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Stoneweg crece en el distrito 22@ de Barcelona con un nuevo desarrollo de oficinas Triple AAA de 50 millones de euros

Imagen del proyecto de Stoneweg en el distrito @22 de Barcelona.

Stoneweg, junto a Nova Providence Capital, desarrollará un nuevo proyecto de oficinas de categoría Triple AAA con un volumen por encima de los 50 millones de euros en el distrito 22@ de Barcelona.

La operación supone la primera inversión en oficinas realizada en Stoneweg en España desde la incorporación de Cromwell Property Group Europe al grupo, reforzando así su posicionamiento en uno de los mercados de oficinas más dinámicos y con mejores perspectivas de crecimiento del continente.

La operación, conjuntamente con Nova Providence, que ya cuenta con experiencia en 22@ con 200.000 metros cuadrados, responde a una estrategia de inversión que busca anticiparse al próximo ciclo de crecimiento del mercado de oficinas en Barcelona. El enfoque replica la visión aplicada por Stoneweg en 2016 con el desarrollo de Luxa, uno de los proyectos de referencia del 22@, que posteriormente fue ocupado por compañías como WeWork y Amazon. No obstante, desde 2017, tras su última inversión en equity, Stoneweg ha continuado activo en la zona adoptando un enfoque distinto, inclinándose hacia el lado de la deuda debido a la fuerte subida de precios que experimentó el sector.

Epicentro empresarial de Barcelona

El nuevo activo de la compañía se ubicará en el distrito 22@, que concentra aproximadamente el 50% de la contratación total de oficinas de Barcelona y se ha consolidado como uno de los principales polos tecnológicos y de innovación del sur de Europa. En este contexto, Stoneweg prevé una progresiva reducción de la disponibilidad de activos Grade A en los próximos años, a medida que la demanda continúe absorbiendo el stock existente. Esta dinámica podría derivar en un mercado claramente favorable para propietarios, impulsando el crecimiento de las rentas.

La decisión de inversión se sustenta en una combinación de factores que refuerzan el potencial de crecimiento del mercado de oficinas de calidad en Barcelona como la disponibilidad de espacios prime prácticamente inexistente, con una tasa de desocupación en el distrito central de negocios (CBD) inferior al 3%; la fuerte demanda estructural en el distrito 22@ por parte de empresas tecnológicas, multinacionales y compañías basadas en el conocimiento; y el crecimiento de rentas y compresión de yields, situadas actualmente por debajo del 5% para activos prime.

Asimismo, iniciativas públicas como el Plan Barcelona Impulsa 2035 contribuyen a reforzar el posicionamiento de la ciudad como centro empresarial, tecnológico y de innovación a largo plazo. Además, y de cara a los plazos de desarrollo, la parcela cuenta ya con calificación para uso terciario, se tiene la urbanización aprobada y ya se ha presentado la licencia de construcción.

Sostenibilidad, eficiencia y flexibilidad

El proyecto situado en la calle Bolivia, contempla el desarrollo de un edificio de oficinas de última generación diseñado para responder a las nuevas demandas de los usuarios corporativos, integrando criterios de sostenibilidad, eficiencia y flexibilidad. Contará con un total de más de 18.500 metros cuadrados, siete plantas sobre rasante, dos niveles de aparcamiento y especificaciones Triple AAA, con elevados estándares de eficiencia energética, bienestar y experiencia de usuario.

La estrategia de Stoneweg para este proyecto se articula en tres fases: el desarrollo de un activo icónico en el 22@, la captación de inquilinos corporativos de primer nivel mediante contratos de larga duración y, finalmente, la desinversión del activo una vez estabilizado.

Con esta operación, Stoneweg indicó que reafirma su capacidad para identificar tendencias estructurales y generar valor a través de proyectos inmobiliarios de alta calidad en mercados urbanos con sólidos fundamentales de crecimiento. Asimismo, refuerza su apuesta por Barcelona, un mercado estratégico en el que ya cuenta con una presencia consolidada en los segmentos logístico, residencial y hotelero, y donde, a través de su división de Experiences, desarrolla proyectos emblemáticos como el Museo Carmen Thyssen o la fábrica Godó y Trias.

Jaume Sabater, fundador de Stoneweg y CEO del Grupo SWI, indicó que “estamos en un punto de inflexión muy similar al que vivimos en el ciclo 2016–2019. La combinación de una oferta limitada, escasez de obra nueva y una demanda creciente por espacios de alta calidad genera una oportunidad única para desarrollar producto diferencial en ubicaciones estratégicas”.

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Empresa que faliu e ganhou nova vida em Barcelos vai entrar em campo com 5 seleções no Mundial

Uma tecnológica de Barcelos está representada em força no Mundial de Futebol 2026, seja com caneleiras à medida adotadas por pelo menos cinco seleções, seja com meias de compressão popularizadas pelo guarda-redes alemão Manuel Neuer.

“Podemos dizer que seremos a marca portuguesa mais representada no Mundial”, disse o CEO da Sak Project à Lusa.

João Pestana disse ainda esperar que o Mundial constitua um “impulso significativo” no negócio da empresa, que este ano já prevê faturar meio milhão de euros, contra os 200 mil de 2025.

“Sempre que algum futebolista mostrar uma caneleira ou uma meia com o nosso nome, a marca sofrerá imediatamente um impulso significativo, porque será vista por milhões e milhões de pessoas em todo o mundo”, referiu.

Usadas por atletas de Portugal, Espanha, Argentina, Uruguai e Brasil

Segundo João Pestana, no Mundial que hoje começa as caneleiras da Sak serão usadas por jogadores de “pelo menos” cinco seleções, designadamente Portugal, Espanha, Argentina, Uruguai e Brasil.

“No caso da Seleção Nacional, estamos a falar da esmagadora maioria dos jogadores, entre os quais Diogo Costa, Vitinha, João Neves, Diogo Dalot, João Cancelo, Rafael Leão, Nélson Semedo, Rúben Neves, Tomás Araújo e Francisco Trincão”, apontou.

Sublinhou que Diogo Costa estreou as suas caneleiras atuais no Campeonato da Europa de 2024, disputado na Alemanha, no dia em que defendeu três grandes penalidades consecutivas.

Explicou que são caneleiras feitas “totalmente à medida”, com base em tecnologia de 3D scan.

“Depois do scan, fazemos um molde de cada uma das pernas do jogador e criamos caneleiras completamente ajustadas, completamente à medida”, descreveu.

