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Abertura da Copa 2026 emociona o Estádio Azteca, no México

Logo Agência Brasil

A primeira Copa do Mundo realizada em três países trouxe também uma particularidade: três cerimônias de abertura, uma no Estádio Azteca, no México; outra em Toronto, no Canadá e uma terceira em Los Angeles, nos Estados Unidos. As duas últimas ocorrem nesta sexta-feira (12).

A solenidade na Cidade do México ocorreu nesta quinta-feira (11), começando precisamente às 11h30, sob uma temperatura de 24 graus. Mais de 85 mil pessoas prestigiaram a cerimônia no gigantesco Estádio Azteca – rebatizado de Estádio Banorte – e que já tinha recebido as aberturas das Copas de 1970 e de 1986.

Notícias relacionadas:

Bailarinos vestidos de indígenas, representando as antigas civilizações asteca, maia, olmeca e tolteca, sob um tapete azul-claro que cobriu o gramado, dançaram ao redor de uma réplica gigante da taça da Copa do Mundo da Fifa. Era como se os povos de outras gerações mexicanas cultuassem o valioso troféu.

Quando a cantora mexicana Lila Downs subiu pela escadaria que dava acesso à réplica da taça, no centro do gramado, e declarou em inglês: "football unites all", traduzindo em seguida para o espanhol, "fútbol nos une a todos"

A abertura no México acontece no contexto de uma Copa marcada por fatos como a deportação de um árbitro somali, longo interrogatório na imigração de um jogador iraquiano, restrições à hospedagem da delegação do Irã e negativa de vistos para turistas que iriam ver a Copa nos Estados Unidos.  

Música latina

Em seguida, o estádio virou palco para várias apresentações musicais sucessivas, sempre enaltecendo a música latina.

A apresentação começou com a banda mexicana Maná. Depois, passaram pelo gramado o venezuelano Danny Ocean, a espanhola Belinda, interpretando uma canção com os veteranos da banda Los Ángeles Azules, um dos pilares da música Latino Americana.

A entrada do cantor colombiano J. Balvin, um dos artistas latinos mais vendidos no mundo, aconteceu de forma diferente, em um carro cenográfico.

Até que a popstar colombiana Shakira apareceu no tapete azul do estádio Azteca, com várias bailarinas e a participação do nigeriano Burna Boy. Juntos cantaram a música tema da Copa, Dai Dai, uma tentativa de alcançar novamente o estrondoso sucesso de Waka Waka, tema da Copa da África do Sul de 2010.  

Logo, uma fumaça verde e vermelha tomou conta do estádio. O tapete azul foi retirado e um globo terrestre apareceu no círculo central do gramado. Entraram, então, vários porta-bandeiras, representando as 45 seleções que disputam a Copa, terminando com a entrada dos estandartes dos três países sede.

O ponto alto foi a apresentação do italiano Andrea Bocelli, fazendo dueto com a cantora coreana EJAE.

Como a presidente do México, Claudia Sheinbaum, já havia dito desde maio que não compareceria à cerimônia de abertura, como uma demonstração de solidariedade aos mexicanos que não têm condição de pagar por ingressos para o evento, coube ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, declarar aberta a Copa ao lado da atriz mexicana Salma Hayek, indicada ao Oscar pelo filme Frida.

México e África do Sul 

Quando as seleções do México e da África do Sul entraram em campo, os hinos nacionais foram executados por cantores dessas duas nacionalidades. 

A popstar sul-africana Tyla, vencedora do Grammy em 2024 e 2026, entoou o hino dos africanos. Enquanto o mexicano Alejandro Fernández, “El Potrillo”, cantor popular de boleros e música ranchera, executou os versos do hino, uma marcha militar que diz que cada filho do solo mexicano é “un soldado” pronto para defender a Pátria numa guerra. A ovação do público foi instantânea e automática, num momento de grande emoção.

Logo em seguida, começou o jogo inaugural, apitado pelo brasileiro Wilton Pereira Sampaio. 

Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group A - Mexico v South Africa - Estadio Azteca, Mexico City, Mexico - June 11, 2026 Mexico's Julian Quinones celebrates scoring their first goal with Israel Reyes and Cesar Montes REUTERS/Hannah Mckay Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group A - Mexico v South Africa - Estadio Azteca, Mexico City, Mexico - June 11, 2026 Mexico's Julian Quinones celebrates scoring their first goal with Israel Reyes and Cesar Montes REUTERS/Hannah Mckay
Seleções do México e da África do Sul abriram a disputa da Copa do Mundo 2026- REUTERS/Hannah Mckay/ Proibido reprodução

 

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Abertura da Copa 2026 emociona o Estádio Azteca, no México

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A primeira Copa do Mundo realizada em três países trouxe também uma particularidade: três cerimônias de abertura, uma no Estádio Azteca, no México; outra em Toronto, no Canadá e uma terceira em Los Angeles, nos Estados Unidos. As duas últimas ocorrem nesta sexta-feira (12).

A solenidade na Cidade do México ocorreu nesta quinta-feira (11), começando precisamente às 11h30, sob uma temperatura de 24 graus. Mais de 85 mil pessoas prestigiaram a cerimônia no gigantesco Estádio Azteca – rebatizado de Estádio Banorte – e que já tinha recebido as aberturas das Copas de 1970 e de 1986.

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Bailarinos vestidos de indígenas, representando as antigas civilizações asteca, maia, olmeca e tolteca, sob um tapete azul-claro que cobriu o gramado, dançaram ao redor de uma réplica gigante da taça da Copa do Mundo da Fifa. Era como se os povos de outras gerações mexicanas cultuassem o valioso troféu.

Quando a cantora mexicana Lila Downs subiu pela escadaria que dava acesso à réplica da taça, no centro do gramado, e declarou em inglês: "football unites all", traduzindo em seguida para o espanhol, "fútbol nos une a todos"

A abertura no México acontece no contexto de uma Copa marcada por fatos como a deportação de um árbitro somali, longo interrogatório na imigração de um jogador iraquiano, restrições à hospedagem da delegação do Irã e negativa de vistos para turistas que iriam ver a Copa nos Estados Unidos.  

Música latina

Em seguida, o estádio virou palco para várias apresentações musicais sucessivas, sempre enaltecendo a música latina.

A apresentação começou com a banda mexicana Maná. Depois, passaram pelo gramado o venezuelano Danny Ocean, a espanhola Belinda, interpretando uma canção com os veteranos da banda Los Ángeles Azules, um dos pilares da música Latino Americana.

A entrada do cantor colombiano J. Balvin, um dos artistas latinos mais vendidos no mundo, aconteceu de forma diferente, em um carro cenográfico.

Até que a popstar colombiana Shakira apareceu no tapete azul do estádio Azteca, com várias bailarinas e a participação do nigeriano Burna Boy. Juntos cantaram a música tema da Copa, Dai Dai, uma tentativa de alcançar novamente o estrondoso sucesso de Waka Waka, tema da Copa da África do Sul de 2010.  

Logo, uma fumaça verde e vermelha tomou conta do estádio. O tapete azul foi retirado e um globo terrestre apareceu no círculo central do gramado. Entraram, então, vários porta-bandeiras, representando as 45 seleções que disputam a Copa, terminando com a entrada dos estandartes dos três países sede.

O ponto alto foi a apresentação do italiano Andrea Bocelli, fazendo dueto com a cantora coreana EJAE.

Como a presidente do México, Claudia Sheinbaum, já havia dito desde maio que não compareceria à cerimônia de abertura, como uma demonstração de solidariedade aos mexicanos que não têm condição de pagar por ingressos para o evento, coube ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, declarar aberta a Copa ao lado da atriz mexicana Salma Hayek, indicada ao Oscar pelo filme Frida.

México e África do Sul 

Quando as seleções do México e da África do Sul entraram em campo, os hinos nacionais foram executados por cantores dessas duas nacionalidades. 

A popstar sul-africana Tyla, vencedora do Grammy em 2024 e 2026, entoou o hino dos africanos. Enquanto o mexicano Alejandro Fernández, “El Potrillo”, cantor popular de boleros e música ranchera, executou os versos do hino, uma marcha militar que diz que cada filho do solo mexicano é “un soldado” pronto para defender a Pátria numa guerra. A ovação do público foi instantânea e automática, num momento de grande emoção.

Logo em seguida, começou o jogo inaugural, apitado pelo brasileiro Wilton Pereira Sampaio. 

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Seleções do México e da África do Sul abriram a disputa da Copa do Mundo 2026- REUTERS/Hannah Mckay/ Proibido reprodução

 

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Unidades do Sesc em SP têm programação especial para a Copa do Mundo

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Para celebrar a Copa do Mundo, o Sesc decidiu oferecer uma programação diversificada e gratuita em suas unidades do estado de São Paulo, toda relacionada ao universo futebolístico. Chamada de Sesc na Copa, a programação prevê vivências esportivas, aulas, debates, exposições, encontros com especialistas e transmissões de partidas do Mundial, como a realizada na tarde desta quinta-feira (11) no Sesc Pompeia, na zona oeste da capital paulista.

"A gente quer que as pessoas consumam o esporte de uma maneira mais equilibrada, que tenha conteúdo e mais conhecimento sobre a modalidade. Queremos ampliar a cultura esportiva não só a respeito dos jogos, mas também dos nossos ídolos, das nossas conquistas, das nossas derrotas, falando um pouco sobre essas histórias todas e, de alguma maneira, fazer com que mais pessoas integrem esse meio esportivo, seja jogando, seja consumindo conteúdos esportivos", disse o assessor técnico da Gerência de Esportes do Sesc São Paulo Mário Augusto Silveira.

