Shakira deslumbra en la ceremonia de inauguración, con Sheinbaum como gran ausente


Segundo a Federação Internacional de Futebol (Fifa), cerca de 5 bilhões de pessoas acompanharam a Copa do Mundo do Catar, em 2022.
No ambiente digital, também segundo dados oficiais, o alcance acumulado ficou em aproximadamente 262 bilhões de visualizações em diferentes plataformas e quase 6 bilhões de interações.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, diz que os recordes de audiência obtidos pelo futebol durante a Copa do Mundo se devem ao fato de esse esporte carregar consigo “a magia de unir o mundo”.
Essa união descrita por Infantino possibilita conexões culturais que foram bastante percebidas pelos brasileiros durante a Copa de 2014, tanto nos estádios do país como nos arredores das arenas e pontos turísticos das cidades que sediaram as partidas.
As expectativas da atual edição, com três países-sede e número recorde de seleções participantes (48 em vez de 32), é fazer da Copa de 2026 a maior e mais inclusiva da história.
Além de ampliar a dimensão territorial do torneio, a edição de 2026 reforçará uma característica tradicional das Copas do Mundo: a diversidade, uma vez que se trata de um torneio que reúne culturas, estilos e histórias diferentes.
Isso porque possibilitará conexões culturais entre as torcidas em três diferentes países. Cada um com suas características e identidades próprias.
Em 2026, além de novidades que darão o tom das próximas Copas, como o número maior de países participantes, há algumas curiosidades a serem observadas durante a atual edição.
Por exemplo, o jogo de abertura repetirá o confronto entre México e África do Sul – o mesmo que iniciou a Copa de 2010. É a primeira vez que isso acontece desde que a competição passou a ter formato com uma partida inaugural, em vez de vários jogos simultâneos.
Outra curiosidade é que o Estádio Azteca será o primeiro da história a sediar três aberturas de Copa do Mundo (1970, 1986 e 2026).
Com relação à cerimônia de abertura, a Fifa organizou um evento inédito de contagem regressiva com shows simultâneos em três cidades: Cidade do México, Toronto e Los Angeles.
Os chamados Countdown Concerts foram concebidos como uma experiência integrada entre os três países, com apresentações musicais em tempo sincronizado e transmissões cruzadas, reunindo artistas locais e internacionais no dia anterior ao início do torneio.
No México, que recebe o jogo inaugural, a apresentação destacará elementos tradicionais, com música, dança e referências à cultura local, incluindo manifestações artísticas como o papel picado, símbolo festivo do país, além de participação de talentos indígenas e expressões do folclore contemporâneo.
Entre os artistas confirmados pela Fifa para a cerimônia no Estádio Azteca estão Shakira, Burna Boy, Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla.
Nos Estados Unidos, a cerimônia em Los Angeles terá apresentação de artistas como Katy Perry, Future, Lisa, Rema e Tyla, além da brasileira Anitta.
No Canadá, os artistas destacados são Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince.
Antes mesmo de começar, a Copa de 2026 já tem servido de ambiente fértil para polêmicas, principalmente por conta das políticas interna e externa estadunidenses.
Em meio à guerra contra o Irã, os EUA têm adotado políticas migratórias consideradas abusivas, dificultando vistos, de forma a restringir a entrada de jogadores, árbitros e torcedores em seu território.
Um dos casos envolve o jogador iraquiano Aymen Hussein, retido por várias horas na imigração dos EUA, onde passou por um interrogatório rigoroso. Considerado destaque da equipe, ele teve o celular inspecionado antes de ser liberado para entrar no país. Outros integrantes da delegação não tiveram a entrada autorizada.
Os EUA barraram também a entrada do premiado árbitro Omar Artan, da Somália, quando chegava ao aeroporto Internacional de Miami, vindo de Istambul. Ele foi considerado inadmissível devido a “preocupações com a verificação de antecedentes”, segundo a alfândega, em comunicado que não especificou quais seriam tais preocupações. Esta seria a primeira vez que um árbitro da Somália participaria de uma Copa do Mundo.
Já a delegação iraniana teve de mudar seus planos, após ter sido proibida de pernoitar em território estadunidense. Em princípio, estava programado que eles ficariam hospedados no estado norte-americano do Arizona.