“Tem sido uma loucura”

Já o negócio das meias de compressão “disparou” no início deste mês, depois de terem sido apontadas por um jornal alemão como o segredo da recuperação do guarda-redes Manuel Neuer.

“De repente, começámos a ter mais de 200 encomendas por dia, todas oriundas da Alemanha. Tem sido uma loucura”, referiu João Pestana.

Atualmente, a Sak tem lojas físicas em 12 países da Europa, mas a empresa espera que o Mundial lhe abra novos horizontes.

A marca faliu em 2020, em Viseu, devido à pandemia. Em 2023, foi recuperada por João Pestana e mais dois sócios, num investimento de 300 mil euros, tendo sido transferida para a freguesia de Vilar do Monte, em Barcelos.

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Grupo privado de lares de idosos duplica camas em Barcelos e Amares

O grupo SER – Senior Exclusive Residences lidera o setor das residências assistidas e dos cuidados continuados em Portugal, com 1.386 camas em funcionamento e a intenção de alcançar duas mil camas até 2030. Em Barcelos e Amares, prevê aumentar de 155 para 336 o número de camas disponíveis.

Na freguesia de Tregosa (Barcelos), a capacidade deverá passar de 95 para 195 camas, enquanto que em Caldelas (Amares) a expansão prevista permitirá aumentar de 60 para 141 camas. Estas duas unidades integram o grupo SER desde 2021 e 2022, respetivamente.

Investimento de 9,5 milhões na compra de 5 unidades

A liderança acontece na sequência da aquisição de cinco unidades ao Grupo Naturidade, que representam 296 camas, num investimento de 9,5 milhões de euros, referiu a CoRe Capital, um dos acionistas.

Paralelamente, o SER prevê colocar em funcionamento até novembro mais 430 camas de cuidados continuados, resultantes de um investimento de 22 milhões de euros, lançado em 2024.

“No decurso de 2027, vamos acrescentar 42 camas às unidades que adquirimos ao Grupo Naturidade, fixando-nos nessa altura nas 1.428 camas. Mas não ficaremos por aí: temos um ‘pipeline’ de novos investimentos em avaliação e negociação para alcançar, até 2030, as duas mil camas em operação”, afirmou o CEO do grupo SER, Pedro Capitão.

A integração da Naturidade permitirá igualmente um aumento da dimensão económica do grupo. As nove unidades atualmente operadas pelo SER registaram receitas de cerca de 15 milhões de euros em 2025. Com as 16 unidades em pleno funcionamento, o grupo estima atingir uma faturação de 45 milhões de euros em 2027, ano em que Pedro Capitão acredita que poderá ser de “consolidação do grupo SER como operador de referência do setor em Portugal, uma marca que representa a qualidade de serviço para os segmentos médio e médio-alto nas regiões Norte, Centro e de Lisboa”.

A totalidade das 430 novas camas previstas para este ano será integrada na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), através de contratos celebrados com o Serviço Nacional de Saúde (SNS).

A escassez de camas de cuidados continuados contribui para internamentos hospitalares sociais, “representando mais de 10% do total de internamentos no SNS, gerando custos anuais superiores a 300 milhões de euros” e levando ao “adiamento de muitas intervenções cirúrgicas por falta de camas disponíveis nos hospitais”.

“Há uma aposta clara do SER num setor que o Estado considera uma prioridade nacional, com falta de 30 mil novas camas a médio prazo”, afirmou o sócio da CoRe Capital e presidente do conselho de administração do grupo SER, Pedro Araújo e Sá.

O grupo SER opera nos dois segmentos principais do mercado das residências assistidas: os chamados estabelecimentos residenciais para pessoas de idade (ERPI) e as camas das unidades de cuidados continuados integrados (UCCI) contratadas com a respetiva rede nacional.

Além da expansão da capacidade instalada, o grupo está a desenvolver iniciativas destinadas a reforçar a qualidade dos serviços prestados. Entre elas incluem-se projetos de investigação em parceria com a Universidade do Porto nas áreas das demências, nutrição, fisioterapia, cognição e terapia ocupacional.

O administrador responsável pelas operações, Francisco Ribeiro, adiantou ainda que o grupo pretende certificar todas as suas unidades na metodologia Humanitude nos próximos dois anos, colocando a humanização dos cuidados no centro do modelo operacional.

A CoRe Capital entrou no setor das residências assistidas em 2020 através do fundo CoRe Restart. Em 2024, mobilizou o fundo CoRe Consolida para acelerar a expansão da operação e, em 2025, lançou a marca SER, que passou a concentrar as atividades do grupo neste segmento. O mesmo fundo financiou a recente aquisição das unidades do Grupo Naturidade.

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Empreendedores e empresas juntam-se na “Future Business Summit” em Portimão

A StartUP Portimão promove, no próximo dia 19 de Junho, entre as 09h00 e as 13h00, na Casa Manuel Teixeira Gomes, o Future Business Summit – O Futuro das Empresas e da Liderança.

Esta é uma iniciativa que reunirá empreendedores da comunidade StartUP Portimão e do Portimão Cowork Space para partilharem experiências, soluções e perspetivas sobre os desafios e oportunidades que atualmente moldam o mundo empresarial.

Promovido pela incubadora de empresas do Município de Portimão, o Future Business Summit pretende aproximar o conhecimento, a experiência e a capacidade de inovação existentes no ecossistema empreendedor local das empresas e organizações da região, criando um espaço de reflexão, aprendizagem e partilha entre empreendedores, empresários, gestores e profissionais de diferentes áreas.

Ao longo da manhã, o Future Business Summit irá promover momentos de reflexão e debate em torno de dois temas centrais para a competitividade das organizações. O painel dedicado à Aceleração Digital nas Empresas contará com os contributos de Nádia Veloso, da 3HR Solutions, Carla Martins, da BLiSS Image & Life Consulting, e Raquel Melo, da Inboundware, que irão partilhar experiências e perspetivas sobre liderança e alta performance, comunicação com propósito, valorização do talento e construção de marcas diferenciadoras num contexto empresarial cada vez mais exigente e digital.

Já o painel “O Fator Humano na Era da Inteligência Artificial” reunirá Luís Silva, da Tecnologias Imaginadas, João Amado e Sara Cartucho, da JFA Training, e Tiago Fernandes, da Thinkerdots, para abordar temas como a literacia digital, a cibersegurança, a utilização prática da inteligência artificial nas empresas e o seu impacto nos processos de inovação, tomada de decisão e desenvolvimento de produtos e serviços.

