Salvador pede R$ 80 milhões para manter passagem de ônibus em R$ 5,90





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Un despliegue de fuerzas de seguridad del Gobierno de facto de los talibanes en las calles de Herat, en el oeste de Afganistán, impide este miércoles cualquier reanudación de las protestas ciudadanas que el martes denunciaron los arrestos arbitrarios de decenas de mujeres, acusadas de infringir el código de vestimenta.

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O Presidente da República salientou hoje a “coragem, ideia de serviço e espírito de missão” das Forças Armadas ao longo de gerações e considerou que os militares compreendem com clareza que a defesa da paz exige resiliência.
Esta posição constou de uma mensagem de António José Seguro destinada ao XXIII Encontro Nacional de Homenagem aos Combatentes, que foi lida pelo presidente da comissão promotora da cerimónia, tenente-general António Menezes. Uma cerimónia que decorreu junto ao Monumento aos Combatentes do ultramar, em Belém, Lisboa.
“Esta homenagem tem um significado profundo. Não prestamos homenagem apenas ao passado militar de Portugal, prestamos homenagem a uma ideia de serviço, de coragem e de dever que continua a dar sentido à nossa identidade coletiva”, escreveu o chefe de Estado.
Na sua mensagem, o Presidente da República referiu-se à atual conjuntura mundial, “um tempo marcado pela incerteza, pela instabilidade internacional e pelo regresso da guerra ao espaço europeu”.
Neste contexto, segundo António José Seguro, “os portugueses compreendem hoje com maior clareza que a paz exige preparação, capacidade e resiliência, compreendem que a segurança de uma democracia depende também da solidez das suas instituições e da prontidão daqueles que a defendem”.
“As Forças Armadas continuam a desempenhar uma missão insubstituível ao serviço da República, na proteção dos portugueses, na defesa da soberania nacional, na resposta a emergências complexas, no cumprimento dos compromissos internacionais e na afirmação externa de Portugal como país credível, responsável e solidário”, sustentou.
Nesse sentido, na perspetiva do chefe de Estado, “honrar os combatentes significa também garantir que o reconhecimento nacional se traduz em dignidade, respeito e apoio efetivo”.
“Portugal não pode esquecer aqueles que carregam ainda hoje as consequências físicas e emocionais do serviço prestado ao país. Os combatentes merecem não apenas gratidão, mas também justiça, proximidade e reconhecimento concreto. A memória nacional constrói-se através de símbolos, mas sustenta-se através de ações”, completou.
António José Seguro referiu-se, ainda, às gerações mais jovens, advogando que “servir Portugal, seja nas Forças Armadas, na proteção das populações, na defesa da liberdade e da soberania, continuará sempre a representar uma das formas mais elevadas de compromisso cívico e de serviço ao país”.
“A todos os que serviram Portugal, deixo uma palavra de gratidão em nome dos portugueses. O vosso exemplo pertence à História de Portugal, mas pertence também ao seu futuro. Ao honrarmos os nossos combatentes, reforçamos a consciência do que somos, da liberdade conquistada e da responsabilidade coletiva de preservar”, acrescentou.
Após a leitura da mensagem do Presidente da República, o vice-almirante Henrique da Silva Fonseca, presidente da comissão executiva da cerimónia, recordou o seu percurso na Armada, com operações em Angola, mas também em Moçambique, designadamente em Cabo Delgado, em Timor-Leste e na Guiné-Bissau antes do 25 de Abril de 1974.
“Os combatentes do ultramar deixaram sementes de evolução, progresso e integração. Deram tempo – deram mesmo muito tempo – para que o problema político fosse resolvido”, declarou.
Em relação à atual situação, o vice-almirante advertiu que “o grande aliado”, os Estados Unidos, estão a alterar as suas prioridades estratégicas, privilegiando o Pacífico, enquanto a Rússia, a leste, já invadiu a Geórgia e a Ucrânia e ameaça outros países.
“A melhor homenagem que se pode prestar aos antigos combatentes é provar que o seu esforço não foi em vão. E continuamos dispostos a pegar em armas se tal for necessário”, afirmou.
Após os discursos, seguiu-se uma cerimónia inter-religiosa, católica e muçulmana, pelo tenente capelão Óscar Paiva e pelo sheik David Munir, uma homenagem aos mortos, a deposição de flores e o Hino Nacional pela Banda da GNR, com salva protocolar por um navio da Armada.
No encerramento, assistiu-se a uma passagem de aeronaves da Força Aérea, antes do tradicional almoço-convívio nos terrenos em frente ao Monumento aos Combatentes.


O ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, busca um acordo de colaboração premiada, mas enfrenta resistência significativa da PF (Polícia Federal) e da PGR (Procuradoria-Geral da República). Segundo informações apuradas junto ao entorno de Vorcaro, a negociação estaria contaminada pelo ambiente político do país.
A expectativa predominante é que Vorcaro permaneça preso pelo menos até o fim das eleições, o que representaria ainda três ou quatro meses de detenção na Superintendência da Polícia Federal ou no Complexo Penitenciário da Papuda.
A Polícia Federal demonstra insatisfação com a segunda proposta de colaboração premiada apresentada por Vorcaro. A avaliação dos investigadores é de que ele ainda não entregou todas as informações disponíveis — não forneceu todos os detalhes nem o volume de dados que os investigadores gostariam de obter.
Diante disso, parte do entorno de Vorcaro aposta que a delação seja encaminhada pela PGR. Uma resposta oficial sobre a aceitação ou rejeição da nova proposta era esperada até o final da semana.
Vorcaro ainda faz acréscimos ao material já apresentado. Há ainda a questão da homologação pelo relator André Mendonça, no STF (Supremo Tribunal Federal). Em paralelo, a Justiça das Bahamas reconheceu oficialmente a liquidação do Banco Master, decisão que facilita o processo de recuperação de ativos financeiros da instituição no exterior.
O analista de Política da CNN Caio Junqueira destacou que existe uma guerra de versões em torno do caso. De um lado, o entorno de Vorcaro sustenta que a PF e a PGR demonstram má vontade em fechar o acordo, em razão de conexões políticas com o STF e o Palácio do Planalto.
De outro, os investigadores afirmam que Vorcaro entregou pouco, que está escondendo recursos e que avançou pouco entre uma proposta e outra. “Ele diz que deu dinheiro para um contrato, por exemplo, mas ele não diz que aquela autoridade deu de volta com algum benefício a partir do exercício de sua função”, explicou Caio Junqueira.
Nenhum agente externo teria tido acesso direto ao conteúdo das propostas — tudo o que circula vem de pessoas que afirmam ter visto os documentos.
O vice-presidente da Arko Advice, Cristiano Noronha, avaliou que Vorcaro tenta conduzir a negociação preservando parte dos recursos, ainda que prometa devolver uma parcela. “O fato é que muita gente em Brasília está torcendo para que essa delação não saia, porque acaba poupando muita gente do desgaste”, afirmou o especialista.
Ele também apontou que a ampla rede de relacionamentos construída por Vorcaro ao longo dos anos teria operado no sentido de enviar sinais de que a delação não seria um bom negócio para ele.
A âncora da CNN Thais Herédia ressaltou que, para que a colaboração premiada seja aceita, é necessário que o colaborador confesse os crimes cometidos. Segundo ela, essa confissão seria justamente uma das peças que ainda falta.
Além disso, há questionamentos sobre a forma do ressarcimento — um número em torno de R$ 60 bilhões teria aparecido nas negociações —, e sobre a base de cálculo desse valor. “É uma linha muito tênue entre aquilo que as autoridades já têm e podem incriminá-lo e aquilo que pode virar uma peça a favor dele ao longo do tempo”, ponderou Herédia.
O diretor de Jornalismo da CNN em Brasília, Daniel Rittner, recordou que, em janeiro e fevereiro, quando surgiram as primeiras mensagens do celular de Vorcaro e quando o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, levou um relatório a Edson Fachin citando um ministro do STF, o clima no mundo político era de “pânico absoluto”.
Quatro meses depois, segundo Rittner, esse clima mudou de forma significativa. A sucessão de idas e vindas nas negociações — troca de advogados, novas propostas, acréscimos — teria esvaziado, ao menos na percepção do ambiente político, o impacto potencial da delação.
“Tudo isso está dando uma sensação de algum relaxamento que pode ser falsa”, alertou Rittner, ressalvando que esse relaxamento pode ser um auto-engano.

