Los expertos revisan al alza las joyas de Zapatero: "Su valor sería el doble de 1,3 millones"



Os investidores terão em breve uma nova maneira de apostar na trajetória da SpaceX: as opções sobre as ações devem começar a ser negociadas na terça-feira (16), com expectativas de que a atividade inicial seja intensa, volátil e provavelmente cara.
As opções sobre a empresa de foguetes e espaçonaves de Elon Musk seguirão a estreia recorde na Nasdaq nesta sexta-feira, quando as ações subiram mais de 25%, elevando o valor de mercado da companhia para mais de US$ 2 trilhões.
A bolsa de opções Cboe Global Markets espera que as opções de ações da SpaceX comecem a ser negociadas na terça-feira, disse um porta-voz. Os participantes do mercado esperam que um amplo leque de investidores provavelmente entre no mercado assim que as opções começarem a ser negociadas, desde acionistas buscando proteção contra perdas até operadores se posicionando para a volatilidade das ações.
“Espero uma demanda explosiva”, disse Ophir Gottlieb, diretor executivo da Capital Market Laboratories. “A maior IPO (oferta pública inicial) de todos os tempos, ligada a um dos empreendedores mais controversos da história, buscando o que pode ser uma das metas de longo prazo mais ambiciosas de todos os tempos, gerará igualmente um dos maiores volumes iniciais de opções em dólares já registrados.”
As opções, que dão aos detentores o direito, mas não a obrigação, de comprar ou vender ações a um preço predeterminado dentro de um determinado período, oferecem aos investidores uma maneira de baixo custo de obterem exposição às ações de uma empresa e de expressar suas opiniões sobre movimentos de preço de curto prazo e posicionamento de longo prazo.
As opções geralmente são listadas poucos dias após a estreias de ações. A SpaceX abriu a US$ 150 nesta sexta-feira, acima do preço de IPO de US$ 135, e estava sendo negociada em torno de US$ 172 nesta tarde, tornando-se a sexta maior empresa dos EUA em valor de mercado, com mais de US$ 2 trilhões.
Se a SpaceX se comportar de forma semelhante às ações da montadora de carros elétricos Teslade, ela será mais volátil do que a média das ações, impulsionando a atividade de opções.
O beta de cinco anos da Tesla — uma medida de volatilidade — é de 1,81, de acordo com dados da LSEG, onde um valor de 1 significa que a volatilidade da ação está em linha com o mercado.
“Acho que veremos muita volatilidade na ação” disse Seth Hickle, diretor de investimentos da Mindset Wealth Management, acrescentando que a volatilidade implícita nas opções pode ser “muito alta”.
Os investidores esperam que a atividade se concentre em torno de eventos-chave, incluindo o primeiro relatório trimestral da empresa como entidade de capital aberto e possíveis inclusões em índices de ações importantes.
A Nasdaq já ajustou suas regras para facilitar a entrada da SpaceX no Nasdaq 100. A MSCI disse que aplicará regras de inclusão antecipada para grandes IPOs, enquanto a S&P Global descartou a inclusão por via rápida no S&P 500, índice de mercado amplo.
“Nos perguntaram ‘Em que dia as opções serão listadas?’ mais vezes do que em qualquer IPO de que me lembro”, disse Chris Murphy, codiretor de estratégia de derivativos da Susquehanna, uma formadora de mercado.
Os céticos também podem usar opções para expressar visões pessimistas sem o risco de vender a descoberto as ações da SpaceX, embora isso não seja barato.
“Com uma posição vendida, seu risco é teoricamente ilimitado, seus custos de empréstimo podem ser punitivos e, em um mercado com poucas ações em circulação como o da SPCX, um ‘short squeeze’ pode acabar com você antes mesmo de você ter a certeza de que estava certo sobre os fundamentos”, disse Luke Lango, analista-chefe de tecnologia da empresa de pesquisa financeira InvestorPlace.
A Caixa Econômica Federal realiza neste sábado (13) o concurso 3018 da Mega-Sena.
Sem vencedores na quinta-feira (11), a loteria acumulou e o prêmio máximo pode pagar R$ 12 milhões essa noite.