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Em entrevista à Agência Brasil, ele contou que a programação do Sesc na Copa foi dividida em três eixos temáticos, com o primeiro deles tratando sobre o futebol como uma linguagem social e uma manifestação simbólica. "A primeira área é Cultura, Memória e Arquibancada, que fala um pouco dessa relação das grandes equipes que passaram e que jogaram uma Copa do Mundo. Quando a gente fala de memória, não é só a memória dos vencedores, porque é muito fácil falar das cinco copas que nós ganhamos, mas também sobre quantas pessoas e personagens deixamos para trás e que não ganharam uma Copa", disse Silveira.
 
11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil 11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil
Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo - Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil

O segundo eixo fala sobre gênero, destacando experiências que desafiam os padrões tradicionais. Já o terceiro eixo convida o público a vivenciar o esporte na prática. "A segunda parte, a gente vai falar um pouco sobre a diversidade no esporte. Então, é uma forma de valorizar e de alguma de alguma maneira garantir um espaço para que outras masculinidades possam tomar parte desse esporte. E a terceira parte do Sesc na Copa é a parte prática. Vamos ter festivais esportivos, jogos. É o Sesc na prática", explicou Silveira.

A programação é bastante diversificada. O Sesc 24 de Maio, por exemplo, localizado no centro da capital paulista, vai transmitir dois jogos da seleção brasileira na primeira fase da Copa do Mundo: Brasil x Marrocos, no dia 13 de junho, e Brasil x Escócia, no dia 24 de junho. As transmissões vão contar com narração, comentarista e DJ tanto para os jogos do Brasil, quanto para jogos de seleções africanas. Também haverá transmissão de alguns jogos no Sesc Pinheiros.

Além disso algumas unidades do Sesc também vão promover cursos de locução, cinema, intervenções, torneios de futebol e até um bate-papo com as ex-jogadoras Fran Alves e Roseli de Belo, que vão falar sobre as expectativas para a próxima Copa do Mundo de Futebol Feminino no Brasil. "Nós temos 44 unidades [no estado] e cada uma delas puxa esse recorte e desenvolve as suas programações. São mais de 200 programações que vão acontecer nas unidades neste período", contou o assessor técnico do Sesc.

Sesc Pompeia

Na tarde desta quinta-feira (11), a reportagem da Agência Brasil esteve na unidade do Sesc Pompeia para acompanhar a transmissão da cerimônia de abertura da Copa do Mundo e também do primeiro jogo do Mundial, entre as seleções do México e África do Sul.

A cerimônia de abertura, na Cidade do México, contou com a participação da cantora Shakira, responsável pela música oficial do evento, o hit Dai Dai. Ao lado do nigeriano Burna Boy, a colombiana levantou o enorme público presente ao Estádio Azteca. O evento também contou com as presenças de artistas como Alejandro Fernández, Maná, Belinda, Los Ángeles Azules, Danny Ocean, J Balvin e Ryan Castro.

Mesmo distantes do evento – que neste ano tem como países-sede o México, Canadá e os Estados Unidos –, alguns brasileiros decidiram assistir à cerimônia e ao jogo entre México e África do Sul no espaço gratuito montado no Sesc Pompeia.

Embora o espaço não estivesse lotado, muita gente decidiu ir ao local para acompanhar as transmissões. Foi o caso, por exemplo, do músico Bonfim, de 79 anos. Frequentador do Sesc, ele decidiu aproveitar para esticar sua passagem pela unidade do Pompeia para assistir à cerimônia de abertura. "Eu moro aqui perto e faço a academia aqui [no Sesc]. E também venho almoçar aqui. Eu gosto do Sesc. E hoje vim assistir à abertura da Copa."

Bonfim disse que pretende voltar ao Sesc Pompeia para assistir a outros jogos da Copa. E que vai torcer bastante para a seleção brasileira ser campeã. "Olha, eu espero que ela chegue à final, né? Ela está um pouco desacreditada, com jogadores diferentes. Mas eu acredito que nós vamos ser campeões."
 

11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil 11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil
Programação especial para a Copa do Mundo nas unidades do Sesc em São Paulo -  Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil

Já a aposentadora Bárbara Clara, de 67 anos, foi ao Sesc Pompéia já toda caracterizada para torcer pelo Brasil. Com camisa nas cores do Brasil e uma tiara verde e amarela, ela se sentou na miniarquibancada montada no Galpão do Sesc Pompeia para assistir à cerimônia de abertura. "Ah, é muito legal [torcer aqui], mais divertido do que [assistir] sozinha, né? Dá para vibrar todo mundo junto", disse.

Bárbara elogiou a abertura da Copa do Mundo e a presença da cultura local na cerimônia. E disse que vai torcer muito para o Brasil conquistar o hexacampeonato. "Faço atividade física aqui também. Então, vou aproveitar para já ficar por aqui. Venho mais cedo e já fico por aqui mesmo", contou.

Quem também aproveitou um momento de descanso rápido no trabalho para assistir à abertura da Copa foi a funcionária do Sesc Laura Rocha. "A gente estava esperando a abertura desse espaço [do Sesc Pompeia] com bastante ansiedade porque é um projeto bem especial. E aí eu dei uma paradinha para ver aqui."

"Achei bem legal a abertura da Copa, achei bem bonita. Tinha os figurinos, a troca de artistas. Acho bem bonito quando tem essa valorização da cultura regional", disse ela.

Um grupo de amigas que também frequentam o Sesc Pompeia para atividades físicas escolheu o espaço para assistir à partida entre México e África do Sul. Elas vibraram bastante com o jogo, principalmente em um momento de quase gol, em que a seleção mexicana chutou a bola na trave.

“Eu gostei bastante [desse espaço do Sesc]. Vem gente de todas as categorias daqui de dentro, então tem convivência de todo mundo, o pessoal participa. Achei bem legal”, contou a aposentada Sandra Regina Monteiro, de 62 anos.

Amiga de Sandra, a aposentada Cleusa Aparecida de Oliveira também gostou do espaço. “Eu particularmente mesmo não sou muito chegada em futebol, mas torço quando tem a seleção”, disse. “A gente tem uma galera. Se os jogos acontecerem quando a gente estiver aqui [no Sesc], a gente vai assistir aqui, senão a gente vai para outros lugares [para ver o jogo]”, acrescentou

Ambas disseram que vão assistir aos jogos do Brasil e torcer muito, embora suas expectativas sejam bastante diferentes em relação à seleção brasileira. Enquanto Sandra está bem otimista com o hexacampeonato, Cleusa disse não acreditar que o Brasil vá disputar a final. “Para te dizer a verdade, não sou positiva não. Estou sendo sincera, mas a gente torce”, disse Cleusa.

Já Sandra acredita em mais um título: “Minha expectativa é a melhor possível. Ah, eu quero que seja [campeão].Não sei se vai, mas eu torço. A esperança tem que ter, né? São 24 anos sem ganhar, temos que ganhar. A gente merece. E estou com fé no Endrick.” 

Ativações no Sesc Pompeia

A ativação montada no Sesc Pompeia é composta por um imenso telão para transmissão dos jogos, uma miniarquibancada e mesas para jogos e trocas de figurinhas. Além da transmissão dos jogos, o espaço apresenta também uma pequena mostra chamada Colecionadores de Copas.
 

11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil 11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil
 Mostra Colecionadores de Copas, montada no Sesc Pompeia - Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil

Com curadoria de Marcelo Duarte, o espaço expositivo reúne objetos de entusiastas e colecionadores e apresenta a história da Copa do Mundo por meio de peças cheias de significado, como camisetas, pôsteres e mascotes.

No espaço, o público terá a oportunidade de ver peças autênticas e que carregam histórias reais como camisas oficiais usadas por jogadores em Copas do Mundo. Entre elas, a utilizada por Ronaldo Fenômeno em 1994 e a de Lionel Messi, na Copa de 2018. Há também álbuns de figurinhas, ingressos de jogos, livros, brinquedos e outros objetos relacionados ao mundo do futebol.

“Tem mais de 300 itens aqui, que são raros e que fazem parte das coleções de pessoas que vêm acumulando, guardando e tendo cuidado com essa memorabilia do esporte, desde os anos 50. Tem camisas, tampinhas, figurinhas, uniformes antigos, livros sobre esporte. Enfim, essa é uma história muito interessante que a gente está apresentando para as novas gerações”, contou o assessor técnico da Gerência de Esportes do Sesc São Paulo Mário Augusto Silveira.

A programação completa do Sesc na Copa pode ser consultada aqui.

Matéria ampliada às 19h39

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Unidades do Sesc em SP têm programação especial para a Copa do Mundo

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Para celebrar a Copa do Mundo, o Sesc decidiu oferecer uma programação diversificada e gratuita em suas unidades do estado de São Paulo, toda relacionada ao universo futebolístico. Chamada de Sesc na Copa, a programação prevê vivências esportivas, aulas, debates, exposições, encontros com especialistas e transmissões de partidas do Mundial, como a realizada na tarde desta quinta-feira (11) no Sesc Pompeia, na zona oeste da capital paulista.

"A gente quer que as pessoas consumam o esporte de uma maneira mais equilibrada, que tenha conteúdo e mais conhecimento sobre a modalidade. Queremos ampliar a cultura esportiva não só a respeito dos jogos, mas também dos nossos ídolos, das nossas conquistas, das nossas derrotas, falando um pouco sobre essas histórias todas e, de alguma maneira, fazer com que mais pessoas integrem esse meio esportivo, seja jogando, seja consumindo conteúdos esportivos", disse o assessor técnico da Gerência de Esportes do Sesc São Paulo Mário Augusto Silveira.