A componente prática da iniciativa será assegurada através de um conjunto de workshops temáticos dinamizados pelos próprios empreendedores da comunidade StartUP Portimão e Portimão Cowork Space, permitindo aos participantes aprofundar conhecimentos e experimentar metodologias e ferramentas aplicáveis ao contexto profissional.

As sessões irão abordar áreas como a gestão de pessoas, a estratégia de imagem e comunicação, a construção de marcas diferenciadoras, a utilização prática da inteligência artificial em contexto empresarial e a cibersegurança, proporcionando momentos de aprendizagem, experimentação e contacto direto com quem diariamente desenvolve soluções e projetos inovadores no mercado.

Ao reunir empreendedores, empresários, gestores e profissionais de diferentes setores de atividade, o Future Business Summit reforça a missão da StartUP Portimão enquanto plataforma de dinamização do empreendedorismo, da inovação e da transferência de conhecimento, promovendo a criação de redes de colaboração e contribuindo para o fortalecimento do ecossistema empresarial do concelho e da região.

A participação no Future Business Summit é gratuita, mediante inscrição prévia, estando sujeita à lotação disponível. As inscrições podem ser efetuadas através do formulário disponível em https://forms.office.com/e/YjGzHQJsiv onde poderá igualmente ser consultado o programa detalhado da iniciativa.

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Projetos âncora para mobilizar investimento e inovação no Alentejo vão ser apresentados em Sines

Projetos âncora que visam mobilizar investimento e inovação no Alentejo vão ser apresentados na próxima segunda-feira, 15 de Junho, em Sines, durante o evento “Da Ideia à Ação: Construir Soluções para o Alentejo”.

Este será o evento final da PlaCaPRe – Plataforma para o Reforço das Cadeias Produtivas Regionais, instrumento criado para apoiar a operacionalização da Estratégia Regional de Especialização Inteligente (EREI) do Alentejo 2030.

A sessão, a realizar no Hotel Sines Sea View, em Sines, reunirá empresas, entidades públicas, instituições do sistema científico e tecnológico, associações e parceiros regionais.

Estes Projetos Âncora para o Alentejo estão a ser desenvolvidos no âmbito da EREI Alentejo 2030, visando «gerar investimento, estimular a inovação e reforçar a competitividade do território».

Entre os temas em destaque, estarão a valorização dos recursos minerais, o hidrogénio verde, a defesa, a bioeconomia, a digitalização, a circularidade da economia, a inovação em saúde e os serviços de turismo e hospitalidade, «desenvolvidos a partir do trabalho colaborativo, promovido pela PlaCaPRe, e alinhados com os desafios e oportunidades» identificados para o Alentejo.

Mais do que um momento de apresentação, o evento pretende «criar condições para que as entidades conheçam oportunidades concretas de colaboração e possam manifestar interesse em integrar futuras parcerias e consórcios».

Como oradores participarão especialistas, investigadores e representantes de entidades de referência nacional.

O programa completo está disponível aqui.

O evento encerra com uma reflexão sobre os próximos passos necessários para transformar ideias e oportunidades em projetos concretos para o território, sobre o tema “Do Roadmap à Execução – O Futuro dos Projetos Estruturantes no Alentejo”.

A intervenção está a cargo de Tiago Teotónio Pereira, vogal executivo da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo e membro da comissão diretiva do Programa Regional Alentejo 2030.

As inscrições para o evento podem ser efetuadas através do formulário disponível aqui.

A PlaCaPRe é uma iniciativa da CCDR Alentejo, coordenada pelo Sines Tecnopolo – Business Innovation Center do Alentejo e pela ACPMR – Associação Cluster Portugal Mineral Resources.

Contou com um investimento global na ordem dos 217 mil euros, financiado em 85% por fundos europeus.

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Projeto de turismo industrial dedicado à alfarroba premiado no Concurso Inova Algarve + Diversificar

O projeto «Viagem ao Coração da Alfarroba», da autoria da Industrial Farense, foi distinguido como vencedor da categoria “Turismo & Alfarroba e Amêndoa”, na final do Concurso Inova Algarve + Diversificar, promovido pelo NERA.

A distinção e o prémio monetário de 2.500 euros foram atribuídos durante uma conferência dedicada à fileira da alfarroba e amêndoa, revelou a associação empresarial.

O projeto vencedor «Viagem ao Coração da Alfarroba», apresentado por Carlos Moura, destacou-se pela criação de «uma experiência de turismo industrial dedicada a uma das mais emblemáticas fileiras agroalimentares do Algarve».

O conceito propõe visitas guiadas às unidades de produção, permitindo aos visitantes conhecer o percurso da alfarroba, desde a sua transformação até aos diversos produtos dela derivados.

A iniciativa pretende valorizar este recurso endógeno, promover os produtores e empresas locais e contribuir para a diversificação da oferta turística regional.

O ciclo de conferências Inova Algarve + Diversificar prossegue já no próximo dia 18 de Junho, com uma sessão dedicada à fileira do medronho, «dando continuidade ao trabalho de valorização das fileiras estratégicas e dos recursos endógenos do Algarve», refere o NERA.

Após o interregno de Verão, a iniciativa regressará com novas conferências centradas nas plantas e flores, economia do mar, recursos geológicos e citrinos.

A participação é gratuita, mediante inscrição prévia, estando o programa completo e o calendário das próximas sessões disponíveis aqui.

A iniciativa é organizada pelo NERA, em parceria com a Algarve Evolution, Associação KIPT, CCDR Algarve, Região de Turismo do Algarve, Tertúlia Algarvia e Universidade do Algarve, no âmbito do Projeto Inova Algarve 3.0, cofinanciado pelo Programa Regional Algarve 2030 | Portugal 2030.

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Nova Alfândega de Sines entra em funcionamento em Janeiro de 2027

A Alfândega de Sines entra em funcionamento em janeiro de 2027, anunciou na sexta-feira, dia 9 de Junho, o ministro das Finanças, que salientou a mudança importante para o principal porto do país.

«De facto foram muitos anos, um certo imobilismo não efetuou esta alteração [que] pode parecer, sobretudo aos olhos de quem está de fora, cirúrgica e se calhar com menos impacto, mas para quem está aqui era de facto uma alteração muito relevante», referiu Joaquim Miranda Sarmento.  

