializadora de eletricidade e gás natural, e a Panike, líder no setor da panificação e pastelaria ultracongelada, formalizaram uma parceria estratégica. O objetivo é reforçar a transição energética da indústria de panificação em Portugal através do fornecimento de biometano com garantias de origem certificadas.

Este acordo marca a expansão da Goldenergy na introdução de gases renováveis no tecido industrial português, uma vez que a empresa já fornece biometano a setores como a cerâmica e o têxtil, além do turismo. O fornecimento à Panike foi reforçado em junho de 2026, com um aumento dos volumes adquiridos, representando atualmente cerca de 2% do consumo total de gás da empresa.

Henrique Soares, CEO e fundador da Panike, afirmou que “esta incorporação ecológica será implementada nas três unidades industriais da PANIKE – Maia, Santo Tirso e Tondela – e constitui mais um passo na estratégia de sustentabilidade da empresa.” Ele acrescentou que a utilização de biometano complementa os investimentos em eficiência energética e eletrificação, permitindo a descarbonização de processos produtivos que ainda dependem de energia térmica.

Miguel Checa, General Manager da Goldenergy, expressou o seu orgulho em apoiar a Panike na sua jornada rumo à neutralidade carbónica, destacando que a empresa já descarbonizou 15 empresas em Portugal através do biometano. Esta parceria representa a estreia da Goldenergy no abastecimento de biometano ao setor alimentar, alargando a sua quota de descarbonização industrial.

O biometano utilizado garante compatibilidade com as redes de transporte existentes, permitindo à Panike complementar a descarbonização do seu processo de fabrico sem a necessidade de investimentos adicionais em novos equipamentos ou alterações estruturais nas suas linhas de produção atuais.

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Seniores do Funchal fizeram desfile pela sustentabilidade no Mercado dos Lavradores

8 June 2026 at 17:43
A Câmara Municipal do Funchal  realizou, hoje, no Mercado dos Lavradores, um desfile de materiais reciclados, no âmbito das comemorações do Dia Mundial do Ambiente. O evento, que contou com o apoio da Unidade de Sensibilização Ambiental da autarquia, envolveu 31 participantes dos ginásios municipais da Barreirinha, de Santo António e de São Martinho, do […]

Quercus questiona Governo sobre reposição do acesso livre às praias de Grândola

A associação quer ver esclarecido se "qualquer cidadão pode aceder hoje a todas as praias do concelho de Grândola, tomado de assalto por empreendimentos turísticos de luxo" e se "a lei está a ser cumprida, no sentido de garantir que as praias em Portugal são de "utilização pública e acesso livre"".

Spin‑off da FEUP que promete alternativa limpa ao uso massivo de baterias descartáveis

6 June 2026 at 11:56

O crescimento acelerado dos dispositivos da Internet das Coisas (IoT) está a criar um desafio ambiental de grandes proporções: a dependência de baterias descartáveis. Sensores de temperatura, humidade, movimento, qualidade do ar, contadores inteligentes e sistemas de monitorização estão cada vez mais presentes em edifícios, cidades e indústrias, mas a sua alimentação energética continua a assentar, na maioria dos casos, em baterias com vida útil limitada, quem o diz é a Azure Photon, empresa spin-off nascida da FEUP (Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto), sediada em Santo Tirso.

A Azure Photon estima que, até 2030, existam mais de 40 mil milhões de dispositivos IoT em funcionamento em todo o mundo. Embora estes equipamentos possam operar durante cerca de uma década, as baterias que os alimentam necessitam, em média, de ser substituídas a cada dois anos. Como consequência, prevê-se que já em 2025 sejam descartadas cerca de 78 milhões de baterias por dia, gerando elevados custos de manutenção e um impacto ambiental significativo, acrescenta.

A Azure Photon, recentemente reconhecida como spin-off da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) está a desenvolver células solares de perovskita capazes de captar energia da luz interior para alimentar dispositivos IoT durante toda a sua vida útil, eliminando a necessidade de baterias descartáveis.

A startup foi fundada pelos investigadores do Laboratório de Engenharia de Processos, Ambiente, Biotecnologia e Energia (LEPABE), Seyedali Emami e Jorge Martins, juntamente com o professor catedrático Adélio Mendes, do Departamento de Engenharia Química e Biológica da FEUP. O objetivo passa por transformar anos de investigação científica em soluções energéticas sustentáveis com aplicação industrial.

