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Luís Quintais vence Grande Prémio de Literatura DST com obra poética “Nocturama”

O poeta Luis Quintais venceu a edição deste ano do Grande Prémio de Literatura DST, no valor de 15 mil euros, pela obra “Nocturama”, anunciou hoje a empresa que atribui o galardão.

Em comunicado, a DST indicou que o prémio “reconhece uma obra que confirma a singularidade do percurso literário de Luís Quintais”, que classifica como “uma das vozes mais consistentes da poesia portuguesa contemporânea”.

O júri, presidido por José Manuel Mendes, da Associação Portuguesa de Escritores, composto também por Cândido de Oliveira Martins e Carlos Mendes de Sousa, destacou “uma notável construção de linguagem, uma poética que enlaça pensamento e emoção, tanto nos registos biográficos como na análise da realidade social, e uma escrita em que o sentido de medida se torna não raro apelativo”.

“Notações de luz e sombra enquanto evidência de energia criativa e um engenho aprimorados”, descreve o júri, destacando que a obra de Luís Quintais, “de livro em livro, se tem afirmado por uma singularidade admirável”.

Para o poeta e ensaísta, é “muito gratificante” receber o Grande Prémio de Literatura DST, sobretudo por celebrar aquele que considera ser um dos seus “livros mais significativos num percurso que faz trinta anos em 2026”, data em que o prémio lhe é atribuído.

José Teixeira, presidente do DSTgroup, salienta que “o Grande Prémio de Literatura DST continua a afirmar a literatura como um lugar de pensamento, de inquietação e de construção de sentido”.

Quanto à obra de Luís Quintais, José Teixeira considera que “confirma a força da palavra poética enquanto instrumento de lucidez, de resistência e de revelação”.

“Há livros que iluminam e eliminam o vazio existencial e restauram o propósito e o significado da vida. Há livros que nos provam que a poesia pode salvar a economia. ‘Nocturama’ é um desses livros”, acrescentou

A cerimónia de entrega do prémio realizar-se-á no dia 27 de junho, no Theatro Circo, em Braga.

No mesmo dia, Luís Quintais participará numa conversa aberta ao público no MUZEU – Pensamento e Arte Contemporânea dst, proporcionando um momento de encontro entre o autor, os leitores e o universo literário que sustenta a obra vencedora.

Segundo o grupo DST, a edição deste ano, dedicada à poesia, “reafirma a relevância de um prémio que, ao longo de mais de três décadas, tem distinguido algumas das mais importantes vozes da literatura portuguesa contemporânea”.

Alternando, anualmente, entre poesia e prosa, o Grande Prémio de Literatura dst conta no seu historial com autores como Luísa Costa Gomes, José Viale Moutinho, Teolinda Gersão, João de Melo, Lídia Jorge, João Luís Barreto Guimarães e Fernando Guimarães.

No ano passado, a obra vencedora foi “Visitar Amigos e Outros Contos”, de Luísa Costa Gomes.

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Fundo Amazônia quadruplica ritmo anual de aprovações desde 2023

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O Fundo Amazônia quadruplicou o ritmo anual de aprovação de projetos desde a retomada de sua governança, em 2023. A média anual de aprovações passou de cerca de R$ 300 milhões entre 2009 e 2018 para R$ 1,3 bilhão no ciclo recente, entre 2023 e 2026. 

O balanço foi apresentado, nesta quinta-feira (11), pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Notícias relacionadas:

Segundo o BNDES, o mecanismo soma R$ 5,3 bilhões em doações e 153 projetos aprovados, com atuação voltada à prevenção, ao monitoramento e ao combate ao desmatamento, além do apoio à restauração florestal, à regularização ambiental e territorial e à produção sustentável. 

“Criado para transformar os resultados do Brasil na redução do desmatamento em cooperação internacional concreta, o Fundo Amazônia chega aos 18 anos como a maior e mais bem-sucedida iniciativa de REDD+ do mundo em volume de recursos e resultados”, disse o BNDES, em nota, referindo-se ao incentivo desenvolvido no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) para recompensar financeiramente países em desenvolvimento pela redução de emissões. 

Entre 2023 e 2025, a média anual desembolsada chegou a R$ 224 milhões, acima da média de R$ 206 milhões registrada entre 2010 e 2018. 

“O crescimento ocorre após a reativação da governança do Fundo, a recriação da estrutura dedicada ao mecanismo no BNDES e a definição de novas diretrizes para aplicação dos recursos, em alinhamento com as políticas públicas de combate ao desmatamento e desenvolvimento sustentável da Amazônia”, informou o banco.