Notícias relacionadas:

Em entrevista à Agência Brasil, ele contou que a programação do Sesc na Copa foi dividida em três eixos temáticos, com o primeiro deles tratando sobre o futebol como uma linguagem social e uma manifestação simbólica. "A primeira área é Cultura, Memória e Arquibancada, que fala um pouco dessa relação das grandes equipes que passaram e que jogaram uma Copa do Mundo. Quando a gente fala de memória, não é só a memória dos vencedores, porque é muito fácil falar das cinco copas que nós ganhamos, mas também sobre quantas pessoas e personagens deixamos para trás e que não ganharam uma Copa", disse Silveira.
 
11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil 11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil
Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo - Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil

O segundo eixo fala sobre gênero, destacando experiências que desafiam os padrões tradicionais. Já o terceiro eixo convida o público a vivenciar o esporte na prática. "A segunda parte, a gente vai falar um pouco sobre a diversidade no esporte. Então, é uma forma de valorizar e de alguma de alguma maneira garantir um espaço para que outras masculinidades possam tomar parte desse esporte. E a terceira parte do Sesc na Copa é a parte prática. Vamos ter festivais esportivos, jogos. É o Sesc na prática", explicou Silveira.

A programação é bastante diversificada. O Sesc 24 de Maio, por exemplo, localizado no centro da capital paulista, vai transmitir dois jogos da seleção brasileira na primeira fase da Copa do Mundo: Brasil x Marrocos, no dia 13 de junho, e Brasil x Escócia, no dia 24 de junho. As transmissões vão contar com narração, comentarista e DJ tanto para os jogos do Brasil, quanto para jogos de seleções africanas. Também haverá transmissão de alguns jogos no Sesc Pinheiros.

Além disso algumas unidades do Sesc também vão promover cursos de locução, cinema, intervenções, torneios de futebol e até um bate-papo com as ex-jogadoras Fran Alves e Roseli de Belo, que vão falar sobre as expectativas para a próxima Copa do Mundo de Futebol Feminino no Brasil. "Nós temos 44 unidades [no estado] e cada uma delas puxa esse recorte e desenvolve as suas programações. São mais de 200 programações que vão acontecer nas unidades neste período", contou o assessor técnico do Sesc.

Sesc Pompeia

Na tarde desta quinta-feira (11), a reportagem da Agência Brasil esteve na unidade do Sesc Pompeia para acompanhar a transmissão da cerimônia de abertura da Copa do Mundo e também do primeiro jogo do Mundial, entre as seleções do México e África do Sul.

A cerimônia de abertura, na Cidade do México, contou com a participação da cantora Shakira, responsável pela música oficial do evento, o hit Dai Dai. Ao lado do nigeriano Burna Boy, a colombiana levantou o enorme público presente ao Estádio Azteca. O evento também contou com as presenças de artistas como Alejandro Fernández, Maná, Belinda, Los Ángeles Azules, Danny Ocean, J Balvin e Ryan Castro.

Mesmo distantes do evento – que neste ano tem como países-sede o México, Canadá e os Estados Unidos –, alguns brasileiros decidiram assistir à cerimônia e ao jogo entre México e África do Sul no espaço gratuito montado no Sesc Pompeia.

Embora o espaço não estivesse lotado, muita gente decidiu ir ao local para acompanhar as transmissões. Foi o caso, por exemplo, do músico Bonfim, de 79 anos. Frequentador do Sesc, ele decidiu aproveitar para esticar sua passagem pela unidade do Pompeia para assistir à cerimônia de abertura. "Eu moro aqui perto e faço a academia aqui [no Sesc]. E também venho almoçar aqui. Eu gosto do Sesc. E hoje vim assistir à abertura da Copa."

Bonfim disse que pretende voltar ao Sesc Pompeia para assistir a outros jogos da Copa. E que vai torcer bastante para a seleção brasileira ser campeã. "Olha, eu espero que ela chegue à final, né? Ela está um pouco desacreditada, com jogadores diferentes. Mas eu acredito que nós vamos ser campeões."
 

11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil 11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil
Programação especial para a Copa do Mundo nas unidades do Sesc em São Paulo -  Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil

Já a aposentadora Bárbara Clara, de 67 anos, foi ao Sesc Pompéia já toda caracterizada para torcer pelo Brasil. Com camisa nas cores do Brasil e uma tiara verde e amarela, ela se sentou na miniarquibancada montada no Galpão do Sesc Pompeia para assistir à cerimônia de abertura. "Ah, é muito legal [torcer aqui], mais divertido do que [assistir] sozinha, né? Dá para vibrar todo mundo junto", disse.

Bárbara elogiou a abertura da Copa do Mundo e a presença da cultura local na cerimônia. E disse que vai torcer muito para o Brasil conquistar o hexacampeonato. "Faço atividade física aqui também. Então, vou aproveitar para já ficar por aqui. Venho mais cedo e já fico por aqui mesmo", contou.

Quem também aproveitou um momento de descanso rápido no trabalho para assistir à abertura da Copa foi a funcionária do Sesc Laura Rocha. "A gente estava esperando a abertura desse espaço [do Sesc Pompeia] com bastante ansiedade porque é um projeto bem especial. E aí eu dei uma paradinha para ver aqui."

"Achei bem legal a abertura da Copa, achei bem bonita. Tinha os figurinos, a troca de artistas. Acho bem bonito quando tem essa valorização da cultura regional", disse ela.

Um grupo de amigas que também frequentam o Sesc Pompeia para atividades físicas escolheu o espaço para assistir à partida entre México e África do Sul. Elas vibraram bastante com o jogo, principalmente em um momento de quase gol, em que a seleção mexicana chutou a bola na trave.

“Eu gostei bastante [desse espaço do Sesc]. Vem gente de todas as categorias daqui de dentro, então tem convivência de todo mundo, o pessoal participa. Achei bem legal”, contou a aposentada Sandra Regina Monteiro, de 62 anos.

Amiga de Sandra, a aposentada Cleusa Aparecida de Oliveira também gostou do espaço. “Eu particularmente mesmo não sou muito chegada em futebol, mas torço quando tem a seleção”, disse. “A gente tem uma galera. Se os jogos acontecerem quando a gente estiver aqui [no Sesc], a gente vai assistir aqui, senão a gente vai para outros lugares [para ver o jogo]”, acrescentou

Ambas disseram que vão assistir aos jogos do Brasil e torcer muito, embora suas expectativas sejam bastante diferentes em relação à seleção brasileira. Enquanto Sandra está bem otimista com o hexacampeonato, Cleusa disse não acreditar que o Brasil vá disputar a final. “Para te dizer a verdade, não sou positiva não. Estou sendo sincera, mas a gente torce”, disse Cleusa.

Já Sandra acredita em mais um título: “Minha expectativa é a melhor possível. Ah, eu quero que seja [campeão].Não sei se vai, mas eu torço. A esperança tem que ter, né? São 24 anos sem ganhar, temos que ganhar. A gente merece. E estou com fé no Endrick.” 

Ativações no Sesc Pompeia

A ativação montada no Sesc Pompeia é composta por um imenso telão para transmissão dos jogos, uma miniarquibancada e mesas para jogos e trocas de figurinhas. Além da transmissão dos jogos, o espaço apresenta também uma pequena mostra chamada Colecionadores de Copas.
 

11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil 11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil
 Mostra Colecionadores de Copas, montada no Sesc Pompeia - Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil

Com curadoria de Marcelo Duarte, o espaço expositivo reúne objetos de entusiastas e colecionadores e apresenta a história da Copa do Mundo por meio de peças cheias de significado, como camisetas, pôsteres e mascotes.

No espaço, o público terá a oportunidade de ver peças autênticas e que carregam histórias reais como camisas oficiais usadas por jogadores em Copas do Mundo. Entre elas, a utilizada por Ronaldo Fenômeno em 1994 e a de Lionel Messi, na Copa de 2018. Há também álbuns de figurinhas, ingressos de jogos, livros, brinquedos e outros objetos relacionados ao mundo do futebol.

“Tem mais de 300 itens aqui, que são raros e que fazem parte das coleções de pessoas que vêm acumulando, guardando e tendo cuidado com essa memorabilia do esporte, desde os anos 50. Tem camisas, tampinhas, figurinhas, uniformes antigos, livros sobre esporte. Enfim, essa é uma história muito interessante que a gente está apresentando para as novas gerações”, contou o assessor técnico da Gerência de Esportes do Sesc São Paulo Mário Augusto Silveira.

A programação completa do Sesc na Copa pode ser consultada aqui.

Matéria ampliada às 19h39

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Enem 2026: prazo de inscrições termina nesta sexta-feira

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O prazo prorrogado de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 termina às 23 horas e 59 minutos desta sexta-feira (12), no horário de Brasília.

Os interessados em participar do exame  devem fazer a inscrição exclusivamente na internet no link da Página do Participante no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

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O prazo vale para todos os participantes. Os candidatos isentos da taxa de inscrição também devem se inscrever no exame.

Concluintes em 2026

Para os concluintes do ensino médio de escolas públicas, a inscrição é automática, pela primeira vez. Nesse caso, o estudante precisará apenas confirmar sua participação no sistema de inscrição, fazer a opção de prova de língua estrangeira (inglês ou espanhol) e indicar, se for o caso, a necessidade de recursos de acessibilidade ou se quer ser tratado pelo nome social.

Inclusão e acessibilidade

A solicitação de tratamento pelo nome social em todas as fases do exame também teve o prazo alterado, podendo ser feita até esta sexta-feira (12).