O sorteio será realizado às 21h, no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, e será transmitido ao vivo pelas redes sociais da Caixa.
Para concorrer, os apostadores podem registrar seus jogos até uma hora antes do sorteio, às 20h, em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa, pelo site ou aplicativo do banco. O bilhete simples, com seis números marcados, custa R$ 6.
Para os jogos feitos pelo site da Caixa, o valor mínimo para apostar na Mega-Sena é de R$ 30, seja para uma única aposta ou mais.
Para fazer uma aposta maior, com sete números, o preço sobe para R$ 35. A seguir, confira os valores para se jogar e probabilidades de ganhar a Mega-Sena:
Uma forma de apostar na Mega-Sena, além dos jogos individuais, é formar um grupo para escolher os números, o chamado bolão.
Ao ser registrada no sistema, a aposta gera um recibo de cota para cada participante, que pode resgatar a sua parte do prêmio individualmente.
Os bolões têm valor mínimo de R$ 15 e cada cota deve ser de pelo menos R$ 6, sendo possível realizar um bolão de no mínimo duas e no máximo 100 cotas.
O apostador também pode adquirir cotas de bolões organizados pelas lotéricas. Basta solicitar ao atendente a quantidade de cotas que deseja e guardar o recibo para conferir a aposta no dia do sorteio.
Nesse caso, poderá ser cobrada uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota, a critério da lotérica.
O prêmio bruto corresponde a 43,35% da arrecadação. Dessa porcentagem:
Não havendo acertador em qualquer faixa, o valor acumula para o concurso seguinte, na respectiva faixa de premiação.
Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Após esse prazo, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior).

Claudia Flores preside el Grupo de Trabajo de la ONU sobre la Discriminación contra las Mujeres y las Niñas. Suena muy bien, escrito así, pero esta profesora de la Universidad de Yale, experta en derechos humanos, recuerda que finalmente son solo cinco mujeres que trabajan de forma voluntaria para lograr cambios reales en las leyes, políticas y hasta en el lenguaje humanitario internacional.

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El Gobierno gallego repite la vía aplicada con Altri y reclama a personas propietarias de terrenos, que residen en la zona o que temen impactos por contaminación que demuestren que su interés es legítimo, en una maniobra que las plataformas vecinales creen que intenta erosionar su lucha
El organismo asesor de la Unesco pide anular los permisos de la Xunta para la mina de Touro porque amenaza el Camino de Santiago
No por ser esperado le resulta menos indignante a Isabel García, vecina de Touro (A Coruña) implicada desde 2017 contra la reactivación de la mina de cobre en ese municipio, el aluvión de comunicaciones que la Xunta está remitiendo a personas que presentaron alegaciones al proyecto. Lo que dicen esas notificaciones es que la administración autonómica no las considera personas interesadas en el proceso. Por tanto, sus objeciones van a ser desechadas. La carta les ha llegado a vecinos de Cabo de Cruz, en Boiro (A Coruña), a 55 kilómetros en línea recta del yacimiento y que temen sus efectos a través de las aguas del río Ulla, pero también a residentes que tienen su vivienda a 200 metros de la explotación.
La vía de denegar la condición de interesado a personas que alegan en un proceso administrativo no es nueva: la Xunta revisa en cada caso la pertinencia de las peticiones y responde negativamente si entiende que no está suficientemente justificado. Pero la tramitación de la macrocelulosa de Altri le dio una nueva dimensión a este modo de actuar, con una avalancha de denegaciones que, para organizaciones muy activas contra el proyecto como Greenpeace, era un intento de “silenciar” la enorme oposición que había y que se tradujo también en miles de alegaciones. La historia se repite en Touro. Isabel García, que es miembro de una de las plataformas vecinales que batallan contra los planes de volver a explotar el yacimiento, ve un paralelismo y cree que la intención es desgastar a quienes se oponen: “Hacer esta maniobra con personas que, en muchos casos, no están acostumbradas a lidiar con este tipo de comunicaciones es una táctica para intentar que no se siga adelante”. “Y también buscan tener un argumento de que no hubo tantas personas porque no hubo tantos interesados”, agrega. Meterse en el asunto, dice, es “una carrera de obstáculos”.