O período de 2023 a 2026 responde por 57% de todas as aprovações e contratações da história do mecanismo. Segundo o ministério e o BNDES, em quantidade de operações, a média passou de dez projetos aprovados por ano, no período anterior, para 15 projetos anuais entre 2023 e 2025, aumento de 50%. 

O Fundo já beneficia mais de 650 organizações, 169 terras indígenas, 192 unidades de conservação e 260 mil pessoas.

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Fundo Amazônia quadruplica ritmo anual de aprovações desde 2023

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O Fundo Amazônia quadruplicou o ritmo anual de aprovação de projetos desde a retomada de sua governança, em 2023. A média anual de aprovações passou de cerca de R$ 300 milhões entre 2009 e 2018 para R$ 1,3 bilhão no ciclo recente, entre 2023 e 2026. 

O balanço foi apresentado, nesta quinta-feira (11), pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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Segundo o BNDES, o mecanismo soma R$ 5,3 bilhões em doações e 153 projetos aprovados, com atuação voltada à prevenção, ao monitoramento e ao combate ao desmatamento, além do apoio à restauração florestal, à regularização ambiental e territorial e à produção sustentável. 

“Criado para transformar os resultados do Brasil na redução do desmatamento em cooperação internacional concreta, o Fundo Amazônia chega aos 18 anos como a maior e mais bem-sucedida iniciativa de REDD+ do mundo em volume de recursos e resultados”, disse o BNDES, em nota, referindo-se ao incentivo desenvolvido no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) para recompensar financeiramente países em desenvolvimento pela redução de emissões. 

Entre 2023 e 2025, a média anual desembolsada chegou a R$ 224 milhões, acima da média de R$ 206 milhões registrada entre 2010 e 2018. 

“O crescimento ocorre após a reativação da governança do Fundo, a recriação da estrutura dedicada ao mecanismo no BNDES e a definição de novas diretrizes para aplicação dos recursos, em alinhamento com as políticas públicas de combate ao desmatamento e desenvolvimento sustentável da Amazônia”, informou o banco.

O período de 2023 a 2026 responde por 57% de todas as aprovações e contratações da história do mecanismo. Segundo o ministério e o BNDES, em quantidade de operações, a média passou de dez projetos aprovados por ano, no período anterior, para 15 projetos anuais entre 2023 e 2025, aumento de 50%. 

O Fundo já beneficia mais de 650 organizações, 169 terras indígenas, 192 unidades de conservação e 260 mil pessoas.

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Governo recorrerá contra mudanças no Código Florestal, diz Capobianco

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O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, afirmou nesta quinta-feira (11) que vai recorrer a todas as ferramentas legais para tentar impedir que entrem em vigor as mudanças no Código Florestal que a Câmara dos Deputados aprovou em 19 de maio.

As novas normas ainda precisam ser aprovadas pelo Senado e sancionadas pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que pode aprová-las ou vetá-las, total ou parcialmente.

Notícias relacionadas:

“Estamos trabalhando para que o Senado inviabilize isto. Se não conseguirmos, vamos solicitar [ao presidente] que vete [as mudanças aprovadas na Câmara]”, disse Capobianco ao participar do Bom Dia, Ministro.

O programa é uma coprodução da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República e do Canal Gov, transmitida pelos canais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

“E se o veto [presidencial] for derrubado [por deputados federais e senadores], nós certamente recorreremos ao Supremo Tribunal Federal”, acrescentou Capobianco.

Para o ministro, a redação do Projeto de Lei nº 364/19 que a Câmara aprovou afrouxa as regras de proteção ambiental em biomas como Pantanal, Cerrado e Pampas, além de certas áreas da Amazônia e dos campos de altitude da Mata Atlântica.

“É um equívoco. [Uma decisão] absolutamente inconstitucional [..] E [se necessário] iremos ao STF questionar como, depois de um século de legislação bem-sucedida, o país resolve eliminar a proteção da diversidade de nossos biomas”, continuou o ministro.

Capobianco disse ainda ser “gravíssima” a decisão da Câmara de classificar como áreas rurais consolidadas os chamados campos gerais e nativos de todo o país.

Com a mudança, o corte de vegetação nessas áreas rurais poderá ser feito sem prévia autorização do órgão responsável ou medidas compensatórias, mesmo quando cobertas por vegetação campestre e reconhecidamente importantes para a proteção de espécies endêmicas, de nascentes e cabeceiras.

“Há diferentes características vegetais [...] mas a Câmara decidiu estabelecer uma norma de que só as florestas estarão protegidas, e que as demais vegetações não estarão”, criticou o ministro, destacando a importância do Código Florestal proteger toda a biodiversidade brasileira.