O Presidente da República defendeu hoje, a partir dos Açores, a paz, os direitos humanos e a Carta das Nações Unidas e uma “relação de equilíbrio” com os aliados, no seu discurso do 10 de Junho.
Nesta ocasião, António José Seguro insistiu na ideia de que a “autonomia estratégica europeia” é conciliável com a “defesa transatlântica”, acrescentando: “Autonomia não significa isolamento. Significa liberdade de decisão e responsabilidade, aperfeiçoando, atualizando e reforçando cooperações bilaterais com os nossos aliados”.
Na cerimónia militar comemorativa do Dia de Portugal, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, onde está situada a Base das Lajes, o chefe de Estado e comandante supremo das Forças Armadas referiu que os Açores estão “num ponto estratégico da relação entre a Europa e o continente americano, entre o Atlântico Norte e as grandes rotas marítimas e aéreas que estruturam a ordem global”.
“Por todas estas razões, é um lugar que nos obriga a assumir especiais responsabilidades e deveres, no quadro da afirmação plena da nossa soberania, dos nossos interesses e do nosso futuro estratégico. Sempre no respeito mútuo do que está assumido, seja com um país, seja com a comunidade internacional e com a Carta das Nações Unidas. E na minha perspetiva, uma situação não está dissociada das outras”, afirmou, na parte inicial do seu discurso.
António José Seguro enquadrou “o presente e o futuro da Europa e da América do Norte” como “dimensões de uma mesma comunidade de segurança, que tem na NATO o seu pilar fundamental” e o Atlântico como “parte da autonomia estratégica europeia, do ponto de vista político, económico, energético, tecnológico e de segurança e defesa”.
“A garantia da segurança dos países europeus só é possível em articulação com os nossos aliados, numa relação de equilíbrio e reciprocidade, de respeito pela soberania dos Estados, assente em valores que, apesar da incerteza dos tempos, não mudam: a paz, a liberdade, os direitos humanos e o multilateralismo – valores que norteiam a ação das nossas Forças Armadas em Portugal e destacadas em missão por todo o mundo”, sustentou.
L’addio al Pd di Pina Picierno, vicepresidente del Parlamento europeo e vessillifera dei “riformisti” (la versione politica del Sarchiapone, tutti ne parlano, nessuno l’ha mai visto), ha innescato un doppio standard di commenti e una polemica che definisce una volta di più l’accorante vacuità del personaggio e, purtroppo anche la debolezza della sinistra italiana, altra e differente versione di un Sarchiapone che annaspa alla ricerca di sé stesso.
Giubilo e sollievo da parte dei tanti che non sopportavano gli attacchi reiterati della Picierno alla segretaria Schlein, il suo aperto parteggiare per la guerra in Ucraina, l’appoggio entusiasta ad Israele, concentrato nella sedicente “sinistra per Israele” con Fassino e Fiano, Delrio e Gori e l’intera compagnia di giro che infesta da destra gli equilibri interni del partito democratico. Sorvolo sulle ragioni addotte che hanno “costretto” all’abbandono della casa madre la pasionaria di Santa Matria Capua Vetere, inducendola ad abbracciare a Bruxelles il gruppo di Renew Europe che annovera come presidente il francese Bayrou, già primo ministro di Macron, come segretario Sandro Gozi, preclara figura di banderuola politica passati attraverso il partito radicale di Pannella, il Msi, il Pd, Italia Viva, i repubblicani, di nuovo i radicali ma transanzionali fino all’elezione in Francia al Parlamento europeo. La Trimurti che accoglie Picierno è completata alla vicepresidenza da un’altra vecchia conoscenza del “riformismo” camaleontico de’noantri: Teresa Bellanova, una signora con la licenza media passata dal Ds al Pd a Italia Viva, ex sindacalista dei braccianti agricoli del Sud, dunque presunta, assai presunta difensora dei diritti dei più deboli. Un bel pot pourri attende Picierno. Che innalza lo stendardo del liberalismo europeo, fratello gemello del “riformismo”, si porta su tutto e in tutte le stagioni…