“Están usando el mismo modus operandi que con Altri”, sostiene Che Cancelo, portavoz de otra plataforma vecinal contra la mina. Primero, explica, llegaron hace unos meses las comunicaciones que pedían a quienes presentaron alegaciones justificar que son parte interesada en el proceso. Desde hace semanas constan las denegaciones, contra las que se puede presentar recurso de alzada. Cancelo considera que, al analizar los distintos casos, no quedan claras las razones ni los criterios de la Xunta y se queja de que están excluidas personas a las que les expropiarían terrenos, que ella defiende que es un elemento que demuestra que tienen interés en el proceso. Los razonamientos de la administración autonómica en algunos de estos casos de vecinos de la zona, a cuyas resoluciones ha tenido acceso esta redacción, son que la persona “alega de forma genérica posibles pérdidas económicas, psicosociales, culturales, ambientales y de salud que no se evaluaron” y que no se acredita “una relación material unívoca” ni un efecto “cierto” derivado del proyecto.
La ley de procedimiento administrativo común señala que se consideran interesados en un procedimiento quienes lo promuevan como titulares de derechos legítimos, los que tengan derechos que puedan resultar afectados por la decisión que se adopte o aquellos cuyos intereses legítimos puedan resultar también afectados y se personen antes de que haya resolución definitiva.
Ricardo Ares es una de las personas que vive en las inmediaciones de los terrenos de la mina, en Arinteiro, un núcleo perteneciente a Touro. Compareció a principios de mes ante la prensa para explicar su caso, junto al Sindicato Labrego Galego. “Las tierras me las llevan todas”, afirmó, pero la respuesta a su petición de ser parte interesada ha sido negativa. Si los planes de Cobre San Rafael reciben el visto bueno, afirma que no podrá vivir en el lugar en el que lo hace ahora. Teme los impactos sobre los manantiales de la zona, en unos terrenos con repetidos episodios de contaminación que han llevado a que la propia Xunta imponga multas. Ares dirigió unas palabras al presidente de la Xunta, Alfonso Rueda: “Tenga un poco de dignidad y hable con los vecinos”.
El Sindicato Labrego también carga contra la Xunta por una actitud que califica de “oscurantista”. Y otra vecina afectada, Marta Curros, avisa de que esta forma de proceder genera indefensión para ellos. Recuerda que esta es la segunda vez que se registra una solicitud para reactivar la mina y llama la atención sobre que ahora se les está denegando la condición de interesadas a personas a las que sí se les reconoció en 2017. “La administración no es imparcial, está de parte de la empresa promotora”, acusó.
También echa la vista atrás hacia la tramitación que empezó en 2017 Isabel García. El contexto del proyecto es inusual: el yacimiento se explotó en los años 70 y 80 para extraer cobre. Fue en 2017 cuando la empresa Cobre San Rafael -de Atalaya Mining- presentó por primera vez sus planes para retomar la actividad. La contestación social fue férrea. En 2020 la Xunta anunció que no superaba el trámite ambiental y descartó la propuesta en 2021. La empresa insistió pocos años después y el Gobierno gallego declaró el proyecto estratégico en 2024. En la actualidad está a la espera de la declaración de impacto ambiental, pero, entretanto, el Tribunal Superior de Xustiza de Galicia falló que la Xunta hizo mal la tramitación que llevó a denegar el primer proyecto -por una cuestión de forma, no de fondo- y anuló aquella decisión. La empresa, no obstante, ha aclarado que no tiene intención de resucitar los planes iniciales, sino de seguir con los actuales.
En cualquier caso, Isabel García, recuerda que en 2017 los vecinos que se organizaron contra la mina ya se enfrentaron al muro burocrático de la administración gallega para que los reconociese como parte interesada. “Entonces no sabíamos reaccionar, pero fuimos aprendiendo”, señala. Explica que el motivo para poner tanto énfasis en esto es que, pasado el trámite de exposición pública, se siguen incorporando informes y documentación al expediente y, si no son persona interesada, no tienen acceso a ellos. “Nos quedamos sin saber qué pasa cuando tenemos una mina a las puertas de casa”, protesta. Hace nueve años, rememora, llamaban al departamento responsable de minas y pedían ver el expediente. “Tras mucho lidiar con la jefatura, nos reconocieron como interesados. Entonces permitían ver el expediente in situ. Había que pedir cita de mañana e ir a A Coruña, lo que a muchos les suponía pedir días en el trabajo. No podías hacer fotos, tenías que solicitar una copia y volver otro día a recogerla pagando una tasa. Fue un agotamiento”, cuenta.