De acordo com Capobianco, o Brasil tem, hoje, uma das legislações ambientais mais avançadas do mundo, mas o Poder Público está sempre às voltas com fortes pressões políticas e econômicas de setores produtivos.

“Estamos avançando, aprimorando [a legislação], mas, infelizmente, em alguns momentos, temos retrocessos. Muitas vezes, para atender interesses setoriais. Temos negociado, dialogado permanentemente com o Congresso, mas, em alguns momentos, temos perdido [disputas]”, concluiu o ministro.

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Governo recorrerá contra mudanças no Código Florestal, diz Capobianco

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O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, afirmou nesta quinta-feira (11) que vai recorrer a todas as ferramentas legais para tentar impedir que entrem em vigor as mudanças no Código Florestal que a Câmara dos Deputados aprovou em 19 de maio.

As novas normas ainda precisam ser aprovadas pelo Senado e sancionadas pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que pode aprová-las ou vetá-las, total ou parcialmente.

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“Estamos trabalhando para que o Senado inviabilize isto. Se não conseguirmos, vamos solicitar [ao presidente] que vete [as mudanças aprovadas na Câmara]”, disse Capobianco ao participar do Bom Dia, Ministro.

O programa é uma coprodução da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República e do Canal Gov, transmitida pelos canais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

“E se o veto [presidencial] for derrubado [por deputados federais e senadores], nós certamente recorreremos ao Supremo Tribunal Federal”, acrescentou Capobianco.

Para o ministro, a redação do Projeto de Lei nº 364/19 que a Câmara aprovou afrouxa as regras de proteção ambiental em biomas como Pantanal, Cerrado e Pampas, além de certas áreas da Amazônia e dos campos de altitude da Mata Atlântica.

“É um equívoco. [Uma decisão] absolutamente inconstitucional [..] E [se necessário] iremos ao STF questionar como, depois de um século de legislação bem-sucedida, o país resolve eliminar a proteção da diversidade de nossos biomas”, continuou o ministro.

Capobianco disse ainda ser “gravíssima” a decisão da Câmara de classificar como áreas rurais consolidadas os chamados campos gerais e nativos de todo o país.

Com a mudança, o corte de vegetação nessas áreas rurais poderá ser feito sem prévia autorização do órgão responsável ou medidas compensatórias, mesmo quando cobertas por vegetação campestre e reconhecidamente importantes para a proteção de espécies endêmicas, de nascentes e cabeceiras.

“Há diferentes características vegetais [...] mas a Câmara decidiu estabelecer uma norma de que só as florestas estarão protegidas, e que as demais vegetações não estarão”, criticou o ministro, destacando a importância do Código Florestal proteger toda a biodiversidade brasileira.

De acordo com Capobianco, o Brasil tem, hoje, uma das legislações ambientais mais avançadas do mundo, mas o Poder Público está sempre às voltas com fortes pressões políticas e econômicas de setores produtivos.

“Estamos avançando, aprimorando [a legislação], mas, infelizmente, em alguns momentos, temos retrocessos. Muitas vezes, para atender interesses setoriais. Temos negociado, dialogado permanentemente com o Congresso, mas, em alguns momentos, temos perdido [disputas]”, concluiu o ministro.

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“Gasolina para cima do fogo”. O El Ninõ já começou

O fenómeno meteorológico El Niño chegou, anunciou esta quinta-feira a NOAA, agência científica norte-americana para  os oceanos e atmosfera. É uma “sirene mortal a temer”. Os cientistas esperam que se intensifique até ao final do ano, podendo atingir uma intensidade histórica. Havia uma probabilidade de 85% de que o El Niño chegasse já este verão. E aconteceu mesmo, diz a NOAA: aí está o desta vez super-poderoso fenómeno meteorológico cíclico. O El Niño é um fenómeno climático natural que aquece as temperaturas à superfície no Pacífico equatorial central e oriental, provocando alterações nos ventos, nos padrões de precipitação e no

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Morto a novant’anni il giurista Natalino Irti: avvocato e accademico, è stato maestro del diritto civile

È morto a novant’anni Natalino Irti, tra i più autorevoli giuristi italiani del secondo Novecento e una delle voci più influenti del diritto civile contemporaneo. Originario di Avezzano (L’Aquila), avvocato e professore ordinario, è stato accademico dei Lincei, presidente emerito dell’Istituto italiano per gli studi storici e dal 1977 docente all’Università La Sapienza di Roma, dove ha insegnato istituzioni di diritto privato, diritto civile e teoria generale del diritto, contribuendo alla formazione di generazioni di magistrati, avvocati e accademici. È stato anche presidente del Credito Italiano, vicepresidente dell’Enel, membro del consiglio d’amministrazione dell’Iri (Istituto per la ricostruzione industriale) e del Comitato per le privatizzazioni. Il nome di Irti resta legato soprattutto a “L’età della decodificazione”, opera con cui ha interpretato la progressiva perdita di centralità del codice civile e la nascita di sottosistemi normativi autonomi, governati da logiche e principi propri. Una riflessione che ha segnato in profondità il modo di leggere il diritto privato nell’Italia contemporanea, aprendo un confronto sul ruolo della dottrina, sulla certezza del diritto e sul rapporto tra codici, leggi speciali, economia e potere politico.

