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20h. Suíça quer acolher cerimónia do acordo EUA/Irão

O acordo está próximo, é o que referem as três partes envolvidas na negociação, incluindo o Paquistão. Ainda, está dominado o incêndio que começou esta tarde em Gondomar.

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20h. Suíça quer acolher cerimónia do acordo EUA/Irão

O acordo está próximo, é o que referem as três partes envolvidas na negociação, incluindo o Paquistão. Ainda, está dominado o incêndio que começou esta tarde em Gondomar.

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Assinatura de acordo entre EUA e Irã deve acontecer na Suíça, dizem fontes

A cerimônia de assinatura de um memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irã deverá ocorrer em Genebra, na Suíça, segundo três fontes, disseram à CNN nesta sexta-feira (12).

Essa assinatura poderá ocorrer já no domingo (14), segundo uma pessoa familiarizada com os planos.

Isso acontece depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou na quinta-feira (11) um “grande acordo” que poderia resolver a guerra com o Irã, sugerindo que ele seria finalizado nos próximos dias.

Trump disse que previa uma cerimônia de assinatura do documento em breve, possivelmente na Europa, com a presença do vice-presidente JD Vance. No entanto, autoridades iranianas ainda não confirmaram se um acordo foi alcançado.

Duas fontes com conhecimento das negociações diplomáticas disseram que a cerimônia de assinatura será realizada em Genebra – não muito longe de onde Trump e uma delegação americana participarão da cúpula do G7 na próxima semana, na França.

Uma dessas fontes afirmou que a cerimônia de assinatura marcará o início da “segunda fase” das negociações diplomáticas, enquanto as autoridades trabalham na implementação do memorando de entendimento.

Diversas fontes afirmaram que o memorando está sendo chamado de “Declaração de Islamabad”, em reconhecimento ao papel fundamental de mediação desempenhado pelo Paquistão.

No entanto, nada foi confirmado, e uma fonte iraniana sugeriu que Viena, capital da Áustria, também estava sendo considerada.

Pontos do acordo

Durante a tarde de quinta-feira (11), em uma publicação na rede Truth Social, Trump afirmou que cancelou ataques e bombardeios que estavam programados para ocorrer durante a noite.

Segundo ele, a decisão foi tomada após as negociações com o Irã terem alcançado “o mais alto nível da liderança iraniana” e após a aprovação dos “pontos finais” de um possível acordo.

Mais tarde, durante evento no Salão Oval, Trump voltou a defender que as partes estão muito próximas de um entendimento.

“Os documentos estão praticamente finalizados, então vamos ver”, afirmou ele.

O presidente americano também informou que o acordo prevê o compromisso iraniano de abandonar qualquer busca por armas nucleares e que, em troca, os Estados Unidos encerrariam imediatamente o bloqueio naval imposto aos portos do Irã.

Além disso, Trump declarou acreditar que o líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, aprovou o entendimento.

Mais tarde, durante um comício virtual em apoio ao vice-governador da Geórgia, Burt Jones, ele afirmou que os Estados Unidos haviam “encerrado a guerra” com o Irã.

“Não sei se vocês ouviram, mas encerramos a guerra com o Irã hoje […] Eles concordaram em nunca ter uma arma nuclear, algo em que insistimos; esse era o objetivo principal. Isso representava 95% da questão”, declarou o presidente americano.

Resposta iraniana

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, classificou as notícias sobre um acordo fechado como “mera especulação”. Segundo ele, Teerã ainda não tomou uma decisão definitiva.

“Até o momento, o Irã não chegou a uma decisão final sobre qualquer acordo”, disse à agência estatal IRNA.

Baghaei também acusou Washington de alterar posições ao longo das negociações e declarou que as ações militares americanas têm dificultado o processo diplomático.

“Desde o início, o status das negociações estava claro para nós, e grande parte do texto já havia sido finalizada. No entanto, os americanos continuaram mudando suas posições”, declarou Baghaei, segundo a IRNA.

Já o parlamentar da ala linha-dura do Irã, Ebrahim Rezaei, alertou que Trump pode estar agindo de forma enganosa ao anunciar um “grande acordo” para encerrar a guerra, defendendo, em vez disso, que o Irã mantenha seus ataques.

“A probabilidade de Trump estar enganando é alta”, afirmou Rezaei, porta-voz da Comissão de Segurança Nacional e Política Externa do Parlamento iraniano.

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Suíça discute limitar população a 10 milhões de habitantes

Suíça discute limitar a população a 10 milhões de habitantes. O tema vai ser votado num referendo considerado o “Brexit suíço”. A iniciativa é do partido de direita nacionalista Partido Popular Suíço (SVP), maior força política do país.

“No fim das contas, o que queremos é proteger aquilo que amamos, garantir que a Suíça continue a ser um lugar maravilhoso para se viver. Não vamos acabar com os congestionamentos da noite para o dia, mas isso permitir-nos-á adaptar a infraestrutura rodoviária e ferroviária e construir moradias. Mas não a um ritmo que acabaria por nos impedir de absorver esse enorme fluxo de pessoas”, diz o parlamentar Yvan Pahud, do SVP.

“Essa iniciativa é extremamente perigosa. É perigosa porque, em primeiro lugar, é absolutamente xenófoba. No fundo, transforma os estrangeiros em bodes expiatórios, como se fossem a resposta para todos os males da sociedade. É perigosa porque é enganosa. Não resolverá a questão da sustentabilidade, como o seu nome afirma, ostensivamente. Pelo contrário, corre o risco de empobrecer a Suíça e de enfraquecer fundamentalmente os acordos que atualmente temos com a União Europeia, que são mais importantes do que nunca”, afirma, por sua vez, Delphine Klopfenstein, do Partido Verde.