A opção é destinada às pessoas trans, que se identificam e querem ser reconhecidos socialmente pela sua identidade de gênero. A sinalização deve ser marcada no momento da inscrição.

O prazo de 12 de junho vale também para os candidatos que necessitam de atendimento especializado. 

Neste ano do Enem 2026 novas condições de pessoas com fibromialgia e transtornos mentais, como ansiedade, Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), estão entre as situações possíveis para solicitar atendimento especializado.

Entre outras condições específicas para pedir o atendimento especializado estão: baixa visão, cegueira, deficiência física, auditiva, intelectual, dislexia, transtorno do espectro autista (TEA), gestantes, lactantes, diabéticos, idosos e estudantes em classe hospitalar, entre outras condições.

A resposta preliminar à solicitação de atendimento especializado e ao tratamento pelo nome social sairá em 26 de junho.

Taxa de inscrição

Após a inscrição, o sistema do Enem vai gerar a GRU Cobrança no valor de R$ 85.

O pagamento da taxa de inscrição no exame deve ser feito entre 25 de maio e 17 de junho.

A opções de pagamento são via Pix, cartão de crédito, débito ou boleto. A quitação poderá ser feita em qualquer banco, casa lotérica ou aplicativos bancários.

A inscrição somente será confirmada após o processamento do pagamento desta taxa.

Mais locais de provas

Em 2026, a aplicação das provas do Enem está agenda para os domingos 8 e 15 de novembro.

Nesta edição, o Inep quer ampliar o número de locais de aplicação do exame para cerca de 10 mil, em todo o país.

De acordo com estimativas do Inep, aproximadamente 80% dos concluintes da rede pública devem fazer as provas dos dois dias do Enem na própria escola em que estudam. A medida tem o objetivo de facilitar o acesso ao exame e reduzir deslocamentos.

Para os estudantes que precisarem realizar a prova em outro município, o MEC divulgou que também estuda alternativas de apoio logístico para transporte entre os municípios.

Enem

O Exame Nacional do Ensino Médio, que avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica, é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). 

As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.

Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos de idade completos e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.

Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que têm convênio com o Inep. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

 

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Enem 2026: prazo de inscrições termina nesta sexta-feira

Logo Agência Brasil

O prazo prorrogado de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 termina às 23 horas e 59 minutos desta sexta-feira (12), no horário de Brasília.

Os interessados em participar do exame  devem fazer a inscrição exclusivamente na internet no link da Página do Participante no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

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O prazo vale para todos os participantes. Os candidatos isentos da taxa de inscrição também devem se inscrever no exame.

Concluintes em 2026

Para os concluintes do ensino médio de escolas públicas, a inscrição é automática, pela primeira vez. Nesse caso, o estudante precisará apenas confirmar sua participação no sistema de inscrição, fazer a opção de prova de língua estrangeira (inglês ou espanhol) e indicar, se for o caso, a necessidade de recursos de acessibilidade ou se quer ser tratado pelo nome social.

Inclusão e acessibilidade

A solicitação de tratamento pelo nome social em todas as fases do exame também teve o prazo alterado, podendo ser feita até esta sexta-feira (12).

A opção é destinada às pessoas trans, que se identificam e querem ser reconhecidos socialmente pela sua identidade de gênero. A sinalização deve ser marcada no momento da inscrição.

O prazo de 12 de junho vale também para os candidatos que necessitam de atendimento especializado. 

Neste ano do Enem 2026 novas condições de pessoas com fibromialgia e transtornos mentais, como ansiedade, Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), estão entre as situações possíveis para solicitar atendimento especializado.

Entre outras condições específicas para pedir o atendimento especializado estão: baixa visão, cegueira, deficiência física, auditiva, intelectual, dislexia, transtorno do espectro autista (TEA), gestantes, lactantes, diabéticos, idosos e estudantes em classe hospitalar, entre outras condições.

A resposta preliminar à solicitação de atendimento especializado e ao tratamento pelo nome social sairá em 26 de junho.

Taxa de inscrição

Após a inscrição, o sistema do Enem vai gerar a GRU Cobrança no valor de R$ 85.

O pagamento da taxa de inscrição no exame deve ser feito entre 25 de maio e 17 de junho.

A opções de pagamento são via Pix, cartão de crédito, débito ou boleto. A quitação poderá ser feita em qualquer banco, casa lotérica ou aplicativos bancários.

A inscrição somente será confirmada após o processamento do pagamento desta taxa.

Mais locais de provas

Em 2026, a aplicação das provas do Enem está agenda para os domingos 8 e 15 de novembro.

Nesta edição, o Inep quer ampliar o número de locais de aplicação do exame para cerca de 10 mil, em todo o país.

De acordo com estimativas do Inep, aproximadamente 80% dos concluintes da rede pública devem fazer as provas dos dois dias do Enem na própria escola em que estudam. A medida tem o objetivo de facilitar o acesso ao exame e reduzir deslocamentos.

Para os estudantes que precisarem realizar a prova em outro município, o MEC divulgou que também estuda alternativas de apoio logístico para transporte entre os municípios.

Enem

O Exame Nacional do Ensino Médio, que avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica, é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). 

As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.

Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos de idade completos e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.

Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que têm convênio com o Inep. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

 

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"Pueblos del mundo, bienvenidos a México": el Estadio Azteca vibra con Shakira y sin Sheinbaum en la inauguración de su tercer Mundial

Shakira, este jueves durante su actuación en la ceremonia inaugural del Mundial en el Estadio Azteca de Ciudad de México.

Este jueves, el Estadio Azteca de Ciudad de México se convirtió en el primero del planeta en albergar tres inauguraciones mundialistas (tras las ediciones de 1970 y 1986). El coloso de Santa Úrsula dio el pistoletazo de salida a la inédita Copa del Mundo de 2026, organizada de manera conjunta por México, Estados Unidos y Canadá, con un espectacular despliegue musical que rindió homenaje a las raíces prehispánicas y consagró la riqueza de la cultura latina ante miles de aficionados locales e internacionales.

La vibrante ceremonia previa al choque inaugural entre las selecciones de México y Sudáfrica arrancó con la actuación de la banda de rock Maná y la cantante Lila Downs. Ataviada con un huipil blanco y respaldada por un numeroso cuerpo de baile, Downs dio la bienvenida al planeta: "Pueblos del mundo, bienvenidos a México". Acto seguido, los originarios de Guadalajara desataron la euforia en las gradas al ritmo de su emblemático éxito 'Oye mi amor'.

El repertorio musical continuó desgranando los principales temas del álbum oficial de la FIFA. El venezolano Danny Ocean interpretó 'Partidazo', cediendo el testigo a Belinda y Los Ángeles Azules con la rítmica 'Por ella'. La temperatura en el Azteca siguió en aumento con la aparición del colombiano J Balvin, quien hizo bailar al estadio vestido con los colores de la selección mexicana –rojo y verde– al interpretar 'Qué calor' e 'I Like It', su conocida colaboración con Bad Bunny.

Clímax con Shakira

El clímax llegó con la irrupción de Shakira, coronada como la gran reina de esta cita mundialista. Vestida con un atuendo amarillo y morado, la estrella colombiana interpretó 'Dai Dai', el tema oficial del torneo, junto al nigeriano Burna Boy. En el centro de la cancha, custodiada por cientos de bailarines, brilló el trofeo de la Copa del Mundo acompañado por el lema "Estamos listos", el mensaje central de la canción que da inicio a un torneo que por primera vez contará con 48 selecciones y un total de 104 partidos.

Para los compases previos al pitido inicial, estaba prevista la entonación de los himnos nacionales a cargo del mexicano Alejandro Fernández y de la cantante Tyla por parte de la delegación sudafricana. Pero fue la actriz Salma Hayek la acompañó al presidente de la FIFA, Gianni Infantino, en el momento de la inauguración oficial del torneo.

Sheinbaum rompe la tradición por temor a protestas

La presidenta de México, Claudia Sheinbaum, rompió con una tradición de décadas al decidir no acudir al palco de honor del Estadio Azteca para presenciar la inauguración. En un gesto cargado de simbolismo, la mandataria regaló su entrada para el partido a una niña indígena.

Asimismo, Sheinbaum tampoco acudió finalmente al masivo Fan Fest instalado en la plaza del Zócalo capitalino, tal y como se había barajado inicialmente. Ante la previsión de posibles protestas y un eventual boicot por parte de los maestros de la Coordinadora Nacional de Trabajadores de la Educación (CNTE) –quienes mantienen un plantón en las inmediaciones de la plaza central–, la presidenta optó por trasladarse al norte de la ciudad.

Acompañada por la jefa de Gobierno de Ciudad de México, Clara Brugada, la mandataria se presentó en el Deportivo Los Galeana, situado en la alcaldía Gustavo A. Madero, a unos 12 kilómetros del Zócalo. Vestida con la camiseta de la selección mexicana con su nombre y el número 26 a la espalda, Sheinbaum fue vitoreada por los cientos de aficionados que se congregaron en este recinto, una de las 18 sedes habilitadas por las autoridades locales con pantallas gigantes. Desde allí, la presidenta compartió un vídeo en sus redes sociales disfrutando de la actuación de Shakira junto a los asistentes, sumándose de forma alternativa a la fiesta del fútbol que vuelve a México 40 años después de su última cita en 1986.

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Mondiali, la Rai taglia la cerimonia d’apertura per il Tg1: interrotta Shakira proprio nel momento clou. Polemiche sul web, poi l’ammissione: “Errore di timing”

Non siamo ai livelli delle gaffe di Paolo Petrecca durante la cerimonia d’apertura delle Olimpiadi di MilanoCortina 2026, ma poco ci manca. Dopo averla pubblicizzata per diverse settimane, la Rai ha deciso di tagliare la cerimonia d’apertura dei Mondiali 2026 su Rai 1 dopo 10 minuti dall’inizio per lasciare spazio a mezz’ora di Tg1, dalle 20 alle 20:30. Una scelta che non è passata inosservata agli utenti, scatenati su X dopo la decisione della televisione di stato.