En el proceso actual las cartas para pedir que demostrasen su interés en el caso empezaron a llegar hace algo más de un año -el periodo para presentar alegaciones terminó el 31 de enero de 2025-. “Nosotros respondimos que lo somos porque residimos aquí, porque tenemos propiedades afectadas y están publicadas en el Diario Oficial de Galicia o porque, sin ser residentes, defendemos bienes afectados como los recursos hídricos o el Camino de Santiago, que es Patrimonio Mundial”, explica. El Icomos (Consejo Internacional de Monumentos y Sitios), la organización no gubernamental que asesora a la Unesco en materia de patrimonio cultural acaba de elaborar un informe en el que pide anular cualquier permiso para la mina porque no ha habido una consulta previa ante la Unesco y está en riesgo la ruta jacobea.
García asegura que a algunas personas les llegó hasta tres veces el requerimiento para justificar su interés. Y han tenido que responder tres veces. Vuelve a recalcar que hay mucha gente afectada que no está habituada a los trámites de este tipo y señala que, por eso, las plataformas facilitan modelos para responder a las peticiones de la administración autonómica en función de si son vecinos o propietarios de tierras o si su interés deriva de otra cuestión. En el caso de Altri, esta disponibilidad de formularios, tanto en las alegaciones como en las réplicas a los requerimientos, llevó al presidente gallego a afirmar que lo que había era una campaña “orquestada”.
El siguiente episodio empezó hace unas semanas, con las cartas denegando esa consideración de parte interesada. “Piden que aportemos más información. No explican cómo”, se queja. Su conclusión es que el Gobierno gallego “no piensa en las personas”. “Compraron lo que les cuenta la empresa y van para adelante”, dice, sin que ni Rueda ni alguno de sus conselleiros se haya entrevistado con los vecinos: “¿Tienen miedo a conocer las vidas que se van a destruir?”.
La movilización contra el proyecto sigue en marcha y el domingo está convocada una manifestación en A Illa de Arousa (Pontevedra) contra la mina y también contra Altri, cuyos planes no están archivados definitivamente.
O governo Trump deu luz verde para que a Paramount Skydance adquira a Warner Bros. Discovery em uma megafusão que irá remodelar Hollywood.
A aprovação concedida na tarde de sexta-feira pelo Departamento de Justiça, embora esperada, foi um passo fundamental na busca da Paramount para adquirir a CNN, a HBO, o estúdio cinematográfico da Warner Bros. e outros ativos da Warner Bros. Discovery.
O Departamento de Justiça afirmou em comunicado que “não é provável que a transação resulte em prejuízo à concorrência ou aos consumidores americanos, incluindo no que diz respeito a: (1) streaming de vídeo sob demanda (“SVOD”); (2) televisão linear; e (3) desenvolvimento, produção ou distribuição de filmes pelos estúdios para exibição nos cinemas”.
A Paramount disse estar grata ao Departamento de Justiça pela “análise minuciosa” e acrescentou: “Continuamos focados em concluir a transação o mais rápido possível e em proporcionar seus benefícios aos consumidores, criadores e à indústria do entretenimento como um todo.”
A Paramount e a Warner Bros. Discovery (também conhecida como WBD) ainda enfrentam uma possível ação judicial movida por uma coalizão de procuradores-gerais estaduais, que afirmam que o governo Trump não está cumprindo a legislação antitruste.
A ação judicial em nível estadual poderia retardar o processo de fusão, embora os executivos da Paramount afirmem que tal ação seria improcedente.
Um porta-voz do procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, disse, em resposta à decisão do Departamento de Justiça, que “a fusão entre a Warner Bros. e a Paramount continua sob investigação pelo Departamento de Justiça da Califórnia”.