Diante da negativa por parte do governo estadunidense, a solução foi hospedar a delegação na cidade de Tijuana, no México, para onde terão de retornar após cada partida disputada nos EUA.
Há também relatos de torcedores iranianos que tiveram seus ingressos cancelados há poucos dias do início do mundial.
Segundo a Federação Internacional de Futebol (Fifa), cerca de 5 bilhões de pessoas acompanharam a Copa do Mundo do Catar, em 2022.
No ambiente digital, também segundo dados oficiais, o alcance acumulado ficou em aproximadamente 262 bilhões de visualizações em diferentes plataformas e quase 6 bilhões de interações.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, diz que os recordes de audiência obtidos pelo futebol durante a Copa do Mundo se devem ao fato de esse esporte carregar consigo “a magia de unir o mundo”.
Essa união descrita por Infantino possibilita conexões culturais que foram bastante percebidas pelos brasileiros durante a Copa de 2014, tanto nos estádios do país como nos arredores das arenas e pontos turísticos das cidades que sediaram as partidas.
As expectativas da atual edição, com três países-sede e número recorde de seleções participantes (48 em vez de 32), é fazer da Copa de 2026 a maior e mais inclusiva da história.
Além de ampliar a dimensão territorial do torneio, a edição de 2026 reforçará uma característica tradicional das Copas do Mundo: a diversidade, uma vez que se trata de um torneio que reúne culturas, estilos e histórias diferentes.
Isso porque possibilitará conexões culturais entre as torcidas em três diferentes países. Cada um com suas características e identidades próprias.
Em 2026, além de novidades que darão o tom das próximas Copas, como o número maior de países participantes, há algumas curiosidades a serem observadas durante a atual edição.
Por exemplo, o jogo de abertura repetirá o confronto entre México e África do Sul – o mesmo que iniciou a Copa de 2010. É a primeira vez que isso acontece desde que a competição passou a ter formato com uma partida inaugural, em vez de vários jogos simultâneos.
Outra curiosidade é que o Estádio Azteca será o primeiro da história a sediar três aberturas de Copa do Mundo (1970, 1986 e 2026).
Com relação à cerimônia de abertura, a Fifa organizou um evento inédito de contagem regressiva com shows simultâneos em três cidades: Cidade do México, Toronto e Los Angeles.
Os chamados Countdown Concerts foram concebidos como uma experiência integrada entre os três países, com apresentações musicais em tempo sincronizado e transmissões cruzadas, reunindo artistas locais e internacionais no dia anterior ao início do torneio.
No México, que recebe o jogo inaugural, a apresentação destacará elementos tradicionais, com música, dança e referências à cultura local, incluindo manifestações artísticas como o papel picado, símbolo festivo do país, além de participação de talentos indígenas e expressões do folclore contemporâneo.
Entre os artistas confirmados pela Fifa para a cerimônia no Estádio Azteca estão Shakira, Burna Boy, Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla.
Nos Estados Unidos, a cerimônia em Los Angeles terá apresentação de artistas como Katy Perry, Future, Lisa, Rema e Tyla, além da brasileira Anitta.
No Canadá, os artistas destacados são Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince.
Antes mesmo de começar, a Copa de 2026 já tem servido de ambiente fértil para polêmicas, principalmente por conta das políticas interna e externa estadunidenses.
Em meio à guerra contra o Irã, os EUA têm adotado políticas migratórias consideradas abusivas, dificultando vistos, de forma a restringir a entrada de jogadores, árbitros e torcedores em seu território.
Um dos casos envolve o jogador iraquiano Aymen Hussein, retido por várias horas na imigração dos EUA, onde passou por um interrogatório rigoroso. Considerado destaque da equipe, ele teve o celular inspecionado antes de ser liberado para entrar no país. Outros integrantes da delegação não tiveram a entrada autorizada.
Os EUA barraram também a entrada do premiado árbitro Omar Artan, da Somália, quando chegava ao aeroporto Internacional de Miami, vindo de Istambul. Ele foi considerado inadmissível devido a “preocupações com a verificação de antecedentes”, segundo a alfândega, em comunicado que não especificou quais seriam tais preocupações. Esta seria a primeira vez que um árbitro da Somália participaria de uma Copa do Mundo.