La diretta è poi ripresa poco dopo le 20:30, per la trasmissione della parte finale della cerimonia d’apertura, finita poco prima delle 21 per lasciare spazio a MessicoSudafrica, match inaugurale dell’edizione 2026 della Coppa del Mondo. Scherzo del destino, la Rai ha dovuto interrompere la diretta proprio mentre Shakira – artista di punta della cerimonia inaugurale – era nel pieno della sua performance. A condire il tutto, un audio disturbato, quasi ambientale. Per chi non possiede l’abbonamento a Dazn, quindi, non è stato possibile seguire la cerimonia integralmente.

Sulla questione è intervenuta successivamente la Rai: “In merito all’interruzione della cerimonia di apertura dei Mondiali di calcio, si precisa che la Rai ha operato nel pieno rispetto delle indicazioni e dei vincoli editoriali e tecnici stabiliti dalla Fifa per la gestione dell’evento. La programmazione della diretta era regolata da una tempistica rigorosa, condivisa con l’organizzazione internazionale, che prevedeva passaggi obbligati tra i diversi momenti della trasmissione”.

La nota poi prosegue: “L’interruzione 1 minuto prima della conclusione della performance musicale di Shakira – prosegue la Rai – è da attribuire a una valutazione operativa legata al rispetto della scaletta e al passaggio di linea al TG1. Si è trattato di un errore nella gestione del timing finale, per il quale Rai esprime rammarico verso il pubblico. Resta confermato che tutte le altre fasi della copertura sono state realizzate in coerenza con le indicazioni ricevute e con gli standard editoriali del servizio pubblico. La Rai ribadisce il proprio impegno a garantire una copertura sempre più attenta e puntuale dei grandi eventi internazionali“.

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Passando all’evento, l’inizio della cerimonia ha visto un pallone dorato al centro del campo poi diventare una Coppa del Mondo gigante mentre ballerini in costume tradizionale danzavano rimandando alla storia del Messico e della sua millenaria civiltà. Poi riflettori tutti puntati su Shakira. La pop star, colombiana ha presentato insieme a Burna Boy il nuovo brano ufficiale per questa edizione della coppa del mondo: ‘Dai Dai‘.

La voce di Andrea Bocelli ha invece intonato l’inno di questi Mondiali, dal titolo ‘Dna’. Una performance, quella del cantante italiano, che ha conferito al brano solennità e intensità emotiva. “Tornare a Città del Messico, una città che mi ha sempre accolto con straordinario calore, mi riempie di gioia e gratitudine“, ha detto Bocelli evidenziando anche quanto sia speciale condividere questo progetto con la cantante sudcoreana EJAE, Megan Thee Stallion e David Guetta. Presenti anche diverse star locali, come Alejandro Fernández che ha cantato l’inno nazionale messicano e Ryan Castro insieme a J Balvin per un’esibizione speciale.

L’attrice, regista e produttrice messicano-americana candidata all’Oscar Salma Hayek Pinault è scesa in campo come ambasciatrice della Coppa del Mondo dando il “benvenuto in Messico”. La cerimonia, così come le altre due in programma in Usa e Canada, sono state curate da Balich Wonder Studio, di Marco Balich, regista italiano: sedici cerimonie olimpiche e paralimpiche – da Torino 2006 a Milano Cortina 2026 – sei finali di UEFA Champions League e i Mondiali di Qatar 2022 e questa sera il kick off con la prima delle cerimonie. “Il simbolo unificante per eccellenza della Fifa è la Coppa del Mondo – racconta Balich a Dazn – C’è una celebrazione dello sport con un finale che va a celebrare la Coppa“. Tra le crescenti proteste e tensioni sociali nella capitale messicana, oltre 80mila tifosi, tutti coloratissimi, hanno assistito alla cerimonia pronti poi a fare il tifo per le due squadre. Ma decine di migliaia di persone hanno assistito allo show anche all’esterno dello stadio, con Città del Messico di fatto letteralmente paralizzata.

L'articolo Mondiali, la Rai taglia la cerimonia d’apertura per il Tg1: interrotta Shakira proprio nel momento clou. Polemiche sul web, poi l’ammissione: “Errore di timing” proviene da Il Fatto Quotidiano.

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Prestes a estrear na Copa, Ancelotti não dá pistas sobre escalação

Logo Agência Brasil

A dois dias da estreia da Copa do Mundo contra Marrocos, a imprensa pôde acompanhar a seleção brasileira por 15 minutos, na manhã desta quinta-feira (11), no Centro de Treinamento (CT) Columbia Park, em Morristown. Durante as atividades o clima foi competitivo, mas também descontraído.

Ao longo do curto período aberto à imprensa, o técnico italiano Carlo Ancelotti não deu pistas da escalação da Amarelinha para o jogo de estreia contra os Leões do Atlas (apelido da equipe marroquina) no próximo sábado, às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelo Grupo C (que inclui também Escócia e Haiti). 

Notícias relacionadas:

Os atletas de linha foram distribuídos em três times para um trabalho em campo reduzido. Uma das equipes trocava passes de primeira e outra tentava interceptar a posse da bola. Quando isso ocorria, o terceiro grupo entrava imediatamente em ação, substituindo o primeiro.

Apesar de o treino ser recreativo, os jogadores demonstraram competitividade e inclusive reclamavam com os auxiliares de Ancelotti se não concordavam com a marcação de perda de posse, porém, sempre com bom humor. Os atacantes Endrick e Matheus Cunha e o meia Lucas Paquetá foram os mais descontraídos durante a atividade no CT do New York Red Bulls, time da Major League Soccer, principal liga profissional dos Estados Unidos.

As dúvidas sobre a escalação de Ancelotti para sábado (13) permanecem. Sem Wesley, cortado por lesão, Danilo e Ibañez são os candidatos a assumirem a lateral direita. Na esquerda, Alex Sandro e Douglas Santos acumularam minutos nos amistosos contra Panamá e Egito, cada um iniciando um dos jogos como titular. No setor ofensivo, Matheus Cunha, Lucas Paquetá, Luiz Henrique e Igor Thiago disputam vagas ao lado de Raphinha e Vinícius Júnior.

Somente Neymar continua fora de campo, recuperando-se de uma lesão na panturrilha direita que já o tornou desfalque nos amistosos. O atacante pode ser opção para o segundo jogo, contra o Haiti, no próximo dia 19 de junho (uma sexta-feira), às 21h30, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.

O último treino da seleção brasileira antes de enfrentar Marrocos será nesta sexta-feira (12), às 12h, novamente no CT Columbia Park. Em Copas anteriores, a atividade que antecedia ao jogo de estreia  ocorria no próprio local da partida, mas Federação Internacional de Futebol (Fifa) determinou nesta edição que os gramados dos estádios fossem preservados.

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Prestes a estrear na Copa, Ancelotti não dá pistas sobre escalação

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A dois dias da estreia da Copa do Mundo contra Marrocos, a imprensa pôde acompanhar a seleção brasileira por 15 minutos, na manhã desta quinta-feira (11), no Centro de Treinamento (CT) Columbia Park, em Morristown. Durante as atividades o clima foi competitivo, mas também descontraído.

Ao longo do curto período aberto à imprensa, o técnico italiano Carlo Ancelotti não deu pistas da escalação da Amarelinha para o jogo de estreia contra os Leões do Atlas (apelido da equipe marroquina) no próximo sábado, às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelo Grupo C (que inclui também Escócia e Haiti). 

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Os atletas de linha foram distribuídos em três times para um trabalho em campo reduzido. Uma das equipes trocava passes de primeira e outra tentava interceptar a posse da bola. Quando isso ocorria, o terceiro grupo entrava imediatamente em ação, substituindo o primeiro.

Apesar de o treino ser recreativo, os jogadores demonstraram competitividade e inclusive reclamavam com os auxiliares de Ancelotti se não concordavam com a marcação de perda de posse, porém, sempre com bom humor. Os atacantes Endrick e Matheus Cunha e o meia Lucas Paquetá foram os mais descontraídos durante a atividade no CT do New York Red Bulls, time da Major League Soccer, principal liga profissional dos Estados Unidos.

As dúvidas sobre a escalação de Ancelotti para sábado (13) permanecem. Sem Wesley, cortado por lesão, Danilo e Ibañez são os candidatos a assumirem a lateral direita. Na esquerda, Alex Sandro e Douglas Santos acumularam minutos nos amistosos contra Panamá e Egito, cada um iniciando um dos jogos como titular. No setor ofensivo, Matheus Cunha, Lucas Paquetá, Luiz Henrique e Igor Thiago disputam vagas ao lado de Raphinha e Vinícius Júnior.

Somente Neymar continua fora de campo, recuperando-se de uma lesão na panturrilha direita que já o tornou desfalque nos amistosos. O atacante pode ser opção para o segundo jogo, contra o Haiti, no próximo dia 19 de junho (uma sexta-feira), às 21h30, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.

O último treino da seleção brasileira antes de enfrentar Marrocos será nesta sexta-feira (12), às 12h, novamente no CT Columbia Park. Em Copas anteriores, a atividade que antecedia ao jogo de estreia  ocorria no próprio local da partida, mas Federação Internacional de Futebol (Fifa) determinou nesta edição que os gramados dos estádios fossem preservados.

