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Portugal elege as suas novas maravilhas arquitetónicas
As Novas 7 Maravilhas de Portugal regressaram em 2026, quase duas décadas após a primeira edição, com o objetivo de eleger, através do voto popular, os mais emblemáticos exemplos do património construído português. A iniciativa decorre ao longo deste ano…
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From pledges to road maps, nations organize around fossil fuel phaseout

Trump to attend new White House press gala after shooting

© MANDEL NGAN / AFP
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Flávio Bolsonaro pede ao governo dos EUA que poupe exportações brasileiras de sobretaxa e cita cenário econômico para justificar o apelo.
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- The Real News Network

- ‘Absolutely crazy’: Horror as Trump moves to dismantle crucial ocean monitoring system
‘Absolutely crazy’: Horror as Trump moves to dismantle crucial ocean monitoring system


This story originally appeared in Common Dreams on June 02, 2026. It is shared here under a Creative Commons (CC BY-NC-ND 3.0) license.
In what a number of scientists suggested was the Trump administration’s latest effort to stop tracking the changing climate in hopes of convincing the public that the climate emergency isn’t happening, the National Science Foundation announced Monday that it was dismantling a crucial deep-ocean monitoring system that for years has helped researchers understand the impacts of the crisis on the world’s oceans.
The NSF said it plans to send ships this month to remove more than 900 instruments, part of a project called the Ocean Observatories Initiative. The project collects data on temperatures, currents, and the ocean’s absorption of carbon dioxide off the coasts of Oregon, Alaska, Washington, and North Carolina, as well as in the Irminger Sea between Iceland and Greenland.
A spokesperson for NSF told The New York Times that the dismantling of the initiative will help the NSF in “prioritizing support for evolving scientific priorities and emerging technologies as well as a deliberate approach to smart life cycle management within its portfolio of research infrastructure.”
The reasoning given for the shuttering of the project, said Tara Blume, a journalist at Oklahoma City NBC affiliate KFOR, was “a master class in obfuscation and doublespeak.”
Genevieve Guenther of the group End Climate Silence shared her own interpretation of why the $368 million ocean observation system is being discontinued, despite the fact that it had been set to collect data for 25 years.
“We need to track ocean currents to assess how close we are to climate tipping points that will essentially destroy the world as we know it,” said Guenther. “The GOP doesn’t want us to be able to do that. That’s why they’re dismantling ocean monitoring.”
"By dismantling such a system, we push the United States back yet again into a rear seat in global scientific leadership." https://t.co/TSKsORuTX9
— Eric Geller (@ericgeller) June 2, 2026
Scientists have used data gathered by moorings, robotic vehicles, and other instruments that transmit the information to research laboratories, to study changes in the Atlantic Meridional Overturning Current (AMOC), a current system that moves warm water northward and cools the Arctic and Northern Atlantic regions while absorbing carbon dioxide deep into the ocean and keeping it out of the atmosphere.
Data gathered at the observation station in the Irminger Sea has been key to understanding AMOC, which scientists fear is gradually weakening due to planetary heating and could ultimately collapse, likely causing major global weather changes.
“This is absolutely crazy,” said David Doniger, a senior strategist and attorney at the Natural Resources Defense Council’s climate and energy department. “Wouldn’t you want to know if the ocean currents are changing? Wouldn’t you want to know ocean temperatures? These things affect everything from fishing to hurricanes.”
Following the announcement that the stations will be dismantled in the coming weeks, said Blume, “science gasps for breath.”