“Con Natalino Irti scompare uno dei protagonisti assoluti del pensiero giuridico italiano”, lo ricorda il presidente del Consiglio nazionale forense (l’organismo di vertice dell’avvocatura) Francesco Greco. “La sua riflessione ha attraversato il diritto nella sua dimensione più profonda, interrogandosi non solo sugli istituti ma sul senso stesso dell’ordinamento. Ha ridefinito il modo di leggere il codice civile e il diritto privato contemporaneo ed è stato sempre un osservatore attento alle trasformazioni profonde della società. Il Consiglio nazionale forense tutto lo ricorda con gratitudine e reverenza e si stringe al dolore della famiglia”. Antonio Patuelli, presidente dell’Associazione bancaria italiana, “ricorda commosso la limpida figura di Natalino Irti, che è stato anche banchiere e che fino alla scomparsa era proboviro” dell’associazione: “Di Natalino ho sempre ammirato la profonda cultura giuridica dell’insigne docente, le grandi e poliedriche sensibilità culturali e l’impegno professionale rigoroso. Con lui già negli anni Ottanta parlavamo di privatizzazioni bancarie, in anticipo rispetto a quanto poi sarebbe avvenuto”, dichiara in una nota.

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Faro incluído nos 12 distritos com concelhos em perigo máximo de incêndio rural

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou para esta quinta-feira, 11 de junho, cerca de 100 concelhos de 12 distritos de Portugal continental em perigo máximo de incêndio rural, os quais são Bragança, Guarda, Viseu, Coimbra, Castelo Branco, Portalegre, Santarém, Lisboa, Setúbal, Évora, Beja e Faro, região do Algarve.

O IPMA também colocou esta quinta-feira vários concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Leiria e Vila Real em perigo muito elevado e perigo elevado de incêndio.

O Instituto salienta que o perigo de incêndio rural vai agravar-se e manter-se muito elevado pelo menos até á próxima segunda-feira.

O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA, tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo, sendo os cálculos obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.

No que concerne a temperaturas, o IPMA prevê que Portugal continental vá registar temperaturas elevadas até sábado, com a máxima a variar esta quinta-feira entre os 27 e os 38 graus e na sexta-feira entre os 35 e os 40 graus Celsius.

Para esta quinta-feira o IPMA prevê uma subida mais acentuada da temperatura máxima, podendo subir cerca de 10 graus Celsius em alguns locais.

A previsão do IPMA é que sexta-feira seja o dia mais quente, com a temperatura máxima a variar entre 35 e 40 graus na generalidade do território.

A temperatura mínima deverá também subir em todo o território, prevendo-se que em alguns locais do país sejam registados valores próximos ou acima de 20 graus até à noite de sábado para domingo.

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KIPT CoLAB: Filmes e séries também moldam escolha dos destinos turísticos

No Tourism & Arts Webinar 2026, Antónia Correia, em representação do KIPT CoLAB, apresentou uma análise sobre a forma como as narrativas culturais e as economias visuais influenciam a percepção dos territórios e as decisões de viagem-

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Kipt Colab destacou o poder do Cinema e das Artes na transformação dos destinos turísticos

Knowledge, Innovation and Policies for Tourism participou no Tourism & Arts Webinar 2026, promovido pela Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo da Universidade do Algarve (ESGHT-UAlg), onde destacou o papel crescente do cinema, das artes visuais e da cultura na construção da imagem dos destinos turísticos. A intervenção esteve a cargo de Antónia Correia, […]

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La lettera del Congresso a Greer e Lutnick. Nuovo capitolo per la Mfn

L’ultimo capitolo della saga Mfn arriva dal Congresso statunitense, dove 48 deputati repubblicani guidati dal vicepresidente della Commissione Ways and Means Vern Buchanan, dal presidente della House Budget Committee Jodey Arrington e da Nicole Malliotakis hanno inviato una lettera all’U.S. Trade Representative Jamieson Greer e al segretario al Commercio Howard Lutnick chiedendo di procedere rapidamente con un’indagine ai sensi della Section 301 contro le politiche di determinazione dei prezzi dei medicinali adottate da diversi Paesi stranieri.