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Mundial 2026: calendario del viernes 12 de junio, partidos, horarios y dónde ver

Dusan Vlahovic (C) celebra un gol con Serbia en el Mundial Qatar 2022

La Copa Mundial de la FIFA 2026 arranca con un formato histórico, 48 selecciones, 104 partidos y una edición repartida entre Canadá, México y Estados Unidos. La competición se celebra del 11 de junio al 19 de julio de 2026 y, como es habitual, el interés no se centra solo en la selección anfitriona o en las favoritas, sino también en la programación diaria, los horarios y las plataformas donde se podrá seguir cada encuentro.

Con el torneo a punto de comenzar, este viernes 12 de junio se presenta como uno de los primeros días fuertes del calendario, con varios partidos distribuidos a lo largo de la jornada. La clave no está solo en saber qué partidos se juegan, sino también en adaptar la lectura de horarios al huso peninsular y en conocer qué se emitirá en abierto y qué quedará dentro de las plataformas de pago.

Arranca el maratón mundialista

El Mundial 2026 arranca con un calendario muy cargado desde el primer tramo de la fase de grupos. Este 12 de junio concentra ya encuentros de varias sedes y con selecciones de distinto peso competitivo.

Para el público español, esta jornada llega todavía en un contexto muy inicial del campeonato, pero ya deja partidos con tirón mediático suficiente como para mover audiencias, búsquedas y tráfico informativo.

Estos son los partidos del día 12 de junio

Este viernes 12 de junio de 2026 cuenta con 2 partidos confirmados:

  • República de Corea - Chequia: 04:00 hora española, grupo A. Estadio Guadalajara, México. Se puede ver en DAZN.
  • Canadá - Bosnia y Herzegovina: 21:00 hora española, grupo B. Estadio de Toronto, EE.UU. Se puede ver en abierto en La 1 y en DAZN.

Dónde ver el Mundial 2026

En España, el Mundial 2026 se podrá seguir a través de DAZN Mundial, Movistar Plus+ y RTVE. La distribución de los derechos mezcla la emisión completa en la plataforma de pago y una selección de encuentros en abierto. DAZN ofrece los 104 partidos del campeonato, mientras que RTVE emitirá 17 partidos de fase de grupos en abierto, además de otros 16 encuentros destacados de eliminatorias, semifinales y final.

Movistar Plus+ también integra la señal del Mundial a través de DAZN para ciertos paquetes, de modo que los clientes con Fútbol Total o LaLiga pueden acceder al torneo completo dentro de su oferta. Por su parte, RTVE y RTVE Play aseguran una ventana gratuita para parte del calendario

¿Cuándo juega España?

La Roja comenzará su camino hacia su segunda estrella mundialista el 15 de junio de 2026 a las 18:00 horas (hora peninsular española). Los chicos de Luis de la Fuente se enfrentarán a Cabo Verde, que disputará su primera Copa del Mundo en la historia. Este duelo será el que abra el grupo H. Este encuentro se disputará en el Mercedes-Benz Stadium de Atlanta, Estados Unidos, a las 15:00 horas local (21:00 horas en España).

El calendario completo de España en la fase de grupos del Mundial incluye:

  • 15 de junio: España vs Cabo Verde en Atlanta (18:00 horas España)
  • 21 de junio: España vs Arabia Saudí en Atlanta (18:00 horas España)
  • 27 de junio: Uruguay vs España en Guadalajara, México (2:00 horas del 28 de junio en España)
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Las joyas ocultas del Mundial 2026 que pueden sorprender al mundo

Cada Mundial deja una historia inesperada. Mientras las miradas se centran en figuras consolidadas como Kylian Mbappé, Lamine Yamal, Lionel Messi, Jude Bellingham o Vinícius Júnior, siempre aparecen futbolistas que llegan al torneo sin grandes focos mediáticos y salen convertidos en estrellas internacionales. En este Mundial 2026, a celebrarse en Estados Unidos, México y Canadá, no faltan candidatos a protagonizar esa transformación.

Futbolistas prometedores de este Mundial 2026

Antonio Nusa (Noruega)

La presencia de Haaland y Ødegaard ha eclipsado buena parte del talento de la nueva generación noruega. Sin embargo, Antonio Nusa, jugador del RB Leipzing, es uno de los extremos más desequilibrantes del torneo. Velocidad, regate y capacidad para romper defensas convierten al atacante noruego en una amenaza constante.

Rayan (Brasil)

Otro de los talentos emergentes brasileños. Rayan con tan solo 19 años se ha colado en la lista de la canarinha. El extremo destaca por su velocidad, potencia y verticalidad, que puede resultar decisivas en partidos cerrados donde el desequilibrio individual marca la diferencia.

Johan Manzambi (Suiza)

Tras ser uno de los mejores jugadores de la última Europa League, Johan Manzambi, centrocampista del Friburgo aleman, mostrará con Suiza recorrido, llegada y personalidad. El país helvético suele competir por encima de las expectativas y Manzambi puede ser una de las razones para volver a hacerlo.

Luka Vušković (Croacia)

Central de enorme proyección, combina físico, jerarquía y una notable salida de balón. Croacia siempre suele descubrir nuevas figuras en los grandes torneos y Luka Vušković apunta a ser la siguiente.

Yan Diomande (Costa de Marfil)

Conocido por los seguidores del Leganés, el extremo costamarfileño Yan Diomande presenta una gran potencia física, velocidad y capacidad para generar peligro en campo abierto. Costa de Marfil llega con una generación interesante y Diomande es uno de sus nombres más prometedores.

Gilberto Mora (México)

Con tan solo 17 años, el centrocampista mexicano será el jugador más joven de toda la Copa del Mundo. El de Tijuana no destaca por su físico ni por su velocidad, sino por algo mucho más difícil de encontrar: la capacidad para entender el juego varios segundos antes que el resto. Es la gran esperanza del fútbol mexicano.

Nico Paz (Argentina)

Aunque es más conocido por su gran año en la Serie A italiana, no podíamos dejar fuera al argentino Nico Paz. El mediapunta destaca por su visión de juego, capacidad para filtrar pases y llegada desde segunda línea. Si encuentra continuidad durante el torneo, puede ser uno de los nombres más comentados.

Kerim Alajbegović (Bosnia)

A sus 18 años, Kerim Alajbegović ya es internacional absoluto con Bosnia, ha brillado en el Red Bull Salzburg y tiene firmado su regreso al Bayer Leverkusen para la próxima temporada. El extremo ambidiestro tiene talento, personalidad y capacidad para decidir partidos importantes. Llega al Mundial 2026 como uno de los futbolistas menos conocidos para el gran público.

Ayoube Amaimouni (Marruecos)

A sus 21 años, Ayoube Amaimouni es una de las grandes joyas ocultas del Mundial 2026. El extremo hace apenas unos meses competía en la tercera categoría alemana y hoy forma parte de la selección de Marruecos. Rápido, vertical y con una notable capacidad para desbordar en el uno contra uno. La baja del bético Abde le abre una puerta a la titularidad.

Otros de los nombres a seguir en este Mundial 2026

B. Yilmaz (Turquía), Anderson (Inglaterra), V. Barco (Argentina), Kendry Páez (Ecuador), I. Maza (Argelia), C. Yirenki (Ghana), Ayyoub Bouaddi (Marruecos), son otros de los nombres a seguir en este Mundial de Fútbol 2026.

Todos ellos reúnen una combinación ideal para triunfar en un gran torneo: talento diferencial, protagonismo creciente y la posibilidad de convertirse en líderes inesperados de sus selecciones. Porque si algo ha enseñado la historia de los Mundiales es que siempre hay espacio para una nueva estrella. Y la próxima podría estar en esta lista.

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German company that already supplies Ukraine with drones has unveiled Shahed-hunter aircraft with four weapons categories on single airframe

Render of the Pulse P19 multi-purpose optionally piloted aircraft. Source: Quantum Systems

Germany's Quantum Systems has unveiled the Pulse P19, an optionally-piloted aircraft designed to hunt drones and repel massed drone attacks, per Defense Express. The technology company already supplies Vector reconnaissance drones to Ukraine. 

The Pulse P19's primary mission profile, which is hunting drones and repelling massed drone attacks, addresses exactly the Russian Shahed threat that Ukraine has been responding to.

Ukraine is now intercepting 95% of incoming Russian Shaheds, using a layered defense system that includes Patriot, NASAMS, IRIS-T, naval-platform interceptors, helicopter-based interceptors, Ukrainian-made Bullet interceptors, and autonomous drone-on-drone systems.

The Pulse P19 would add a dedicated, optionally piloted drone-hunter platform to this layered defense,  though the aircraft is currently in early design stages, with only renders released.

What does Pulse P19 carry, and how would it hunt? 

For air-target detection and tracking, the Pulse P19 can be equipped with an active electronically scanned array (AESA) radar and an electro-optical targeting station.

The aircraft's armament options are unusually broad. The Pulse P19 is designed to carry interceptor drones, loitering munitions, missiles with semi-active laser homing heads (APKWS class), pod-mounted machine guns, and additional weapons that may be developed in the future.

The interceptor drones referenced in the Quantum Systems presentation are likely the same systems being integrated onto the Airbus U145 helicopter, which Quantum Systems also unveiled at ILA Berlin 2026 with anti-drone armament.

Specifications: small, fast, with significant payload

The Pulse P19 has a maximum speed of 556 km/h and a service ceiling of 7,620 meters. The aircraft's empty weight is approximately 1,700 kg, while it can carry up to 2,500 kg of payload and armament.