Já a delegação iraniana teve de mudar seus planos, após ter sido proibida de pernoitar em território estadunidense. Em princípio, estava programado que eles ficariam hospedados no estado norte-americano do Arizona.
Diante da negativa por parte do governo estadunidense, a solução foi hospedar a delegação na cidade de Tijuana, no México, para onde terão de retornar após cada partida disputada nos EUA.
Há também relatos de torcedores iranianos que tiveram seus ingressos cancelados há poucos dias do início do mundial.

© Luis Antonio Rojas for The New York Times
Sarà il Mondiale dell’Argentina campione in carica, e di Spagna e Francia, Inghilterra e Brasile, le principali pretendenti al titolo. Ma anche di Uzbekistan e Curacao, Giordania e Capo Verde, le debuttanti iridate. Dei carneadi catapultati sotto i riflettori internazionali al fianco di Messi e Ronaldo, i grandi vecchi arrivati al loro ultimo ballo, e delle giovani stelle Yamal, Olise, Vinicius. C’è posto per tutti a Usa (ma anche Messico e Canada) 2026, il mondiale extralarge di Gianni Infantino.
La 23esima edizione della Coppa del Mondo – in calendario da giovedì 11 giugno fino a domenica 19 luglio, giorno della gran finale al MetLife Stadium nel New Jersey – offre mille spunti di interesse e chiavi di lettura, sul piano organizzativo, economico, geopolitico: stiamo vedendo in questi giorni cosa vuol dire giocare un torneo sportivo nell’America di Donald Trump e in questo periodo di tensioni di guerra, con i disagi per i tifosi, perquisizioni persino per calciatori e tesserati di alcune nazionali, i prezzi alle stelle che rendono la manifestazione un’esperienza di lusso per consumatori ricchi. Tutte polemiche che ci porteremo dietro dal calcio d’inizio fino alla premiazione finale, come del resto in ogni edizione: non è che nel Qatar degli emiri o nella Russia di Putin, tanto per citare gli ultimi due precedenti, le cose fossero andate troppo meglio. A livello tecnico, però, il fattore che caratterizzerà di più questa edizione è l’elemento centrale di ogni competizione: il numero delle partecipanti, 48, mai così tante nella storia. Forse troppe.
Debutta quest’estate il nuovo format che ha portato a un aumento del 50% delle squadre, rispetto alla formula a 32 che si era ormai affermata nella consuetudine (era in uso dal 1998). Una riforma fortemente voluta dalla Fifa, per soldi e per potere, le solite ragioni che muovono il mondo, anche del pallone. Il formato a 48 ha permesso di qualificarsi a tante nazioni che altrimenti il mondiale avrebbero solo potuto sognarlo (anche perché, come abbiamo sperimentato sulla nostra pelle, la distribuzione dei nuovi posti era piuttosto sbilanciata sugli altri continenti), e sono gli stessi piccoli Paesi che votano nel congresso Fifa e costituiscono il consenso del presidente Infantino. E poi più squadre significano automaticamente più partite, quindi più biglietti da vendere agli spettatori, diritti televisivi più cari per le pay tv: questo farà sì che il Mondiale raggiungerà un giro d’affari complessivo di circa 9 miliardi di dollari di fatturato, che diventano 13 nell’intero ciclo 2023-2026. Un record per la Fifa, il cui carrozzone si regge interamente su questa manifestazione (al contrario della Uefa, ad esempio, la quale può contare sia sugli Europei che sulla Champions).
