Ronaldo acredita que está bem. “Não têm visto os jogos?”
O astro Cristiano Ronaldo falou sobre a participação de Portugal nesta edição da Copa do Mundo. O craque foi perguntado se a equipe lusa é uma das candidatas ao título do torneio.
O atacante português destacou a qualidade do time de Portugal, mostrando confiança no elenco comandado pelo técnico espanhol Roberto Martínez.
“Só saberemos no final (se Portugal é candidato ao título). É uma geração muito boa, mas há fatores que não conseguimos controlar, como os jogos, ganhar ou não ganhar, é o ponto mais importante. Acredito que é uma geração que vai dar muitas alegrias aos portugueses”, disse Cristiano Ronaldo.
O jogador elogiou a preparação dos portugueses para o Mundial. A seleção lusa estreia na Copa do Mundo na quarta-feira (17), contra a RD do Congo. O Grupo K ainda conta Uzbequistão e Colômbia.
“Foi cansativo, porque trabalhamos forte. Nos jogos (preparatórios) prevaleceram as vitórias, mas o mais importante é quando a bola começar a rolar no dia 17, no primeiro jogo. Depois, quando as coisas começarem a apertar, aí é que vamos ver os verdadeiros campeões. Vai depender de muitos fatores, estou muito positivo de que as coisas vão correr bem”, continuou.
“Importante é passar em primeiro do grupo, depois é jogo a jogo, passo a passo, com calma, ganhar confiança e entrar no ritmo”, ensinou.
Cristiano Ronaldo garantiu estar em ótimas condições físicas para disputar o último Mundial da vitoriosa carreira.
“Com bastante alegria, sabemos que o Mundial é sempre uma competição especial, tal como a Eurocopa, vamos com muita esperança. Fisicamente? Estou bem, não tem visto os jogos?”, indagou a um repórter.
Veja o ranking das seleções mais “desgastadas” para a Copa do Mundo


The World Cup kicks off this Thursday when Mexico host South Africa at the historic Estadio Azteca, and FIFA has never wished more for the ball to start rolling. Once again, the game and its universal passion call for the rescue of the world or, at least, to bring it some peace of mind. Soccer aspires to serve as the very same unifying force that soothed tensions after World War II, even if the latent, globalized geopolitical tension makes it difficult.
© Luis Cortes (REUTERS)


Nunca en la historia de la Copa del Mundo había habido ocho jugadores con al menos 40 años en las convocatorias de las selecciones que participan en el torneo. Tan solo siete futbolistas habían jugado tras rebasar esa edad en los 22 mundiales anteriores al de Estados Unidos, México y Canadá. Pese al incremento en esta edición de 32 a 48 equipos, los expertos en Ciencias del Deporte no tienen dudas de que la acumulación en el campeonato que se celebra en Norteamérica del 11 de junio al 19 de julio de viejos rockeros, algunos tan ilustres como Cristiano Ronaldo (41), Luka Modric (40, 41 el próximo 9 de septiembre) o Manuel Neuer (40), no es un fenómeno aislado, sino que responde a una profesionalización en los ámbitos de la preparación y la medicina deportiva que ha estirado la vida de los deportistas. “La ciencia ha tenido muchísimo que ver. Ahora tienen buenos entrenamientos, muy buenas recuperaciones y, en general, se cuidan muchísimo más que antes”, resalta Carlos Villarón, doctor en Fisioterapia y profesor de la Universidad Europea de Valencia.

© ANTONIO PEDRO SANTOS (EFE)


Politics occupies an increasingly oppressive sphere in the United States, and the national team cannot escape it. After two decades of disappointment, the host team of the biggest World Cup in history faces the dual challenge of winning over a tense country and competing successfully on a historically unfavorable stage. Leading the operation is Mauricio Pochettino (Murphy, Argentina; 54), arguably the national team coach with the most complex mission of all.