The payload-to-empty-weight ratio is unusually high. This indicates the design is built around the requirement to carry multiple weapons systems simultaneously. The 556 km/h maximum speed places the Pulse P19 in the slow-to-mid-tier of fixed-wing combat aircraft, but adequate for the Shahed-pursuit mission, given that Shahed-136 drones typically cruise at 180 km/h.

Development status: renders only, timeline undisclosed

Quantum Systems has presented only renders of the Pulse P19. The project's development stage has not been disclosed. The aircraft is likely still in early design phases. No first-flight timeline has been published.

The aircraft's specifications and weapons configuration represent design intent rather than current operational capability. Ukrainian defense procurement officials would likely engage with Quantum Systems on the Pulse P19 trajectory once the aircraft reaches the flight-test stage, given Quantum Systems' established relationship with Ukraine and the operational fit between the Pulse P19's mission profile and Ukraine's defensive needs.

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Vila Vita Parc convida a relaxar com vista para o mar às sextas-feiras

O Vila Vita Parc está a promover o programa Friday Reset & Breakfast, que convida para «uma aula que desperta corpo e mente», seguida de pequeno-almoço no Nana On The Beach.

O programa começa amanhã, 12 de Junho, às 8h15, e alterna semanalmente entre duas modalidades distintas, conduzidas por personal trainers especializados do resort.

Numa semana, os participantes são convidados a trabalhar mobilidade, equilíbrio e força, através de uma aula acessível a diferentes níveis de condição física.

Na semana seguinte, a proposta passa por uma sessão de Hatha Yoga, uma prática focada na postura, respiração e mindfulness, promovendo o equilíbrio entre corpo e mente.

Cada sessão terá a duração de 45 minutos. No pequeno-almoço, a oferta incide sobretudo em produtos locais e propostas saudáveis.

Aberto a toda a comunidade, o Friday Reset & Breakfast irá prolongar-se até ao final do Verão. As sessões custam 35 euros e incluem a aula e o pequeno-almoço.

As reservas podem ser feitas através de 282 310 100 ou de spa@vilavitaparc.com.

Sul Informação

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Cosa è la cabinovia di Socrepes? Lo scandalo olimpico tra appalti, ritardi e l’inchiesta arrivata al ministero di Salvini

L’inchiesta riguardante la cabinovia olimpica di Socrepes, che da Belluno conduce a Roma, direttamente nella sede del ministero delle Infrastrutture, all’ingegnere Elisabetta Pellegrini, braccio destro di Matteo Salvini, sta scoperchiando uno scandalo che ne contiene tanti altri. C’è la corsa contro il tempo per costruire in tutta fretta un impianto di risalita, così da compiacere alle richieste di Fondazione Milano Cortina 2026, il comitato organizzatore dei Giochi che voleva portare in quota il maggior numero di spettatori per le gare di sci alpino femminile. C’è il tentativo di innalzare dieci piloni in un’area franosa, sui pendii di Mortisa a Cortina, nonostante le proteste dei cittadini e la preoccupazione legata a un terreno altamente instabile, che ha richiesto una lunga serie di prescrizioni da parte della Regione Veneto, prima di rilasciare un nulla osta di indennità di frana subordinato alla loro esecuzione. C’è anche lo scandalo di Società Infrastrutture Milano Cortina (Simico) che si è affannata tra ritardi ed incompiute per far fronte agli impegni del Piano delle Opere olimpiche, anche quando le gare d’appalto andavano deserte. Se con l’impianto di bob ce l’ha fatta, preparando lo Sliding Centre grazie a una deroga concessa dal Comitato Olimpico Internazionale, per la cabinovia Apollonio-Socrepes, assegnata alla bresciana Graffer, è incappata in un clamoroso fallimento.

La cabinovia che danza sulla frana

L’impianto da 35 milioni di euro è apparso subito controverso e di difficile realizzazione. Una quarantina di cortinesi avevano presentato ricorso al Tar del Lazio, senza ottenere il blocco dei lavori, che hanno comportato l’abbattimento di un paio di case. Alleanza Verdi Sinistra, con l’onorevole Luana Zanella, capogruppo alla Camera dei Deputati, aveva presentato alcuni esposti per il danno ambientale causato e per la mancanza di prospettive operative, visto che una cabinovia per diventare utilizzabile ha bisogno di un parcheggio, che rimane al momento un progetto fantasma. Per questo l’opera nasceva già monca e se ne sta occupando anche la Procura regionale della Corte dei Conti del Veneto. Nel settembre dell’anno scorso si è verificato uno smottamento vicino al cantiere della stazione di arrivo, che interessava una seconda seggiovia e l’ampliamento di un rifugio. Simico non si era fermata, anzi assicurava che la cabinovia sarebbe stata ultimata per i primi giorni di febbraio 2026. Si trattava di una bufala, come hanno dimostrato i fatti. Il verbale di fine lavori risale al 4 marzo, ma in realtà i lavori non erano per nulla terminati. Anzi Ansfisa, l’agenzia governativa che vigila sulla funzionalità degli impianti a fune, non ha neppure oggi ultimato le verifiche e quindi manca il collaudo.

Le gare deserte

Simico ha scorporato il progetto della cabinovia di Socrepes da un project financing più ampio che prevede il collegamento dei versanti delle Tofane e del Faloria, con una spesa di circa 140 milioni di euro. Nel febbraio 2025 ha coinvolto in una preselezione i due colossi degli impianti a fune, la Leitner di Vipiteno e l’austriaca Doppelmayr. Una fuga di notizie, con pubblicazione dei nomi delle società su un giornale locale, aveva indotto Saldini ad annullare la procedura nel mese di marzo. Ci aveva riprovato alcuni mesi dopo, ma a giugno la gara era andata deserta. Secondo la Procura di Belluno si annida in queste fasi la presunta turbativa d’asta, che ha visto l’entrata in scena della Graffer.

L’inchiesta

L’ingegnere Elisabetta Pellegrini è la quarta indagata. Il 21 maggio erano stati perquisiti gli uffici di Simico, con il sequestro di computer, documenti e telefonini. I primi tre indagati erano l’architetto Fabio Massimo Saldini, amministratore delegato di Simico e commissario straordinario con pieni poteri, l’ingegnere Valeria Cepi, responsabile unica del procedimento, e Angelo Redaelli, rappresentante legale della società bresciana Graffer. Da quella prima fase istruttoria sono emersi elementi che hanno portato a iscrivere nel registro degli indagati anche il nome della dirigente Pellegrini. È una diretta collaboratrice del ministro Matteo Salvini, anzi ricopre un “incarico di stampo politico” ed è coordinatrice della struttura tecnica di missione del ministero, oltre che consigliere del vicepresidente del Consiglio dei ministri per le strategie infrastrutturali. A Roma era andata nel dicembre 2022, ma prima di allora aveva operato per la Provincia di Verona, quindi in Regione Veneto. Luca Zaia era il governatore e Pellegrini era diventata responsabile unica del procedimento della Pedemontana Veneta, una superstrada del costo di due miliardi e mezzo, che prevede nell’arco di 40 anni il pagamento di canoni pubblici per circa 12 miliardi di euro al promotore del project financing.

La ricerca del costruttore

A mettere nei guai Simico e il ministero è stata la spasmodica ricerca di un costruttore per l’impianto di Socrepes. Quando a metà giungo 2025 è andata deserta la seconda asta pubblica, il commissario Saldini è corso ai ripari. Ha dichiarato che si era presentata Graffer, offrendosi a fare quello che Leitner e Doppelmayr non erano disposti a realizzare. Nel giro di un paio di settimane Graffer aveva trovato due compagni di cordata nella bergamasca Ecoedile e nella bellunese Dolomiti Strade. Saldini aveva ammesso di aver fornito a Graffer gli elenchi di aziende a cui rivolgersi per trovare un aiuto. Infatti Graffer aveva cercato altre cinque imprese (tra cui una ditta turca costruttrice delle cabine) a cui affidare i diversi compiti. È in questa fase concitata, probabilmente, che gli investigatori stanno verificando un eventuale ruolo di Pellegrini: nelle telefonate e nelle mail che sono partite dal ministero per cercare di comporre il nuovo appalto attorno a una cabinovia che nessuno voleva realizzare.

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Ronaldo a Bocelli: “Ti ho visto con Sinner. Sono geloso di entrambi, mi sono innamorato”. Il video dell’incontro

Un incontro tra due leggende amate in tutto il mondo nel backstage del Fifa Countdown Concert, l’evento che ha dato ufficialmente il via al conto alla rovescia verso i Mondiali di calcio 2026. Andrea Bocelli e Ronaldo Luís Nazário de Lima ‘il Fenomeno’ si sono ritrovati dietro le quinte della manifestazione, regalando ai presenti un siparietto spontaneo e divertente. Nel video diffuso sui social, l’ex fuoriclasse brasiliano, all’Auditorio Nacional di Città del Messico, si rivolge a Bocelli in un fluente italiano e scherza sul recente incontro del tenore con Jannik Sinner. “Mi sto allenando a tennis, ho visto che ti sei incontrato con Sinner. Ero geloso di tutti e due, mi sono innamorato di tutti e due“, dice Ronaldo sorridendo. Poi aggiunge parole di stima per il campione altoatesino: “È una persona molto brava“.

Colpito dall’italiano dell’ex attaccante di Inter e Milan, Bocelli gli fa notare: “Però parli ancora bene italiano“. Pronta la replica di Ronaldo: “Eh sì… otto anni di calcio“, ricordando con ironia il lungo periodo trascorso nel campionato italiano. Un momento di grande empatia tra due protagonisti assoluti delle rispettive discipline, che sta rapidamente conquistando il pubblico sui social, unendo nel segno dello sport e della musica due figure entrate da tempo nell’immaginario collettivo internazionale. Bocelli tra qualche ora sarà protagonista anche dell’apertura ufficiale dei Mondiali di Calcio 2026, dove si esibirà con l’inno della manifestazione, “DNA“, firmato dallo stesso tenore con David Guetta, Megan Thee Stallion e Ejae.