A che prezzo però tutto ciò? La Fifa ha scelto di toccare un meccanismo quasi perfetto (come testimonia il fatto che l’edizione 2022 è stata ad unanime giudizio quella più bella di sempre), col rischio di rovinarlo. Sono almeno due le incognite della nuova formula. La prima è proprio di tipo numerico: le 48 squadre, e la necessità di inserire un ulteriore turno ad eliminazione diretta (i sedicesimi), fanno sì che dai 12 gironi da 4 passeranno non soltanto le prime due, ma anche le 8 migliori terze, in gruppi per altro di per sé non proprio proibitivi. Di fatto, la prima fase si trasforma in uno stillicidio un po’ inutile, con addirittura 72 partite per eliminare soltanto 16 squadre. La sproporzione è evidente. Poi c’è un altrettanto evidente tema di competitività. Le fiabe delle Cenerentole piacciono a tutti, seguiremo con curiosità le peripezie di Curacao &Co. Però è chiaro che aver allargato così tanto il numero delle partecipanti ha aperto il torneo a nazionali che non sembrano oggettivamente attrezzate per un palcoscenico simile, e la realtà del campo potrebbe essere durissima. Partite come Haiti-Brasile, Iraq-Francia o Giordania-Argentina rischiano di trasformarsi in delle “mattanze” sportive poco divertenti da vedere.
È normale che alla fine arrivino in fondo sempre le solite squadre più forti, ma lungo il percorso incontreremo anche qualche sorpresa? Sarà un’edizione appassionante e combattuta, o il gigantismo andrà a scapito dello spettacolo? La grande sfida dei Mondiali 2026 (e quelli del futuro: c’è già chi vorrebbe ampliare ulteriormente il numero delle squadre, fino a 64), è tutta qui. Un discorso che era già valso in parte per il Mondiale per club, lanciato la scorsa estate. Ma se allora le compagini asiatiche e sudamericane avevano tutto sommato retto l’impatto con le big europee (vuoi forse anche per un certo grado di rilassatezza di quest’ultime), stavolta non è così scontato che Infantino vinca la sua scommessa. Forse nemmeno gli interessa: la Fifa ha già vinto fuori dal campo.
L'articolo Inizia oggi il primo Mondiale extralarge di Infantino: fase a gironi deturpata, 72 partite per eliminare appena 16 squadre proviene da Il Fatto Quotidiano.
Ciudad de México, 10 jun (Prensa Latina) La presidenta de México, Claudia Sheinbaum, dio la bienvenida hoy en Palacio Nacional al titular de la FIFA, Gianni Infantino, y a representantes de federaciones y confederaciones, en vísperas de la inauguración del Mundial 2026.
The post Presidenta de México da bienvenida a Infantino en Palacio Nacional first appeared on Noticias Prensa Latina.

© Carl Recine/Getty Images
“Un caso sfortunato e spiacevole”. Così Gianni Infantino – presidente della Fifa – ha commentato il caso diventato internazionale dell’arbitro somalo, Omar Artan, a cui è stato negato l’ingresso negli Stati Uniti, dove si era recato in quanto arbitro designato per i Mondiali 2026. “È spiacevole quello che è successo a… Omar, l’arbitro somalo. Ma, ripeto, non possiamo controllare tutto“, ha dichiarato Infantino in una conferenza stampa alla vigilia del torneo.
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L’albo d’oro dei Mondiali
Omar Artan, che nel 2025 è stato eletto come miglior arbitro dell’Africa da parte della Federazione africana, è stato trattenuto e interrogato per 11 ore in aeroporto e alla fine è stato rimandato indietro, in Somalia, dove è stato accolto da eroe. “Non mi lascio scoraggiare, nel 2030 tornerò e renderò la Somalia orgogliosa”, ha detto Artan al rientro a Mogadiscio. Successivamente è stato anche portato in uno stadio, accolto da migliaia di tifosi.
Artan è stato cacciato senza una motivazione ufficiale. Nel frattempo, un funzionario del Dipartimento di Stato americano parlando con i media francesi ha dichiarato che l’arbitro era “legato a presunti membri di organizzazioni terroristiche” e che dunque “il viaggiatore non era idoneo all’ingresso negli Stati Uniti”. Come spiega però il New York Times, potrebbe trattarsi di un clamoroso caso di omonimia, visto che Artan ha più volte ribadito di non sapere nulla di organizzazioni terroristiche – di Al-Shabab nello specifico – e di essere solo un arbitro di calcio.