As células solares de perovskita representam uma das tecnologias fotovoltaicas mais promissoras da atualidade. Produzidas a partir de materiais abundantes e de baixo custo, distinguem-se pela capacidade de gerar eletricidade de forma eficiente mesmo sob condições de baixa luminosidade.

Em ambientes interiores, estas células já alcançaram uma eficiência recorde de conversão de energia de 44,7%, superando significativamente as tecnologias solares convencionais baseadas em silício ou filmes finos. Esta característica permite transformar a iluminação artificial de escritórios, armazéns, lojas ou habitações inteligentes numa fonte contínua de energia para sensores e outros dispositivos conectados.

Selagem a laser aumenta durabilidade

Um dos principais desafios das células de perovskita tem sido a sua sensibilidade à humidade e ao oxigénio, fatores que aceleram a degradação dos materiais. Para ultrapassar esta limitação, a Azure Photon está a recorrer a uma tecnologia de selagem hermética assistida por laser desenvolvida na FEUP.

A Universidade do Porto destaca-se internacionalmente na utilização de frita de vidro para encapsular dispositivos fotovoltaicos de terceira geração, criando uma barreira impermeável. Enquanto os métodos convencionais exigem temperaturas superiores a 400 graus Celsius — incompatíveis com os materiais das perovskitas —, o processo desenvolvido pela equipa permite fundir a frita de vidro através de laser mantendo a temperatura do dispositivo abaixo dos 100 graus Celsius.

Segundo a empresa, as células produzidas com esta tecnologia já demonstraram 2.500 horas de estabilidade em testes acelerados sob iluminação solar, um resultado considerado determinante para a sua futura comercialização.

A Azure Photon prepara-se agora para lançar o primeiro dispositivo de perovskita hermeticamente selado com frita de vidro, combinando elevada eficiência energética, durabilidade e fiabilidade.

Ao substituir baterias descartáveis por uma fonte de energia renovável e contínua, a tecnologia poderá contribuir para reduzir resíduos eletrónicos, diminuir custos de manutenção e melhorar a eficiência energética de edifícios e operações industriais. A solução está também alinhada com as metas europeias de neutralidade carbónica e com vários Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, incluindo energia limpa e acessível, inovação industrial, consumo responsável e ação climática.

Todo o conhecimento tecnológico que sustenta a Azure Photon resulta da investigação desenvolvida no LEPABE e no Departamento de Engenharia Química da FEUP, demonstrando o potencial da transferência de conhecimento científico para a criação de soluções capazes de responder a desafios globais.

Distribuição farmacêutica portuguesa já produz 1,49 milhões de kWh de energia renovável

6 June 2026 at 11:26

No Dia Mundial do Ambiente, que se celebrou esta sexta-feira, dia 5 de junho, a Associação de Distribuidores Farmacêuticos (ADIFA) revela avanços significativos na jornada do setor em direção à neutralidade carbónica, até 2040, com uma redução global de 7% nas emissões de gases com efeito de estufa entre 2021 e 2024. O associação diz que o compromisso, assumido em 2022, alinha-se com as metas nacionais e europeias, visando uma distribuição farmacêutica mais sustentável e eficiente.

Os dados mais recentes, compilados pela ADIFA, indicam que, entre 2021 e 2024 foi registada uma redução global de 7% nas emissões de gases com efeito de estufa, fruto de melhorias operacionais, maior eficiência logística e reforço dos mecanismos de reporte ambiental. “Em 2024, a pegada carbónica consolidada da distribuição farmacêutica de serviço completo situou-se em 21.548,2 toneladas de CO₂ equivalente”, refere o comunicado.

“O transporte e os combustíveis continuam a representar a principal componente das emissões do setor, refletindo a natureza desta atividade económica e a necessidade de assegurar o abastecimento diário de medicamentos em todo o território nacional. Ainda assim, entre 2021 e 2024, os distribuidores farmacêuticos conseguiram reduzir em 24% as emissões associadas ao combustível da frota e em 23% as emissões relacionadas com o transporte a montante”, acrescenta a ADIFA.

Estas melhorias são atribuídas à otimização de rotas, eficiência logística e à introdução gradual de veículos de baixas emissões.