Atualmente, a Suíça tem pouco mais de nove milhões de habitantes. E os estrangeiros representam quase 28% da população.

Segunda a proposta, se a população ultrapassar 9,5 milhões, o governo seria obrigado a tomar medidas para impedir que chegue a 10 milhões.

Ou seja, encerrar acordos que incentivam o crescimento populacional, incluindo a livre circulação com a União Europeia.

As empresas temem que um “sim” limite o acesso à mão de obra qualificada e prejudique as relações com o principal mercado de exportação da Suíça.

“Na Suíça, por exemplo, mais de 50% da nossa equipa hoteleira são estrangeiros. Se não tivermos mais acesso a esses trabalhadores qualificados, seria muito difícil continuar a operar o setor de hotelaria e gastronomia na Suíça no nível atual”, diz Martin von Moos, da associação do setor hoteleiro da Suíça.

A população está dividida. A pesquisa mais recente indica 47% a favor do limite e 52% contra.

“Bem, digamos apenas que, considerando o tamanho do país, já temos mais do que suficiente. Quero dizer, com mais de 10 milhões [de habitantes], o que vamos fazer? Onde vamos colocar todas essas pessoas? É muito bonito acolhê-las, mas o que elas vão fazer? Ficar na rua?”, afirma um morador de Orbe.

“As pessoas estão a ser bombardeadas com esse medo de imigrantes e da imigração, quando na realidade sabemos muito bem que a economia suíça não pode sobreviver sem a imigração. E admito que gostaria de ver mais gente na Suíça, porque, quando eu me aposentar, precisaremos de pessoas a trabalhar para sustentar o sistema de previdência [segurança social]”, diz, por outro lado, uma moradora de Genebra.

Assim como outros países europeus, a Suíça também enfrenta o envelhecimento da população. Até 2055, a proporção de pessoas em idade ativa (entre 20 e 64 anos) deve cair de 60% para 56%.

Ao mesmo tempo, a parcela de idosos com mais de 65 anos deve aumentar significativamente, de 21% para 27%, segundo o Escritório Federal de Estatísticas da Suíça.

Referendos são um pilar da política suíça, com os eleitores a ir às urnas cerca de quatro vezes por ano para decidir sobre diferentes questões nacionais e regionais.

O referendo sobre limitar a população do país será realizado no dia 14 de junho.

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Seleção da Suíça enfrenta alerta de cobras durante treinos para a Copa de 2026

A Seleção da Suíça encontrou um motivo inusitado de preocupação durante a preparação para a Copa do Mundo de 2026. Instalada em San Diego, no estado da Califórnia, a equipe está treinando em uma região cercada por áreas onde há registro frequente da presença de cobras, incluindo espécies consideradas peçonhentas.

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A situação foi destacada pela própria delegação suíça nas redes sociais. Em uma publicação, a seleção mostrou o entorno do centro de treinamento e indicou a área habitada pelos animais, chamando atenção para um risco que vai além dos desafios dentro de campo.

Seleção da Suíça destacou nas redes sociais a área próxima ao centro de treinamento onde há presença de cobras | Foto: Reprodução

De acordo com informações sobre a fauna local, San Diego abriga 28 espécies diferentes de cobras. Entre elas, a mais comum é a Cascavel do Pacífico Sul, uma espécie venenosa cuja picada pode provocar dores intensas e outras complicações que exigem atendimento médico imediato.

Preparação para a estreia

Enquanto adota medidas de precaução durante a estadia na Califórnia, a seleção suíça mantém o foco na disputa da Copa do Mundo. A equipe integra o Grupo B da competição, ao lado de Catar, Canadá e Bósnia.

A estreia dos suíços está marcada para o próximo sábado (13), às 16h, no horário de Brasília. O adversário será o Catar, em partida que será realizada na cidade de Santa Clara, também nos Estados Unidos.

Até o início do torneio, a delegação permanecerá em San Diego realizando treinamentos e ajustes finais para a competição, ao mesmo tempo em que segue as recomendações de segurança relacionadas à presença de cobras na região.

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Incompreensão no tribunal: Joey Mawson inocente no caso de alegada violação na casa de Schumacher

Piloto australiano, amigo de Mick Schumacher, foi acusado de ter violado uma enfermeira que cuidava de Michael Schumacher. Um tribunal alemão absolveu o piloto australiano Joey Mawson da acusação de violação de uma enfermeira na casa de Michael Schumacher. Joey, 30 anos, foi acusado de ter violado uma enfermeira especialista em cuidados respiratórios e neuroreabilitação, que estava a cuidar do antigo campeão de Fórmula 1. O caso remonta a uma madrugada de Novembro de 2019, na propriedade dos Schumacher em Gland, nas margens do Lago de Genebra. A enfermeira, que chorou depois de ouvir a decisão do tribunal, contou que

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Parcerias e Negócios anuncia parceria com a Diáspora Lusa para aproximar empresários portugueses no mundo

A Convenção Anual da Parcerias e Negócios realizou-se no dia 23 de Maio, no SDivine Fátima Hotel, reunindo empresários, empreendedores, oradores, dirigentes e profissionais de diferentes sectores de actividade. O encontro ficou marcado pela partilha de experiências, pela apresentação de…

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