President Donald Trump has attempted several times to shut down or drastically reduce the budget of the Ocean Observatories Initiative, which costs $48 million annually to run. Congress has restored the program’s funding.
The dismantling of the program comes months after the Environmental Protection Agency repealed the “endangerment finding,” which for years had underpinned the department’s environmental regulations; after the administration closed down the National Center for Atmospheric Research, which had gathered data on hurricanes and extreme weather to help improve forecasts; and after the National Aeronautics and Space Administration released a statement on record-breaking temperatures in 2024 and 2025—without any mention of the climate crisis or climate change.
“Blinding the public to climate change won’t make it go away. It will only accelerate its profound consequences,” said clinical researcher Iris Gorfinkel.
According to the Trump administration, said historian Nick Kapur, “apparently climate change doesn’t exist if you prevent scientists from measuring it.”
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EU strikes migration deal for more deportations and detention centers abroad
Tech Life
Microsoft says new quantum chip 1,000 times more reliable than predecessor
Descubra os melhores bairros e opções de onde ficar em Buenos Aires
Escolher a região certa para se hospedar pode transformar completamente sua experiência na capital argentina. A escolha do hotel e região onde ficar em Buenos Aires depende muito do perfil do visitante e de seus gostos pessoais. Cada bairro oferece características únicas, desde a elegância europeia da Recoleta até a modernidade de Puerto Madero, passando pela vida noturna vibrante de Palermo.
A histórica Recoleta é considerada o melhor lugar para se hospedar em uma primeira viagem à capital portenha. Para quem busca hotéis baratos com boa localização, explorar as diferentes regiões da cidade permite encontrar opções que combinam conforto e praticidade sem comprometer o orçamento.
Recoleta: elegância e localização privilegiada
A Recoleta é onde as manhãs são mais bonitas em Buenos Aires e é a melhor localização para se hospedar pela primeira vez na cidade. Este bairro aristocrático encanta com sua arquitetura de inspiração francesa, ruas arborizadas e atmosfera sofisticada que remete à Paris.
Escolhendo se hospedar na Recoleta, você fica no meio do caminho entre as atrações turísticas do Centro e os restaurantes badalados de Palermo, com transporte público sempre à mão. O cemitério da Recoleta, a livraria El Ateneo Grand Splendid e diversos museus estão a poucos passos de distância, tornando a região ideal para quem aprecia cultura e história.
A variedade de hospedagens atende desde viajantes econômicos até quem busca luxo, com hotéis boutique e opções cinco estrelas espalhados pelas elegantes avenidas do bairro.
Palermo: vida noturna e gastronomia de primeira
Palermo é considerado um dos melhores bairros em Buenos Aires, muito pela diversidade de subdivisões regionais, com zonas conhecidas como Palermo Botânico, Palermo Soho, Palermo Viejo, Palermo Hollywood e Palermo Chico.
Palermo Soho: charme e criatividade
Palermo Soho concentra os melhores cafés, restaurantes autorais e lojas de design da cidade. É o bairro mais badalado não só de Palermo, mas também de Buenos Aires, com seu delicioso ambiente de ruas arborizadas repletas de antigas casas restauradas onde funcionam restaurantes, bares, lojas, cafeterias e galerias de arte.
Palermo Hollywood: entretenimento e modernidade
Esta subdivisão ganhou fama por abrigar produtoras de TV e cinema, além de oferecer excelente vida noturna. Palermo é uma enorme zona com tudo o necessário para a comodidade do visitante, com áreas verdes, muitos restaurantes, preços médios, boa comunicação e segurança, sendo bem conectado ao centro por ônibus e metrô.
Palermo para famílias
Palermo possui qualidades semelhantes ao microcentro e muitos dos lugares para ir com crianças estão nesse bairro. Os Bosques de Palermo, o Jardim Japonês e diversas praças tornam a região perfeita para quem viaja com os pequenos.