La decisione è stata presa “per ottime ragioni”, si è limitato a dire Andrew Giuliani, direttore esecutivo della task force Fifa della Casa Bianca. “Ci sono cose di cui non possiamo parlare. Posso dire che chiunque parli con ‘soggetti negativi‘ che mirano a danneggiare gli Stati Uniti non saranno ammessi nel nostro paese. Non permetteremo che un torneo di calcio, anche se enorme, diventi una minaccia per gli americani. Siamo orgogliosi del lavoro che è stato fatto sinora a livello di visti: vogliamo che ci sia massima sicurezza per tutti”, ha aggiunto a Sky News
L'articolo Caso arbitro somalo, Infantino spudorato: “Episodio sfortunato e spiacevole. Non possiamo controllare tutto” proviene da Il Fatto Quotidiano.

The largest FIFA World Cup in history kicks off on Thursday, June 11, at the Estadio Azteca. The opening match between Mexico and South Africa will be the starting gun for a tournament also hosted by Canada and largely staged in the United States, where 78 of the 104 matches will be played, including the final on July 19. FIFA president Gianni Infantino said last May at the United Nations headquarters in New York, an organization founded in 1945 to prevent armed conflict, that “the eyes of the world will be focused on North America.” “We spend so much time in discussing what divides us, but actually we realize that when we put people together, what happens is that there are many more things that unite us than the things that divide us,” he added. The World Cup, however, will be co-hosted in a country that just over 100 days ago launched a war against Iran, alongside Israel, without any United Nations endorsement, that has an open diplomatic dispute with another co-host, Mexico, and whose anti-immigration policies — policies that frighten many fans — on Monday denied entry to Somali referee Omar Artan, one of the 52 match officials assigned to the tournament.

© Ira L. Black - FIFA (FIFA via Getty Images)
Adesso che i problemi sono esplosi, la FIFA alza le mani. Dopo il caso dell’arbitro somalo Omar Abdulkadir Artan, respinto all’ingresso negli Stati Uniti nonostante fosse stato designato per il Mondiale, e dopo le difficoltà denunciate da giornalisti e tifosi provenienti da diversi Paesi, la linea ufficiale è diventata improvvisamente prudente: “La FIFA non è coinvolta nelle procedure di immigrazione del Paese ospitante”, ha dichiarato un portavoce della federazione internazionale. Una posizione che però smentisce seccamente anni di promesse e rassicurazioni firmate Gianni Infantino.
I peggiori Mondiali di sempre? Intolleranza e prepotenza sotto i nostri occhi | Il commento
La figuraccia di Infantino è stata smascherata da un durissimo articolo firmato da Adam Crafton su The Athletic. Il presidente della FIFA ha trascorso gli ultimi anni garantendo pubblicamente che i Mondiali del 2026 sarebbero stati aperti a tutti, minimizzando le preoccupazioni sui visti e sui possibili effetti delle politiche migratorie dell’amministrazione Trump. Già il 10 marzo 2025, in un’intervista al quotidiano spagnolo As, Infantino definiva il torneo una “festa” e lasciava intendere che le questioni legate ai visti sarebbero state risolte. Pochi mesi dopo, il 24 giugno 2025, di fronte alle crescenti preoccupazioni per il caso Iran, inserito tra i Paesi colpiti dalle restrizioni statunitensi, Infantino minimizzava il tutto, silenziando anche i timori emersi all’interno della FIFA.
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Il messaggio pubblico di Infantino non è mai cambiato. Il 31 agosto 2025, durante un incontro con i media africani a Nairobi, dichiarava: “Tutti saranno i benvenuti in Canada, Messico e Stati Uniti per la Coppa del Mondo FIFA del prossimo anno”. Nello stesso intervento assicurava che “questo processo sarà agevole e garantirà che coloro che si qualificheranno potranno venire con i loro tifosi”. Parole ribadite più volte. Sempre il 31 agosto, il numero uno della FIFA sosteneva che esistesse “l’impegno del governo degli Stati Uniti a garantire che il processo sia agevole, in modo che i tifosi di tutto il mondo siano i benvenuti”.
Anche il 17 novembre 2025, alla Casa Bianca, durante la presentazione del sistema FIFA PASS insieme a Donald Trump e al segretario di Stato Marco Rubio, Infantino parlava degli Stati Uniti come di un Paese pronto ad accogliere il mondo: “L’America dà il benvenuto al mondo. Abbiamo sempre detto che questa sarà la Coppa del Mondo più grande e inclusiva della storia”.