Nuno Flora, Presidente Executivo da ADIFA, sublinha a importância de conciliar a missão de interesse público de garantir o abastecimento diário de medicamentos com a redução do impacto ambiental. “Os resultados alcançados nos últimos anos mostram que é possível avançar nessa trajetória sem comprometer a qualidade e a capilaridade do serviço prestado aos cidadãos”, afirma Nuno Flora.

A transição energética é outra prioridade, com a produção de energia renovável através de instalações fotovoltaicas a atingir 1,49 milhões de kWh em 2024, resultando numa autonomia energética de 10%. O setor tem também investido na iluminação LED, modernização de sistemas de climatização, auditorias energéticas e contratação de eletricidade de fontes 100% renováveis.

Além disso, a estratégia de sustentabilidade da ADIFA abrange a gestão de materiais e processos, com medidas como a reutilização de materiais, aquisição de produtos reciclados, faturação eletrónica e desmaterialização documental. A formação e sensibilização dos profissionais para as boas práticas ambientais são igualmente cruciais para este progresso.

Nuno Flora reforça o compromisso do setor com um ecossistema de saúde mais sustentável, salientando que a descarbonização é uma responsabilidade assumida com total determinação, não só pelo futuro do planeta, mas também para assegurar a resposta às necessidades da população portuguesa. A ADIFA continuará a monitorizar a pegada carbónica do setor, promovendo a harmonização do reporte ambiental e o alinhamento com as metas climáticas nacionais e europeias.

EGF encaminha mais de 405 mil toneladas de embalagens e resíduos para reciclagem em 2025

6 June 2026 at 11:16

No Dia Mundial do Ambiente, que se celebrou esta sexta-feira, dia 5 de junho, a EGF divulgou que as suas empresas desviaram de aterro mais de 405 mil toneladas de embalagens e outros fluxos de resíduos em 2025, encaminhando-os para reciclagem e valorização.

O papel/cartão foi o fluxo com maior volume, com 143 mil toneladas, seguido do vidro, com 134 mil toneladas. As retomas de plástico e metal somaram 72 mil toneladas, enquanto as madeiras e outros resíduos representaram 56 mil toneladas do total encaminhado para reciclagem.

A empresa sublinha que estes resultados dependem da participação de cidadãos, famílias, empresas, municípios e comunidades, reforçando que a reciclagem é um gesto diário e não apenas uma ação simbólica no Dia Mundial do Ambiente.

“A reciclagem não acontece apenas no Dia Mundial do Ambiente. Acontece todos os dias”, afirmou Marta Neves, presidente da comissão executiva da EGF, destacando o impacto acumulado de pequenas ações no resultado final.

A EGF lembra ainda que mantém o investimento em ações de sensibilização e educação ambiental, num esforço para aumentar a separação correta de resíduos e reduzir a deposição em aterro.

Porque o crescimento dos SUV eléctricos é um problema para o clima, a saúde e a equidade

4 June 2026 at 23:10
Governos e fabricantes automóveis apresentam os carros eléctricos como o futuro da mobilidade verde. Mas há uma tendência menos visível que põe esta narrativa em causa: os carros eléctricos estão a ficar maiores. A Agência Internacional de Energia informou recentemente que os modelos de maiores dimensões, incluindo os veículos utilitários desportivos (SUV), estão a ocupar uma fatia significativa dos mercados de automóveis eléctricos. Na China, os SUV eléctricos representaram mais de 60% das vendas de carros eléctricos em 2025. Na Europa, correspondiam a quase 75% dos modelos eléctricos vendidos em 2025. Nos EUA, a percentagem era ainda mais elevada, superando

‘Lagoa Wine Talks’ reúnem especialistas e agentes do setor para debater a sustentabilidade na vitivinicultura

4 June 2026 at 23:05

O Município de Lagoa promove, no próximo dia 6 de junho, pelas 17h00, no Convento de S. José, mais uma edição das Lagoa Wine Talks, uma conferência integrada no Lagoa Wine Show, dedicada à reflexão e partilha de conhecimento sobre o setor vitivinícola.  Sob o tema “Sustentabilidade na produção da vinha e do vinho”, o […]

World Economic Forum destaca MC (o grupo Sonae) como referência na inclusão de pessoas com deficiência

4 June 2026 at 17:16

A MC foi reconhecida pelo World Economic Forum (WEF) como um exemplo de referência na promoção da inclusão de pessoas com deficiência no setor do retalho, integrando o relatório Future of Inclusion Lighthouses. A distinção destaca o trabalho desenvolvido pela empresa na implementação de práticas que promovem a Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) no ambiente de trabalho e na experiência dos clientes.