La lettera

Nella missiva i parlamentari sostengono apertamente la linea della Casa Bianca, secondo cui molte economie avanzate beneficiano dell’innovazione farmaceutica sviluppata negli Stati Uniti senza contribuire in maniera proporzionata ai costi di ricerca e sviluppo. “Per troppo tempo nazioni straniere benestanti hanno raccolto i benefici dell’innovazione farmaceutica americana utilizzando controlli sui prezzi e altre politiche scorrette per evitare di pagare la loro giusta quota”, scrivono i firmatari, chiedendo all’amministrazione di utilizzare tutti gli strumenti commerciali disponibili per contrastare quello che definiscono un fenomeno di free-riding. “Mentre i precedenti presidenti sono rimasti a guardare consentendo alle nazioni straniere di approfittare degli Stati Uniti, il presidente Trump ha giustamente invocato un’azione commerciale decisa per affrontare questo problema”, si legge ancora.

L’iniziativa rappresenta l’ulteriore tassello di una posizione ormai consolidata. La Casa Bianca e, ora apertamente, anche i rappresentanti del Congresso considerano il recente accordo raggiunto con il Regno Unito come il modello da replicare a livello internazionale. Secondo i sostenitori, l’intesa avrebbe dimostrato che negoziati commerciali mirati sul tema del pricing possono portare benefici ai pazienti e ai contribuenti americani, inducendo i partner a sostenere una quota maggiore dei costi dell’innovazione.

“Il presidente Trump è stato inequivocabile: le altre nazioni ricche devono fare un passo avanti e pagare la loro giusta quota per l’innovazione farmaceutica salvavita invece di fare affidamento sui pazienti americani” ha dichiarato il portavoce della Casa Bianca Kush Desai a Politico, sintetizzando la posizione dell’amministrazione.

I Paesi nel mirino di Washington

Fra i Paesi oggetto di osservazione nel paniere elaborato dagli Usa ci sono Canada, Francia, Italia, Giappone, Corea del Sud e Regno Unito, insieme ad altre economie europee. Ma, oggi nel mirino di Washington c’è in particolare la Germania – menzionata anche ripetutamente nella lettera dei congressmen, insieme a Francia, Canada e Giappone.

Berlino sta infatti discutendo una riforma volta a contenere la spesa farmaceutica e, secondo diverse ricostruzioni, sarebbero già in corso colloqui riservati tra esponenti del governo tedesco e rappresentanti dell’amministrazione statunitense. Sul tavolo non vi sarebbero soltanto i prezzi dei farmaci, ma anche investimenti industriali e competitività del settore. Negli ultimi giorni alcune delle principali aziende del comparto hanno espresso crescente preoccupazione per il deterioramento del contesto europeo e, in particolare, per l’approccio intrapreso da Berlino nelle riforme. Eli Lilly ha annunciato la revisione di un piano da 2,3 miliardi di euro in Germania, destinando parte delle risorse agli Stati Uniti. Anche Boehringer Ingelheim ha comunicato la cancellazione di investimenti programmati tra il 2027 e il 2030 per circa 900 milioni di euro.

Le motivazioni richiamano il tema, ormai ricorrente nel dibattito, legato alla crescente difficoltà dell’Europa nel competere con Stati Uniti e Asia per attrarre e valorizzare ricerca, sviluppo e produzione ad alto valore aggiunto. Le prospettive di ulteriori misure di contenimento della spesa – dal punto di vista delle aziende – rischiano di ridurre la prevedibilità regolatoria e la capacità del continente di attrarre e mantenere investimenti.

E l’Italia?

La questione assume una rilevanza particolare per l’Italia, che negli ultimi anni ha consolidato il proprio ruolo di leadership nella manifattura farmaceutica europea. Se l’amministrazione americana dovesse proseguire lungo la strada delle investigazioni, anche Roma potrebbe essere chiamata a dimostrare l’attrattività e la competitività del proprio modello. Nei 10 mesi successivi all’introduzione della Mfn, il nostro Paese ha già vissuto un crollo del 66,7% del lancio dei nuovi farmaci, attestandosi fra i più colpiti in Europa, a fronte di una media Ue del -35%.