Por declarações e ações de marketing aqui e ali, tudo aponta que a Copa, sediada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, será a derradeira na carreira dos dois, que ainda perseguem alguns objetivos, um deles em comum.
Os dois empilharam títulos do principal torneio de clubes do mundo: CR7 soma cinco (quatro pelo Real e um pelo United) e Messi tem quatro (todos pelo Barcelona). Também monopolizaram as premiações individuais: são oito troféus de melhor do mundo para o argentino e cinco para o português.
Em sua próprias seleções nacionais, o sucesso demorou a vir. Cristiano Ronaldo conseguiu o primeiro título europeu de Portugal em 2016, enquanto Messi teve que esperar outros cinco anos para vencer o primeiro, a Copa América de 2021.
Como não poderia deixar de ser, a Copa do Mundo também é um capítulo à parte na rivalidade dos dois, porém com clara superioridade de Messi. O argentino bateu na trave em 2014, mas quatro anos depois tirou a Argentina da fila com um título mundial , que encerrou um jejum de 36 anos. Além disso, soma 13 gols e está a apenas três de igualar o alemão Miroslav Klose, o maior artilheiro das Copas.
Cristiano Ronaldo pode ostentar o recorde de ter marcado gols em cinco copas, todas que atuou (2006, 2010, 2014, 2018 e 2022). No entanto, o mais longe que chegou foi justamente na primeira participação, em 2006, quando os portugueses pararam na semifinal. O atacante soma "apenas" oito gols, com algumas participações discretas no currículo. Um título na última participação seria histórico.
Já no crepúsculo de suas carreiras, CR7 (atualmente, no Al-Nassr, da Arábia Saudita), de 41 anos, e Messi (Inter Miami, dos EUA), de 38 - completa 39 no meio da Copa - ainda buscam um objetivo raro. Ambos estão na corrida pelo gol de número 1.000 nas carreiras. Faltam 27 para o português e 90 para o argentino. A histórica marca certamente não virá na Copa, mas o torneio pode acrescentar mais uma memória a duas carreiras marcantes.
A Argentina é cabeça de chave do grupo J, que tem ainda Argélia, Jordânia e Áustria. Já Portugal, encabeça o grupo K, tem como adversários na fase de grupos as seleções de Colômbia, República Democrática do Congo e Uzbequistão. Caso confirmem o favoritismo alcançando o primeiro lugar de seus grupos e avancem à fase mata-mata, Portugal e Argentina se encontrarão nas quartas de final. Se um deles não liderar seu respectivo grupo e passar de fase em outra posição, o "tira-teima" final pode ocorrer inclusive na final valendo o título. O que, considerando a trajetória das carreiras, seria um desfecho bem característico.

Por declarações e ações de marketing aqui e ali, tudo aponta que a Copa, sediada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, será a derradeira na carreira dos dois, que ainda perseguem alguns objetivos, um deles em comum.
Os dois empilharam títulos do principal torneio de clubes do mundo: CR7 soma cinco (quatro pelo Real e um pelo United) e Messi tem quatro (todos pelo Barcelona). Também monopolizaram as premiações individuais: são oito troféus de melhor do mundo para o argentino e cinco para o português.
Em sua próprias seleções nacionais, o sucesso demorou a vir. Cristiano Ronaldo conseguiu o primeiro título europeu de Portugal em 2016, enquanto Messi teve que esperar outros cinco anos para vencer o primeiro, a Copa América de 2021.
Como não poderia deixar de ser, a Copa do Mundo também é um capítulo à parte na rivalidade dos dois, porém com clara superioridade de Messi. O argentino bateu na trave em 2014, mas quatro anos depois tirou a Argentina da fila com um título mundial , que encerrou um jejum de 36 anos. Além disso, soma 13 gols e está a apenas três de igualar o alemão Miroslav Klose, o maior artilheiro das Copas.
Cristiano Ronaldo pode ostentar o recorde de ter marcado gols em cinco copas, todas que atuou (2006, 2010, 2014, 2018 e 2022). No entanto, o mais longe que chegou foi justamente na primeira participação, em 2006, quando os portugueses pararam na semifinal. O atacante soma "apenas" oito gols, com algumas participações discretas no currículo. Um título na última participação seria histórico.
Já no crepúsculo de suas carreiras, CR7 (atualmente, no Al-Nassr, da Arábia Saudita), de 41 anos, e Messi (Inter Miami, dos EUA), de 38 - completa 39 no meio da Copa - ainda buscam um objetivo raro. Ambos estão na corrida pelo gol de número 1.000 nas carreiras. Faltam 27 para o português e 90 para o argentino. A histórica marca certamente não virá na Copa, mas o torneio pode acrescentar mais uma memória a duas carreiras marcantes.
A Argentina é cabeça de chave do grupo J, que tem ainda Argélia, Jordânia e Áustria. Já Portugal, encabeça o grupo K, tem como adversários na fase de grupos as seleções de Colômbia, República Democrática do Congo e Uzbequistão. Caso confirmem o favoritismo alcançando o primeiro lugar de seus grupos e avancem à fase mata-mata, Portugal e Argentina se encontrarão nas quartas de final. Se um deles não liderar seu respectivo grupo e passar de fase em outra posição, o "tira-teima" final pode ocorrer inclusive na final valendo o título. O que, considerando a trajetória das carreiras, seria um desfecho bem característico.
Um estudo do IPAM estima que a participação portuguesa no Mundial2026 possa gerar até 945 milhões de euros para a economia nacional.
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