A MC (antigamente conhecida como Sonae MC) é a empresa líder do retalho alimentar em Portugal pertencente ao Grupo Sonae. A sigla MC significa originalmente Modelo Continente, a marca histórica que deu origem à maior rede de hipermercados e supermercados do país

O relatório, criado em 2022, tem como objetivo identificar, sistematizar e divulgar iniciativas com impacto comprovado na construção de organizações mais inclusivas. No caso da MC, o reconhecimento resulta de uma estratégia desenvolvida entre 2020 e 2025, período em que a empresa reformulou os seus processos de recrutamento, seleção e integração de colaboradores, tornando-os mais acessíveis e inclusivos.

Em 2024, este compromisso ganhou uma nova dimensão com o lançamento do projeto de lojas inclusivas para pessoas singulares. A primeira unidade a receber esta adaptação foi o Continente Modelo de Leça do Balio, concebido para responder às necessidades de pessoas com incapacidade ou deficiência, incluindo pessoas no espectro do autismo.

O conceito foi desenvolvido para proporcionar uma experiência de compra mais confortável, autónoma e acessível. Entre as medidas implementadas encontram-se formação especializada em neurodivergência e língua gestual para colaboradores, salas de bem-estar para clientes e equipas, plantas sensoriais que identificam áreas com maior potencial de sobrecarga sensorial, abafadores de som para adultos e crianças, carrinhos de compras adaptados e apoio especializado ao longo da jornada de compra.

Atualmente, a MC conta já com sete lojas inclusivas distribuídas por diferentes formatos de negócio, incluindo Continente, Continente Modelo, Wells e Bagga. Em 2026, a empresa anunciou a expansão do projeto, reforçando o objetivo de garantir uma experiência de compra cada vez mais acessível, acolhedora e autónoma.

Para a MC, o reconhecimento do World Economic Forum valida o percurso realizado na área da acessibilidade e da inclusão, posicionando a empresa como uma referência na transformação do setor do retalho. A distinção reforça também a ideia de que a inclusão não é apenas um compromisso social, mas também um fator de inovação e competitividade para as organizações.

Há uma cidade alemã que tem a sua própria moeda

By: ZAP
4 June 2026 at 15:30
Tudo começou como um projeto escolar para promover os negócios locais numa região remota da Baviera. Agora, a moeda “Chiemgauer” ajuda a reduzir as emissões globais de gases com efeito de estufa. Entre numa padaria ou livraria na zona de Chiemgau, na Baviera, e poderá ver um cliente a pagar com o que parece dinheiro de brincar — notas coloridas estampadas com gafanhotos, joaninhas e outros insetos. “Estima-se que 10 a 15% dos clientes paguem desta forma“, disse um livreiro à DW. Os habitantes locais chamam-lhe “Chiemgauer” e é uma moeda que eles próprios inventaram. Por mais peculiar que possa

5 dicas para os pais não deixarem a “tralha” dos filhos tomar conta da casa

3 June 2026 at 20:30
Optar por comprar experiências em vez de objetos e vender ou doar os brinquedos que já não são usados são boas formas de manter a tralha controlada. As crianças precisam de coisas, mas crescem muito rapidamente e cedo deixam de usar os seus brinquedos, roupas e móveis. As famílias podem ver-se a lutar contra a confusão e grandes quantidades de brinquedos e roupas infantis. As crianças e os seus pais também sofrem uma pressão cada vez maior para comprar mais. Os anúncios são inseridos sorrateiramente em conteúdos e jogos online. Os influencers infantis criam vídeos de si próprios a desembalar

Vilamoura Boat Show regressa dcom foco na inovação, sustentabilidade e experiências no Mar

3 June 2026 at 17:27

A Marina de Vilamoura volta a receber, entre os dias 6 e 14 de junho, a 29ª edição do Vilamoura Boat Show, um dos mais emblemáticos eventos náuticos realizados em Portugal. Ao longo de nove dias, visitantes, profissionais do setor e entusiastas da náutica poderão conhecer as mais recentes novidades do mercado, experimentar soluções inovadoras […]

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