A senadora Elizabeth Warren, uma das críticas mais veementes ao acordo, classificou a aprovação do Departamento de Justiça como “uma péssima notícia para todos os americanos que não querem que bilionários alinhados a Trump controlem o que assistem e quanto pagam” e instou os procuradores-gerais estaduais a intervir.
“O acordo entre a Paramount e a Warner Bros. cheira a corrupção e tráfico de influência”, disse a senadora. “Essa luta não acabou. Os procuradores-gerais estaduais devem bloquear essa fusão.”
As empresas também continuam aguardando análises importantes por parte da União Europeia e do Reino Unido. Os órgãos reguladores desses países estão avaliando se o acordo poderia prejudicar a concorrência.
A Paramount afirma que o acordo é “fundamentalmente favorável à concorrência”. Quanto à perspectiva de assumir o controle da CNN, o que tem causado preocupação entre grupos defensores da liberdade de imprensa, a empresa afirma que se compromete a “investir no futuro do jornalismo, e não a prejudicá-lo”.
A Paramount tem buscado obter todas as aprovações necessárias e assumir o controle da WBD no terceiro trimestre do ano, ou seja, até o final de setembro. Internamente, os líderes da Paramount têm falado sobre a possibilidade de superar todos os obstáculos em julho, embora o cronograma das análises europeias torne isso improvável.
A ousada oferta pela WBD — que é muitas vezes maior que a Paramount — tem sido fonte de controvérsia há meses, em parte devido aos laços estreitos da Paramount com o presidente Donald Trump e aos esforços percebidos da empresa para ganhar o favor de seu governo.
O negócio é financiado pelo aliado de Trump, Larry Ellison, o bilionário cofundador da Oracle, cujo filho, David Ellison, tornou-se CEO da Paramount por meio de uma fusão no ano passado.
Os críticos do acordo com a WBD apontaram a reestruturação da CBS News pela Paramount e de programas como o “60 Minutes” — há muito alvo da ira de Trump — como evidência da disposição da empresa em ceder à pressão política.
Bruce Springsteen criticou a Paramount por apaziguar Trump na rede principal da empresa, a CBS, durante um dos últimos episódios do “The Late Show with Stephen Colbert” no mês passado. Depois de criticar Trump, Springsteen disse: “Larry e David Ellison acham que precisam bajulá-lo para conseguir o que querem”.
Os executivos da Paramount rejeitaram essa narrativa em particular, embora os Ellisons tenham falado pouco sobre o assunto em público.
Trump comentou publicamente sobre a Paramount ao longo do tempo, às vezes retratando os Ellisons como seus amigos e expressando especificamente interesse em que a família assumisse a CNN.
“É imperativo que a CNN seja vendida”, disse Trump em dezembro, quando a Netflix estava vencendo uma complexa guerra de lances pelos ativos. Os comentários indicaram que ele preferia a oferta hostil de aquisição da Paramount.
A Paramount saiu vitoriosa em fevereiro, e então teve início o processo de análise regulatória.
No final de abril, a Paramount organizou um jantar incomum em Washington com Trump, membros de seu gabinete e um pequeno grupo de jornalistas e executivos da CBS News. Entre os convidados estavam: o chefe do Departamento de Justiça, o procurador-geral interino Todd Blanche, e o presidente da FCC, Brendan Carr.
Em maio, a análise do acordo pelo Departamento de Justiça avançou rapidamente, com depoimentos de alguns executivos da Paramount e uma longa reunião com David Ellison.
O interrogatório foi conduzido por funcionários de carreira, e não por nomeados por Trump, revelou à CNN uma pessoa a par do processo.
Ainda assim, toda a análise regulatória foi ensombrada por acusações de favoritismo político e nepotismo. Vários legisladores democratas prometeram investigar questões relacionadas à Paramount e a Trump caso seu partido vença as eleições de meio de mandato.
“Agradecemos a análise minuciosa do Departamento de Justiça sobre esta transação, bem como o trabalho das outras agências que concluíram suas análises e concederam aprovação até o momento”, disse a Paramount na sexta-feira. “Este acordo é pró-competitivo, resultando em uma empresa mais forte e melhor posicionada para competir contra plataformas tecnológicas dominantes em um setor cada vez mais marcado pela intensa competição por público, talentos, tecnologia e investimentos.”