Al netto dell’ormai annosa questione del payback, da tempo indicata dall’industria come uno dei principali fattori di incertezza, il tema riguarda più in generale la capacità del Paese di offrire un quadro regolatorio stabile, prevedibile e favorevole agli investimenti. E, in un contesto Europeo non semplice, l’Italia ha il potenziale di agire fra i primi. Il Testo unico farmaceutico, ad esempio, potrebbe trasformarsi in qualcosa di più di un semplice esercizio di riordino normativo se saprà affrontare alcuni dei nodi che da anni alimentano il dibattito sulla competitività del settore. Un obiettivo tutt’altro che scontato, ma che assume un peso crescente mentre il resto del mondo corre.

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GSMA sounds alarm on mobile gender divide

GSMA warned 810 million women in low- and middle-income countries (LMICs) still do not use mobile internet, flagging slow progress in closing the digital gender gap.

In its latest Mobile Gender Gap Report 2026, the industry association found that in comparison, 595 million men in the same markets are not connected to mobile internet. Indeed, women in LMICs were 12% less likely than men to use mobile internet, leaving 200 million fewer women online.

Smartphone ownership remains a major barrier, as women in LMICs are 13% less likely than men to own a smartphone, equivalent to around 210 million fewer female owners.

The report found awareness of mobile internet is high and almost equal among men and women, but adoption continues to be held back by handset affordability, literacy and digital skills gaps. Even after women are connected, usage remains restricted due to safety and security concerns, data affordability and poor connectivity.

GSMA explained women are disproportionately affected due to social norms and structural inequalities, including lower education and income.

The report found the divide most acute in Sub-Saharan Africa and South Asia, where mobile internet adoption stands at 26% and 25% respectively. The regions together also account for more than two-thirds of the 810 million unconnected women.

Women in rural areas continue to face a sharper divide, with the report stating the gender gap is typically two to three times wider outside urban areas. The disparity is particularly pronounced in Sub-Saharan Africa, South Asia, the Middle East and North Africa.

Looking ahead, the industry association estimated closing the mobile internet adoption gap in LMICs between 2023 and 2030 could add $1.3 trillion to GDP. Meanwhile, narrowing the wider mobile ownership and usage gap could generate $230 billion in additional revenue for the mobile industry.

It called for coordinated action on handset and data affordability, digital skills, safety, services designed for women and wider structural inequalities.

Claire Sibthorpe, head of digital inclusion at GSMA, said “much more is needed to address the persistent and significant gender gaps in mobile internet adoption and use”. She warned AI and other emerging technologies are “creating greater digital divides and inequities”, making digital inclusion increasingly urgent.

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"No tengo putos sueños": la rebelión contra la cultura del éxito

¿Se ha convertido la ambición en un esfuerzo inútil? Crecen las señales de una revuelta contra la hiperproductividad: "Le empezamos a coger el gusto a eso de perder" Leer

¿Se ha convertido la ambición en un esfuerzo inútil? Crecen las señales de una revuelta contra la hiperproductividad: "Le empezamos a coger el gusto a eso de perder"
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Ponte sullo Stretto, l’ex magistrato Miele (indagato per corruzione) lascia la presidenza del collegio dei revisori al Csm

Tommaso Miele, l’ex presidente aggiunto della Corte dei conti indagato per corruzione nell’inchiesta della Procura di Roma sul Ponte sullo Stretto, si è dimesso dall’incarico di presidente del Collegio dei revisori dei conti del Consiglio superiore della magistratura. Come riportato da alcuni quotidiani, Miele aveva assunto l’incarico ad aprile del 2025, prima a titolo gratuito e poi, dopo il pensionamento dello scorso febbraio, dietro un compenso di 27mila euro lordi annui. La presenza di due magistrati contabili nel collegio è prevista dal regolamento interno del Csm.

Secondo l’accusa dei magistrati romani, Miele è stato avvicinato dall’imprenditore Vincenzo Virgiglio e dall’avvocato Francesco Saccomanno al fine – si legge in un comunicato emesso dalla Procura – di “condizionare l’esame di legittimità della Corte dei Conti sull’approvazione del progetto definitivo per la realizzazione” del Ponte sullo Stretto. L’ex magistrato, ipotizzano i pm, si è messo a disposizione dei presunti corruttori fornendo continui aggiornamenti e informazioni riservate, “in cambio del loro appoggio per ricoprire cariche in enti di diritto pubblico dopo il suo pensionamento”.

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Algarve também já está sob aviso amarelo devido ao tempo quente

O Algarve vai estar a partir de hoje, quinta-feira, dia 11, e até sábado sob aviso amarelo devido à previsão de tempo quente, juntando-se na lista aos restantes distritos do continente, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

De acordo com o IPMA, o aviso amarelo está em vigor desde as 9h00 de hoje e até às 18h00 de sábado, devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima.