O governante falava na cerimónia de lançamento da Alfândega de Sines, que se realizou ontem no auditório da Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS).

«Esta decisão que tomámos é de facto muito importante para ajudar no dinamismo desta região e com isso no dinamismo do país», realçou.

Em comunicado, o Governo revelou que a nova Alfândega, que funciona atualmente como uma delegação aduaneira de Setúbal, irá funcionar nas instalações do Porto de Sines, na Zona de Atividades Logísticas, a partir de 1 de Janeiro de 2027.

A decisão de transformar a atual delegação aduaneira numa Alfândega deve-se à «evolução da atividade aduaneira» devido «à crescente relevância estratégica do Porto de Sines no contexto do comércio internacional e das cadeias logísticas globais», sublinhou.

Segundo o ministério das Finanças, o reforço desta estrutura da Autoridade Tributária permitirá igualmente «assegurar uma gestão mais eficiente e especializada das operações aduaneiras» neste complexo portuário.

Por seu lado, a secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Reis Duarte, também presente na cerimónia, referiu que a futura alfândega permitirá prestar um melhor serviço à comunidade, às empresas e ao país. 

«A facilitação do comércio internacional legítimo passa pela simplificação e digitalização de processos. Cada minuto poupado num terminal, cada documento eliminado, representa ganhos de competitividade reais para as empresas e para a economia nacional», salientou.

Já para o presidente do conselho de administração da APS, Pedro do Ó Ramos, tratou-se de um «dia histórico» e de um «ato de justiça» para o maior porto nacional.

«Não se percebia como o maior porto nacional, o Porto de Sines, que movimenta mais de 50% da carga marítima de todo o país, não tinha uma alfândega. E é, neste momento ainda, uma delegação de Setúbal», sublinhou. 

No seu entender, a nova estrutura vai permitir maior celeridade, proximidade e capacidade de decisão no apoio aos operadores económicos, reforçando a competitividade do porto. 

Segundo um comunicado da administração portuária, a criação da nova Alfândega de Sines vai implicar o reforço de sete trabalhadores, assim como a expansão das instalações.

A nova estrutura passará a «contar com 33 efetivos e uma estrutura orgânica reforçada, contando com um diretor e um diretor adjunto, Núcleo de Procedimentos Fiscais e Núcleo de Impostos sobre Veículos», indicou. 

Segundo o Governo, no âmbito da reorganização territorial dos serviços aduaneiros desconcentrados, proceder-se-á à eliminação da Alfândega do Jardim do Tabaco, prevendo-se a sua reconfiguração como delegação aduaneira.

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Morangos mais famosos de Espanha chegam a Braga

A La Fresería, cadeia espanhola de lojas de venda de morangos, vai inaugurar uma loja em Braga, na quarta-feira.

A inauguração está marcada para as 15:00 e a loja situada na Rua de São Marcos estará aberta até às 23:00.

Criada em Madrid em 2022 por Alejandro Fernández e Gonzalo Barreno, a La Fresería nasceu com a ideia de “transformar um produto clássico, o morango, numa experiência divertida, personalizável e altamente visual”.

Desde então, o conceito cresceu rapidamente e conta atualmente com mais de 40 lojas distribuídas entre Espanha e Portugal, sendo que Barcelos foi outra das localizações mais recentes.

“Portugal é hoje um dos mercados prioritários para a La Fresería. A resposta que temos recebido desde a abertura da primeira loja superou as nossas expectativas e tem-nos permitido continuar a investir no crescimento da marca no país. Braga surge como mais um passo natural neste percurso de expansão”, afirma Alejandro Fernández, cofundador da marca, citado em comunicado.

De acordo com a marca, na nova loja, os clientes poderão encontrar o “conceito que tornou a marca viral”: “copos de morangos frescos preparados no momento e personalizados com uma vasta seleção de molhos e toppings”.

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España consolida su liderazgo en desalación respecto a Europa con Acciona, Veolia, Sacyr Agua y Cox como actores clave

La desalación avanza como uno de los segmentos con mayor proyección dentro del sector del agua, impulsando el posicionamiento de grandes grupos industriales y energéticos que ven en este ámbito una palanca de crecimiento vinculada al aumento del estrés hídrico y a la transformación de los sistemas productivos.

España utiliza ya en torno al 43% de sus recursos disponibles, con una fuerte concentración del consumo en la agricultura, que representa cerca del 80% del total, a lo que se suma el impacto del turismo y determinados usos industriales, según recoge el informe Spanish Water Industry 2050, elaborado por la consultora Arup. Además, el sector arrastra un déficit estructural de inversión superior a los 5.000 millones de euros anuales en el ciclo urbano del agua.

En este escenario, España es la quinta potencia mundial en desalinización con más de 770 plantas desaladoras, según Adyr, consolidándose como uno de los principales laboratorios de esta tendencia. A nivel global, el mercado de la desalación podría alcanzar los 97.000 millones de euros en 2030, reforzando su atractivo como segmento estratégico.

En este contexto, compañías como Acciona han consolidado una posición de liderazgo en el desarrollo y operación de plantas desaladoras en España, con una fuerte presencia en las principales infraestructuras del arco mediterráneo. La compañía participa en la desaladora de Torrevieja (Alicante), una de las mayores de Europa, así como en instalaciones clave como Valdelentisco y Águilas–Guadalentín (Murcia), además de otras plantas relevantes en la Comunidad Valenciana y el sureste peninsular.

Junto a ella, Veolia gestiona la desaladora de agua de mar (IDAM) de Bahía de Palma de Mallorca y de Andratx, impulsando el liderazgo del archipiélago en implementación de tecnologías de desalinización en el país; así como la desaladora de agua de mar del Campo Dalías, en la provincia de Almería, una de las desaladoras más grandes de Europa.

Por su parte, Sacyr Agua ha reforzado su presencia en el ámbito de la desalación en España, especialmente en el sureste peninsular y en proyectos vinculados al regadío. La compañía participa en infraestructuras como Águilas–Guadalentín (Murcia), uno de sus principales activos, así como en instalaciones relevantes como Carboneras y Bajo Almanzora (Almería), además de proyectos de menor escala como Cuevas del Almanzora.

Además, empresas como Cox están desarrollando modelos que integran infraestructuras de agua y energía. En España, la compañía ha reforzado su presencia en el ámbito de la desalación a través de proyectos como la ampliación de la desaladora de El Cangrejo (El Hierro), y la operación y mantenimiento de la planta de Sagunto (Valencia), una de las principales instalaciones de la Comunidad Valenciana.

