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Zelenskyy issues open letter to Putin proposing meeting as US 'fully focused' on Iran
In an open letter to Russian President Vladimir Putin, Ukrainian President Volodymyr Zelenskyy proposed meeting to reach a resolution to the years-long war between their two nations.
"We see that the United States is fully focused on the issue of Iran, and it would be wrong to simply wait until the war in Europe returns to the center of its attention. Ukraine proposes ending this war through direct engagement between us — and you. I am proposing a meeting," Zelenskyy said in the letter.
"There are countries that have traditionally hosted leaders to resolve issues of war and peace. Switzerland, Türkiye, the countries of the Arab world — many are able and willing to host such a meeting. It is leaders who resolve the key issues. That has always been the case, and it always will be," he asserted.
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Zelenskyy suggested that Europe and the U.S. should also be involved in the peace process.
"Since the war is taking place in Europe, and since Ukraine needs security guarantees, while you also seek security guarantees for yourself, it would be logical to involve those who can genuinely serve as guarantors. We believe Europe should be part of this process — those who truly have the capacity to influence the situation. We also believe that the United States must be part of the process. This is what could help shape a new security architecture for our part of the world," he said.
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He indicated that Ukraine would agree to a ceasefire during the proposed negotiations.
"Ukraine is ready for a full ceasefire for the duration of the negotiations. This is standard practice, and current developments around Iran only reinforce that point. An attempt to establish real silence is the best way to begin talking to one another. We believe it would not simply be an attempt, but a real ceasefire — if that is what you want," he noted.
He also suggested a prisoner swap between the two nations, noting, "Ukraine is ready for an all-for-all exchange of prisoners of war, and this could become a good prologue to ending the war. Serious steps must be taken to return civilians and children who were taken away during the war."
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"If you do not personally come to the conclusion that it is time to end this war, Ukraine will continue fighting for its existence. We will have those who support us. But you, too, will have to fight much harder for your own existence — not Russia’s, but your own. And this is not a threat from me or from Ukraine. It is a fact of Russian history that you know well: when Russia grows tired, change comes," Zelenskyy warned Putin.

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Há avanços na erradicação da pobreza e da fome, ao contrário da igualdade de género
Entre 2015 e 2025, Portugal evoluiu em geral positivamente na erradicação da pobreza e da fome, ao contrário do que se passou em relação à questão da igualdade de género, indicou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
A avaliação consta do seu relatório Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – Agenda 2030, Indicadores para Portugal – 2015-2025, que apresenta uma “análise sintética da evolução e do desempenho dos 17 ODS no contexto nacional”.
No caso do ODS “Erradicar a pobreza”, “Portugal apresenta um desempenho globalmente positivo (…) com 55,6% dos indicadores a registarem evolução favorável, refletindo progressos relevantes no combate à pobreza e na melhoria das condições de vida”, refere o estudo, embora chame a atenção para a continuação de “desafios importantes, nomeadamente na redução da pobreza, no reforço da proteção social e na mitigação dos impactos associados a catástrofes”.
A taxa de risco de pobreza diminuiu de 19% em 2015 para 15,4% em 2024, mas “o ritmo de progresso permanece insuficiente para cumprir a meta definida para 2030”, alerta.
Aponta “avanços muito positivos nas condições habitacionais, traduzidos numa redução acentuada da população sem acesso a instalações básicas, tanto na população em geral como entre os grupos mais vulneráveis”, mas relativamente às pensões de velhice e invalidez ou a cobertura do subsídio de desemprego “revelam sinais de fragilidade ou estagnação”.
Quanto à erradicação da fome, “60% dos indicadores” apresentaram uma “evolução favorável” naquele período, assinalando o relatório “progressos relevantes nos domínios da segurança alimentar, sustentabilidade agrícola e financiamento do setor”.
Precisa que “a prevalência de insegurança alimentar moderada e/ou grave diminuiu de 4,7% em 2019 para 3,5% em 2025” e que a área dedicada à agricultura biológica “mais do que triplicou entre 2016 e 2023, aproximando Portugal da meta europeia para 2030”.
O estudo do INE indica que a evolução dos indicadores ODS (estabelecidos pela ONU) em Portugal entre 2015 e 2025 foi “globalmente positiva” e que a sua maioria “apresentou uma evolução favorável, refletindo progressos significativos ou moderados no sentido das metas estabelecidas”.
No entanto, nota que “uma proporção relevante de indicadores” registou uma “evolução desfavorável, evidenciando retrocessos ou dinâmicas contrárias às metas definidas”, como é o caso do ODS “Igualdade de género”.
A este nível Portugal apresenta “um desempenho globalmente desfavorável (…), refletindo a persistência de desigualdades estruturais e progressos insuficientes para alcançar a paridade até 2030”.
Um dos “problemas mais graves” continua a ser a violência de género, tendo 22,5% das mulheres entre os 18 e 74 anos referido situações de violência em contexto de intimidade em 2022.
Em relação à participação política, “os progressos permanecem limitados”. “Em 2025, as mulheres representavam 33,5% dos deputados, correspondendo a um aumento de apenas 0,5 pontos percentuais face a 2015” e, embora ao nível do poder local a sua presença tenha aumentado de 10,4% em 2017 para 15,6% em 2025, a paridade continua distante, acrescenta.
A análise refere alguns avanços no mercado de trabalho, “com destaque para a administração pública, onde as mulheres passaram a representar 56% dos cargos dirigentes em 2025, ultrapassando o limiar de equilíbrio de género”.
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