Eppure oggi la FIFA sostiene di non avere alcun ruolo nelle decisioni prese dalle autorità americane. La contraddizione appare ancora più evidente se si osserva il rapporto costruito da Infantino con Trump negli ultimi anni. The Athletic ricorda come il presidente della FIFA sia stato uno degli ospiti più assidui della Casa Bianca, abbia partecipato a eventi politici vicini al movimento MAGA, abbia aperto un ufficio FIFA nella Trump Tower di New York e abbia spesso esibito pubblicamente la propria vicinanza al presidente americano.
Una strategia che sembrava garantire alla FIFA un canale privilegiato con Washington. Oggi, però, quel rapporto speciale non sembra aver prodotto i risultati promessi. I problemi sui visti restano, le restrizioni colpiscono cittadini di Paesi qualificati ai Mondiali e perfino un arbitro FIFA è stato respinto alla frontiera.
Per anni Infantino ha chiesto al mondo di fidarsi delle sue rassicurazioni. Ora che emergono le conseguenze delle politiche migratorie statunitensi, la FIFA sostiene di non poter fare nulla. Ma sono proprio le dichiarazioni del suo presidente, pronunciate negli ultimi due anni, a dimostrare il suo fallimento.
L'articolo Mondiali, quando Infantino chiedeva di avere fiducia in Trump: “Tutti saranno i benvenuti negli Usa”. Ecco le sue promesse tradite proviene da Il Fatto Quotidiano.

© Ahmad Al-Rubaye/Agence France-Presse — Getty Images
S’intuiva che sarebbe stato il mondiale dell’intolleranza, della prepotenza spacciata come sicurezza, delle paranoie sull’immigrazione, dello strapotere della parte peggiore dell’America, ma le prime immagini che viaggiano sul web in tempo reale ci hanno descritto nelle ultime ore, quando ancora il torneo deve iniziare, uno scenario ancora più oscuro. L’arbitro somalo Omar Artan – il migliore della confederazione africana – rispedito a casa dalla polizia di Miami dopo lunghissimi controlli. Le delegazioni di Senegal e Uzbekistan sottoposte a ispezioni minuziose, con tanto di cani antidroga e al limite dell’umiliante – coinvolti anche Fabio Cannavaro ct della nazionale asiatica e star mondiali come l’ex Liverpool Sadio Mané e l’ex Napoli Koulibaly -. Il giocatore iracheno Ayman Hussein bloccato in aeroporto e sottoposto a sette ore di interrogatorio. Persino il Belgio di De Bruyne costretto a fare i conti con i metal detector sotto le scarpe. L’Iran è un caso a parte: appare già surreale la presenza della squadra con il fronte di guerra aperto con gli Usa e non sorprende quindi se sia stato concesso di entrare negli Stati Uniti poche ore prima delle partite e di uscire subito dopo.
Il mondiale della prepotenza, del trionfo della cultura – cultura? – MAGA, del trumpismo appare già lanciato verso il titolo del peggiore di sempre. Peggio sicuramente di Italia 1934 in salsa mussoliniana, di Qatar 2022 e dei divieti imposti alle comunità LGBTQ+, di Russia 2018 e del rinascimento putiniano. L’unico per ora accostabile a quello che andrà in scena in Canada, Messico e Usa dall’11 giugno al 19 luglio, il primo a 48 squadre e con un totale di 104 partite, è quello di Argentina 1978 e dei generali macellai, con la caserma ESMA a poche centinaia di metri dallo stadio Monumental di Buenos Aires dove vennero torturate e uccise migliaia di persone, anche durante le gare. Quarantotto anni fa non esisteva internet. Il regime di Videla eresse un muro di fronte alle sue vergogne. Solo la nazionale olandese cercò di scuotere le coscienze, nell’indifferenza generale. Gli Oranje arrivarono a giocarsi il titolo nella finale contro i padroni e la persero ai supplementari, dopo aver colpito un palo all’89’ quando il match viaggiava sull’1-1: se un ciuffo d’erba avesse deviato il tiro di Rensenbrink, forse la storia dell’Argentina sarebbe stata diversa e la dittatura sarebbe caduta prima del 1983.