El informe de Arup subraya que el reto del agua en España trasciende la disponibilidad tecnológica. La desalación, junto con otras soluciones como la reutilización o la digitalización, se perfila como una pieza clave dentro del mix de soluciones, pero no como una respuesta aislada, en un sistema marcado por la fragmentación territorial, la presión creciente sobre los recursos y la necesidad de avanzar en modelos de gobernanza e incentivos más alineados con la realidad del recurso.

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Quirónsalud, referente en calidad asistencial avalada por estándares internacionales, según el ICGEA

El Hospital Quirón Salud de Pozuelo de Alarcón, el preferido por las famosas para dar a luz

La generalización de estándares internacionales de calidad está transformando los criterios de excelencia en la sanidad privada española, un proceso en el que Quirónsalud figura como uno de los grupos hospitalarios más avanzados por su apuesta por las acreditaciones internacionales, la seguridad del paciente y la mejora continua, según un análisis del Instituto Coordenadas de Gobernanza y Economía Aplicada (ICGEA).

El estudio señala que, si durante décadas el prestigio médico, la tecnología disponible o las infraestructuras fueron los principales indicadores de excelencia hospitalaria, actualmente los criterios de calidad incorporan cada vez más elementos relacionados con la seguridad del paciente, la medición de resultados clínicos, la experiencia asistencial, la digitalización y la capacidad de mejora continua de las organizaciones sanitarias.

Para el vicepresidente ejecutivo del Instituto Coordenadas, Jesús Sánchez Lambás, este cambio supone una evolución profunda en la forma de entender la excelencia hospitalaria. “Estamos asistiendo a una evolución muy significativa del concepto de calidad hospitalaria. La excelencia ya no se mide únicamente por la capacidad tecnológica o por el prestigio histórico de un centro, sino por la capacidad de demostrar con datos la seguridad, la eficiencia y los resultados obtenidos en beneficio del paciente”, afirma.

A su juicio, “la gran revolución de la calidad sanitaria en los últimos años no ha sido tecnológica, sino metodológica: los hospitales han pasado de medir recursos a medir resultados, y esa capacidad de evaluación y mejora continua es la que está marcando las diferencias entre las organizaciones líderes y el resto del sector”. “Se cumple el paradigma de que todo lo que se pesa y se mide, mejora”, añade.

Según el análisis, la consolidación de estándares como Joint Commission International (JCI), las certificaciones ISO o el modelo EFQM refleja un cambio estructural en el sector sanitario privado. La calidad ya no se vincula exclusivamente a los recursos disponibles, sino a la capacidad de demostrar resultados objetivos, garantizar procesos seguros y ofrecer una atención homogénea y centrada en el paciente.

Entre los indicadores utilizados actualmente para evaluar la calidad destacan las tasas de complicaciones, los eventos adversos, las infecciones relacionadas con la asistencia sanitaria, los reingresos hospitalarios, los tiempos de respuesta, la adherencia a protocolos clínicos, los resultados percibidos por los pacientes (PROMs) y los indicadores de experiencia asistencial (PREMs y NPS).

Acreditaciones

El informe destaca que las acreditaciones internacionales se han convertido en uno de los principales instrumentos para evaluar la madurez organizativa de los hospitales. Entre ellas sobresale la acreditación Joint Commission International (JCI), considerada la referencia más exigente a escala internacional para evaluar aspectos relacionados con la seguridad clínica, la gestión hospitalaria, los protocolos asistenciales y la calidad global de la atención sanitaria.

Junto a ella, las certificaciones ISO —especialmente ISO 9001 de gestión de calidad, ISO 14001 de gestión ambiental e ISO 45001 de seguridad y salud laboral— garantizan sistemas organizativos basados en la mejora continua, la trazabilidad de procesos y la eficiencia operativa. Asimismo, el modelo europeo EFQM aporta una visión integral de la excelencia mediante la evaluación del liderazgo, la estrategia, la innovación, la sostenibilidad, la gestión de personas y la orientación al paciente.

El análisis también pone de relieve el creciente peso de acreditaciones específicas vinculadas a la seguridad del paciente, los procesos asistenciales, la actividad docente e investigadora, la calidad de laboratorios y servicios diagnósticos o la excelencia en determinadas especialidades médicas. A ello se suman reconocimientos como el sello QH (Quality Healthcare) de la Fundación IDIS o certificaciones relacionadas con la gestión del talento y el bienestar profesional, como Top Employer.

Según el Instituto Coordenadas, el valor de estas acreditaciones trasciende el reconocimiento externo y radica en su capacidad para generar una cultura organizativa basada en la evaluación permanente, la reducción de riesgos, la transparencia y la mejora continua. En un contexto en el que pacientes, aseguradoras y profesionales demandan cada vez más garantías objetivas, las certificaciones se han convertido en una herramienta estratégica de reputación y competitividad para los grupos hospitalarios.

Liderazgo

Dentro de este escenario, el Instituto Coordenadas sitúa a Quirónsalud como el grupo hospitalario que ha realizado una de las apuestas más decididas por la implantación de estándares internacionales de calidad en España.

El análisis destaca la amplia presencia de acreditaciones y certificaciones en algunos de sus principales centros de Madrid y Barcelona. El grupo dispone de hospitales con acreditación Joint Commission International, así como certificaciones ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001 y otras acreditaciones específicas relacionadas con la seguridad del paciente, la gestión de riesgos y la excelencia organizativa.

Entre los centros mencionados figuran la Fundación Jiménez Díaz, el Hospital Universitario Quirónsalud Madrid, el Centro Médico Teknon, el Hospital Quirónsalud Barcelona y el Hospital Universitario La Luz, reconocidos por su calidad asistencial, capacidad investigadora y nivel de innovación. Algunos de ellos cuentan con reacreditaciones sucesivas de la JCI y reconocimientos específicos en ámbitos como la docencia, la investigación, la medicina reproductiva, los procesos transfusionales o la calidad y seguridad del paciente.

El informe también destaca la acreditación Joint Commission International Enterprise para la red hospitalaria del grupo, el sello QH de la Fundación IDIS y la certificación Top Employer, obtenida por quinto año consecutivo. Asimismo, señala el liderazgo sostenido de la Fundación Jiménez Díaz en el Índice de Excelencia Hospitalaria durante diez años consecutivos como uno de los principales exponentes de una estrategia basada en la calidad asistencial, la innovación, la seguridad clínica y la mejora continua.