Sul versante opposto i fans della Pina esecrano la svolta politica troppo radicale, impressa – accusano – da Schlein al Partito democratico. Il quadro dipinto dai sodali di Picierno inneggia allo scisma e preconizza la sconfitta del Pd e dunque del campo largo alle prossime politiche. Senonché Schlein, poveretta, è tutt’altro che una bomba incendiaria. Anzi, Procede con i piedi di piombo, reitera il ritornello del “sono ostinatamente unitaria” e non replica agli attacchi domestici portati da chi la vorrebbe più decisa nello sbarazzarsi degli oppositori, e chi, sull’altro versante, le rimprovera di non prestare ascolto alle voci dissenzienti. Povera Elly, strattonata di qua e di là, volenterosa domatrice di un partito non plurale come vorrebbe la consolatoria retorica dei suoi celebranti, bensì una congrega di battitori liberi in competizione perenne con la segreteria. A Bruxelles il Pd è allineato alle posizioni belliciste dalla commissione von der Leyen sull’Ucraina. Una divaricazione non trascurabile col M5S che vota sempre con Avs e Lega contro gli aiuti a Zelenski.
Quanti elettori andati alle urne per difendere la Costituzione ci torneranno per sbarrare sulla scheda uno dei simboli dei partiti del campo progressista? Il punto politico sta tutto qui. I vincitori del referendum si sono addormentati sulla certezza di aver aperto la strada alla riscossa del centrosinistra. Errore fatale, già comprovato dai risultati delle recenti amministrative. L’elettorato giovane non abbocca alle chiacchiere, alle fumisterie. E’ sensibile ai temi epocali: pace, clima, risorse energetiche, diritti. Quei ragazzi attendono proposte chiare, ultimative, vincolanti dai partiti che le formulano. Non è più tempo di sofismi, di sotterfugi dialettici, di politichese e di parole soppesate col bilancino. Vanno assunti impegni radicali, ci si deve schierare: o di qua o di là. Sul nucleare come si pongono il Pd e i suoi alleati, compreso od escluso Renzi che al referendum sulla Giustizia aveva votato Sì e approva il nucleare proposti dal governo Meloni? Le sanzioni ad Israele sono o no un’opzione praticabile per l’Italia? Le piazze in subbuglio attendono un padrinato politico che ne rappresenti e ne rafforzi le istanze nelle sedi istituzionali, in cui il Potere decide le sorti di tutti. Che ci aspetta a rispondere a questa chiamata? L’Albania insegna.
Se il popolo fa massa critica, il Potere si arrende e viene a patti. Chi avrebbe immaginato che Rama, l’amico della Meloni, cedesse alle oceaniche proteste di piazza e revocasse l’accordo capestro che avrebbe trasformato un pezzo pregiato del territorio albanese nel resort di lusso del genero di Donald Trump? Ebbene, è accaduto.
L'articolo Sollievo o scisma? Le reazioni all’uscita di Pina Picierno dal Pd mostrano quant’è debole la sinistra proviene da Il Fatto Quotidiano.

Cuando el papa León XIV salió por primera vez al balcón de la plaza San Pedro, después de la fumata blanca, todo el mundo se apresuró a comentar que había recuperado la muceta y la estola. La muceta es una capa roja corta, una prenda de dignidad y honorífica, también de autoridad eclesial, que su antecesor, el papa Francisco, no usó durante su papado, en el que optó por otros signos como ir a vivir a la residencia de Santa Marta en lugar del Palacio Apostólico.


Una emoción escalofriante atravesó el patio de butacas del auditorio de la prisión de Brians 1 en cuanto la figura radiante del Papa asomó por la puerta. Algunos de los setenta y cinco presos y presas elegidos para compartir el encuentro con León XIV no fueron capaces de contener las lágrimas y en pocos segundos, los nervios y la tensión acumulada durante los intensos últimos días de preparativos se desbordó transformada en una alegría infinita.

El papa León XIV lleva cinco días en España y una imagen se ha reproducido en muchos de los actos que el Pontífice ha celebrado: la bendición de niños y bebés particularmente en sus desplazamientos, tanto a pie como en papamóvil o en coche cerrado.