Fonte: Unsplash
Centro e Microcentro: praticidade e história
No Centro há várias alternativas de transporte e muitos pontos turísticos estão localizados aqui, facilitando sua vida na hora de explorar a cidade, além de os preços não costumarem ser tão altos quando comparados com bairros mais modernos.
O Obelisco, o Teatro Colón, a Casa Rosada e a Plaza de Mayo estão todos nesta região. Os hotéis costumam oferecer os melhores preços da capital. No entanto, é importante considerar que durante a semana o movimento é intenso e à noite as ruas ficam mais desertas.
Pela primeira vez em Buenos Aires onde ficar, o Microcentro oferece a vantagem de estar próximo das principais atrações turísticas, permitindo fazer muitos passeios a pé e economizar com transporte.
San Telmo: tradição e autenticidade
Mais antigo bairro da cidade, San Telmo é a Buenos Aires da nossa imaginação, com suas ruas de paralelepípedo entre casarões coloniais onde se espera que comece a soar um tango a qualquer momento.
A famosa feira de antiguidades aos domingos na Plaza Dorrego atrai multidões. San Telmo é uma boa opção de hospedagem, principalmente para quem quer economizar um pouco ou ter uma experiência mais autêntica. O bairro oferece excelentes opções gastronômicas e uma atmosfera boêmia única.
Puerto Madero: modernidade e sofisticação
Puerto Madero é o bairro mais novo da cidade, bonito, muito seguro e também mais caro, onde as ruas levam nomes de mulheres. Esta região planejada surgiu da renovação dos antigos diques portuários e hoje concentra restaurantes sofisticados, hotéis modernos e edifícios de arquitetura contemporânea.
Puerto Madero é a pedida para quem quer hotéis novos e modernos. A Reserva Ecológica Costanera Sur e o icônico Puente de la Mujer são atrações imperdíveis. Apesar de mais afastado, o bairro oferece segurança e tranquilidade incomparáveis.
Onde ficar em Buenos Aires com família
Onde ficar em Buenos Aires com familia requer atenção especial às comodidades e localização. A melhor categoria para ficar com crianças e bebês é a que se assemelha mais a uma casa, como os apart-hotéis, apartamentos ou casas de temporada, principalmente por conta da cozinha que permite o preparo de lanches e refeições.
O microcentro é estruturado e seguro, enquanto Palermo possui qualidades semelhantes e muitos dos lugares para ir com crianças estão nesse bairro. Hotéis com piscina, quartos espaçosos e proximidade de parques são diferenciais importantes para famílias.
Opções como apart-hotéis oferecem mais espaço e flexibilidade, permitindo que as crianças tenham áreas separadas e os pais possam preparar refeições quando necessário, tornando a estadia mais confortável e econômica.
Dicas práticas para escolher sua hospedagem
- Transporte: verifique a proximidade de estações de metrô (subte) para facilitar deslocamentos
- Segurança: bairros como Recoleta, Palermo e Puerto Madero são considerados os mais seguros
- Orçamento: o Centro oferece melhores preços, enquanto Recoleta e Puerto Madero são mais caros
- Perfil da viagem: turismo cultural favorece Recoleta e Centro; vida noturna aponta para Palermo
- Duração: estadias curtas se beneficiam da centralidade; viagens longas podem explorar bairros residenciais
Os melhores bairros para se hospedar em Buenos Aires de acordo com hóspedes são Palermo, Centro e Recoleta. Cada um oferece vantagens específicas que atendem diferentes estilos de viajantes.
Perguntas frequentes
Qual é o bairro mais seguro para se hospedar em Buenos Aires?
Recoleta, Palermo e Puerto Madero são considerados os bairros mais seguros da cidade, com boa iluminação, movimento constante e infraestrutura turística consolidada. Todos oferecem tranquilidade para caminhar tanto durante o dia quanto à noite.
Vale a pena se hospedar longe do centro para economizar?
Depende do seu perfil. Se você planeja usar muito transporte público e tem tempo disponível, bairros mais afastados podem oferecer preços melhores. No entanto, considere o custo e tempo de deslocamento, que podem compensar a economia na hospedagem.
Onde ficar hospedado em Buenos Aires para aproveitar a vida noturna?
Palermo, especialmente Palermo Soho e Palermo Hollywood, é a melhor escolha para quem quer aproveitar bares, restaurantes e vida noturna. A região concentra os estabelecimentos mais badalados e mantém movimento até tarde da noite.