El análisis identifica igualmente a HM Hospitales, Sanitas, Grupo HLA y Vithas entre las organizaciones que han reforzado de manera significativa sus sistemas de acreditación y gestión de calidad.

HM Hospitales ha desarrollado una estrategia basada en la mejora continua, la investigación clínica y la estandarización de procesos asistenciales. El grupo dispone de diferentes certificaciones ISO 9001, sistemas de gestión orientados a la seguridad clínica y acreditaciones vinculadas a laboratorios, diagnóstico por imagen y gestión asistencial. El informe destaca el trabajo realizado en centros como HM Sanchinarro, HM Montepríncipe y HM Nou Delfos, donde se han impulsado programas de evaluación continua de resultados, protocolos de seguridad del paciente y sistemas de trazabilidad asistencial.

En el caso de Sanitas, el Instituto Coordenadas subraya la integración de la calidad y la transformación digital como pilares de su modelo asistencial. Sus hospitales cuentan con certificaciones ISO 9001 e ISO 14001 y diversos reconocimientos relacionados con la sostenibilidad, la experiencia del paciente y la excelencia organizativa. El análisis destaca especialmente los modelos de hospital digital, telemedicina y atención personalizada desarrollados en centros como el Hospital Universitario Sanitas La Zarzuela, el Hospital Universitario Sanitas La Moraleja y el Hospital Sanitas CIMA.

Por su parte, Grupo HLA ha reforzado durante los últimos años la implantación de sistemas certificados de gestión y mejora organizativa. Diversos centros cuentan con certificaciones ISO 9001 e ISO 14001 y acreditaciones relacionadas con la gestión de procesos, la seguridad clínica y la mejora continua. El estudio menciona específicamente al Hospital Universitario HLA Moncloa por sus programas de calidad asistencial, seguridad del paciente y evaluación de resultados clínicos.

Vithas también ha impulsado una estrategia corporativa basada en la excelencia asistencial y la implantación progresiva de estándares internacionales de calidad. El grupo dispone de certificaciones ISO 9001 e ISO 14001 y ha desarrollado sistemas de evaluación continua, programas de experiencia de paciente y modelos de mejora de procesos asistenciales en centros como Vithas Madrid Aravaca, Vithas Madrid La Milagrosa o Vithas Barcelona.

Reputación y confianza

El ICGEA concluye que la generalización de estándares de evaluación, calificación y acreditación está modificando profundamente los criterios de competitividad dentro del sector sanitario privado. Pacientes, profesionales, aseguradoras e instituciones demandan cada vez más evidencias objetivas sobre la calidad asistencial, lo que convierte las acreditaciones y la medición de resultados en elementos estratégicos para la reputación de los centros sanitarios.

No obstante, el informe subraya que el verdadero elemento diferencial ya no reside únicamente en la obtención de una certificación, sino en la capacidad de transformar esos estándares en mejoras tangibles para los pacientes.

En este sentido, Sánchez Lambás afirma que “el certificado es importante, pero lo verdaderamente relevante es la cultura organizativa que existe detrás”. A su juicio, “los hospitales que consiguen convertir la calidad en una práctica cotidiana son los que generan confianza, atraen talento y construyen una reputación sólida y sostenible en el tiempo, donde la valoración de fortalezas y debilidades lejos de ser una crítica, constituyen el estímulo permanente para mejorar todo un sector que colabora y compite con un modelo de sanidad pública universal”.

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UAX y NTT DATA se alían para formar a universitarios en IA agéntica e impulsar su empleabilidad

La Universidad Alfonso X el Sabio (UAX) y NTT DATA han celebrado la jornada 'Construyendo el futuro de la IA agéntica: talento, universidad y empresa', un encuentro que ha servido para presentar a la primera promoción del programa de formación en IA agéntica, creado y desarrollado conjuntamente por ambas entidades.

La iniciativa, dirigida a estudiantes de titulaciones del área de tecnología de la Facultad de Business & Tech de UAX, nace con el objetivo de capacitar a jóvenes perfiles tecnológicos en una de las áreas con mayor proyección como es la aplicación de esta tecnología a los ciclos de desarrollo de software, uno de los ámbitos donde su impacto puede ser especialmente relevante para mejorar la eficiencia, la calidad y la capacidad de innovación de las organizaciones.

Con esta colaboración, UAX y NTT DATA indican que refuerzan un modelo de cocreación universidad-empresa orientado a anticipar las necesidades de talento del mercado y a preparar a los estudiantes para un entorno profesional marcado por la evolución de la IA, la automatización de procesos y la transformación de los modelos de trabajo.

La primera edición del programa ha contado con una veintena de estudiantes de los grados tecnológicos de UAX, como Computación e Inteligencia Artificial, Ingeniería Matemática, Física e Ingeniería Informática, e incluso con la participación de un estudiante del Máster Online en Inteligencia Artificial. La experiencia ha sido muy positiva para todas las partes, por lo que está previsto que tenga continuidad durante los próximos cursos.

“En UAX trabajamos para que nuestros estudiantes no solo aprendan tecnología, sino que sepan aplicarla con propósito en contextos reales. Esta alianza con NTT DATA nos permite dar un paso más en nuestro modelo de universidad conectada con la empresa, acercando a los estudiantes a proyectos de alto impacto y a las competencias que ya están transformando el mercado laboral”, ha señalado Luis Couceiro, director de la Facultad de Business & Tech de UAX.

Por su parte, Zobeida Duben, responsable de talento, cultura y diversidad de NTT DATA, ha manifestado que “la IA agéntica está redefiniendo las capacidades que necesitarán los profesionales del futuro. A través de esta colaboración acercamos a los estudiantes a entornos reales de innovación y reforzamos la conexión entre universidad y empresa para formar el talento que liderará la transformación digital de los próximos años”.

A través de esta formación, los estudiantes de UAX trabajan competencias técnicas avanzadas, pero también habilidades cada vez más determinantes en el nuevo entorno profesional, como el pensamiento crítico, la capacidad de adaptación, la resolución de problemas complejos, el trabajo colaborativo y la comprensión ética del uso de la tecnología.

El objetivo es que los alumnos puedan desenvolverse en escenarios reales de innovación y comprendan cómo la IA puede integrarse en los procesos empresariales para generar valor. Este enfoque conecta directamente con el modelo educativo de UAX, basado en el aprendizaje práctico, la innovación y la colaboración con empresas líderes. Además, los estudiantes participantes tienen la posibilidad de realizar sus prácticas y, posteriormente, incorporarse a la plantilla de la compañía tecnológica.

