Especialistas do Brasil e de Portugal falaram à ONU News de ameaças como aceleração do aumento do nível do mar e poluição por antibióticos; líder da ONU pede que zonas marinhas não sejam tratadas como recursos ilimitados.
Nova parceria para vencer vírus aposta em velocidade e coordenação; comunidades no centro da luta devem combater desinformação; estirpe Bundibugyo tem taxa de letalidade mais alta que outras cepas.
Ministra de Portugal ressalta condições de trabalho adequadas e proteção social na utilização da inteligência artificial no mercado de trabalho. Para ela, a Conferência da OIT “é um dos principais espaços multilaterais de promoção de direitos sociais”.
Comida insegura para consumo adoece 866 milhões de pessoas por ano; crianças abaixo de cinco anos têm três vezes mais risco de ficar doentes; ameaças químicas provocam 73% desses óbitos.
Data destaca potencial do transporte na erradicação da pobreza e na promoção do desenvolvimento sustentável; ONU realça a sua contribuição na acessibilidade das populações mais vulneráveis a serviços essenciais.
País ocupará assento rotativo pela quarta vez para o órgão; Áustria também passou pelo Grupo da Europa Ocidental e Outros, e Alemanha ficou fora da corrida; novos membros são Trindad e Tobago, da América Latina e do Caribe, Zimbabué, da África, e Quirguistão do Grupo da Ásia-Pacífico.
O ano de 2025 foi o mais mortífero de sempre para as travessias marítimas dos refugiados da minoria muçulmana; sem continuidade da solidariedade internacional, situação das famílias corre o risco de se deteriorar.
Grupo Europeu vai contar também com Áustria que obteve 131. Alemanha, a terceira colocada, perdeu a eleição. Outros eleitos são Trindade e Tobago, Zimbábue e Quirguistão.
Chefe da diplomacia de Bangladesh vence em época de desafios; secretário-geral diz que apenas um quinto das metas globais está no caminho certo em mundo marcado por crise climática e recordes de necessidades humanitárias; atual presidente fala de defesa da Carta da ONU como uma necessidade diária.
Uma das maiores ofensivas da guerra utilizou 656 drones e 73 mísseis contra cidades como Kyiv, Dnipro e Kharkiv; agências internacionais lamentam que início das férias escolares se transforme num cenário de destruição e luto.
Agência da ONU promoverá discussões sobre trabalho em plataformas, inteligência artificial, igualdade de gênero e diálogo social; representantes de países de língua portuguesa participam dos eventos.
Relatório anual do secretário-geral indica tendência a agravamento; mulheres e meninas são as mais visadas; forças de segurança na Rússia e em Israel foram incluídas, pela primeira vez, no documento.
Conflito matou 815 civis e deixou mais de 4 mil feridos este ano; guerra agrava escassez de cuidados infantis e acesso igualitário ao trabalho; chefe de direitos humanos pede fim da violência e investigação de ataques contra civis.
Comemoração anual lembra mais de 4,5 mil efetivos que deram a vida pela paz desde 1948, quando primeira missão de paz foi formada; no país africano, um contingente militar do Brasil que atua na selva juntou-se a outros boinas-azuis da ONU para enfrentar nova cepa do ebola e notícias falsas sobre a epidemia.
Míssil balístico de alta precisão danificou instalações, veículos e suprimentos do Programa Mundial de Alimentos; itens de assistência humanitária estavam avaliados em US$ 1,4 milhão; nos últimos 18 meses, agência registrou mais de 84 incidentes contra armazéns, veículos e pontos de distribuição.
Esporte é o passe para recomeço de jovens que escaparam da guerra e perseguição; diplomatas da ONU entram em campo pela causa; português é segunda língua global da modalidade que une o mundo; Joshua Nascimento, filho do Rei Pelé, fala de ferramenta de inclusão e conexão cultural além de outros entrevistados.
Nova decisão da Assembleia Geral é qualificada pelo secretário António Guterres como uma “afirmação poderosa” da ciência e do direito; Nações Unidas veem medida como passo histórico e urgente na defesa de futuras gerações.
Custos energéticos mais elevados, comércio mais fraco e condições financeiras mais restritivas pesam sobre uma perspetiva global moderada; impacto econômico do conflito é “altamente desigual” entre regiões.