Fonte: Unsplash
A diversidade de bairros torna Buenos Aires um destino versátil, capaz de atender desde viajantes econômicos até aqueles que buscam experiências luxuosas. Compreender as características de cada região permite tomar decisões mais acertadas sobre onde ficar em Buenos Aires.
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'I can't breathe': Protesters attack police at UK rally over student murder
Trump names inexperienced ally Bill Pulte as intelligence chief
Khalilur Rahman eleito presidente da 81ª Assembleia Geral da ONU

Ten nights, one stadium: Bad Bunny and the business of residencies
Bad Bunny performs today, June 1, at Metropolitano Stadium. He played on May 30 and 31, and will return on June 2, 3, and so on, for a total of 10 shows. In the entertainment industry, this is known as a musical residency — a series of concerts an artist stages in the same venue over a short period of time. There’s no exact number that defines one, but one of the core ideas behind the concept is impact: the more shows, the better.
- Blondet & Friends
- Il Congresso si muove silenziosamente verso l’integrazione delle forze armate statunitensi e israeliane
Il Congresso si muove silenziosamente verso l’integrazione delle forze armate statunitensi e israeliane
I militari statunitensi conducono una cerimonia di benvenuto con tutti gli onori militari per il capo uscente delle forze armate israeliane, il tenente generale Herzi Halevi, nella Conmy Hall di Fort Myer, Virginia, il 18 febbraio 2025. (Foto dell’esercito statunitense del sergente Nathan Winter)
Nel primo passo verso un ulteriore spostamento degli aiuti nell’ombra, l’NDAA 2027 della Camera dei Rappresentanti fonderebbe di fatto le forze armate dei due paesi.
Di Ben Freeman, Ripubblicato da Responsible Statecraft, 29 maggio 2026
In un momento in cui l’opinione pubblica americana esprime livelli di sfiducia senza precedenti nei confronti del governo israeliano, il Congresso ha appena proposto di legare gli Stati Uniti all’esercito israeliano più che mai.
Nascosta nella versione della Camera del National Defense Authorization Act (NDAA) del 2027, pubblicata martedì, si trova la sezione 224, intitolata “Iniziativa di cooperazione tecnologica per la difesa tra Stati Uniti e Israele”. Questa disposizione farebbe probabilmente di più per intrecciare le forze armate statunitensi con quelle israeliane rispetto agli oltre 200 miliardi di dollari (al netto dell’inflazione) di aiuti militari che Israele ha ricevuto dagli Stati Uniti dalla sua fondazione nel 1948.
La sezione 224 pone le basi per la ricerca e lo sviluppo bilaterali, la coproduzione di armi, le joint venture, gli accordi di licenza e, apparentemente, ogni tipo di cooperazione tra il complesso militare-industriale statunitense e quello israeliano. Gli Stati Uniti e Israele collaborano già intensamente nel settore della difesa missilistica, ma questa proposta amplierebbe notevolmente il coordinamento, estendendolo a praticamente ogni ambito della tecnologia della difesa, inclusi intelligenza artificiale, informatica quantistica, sistemi autonomi, energia diretta, sicurezza informatica, biotecnologie e molti altri. Prevede inoltre “integrazione di rete” e “fusione di dati”. In altre parole, i dati militari statunitensi potrebbero presto diventare dati militari israeliani.
Se pienamente attuata, questa proposta garantirebbe un livello di integrazione militare-industriale superiore a quello raggiunto dagli Stati Uniti con qualsiasi altro Paese al mondo. È vero che gli Stati Uniti hanno collaborato strettamente con i partner NATO sulla coproduzione e sulla condivisione delle catene di approvvigionamento, in particolare attraverso il Piano d’azione per la produzione della difesa (Defence Production Action Plan). Inoltre, in quanto principale fornitore di armi al mondo, gli Stati Uniti riforniscono di armamenti gli eserciti di tutto il globo. Tuttavia, si tratta perlopiù di uno scambio a senso unico, con gli Stati Uniti che forniscono armi ad acquirenti stranieri che solo occasionalmente producono componenti per tali armi, come nel caso della catena di approvvigionamento globale dell’F-35.
La Sezione 224 rappresenterebbe una sfida completamente diversa. Unirebbe i settori della difesa statunitense e israeliano in molteplici aree vitali per i campi di battaglia del futuro, come i sistemi autonomi e la sicurezza informatica. Conferirebbe inoltre a Israele un’influenza straordinaria negli Stati Uniti, ben oltre quella già esercitata dalla lobby israeliana e dalla sua solida rete di influencer sui social media. Darebbe al governo israeliano l’opportunità di ampliare notevolmente una delle leve di influenza più potenti nella politica statunitense: i posti di lavoro negli Stati Uniti. Espandendo o avviando nuovi impianti di coproduzione, come già avviene in Mississippi e Arkansas, il governo israeliano potrebbe vantarsi di fornire posti di lavoro sul suolo statunitense, assicurandosi così alleati tra i membri del Congresso che rappresentano i distretti in cui si trovano tali posti di lavoro.
Il risultato potrebbe essere un sistema politico statunitense ancora più suscettibile ai capricci di un governo israeliano che apparentemente non si fa scrupoli a coinvolgere gli Stati Uniti in conflitti militari in Medio Oriente.
Questo livello senza precedenti di integrazione militare tra Stati Uniti e Israele si pone in netto contrasto con il tradizionale modello di cooperazione in materia di difesa, in cui Israele si distingueva già come principale beneficiario degli aiuti militari statunitensi. Come evidenziato in un recente rapporto del Quincy Institute, a cura di Steven Simon, questo passaggio da un modello di aiuti a un modello di integrazione militare ha implicazioni preoccupanti, in particolare:
Il cambiamento eliminerà i meccanismi di controllo politico e diplomatico che rendono la relazione trasparente e responsabile nei confronti del pubblico, spostandola da una votazione annuale sugli aiuti, visibile a tutti, all’opaco meccanismo degli appalti per la difesa, dove il controllo è limitato e la responsabilità politica minima. Il risultato sarebbe una relazione di difesa più profonda ma anche meno trasparente.
Tutto ciò avviene in un momento in cui l’esercito israeliano ha ripetutamente utilizzato armi statunitensi in attacchi che hanno violato il diritto internazionale umanitario a Gaza, e mentre Israele ha ripetutamente violato i cessate il fuoco (così come gli stessi Stati Uniti) nell’inutile guerra dell’amministrazione Trump contro l’Iran.
L’enorme divario tra ciò che la maggior parte degli americani vuole e ciò che il presidente sta facendo riguardo a Israele e ciò che il Congresso sta proponendo non dovrebbe essere ignorato. Solo il 30% dei residenti.
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