Innovación y empleabilidad

El programa de Formación en IA agéntica forma parte del convenio marco de colaboración firmado por el Grupo Educativo UAX y NTT DATA, que establece una hoja de ruta común para desarrollar proyectos conjuntos en ámbitos como la formación, la investigación, la innovación, la difusión del conocimiento, la captación de talento y la empleabilidad.

Este acuerdo contempla, entre otras líneas de trabajo, el impulso de prácticas profesionales en disciplinas de interés mutuo, la participación de profesionales de NTT DATA en actividades docentes, masterclasses y eventos orientados a la empleabilidad, la colaboración en el desarrollo de nuevas titulaciones o especializaciones adaptadas a las necesidades del mercado, así como la participación conjunta en reuniones, seminarios educativos, técnicos y científicos.

Además, el convenio abre la puerta a la colaboración en proyectos de investigación aplicada, la participación de NTT DATA en iniciativas vinculadas al modelo UAXmakers, la definición conjunta de retos reales para estudiantes y la conexión entre el ecosistema académico y profesional. De esta forma, ambas entidades apuestan por un modelo de colaboración a largo plazo, orientado a generar impacto real en la formación de los estudiantes y en la respuesta a las demandas de talento de las empresas.

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Faltam 2 dias para Copa: vai ter folga no trabalho durante jogos do Brasil?

A proximidade da Copa do Mundo de 2026 tem levado empresas brasileiras a discutir formas de compatibilizar a rotina de trabalho com os jogos da Seleção Brasileira. Embora a maior parte das partidas da fase de grupos esteja marcada para o período da noite, entre 19h e 22h, setores com funcionamento contínuo, como comércio, serviços e indústria, já avaliam medidas para evitar impactos na produtividade e no clima organizacional.

A mobilização em torno do torneio costuma influenciar o ambiente corporativo, especialmente em um país onde o futebol desperta grande interesse popular. Para muitas empresas, o desafio é encontrar soluções que permitam aos trabalhadores acompanhar os jogos sem comprometer as atividades da organização.

Segundo o advogado trabalhista Lucas Aguiar, a legislação brasileira não prevê a interrupção obrigatória do expediente durante as partidas da Copa do Mundo. Dessa forma, cabe a cada empresa decidir se haverá ou não flexibilização da jornada.

“Ignorar a expectativa criada em torno dos jogos da Seleção pode gerar desmotivação e queda de rendimento. Por outro lado, qualquer flexibilização exige planejamento para evitar prejuízos operacionais e riscos trabalhistas”, explica.

Especialista explica que a legislação não obriga a liberação dos funcionários durante as partidas da Seleção, mas permite acordos para compensação de horas e flexibilização da jornada | Foto: Divulgação

O advogado trabalhista ressalta que assistir aos jogos não é um direito garantido pela legislação trabalhista. Ainda assim, as empresas podem adotar mecanismos para permitir que os colaboradores acompanhem as partidas, desde que observem as regras previstas em lei.

Entre as alternativas mais utilizadas estão o abono das horas, sem necessidade de compensação, e a dispensa temporária da jornada com posterior reposição do período não trabalhado. A escolha do modelo depende da realidade de cada organização e da viabilidade operacional de cada setor.

Aguiar destaca que todas as medidas devem ser formalizadas e comunicadas de maneira clara aos funcionários. Nos casos em que existe banco de horas, a compensação deve seguir os critérios definidos em acordos individuais ou coletivos. Quando esse mecanismo não está formalmente instituído, a reposição das horas precisa ocorrer dentro do mesmo mês, respeitando o limite legal de dez horas de trabalho por dia.

E no home office?

As orientações também se aplicam aos profissionais que atuam em regime de home office. De acordo com o advogado, o trabalho remoto não elimina a necessidade de controle da jornada nem altera as regras relacionadas à compensação de horas.

“O registro adequado da jornada continua sendo essencial, independentemente do local onde o trabalho é realizado. Isso evita problemas futuros e possíveis questionamentos trabalhistas”, afirma.

Para o especialista, a flexibilização da jornada durante a Copa pode trazer benefícios para empresas e trabalhadores. Além de favorecer o engajamento das equipes, a medida contribui para um ambiente organizacional mais positivo e fortalece a relação entre empregadores e colaboradores.

Nesse cenário, a adaptação do expediente durante os jogos da Seleção passa a ser vista por muitas empresas não apenas como uma concessão pontual, mas como uma estratégia de gestão voltada ao equilíbrio entre produtividade, bem-estar e satisfação dos funcionários.

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DES 2026 sitúa a Málaga como epicentro europeo de los agentes de IA con un impacto de más de 30 millones

DES–Digital Enterprise Show 2026, el mayor evento en Europa dedicado a la IA, abre hoy sus puertas en Málaga. Hasta el jueves el encuentro reunirá a más de 15.000 directivos internacionales que conocerán las soluciones tecnológicas más punteras del mercado para impulsar la competitividad de grandes corporaciones, pymes y administraciones públicas.

La organización de DES–Digital Enterprise Show 2026 generará un impacto económico de más de 30 millones de euros para la capital de la Costa del Sol, que registra durante esta semana un98% de ocupación hotelera. De este modo, el evento también contribuye a la proyección internacional de la ciudad y a la dinamización de su economía.

Igualmente, DES 2026 promete ser muy especial por la celebración de su décimo aniversario. Como novedad, se ha rediseñado su formato convirtiéndose en un “evento de eventos” albergando siete áreas temáticas donde se mostrarán los avances en IA, ciberseguridad, cloud, soluciones para el retail, marketing y pymes, además de contar con un espacio para el talento emprendedor. Todo ello está concebido bajo los nombres de “Universo DES” y “DES Arena”, congregando a 403 firmas expositoras que participarán activamente dando a conocer un total de 706 innovaciones tecnológicas.

Entre las innovaciones más relevantes se encuentran los agentes y plataformas integradas de IA que incrementan la productividad, la delegación de tareas, la creatividad y la hiperespecialización. En este sentido, se mostrarán agentes que organizan viajes corporativos con criterios de hiperpersonalización o que ayudan a la optimización de rutas para el sector logístico. Asimismo, se darán a conocer otras propuestas como tecnología háptica que, con la IA, transforma música en sensaciones físicas; o una experiencia digital que mezcla realidad extendida con movilidad real.