Chiariamo subito: non sono paragonabili la giunta argentina figlia di un golpe e il trumpismo americano. Donald è stato rieletto dal voto presidenziale. Ha ottenuto la maggioranza dei voti in una consultazione democratica. Ma il modello MAGA (Make America Great Again) sta producendo un attacco violento alle libertà e alla libertà. Si alimenta di nazionalismo ottuso, di sovranismo, di suprematismo bianco, di lotta all’immigrazione, di autoritarismo che dà carta bianca ai metodi brutali delle forze dell’ordine. I controlli severissimi alle frontiere, in un paese che è insieme a Israele il bersaglio numero uno del terrorismo internazionale, erano annunciati, ma le immagini di questa vigilia sono state un colpo di frusta. Sembrava fantasia la caccia agli immigrati negli stadi durante le partite da parte dell’ICE, ma a questo punto, sarà la conseguenza logica di quanto sta avvenendo.
Uno scenario brutale, di cinque settimane pesanti, nelle quali spicca il silenzio della Fifa e del suo presidente, Gianni Infantino, contro il quale si è rivolto in tribunale Michel Platini, dopo i fatti e misfatti che portarono alla caduta dell’ex fuoriclasse della Juventus nel 2015, all’epoca numero uno dell’Uefa e lanciato verso il trono del football mondiale. Infantino è un sodale di Trump. Si vanta di essere amico del presidente statunitense e con una pagliacciata in pieno stile americano gli ha consegnato, lo scorso dicembre, un surreale premio della pace. Infantino è amico dei potenti, da Putin ai reali delle monarchie arabe, ma è ancora più amico di Trump. Affinità ideologiche e amore viscerale per gli affari sono il collante con King Donald. Il mondiale 2026, secondo la propaganda di Infantino, “sarà il più grande evento di sempre”. Il sito della BBC, che non rappresenta un mondo ultra dell’informazione, suggerisce questa descrizione del torneo: “Il più politicizzato, per esempio. E il più costoso. Potenzialmente il più caldo, o il più inquinante. Certamente, il più redditizio per la FIFA. A prescindere dal punto di vista, sembra certo che, al di là dello spettacolo in campo, questa Coppa del Mondo in formato gigante potrebbe essere tra le più controverse di sempre. Dai costi per i tifosi all’impatto della geopolitica, dalle politiche sull’immigrazione fino alla sicurezza, alle condizioni meteorologiche estreme, alla sostenibilità e al ruolo del presidente Donald Trump, questo mondiale suscita apprensione ed entusiasmo”.
E’ vietata anche la critica sportiva, vedi quella dell’allenatore argentino Marcelo Bielsa, ct dell’Uruguay, che ha definito pessima l’organizzazione del torneo parlando dei campi di allenamento. La Fifa ha aperto un procedimento disciplinare nei suoi confronti. “Ci proibiscono di parlare. Chi prova a criticare viene sanzionato”, il suo atto d’accusa. A questo punto siamo arrivati con Infantino: un allenatore non può dire che una struttura tecnica non è degna di un mondiale.
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Dall’11 giugno, con il match Messico-Sudafrica che aprirà il torneo, detterà legge il calcio giocato: quarantotto squadre, 1248 giocatori pronti a scendere in campo, tre nazioni, tre fusi orari, distanze enormi da percorrere e una montagna di gol in arrivo. Questa sbornia collettiva riuscirà ancora una volta a oscurare le coscienze? La vera sfida è questa. Noi italiani, costretti per la terza volta di fila a vivere il mondiale da semplici spettatori, abbiamo la possibilità di sottrarci a questo delirio, anche se, visti i fatti dell’ultima giornata di campionato, il livello della nostra classe politica e il liquame che scorre abitualmente nei social, non c’è da essere ottimisti.
L'articolo Mondiali 2026, i peggiori di sempre? Intolleranza e prepotenza sotto i nostri occhi | Il commento proviene da Il Fatto Quotidiano.