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Ecrãs gigantes para ver o Mundial: eis os locais por todo o país

Mundial 2026 arranca esta quinta-feira com ecrãs gigantes e fanzones de norte a sul do país. Portugal estreia-se daqui a uma semana, a 17 de junho, frente à RD Congo, pelas 18h00. O Campeonato do Mundo 2026 arranca esta quinta-feira, com o México-África do Sul a abrir o torneio, pelas 20h, jogo que será transmitido em direto na TVI. Mas num total de 104 jogos, apenas 20 serão transmitidos em canal aberto. Então, onde ir ver os jogos? Em Portugal, como já é tradição, há vários espaços preparados com ecrãs gigantes para receber adeptos que queiram acompanhar os jogos num

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Disabilità nello sport e nelle fiabe: dal ParaMondiale al Mago di Oz, passando per due letture

di Marco Pozzi

In questi giorni d’inizio mondiale di calcio mi è capitato di discutere con amici sulla possibilità di organizzare un ParaMondiale, dopo il torneo principale, alla maniera in cui le Paralimpiadi seguono sempre le Olimpiadi: calcio integrato, per non vedenti, in carrozzina: discipline già esistenti o ancora da progettare.

D’altronde, Olimpiadi e Mondiali sono due eventi simili per portata planetaria, che scandiscono il nostro tempo, alternandosi ogni due anni, come un metronomo delle società.

Insieme alla divagazione sul ParaMondiale di calcio, qui mi piace segnalare due bei libri sulla disabilità, che ho letto da poco. Il primo è Eccentrico di Fabrizio Acanfora (editore Effequ, 2022): a 39 anni all’autore viene diagnosticata una forma di autismo. C’è un prima e un dopo quel momento, un sé prima e un sé dopo, diverso. Una specie di tortura, “vigilanza permanente”, che rende ogni secondo faticosissimo, soprattutto se si fa musica, come l’autore, e si è ossessionato dai rumori, e “il canale preferenziale di entrata delle informazioni esterne è l’udito” (p. 102).

Il libro è un racconto sincero e intenso, un reportage di sé stesso, di com’è star chiuso nei propri pensieri, crearsi routine e ripetibilità per non cedere alle distrazioni laterali, com’è vivere con ridotta capacità di astrazione rispetto alla capacità di vedere i pensieri (quando si pensa un appuntamento, quando si scrive un racconto, tutti i dettagli afferrano l’attenzione), e di come si riempiono le giornate con la musica, studiando clavicembalo e pianoforte.

Il secondo libro è Deforme di Amanda Leduc (editore Nottetempo, 2025), dove l’autrice, che soffre di una lieve paralisi cerebrale e di emiplegia spastica, analizza le disabilità presenti nelle fiabe, spesso elemento centrale della storia: la bestia in Bella e la bestia, la strega con la stampella di Hansel e Gretel, le trasformazioni nelle favole dei fratelli Grimm, i brutti principi e i ranocchi; oppure le disabilità nei cartoni animati, quali il gobbo di Notre Dame, i nani che aiutano Biancaneve, il naso deforme di Pinocchio, o la Fiona in Shrek, trasformata da principessa in orchessa per maledizione di una fata.

Viene in mente la commovente Elsa, in Frozen, col suo potere di manipolare ghiaccio e neve, all’inizio incontrollabile, tanto da costringerla a lasciare la città e ritirarsi da eremita, prima d’essere salvata dalla cara sorella, che Elsa involontariamente aveva quasi ucciso mentre scopriva i suoi poteri. Il superpotere come disabilità, come scarto nefasto dalla normalità (lo dimostra anche l’ultimo “ragno” di Nicolas Cage in Spider-Noir, fra quei supereroi che vorrebbero essere “normali”).

Nelle fiabe particolare è il Brutto Anatroccolo, diverso, emarginato, il quale cresce e si scopre diventare un bellissimo cigno. E il cigno, qui animale simbolo di bellezza (un super potere quasi), lo è altrettanto di bruttezza nei Cigni selvatici di Andersen e nei Sei cigni dei fratelli Grimm, dove undici principi e sei fratelli vengono trasformati in cigni da una matrigna e da una regina malvagia. Si è belli o brutti a seconda del paragone: l’essere cigno, in fiabe diverse, in realtà diverse, può essere un privilegio oppure una condanna.

Per tornare allo sport, il discorso fa venire in mente i quattro personaggi del Mago di Oz: lo Spaventapasseri senza cervello, l’Uomo di Latta senza cuori, il Leone senza coraggio, oltre a Dorothy, che è sola in terra straniera. Ognuno ha una disabilità, insieme sono una squadra impegnata verso un obiettivo comune, che è raggiungere Oz. I quattro hanno obiettivi individuali – il cuore, il coraggio, il cervello, tornare a casa – ma gli obiettivi individuali si fondono in un agire condiviso, che li porta a collaborare l’un l’altro, ciascuno coi propri punti di forza a coprire i punti di debolezza del compagno. Sembra di ascoltare alcuni discorsi di Julio Velasco, che nella definizione dei ruoli identifica un meccanismo chiave per il funzionamento della squadra sul campo.

La durezza dell’Uomo di Latta spezza i pungiglioni delle api nere, le cornacchie sono uccise dallo Spaventapasseri, il ruggito del leone mette in fuga i minacciosi Winkie. Ciascuno con le sue abilità e disabilità, in un viaggio che è una partita, il campo che è l’intero Regno di Oz (una realtà altra rispetto al Kansas di Dorothy), come in un nuovo sport inclusivo.

C’è poi un aspetto mentale. Il “Grande e Terribile Oz” si presenta ai quattro in maniera diversa: una grande testa a Dorothy, una donna magnifica allo Spaventapasseri, un mostro all’Uomo di Latta, una sfera di fuoco al Leone. La suggestione si rompe quando i protagonisti scoprono che Oz è in realtà un anziano e piccolo ventriloquo, arrivato in mongolfiera e scambiato dagli abitanti locali per divinità. Ma l’illusione non svanisce, solo s’interrompe: per soddisfare il desiderio dello Spaventapasseri Oz gli mette in testa crusca e spilli, all’Uomo di Latta infila nel petto un cuore di seta, al Leone offre una bevanda presentandola come coraggio liquido.
Questa la storia dei quattro atleti del Mago di Oz.

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Mondiali, la Fifa vieta ad Haiti di indossare la maglia sull’indipendenza con omaggio alla Polonia: “È politica”

La nazionale di Haiti è stata costretta a cambiare il design della sua maglia per i Mondiali perché per la Fifa è troppo politica, a pochi mesi di distanza dalla modifica delle divise per le Olimpiadi invernali. La maglia, prodotta dall’azienda colombiana di abbigliamento sportivo Saeta, originariamente raffigurava la battaglia finale della Guerra d’Indipendenza haitiana del 1804 sul davanti. L’immagine è stata respinta durante il processo di approvazione della Fifa. Saeta ha dichiarato mercoledì in un comunicato che si atterrà al divieto, pur precisando che il design “non era inteso come una dichiarazione politica“, bensì come un “omaggio agli uomini e alle donne che contribuiscono ogni giorno al futuro di Haiti”. La maglia presentava il blu a richiamare il mare e il rosso a simboleggiare la “forza e la passione” della nazione, ha affermato l’azienda.

Durante la rivoluzione di Haiti contro il dominio francese, Napoleone Bonaparte inviò altre truppe per reprimere la rivolta, tra cui circa 500 soldati provenienti dalla Polonia che – nonostante inizialmente fossero schierati con i francesi – si identificarono successivamente con la causa degli haitiani, condividendo il desiderio di libertà. Per questo decisero di cambiare schieramento, contribuendo all’indipendenza di Haiti nel 1804. In segno di riconoscenza, Haiti concesse loro la cittadinanza onoraria.

I giocatori hanno indossato la maglia ora vietata in un’amichevole contro il Perù la scorsa settimana. Il modello originale risulta attualmente esaurito sul sito di SaetaUSA. Analogamente, il Comitato Olimpico Internazionale aveva richiesto la rimozione dell’immagine del padre fondatore di Haiti, Toussaint Louverture, dalle uniformi indossate da Haiti durante la cerimonia di apertura dei Giochi Olimpici Invernali di Milano Cortina, ritenendo che violasse le regole olimpiche che vietano i simboli politici. Haiti è ampiamente considerata la prima nazione caraibica indipendente, fondata da ex schiavi in seguito a una rivolta di schiavi andata a buon fine. La nazionale haitiana fa l’esordio nella Coppa del Mondo sabato contro la Scozia a Foxborough, nel Massachusetts, per poi affrontare il Brasile, cinque volte campione del mondo, il 19 giugno a Filadelfia e il Marocco il 24 giugno ad Atlanta.

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Estudo da Ingka Centres “Life in Communities 2026” procura por espaços que promovam diversão, ligação social, criatividade e qualidade de vida 

Brincar e viver momentos que nos aproximam de outros não deve ser exclusivo da infância, é uma necessidade humana e deve ser experienciada em qualquer idade. Num contexto em que o bem-estar, o equilíbrio e a ligação social assumem uma importância crescente, os Meeting Places da Ingka Centres em Portugal, MAR Shopping Matosinhos e MAR Shopping Algarve, reforçam […]

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