O distrito de Faro era o único de Portugal continental que, até ontem, escapava aos avisos determinados pelo IPMA devido à subida das temperaturas.

O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

Portugal continental vai registar temperaturas elevadas até sábado, com a máxima a variar hoje entre os 27 e os 38 graus e, na sexta-feira, entre os 35 e os 40 graus Celsius.

Para hoje está prevista uma subida «mais acentuada» da temperatura máxima, podendo subir cerca de 10 graus Celsius em alguns locais.

Segundo o IPMA, sexta-feira será o dia mais quente, com a temperatura máxima a variar entre 35 e 40 graus na generalidade do território.

A temperatura mínima deverá também subir em todo o território, prevendo-se que em alguns locais do país sejam registados valores próximos ou acima de 20 graus até à noite de sábado para domingo.

De acordo com o Instituto, o estado do tempo «será condicionado por um anticiclone localizado a nordeste do arquipélago dos Açores, a estender-se em crista até França, e por um vale depressionário que se estende desde o norte de África até à Península Ibérica».

«A ação conjunta destes dois centros de ação irá originar o transporte de uma massa de ar quente e seco sobre a Península Ibérica, a qual será responsável por um aumento acentuado dos valores de temperatura», segundo o instituto.

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Il riscaldamento globale supererà la soglia limite di 1,5 gradi entro il 2030: l’allarme nel rapporto sul cambiamento climatico

Il mondo è sempre più caldo e si avvia ormai verso il superamento della soglia limite degli 1,5 gradi in più rispetto ai livelli preindustriali. La Terra infatti accumula troppo calore e lo fa a un ritmo accelerato. A lanciare l’allarme è la quarta edizione del rapporto Indicators of global climate change (Igcc), pubblicato sulla rivista scientifica Earth system science data. Il limite a cui ci stiamo avvicinando è il pilastro dell’Accordo di Parigi del 2015, in cui si era stabilito che fosse proprio questa la soglia entro cui mantenere l’aumento medio della temperatura globale.

Come spiega il report, il riscaldamento del mondo ha raggiunto gli 1,37 gradi nel 2025 quasi interamente a causa delle attività umane. Gli oltre 70 scienziati di 56 istituzioni diverse in 17 Paesi prevedono che se le emissioni continueranno ai livelli attuali, si dovrebbe superare la soglia di 1,5 gradi entro il 2030. E il trend è destinato a crescere. “Il tasso con cui il calore si accumula nel sistema terrestre – si legge nello studio – lascia intendere alti livelli di riscaldamento futuro”. Così la Terra si muoverà sempre più vicino alla soglia dei 2 gradi, disattendendo al secondo obiettivo dell’accordo di Parigi che impegnava 195 Paesi a tenere il riscaldamento globale ben al di sotto di questa soglia.

Il rapporto spiega che, ai livelli attuali di emissioni, il carbonio che è ancora possibile consumare mantenendo il riscaldamento sotto i 1,5 gradi sarà esaurito nel giro di tre anni. Allo stesso tempo anche le emissioni di gas serra hanno raggiunto il record di 56,8 miliardi di tonnellate di C02, spinte soprattutto dalla combustione di combustibili fossili. La concentrazioni dei tre principali gas serra, anidride carbonica, metano e protossido di azoto, sono tutte aumentate dal 2019. Tutto questo provoca anche uno squilibrio energetico della Terra: la differenza tra il calore che entra nel pianeta e quello che è esce è raddoppiata negli ultimi dieci anni. Più semplicemente significa che il mondo assorbe calore più rapidamente di quanto abbia mai fatto.

Anche la condizione dei mari globali è strettamente legata al calore del pianeta: nel 2025, hanno raggiunto il record di 23 centimetri di innalzamento rispetto al 1901. Gli oceani stanno infatti assorbendo gran parte del calore in eccesso, con temperature medie della superficie marina che lo scorso anno hanno toccato il secondo valore più alto mai registrato. Nel rapporto di quest’anno di Igcc è stato anche aggiunto per la prima volta un’indicatore che misura le ondate marine che danneggiano gli ecosistemi e alternano i sistemi oceano-atmosfera che regolano il clima terrestre. Solo nel 2025 il mondo ha vissuto 65 giorni di ondate di calore marine.

Gli scienziati concludono il report portando l’attenzione su un rischio meno visibile ma altrettante preoccupante. I dataset globali, utilizzati per monitorare i cambiamenti climatici, “sono sempre più minacciati dalle scelte di finanziamento e dalle decisioni geopolitiche”, si legge nello studio. Si fa riferimento esplicito alle missioni statunitensi, da sempre le più importanti per questi dati, ma quelle che hanno subito i tagli maggiori da quando Donald Trump è tornato alla presidenza del Paese. Alla luce dei dati emersi dal report Igcc, non consola sapere che il 7 gennaio l’amministrazione Usa ha ufficializzato il recesso dall’Accordo di Parigi e dalla Convenzione quadro delle Nazioni Unite sui cambiamenti climatici.