L’ex presidente della Uefa Michel Platini ha avviato lunedì procedimenti civili e penali contro la Fifa e l’attuale presidente Gianni Infantino, in relazione alle accuse di corruzione del 2015 che, secondo l’ex calciatore della Nazionale francese e della Juventus, avrebbero compromesso la sua candidatura alla guida della federazione mondiale. La denuncia penale, presentata ai tribunali francesi – secondo quanto riporta la Bbc – accusa Infantino e due ex dirigenti Fifa – di “persecuzione dolosa”. In una separata azione civile, Platini, 70 anni, chiede un risarcimento economico alla Fifa per i presunti tentativi di ostacolare la sua elezione a presidente.
Le nuove denunce sono state annunciate tre giorni prima dell’inizio dei Mondiali di calcio che si stanno disputando in Nord America e che hanno spesso permesso a Infantino di condividere il palcoscenico politico con il presidente degli Stati Uniti Donald Trump. Infantino è stato eletto presidente della Fifa nel 2016, a sorpresa, proveniente dalla Uefa, l’organo calcistico europeo di cui era stato a lungo segretario generale del presidente Platini. Negli ambienti calcistici, Platini era ampiamente considerato il favorito per la presidenza della Fifa e successore del suo ex mentore Sepp Blatter, che lasciava l’incarico in seguito alle indagini federali statunitensi sulla corruzione tra i dirigenti del calcio, rese pubbliche nel maggio 2015.
Quattro mesi dopo, sia Platini che Blatter sono stati oggetto di un’indagine svizzera separata per un pagamento di 2 milioni di franchi svizzeri (2,5 milioni di dollari) al francese, che avrebbe comportato la loro rimozione anticipata dall’incarico. Sia Platini che Blatter sono stati assolti due volte dall’accusa di frode ai danni della Fifa, prima nel 2022, quando sono stati processati congiuntamente in Svizzera, e poi di nuovo l’anno scorso in appello dalla procura federale. Tra i cinque uomini citati nella denuncia penale di Platini figurano anche il procuratore generale svizzero nel 2015, Michael Lauber, e l’allora direttore legale della Fifa, Marco Villiger.
L'articolo Platini ha denunciato Infantino per diffamazione e traffico di influenze a 3 giorni dal Mondiale: “Persecuzione dolosa” proviene da Il Fatto Quotidiano.
The first time FIFA announced cooling breaks in World Cup matches, in 2014, the matter ended up in court. Players, worried about the heat and humidity in Brazil, did not trust soccer’s world governing body, which left the decision for each match to the discretion of its medical staff. The players went to a labor court and obtained an order that the pauses would be automatic at the 30th minute of each half if temperatures reached 32 degrees Celsius. Twelve years later, FIFA has mandated three-minute hydration breaks at the 22nd minute of every match at the 2026 World Cup, regardless of temperature or humidity. The move, announced as being for the “well-being of the players,” signals a fundamental change in how the game is played: from two 45-minute halves, as it has been since 1897, to four quarters of roughly 22 minutes.

© Agustin Marcarian (REUTERS)

© Anna Moneymaker/The New York Times
“The world will stand still, and the eyes of the world will be focused on North America,” the 56-year-old Swiss president of FIFA, Gianni Infantino, said a few days ago from the United Nations headquarters in New York. With four days to go before the ball starts rolling, the three host countries — the United States, Mexico, and Canada — say they have everything ready. Or, more precisely, almost everything. The biggest soccer tournament in history — 48 national teams playing a total of 104 matches — takes place amid various circumstances that complicate organization: the United States remains at war with Iran, President Donald Trump’s strict immigration policies are frightening away many supporters, and FIFA’s dynamic-pricing ticket system has put seats out of reach for much of the fan base.

© Jeffrey McWhorter (EFE)
The first time U.S. soccer legend Tab Ramos played on a team in the country he had just moved to from Uruguay, Argentina was the reigning champion of the 1978 World Cup and the boy was thrilled that the jersey he was given, the Harrison Rec kit, was orange “like the Dutch one.” Ten minutes in, the coach took him off the field: he was too good to compete with that group. He was 12 years old.

© George Etheredge (George Etheredge)