A su vez, China tendrá un peso importante al ser el país invitado. En su relación con España, el gigante asiático se ha erigido como el primer socio comercial en Asia, con un comercio bilateral de cerca de 48.000 millones de euros en 2025. Ante este panorama de cooperación, DES 2026 recibirá una delegación de la nación encabezada por Yongdong Wang, vicepresidente corporativo de Microsoft y presidente del Grupo de I+D en Asia-Pacífico; y Fred Sun, director general para Europa de Tencent Cloud, la división de computación en la nube de la matriz de WeChat. Ambos explicarán cómo están acelerando la incorporación de la IA a gran escala para que sea una solución práctica para las empresas y administraciones a fin de promover su competitividad.

Digital Business World Congress

El marco en el que se van a estudiar estas experiencias tecnológicas será el Digital Business World Congress, el mayor foro de digitalización de Europa que tendrá lugar en DES. En sus escenarios, 637 ponentes internacionales compartirán las claves para orientar el uso de herramientas de IA hacia la mejora de la eficiencia, la productividad y la sostenibilidad de las organizaciones.

Sobre ello indagará una de las voces más esperadas de esta edición: la de Randi Zuckerberg, emprendedora tecnológica y exdirectora de marketing de Facebook. La empresaria detallará las estrategias que pueden seguir las compañías para traducir la IA en crecimiento medible convirtiéndose en una palanca real de promoción del negocio. Asimismo, el congreso abordará la implementación de la inteligencia artificial junto con otras soluciones – como el cloud, la computación cuántica, la analítica de datos o la realidad virtual – a fin de construir infraestructuras digitales más fuertes y resilientes.

Además, y por primera vez, el Digital Business World Congress acogerá un foro centrado en la evolución tecnológica en el ámbito de la defensa. En él, líderes de la Agencia Espacial Europea, la aeroespacial alemana DLR GfR mbH, la Guardia Civil y la Policía Nacional, entre otros, pondrán en común el progreso de las soluciones duales, como los drones o lo satélites, que están siendo fundamentales para la actividad militar y para garantizar la protección de infraestructuras críticas y organizaciones.

En la misma línea, el encuentroexaminará la importancia de la soberanía tecnológica y la ciberseguridad en el ecosistema empresarial, incluyendo conceptos como “Zero Trust”, a la vez que indagará en el auge de las EdTech. Siguiendo con el eslogan de esta edición “Machines Learn, People Lead”, también se analizará el papel del talento humano, que es quien está guiando a las máquinas para que sean realmente útiles.

Para debatir estas cuestiones, la agenda del congreso incluirá nombres de la talla de Trevor Monroe, Senior Program Manager en el Banco Mundial; Ricardo Baeza-Yates, académico especializado en IA en el KTH Royal Institute of Technology de Suecia, una de las instituciones tecnológicas más prestigiosas de Europa; Stefaan Verhulst, investigador en la Universidad de Nueva York centrado en el uso de datos, que ha sido asesor de la Comisión Europea y la UNESCO; y Margaret Chen, avalada por el Gobierno chino como una de las 100 personas con más impacto en el exterior.

El programa, del mismo modo, citará en el 'DES Arena' a directivos de conocidas marcas como Renault, Airbus, TAG Heuer, American Express, LinkedIn, Stellantis, Naturgy, BBVA, Carrefour, Renfe, Seat o Glovo, los cuales intercambiarán sus perspectivas sobre la integración digital y cómo llevarla a cabo para que sea rentable.

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Sudoeste Retail Park comemora quarto aniversário envolvendo toda a comunidade

Uma feira de produtos tradicionais, promovendo o contacto direto com produtores locais de mel, azeite, vinhos, queijos e doces, dando a conhecer os sabores e a cultura da comunidade local à população residente, mas também aos muitos veraneantes que nesta altura já procuram o Algarve e a região de Armação de Pêra para momentos de lazer. Esta é uma das formas escolhidas pelo Sudoeste Retail Park, situado perto de Alcantarilha, para comemorar, no próximo dia 10, o seu quarto aniversário, com um programa cheio de atividades que envolve toda a comunidade local.

Haverá também música, oferta de brindes e o habitual bolo comemorativo, que irão reunir lojistas, clientes, prestadores de serviços e equipa de gestão, num “momento que muito nos orgulha”, refere Andreia Ramos, senior property manager do Retail Mind Group e responsável pela gestão do Sudoeste Retail Park.

O RMG continua a consolidar a sua posição no mercado nacional ao reforçar a área de Asset Management, com a integração do Lagos Retail Park na sua carteira de ativos sob gestão.

Com este reforço, a empresa assume uma abordagem cada vez mais integrada, que combina gestão operacional, estratégia financeira, comercialização e valorização de ativos de retalho.

“A gestão integrada permite-nos compreender melhor as necessidades reais dos operadores e dos proprietários, antecipar desafios e desenvolver soluções mais sustentáveis para todas as partes envolvidas. Este é um dos pilares do sucesso da nossa área de Asset Management”, refere Andreia Ramos.

O crescimento da área de ativos imobiliários tem igualmente contribuído para reforçar a confiança de marcas, investidores e operadores no grupo. A capacidade de acompanhamento diário da operação dos ativos, aliada a um sólido conhecimento estratégico do mercado, tem permitido fortalecer relações com as marcas representadas e potenciar novas oportunidades de expansão comercial.

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Parcerias e Negócios anuncia parceria com a Diáspora Lusa para aproximar empresários portugueses no mundo

A Convenção Anual da Parcerias e Negócios realizou-se no dia 23 de Maio, no SDivine Fátima Hotel, reunindo empresários, empreendedores, oradores, dirigentes e profissionais de diferentes sectores de actividade. O encontro ficou marcado pela partilha de experiências, pela apresentação de…

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Baixo Alentejo aposta no vinho, agroindústria e turismo para captar investimento da diáspora

A Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo marcou presença no “Portugal Nação Global” com uma estratégia centrada na promoção internacional do território e na captação de novos investimentos ligados à diáspora portuguesa. O encontro, realizado no Centro Cultural de Belém, em…

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CIM Douro quer acelerar modernização do território

A Comunidade Intermunicipal do Douro participou no “Portugal Nação Global” com o objetivo de “reforçar a ligação à diáspora portuguesa e promover novas oportunidades de investimento no território duriense”. O encontro, realizado no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, no…

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