L'articolo Il riscaldamento globale supererà la soglia limite di 1,5 gradi entro il 2030: l’allarme nel rapporto sul cambiamento climatico proviene da Il Fatto Quotidiano.

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The Knicks’ Game 4 Comeback Was Epic. So Was Their Fans’ Response.

The crowd at Madison Square Garden was forlorn as the New York Knicks fell far behind in Game 4 of the N.B.A. finals. After they won, it was electric.

© José A. Alvarado Jr. for The New York Times

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Kremlin enacts law to grab homes and bank accounts of its exiled critics

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Russian President Vladimir Putin signed a law allowing Russia to seize the property and bank balances of citizens living abroad before any court ruling, the Moscow Times reported. The legislation turns a single formal charge into an immediate asset freeze in absentia against exiled Kremlin critics. It takes effect on 1 September 2026.

Property has become a routine instrument of Russian state coercion: Russian occupation authorities are confiscating Ukrainian homes inside occupied territory under federal legislation running until 2030. 

Several hundred thousand Russians left the country after the start of the full-scale invasion of Ukraine in 2022. 

What the law does

The amendments to Russia's Code of Administrative Offenses cover "administrative offenses against the interests of the Russian Federation." The seizure is framed as a "precautionary measure," not a sentence. Qualifying offenses include "discrediting" the Russian army, calls for sanctions against Russia, and "propaganda of Nazi symbols." They also cover producing and distributing "extremist materials" and non-payment of fines for any of these acts.

The value of property arrested, including bank account balances, is not capped at the underlying fine. Russian outlet Meduza noted that courts had previously fined people abroad under those administrative articles. Pre-trial seizure as a precautionary measure had never been available before.

The Kerch bridge, also known as the Crimean bridge
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Russia is holding at least 100 people in occupied Crimea with no contact with outside world and no lawyer — and no trials

How it differs from the 2024 confiscation law

The legislation extends the post-conviction asset-confiscation regime that Putin signed in February 2024. That earlier law let Russia seize the assets of those convicted of spreading "deliberately false information" about the army and other offenses. The new law moves the seizure earlier, before any verdict.

It is aimed squarely at Russians who fled after Moscow's full-scale invasion of Ukraine in 2022. The Moscow Times said the legislation "hands the government a new tool to punish Kremlin critics living abroad, including exiled journalists and activists."

If a Russian abroad cannot be notified of charges, the court must appoint a defense lawyer. Legal fees are reimbursed from the federal budget only if the case is dropped. The document was published on Russia's official legal information portal on 10 June 2026.

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Children informing on parents, teachers beaten, collaborators later jailed — researcher details Russia’s occupation playbook

A "preventive" measure aimed at exiled critics

The bill's explanatory note cited "bright examples" of relocants conducting "activity directed against the interests of Russia." It argued for applying "measures of preventive influence" to such citizens. The authors stated the law will help "stop" calls to violate Russia's territorial integrity and constitutional order. In Russian official usage, that language covers the Kremlin's claim over occupied Crimea, Donetsk, Luhansk, Zaporizhzhia, and Kherson oblasts. 

From Tatarstan to Putin's desk

Lawmakers from the Russian republic of Tatarstan first proposed the bill in October 2024. The State Duma — Russia's lower house of parliament — passed it late in May 2026. State Duma speaker Vyacheslav Volodin praised the bill as a cover for Russian forces deployed in Ukraine. Russian state news agency TASS reported that the amendments make individuals abroad newly liable for abusing media freedom, inciting hatred, calls to violate Russia's territorial integrity, and discrediting the armed forces.

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Todas las selecciones del Mundial 2026 en Estados Unidos, Canadá y México

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El Mundial de fútbol de EE UU, Canadá y México comienza este 11 de junio con una participación récord de equipos en competición. Consulte en este interactivo la información clave de todas las selecciones y el pronóstico de los expertos de EL PAÍS sobre su desempeño en la fase de grupos.

Redacción:

Daniel Arribas, J. M. Benítez, Lorenzo Calonge, Diego Fonseca Rodríguez, Borja Hermoso, Juan I. Irigoyen, Ladislao J. Moñino, Xavi Sancho y Diego Torres.

Formato:

Guiomar del Ser

Diseño:

Ignacio Povedano

Desarrollo:

Fernando Anido

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